Músculo reto abdominal

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Análise morfológica do músculo reto abdominal de ratas prenhas diabéticas

Análise morfológica do músculo reto abdominal de ratas prenhas diabéticas

16 na atividade da eletromiografia na porção inferior do músculo reto abdominal. Em conjunto, estes estudos indicam que há co-contração entre os músculos abdominais e do AP. Entretanto há grande dúvida se essa atividade conjunta dos músculos do assoalho pélvico e reto abdominal na continência urinária está associada com alterações morfológicas similares.

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Estudo histoquímico das proteoglicanas da fáscia transversal e bainha anterior do músculo reto abdominal em homens adultos, portadores de hérnia inguinal tipo II e IIIA de NYHUS

Estudo histoquímico das proteoglicanas da fáscia transversal e bainha anterior do músculo reto abdominal em homens adultos, portadores de hérnia inguinal tipo II e IIIA de NYHUS

inguinal, A hérnia tipo I é uma hérnia inguinal indireta, que apresenta um saco indireto com um anel inguinal profundo normal. É a hérnia da criança. O tipo II engloba as hérnias inguinais indiretas, caracterizadas por apresentarem anel inguinal profundo dilatado, sem deslocamento dos vasos epigástricos e com preservação da parede posterior do canal inguinal. A hérnia inguinal tipo IIIA é considerada uma hérnia inguinal direta, que surge por uma protrusão na fáscia transversal, medialmente aos vasos epigástricos, e pode ser diverticular ou difusa. A hérnia tipo IIIB que também é uma hérnia indireta, Tabela 3 - Comparação entre a concentração de proteoglicanas da bainha anterior do músculo reto abdominal e a fáscia transversal do grupo controle e o grupo das hérnias.
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Avaliação histoquímica quantitativa do colágeno na fascia transversalis e na bainha anterior do músculo reto abdominal em doentes com hérnia inguinal

Avaliação histoquímica quantitativa do colágeno na fascia transversalis e na bainha anterior do músculo reto abdominal em doentes com hérnia inguinal

RESUMO: Objetivo: Avaliar a participação do colágeno na etiopatogenia das hérnias inguinais, através da análise quantitativa histoquímica do colágeno na bainha anterior do músculo reto abdominal e na fascia transversalis Método: Foram operados quarenta doentes do sexo masculino, na faixa etária entre 20 e 60 anos, portadores de hérnia inguinal tipo II e IIIA de Nyhus e realizadas autópsias em dez cadáveres frescos, na mesma faixa etária. Em ambos os grupos, amostras da bainha anterior do músculo reto abdominal e da fascia transversalis foram colhidas, coradas pela técnica histoquímica do picrocírius e submetidas a análise morfométrica quantitativa através de sistema computadorizado com a finalidade de identificar possíveis alterações quantitativas do colágeno, em cada um dos dois tipos de hérnias em comparação com indivíduos sem hérnias. Resultados: Encontramos maior concentração do colágeno na bainha anterior do músculo reto abdominal, em comparação a fascia transversalis em todos os grupos estudados, embora esta diferença tenha sido estatisticamente significante apenas no grupo controle. Não encontramos diferenças na concen- tração do colágeno, na bainha anterior do músculo reto abdominal e na fascia transversalis, entre os doentes com hérnias tipo II e tipo IIIA de Nyhus. Não encontramos diferenças na concentração do colágeno quando comparamos os grupos com hérnias com o grupo controle.Conclusão: Não encontramos diferenças na quantidade do colágeno na bainha anterior do músculo reto abdominal e na fascia transversalis entre os pacientes portadores de hérnia inguinal tipo II e IIIA de Nyhus em comparação com indivíduos sem hérnias.
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Avaliação imunoistoquímica dos componentes fibrilares na matriz extracelular da fáscia transversal e da bainha do músculo reto abdominal de homens portadores de hérnia inguinal.

Avaliação imunoistoquímica dos componentes fibrilares na matriz extracelular da fáscia transversal e da bainha do músculo reto abdominal de homens portadores de hérnia inguinal.

Os grupos controles, utilizados pelos trabalhos citados acima, analisaram amostras da bainha anterior do músculo reto abdominal de pacientes operados através de incisões infraumbilicais medianas para o tratamento de al- gumas afecções que também apresentam desordens do sistema conjuntivo, como os portadores de aneurismas de aorta abdominal, tornando inadequada tal comparação. Neste experimento, o grupo controle foi constituído por cadáveres não portadores de hérnia inguinal, o que possi- bilitou que as amostras da bainha anterior do músculo reto abdominal e da fáscia transversal fossem coletadas direta- mente da região inguinal.
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Eficiência dos Tratamentos Fisioterapêuticos para a Diástase do Músculo Reto Abdominal no Puerpério: Uma Revisão Integrativa

Eficiência dos Tratamentos Fisioterapêuticos para a Diástase do Músculo Reto Abdominal no Puerpério: Uma Revisão Integrativa

O diagnóstico da diástase do músculo reto abdominal é feito por meio do exame físico onde a puérpera é posicionada em decúbito dorsal, com o quadril e joelhos fletidos e com os pés apoiados no leito e membros superiores estendidos paralelos ao corpo. Nesta posição solicita-se a puérpera a realização de uma flexão anterior de tronco até que as bordas inferiores das escápulas saiam do leito. O avaliador demarca dois pontos para serem usados como referência: 4,5 cm acima e 4,5 abaixo da cicatriz umbilical. O avaliador deve colocar os dedos de uma mão horizontalmente através da linha média do abdômen, se houver separação, os dedos afundarão dentro da fenda. (Ferreira NO; Frederice, C. P.; Silva, J. L. P. 2011).
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Reparo de lesão penetrante em parede torácica de cão, ocasionada por javali (Sus scrofa scrofa), com flape unipediculado de músculo reto abdominal.

Reparo de lesão penetrante em parede torácica de cão, ocasionada por javali (Sus scrofa scrofa), com flape unipediculado de músculo reto abdominal.

Preparou-se um flape unipediculado de músculo reto abdominal (Fig. 1C), o qual foi desinserido de sua origem no púbis, a fim de manter íntegros o folheto interno e a fáscia transversa, rotacionado e suturado à musculatura torácica viável em pontos interrompidos simples, com fio cirúrgico náilon 2-0 (Fig. 1D). Dois drenos de sucção contínua, confeccionados com sonda uretral fenestrada 6Fr, foram posicionados durante a síntese de tecido subcutâneo e fixados com sutura em sapatilha com fio cirúrgico náilon 3-0. A síntese de tecido subcutâneo foi realizada em pontos interrompidos simples, com fio cirúrgico náilon 2-0, e a sutura cutânea foi realizada em padrão Wolff, com fio cirúrgico náilon 3-0.
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Solução hipersaturada de sal como conservante de pericárdio canino utilizado na reparação do músculo reto abdominal de ratos Wistar.

Solução hipersaturada de sal como conservante de pericárdio canino utilizado na reparação do músculo reto abdominal de ratos Wistar.

Com a finalidade de testar a solução hipersaturada de sal (na proporção de 1,5g de sal comercial para 1m " de água tridestilada) como conservante, foram realizados implantes de pericárdio canino mantido neste meio, no mínimo por 90 dias, em lesões provocadas no músculo reto abdominal de 24 ratos Wistar. Previamente à implantação da membrana, a solução foi avaliada quanto a presença de bactérias e fungos, demonstrando resultados negativos. Durante o procedimento cirúrgico, foi removido um segmento da largura completa do músculo reto abdominal direito, de 1,5cm de comprimento. A lesão produzida foi preenchida com o implante, sendo este suturado às bordas musculares com fio de náilon monofilamentar 6-0 em padrão contínuo simples. Os animais operados foram subdivididos em seis grupos (I, II, III, IV, V, VI) de igual número, sendo posteriormente sacrificados aos três, cinco, sete,10, 15 e 30 dias do pós-operatório, afim de se realizar as avaliações macroscópica e histológica da região do implante. Nos exames macroscópico e histológico pôde-se constatar neovascularização no local reparado, que gradualmente foi decrescendo. Ao exame histológico foi observado a substituição gradativa do implante por tecido conjuntivo fibroso, sem a ocorrência de eliminação do implante ou contaminação. Através destes achados é possível
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Complicações em reconstrução de mama com retalho pediculado do músculo reto abdominal transverso.

Complicações em reconstrução de mama com retalho pediculado do músculo reto abdominal transverso.

mamária foi reconhecida como excelente alternativa para as pacientes submetidas a essa cirurgia. Promove estado de bem-estar e reverte muitas das consequências psicológicas e emocionais associadas à mastectomia. Existem descritos muitos procedimentos reconstrutivos, como implantes de silicone, implantes expansores, retalho do músculo grande dorsal associado a implantes, e, desde quase três décadas, o uso de retalho músculo reto abdominal, em suas diversas variantes.

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Influência do fortalecimento do músculo reto abdominal sobre função pulmonar em tetraplégico: relato de caso / Influence of abdominal right muscle strengthening on tetraplegic pulmonary function: case report

Influência do fortalecimento do músculo reto abdominal sobre função pulmonar em tetraplégico: relato de caso / Influence of abdominal right muscle strengthening on tetraplegic pulmonary function: case report

Spinal cord injury (SCI) can be described as a spinal cord injury that results in a complex neurological syndrome that causes disabling damage related to motor, sensory, trophic, visceral and sexual functions. ML can be classified as paraplegia and quadriplegia. Injuries affected below the first thoracic vertebra T1 and consequently the lower limbs are referred to as paraplegias, whereas quadriplegia are affected by lesions above the T1 medullary level and then affect the four limbs, ie, upper and lower and may still affect the respiratory system. Objective: To associate the influence of the strengthening of the rectus abdominis muscle actively and by neuromuscular electrostimulation on CFP in a quadriplegic patient. Methodology: This is a case report, prospective descriptive analytical, that is, a detailed description of a clinical case will be performed, containing important characteristics about the treatment of the subject using the strengthening of the rectum actively and later electrostimulation for verification. CFP improvement. Results: As soon as the ten active rectus abdominis strengthening sessions were completed, the following results were found, being calculated on the average value obtained between the 1st and the 10th section FEV1 67 ± 7.07 (P = 0.04 ), PEF - peak expiratory flow 64.50 ± 10.60 (P = 0.07), FVC - forced vital capacity 67 ± 1.41 (P = 0.01), ratio between forced expiratory volume in one second and forced vital capacity 102 ± 12.72 (P = 0.05). FEF 25-75% 71.5 ± 23.33 (P = 0.14). After the end of the tenth session of electrostimulation, the results were observed and calculated on the average value obtained between the 1st and the 10th section FEV1 74.50 ± 3.53 (P = 0.02), PEF 72 ± 0, 00, FVC 66.50 ± 0.70 (P = 0.00), FEV1 / FVC 114 ± 4.24 (P = 0.01). FEF 25-75% 93 ± 7.07 (P = 0.03). Both recto-abdominal strengthening techniques have been shown to be effective under the patient's CFP. The technique through electrostimulation can be considered more effective, because in its results the technique was able to alter and improve the performance of respiratory muscle function variables, having a more significant increase under the patient's CFP. Therefore, NMES can be considered a promising method to improve the respiratory function of this group of patients.
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Estudo sobre a biocompatibilidade da polisulfona sob a forma de particulas e bastões.

Estudo sobre a biocompatibilidade da polisulfona sob a forma de particulas e bastões.

Related to muscle tissue reaction to particles, in general it was not observed cellular necrosis, neither vascular changes, during the first two weeks. There were small focus of non-specific inflammatory infiltrate, with a prevalence of macrophage and some giant cells, probably caused by the surgical trauma and by the presence of particles, surrounded by muscle fibers in different phases of degeneration and regeneration. In no case it was found the presence of inflammatory cells which could characterize an exudative reaction. In the fourth week it was observed a reduction of inflammatory reaction inclusão em parafina. O músculo reto abdominal, após a fixação,
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Reconstrução inguinal com retalho miocutâneo vertical de reto abdominal.

Reconstrução inguinal com retalho miocutâneo vertical de reto abdominal.

O músculo reto abdominal, tipo III, segundo Mates e Nahai pediculado nas artérias epigástrica superior e inferior profunda, confere ao retalho versatilidade, por apresentar vascularização segura e amplo arco de rotação, podendo ser utilizado para correção de defeitos da parede torácica, dorso, região inguinal e períneo 6 . Nas reconstruções ingui-

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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.53 número3

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.53 número3

Paciente do sexo feminino, 44 anos, com queixa de dor abdominal há dez dias, localizada em flanco e região infra-umbilical direita e com irradiação para a região lombar. Há sete dias notou piora da dor e abaulamento na região. Procurou o pronto-socorro onde se aventou a hipótese de tumor de parede abdominal, tendo recebido medicação sintomática. Após melhora parcial do quadro, realizou tomografia de parede abdominal que constatou espessamento nodular no músculo reto abdominal direito de limites imprecisos e correspondentes à região de dor. Na ressonância magnética do abdome observou-se em mesma topografia formação sólida de aproximadamente 7,8 x 3,2 x 1,9 cm no músculo reto direito associado com componente hemorrágico (Figura 1).
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Avaliação do uso de azul de metileno como mapeamento trans-operatório da vascularização do retalho transverso do músculo reto do abdome monopediculado em humanos

Avaliação do uso de azul de metileno como mapeamento trans-operatório da vascularização do retalho transverso do músculo reto do abdome monopediculado em humanos

A taxa de isquemia não apresentou uma diferença significativa entre as zonas 1 e 3, pois ambas adquiriram porcentagem de coloração semelhante pelo azul de metileno. A zona 1 foi a mais vascularizada, pois recebe vasos perfurantes diretamente do músculo reto abdominal, estando submetida a uma intensidade do fluxo de sangue maior, além de ter um número maior de perfurantes, sendo a zona com menor proporção de necrose, dados com os quais concordam diversos estudos (BERG et al., 1994; RICKARD et al., 2003; RAND, CRAMER, STRADNESS, 1994; HALLOCK, 2001; DINNER, DOWDEN, SCHEFLAN, 1983). Para Wagner, Michelow e Hartrampf (1991) e Shestack (1998), 100% da zona 1 deveria ser mantida no retalho, de acordo com a sua experiência clínica. Também ponderam que, 70% e 80% da zona 3 deveria ser mantida no retalho, respectivamente. Hallock (2001), utilizando um exame com Doppler, e Yamaguchi et al. (2004), através de uma injeção de tintura de indocianina, também observaram uma vascularização superior nas zonas 1 e 3.
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Análise eletromiográfica dos músculos reto femoral e reto abdominal durante a execução dos exercícios hundred e teaser do método pilates.

Análise eletromiográfica dos músculos reto femoral e reto abdominal durante a execução dos exercícios hundred e teaser do método pilates.

Para a análise estatística foi utilizado teste t para verificar a diferença de ativação entre as porções dos lados direito e esquerdo do músculo reto abdominal e entre as duas pernas do músculo reto femoral. Como não houve diferenças entre as ativações do lado direito e esquerdo, uma média aritmética simples foi realizada para representar o “grupo muscular”. Foi feita uma ANOVA de dois fatores (grupo muscular e exercício) para verificar diferenças na ativação elétrica nas diferentes situações. Quando necessário, o p ost hoc utilizado foi o de Bonferroni. O nível de significância em todos os testes foi de p < 0,05.
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Resistência à tração dos componentes músculo-aponeuróticos da parede abdominal em cadáveres.

Resistência à tração dos componentes músculo-aponeuróticos da parede abdominal em cadáveres.

vascular e nervoso deste músculo (KUZBARI et al., 1998). DUCHATEAU, DECLETY, LEJOUR, 1998, em um estudo experimental em cadáveres, observaram que a inervação do músculo reto é segmentar, proveniente dos seis últimos ramos intercostais, e que penetram na porção médio-posterior do referido músculo, portanto, a manipulação destes feixes nervosos, pode causar lesão e conseqüente atrofia muscular. Com relação ao músculo oblíquo externo, os feixes vásculo-nervosos que o nutrem, penetram lateralmente no plano entre os músculos oblíquo interno e transverso. Com o descolamento realizado até a linha axilar anterior, esta vascularização é mantida, assim como as inserções dos músculos oblíquo interno e transverso na linha semilunar, que irão garantir a vascularização da lâmina anterior do músculo reto descolada. SHESTAK et al., 2000 relataram que o descolamento do músculo oblíquo externo pode ser realizado, com segurança, até a linha axilar posterior. LEVINE & KARP, 2001 realizaram o descolamento até a linha axilar posterior, e não relataram complicações decorrentes deste procedimento. Apesar destes feixes também emitirem ramos que nutrem o músculo reto abdominal, a lesão dos pedículos dominantes deste músculo, pode comprometer sua nutrição, no todo ou em parte. Desta forma, optou-se por limitar o descolamento deste músculo até a linha axilar anterior conforme a descrição clássica de RAMIREZ et al., 1990.
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Rev. Bras. Cir. Plást.  vol.27 número4

Rev. Bras. Cir. Plást. vol.27 número4

Introdução: O câncer de mama é a afecção que mais causa mortes na população femini- na. Seu tratamento é principalmente cirúrgico, o que causa grande impacto psicossocial na mulher. Para diminuir esse abalo, a cirurgia reconstrutiva oferece diferentes opções, como o retalho do músculo reto abdominal transverso (TRAM). Essa é uma alternativa de reconstrução que tem sido bastante utilizada nos últimos 30 anos, mundialmente. Embora seja a mais aplicada e a técnica que possibilita melhores resultados estéticos e funcionais, não deixa de apresentar complicações. O objetivo deste estudo é apresentar as principais complicações do TRAM de acordo com suas variantes (ipsilateral, contralateral e bilateral) e com o tempo da reconstrução. Método: Foram avaliadas 30 pacientes submetidas a mas- tectomia e reconstrução mamária com TRAM pediculado, sendo 25 reconstruções imediatas e 5 tardias. Foram analisadas as complicações das áreas doadora e receptora. Resultados: Dentre as complicações identiicadas, a necrose gordurosa na mama foi a mais incidente, mas também foram veriicados casos de infecção, seroma, hérnia abdominal, sofrimento da pele em áreas doadora e receptora, e trombose venosa profunda. As complicações foram
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Reconstruções mamárias: estudo retrospectivo de 10 anos.

Reconstruções mamárias: estudo retrospectivo de 10 anos.

No período de janeiro de 2002 a dezembro de 2011, fo ram realizadas 428 reconstruções mamárias em pacientes mastectomizadas por câncer de mama. A média de idade das pacientes foi de 52,77 anos, variando de 27 anos a 79 anos. Quanto ao tipo de reconstrução, 134 foram realizadas com retalho miocutâneo do músculo reto abdominal (TRAM), 105 com técnicas conservadoras (retalhos locais e de vizinhança), 87 com retalho miocutâneo do músculo grande dorsal (RGD), 76 com próteses (retalho de músculo peitoral maior estendido com retalho dermogorduroso de pedículo inferior cobrindo o implante) e 26 secundárias (aquelas que necessitaram de nova reconstrução em decorrência de falha do primeiro procedimento) (Figuras 1 a 6).
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Vias de acesso transperitoneal e retroperitoneal em cirurgia de aorta: resultados comparativos a longo prazo.

Vias de acesso transperitoneal e retroperitoneal em cirurgia de aorta: resultados comparativos a longo prazo.

Para via de acesso retroperitoneal, utilizou-se a incisão descrita originalmente por Rob 3 , sendo realiza- das modificações quanto à altura e abordagem do músculo reto abdominal esquerdo. Os pacientes, sob anestesia geral, eram posicionados com o quadril es- querdo em ângulo de 30° e o tórax em ângulo de 60° em relação à mesa cirúrgica, ficando o membro superior esquerdo posicionado em abdução de 90°, lateralmente à cabeça. A mesa é elevada no seu centro, e suas porções superior e inferior são abaixadas, ficando o paciente na forma de um V invertido (Figura 1). A incisão era iniciada na linha mediana, desde aproximadamente 3 cm abaixo da cicatriz umbilical, em direção do 10º ou 11º espaço intercostal, até a linha axilar anterior, po- dendo ser mais alta, conforme o nível da aorta que devesse ser abordada (Figura 2).
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Metástase no músculo reto inferior como sinal de apresentação de adenocarcinoma renal: relato de caso.

Metástase no músculo reto inferior como sinal de apresentação de adenocarcinoma renal: relato de caso.

Proptose e diplopia decorrentes do alargamento de músculo extra-ocu- lar representam sinais importantes em várias afecções da órbita. Embora a causa mais comum de alargamento de músculo extra-ocular seja a orbitopa- tia distireoidiana onde o diagnóstico é estabelecido pelo quadro clínico característico associado aos achados radiológicos e laboratoriais, nas formas atípicas a diferenciação com outras causas de alargamentos dos músculos retos se torna menos evidente. O diagnóstico diferencial destas doenças é extenso e inclui: miosite inflamatória idiopática, granulomatose de Wegener, sarcoidose, triquinose e outras parasitoses, fístula carótido- cavernosa, metástases, tumores linfóides além de tumores primários (1-13) .
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Efeito da natação sobre o músculo reto do abdome do rato: estudo morfológico e histoquímico

Efeito da natação sobre o músculo reto do abdome do rato: estudo morfológico e histoquímico

Os resultados mostraram que o exercício da natação com freqüência semanal de 2x ou 5x durante 9 semanas promoveu alterações do peso corporal, mas alterou principalmente a distribuição relativa dos tipos de fibras musculares, aumentando a freqüência das fibras oxidativas lentas (fibras SO) acompanhada de redução da freqüência de fibras glicolíticas-oxidativas (Fibras FOG) e rápidas (FG) no músculo abdome de rato. Além disso, houve grau variável de mudanças na morfologia das fibras. Tais resultados indicam que o exercício de natação é adequado para a melhora das propriedades aeróbias da musculatura respiratória, com possível aplicação terapêutica em processos patológicos onde essa musculatura se encontra prejudicada.
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