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Força crítica em nado atado para avaliação da capacidade aeróbia e predição de performances em nado livre.

Força crítica em nado atado para avaliação da capacidade aeróbia e predição de performances em nado livre.

Resumo – O presente estudo investigou as relações da força crítica (Fcrit) com o limiar de lactato (LL NA ) e a intensidade de exercício correspondente ao VO 2 max (iVO 2 max) em nado atado (NA) e suas correlações com as performances de 400m (V400) e teste de 30 minutos (VT30) em nado livre (NL). Sete nadadores foram submetidos a teste incre- mental em NA para determinação do LL NA e da iVO 2 max. Para determinação da Fcrit, os nadadores realizaram 4 esforços até a exaustão com intensidades (F) correspondente a 87%, 104%, 118% e 134% da iVO 2 max para obtenção dos tempos limites (tlim). A Fcrit correspondeu ao coeiciente linear da relação entre a F e 1/tlim. Os valores de Fcrit (51,97 ± 4,02 N) foram signiicativamente diferentes da iVO 2 max (60,21 ± 8,73 N), mas não do LL NA (45,89 ± 8,73). A Fcrit foi signiicativamente correlacionada com o iVO 2 max (0,97), LL NA (0,88), V400 (0,85) e VT30 (0,86). Os resultados sugerem que a Fcrit pode ser utilizada na determinação da capacidade aeróbia, prescrição do treinamento em NA e na predição de performance em NL.
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Determinação do número adequado de repetições para a avaliação da virada no nado livre.

Determinação do número adequado de repetições para a avaliação da virada no nado livre.

A fim de identificar meios mais eficientes de superar as adversidades impostas pelo meio líquido, profissionais da área têm recorrido aos recursos biomecânicos. Em se tratando de biomecânica na natação, as viradas são os gestos mais estudados e por isso constituem um tema de muita discussão, pois são decisivas em provas (MAGLISCHO, 1999; SÁNCHES, 2000), e, portanto, fundamentais para o resulta- do final dos atletas. Segundo Maglischo (1999), em uma prova de 50 m nado livre em piscina curta o tempo de virada pode atingir entre 20% e 38% do tempo total da prova. A otimização deste gesto vem sendo avaliada por alguns pesquisadores (BLANKSBY et. al, 1996; LYTTLE & MASON, 1997; DANIEL et. al, 2003; MAANON et. al, 2003; PRINS & PATZ, 2006; PEREIRA et. al, 2006).
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Avaliação aeróbia de nadadores através de protocolos invasivos e não invasivos em duas situações distintas: nado livre e atado

Avaliação aeróbia de nadadores através de protocolos invasivos e não invasivos em duas situações distintas: nado livre e atado

2) Determinação da máxima fase estável de lactato em nado livre (MFEL-L) Nesse teste, os nadadores foram submetidos a 4 intensidades de nado em estilo crawl determinadas a partir da Vcrit livre encontrada para cada nadador. Desse modo, as cargas foram equivalentes a 80%, 90%, 100% e 110% da Vcrit, realizadas de forma aleatória e randômica. O teste consistiu de um único estágio de 30 minutos, sendo que aos 5, 10, 15, 20, 25 e 30 minutos de esforço foram coletados 25μl de sangue do lóbulo da orelha dos nadadores para posterior determinação das concentrações de lactato sanguíneo por método enzimático. O intervalo de tempo entre a realização de uma intensidade e outra foi de 24h. A MFEL foi assumida como a maior intensidade de nado em que o aumento na concentração de lactato foi igual ou inferior à 1 mM do décimo ao trigésimo minuto de exercício.
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Análise descritiva do desempenho em uma prova de 100 m nado livre feminino baseada em variáveis biomecânicas.

Análise descritiva do desempenho em uma prova de 100 m nado livre feminino baseada em variáveis biomecânicas.

Deste modo, este estudo tem por objetivo realizar uma análise descritiva do desempenho das três atletas mais bem colocadas na prova inal dos 100 m nado livre feminino de uma competição internacional de alto nível, a qual envolveu várias atletas do continente americano, a im de observar o comportamento das variáveis FB, CB, VN, IN, Vm, Ts e Tv, durante a prova e a suas inluências na performance.

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ANÁLISE DO RESULTADO ESPORTIVO DE ATLETAS MÁSTER DE NATAÇÃO EM DIFERENTES DISTÂNCIAS DE NADO LIVRE

ANÁLISE DO RESULTADO ESPORTIVO DE ATLETAS MÁSTER DE NATAÇÃO EM DIFERENTES DISTÂNCIAS DE NADO LIVRE

O objetivo do estudo foi analisar a taxa de declínio dos recordes mundiais de nadadores máster em relação aos recordes mundiais absolutos e a redução do resultado esportivo em ambos os sexos em diferentes grupos etários (25 a 99 anos), nas distâncias de 50, 400 e 400 estilo livre. A coleta dos dados sobre os resultados esportivos dos nadadores foi realizada no site da Federação Internacional de Natação - FINA (www.fina.org). Para a análise estatística foi realizada a ANOVA - ONE WAY seguido de post hoc de Dunett com nível de significância de p≤0.05. A taxa de declínio dos recordes mundiais foi maior na prova de 1500m se comparado com as demais distâncias em praticamente todas as faixas etárias e em ambos os sexos. A taxa de declínio e a redução do desempenho esportivo é mais acentuada nas mulheres do que nos homens em todas as distâncias e em quase todas as faixas etárias. A taxa de declínio dos recordes mundiais e a redução do resultado esportivo na prova de 1500 metros nado livre parecem sofrer maior influência das alterações fisiológicas decorrentes do envelhecimento se comparadas às demais distâncias analisadas.
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Efeitos do treinamento de potência em terra seca sobre a força propulsora em nado atado e desempenho em nado livre

Efeitos do treinamento de potência em terra seca sobre a força propulsora em nado atado e desempenho em nado livre

Apesar de muito utilizado por técnicos e nadadores, os possíveis benefícios do treinamento de potência em terra seca sobre o desempenho dos nadadores ainda são contraditórios. Desse modo o objetivo do presente estudo foi verificar se sete semanas de treinamento de potência (TP) em terra seca pode induzir a melhora na força propulsora em nado atado e se existem associações entre a melhora na força em terra seca com a força em nado atado Sete nadadores (idade = 17,4 ± 2,7 anos; massa corporal = 65,6 kg e estatura = 171,1cm) foram submetidos a sete semanas de TP com duração de 50 min e frequência de 3 ∙semana -1 . O TP consistiu na realização de duas a cinco séries de seis a doze repetições máximas em exercícios de peso livre composto por supino, agachamento e arremesso olímpico. Antes e após o TP foram avaliadas a força pico (FPic), força média (FM) e índice de fadiga (IF) durante esforço máximo de 30s em nado atado. Em terra seca foram realizados testes de uma repetição máxima (1RM) no supino (SUP), agachamento (AG) e arremesso de peso olímpico (ARR), squat jump (SJ), countermovement jump (CMJ) e salto horizontal parado (SHP). Para a comparação dos valores pré e pós TP utilizou- se o teste t de Student para amostras dependentes enquanto possíveis relacionamentos das variáveis mensuradas no meio líquido e em terra seca foram analisados pelo teste de correlação de Pearson. Adotou-se p < 0,05. Foram observados aumentos significantes no SUP (pré= 59,43kg e pós = 66,57kg), SHP (pré=215,0 cm e pós=230,7cm) e IF (pré=28,98%; pós=40,05%). No entanto, a FM (pré=110,23N; pós=105,53N) diminuiu significantemente após treinamento. Além disso, as alterações observadas nos parâmetros mensurados em terra seca não foram significantemente correlacionadas com as alterações nos parâmetros de nado atado. Pode-se concluir que o TP diminuiu a FM apesar de aumentar a força em terra seca.
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Proposta de teste incremental baseado na percepção subjetiva de esforço para determinação de limiares metabólicos e parâmetros mecânicos do nado livre.

Proposta de teste incremental baseado na percepção subjetiva de esforço para determinação de limiares metabólicos e parâmetros mecânicos do nado livre.

A percepção subjetiva de esforço (PSE) é determinada de for- ma não invasiva e utilizada juntamente com a resposta lactacidê- mica como indicadores de intensidade durante teste incremental. Em campo, especialmente na natação, há dificuldades nas cole- tas sanguíneas; por isso, utilizam-se protocolos alternativos para estimar o limiar anaeróbio. Assim, os objetivos do estudo foram: prescrever um teste incremental baseado na PSE (Borg 6–20) vi- sando estimar os limiares metabólicos determinados por méto- dos lactacidêmicos [ajuste bi-segmentado (V LL ), concentração fixa- 3,5mM (V 3,5mM ) e distância máxima (V Dmáx )]; relacionar a PSE atribuída em cada estágio com a freqüência cardíaca (FC) e com parâmetros mecânicos de nado [freqüência (FB) e amplitude de braçada (AB)], analisar a utilização da escala 6–20 na regularidade do incremento das velocidades no teste e correlacionar os limia- res metabólicos com a velocidade crítica (VC). Para isso, 12 nada- dores (16,4 ± 1,3 anos) realizaram dois esforços máximos (200 e 400m); os dados foram utilizados para determinar a VC, velocida- de de 400m (V 400m ) e a freqüência crítica de braçada (FCb); e um teste incremental com intensidade inicial baseada na PSE, res- pectivamente, 9, 11, 13, 15 e 17; sendo monitorados em todos os estágios a FC, lactacidêmia e os tempos de quatro ciclos de bra- çadas e das distâncias de 20m (parte central da piscina) e 50m. Posteriormente, foram calculadas as velocidades dos estágios, FB, AB, V LL , V 3,5mM e V Dmáx . Utilizaram-se ANOVA e correlação de Pear- son para análise dos resultados. Não foram encontradas diferen- ças entre VC, V Dmáx e V LL , porém a V 3,5mM foi inferior às demais
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Análise dos parâmetros cinemáticos determinantes do desempenho na prova de 200 m nado livre

Análise dos parâmetros cinemáticos determinantes do desempenho na prova de 200 m nado livre

No presente estudo as variáveis cinemáticas apenas foram determinadas na parte final da prova. Apesar de algumas variações ao longo da prova, das quatro técnicas de nado, o crawl é a técnica que apresenta menores variações (HELLARD et al., 2008). Assim sendo, optamos por apenas efetuar os registros de imagem uma única vez, nos últimos 50 metros e na parte final da prova. Todavia, a determinação das variáveis cinemáticas em mais do que um momento deve ser uma preocupação em estudos futuros, tentando analisar mais detalhadamente o comportamento destas variáveis e a sua relação com a prestação desportiva ao longo de uma prova de natação.
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Análise dos parâmetros cinemáticos determinantes do desempenho na prova de 200 m nado livre.

Análise dos parâmetros cinemáticos determinantes do desempenho na prova de 200 m nado livre.

No presente estudo as variáveis cinemáticas apenas foram determinadas na parte final da prova. Apesar de algumas variações ao longo da prova, das quatro técnicas de nado, o crawl é a técnica que apresenta menores variações (HELLARD et al., 2008). Assim sendo, optamos por apenas efetuar os registros de imagem uma única vez, nos últimos 50 metros e na parte final da prova. Todavia, a determinação das variáveis cinemáticas em mais do que um momento deve ser uma preocupação em estudos futuros, tentando analisar mais detalhadamente o comportamento destas variáveis e a sua relação com a prestação desportiva ao longo de uma prova de natação.
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PROPOSIÇÃO DE UMA METODOLOGIA PARA COLETA DE DADOS DA VIRADA NO NADO CRAWL

PROPOSIÇÃO DE UMA METODOLOGIA PARA COLETA DE DADOS DA VIRADA NO NADO CRAWL

Chow el al. (1984) estudaram as técnicas de virada em nadadores de elite, buscando determinar as características cinemáticas nos quadro diferentes tipos de nado, comparar os resultados entre homens e mulheres e entre os nadadores que nadam o mesmo tipo de nado em diferentes distâncias e determinar a relação entre estas características e o tempo de performance. Para coleta de dados foram utilizadas câmeras de 16mm e 50Hz. Foram encontrados diferenças significativas entre homens e mulheres na maioria das distâncias e velocidades medidas, sendo que os homens possuem médias maiores que as mulheres em todos as avaliações, nos eventos de nado livre a distância e a média de velocidade tendem a aumentar quando a distância de prova diminui, sugerindo que quando a velocidade de prova aumenta, os nadadores iniciam a virada mais longe da parede, e executam-na mais rapidamente. A correlação entre o tempo total de virada e o tempo toda do evento aumentam sistematicamente com o aumento da distância de prova, sugerindo que a técnica de virada assume uma grande importância com o aumento da distância de prova.
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RELAÇÃO ENTRE A POTÊNCIA MECÂNICA DE NADO E O RENDIMENTO NA NATAÇÃO

RELAÇÃO ENTRE A POTÊNCIA MECÂNICA DE NADO E O RENDIMENTO NA NATAÇÃO

O estudo teve como objetivo correlacionar a potência mecânica propulsiva com algumas variáveis antropométricas e o resultado nos 100m nado livre de nadadores competitivos. Participaram 42 indivíduos (20 mulheres), treinando regularmente há pelo menos 1 ano e 6 meses. Os homens com idade de 15 ± 1,81 anos, massa corporal de 63 ± 11,50kg e estatura de 171 ± 8,30cm, enquanto as mulheres com idade de 14 ± 2,01 anos, massa corporal de 53 ± 6,54kg e estatura de 160 ± 5,62cm. A potência mecânica (Pm) e a potência mecânica relativa (PmR) foram correlacionadas com variáveis antropométricas e o desempenho, em cada gênero e tomando um único grupo. Os resultados apontaram boa correlação da Pm com a idade (r = 0,60 e p = 0,003), força manual (r = 0,60 e p = 0,003) e o desempenho (r = 0,95 e p < 0,001) para os homens, e nas mulheres, para o desempenho (r = 0,95 e p < 0,001). A PmR apresentou boa correlação com o desempe- nho para os homens (r = 0,95 e p < 0,001) e as mulheres (r = 0,97 e p < 0,001). Com um único grupo, encontrou-se boa correlação da Pm com a massa corporal (r = 0,62 e p < 0,001), força manual (r = 0,60 e p < 0,001), área de superfície corporal (r = 0,62 e p < 0,001) e desempenho (r = 0,94 e p < 0,001). Também aqui, a PmR só obteve boa correlação com o rendimento (r = 0,96 e p < 0,001). Consideramos que algumas carac-
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Efeitos de diferentes padrões respiratórios no desempenho e na braçada do nado c...

Efeitos de diferentes padrões respiratórios no desempenho e na braçada do nado c...

Para verificar o poder de generalização dos resultados dos estudos anteriores, FREUDENHEIM (2008) investigou o papel dos aspectos invariantes e variantes da braçada do nado crawl em uma situação real de competição. Participaram do estudo 31 atletas master, de ambos os sexos, com idades entre 21 e 54 anos, que nadaram a prova de 400 metros nado livre em uma competição oficial da Federação Aquática Paulista. Foram registrados o terceiro, sétimo, décimo primeiro e o décimo quinto dos 16 percursos de 25 metros e foram denominadas de partes da prova, respectivamente, partes 1, 2, 3 e 4. Os resultados permitiram concluir que os recursos utilizados pelos nadadores compreenderam alteração do desempenho mediante alteração dos aspectos variantes e manutenção dos aspectos invariantes. Nesse sentido, os resultados revelaram que o nadar crawl habilidoso em situação real de execução também se caracteriza por apresentar consistência aliada à variabilidade, da mesma forma que em contexto artificial.
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FORÇA CRÍTICA EM NADO ATADO: RELAÇÕES COM O LACTATO SANGÜÍNEO E CONSUMO DE OXIGÊNIO

FORÇA CRÍTICA EM NADO ATADO: RELAÇÕES COM O LACTATO SANGÜÍNEO E CONSUMO DE OXIGÊNIO

Os valores médios do VO 2 máx. (3,60 l/min) observados nesse estudo apresen- taram concordância com os resultados de pesquisas com nado atado, livre e no swimming flume. Bonen et al. (1980) e Ueda e Kurokawa (1995), utilizando o nado atado, encontraram valores de 3,53 e 2,96 l/min respectivamente. Entretanto, no primeiro estudo não está descrito o nível de treinamento dos nadadores que parti- ciparam do experimento, e no segundo os participantes eram nadadores não trei- nados. No swimming flume, Bonen et al. (1980) encontraram valores mais baixos de VO 2 máx. (2,62 l/min), já Wakayoshi et al. (1995) relataram valores próximos (3,68 l/min) ao encontrado no presente estudo. Nos experimentos com o nado livre, o VO 2 máx. ou VO 2 de pico alcançaram valores bastante similares (entre 3,79 e 4,45 l/min) aos nossos resultados (Montpetit et al., 1981; Costill et al., 1985; Mitchell, Huston, 1993; Capelli et al., 1998), exceto nos estudos de Ribeiro et al. (1990) e Bonen et al. (1980).
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Análise da assimetria da braçada do nado crawl através do nado atado

Análise da assimetria da braçada do nado crawl através do nado atado

O teste de potência atada proposto por Filho, Greco e Denadai (2014), analisou a máxima fase estável de lactato (MFEL) no nado atado com seu respectivo índice em nado livre (velocidade em MFEL) e com outros índices de aptidão aeróbia e desempenho de nado crawl. Dez nadadores foram submetidos ao nado crawl-atado no modelo carga-tempo limite (exaustação). Após os testes de exaustação em nado atado, o nado livre ou desimpedido foi executado. Ambos os esforços foram interrompidos duas vezes para coleta de sangue, que apresentou resultados dentro dos limites de concordância. Desse modo, a aplicação de MFEL em nado atado é válida e promissora como recurso de treinamento na avaliação aeróbica de nadadores.
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Relações entre desempenho em 200m nado crawl e variáveis cinéticas do teste de nado estacionário.

Relações entre desempenho em 200m nado crawl e variáveis cinéticas do teste de nado estacionário.

2005), que apresentam maior dependência da força e da potência muscular que a prova de 200m nado livre. As provas de natação em piscina variam de 50m a 1500m nos estilos livre, costas, peito e borboleta (estes três apenas nas distâncias de 50m a 200m). A prova de 200m nado livre, devido às suas características metabólicas com grande participação do sistema glicolítico que estaria relacionado a altos níveis de fadiga, apresenta uma condição de desafio tanto para o técnico quanto para o nadador. Em relação à contribuição energética, Gastin (2001) indica que esforços máximos, independente do exercício, de aproximadamente 120 segundos de duração, apresentam participação de 37% de metabolismo glicolítico e de 63% de metabolismo aeróbio. Já Capelli et al. (1998) encontraram, em esforços máximos de 183m (200 jardas) em nado crawl, que duraram em média 112 segundos, 39% de contribuição anaeróbia e 61% de contribuição aeróbia.
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Análise da cinética do VO2 no domínio severo do crawl em condição atada de nado

Análise da cinética do VO2 no domínio severo do crawl em condição atada de nado

O nado atado (estacionado ou com deslocamento) tem sido reportado como a condição de nado mais amplamente usado para mensurar a força da braçada realizada durante o nado (YATER et al., 1981; DOPSAJ et al., 2000), uma vez que esta condição é considerada esporte-específica para simular as características da natação, com respeito ao ambiente (HUIJING et al., 1983), mecânica da braçada e de nado, pois não influencia nem restringe os movimentos dos braços (braçadas) e das pernas (pernadas), respeitando a especificidade mecânica e ambiental (CABRI et al., 1988; ROURAD et. al., 2006; MOROUÇO et. al., 2011; AMARO et. al., 2014), aspectos fisiológicos (HOLMÉR, 1983) e a influência dos parâmetros antropométricos e morfológicos do corpo (tamanho, formato, estatura e peso corporal) sobre a formação de forças de propulsão e de arrasto (CLARYS, 1979). Entretanto valores de força de braçada registrados no nado atado não estão alinhados com valores obtidos sobre a força de propulsão no nado-livre (condição não-atada) (CRAIG; BOOMES,1980; YEATER et al., 1981; DOPSAJ et al.,2000; PESSOA FILHO; DENADAI, 2008; DOMINGUEZ-CASTELLS; ARELLANO, 2012).
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Reação entre a performance em natação e variáveis de força em seco. Um estudo piloto em nadadoras de nível nacional.

Reação entre a performance em natação e variáveis de força em seco. Um estudo piloto em nadadoras de nível nacional.

A contribuição dos membros inferiores para a propulsão no nado na técnica de crol, continua incerta e requer mais estudos. De facto, Yeater et al. (1981) constataram, em situação de nado amarrado, que a força produzida com a técnica completa é superior à medição apenas com os membros superiores e esta superior à apenas com os membros inferiores. No entanto, esse valor, nomeadamente quanto maior o nível de desempenho dos nadadores, deve ser tido em consideração e poderá trazer novos dados para a sua contribuição em provas de sprint (Swaine et al., 2010). A forte correlação obtida entre a força média em nado amarrado apenas com ação dos membros inferiores e a performance em 50 m de nado livre, vem precisamente, reforçar este aspeto.
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Efeito da modificação da tarefa na braçada do nado crawl em indivíduos com níveis...

Efeito da modificação da tarefa na braçada do nado crawl em indivíduos com níveis...

Em habilidades como o nadar tem se creditado o sucesso à consistência do comportamento, negligenciando o papel da flexibilidade. Nesse sentido, com o objetivo de investigar o efeito da modificação da tarefa na braçada do nado crawl em indivíduos em níveis de habilidades distintos, partiu-se da visão de complementaridade entre consistência e flexibilidade do comportamento motor habilidoso. Crianças (42), com média de 8,7 anos de idade, com domínio do nado crawl, participaram do experimento. Usando o instrumento de análise do nível de proficiência do nado crawl, dois grupos, de 15 sujeitos cada, em níveis de habilidades distintos foram formados. Medidas de aspectos invariantes e variantes foram utilizadas para analisar as braçadas na tarefa de deslocar-se 30 metros em três velocidades. Segundo os resultados, os nadadores mantiveram a organização temporal da braçada (OTB) nas três condições experimentais; o grupo mais habilidoso (+H) apresentou a OTB mais estável; e, as alterações de desempenho foram efetuadas, exclusivamente a partir de ajustes dos aspectos variantes das braçadas. Em função dos resultados conclui-se que a aquisição do nadar, vista como um processo contínuo, envolve a formação de representações mentais que asseguram tanto a consistência (aspectos invariantes) como a flexibilidade (aspectos variantes) da braçada e, que sua complexidade está associada ao nível de habilidade dos nadadores.
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A relação entre parâmetros fisiológicos... durante o nado   pp. 127 136

A relação entre parâmetros fisiológicos... durante o nado pp. 127 136

de cada patamar decorreu uma pausa passiva de 30-45-seg, o primeiro teve início a 75% da velocidade aeróbia máxima (VAM) (determinada como velocidade de nado -VN - média dos 400 m máximos) e os subsequentes um aumento de 5%, a última repetição (200 m) foi máxima. O teste foi realizado até a exaustão voluntária para determinação do consumo máximo de oxigénio (V•O 2max ). A vV•O 2max foi assumida como a velocidade mínima à qual o V•O 2max foi alcançado, e foi

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