Mulheres idosas - controle postural

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Parâmetros do controle postural em mulheres idosas com ou sem histórico de quedas associadas ou não à osteoartrite de joelhos.

Parâmetros do controle postural em mulheres idosas com ou sem histórico de quedas associadas ou não à osteoartrite de joelhos.

Objetivos: Comparar parâmetros estabilométricos de mulheres idosas com ou sem histórico de quedas associadas ou não à osteoartrite (OA) de joelhos. Métodos: Cinquenta e seis idosas apresentando ou não histórico de quedas (Q) e OA de joelho unilateral e bilateral foram distribuídas da seguinte maneira: grupo QOA (n = 10), idosas com histórico de queda e OA de joelho; grupo QSOA (n = 11), idosas com histórico de queda e sem OA de joelho; grupo SQOA (n = 14), idosas sem histórico de quedas (SQ) e com OA de joelho; e grupo SQSOA (n = 21), idosas sem histórico de quedas e sem OA de joelho. Para análise do equilíbrio semiestático usando uma plataforma de força, foram avaliados os deslocamentos anteroposterior (DAP) e mediolateral (DML), as velocidades de oscilação anteroposterior (VAP) e mediolateral (VML) em quatro situações na postura ereta. As situações avaliadas foram as seguintes: 1) PFOA: sobre superfície fi xa e olhos abertos; 2) PFOF: sobre superfície fi xa e olhos fechados; 3) PIOA: sobre superfície instável e olhos abertos; 4) PIOF: sobre superfície instável e os olhos fechados. Resultados: As idosas com OA de joelho apresentaram maior DAP em todas as situações analisadas (P < 0,05), ao passo que idosas com histórico de quedas apresentaram maior DML (P < 0,05). Não houve diferenças entre os grupos para VAP e VML (P > 0,05). Conclusões: A OA de joelho, por si, é um fator prejudicial no aumento de oscilação do centro de pressão (COP) na direção anteroposterior, enquanto o histórico de quedas, independente da presença de OA de joelhos, traz prejuízos ao controle postural na direção mediolateral.
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Controle postural estático e risco de quedas em mulheres idosas com e sem incontinência urinária

Controle postural estático e risco de quedas em mulheres idosas com e sem incontinência urinária

ABSTRACT | Urinary incontinence (UI) is associated with the occurrence of falls in older people and may be related to failure in the postural control of older people. This study aims to compare static postural control under eyes-closed and eyes-open conditions as well as the risk of falls in older women with UI and without UI. The sample was divided in two groups: a group of older women with UI (n=21, age=65.33±4.57 years) and a group of older women without UI (n=19, age=66.37±5.26 years). The urinary loss characteristics of the UI group were evaluated with use of the International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF). The static postural control of the groups was measured using displacement of center of pressure (COP) through a force platform and the risk of falls was evaluated with the Timed Up and Go test (TUG). Statistical analysis was performed using Mann Whitney’s U-Testand the chi-square test. Most participants with UI lost urine in small amounts and at low frequency. No difference was observed between the groups with respect to COP variables (p>0.05) and risk of falls (p=0.082). However, in the intragroup analysis, a difference was observed in the COP velocity of both groups comparing open and closed eyes (p<0.05). No difference was observed in the static postural control and risk of falls in older women with and without UI.
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Efeitos da vibração, do plano de oscilação e de uma sessão de uso da haste vibratória sobre o controle postural de mulheres idosas

Efeitos da vibração, do plano de oscilação e de uma sessão de uso da haste vibratória sobre o controle postural de mulheres idosas

Tradicionalmente, o estudo da vibração como exercício tem sido realizado com a utilização de plataforma vibratória como fonte de vibração. No entanto, novos dispositivos de vibração foram desenvolvidos. A haste vibratória (ou flexível) é um destes novos instrumentos, que só recentemente tem sido empregado no treinamento de indivíduos idosos (HALLAL et al., 2013; HALLAL, MARQUES e GONÇALVES, 2010; HALLAL et al., 2014). A haste vibratória distingue-se dos demais tipos de equipamentos de vibração (e.g. plataforma vibratória) pela menor frequência de vibração alcançada (~5 Hz), pela localização da fonte de vibração (parte superior do corpo) e pelo comportamento passivo da haste, cuja vibração não é produzida por força externa, mas pela contração muscular. Embora alguns estudos tenham documentado efeitos crônicos positivos sobre parâmetros eletromiográficos e espaciais da marcha e sobre o risco de queda em idosos (HALLAL et al., 2013; HALLAL et al., 2014), até o momento, não foi encontrado nenhum estudo que analisou o efeito da vibração produzida pela haste vibratória sobre o controle postural de idosos (ROGAN et al., 2011).
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Análise do controle postural em idosas fisicamente ativas praticantes e não praticantes de treinamento de força associado a outras modalidades

Análise do controle postural em idosas fisicamente ativas praticantes e não praticantes de treinamento de força associado a outras modalidades

Devido as alterações do sistema vestibular, visual e proprioceptivo o aumento da oscilação postural aumenta o risco de quedas, nas quais diversas modalidades como o treinamento de força e o treinamento de equilíbrio podem minimizar as alterações posturais. Mas pouco se conhece sobre os efeitos da combinação de modalidades para a melhora do controle postural. Portanto, o objetivo do estudo é comparar o controle postural em mulheres idosas praticantes de treinamento de força associado a outras modalidades e idosas praticantes apenas de outras modalidades. Uma amostra de 26 mulheres idosas fisicamente ativas foram divididas em dois grupos: Grupo Praticantes de Treinamento de Força e outras modalidades – GF (70.25 ± 7.02 anos) e o Grupo que não praticava o treinamento de força, apenas outras modalidades – GO (70.40 ± 5.76 anos). O nível de atividade física foi avaliado pelo IPAQ, a oscilação postural (equilíbrio estático) foi mensurada na plataforma de força AMTI, no protocolo Base Aberta, olhos Abertos (BAOA); Base aberta, olhos fechados (BAOF); Base fechada, olhos abertos (BFOA) e Base fechada, olhos fechados (BFOF), com duração de 30 segundos em três tentativas. Para tratamento dos dados, foi usada uma estatística descritiva (média, desvio padrão e intervalos de confiança) e inferencial (Teste t independente e Teste U de Mann-Whitney) com nível de significância de p<0,05. Foram observadas diferenças significativas entre os grupos apenas em uma das variáveis coletadas na plataforma de força. Conclui- se que as práticas regulares do treinamento de força associado a outras modalidades parecem contribuir para uma menor oscilação postural.
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Envelhecimento, exercício físico e controle postural: uma análise sobre a ação do exercício físico na preservação do controle postural em idosas

Envelhecimento, exercício físico e controle postural: uma análise sobre a ação do exercício físico na preservação do controle postural em idosas

A prática de exercícios físicos tem sido uma alternativa importante para minimizar os efeitos da idade sobre o controle postural, porém, existe a possibilidade de que a interrupção do treinamento (destreino) possa contribuir para que o desempenho do equilíbrio estático retorne aos valores de pré-treinamento. O objetivo deste estudo foi analisar a ação do exercício físico multicomponente no controle postural de idosas e seus efeitos após período de destreino. O controle postural de 31 mulheres com idade entre 60 e 80 anos foi avaliado em seis diferentes condições sobre uma plataforma de força nas seguintes condições: posição estática com e sem aferência visual (olho aberto e olho fechado); posição estática com o uso de uma espuma sobre a plataforma com e sem aferência visual; posição estática com estímulo visual e auditivo com e sem o uso de espuma sobre a plataforma de força. Estas variáveis foram utilizadas para as análises dos efeitos de dois tipos de treinamento para idosas, sendo essas divididas em dois grupos: Grupo Multicomponente (GM): treinamento com exercícios de força, aeróbio, equilíbrio e flexibilidade e Grupo Controle (GC): treinamento com exercícios aeróbios e flexibilidade. Todos os participantes foram submetidos à um período de 16 semanas de treinamento, sendo estes realizados três vezes por semana (total de 48 sessões). O controle postural foi analisado pré e pós período de treinamento e com 6 semanas de destreino. Na análise de variância (ANOVA) foi possível verificar que o treinamento proporcionou diferença significativa (F=24,72; p < 0,0001) na freqüência de oscilação, entre os grupos estudados (grupo multicomponente vs grupo controle). O grupo multicomponente apresentou diminuição significativa na frequência de oscilação após o período de treinamento (p <0,05) porém, os valores observados após o período de destreino não foram diferentes dos observados no pré-treinamento (p>0,05). Nesse estudo foi possível observar que o treinamento de dezesseis semanas com exercícios multicomponentes melhora o controle postural de mulheres idosas. No entanto, esses efeitos não são mantidos após um período de destreino de seis semanas.
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Relação entre cifose dorsal, densidade mineral óssea e controle postural em idosas.

Relação entre cifose dorsal, densidade mineral óssea e controle postural em idosas.

Objetivo: Verificar a relação entre medida angular da cifose dorsal, densidade mineral óssea (DMO) e controle postural em mulheres idosas. Métodos: Por meio de um estudo transversal, 95 idosas foram divididas em quatro grupos segundo as medidas angulares da cifose dorsal (obtidas pelo método flexicurva) e os resultados de densitometria óssea. Na plataforma de força e por meio de teste dinâmico, foram obtidos os dados estabilométricos. Para fins estatísticos, analisou-se apenas o desempenho, na plataforma de força, de cada grupo por meio de testes não paramétricos, um grupo em relação ao outro (Mann-Whitney), e segundo a condição dos olhos – abertos ou fechados (Signed Rank). Resultados: Na plataforma de força, houve diferença estatisticamente significativa apenas entre os desempenhos dos grupos 1 (com perda de massa óssea e com aumento da cifose dorsal) e 3 (sem perda de massa óssea e sem aumento da cifose dorsal) na direção ântero-posterior (AP) (p=0,0124). Com exceção do grupo 3 (p=0,4263), todos os demais grupos apresentaram diferença no desempenho entre as tentativas de olhos abertos (OAs) e de olhos fechados (OFs) na direção médio-lateral (ML), enquanto que, na direção AP, nenhum grupo apresentou diferença entre as tentativas. Conclusão: Os resultados da pesquisa sugerem que houve influência da medida angular da cifose dorsal e da DMO no controle postural na direção AP e na posição ortostática na população estudada.
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EFEITOS DE UM TREINAMENTO DE PILATES NA PROPRIOCEPÇÃO E EQUILÍBRIO POSTURAL DE MULHERES IDOSAS

EFEITOS DE UM TREINAMENTO DE PILATES NA PROPRIOCEPÇÃO E EQUILÍBRIO POSTURAL DE MULHERES IDOSAS

De maneira semelhante, os resultados encontrados no Kaesler et al. 18 indicam que um programa curto (oito semanas) de treinamento com o MP pode melhorar a estabilidade postural de adultos mais velhos. Newell et al. 29 afirmam que, além de aprimorar o equilíbrio postural, o MP pode trazer melhoras nos parâmetros da marcha, associados com menores riscos de quedas. Nos dois últimos estudo citados, o equilíbrio postural foi avaliado por plataformas de força, mesmo instrumento utilizado por Bird et al. 30 , onde os autores verificaram os efeitos de 16 semanas de exercícios com o MP sobre o equilíbrio postural dinâmico e estático de idosos, obtendo resultados significativos apenas nas comparações intragrupos, àquele que recebeu a intervenção. Não foram encontrados resultados significativos nas comparações entre o grupo experimental e controle, situação que se assemelha aos resultados da presente pesquisa. Tal como os autores do estudo anterior, acredita-se que é possível que estudos com duração mais longa possam apresentar resultados mais significativos nas comparações entre os grupos. Além disso, o pequeno número de participantes também pode ter limitado a capacidade de detectar diferenças significativas entre os grupos, e as informações a partir destes estudos podem ser úteis para o desenvolvimento de estudos futuros.
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Correlação entre controle postural e saltos verticais de mulheres ativas adultas-jovens e idosas

Correlação entre controle postural e saltos verticais de mulheres ativas adultas-jovens e idosas

Além desta função, ele acaba também por atuar no controle da direção do movimento (Padulo e colaboradores, 2013; Winter, 1995). Assim, durante o salto, este músculo tem grande atuação em ambas as articulações envolvidas, porém, para o controle postural, ele acaba por ter uma exigência muito menor, sendo apenas ativado para garantir a manutenção da postura. Estas diferenças, possivelmente justificam as correlações não encontradas.

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Equilíbrio, controle postural e força muscular em idosas osteoporóticas com e sem quedas.

Equilíbrio, controle postural e força muscular em idosas osteoporóticas com e sem quedas.

RESUMO | Um dos maiores problemas de saúde pública na população idosa são as quedas, agravando-se quando relacionadas à presença de osteoporose. Dentre os vários fatores de risco, destacam-se a diminuição do equilíbrio, controle postural e força muscular. O objetivo deste traba- lho foi comparar o equilíbrio, o controle postural e a força muscular em idosas osteoporóticas com e sem quedas re- feridas no último ano. Foram avaliadas 45 mulheres entre 65 e 85 anos, divididas em dois grupos com base no relato de quedas nos 12 meses anteriores à avaliação: grupo com quedas (GCQ; n=21) e grupo sem quedas (GSQ; n=24). O equilíbrio foi avaliado por meio da escala de equilíbrio de Berg; o controle postural pelo teste clínico modificado de interação sensorial no equilíbrio (mCTSIB), realizado no equipamento Balance Master®; e a força muscular dos fle- xores e extensores de joelho e dorsiflexores de tornozelo, com dinamômetro EMG System do Brasil®. Foi considera- do nível de significância α=0,05. Houve diferença significa- tiva no equilíbrio (p<0,01) e na velocidade de oscilação do Centro de Pressão (CP) durante o teste mCTSIB nas con- dições olhos fechados superfície estável (p=0,05) e olhos abertos superfície instável (p<0,01), com valores maiores para o GCQ. Os grupos foram semelhantes entre si em re- lação à força muscular (p>0,05). Nossos resultados indicam que idosas osteoporóticas com histórico de quedas nos úl- timos 12 meses possuem pior equilíbrio e controle postural em relação às osteoporóticas sem quedas referidas.
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Estudo de associação entre adiposidade corporal, força muscular, distrubuição de pressão plantar, estabilidade postural e risco de quedas em mulheres idosas

Estudo de associação entre adiposidade corporal, força muscular, distrubuição de pressão plantar, estabilidade postural e risco de quedas em mulheres idosas

Introdução: O envelhecimento está associado à perda progressiva de força muscular e consequente limitação funcional. Nesse contexto, o treinamento resistido (TR) pode ser uma ferramenta importante na manutenção da força e da funcionalidade de mulheres idosas. Objetivo: Verificar os efeitos de 12 semanas de TR, com intensidade baseada na percepção subjetiva de esforço, sobre o pico de torque isocinético (PT) dos extensores do joelho dominante e funcionalidade de mulheres idosas. Método: Participaram deste estudo 35 idosas, alocadas em grupo controle (GC; 66,92 ± 4,50 anos; IMC: 25,04 ± 2,97 kg/m2) ou experimental (GE; 65,00 ± 4,15 anos; IMC: 28,37 ± 4,97 kg/m2). O GE foi submetido a 12 semanas de TR (3x/sem), 3 séries de 12 repetições para cada exercício (supino, remada, abdução de ombros, leg press, cadeira flexora, extensora e abdutora, e flexão plantar), com intervalo de recuperação de 1´. A progressão de carga foi conduzida com a escala de percepção subjetiva de esforço OMNI-RES, iniciando com 6 pontos e incrementando 1 ponto a cada 4 semanas, com concomitante redução de repetições (12, 10 e 8, respectivamente). Foram avaliados o PT dos extensores do joelho dominante (60 e 180 º/s-1) e a funcionalidade (Sentar e levantar em 30s, Timed Up and Go e Caminhada de 6´). A diferença das médias foi comparada por ANCOVA com post-hoc de Bonferroni. Resultados: Os efeitos das 12 semanas do protocolo de intervenção sobre a força muscular e funcionalidade estão apresentados na Tabela 1. Pode-se observar que houve interação significativa para o PT isocinético a 60 e a 180º/s-1 (p = 0,001), com aumento significativo para o GE (p < 0,001). Ademais, o GE também apresentou melhora no Teste de Caminhada de 6’ (p < 0,001). Conclusão: Um programa de TR de 12 semanas, com intensidade baseada na percepção subjetiva de esforço, promove alterações positivas no PT isocinético a 60 e a 180º/s-1 e na funcionalidade de mulheres idosas. Agência de Fomento: CNPq, CAPES.
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Análise do controle postural em deficientes visuais.

Análise do controle postural em deficientes visuais.

Em concordância com os achados na literatura, ao se comparar o controle postural do grupo de DVC e DVA, percebeu-se que não houve diferença esta- tisticamente significativa entre os dois grupos. Todos os indivíduos participantes da pesquisa apresentaram tempo de lesão superior a 3 anos, e apesar dessa va- riável não mostrar influência estatisticamente signi- ficativa sobre o controle postural, o resultado seme- lhante dos dois grupos reforça a percepção de que indivíduos cegos desenvolvem mecanismos de ajustes posturais após período de adaptação da deficiência, de forma a permitir a manutenção da postura (3,26) .
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Avaliação do equilíbrio postural em mulheres continentes e incontinentes

Avaliação do equilíbrio postural em mulheres continentes e incontinentes

which can be detected by abnormalities of the bladder, neurological diseases or changes in the strength of the pelvic muscles, in addition to increased pressure on the pelvic muscles (MAP), ligaments and connective tissue. Objective: To analyze and compare the postural balance of continent and incontinent women. Materials and methods: This is a cross-sectional study, with a quantitative approach. Thirteen women were included, divided into two groups: 6 incontinent women (group GI) and 7 continent women (group GC). The evaluation of postural balance was performed on the force platform and was tested in the following tasks: feet with eyes open (BI_OA), feet with eyes closed (BI_OF), standing on a foam of approximately 15 cm thick with eyes open (ESP_OA) and closed (ESP_OF) and with unipodal support with eyes open (UNI_OA). The following features were calculated: RMS of the displacement of the center of pressure (COP) in the mid- lateral (COP_X) and anteroposterior (COP_Y) directions, total displacement (DT) and total mean speed (VMT), characteristics of DFA (Detrended Fluctuation Analysis) and SDA (Stabilogram Diffusion Analysis). The data processing collected from the force platform was performed through routines programmed in the R software. Statistical analysis was performed after resampling the original data 20 times using the Bootstrap technique. Categorical variables were represented by frequency distribution and numerical measures by measures of central tendency and variability. The data were tested with the Shapiro-Wilk normality test, in the variables in which the hypothesis of the data was rejected, the Mann-Whitney test was used, for the data with normal distribution the t-student test was used. Value of α was fixed at 0.05 or 5% (p <0.05). For statistical analysis, the R software was used. Results: Six incontinent women with an average age of 41.5 ± 9.13 years participated
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Avaliação postural em mulheres com dor pélvica crônica

Avaliação postural em mulheres com dor pélvica crônica

A diferença significativa quanto à posição da cabeça e ombros protusos observada entre Casos e Controles nesse estudo, pode estar relacionada ao estado emocional das mulheres com DPC. Apesar de não ter sido perguntado sobre o estado emocional no momento da avaliação, percebeu-se que a maioria das mulheres mostrava-se bastante ansiosa. Há evidências de que mulheres com DPC tenham alterações psicológicas mais evidentes que a população controle. A prevalência de abuso físico e sexual entre ela é controversa e varia de 20 a 82%. A grande discrepância decorre dos critérios e naturezas dos estudos utilizados 21 .
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AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO POSTURAL EM MULHERES COM DOR CERVICAL

AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO POSTURAL EM MULHERES COM DOR CERVICAL

Neck pain has been considered a costly musculoskeletal problem, with impacts on health and quality of life of individuals may be related to repetitive strain and maintenance of postures. These changes cause mechanical and nociceptive disorders of the neck region may cause balance disorders. Maintenance of postural balance occurs through the action of the postural control system, any compromise of this system can lead to body imbalance. The dissertation was divided into two research papers, with different objectives. The first aim was to evaluate the influence of neck pain in women of postural control and verify the relation between pain and the possible changes in sensory systems and body posture and in the second, to investigate the correlation between the intensity of pain, head posture and postural sway. Neck pain group was composed of women, aged between 20 and 50, with neck pain for more than three months and the control group of women without neck pain. For characterization of the groups used interview, neck disability index (NDI) and Visual Analogue Scale. Postural balance was assessed by a force platform with acquisition frequency of 100 Hz. Postural balance with manipulation of the sensory systems was evaluated by Dynamic Posturography Foam-laser. Posture was assessed by the Postural Assessment Software in the sagittal plane right. Normality of variables was checked by Shapiro-Wilk test, and Student t test and Mann Whitney test for comparison between groups. The relationship between variables was assessed by Spearman correlation test. Significance level of 5%. Groups were homogeneous in date demographics. Variables of postural balance showed higher amplitude and velocity of displacement of the center of pressure in the neck pain group, showing greater postural sway in this group. There were significant differences in craniovertebral angle, being lower in symptomatic women, showing forward head posture. In dynamic posturography difference was observed between the groups and the score obtained by the group with neck pain in the six sensory conditions showed that postural balance showed greater impairment. Neck pain and forward head posture have a deleterious effect on postural control in symptomatic women. Pain intensity correlated with the COP sway area and the craniovertebral angle indicating that women with cervical pain had forward head posture associated with a lower postural control.
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Comparativo de flexibilidade da voz em mulheres idosas e mulheres jovens

Comparativo de flexibilidade da voz em mulheres idosas e mulheres jovens

Por outro lado, verificou-se que apenas 1 idosa apresentou valor de semitom acima do esperado para terceira idade. Isto evidencia que apesar do período de máxima eficiência vocal ocorrer entre 25 e 45 anos de idade, as repercussões do envelhecimento na flexibilidade vocal são variáveis. Neste caso, as idosas institucionalizadas apresentaram menor flexibilidade do que a idosa não institucionalizada.

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Efeito de um programa de treinamento funcional no equilíbrio postural de idosas da comunidade.

Efeito de um programa de treinamento funcional no equilíbrio postural de idosas da comunidade.

As idosas foram recrutadas por telefo- ne e convidadas a participar do estudo. Inicialmente, foi aplicado um questionário, criado especificamente para este estu- do, para garantir os critérios de inclu- são. Considerou-se quadro álgico o rela- to de dor nas duas semanas anteriores, em articulações dos membros inferiores e/ ou coluna, que pudessem interferir nas avaliações e nos exercícios. Aquelas que estavam elegíveis para participar foram submetidas a uma avaliação inicial para verificar o desempenho nas AIVD e no equilíbrio unipodálico. Para essa avali- ação foram utilizados o Índice de
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Efeitos da manipulação do estímulo visual e da intenção na oscilação postural de idosas.

Efeitos da manipulação do estímulo visual e da intenção na oscilação postural de idosas.

efeito da intenção nas respostas do controle postural frente à manipulação visual de adultas idosas. As 20 participantes permaneceram em pé em uma sala móvel durante sete tentativas com duração de 1 minuto cada, olhando para um alvo fixo, medindo-se sua oscilação corporal. Na primeira tentativa não houve qualquer movimento da sala, porém a partir da segunda a sala foi movimentada no sentido ântero-posterior. Para dez participantes, a velocidade de pico da movimentação foi de 0,6 cm/s e, para as demais, de 1,0 cm/s. A partir da quinta tentativa, as participantes foram informadas do movimento da sala e orientadas a resistir à movimentação. Os resultados indicam que a oscilação corporal das idosas é induzida pelo movimento da sala móvel. Intenção e alteração da característica do estímulo visual reduzem a influência da informação visual na oscilação corporal, mas a manipulação de propriedade do estímulo (neste caso, velocidade), é menos efetiva que a intenção. Essa maior dependência da intenção para alterar a influência de um estímulo sensorial no controle postural indica que o funcionamento do sistema de controle postural em idosos não possibilita ajustes “automáticos” de respostas posturais frente a pequenas variações das condições ambientais. Iinformações sobre tais variações podem ser direcionadas de forma a compensar essa diferença.
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ANÁLISE DO CONTROLE POSTURAL DE CORREDORES DE RUA

ANÁLISE DO CONTROLE POSTURAL DE CORREDORES DE RUA

Outro fator que pode contribuir para as diferenças encontradas em nosso estudo está relacionado com as características antropométricas. Segundo Narciso et al. 22 , as variações antropométricas podem causar alteração na posição do centro de gravidade, uma vez que nas mulheres, o mesmo apresenta-se mais baixo por morfologicamente terem quadris mais largos e mais alto em homens devido aos ombros mais largos. Para Rivas e Andries 23 , a distribuição de massa corporal pode ocorrer de forma diferente no corpo feminino devido a fatores morfológicos, deixando assim o seu centro de gravidade mais baixo, em comparação ao do sexo masculino. De fato, percebemos em nosso estudo que as corredoras foram estatisticamente mais baixas e menos pesadas do que os homens (p<0,01), e tais diferenças antropométricas devem explicar em parte, as diferenças no controle postural encontradas.
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Quedas em mulheres idosas com dor articular

Quedas em mulheres idosas com dor articular

No decorrer do ciclo da vida, as pessoas estão expostas a várias situações que po- dem levar à perda da autonomia e inde- pendência, sendo a queda acidental e as dores articulares fatores que impedem essa autonomia. Com este estudo quer se avaliar o risco de quedas em um grupo de idosas que apresentavam dor no joelho. É um estudo retrospectivo quantitativo de idosas de um grupo de terceira idade de Passo Fundo-RS e a coleta foi realizada nos meses de agosto e setembro de 2009. Fi- zeram parte da amostra 67 indivíduos do gênero feminino com idade igual ou supe- rior a sessenta anos. O instrumento utiliza- do para a coleta de dados foi a Escala de Avaliação de Risco de Quedas de Dowton, e as variáveis estudadas envolvem presen- ça de quedas anteriores, uso de medica- mentos, déficit auditivo, visual, alterações na marcha. Como resultados da amostra
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Indicadores de qualidade de vida em mulheres idosas

Indicadores de qualidade de vida em mulheres idosas

Outro estudo realizado no Brasil é a pesquisa que envolve a qualidade de vida com mulheres idosa, realizada por Mazo (2003) na cidade de Florianópolis, SC, com 198 mulheres com idade acima de 60 anos. Os resultados demonstraram que a média de idade foi de 73.6 anos, que o nível de escolaridade era do Ensino Fundamental 1ª a 4ª Série, a maioria eram viúvas e pertenciam a classe sócio-econômica D (classe econômica baixa). Apesar da grande maioria das mulheres terem relatado doenças crônico-degenerativas, grande parte possuía uma percepção positiva de saúde, e avaliação positiva de qualidade de vida. Nos resultados dos domínios da qualidade de vida, a autora encontrou correlações significativas entre os subdomínios e o nível de atividade física habitual, sendo que as mulheres mais ativas apresentaram respostas mais positivas em relação às menos ativas. A autora realizou também correlações entre as variáveis sócio-demográficas e o nível de atividade física habitual, onde os resultados indicaram que as mulheres mais ativas eram idosas mais jovens, casadas, de origem étnica européia, possuíam melhor nível de escolaridade, não possuíam doenças e seu estado de saúde não dificultava a prática de atividades físicas. Houve também uma extensa discussão da correlação entre as vaiáveis sócio-demográfiacas e os componentes dos domínios físicos, psicológicos, sociais e ambientais da qualidade de vida.
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