Música negra

Top PDF Música negra:

El ‘renacer afroperuano’ de 1950: discursos sobre la música negra de la costa peruana

El ‘renacer afroperuano’ de 1950: discursos sobre la música negra de la costa peruana

A partir de investigaciones de cam- po y un estudio de caso, analizaremos el periodo denominado de “renascimiento” afroperuano de la década de 1950 y de- batiremos el conflicto por el control de producción y circulación del discurso de la afroperuanidad. Al hablarse en músi- ca afroperuana, tanto los investigadores como las propias familias negras lo hacían en nombre de una reivindicación históri- ca que buscaba saldar el daño ocasionado por la esclavocracia y posterior margina- ción. No obstante, juzgamos que ese mis- mo reclamo devino en un debate político más interesado en protagonizar una “his- toria del Perú Negro” que una “historia del Negro en el Perú”, es decir, en sobrestimar los referentes estéticos antes que llamar nuestra atención para mejorar las condi- ciones sociales de la población que inspira el mismo universo simbólico. Así, el pre- sente artículo busca contribuir para una revisión crítica de los discursos sobre la música negra de la costa peruana.
Mostrar mais

19 Ler mais

Música negra en los Andes colombianos. Historia y política de las sonoridades Afro en Girardota-Antioquia

Música negra en los Andes colombianos. Historia y política de las sonoridades Afro en Girardota-Antioquia

El objetivo del presente escrito es ofre- cer una reflexión sobre las manifestaciones artísticas de una comunidad afrodescendien- te en el departamento colombiano de Antio- quia. A partir de un trabajo de campo inter- disciplinar, exploramos con especial atención la música de cuerda pulsada que ha permiti- do visibilizar en el ámbito regional, nacional e internacional, a intérpretes y compositores de esta comunidad. La contribución de la in- vestigación consignada en este texto, es ex- poner el papel preponderante de estas mani- festaciones en la afirmación étnica del grupo, donde a diferencia de otras poblaciones afro del continente, no existe una tradición musi- cal de percusión. Esta investigación concluye que el grupo estudiado afirma su identidad a partir de la interpretación de música y otras prácticas que son asociadas a un origen ibé- rico, pero que en el contexto local han sido apropiadas e incorporadas como parte de su legado y tradiciones.
Mostrar mais

15 Ler mais

Funkeiros, timbaleiros e pagodeiros: notas sobre juventude e música negra na cidade de Salvador.

Funkeiros, timbaleiros e pagodeiros: notas sobre juventude e música negra na cidade de Salvador.

cachorras”, “as preparadas”, “as poposudas”, sexualizados e definido- res de uma ordem de relações de gêneros em que o masculino pare- ce ser sensual e virulento, o feminino parece ser sedutor e subordi- nado. Domesticado pela indústria da música, propaga um discurso de paz nos bailes, exotizado, atrai a simpatia da mídia, estimula a liberação sexual de jovens de “boa família”, assim como contribui para a reificação da sexualidade e o uso do corpo, como sempre fize- ram funkeiros pobres e negros. Ou seja, contra as conclusões de Vianna, o funk faz sentido dentro e fora de si mesmo, serve para al- guma coisa. É possível constatar isso não só hoje, mas nas próprias notas etnográficas do autor. Por exemplo, Vianna definiu um papel e construiu amizades entre os funkeiros, manipulando sua identida- de de “espectador atuante e tradutor do funk”; relata que rapazes e moças funkeiros dispunham de um tempo e espaço extra-bailes, quan- do ensaiavam complexas coreografias, formavam turmas e seleciona- vam vestuário e adereços para a festa, em que o excesso de cor era um aspecto marcante; observa também como nos bailes se executa- vam danças quase sempre em grupo e movimentos definidos como mais apropriados para homens ou mulheres; por fim, sugere um sen- tido ritualístico para brigas que, embora “acontecessem por acaso”, sempre aconteciam, eram esperadas e mesmo estimuladas.
Mostrar mais

20 Ler mais

Música, cultura negra e formação de professores: refletindo sobre as leis 11.769/2008 E 10.639/2003

Música, cultura negra e formação de professores: refletindo sobre as leis 11.769/2008 E 10.639/2003

Este trabalho apresenta três objetivos principais: (i) mostrar como as Leis nº 11.769/2008 e 10.639/2003 estão concatenadas e, por tal razão, devem ser pensadas em conjunto; (ii) apontar os espaços que a cultura negra tem encontrado no currículo da formação de professores de Música; e (iii) analisar esses espaços, auxiliando, assim, as reflexões sobre como a cultura e a música negra podem estar presentes nos currículos das Licenciaturas em Música, a fim de que estas formem professores competentes para trabalhar também com a cultura e a musicalidade negras. Para tal, este trabalho analisou as grades curriculares das principais instituições que oferecem o curso de Licenciatura em Música na cidade do Rio de Janeiro e concluiu que se faz necessário um repensar das Licenciaturas em Música, em uma perspectiva multicultural, que buscará descontruir as hierarquias culturais geradas pela colonização, promovendo a igualdade nos saberes e a desmarginalização da identidade cultural negra.
Mostrar mais

17 Ler mais

De Jim Crow a Langston Hughes: quando a música começou a ser outra

De Jim Crow a Langston Hughes: quando a música começou a ser outra

A questão que preocupava Locke, no entanto, era o descaminho que tal opção poderia implicar para a poesia negra, no seu todo. É que “por aquele andar” a poesia negra que passaria a ser representativa corria o risco de não ser mais que um sucedâneo do jazz, a tal forma de expressão popular da cultura negra que Locke e a intelligentsia negra consideravam limitada, por comparação com as possibilidades de uma orquestra moderna, convencional. 150 Para melhor entendimento desta apreensão devemos expandir o âmbito da pergunta formulada por Locke pois esta traduzia o receio implícito de que a poesia negra estivesse a recuar para a tradição do dialecto em vez de se aproximar mais da nobre “high culture” que as elites negras perfilhavam. Hughes estava ao corrente desse tipo de receios da geração mais velha e conservadora, mas a sua opção em representar a maioria do povo comum e não a elite minoritária já fora decidida. E essa opção estava agora a tomar forma poética. Hughes, como já se referiu, considerava o jazz uma das expressões inerentes à vida do negro na América e elemento inseparável do projecto de promoção racial em que estava envolvido, pelo que iria utilizar essa forma de expressão vernácula sempre que a considerasse adequada para determinado contexto. E quando falamos de jazz devemos também expandir esse conceito englobando nele a expressão musical dos negros num sentido mais lato que inclua também o blues, cumulativamente. Embora não sendo exactamente a mesma coisa, estas duas formas de expressão do “folk” negro e respectivas designações eram usadas com alguma arbitrariedade, como se pode deduzir até da própria pergunta e resposta formuladas por Locke, com sublinhado nosso, “Is it to be a jazz product? The title and first section of the Weary Blues seem superficially to suggest it.” Hughes já antes nos deu aqui a sua definição de jazz, mas como as designações de diferentes formas de expressão da música negra surgirão em recorrência e relacionadas com a análide de diferentes tipos de poemas importará fazer já uma destrinça adicional entre elas.
Mostrar mais

179 Ler mais

POEMAS DE BLUES E JAZZ - A MUSICALIDADE NEGRA DE LANGSTON HUGHES

POEMAS DE BLUES E JAZZ - A MUSICALIDADE NEGRA DE LANGSTON HUGHES

O tema é claramente político-social, e a forma em que foi inserido, próxima ao blues, chama a atenção do leitor tanto quanto o conteúdo, como se colocasse na voz de um bluesman esses versos de agrura. Não se trata apenas de relatar -- e condenar -- um ato violento, mas de expressar tal abuso de maneira genuinamente negra, de cantar a dor num formato com o qual o negro se identifique. Segundo Roberto B. da Silva, tanto a poesia de Hughes como a música negra se nutriam de “uma experiência cotidiana de abuso social e privação de direitos que determinava incondicionalmente a vida do negro (...). Hughes reconhecia nestes ritmos a capacidade de representar emblematicamente as oscilações tão próprias da vida do seu povo.” (1998, p. 14)
Mostrar mais

13 Ler mais

AS BLOGUEIRAS NEGRAS: UMA ANÁLISE SOBRE REPRESENTAÇÃO CULTURAL DA MULHER NEGRA CONTEMPORÂNEA

AS BLOGUEIRAS NEGRAS: UMA ANÁLISE SOBRE REPRESENTAÇÃO CULTURAL DA MULHER NEGRA CONTEMPORÂNEA

Durante a minha caminhada no Curso de Especialização em Educação Inclusiva, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), muitas temáticas foram abordadas, discutidas e vivenciadas em sala de aula, porém na Unidade Temática “Políticas de Inclusão”, ministrada pela professora Deise Maria Szulczuwski, quando participei da palestra da pesquisadora Viviane Inês Weschenfelder sobre “Negritude e políticas afirmativas”, foi que me “encontrei”. O tema problematizado naquele momento me inquietou e me instigou a pensar sobre de que maneiras a mulher negra vem sendo representada em nossa sociedade.
Mostrar mais

42 Ler mais

Open As novas formas de racismo e os valores sociais

Open As novas formas de racismo e os valores sociais

negra. Os participantes responderam ao Questionário de Sistema de Valores, bem como a Escala de Rejeição à Intimidade, Escala de Distâncias percebidas entre os diversos grupos de cor, a Escala de Racismo simbólico e a escala de crença no mundo justo. Os participantes avaliam que 54% dos brasileiros, 40% dos estudantes (os próprios respondentes) e 62% do mesmo grupo racial consideram o sistema de valores econômicos (lucro, riqueza e status) como sendo o mais importante para a população branca. Já para o questionário sobre o que pensam da população negra, 29% dos brasileiros, 47% dos estudantes (os próprios respondentes) e 56% da população negra, responderam que a justiça social (igualdade, liberdade, fraternidade) é o valor mais importante. Os resultados mostram que existe uma diferenciação das duas populações em relação a escolha dos valores que as identificam, tanto por elas mesmo quanto pelos brasileiros e os próprios participantes, indicando uma tendência a discriminação através de uma hierarquia de valores sociais.
Mostrar mais

116 Ler mais

Open Poesia negra brasileira: o desmantelar das grilhetas da Sciencia do Século XIX

Open Poesia negra brasileira: o desmantelar das grilhetas da Sciencia do Século XIX

tão celebrado no país. Para iniciados em literatura, classificar as representações da conflituosa convivência racial na escritura afro-brasileira, de racismo às avessas, talvez até seja compreensível, entretanto para críticos literários tal feito é no mínimo má fé, afinal é da natureza da poesia promover, através da linguagem, a escandalização e o estranhamento. E é dessa forma que a poesia desmonta, desmistifica e desmascara todos os sistemas constituídos, inclusive o que sustenta o racismo. A dificuldade de inteligibilidade na poesia negra brasileira depende, em sua grande maioria, da capacidade que o leitor tem de perceber as dinâmicas adaptativas do racismo, que ressurgem em forma de consciência individual ou coletiva, e de inventariá-las de modo conceitualmente satisfatório para assim podermos traduzir a sua feição concreta. Ou seja, se o leitor tiver dificuldades de reconhecer ou mesmo perceber na sociedade brasileira todas essas dinâmicas do racismo, terá de superar esse obstáculo para sentir que os símbolos e as alegorias representadas no contexto ficcional da poesia negra põem em evidência a histórica relação conflituosa entre raças no contexto brasileiro implodindo-a, destruindo-a, fragmentando-a, estilhaçando-a, rasurando as bases ideológicas nas quais repousam as ideologias do grupo hegemônico, mas também (re)construindo, (re)configurando, (re)elaborando, (re)alfabetizando o olhar, as conjecturas e os sentimentos que o racismo se encarregou de construir sobre a população negra brasileira. Talvez esta seja algumas das oposições entre o espírito moderno e a poesia negra brasileira.
Mostrar mais

203 Ler mais

A música e a nova política negra

A música e a nova política negra

Quando o Manifesto do Quilombo declarava “Venho com fé. Respeito mitos e tradições. Trago um canto negro. Busco a liberdade”, ele não apenas se arrogava um discurso intelectual-literário de autoafirmação negra, mas também anunciava a sua intenção de dar vida renovada à prática do samba no espaço mágico da rua, enquanto ato de performance. Para os ativistas do Quilombo, os artistas, ou seja, os compositores e intérpretes, eram os portadores autênticos da identidade afro-brasileira, por oposição aos técnicos profissionalizados, os carnavalescos (CANDEIA; ISNARD, 1978, p. 90-91). As passistas, por exemplo, eram as “que transmitem o ritmo do samba através da ginga do corpo e, principalmente mostram nos pés a música do nosso povo” (CANDEIA; ISNARD, 1978, p. 36). Sabemos como era importante, para a narrativa autobiográfica de Candeia, a sua proximidade já na infância, no ambiente semirrural de Oswaldo Cruz nos anos 1930, às danças, canções e práticas religiosas e profanas da cultura afro-brasileira na era da pós-escravidão, tais como o samba de roda, o samba de terreiro, o jongo, o caxambu, a capoeira e o candomblé (BUSCÁCIO, 2005, p. 58). Ao contarem a história das escolas de samba, Candeia e Isnard comunicaram a sua veneração por essas manifestações comunitárias, junto com seus correspondentes modernos – o samba de partido-alto, o samba-enredo, o samba de exaltação, e as artes culinárias, o traje e a linguagem associados a eles – como conhecimento cultural tanto quanto como prática criativa: “São tão grandes as contribuições à criatividade dadas pelos sambistas que convém lembrar que muito do que é criativo na vida humana consiste na redescoberta do que os outros descobriram antes, daí o respeito aos produtos originais” (CANDEIA; ISNARD, 1978, p. 72). E por isso mesmo eles apelavam às escolas para que apoiassem esse princípio vital da criatividade cultural no sentido do ensino, da pesquisa, dos concursos e do investimento financeiro. Ao tomar a iniciativa em promover essa pauta, as atividades do próprio Quilombo, sobretudo a partir de meados de 1976, incluíam ensaios e apresentações em todos os fins de semana, abrangendo uma diversidade impressionante de artes regionais, além daquelas já mencionadas – como maculelê, afoxé, maracatu, samba de lenço, samba de caboclo e lundu (CANDEIA; ISNARD, 1978, p. 7).
Mostrar mais

23 Ler mais

A pessoa surda e sua musicalidade: uma relação estética

A pessoa surda e sua musicalidade: uma relação estética

Como último exemplo de pesquisa sobre a educação mu- sical e de como ela trata ou deixa de tratar a musicalidade da pessoa surda bem como dessa relação estética temos a pesqui- sa de título: “Práticas musicais na perspectiva de três grupos com músicos surdos: um levantamento a partir da internet”. Na referida buscou-se, a partir das experiências de três grupos musicais com integrantes surdos, investigar práticas musicais para nortear práticas pedagógicas do ensino de música para pessoas surdas. Buscaram-se, primeiramente, informações nos sites oficias dos grupos, Surdodum –Brasília/DF; Ab’Surdos –Uberlândia/MG – e Batuqueiros do Silêncio – Recife/PE e, depois, foram realizadas visitas sistemáticas para conhecer o trabalho realizado pelos músicos surdos. Como a pesquisa teve um caráter mais exploratório, concluiu-se que se faz ne- cessário um estudo para compreender como as atividades são realizadas com o intuito de se buscar fundamentação para o trabalho do professor, em sala de aula, num contexto inclusivo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Cad. Saúde Pública  vol.33 número10

Cad. Saúde Pública vol.33 número10

Autonarrativas e os impactos do racismo na saúde mental da população negra: uma reflexão, de Elisabete Aparecida Pinto, Claude Isabelle, Gilmara Lisboa e Raquel de Oliveira Mendes, reconstrói experiências das autoras como mu- lheres negras e abarca as histórias afetivas de homens e mulheres negros como parte de uma memória comum, partilhada por intermédio da linguagem oral. Discute também o histórico de instituições que criaram as primeiras iniciativas em cuidado à saúde mental na população negra e que produziram suportes experimentais no país: a Geledés, a Fala Preta!, e a AMMA Psique e Ne- gritude. Na seção A Formação e Atuação dos Prin- cipais Responsáveis pela Saúde Mental, psicólogos e psiquiatras colocam em foco a história da psico- logia e das ciências. O legado eugenista e higie- nista no processo de formação dos profissionais psicólogos e médicos, e o impacto nas dimensões afetivas da população negra no Brasil. As expe- riências desenvolvidas no âmbito das ONGs são importantes por apontar novos desafios no campo de exercício profissional e de pesquisa em saúde mental.
Mostrar mais

2 Ler mais

A colocação dos pronomes clíticos em O Patrocínio: periódico da imprensa negra de...

A colocação dos pronomes clíticos em O Patrocínio: periódico da imprensa negra de...

Esse trabalho baseia-se no estudo da colocação pronominal, pois este já é reconhecidamente um fator crucial na identificação de diferenças gramaticais entre PE e PB, verificadas desde o século XVIII.O objetivo deste trabalho é verificar se há alguma característica na linguagem dos jornais de imprensa negra que os diferencie dos da imprensa de circulação mais ampla e de outros documentos da época. E, assim, confirmar a diferença entre as variantes brasileira e europeia da língua portuguesa não é apenas superficial, mas gramatical, uma vez que enquanto o PE se tornou uma língua de colocação enclítica dos pronomes átonos, o PB tornou-se a mais proclítica das línguas românicas. Sendo assim, foram analisados dois jornais: O Patrocínio (1925- 1930), um periódico da imprensa negra da cidade de Piracicaba; e, a título de comparação, A Gazeta de Piracicaba (1882-1937), um exemplar da imprensa majoritária da época. Os jornais são constituídos de textos de diversos gêneros que trazem, portanto, dados que possuem características distintas e particulares em um mesmo periódico. Nesse contexto, o interesse pela imprensa negra surgiu da possibilidade de analisar textos escritos majoritariamente por negros e para negros. Devido a fatores sociais ligados à escolarização da população negra do período, havia a possibilidade do vernáculo da época encontrar-se mais exposto nesse material. Sendo assim, pretendia-se observar se a colocação brasileira se apresentava de forma mais saliente nesses textos que nos da imprensa majoritária. Porém, a história social mostrou que esses periódicos foram escritos por negros que haviam tido acesso, das mais diversas formas, aos padrões cultos da língua. Dessa maneira, a fim de se adequar aos padrões da sociedade da época, buscavam manter a variante culta da língua em sua escrita. De fato, na comparação dos dados da imprensa negra com os da imprensa majoritária foi possível perceber - no que se refere ao fenômeno estudado - uma grande semelhante entre ambos os jornais. Em particular, verificou-se que esses periódicos apresentam padrões de colocação próximos, ou seja, ambos mostram, ao lado da colocação lusitana, a colocação brasileira em percentuais que não se diferenciam significativamente.
Mostrar mais

177 Ler mais

GISELE GOMES RODRIGUES A MÚSICA COMO UMA FERRAMENTA CRIATIVA NO DESENHO: UMA FONTE INSPIRADORA NO MOMENTO DA CRIAÇÃO

GISELE GOMES RODRIGUES A MÚSICA COMO UMA FERRAMENTA CRIATIVA NO DESENHO: UMA FONTE INSPIRADORA NO MOMENTO DA CRIAÇÃO

Segundo BERNARDI “Estudos sobre a influência da música no comportamento humano categorizam, principalmente, dois estilos de música, a sedativa e a estimulante. A música de estilo sedativo compreende os andamentos lentos, com harmonias simples e leves variações musicais. Uma de suas características é o fato dela poder tornar suave uma atividade física ou aumentar a capacidade contemplativa do ser humano produzindo um efeito relaxante, com redução da frequência cardíaca, pressão arterial e ventilação. Ao contrário, a música estimulante pode produzir um efeito excitante aumentando o ritmo da respiração, da pressão arterial e dos batimentos cardíacos em consequência de ativação autônoma simpática que produz uma sensação de aumento do estado de alerta. Neste caso, uma pré- disposição à atividade motora é gerada assim como maior ativação mental devido seus tempos mais rápidos, forte presença de articulações em staccato (notas com curta duração), harmonias complexas e dissonantes e mudanças repentinas na dinâmica” (BERNARDI et al., 2006 apud, WEIGSDING; BARBOSA, 2014, p. 53).
Mostrar mais

46 Ler mais

Crescimento da acácia-negra em resposta a aplicação de nitrogênio, fósforo e potássio.

Crescimento da acácia-negra em resposta a aplicação de nitrogênio, fósforo e potássio.

Após ser realizada a análise da covariância e realizado os ajustes nas variáveis foi efetuada a análise da variância para as variáveis analisadas. Verificou-se que para as variáveis dependentes em estudo (altura total, diâmetro a altura do peito e volume com casca) não houve interação entre as doses de N e K; P e K (p > 0,05). Já, as interações dos fatores N e P foram significativas (p < 0,05) no crescimento da acácia-negra aos seis anos de idade.

8 Ler mais

Desafios para a implementação metodológica de pesquisa em larga escala na educação musical

Desafios para a implementação metodológica de pesquisa em larga escala na educação musical

CBM, Conservatório Brasileiro de Música; CEUCLAR, Centro Universitário Claretiano; CMN, Conservatório de Música de Niterói; EMBAP, Escola de Música e Belas Artes do Paraná; FAC-FITO, Fundação Instituto Tecnológico de São Paulo; FACESA, Faculdade Evangélica de Salvador; FACIAP, Faculdade de Ciências Aplicadas de Cascavel - União Pan- Americana de ensino; FADRA, Faculdades de Dracena; FAFÍDIA/FEVALE, Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha; FAMES, Faculdade de Música do Espírito Santo; FAMOSP, Faculdade Mozarteum de São Paulo; FAP, Faculdade de Artes do Paraná; FASC, Faculdade Santa Cecília; FASM, Faculdade Santa Marcelina; FMCG, Faculdade de Música Carlos Gomes; FPA, Faculdade Paulista de Artes; FURB, Universidade Regional de Blumenau; IMIH, Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix; IPA, Centro Universitário Metodista; PUC, Pontifícia Universidade Católica; UAM, Universidade de Anhembi Morumbi; UCAM, Universidade Cândido Mendes; UCS, Universidade de Caxias do Sul; UCSAL, Universidade Católica do Salvador; UDESC, Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina; UEA, Universidade do Estado do Amazonas; UECE, Universidade Estadual do Ceará; UEL, Universidade Estadual de Londrina; UEM, Universidade Estadual de Maringá; UEMA, Universidade Estadual do Maranhão; UEMG, Universidade do Estado de Minas Gerais; UEPA, Universidade do Estado do Pará ; UEPG, Universidade Estadual de Ponta Grossa; UERGS, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul; UERN, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte; UFAC, Universidade Federal do Acre; UFAL, Universidade Federal de Alagoas; UFAM, Universidade Federal do Amazonas; UFBA, Universidade Federal da Bahia; UFC, Universidade Federal do Ceará; UFCG, Universidade Federal de Campina Grande; UFES, Universidade Federal do Espírito Santo; UFG, Universidade Federal de Goiás; UFMA, Universidade Federal do Maranhão; UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais; UFMS, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul; UFMT, Universidade Federal de Mato Grosso; UFOP, Universidade Federal de Ouro Preto; UFPA, Universidade Federal do Pará; UFPB, Universidade Federal da Paraíba; UFPE, Universidade Federal de Pernambuco; UFPeL, Universidade Federal de Pelotas; UFPI, Universidade Federal de Piauí; UFPR, Universidade Federal do Paraná;
Mostrar mais

18 Ler mais

DIÁLOGOS: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NO CONTEXTO DA FORMAÇÃO DOCENTE

DIÁLOGOS: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NO CONTEXTO DA FORMAÇÃO DOCENTE

Tanto a Educação Ambiental quanto a Educação Antirra- cista não são temas, mas concepções educativas que expressam o tipo de sujeito e de sociedade almejado. Inevitavelmente ao trabalhar conteúdos advindo das artes, da matemática, língua portuguesa, das ciências naturais, da história, da geografia, da filosofia e da sociologia estamos trazendo explícita ou impli- citamente uma concepção de sujeito, de natureza, de conhe- cimento, de modos de se relacionar e de ser. Que modos são esses? Quais concepções são essas? Elas favorecem ou trans- formam o histórico processo de segregação e subjugação da população negra e das relações de pertencimento dos huma- nos com a natureza?
Mostrar mais

8 Ler mais

Cultura negra e educação.

Cultura negra e educação.

Muitos aspectos da cultura negra presentes no Brasil poderiam ainda ser destacados. Elegemos, neste artigo, a corporeidade e a manipulação do cabelo para exemplificar a riqueza dessa cultura e sua forte pre- sença entre nós. São aspectos que, a princípio, pare- cem não manter nenhuma relação com a educação. Mas, se retomarmos alguns pontos destacados no iní- cio deste artigo, veremos que o educativo é eminen- temente cultural e que a relação ensino/aprendizagem se constrói no campo dos valores, das representações e de diferentes lógicas. Não lidamos somente com processos cognitivos. Aliás, cada vez mais descobri- mos que a cognição é construída na cultura. Dessa forma, a pesquisa educacional sempre será enrique- cida pelo diálogo com outras áreas das ciências hu- manas. No caso do estudo sobre a questão racial, é importante que esse diálogo se dê com as áreas do conhecimento que, pela sua história, possuem um acúmulo na discussão sobre a cultura e, no caso espe- cífico deste artigo, a cultura negra.
Mostrar mais

11 Ler mais

SOBRE SER NEGRA

SOBRE SER NEGRA

Minha missão é buscar conhecer minhas histórias e origem, e registar as histórias da comunidade com outras narrati vas, lutar para que estas descobertas não sejam silenciadas ou esquecidas. Saber ser negra é viver a experiência de ter sido massacrada em sua identi dade em suas experiências submeti do a exigências de se comprometer-se a resgatar sua historia e recriar suas potencialidades. Ao negro cabe à vanguarda desta luta assumindo o lugar de sujeito ati vo, lugar de onde se conquista uma real libertação, paráfrase das palavras da escritora Neuza Santos.
Mostrar mais

6 Ler mais

Dermatologia na pele negra.

Dermatologia na pele negra.

Devido ao alto grau de miscigenação da popu- lação brasileira, há pouca precisão em identificar quem pode ser chamado de negro, prevalecendo para fins estatísticos o critério da autodeclaração. A última Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo IBGE em 2005, apontou que a popula- ção brasileira é composta por 93.096 milhões de bran- cos, 79.782 milhões de pardos, 12.908 milhões de pretos, 919 mil amarelos e 519 mil indígenas. Em rela- ção ao censo de 2000, o número de pardos aumentou de 38,5% para 42,6%, e o de pretos, de 6,2% para 6,9%. Desse modo, a população negra no Brasil alcan- ça, atualmente, o índice de 49,5% da população total. A composição étnica dos brasileiros não é uniforme por todo o país. Devido ao largo fluxo de imigrantes europeus para o sul do Brasil, no século XIX, a maior parte da população nessa região é branca (79,6%). Na Região Nordeste, em decorrência do grande número de africanos que trabalhavam nos engenhos de cana- de-açúcar, o número de pardos e pretos, 62,5% e 7,8%, respectivamente, forma a maioria. Na Região Norte, devido ao importante componente indígena, a maior parte das pessoas é de cor parda (69,2%). Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste as porcentagens dos diferentes grupos étnicos são bastante similares, havendo na Região Sudeste 32,5% de pardos e 7,7% de pretos, enquanto na Região Centro-Oeste 42,6% da população é composta por pardos e 6,9% por pretos. 3
Mostrar mais

14 Ler mais

Show all 3038 documents...