Mulheres solteiras

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QUANDO A LETRA NÃO LIBERTA: A EXPERIÊNCIA DE MULHERES SOLTEIRAS NA IGREJA E A NORMATIVIDADE DA BÍBLIA

QUANDO A LETRA NÃO LIBERTA: A EXPERIÊNCIA DE MULHERES SOLTEIRAS NA IGREJA E A NORMATIVIDADE DA BÍBLIA

Em oposição à opinião dos representantes da cultura machista está o que elas dizem de si mesmas, como elas se percebem em meio à comunidade. Mencionam que há coisas “ocultas” que não são “percebidas”, não são “consideradas”, não são “reconhecidas”. Mesmo percebendo a opressão da cultura machista, de forma velada ou explícita, o trabalho que desenvolvem nas comunidades é fonte de empoderamento. Para mulheres como Girassol, o que conta, além do compromisso, da responsabilidade e do testemunho, como parte inerente de si, de sua pessoa, do seu dia a dia, é o que estes espaços ou chamados repre- sentam para cada mulher em sua vida: autonomia, convicção, integralidade, certeza, seguridade, disposição, sensibilidade e luta. Para a maioria absoluta das mulheres entrevistadas o fato de serem mulheres solteiras não entra em conflito com a vocação para atuar na igreja, conforme se pode observar no testemunho de Girassol:
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Open Mulheres solteiras e casadas e o uso do preservativo: o que sabem, pensam e praticam

Open Mulheres solteiras e casadas e o uso do preservativo: o que sabem, pensam e praticam

Quanto à prática constatou-se que nenhuma das variáveis sociodemográficas está associada significativamente com a avaliação adequada, já que os valores-p foram maiores que 0,05 (Tabela 8). Apesar de não ter havido associações significativas para solteiras e casadas, os resultados desta pesquisa aproximou-se sobremaneira da significância, já que p≤0,0571, o que pode ser compreendido pelos fatores já mencionados neste estudo: mulheres solteiras possuem a liberdade de se relacionar sexualmente com vários parceiros, aumentando o risco de contágio por IST e HIV. Assim, podem ser mais conscientes que as casadas quanto à prevenção de infecções sexuais, já que estas creditam à confiança marital uma segurança de não contaminação.
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Nubentes e mobilidade geográfica em Portugal no século XIX (1800-1830): o concelho de Marvão

Nubentes e mobilidade geográfica em Portugal no século XIX (1800-1830): o concelho de Marvão

No concelho de Marvão registaram-se 956 matrimónios de 1800 até 1830. Os primeiros casamentos corresponderem o 73,84% e os recasamentos a 26,15% (Gráfico 2) 8 . Tendo em conta o estado civil do casal, destaque-se um certo peso dos recasamentos entre viúvos e solteiras (129), sendo metade este tipo de matrimónios (51,6% dos recasamentos e 13,49% sobre o total de matrimónios). Os recasamentos entre viúvas e solteiros (62) – 24,8% dos recasamentos e 6,48% do total de matrimónios – apresenta quase o mesmo peso relativo que os recasamentos em que os dois cônjuges são viúvos (59) (23,6% dos recasamentos e 6,17% sobre o total de matrimónios) (Faustino, 1998: 188-189; Amorim, 1984; Cosme, 2006: 788). Os diferentes cenários ao nível da estrutura populacional por sexos parecem demonstrar uma tendência para favorecer os homens viúvos nos recasamentos. Assim, existe um homem viúvo em 74,8% dos recasamentos, enquanto 48,1% dos recasamentos se registam mulheres viúvas. Estes dados favorecem claramente os homens viúvos (Santos et al. 2010: 85-90), pois tomam parte nos recasamentos 25% mais do que as mulheres com o mesmo estado civil. Como foi demonstrado em outros territórios da Península Ibérica, os viúvos tendem a casar-se com mulheres solteiras de menor idade para garantirem o nascimento de filhos (Bandeira, 2004: 242; Raposo, 2000: 79), enquanto as viúvas mais dificilmente se casam, em particular, como alguns casos demonstraram, quando ultrapassaram os quarenta anos de idade (Blanco Carrasco, 1999: 223), embora noutros casos os solteiros, particularmente os imigrantes, em conjunturas de dificuldades, desposavam, preferencialmente, viúvas com situação económica mais desafogada (Cosme, 2006). Seja como for, a nível micro, como é o caso, estes exemplos podem não se aplicar à realidade em estudo, mas poderão auxiliar na interpretação dos dados percentuais, indicados no gráfico 2.
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Novas solteiras: ecos do feminismo na mídia Brasileira.

Novas solteiras: ecos do feminismo na mídia Brasileira.

Estudos como os de Ellen Ross (1980) demonstram que não há nada de natural no encontro amoroso entre os sexos e, em diferentes épocas, as sociedades encontram modos de intervir no sentido de favorecer ou não o casamento, sendo a permanência de mulheres solteiras interpreta- da como uma necessidade, uma aberração ou um valor. Cláudia Fonseca (1989, 1995) observou que suas “senhoritas” de 80 anos, nascidas no início do século XX, na França, não haviam sobrado em virtude da alta mortali- dade de homens na Primeira Guerra Mundial. Ao contrário, elas faziam parte de uma engrenagem complexa, altamente referida ao contexto de classe, às condições sociais e econômicas vigentes na época e, sobretudo, ao universo simbólico que valorizava as virtudes da moça casta e leal a seus pais e irmãos. Para essas mulheres burguesas do começo do século XX, permanecer solteira poupava alguns constrangimentos de casamentos arranjados e lhes destinava um papel social que, para elas, era tão ou mais importante que o de esposa e mãe.
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Opinião das mulheres sobre as circunstâncias em que os hospitais deveriam fazer abortos.

Opinião das mulheres sobre as circunstâncias em que os hospitais deveriam fazer abortos.

Pouco se sabe a respeito da opinião que as mulheres brasileiras têm acerca do aborto provocado. Em um estudo realizado na região de Campinas, se quis conhecer, entre outras coisas, o que pensavam as mulheres sobre as circunstâncias em que os hospitais deveriam fazer abortos. Foram entrevistadas 1838 mulheres em idade fértil e que tinham engravidado pelo menos uma vez. Para saber se existiam algumas características das mulheres associadas à sua opinião, foi feita uma análise univariada, seguida por uma multivariada por regressão logística. As mulheres solteiras e as que haviam tido pelo menos um aborto provocado foram as que tiveram opinião mais favorável à realização de abortos pelos hospitais em todas as circunstâncias perguntadas. As
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Aborto induzido: uma comparação entre mulheres casadas e solteiras residentes na cidade de São Paulo em 2008.

Aborto induzido: uma comparação entre mulheres casadas e solteiras residentes na cidade de São Paulo em 2008.

com alguma gestação não possuem filhos contra 3,1% das casadas. Não há motivos para se sus- peitar que solteiras tenham maior probabilidade de uma perda natural. Isso pode indicar dificul- dades ao se deparar com uma gestação na ausên- cia de um companheiro fixo, já que as solteiras com gestação tiveram renda familiar mais baixa. A ocorrência de gestações entre as mulheres sol- teiras estaria, portanto, associada a uma baixa renda mensal? Provavelmente não. O que deve estar associado à baixa renda de mulheres soltei- ras é a forma de resolução da gestação. Reforça esse argumento, o fato apontado acima de que não há diferença entre a média de idades de soltei- ras e casadas. Ou seja, outra constatação de uma sub-representação de mulheres jovens e solteiras. Sobressai, portanto, o primeiro indício de que as mulheres solteiras podem recorrer em maior medida que as casadas ao aborto provocado. E, no mínimo, nos coloca diante da seguinte ques- tão: Enquanto pesquisadores da área de saúde pública, quem devemos privilegiar na atenção à saúde sexual e reprodutiva, as mulheres casadas ou as solteiras? Dito de outra forma, as categori- as de mulheres que apontam um maior mon- tante de aborto ou aquelas m ais propensas a abortar?
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Consorciação de plantas de cobertura antecedendo o milho em plantio direto: II - Nitrogênio acumulado pelo milho e produtividade de grãos.

Consorciação de plantas de cobertura antecedendo o milho em plantio direto: II - Nitrogênio acumulado pelo milho e produtividade de grãos.

Quanto ao cultivo de milho em sucessão ao nabo solteiro, observa-se que a produtividade de grãos si- tuou-se num nível intermediário ao da aveia e da ervilhaca solteiras (Quadro 4). Na região Sul do Bra- sil, ainda é pequeno o número de estudos relativos à inclusão do nabo no sistema de produção de milho. No estado do Mato Grosso do Sul, Hernani et al. (1995) verificaram que a produtividade de milho em sucessão ao nabo foi equivalente àquela do tratamen- to com ervilhaca peluda. Já Basso & Ceretta (2000), trabalhando durante três anos em área próxima à do presente estudo e no mesmo tipo de solo, encontra- ram uma produtividade média de milho em sucessão ao nabo de 3,9 Mg ha -1 de grãos, sendo 37 % inferior à
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Fatores sócio-demográficos e de assistência médica associados ao óbito materno.

Fatores sócio-demográficos e de assistência médica associados ao óbito materno.

O presente estudo avaliou os óbitos de mulheres com idade de 10 a 49 anos, ocorridos em Recife, Pernambuco, nos anos 1992 e 1993, com a finalidade de identificar os fatores sócio- demográficos, gestacionais e da assistência médica associados a esses óbitos maternos. Foram levantadas e revisadas 1.013 declarações de óbito, sendo identificados 42 casos de morte materna. Os dados desses óbitos foram complementados com informações clínicas, de necrópsias e de entrevistas com médicos dos hospitais onde ocorreram os óbitos e com familiares das mulheres falecidas. Quase dois terços (62%) dos óbitos maternos ocorreram em mulheres de 20 a 29 anos de idade e mais da metade delas era solteira. Houve um maior número de óbitos nos partos cesarianos em relação aos vaginais. A maioria dos óbitos ocorreu nos três primeiros dias de hospitalização e aproximadamente 90% das despesas hospitalares foram custeadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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Desempenho reprodutivo de vacas de corte em lactação e solteiras submetidas à indução/sincronização de estro.

Desempenho reprodutivo de vacas de corte em lactação e solteiras submetidas à indução/sincronização de estro.

Com o objetivo de caracterizar o desempenho produtivo e reprodutivo de duas categorias de vacas de corte submetidas à indução/sincronização de estro, foram utilizadas 42 vacas em lactação e 60 vacas solteiras da raça Aberdeen Angus, de tamanho similar e condição corporal moderada (CC3, escala de 1 a 5), manejadas exclusivamente em campo nativo, no período de setembro de 2005 a abril de 2006 no município de Aceguá/RS. Para os exames ginecológicos durante o experimento, foi utilizado aparelho de ultra-som e palpação retal. Como fator fixo, foi considerada a categoria das vacas (CATV), considerando-se três grupos, vacas solteiras cíclicas (VSC), ou seja, fêmeas que falham em conceber e permanecem na propriedade até o próximo acasalamento, vacas em lactação em anestro superficial (VLAS) e vacas em lactação em anestro profundo (VLAP). Como variáveis resposta, foram considerados peso das vacas pré-acasalamento (PPRA), pós-acasalamento (PPOA), à concepção (PC), o ganho de peso médio diário durante o acasalamento (GMD), resposta ao protocolo de indução/sincronização de cio (RISC) e gestação. A categoria da vaca demonstrou efeito (P<0,0001) sobre as variáveis de peso, em que as VSC apresentaram um melhor desempenho ponderal do que VLAS e VLAP. A RISC demonstrou ser altamente influenciada (P<0,0001) pela categoria de vaca, em que 85, 45 e 35% das vacas responderam à indução/sincronização de cio nos grupos VSC, VLAS e VLAP, respectivamente. A gestação apresentou diferença (P<0,0001) entre VSC e vacas em lactação, com 96,7, 45,5 e 30,0%, nos respectivos grupos VSC, VLAS e VLAP. Vacas solteiras apresentam um desempenho reprodutivo superior ao de vacas em lactação, evidenciado pela maior resposta ao protocolo de indução/sincronização de estro e índice de gestação. Contudo, 24% das vacas em lactação parecem estar bem adaptadas ao sistema de produção, demonstrando um desempenho produtivo e reprodutivo satisfatório à produção de bovinos de corte, sendo capazes de produzir adequadamente leite para o desenvolvimento dos terneiros, bem como conceber e produzir
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Decomposição e liberação de nitrogênio de resíduos culturais de plantas de cobertura de solo solteiras e consorciadas.

Decomposição e liberação de nitrogênio de resíduos culturais de plantas de cobertura de solo solteiras e consorciadas.

A dinâmica de decomposição e liberação de nitrogênio (N) de resíduos culturais provenientes de plantas de cobertura de solo, solteiras e consorciadas, foi avaliada em um experimento realizado em condições de campo, utilizando-se os seguintes materiais: (a) aveia preta (Avena strigosa Schieb); (b) ervilhaca comum (Vicia sativa L.); (c) nabo forrageiro (Raphanus sativus L. var. oleiferus Metzg.); (d) 32 % de aveia preta + 68 % de ervilhaca comum, e (e) 51 % de aveia preta + 49 % de ervilhaca comum. Para monitorar o processo de decomposição, o material vegetal, seco ao ar, foi colocado em bolsas de nylon de 0,2 x 0,2 m e com malha de 0,5 mm, as quais foram deixadas na superfície do solo e recolhidas após 15, 29, 43, 59, 71, 82, 112 e 182 dias. Nos materiais coletados, foram feitas determinações das quantidades remanescentes de matéria seca (MS) e da sua concentração de N. Aos valores obtidos para as quantidades remanescentes de matéria seca e N, foram ajustados modelos não-lineares, com vistas em separar a MS e o N dos resíduos culturais em dois compartimentos, sendo um mais facilmente decomponível e outro mais recalcitrante. Dentre as espécies solteiras, a ervilhaca foi a que apresentou a maior taxa de decomposição (0,06119 dia -1 ) da
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O efeito de filhos com deficiência intelectual na oferta de trabalho das mães no Brasil

O efeito de filhos com deficiência intelectual na oferta de trabalho das mães no Brasil

Na Austrália, Lu e Zuo (2010) investigaram se a presença de uma criança com deficiência na família tem impacto na oferta de trabalho das mulheres, ainda que não exerçam a função de cuidar. Os resultados das estimativas sugerem que: ceteris paribus, a probabilidade de uma mulher trabalhar diminui em 31% se a criança com deficiência em sua família tiver uma limitação severa; ter mais de uma criança com deficiência na família tem um impacto negativo adicional sobre a probabilidade de trabalhar; para as mulheres que trabalham, o nível de limitação da criança com deficiência influencia a escolha da quantidade de horas trabalhadas. Em outro estudo realizado na Austrália, Yamauchi (2012) examinou os efeitos da saúde dos filhos na oferta de trabalho dos pais em duas coortes: B (bebês de 0 a 1 ano); e K (crianças entre 4 e 5 anos). O autor concluiu que, para os pais da coorte B, há uma relação negativa entre a oferta de mão de obra e os problemas de saúde crônicos de seus filhos, tanto em análises transversais como longitudinais. No entanto, os pais das crianças da coorte K não mostraram uma mudança significativa na sua oferta de trabalho.
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As senhoras e as donas nas vilas de Bragança e de Ourém (Pará, Brasil) no século XIX

As senhoras e as donas nas vilas de Bragança e de Ourém (Pará, Brasil) no século XIX

Quando, porém, não foram alforriados, 40% dos escravos referenciados na documentação analisada foram repassados às filhas, às viúvas e irmãs dos testadores. Essa constatação coaduna com Araújo 36 , para quem as mulheres passariam a ser privilegiadas e/ou amparadas pelos testadores. Verificou-se também que uma grande parcela das proprietárias rurais deu atenção aos seus netos, deixando-os amparados durante a partilha de bens, sendo também a peça escrava item da herança.

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Comportamentos e práticas educativas maternas em famílias de mães solteiras e famílias nucleares.

Comportamentos e práticas educativas maternas em famílias de mães solteiras e famílias nucleares.

Por outro lado, em oposição aos estudos que não relatam diferenças entre as famílias de mães solteiras e de mães casadas, parte expressiva da literatura aponta para as implicações negativas envolvendo as mães solteiras, especialmente em relação às características demográficas, psicológicas e sociais encontradas nesta configuração. As mães solteiras tenderiam a apresentar mais problemas relacionados a baixa renda (Lipman, Boyle, Dooley & Offord, 2002); teriam maior necessidade de redes de apoio social, devido a serem mais isoladas socialmente (Heck & Parker, 2002); passariam por mais eventos de vida negativos (McLanahan & Booth, 1989) e apresentariam altos índices de estresse (Jackson, Brooks-Gunn, Huang & Glassman, 2000) e de depressão (Cairney, Boyle, Offord & Racine, 2003; Lipman, Boyle, Dooley & Offord, 2002). Além disso, as mães solteiras tenderiam a apresentar um menor nível de escolaridade, o que tanto pode dificultar sua inserção no mercado de trabalho como levá-las a ter menor prestígio em sua profissão (Hilton, Desrochers & Devall, 2001).
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Efeito da categoria reprodutiva sobre a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen asinino diluído e resfriado a 5ºC por 12 horas de armazenamento.

Efeito da categoria reprodutiva sobre a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen asinino diluído e resfriado a 5ºC por 12 horas de armazenamento.

Estudou-se o efeito da categoria reprodutiva sobre a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen asinino diluído, resfriado e armazenado. Os ciclos foram acompanhados por palpação retal e rufiação, sendo as inseminações realizadas às terças, quintas e sábados, a partir da detecção de um folículo de 3,0 a 3,5cm de diâmetro, em um dos ovários, até a ovulação. O sêmen de cinco jumentos da raça Pêga foi diluído nos diluidores de leite em pó desnatado-glicose ou glicina-gema de ovo, resfriado a 5ºC e armazenado por 12 horas, sendo a dose inseminante de 400 x 10 6 espermatozoides móveis (no momento da diluição final, pré-resfriamento) depositada no corpo do útero. O diagnóstico de gestação foi realizado por meio de palpação transretal, rufiação e ultrassonografia, realizada a cada 14 dias. Os resultados de 195 ciclos, referentes a 141 éguas, foram agrupados de acordo com a categoria reprodutiva a que pertenciam: potra, égua solteira, égua parida e no “cio do potro”. As taxas de concepção, ao primeiro ciclo, foram de 60,00%, 48,28%, 75,00% e 47,17% e, após quatro ciclos, de 61,54%, 47,13%, 54,76% e 47,17%, na mesma ordem para as categorias descritas anteriormente. A categoria reprodutiva não teve efeito (P>0,05) sobre a fertilidade das éguas inseminadas com sêmen asinino resfriado, sendo as potras, éguas solteiras, éguas paridas e no “cio do potro” igualmente eficientes para o uso na reprodução.
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Comportamento sexual, fertilidade e taxa de recuperação embrionária em jumentas da raça Pêga ao longo do ano

Comportamento sexual, fertilidade e taxa de recuperação embrionária em jumentas da raça Pêga ao longo do ano

O diâmetro folicular no início do estro, diâmetro folicular na ovulação e taxa de crescimento folicular das jumentas no cio do potro foram superiores às das jumentas solteiras (P<0,[r]

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Avaliação da utilização do "cio do potro" na coleta de embriões.

Avaliação da utilização do "cio do potro" na coleta de embriões.

Devido às características reprodutivas sazonais da égua (estação de monta de 5-6 meses) e às limita- ções atuais quanto à superovulação, maior número de ciclos deve ser aproveitado dentro da estação de monta, a fim de aumentar o número de embriões recuperados. Dessa forma, os objetivos deste trabalho foram avaliar a taxa de recuperação de embriões no "cio do potro" e compará-la com a obtida em éguas solteiras, além de observar a relação dos níveis de progesterona com as lipoproteínas de alta densidade (HDL) e o colesterol total no dia da coleta de embriões entre estes dois grupos de animais.
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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.48 número4

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.48 número4

Neste recente estudo de seguimento da coorte de Framingham, do qual participaram indivíduos de 55-65 anos de idade, foi estima- do que o risco no tempo restante de vida de desenvolver hipertensão arterial (> 140/90 mm Hg) foi de 90%, tanto para indivíduos a partir de 55 como 65 anos de idade. Mais da metade dos participantes desenvolveram hipertensão em 10 anos. A probabilidade de receber medicação anti-hipertensiva foi de 60%. O risco de desenvolver hipertensão no estadio 2 (> 160/110 mm Hg) variou de 35% a 44% nos diferentes grupos etários. O risco de hipertensão aumentou 60% (nos homens) no período de 1976-1998 comparado a 1952-1975, mas permaneceu inalterado nas mulheres. O risco de hipertensão arterial estadio 2 (> 160/110 mm Hg) diminuiu 35-57%, provavelmente devido ao aumento acentuado do tratamento medicamentoso em indivíduos com hipertensão.
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Mineralização do nitrogênio de plantas de cobertura, solteiras e consorciadas, depositadas sobre um solo com histórico de cultivo de cebola.

Mineralização do nitrogênio de plantas de cobertura, solteiras e consorciadas, depositadas sobre um solo com histórico de cultivo de cebola.

A decomposição das plantas de cobertura de inverno, depositadas sobre o solo, podem aumentar a disponibilidade de formas de nitrogênio (N), durante o ciclo da cebola. O trabalho objetivou avaliar a mineralização de N da massa de plantas de cobertura, solteiras e consorciadas, em um solo com histórico de cultivo de cebola. Porções de solo foram coletadas, preparadas, acondicionadas em recipientes de acrílico. Matéria seca de aveia preta, centeio, nabo-forrageiro, aveia preta+nabo-forrageiro e centeio+nabo-forrageiro, foram adicionadas sobre a superfície do solo e incubadas por 90 dias. No tempo zero e aos 18, 36, 54, 72 e 90 dias após a incubação (DAI), as porções de solo foram amostradas e determinados os teores de N total, N-NO 3 - e N-NH
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Desempenho de seis gramíneas solteiras ou consorciadas com o Stylosanthes guianensis cv. Mineirão e eucalipto em sistema silvipastoril.

Desempenho de seis gramíneas solteiras ou consorciadas com o Stylosanthes guianensis cv. Mineirão e eucalipto em sistema silvipastoril.

Figura 2 - Cobertura do solo de diferentes gramíneas, consorciadas ou não com o estilosantes Mineirão, no sub-bosque de um sistema silvipastoril, em abril de 2000, dois meses após pastej[r]

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Efeito da concentração pré e pós-ovulatória de progesterona em protocolos de IATF em fêmeas nelore

Efeito da concentração pré e pós-ovulatória de progesterona em protocolos de IATF em fêmeas nelore

Portanto, é necessário maior conhecimento sobre os efeitos da concentração de progesterona durante protocolos de IATF em fêmeas zebuínas, assim como a busca por alternativas para solucionar ou amenizar esses efeitos. Vários estudos têm reportado menores índices de prenhez em protocolos de IATF em novilhas cíclicas, vacas solteiras e vacas paridas ciclando. Uma semelhança entre essas categorias é grande quantidade de animais com presença de corpo lúteo durante o protocolo de sincronização. O objetivo desse trabalho foi verificar o efeito da concentração de progesterona no momento da retirada do dispositivo intravaginal de progesterona (CIDR), do diâmetro folicular no momento da IATF e da concentração de progesterona sete dias após a IATF nas taxas de sincronização, concepção e prenhez.
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