Natação - Treino - Planeamento

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A evolução da performance do sprint em natação : estudo ao longo de uma época desportiva com jovens nadadores federados participantes do desporto escolar

A evolução da performance do sprint em natação : estudo ao longo de uma época desportiva com jovens nadadores federados participantes do desporto escolar

14 O facto de haver melhorias dos tempos das performances pode ser explicado pelo facto de estarmos a realizar este estudo com nadadores adolescentes que se encontram na sua fase de maturação. Assim, segundo Malina (1996), os indicadores de maturação biológica incluem a idade óssea, o pico da velocidade de crescimento e a idade de desenvolvimento das caraterísticas sexuais secundárias. Quando começam a ocorrer essas modificações, verifica-se um aumento da força e eficiência motora (Malina, 1984). No entanto, existem diferentes níveis de maturação e são essas diferenças que caraterizam os jovens que se destacam em diferentes desportos (Malina, 1996). Miyashita (1994), cit. Henke (2009), refere ainda que os jovens que estão num nível de maturação biológica precoce têm sucesso também precoce na natação. Assim, Silva et al. (2003) referem que a avaliação da maturação sexual parece ser fundamental quando o objetivo é prescrever programas de treino para crianças e adolescentes, uma vez que o aumento das secreções de hormonas sexuais induzem ao desenvolvimento sexual, com o aumento da massa corporal e da estatura e melhoria da aptidão física. Neste sentido, são temas de investigação de grande relevância, estudos no âmbito da maturação biológica de jovens atletas e suas inferências no processo de treino e no rendimento desportivo. Do mesmo modo, é importante verificar como os treinadores abordam a questão da maturação biológica no planeamento do treino e como isso se relaciona com o desempenho de jovens atletas.
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Planeamento do treino no triatlo : um estudo de caso

Planeamento do treino no triatlo : um estudo de caso

Os estudos sobre a modalidade de triatlo não acompanharam com o devido respeito e rigor científico a evolução e progressão (técnica, treino, público, visionamento) da modalidade havendo uma certa carência de estudos sobre muitos factores presentes na modalidade essencialmente a nível nacional. Penso que, para esta mesma evolução neste ramo, será necessário um maior conhecimento sobre vários aspectos técnicos da modalidade (escolha da trajectória no segmento de natação, táctica para o segmento de ciclismo e para o da natação, etc.) e não só sobre os factores fisiológicos (tema mais estudado na modalidade) para se trabalhar ao nível das necessidades de cada triatleta, percebendo melhor quais as maiores necessidades que este requer para um bom desempenho em prova e para facilitar a estimulação do seu desenvolvimento como triatleta, mas também o correcto planeamento anual de treino individual, execução das transições e o aspecto do overtraining devido à importância que estes assumem no bom desempenho não só anual dos triatletas mas também em relação ao desempenho em prova, podendo uma transição bem como o seu tempo de execução ser a diferença para um triatleta após a natação conseguir integrar o grupo da frente ou perder esse mesmo grupo.
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A evolução da performance de sprint em natação : estudo efectuado ao longo de 23 semanas de treino nos escalões de formação

A evolução da performance de sprint em natação : estudo efectuado ao longo de 23 semanas de treino nos escalões de formação

Tal como se pode verificar no Figura 2, a performance geral aos 50 livres foi oscilando ao longo das 23 semanas. Houve alterações significativas nas semanas 6, 7, 10, 12 e da 15 até à 23. A sexta semana coincide com o Torneio de Preparação e a décima com o Torneio Speedo (Cf. Planeamento do Treino em Anexo). Este facto pode justificar as melhorias significativas nestas duas semanas, pois os nadadores estariam a “afinar” os pormenores para a competição, apesar de não serem competições de relevo superior. Na décima segunda semana, estávamos no período de preparação especifica onde se reduziu o volume e aumentou a intensidade antevendo a prova mais importante do 1º macrociclo: Torneio Regional. Já da décima quinta semana até ao final do nosso estudo (2º macrociclo), houve melhorias significativas, o que parece ser normal, pois para além do trabalho base ter sido feito no primeiro macrociclo, os nadadores foram ganhando capacidades para melhorar as suas prestações. Além disso, sendo uma amostra na fase da adolescência, é natural que tenham crescido e ganho força, o que influenciou com certeza, a melhoria dos tempos aos 50 crol. Assim, Silva et al. (2003), dizem que a avaliação da maturação sexual parece ser fundamental quando o objectivo é prescrever programas de treino para crianças e adolescentes, uma vez que o aumento das secreções de hormonas sexuais induzem ao desenvolvimento sexual, com o aumento da massa corporal e da estatura e melhoria da aptidão física. Neste sentido, estudos no âmbito da maturação biológica de jovens atletas e suas inferências no processo de treino e no rendimento desportivo, são temas de investigação de grande relevância. Da mesma forma, é relevante verificar como os técnicos e treinadores abordam a questão da maturação biológica no planeamento do treino e como isso se relaciona com o desempenho dos jovens atletas.
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Avaliação e controlo do treino em natação : a evolução da performance de sprint durante 24 semanas de treino em jovens nadadores

Avaliação e controlo do treino em natação : a evolução da performance de sprint durante 24 semanas de treino em jovens nadadores

Facilmente se entende que a actividade desportiva dos atletas das diferentes modalidades, mesmo nos escalões mais jovens, deve ser controlada pelos treinadores, que ao longo da carreira dos seus atletas vão registando os diversos dados recolhidos nos treinos, nas competições, nos testes de avaliação e controlo do treino, e na recolha de dados individuais de cada atleta. Neste sentido, parece ser unanimemente aceite que o controlo e a avaliação do treino constitui um papel fundamental quer para a reformulação do planeamento quer para a potencialização do rendimento desportivo dos atletas, face aos objectivos previamente delineados, tendo em vista a época desportiva (Gaspar e Santos, 2004; Gaspar e Bravo, 2004; Labrincha e Gaspar, 2004; Gaspar e Ruela, 2004; Santos, 1995; Ferreira, 2009; Fernandes et al, 1998; Fernandes et al, 1999, Corazza et al., 2006). Saber se o atleta caminha ou não na direcção pretendida só é possível analisando o feedback que o mesmo dá, quer em treino quer em competição (Miguel, 2002)
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O ensino e o treino da natação num clube do Baixo Mondego

O ensino e o treino da natação num clube do Baixo Mondego

Assim, enquanto estagiário compreendo que devo conhecer as características especificas da modalidade (natação), e devo também tentar perceber de que forma é que os valores da carga anual (volume) são distribuídos pelos conteúdos de treino considerados pelos treinadores. Este último aspeto é apreciado como uma peça fundamental para os treinadores do clube quando estruturam a época competitiva. Para estes, a exposição dos exercícios, assim como dos métodos de treino, constitui-se como um passo importante no processo de planeamento de qualquer época anual de treino. Uns e outros devem ser aplicados respeitando o momento da época em que a preparação do atleta se situa, e têm de estar de acordo com os conteúdos de treino a estimular. Desta forma, ao delinearem a época desportiva dos diversos escalões competitivos do clube, os treinadores obrigam-se a traçar um plano estratégico. Para tal, têm em consideração o calendário oficial das competições da ANC (Anexo XIII). É este documento, que conduz os treinadores nas suas decisões, bem como na aplicação das cargas de treino, fazendo surgir novas adaptações musculares e funcionais que permitem os atletas atingirem, numa determinada competição, os objetivos definidos.
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A evolução da velocidade crítica e da frequência gestual crítica após 12 semanas de treino em natação: um estudo de caso em nadadores infantis do sexo masculino

A evolução da velocidade crítica e da frequência gestual crítica após 12 semanas de treino em natação: um estudo de caso em nadadores infantis do sexo masculino

Foi também interessante verificar que os grupos apresentaram diferentes tendências no desempenho final das doze semanas de treino. No grupo constituído pelos nadadores com valores superiores de velocidade crítica (grupo 1), quer a velocidade crítica, quer a frequência gestual crítica, apresentaram melhorias significativas após as doze semanas de treino. Apesar da velocidade crítica ter aumentado, a frequência gestual crítica não sofreu alterações entre o 1º e 2º momentos de avaliação, no grupo 2 (grupo constituído pelos nadadores com mais baixo valor de velocidade crítica). O grupo 1 melhorou a performance associada a um significativo aumento da habilidade técnica de nado, enquanto o grupo 2 melhorou a performance sem apresentar melhorias significativas na habilidade técnica. Este aspecto parece mais uma vez realçar a pertinência do controlo conjunto da velocidade crítica e da frequência gestual crítica, permitindo perceber mais detalhadamente as diferentes respostas que ocorrem de determinadas cargas de treino, em indivíduos de diferente nível desportivo.
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O efeito da ordem do treino de força e aeróbio, na redução da massa gorda, em jovens pré-pubertários.

O efeito da ordem do treino de força e aeróbio, na redução da massa gorda, em jovens pré-pubertários.

Um estudo apresentado por Owens et al. (1999), revelou o efeito de um programa de treino aeróbio de 4 meses, realizado 5 dias por semana em 74 jovens com excesso de peso e obesidade, com idades compreendidas entre os 7 e 11 anos. O programa consistiu em 40 minutos de treino aeróbio, a uma intensidade 70-75% da frequência cardíaca máxima para esta idade. Em comparação com o grupo de controlo utilizando a análise DEXA, verificou-se que o grupo de treino aeróbio diminuiu os níveis de gordura corporal (Δ -2,2 %), a massa de gordura total (Δ -3,1 %) e o tecido subcutâneo abdominal (Δ -16,1 %). Verificou-se igualmente uma redução na acumulação no tecido adiposo visceral, em comparação com o grupo de controlo (Δ 0,5 % vs Δ 8,1 %). Fernandez, Mello, Tufik, Castro, & Fisberg (2004) examinaram a influência do exercício aeróbio e anaeróbio na composição corporal de 28 adolescentes obesos, com idades compreendidas entre os 15 e 19 anos. Foram distribuídos por 3 grupos: um grupo de treino anaeróbio, um grupo de treino aeróbio e um grupo de controlo. Os programas aplicados foram ministrados entre 40 a 60 minutos, 3 vezes por semana, durante 12 semanas. Os dados sugerem que, tanto o grupo aeróbio, como o anaeróbio, aliados a uma orientação nutricional, promovem a diminuição da gordura corporal.
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MICROCICLO 14 Plano e Balanço

MICROCICLO 14 Plano e Balanço

O sector médio apresenta uma carga de treino inferior aos restantes sectores, e que o sector avançado detém a maior carga semanal de treino/ competição. Na 2ª e 4ª feira, sendo treinos de recuperação, verifica-se uma percepção baixa de carga, aumentando os valores no treino de 5ª feira. Estes valores diminuem como é de esperar durante o treino de 6ª feira Denota-se que a diferença de percepção, da mesma carga de treino, é menor nos titulares no treino de 4ª feira devido à diferença de intensidade do treino de 3ª feira para os dois grupos, aumentando os valores de carga para os titulares nos treino de 5ª e 6ª feira, acumulando-se a fadiga dos treinos semanais com a fadiga ainda da competição O sector DEF apresenta uma menor percepção de carga no treino de 3ª e 4ª feira revelando que os exercícios de treino apresentam características diferentes para cada sector, variando ao longo das unidades de treino para os diferentes sectores. Ao longo do microciclo denota-se que o sector MED apresentou para a mesma carga de treino, uma menor percepção de carga, devido aos exercícios se focalizarem em finalização com supra utilização do sector AVA (densidade de 1:1 enquanto que o sector médio teve uma densidade de 1:6 e 1:3) e utilização de inferioridade numérica do sector DEF (normalmente com 2/3 defesas com uma densidade de 1:1 e 1:2). O sector GR apresenta valores discrepantes dos outros sectores devido à sua especificidade no treino, acrescentando-se o treino específico para além do treino integrado com os diferentes sectores.
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Efeitos do exercício físico associado ao tabagismo passivo na musculatura cardíaca de filhotes de ratos wistar provenientes de matrizes tabagistas

Efeitos do exercício físico associado ao tabagismo passivo na musculatura cardíaca de filhotes de ratos wistar provenientes de matrizes tabagistas

Os 42 animais gerados e incluídos neste estudo foram divididos em oito grupos: grupo controle, grupo natação, grupo tabaco e grupo tabaco e natação e, a mesma divisão dos [r]

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Efeito do exercício físico e da administração de testosterona na consolidação de fraturas de tíbia em ratos.

Efeito do exercício físico e da administração de testosterona na consolidação de fraturas de tíbia em ratos.

período de imobilização resulta em vários benefícios, incluindo a manutenção da força, resistência, veloci- dade e torque muscular, preservação do tecido ósseo, dentre outros , - . Os marcadores bioquímicos cálcio, fósforo e fosfatase alcalina são indicadores indiretos do processo de neoformação ósseo, uma vez que o cálcio e o fósforo são componentes da matriz óssea e a fosfatase alcalina é um marcador da ativi- dade osteoblástica , . Este estudo avaliou o efeito de exercício físico de natação associado à adminis- tração de testosterona no processo de consolidação de fratura de tíbia e fíbula em ratos.
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Fatores que influenciam a prática da natação em adolescentes no Sesc de Juazeiro do Norte-CE

Fatores que influenciam a prática da natação em adolescentes no Sesc de Juazeiro do Norte-CE

Atividade Física é a melhor opção para ter uma vida melhor e mais saudável, de forma que esta pode ser realizada nos ambientes terrestres, aquáticos e aéreos. As atividades realizadas em meio aquático ganham destaque por apresentarem um caráter mais lúdico e terapêutico, neste contexto se enquadram as modalidades de natação, hidroginástica, hidroterapia e outras.

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Saial Ana Margarida Ramalheira

Saial Ana Margarida Ramalheira

Ainda que não haja uma cura para a FM, é aconselhado que as pessoas procurem novas alternativas à terapêutica farmacológica, de modo a que o tratamento seja complementado, devem assim recorrer a terapias alternativas, prática de exercício físico, uma alimentação equilibrada e rica em vitaminas, TCC e a educação do doente são assim medidas muito importantes. A acupunctura, natação, ioga e fisioterapia também têm sido utilizados no complemento da terapêutica farmacológica. (J. Ablin et al., 2013; Bastos, Pires, Silva, Araújo, & Silva, 2013; Cleere, 2010; Derry et al., 2016; Kia & Choy, 2017; H. S. Smith & Barkin, 2011)
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Efeito da natação e do basquetebol em cadeira de rodas sobre o colesterol HDL: uma investigação em indivíduos com lesão medular

Efeito da natação e do basquetebol em cadeira de rodas sobre o colesterol HDL: uma investigação em indivíduos com lesão medular

Uma vez atendidas às pré-condições para participar do estudo, o fator decisivo na composição dos grupos B e N foi a existência ou não de condições de deslocamento (carro próprio, carona) para freqüentar os treinos regularmente, já que na cidade onde foi realizado o estudo não existe um sistema de transporte coletivo eficaz adaptado às pessoas que utilizam cadeira de rodas. Todavia, inegavelmente, estas foram pessoas “desejosas de participar”. Provavelmente, já se sentiam motivadas a exercer esforço regularmente, tinham uma experiência positiva em relação à atividade física ou enxergavam nesta prática a possibilidade de melhora em algum aspecto da saúde. Ainda que não viessem de treinamento anterior com basquetebol em cadeira de rodas ou natação, a maioria delas já havia experienciado estas atividades como vivência durante o processo de reabilitação no CRSF. Esta é uma limitação decorrente da não aleatorização da amostra neste estudo.
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REGRAS OFICIAIS DE NATAÇÃO

REGRAS OFICIAIS DE NATAÇÃO

No nado de peito, os movimentos dos braços para diante e para trás são realizados sob a água. O corpo repousa sobre o peito e os ombros se mantém horizontalmente à superfície. Os pés são trazidos ao mesmo tempo para junto ao corpo, com os joelhos dobrados e abertos, continuando o movimento por uma extensão lateral e giratória das pernas. O nado de borboleta foi separado do nado de peito pela Federação Internacional de Natação Amadora (FINA), em 1952, que determinou provas isoladas para cada estilo. Até aquele ano, constituía uma variação do estilo clássico, com a diferença de que os braços eram levados à frente por fora da água. Foi idealizado, em 1935, pelo norte-americano Henry Myers. No Congresso paralelo aos Jogos Olímpicos de 1952 (Helsink), a FINA permitiu um movimento simultâneo e sincronizado dos pés no plano vertical, dando origem ao que se chama "golfinho", isto é, o borboleta (butterfly), com batidas simultâneas dos pés, o que fez progredir que não se dedique á natação com entusiasmo. Para atender às exigências do interesse por esse desporto, organizam-se campeonatos e torneios nacionais e internacionais, sendo que o principal, de quatro em quatro anos, integra a programação dos Jogos Olímpicos.
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A influência no processo de treino da tríade: treino, jogo e adversário

A influência no processo de treino da tríade: treino, jogo e adversário

Esclarecer os jogadores quanto ao tipo de treino mais adequado ao desenvolvimento do seu jogo foi uma tarefa árdua. Os jogadores acreditavam que o volume muscular era determinante para o seu jogo. A primeira preocupação foi explicar que a força não é proporcional ao tamanho; que a hipertrofia é necessária a poucos desportos, dos quais o futebol não estava incluído (Bompa, 2009). Os exercícios que faziam em casa, no ginásio (e que gostavam que se replicassem em treino) estavam a torná-los mais lentos e pesados. Fazê-los perceber que, na dimensão física, o mais importante é a aplicação rápida da força e, sobretudo, a sua adequação à forma de jogar da equipa (Pol, 2015). Na operacionalização da unidade de treino, os exercícios visavam treinar os nossos princípios e subprincípios de jogo e contemplavam a subdinâmica do esforço mais requisitado (tensão, duração, velocidade), assim como o sistema energético. Quando os exercícios visavam princípios que para se manifestar precisavam de travagens, mudanças de direção, desarmes e duelos individuais (tensão) atendia-se a esse requisito pelo controlo do espaço, tempo, número de repetições e de jogadores. Assim, como quando as ações de Organização Ofensiva e Defensiva pediam períodos mais alargados com ou sem bola (duração) e também quando pretendíamos replicar as Transições com velocidade nas ações através de mais tempo de recuperação e menos oposição (velocidade). As transições eram reproduzidas, no treino, em espaços mais alargados do que o habitual, visto que a equipa se apresentava em bloco intermédio e, por isso, necessitava de cobrir mais metros até chegar a zonas de finalização.
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EFEITOS DA HIDROTERAPIA NO EQUILÍBRIO EM IDOSOS UMA REVISÃO

EFEITOS DA HIDROTERAPIA NO EQUILÍBRIO EM IDOSOS UMA REVISÃO

grupo TM (n=30) foi dirigido para uma sala tranquila na qual cada indivíduo tinha um sofá à sua disposição onde se deitavam de olhos fechados. Os primeiros 5 minutos eram destinados ao relaxamento e os próximos 10 minutos eram destinados ao exercícios em si, na qual os pacientes tinham de se imaginar a executar de forma correcta o pré-teste (Y-balance Test). O grupo TMA (n=30) consiste na junção do treino do grupo TA e TM. Dado isto, é de referir que, antes e depois do treino, todos os grupos realizaram o Y-balance Test. Neste teste, foi usada uma base que possuia 3 direcções distintas (anterior, posteromedial e posterolateral). Antes de se executar este teste, o membro inferior (MI) dominante teve de ser identificado para posteriormente ser colocado na intersecção das 3 direcções, o outro MI tentou alcançar o mais longe possível em cada direcção sem cometer nenhuma falta, isto é, sem movimentar o MI de apoio ou cair. Para cada direcção foram executadas três tentativas e posteriormente fez- se a média destas. Antes da intervenção, verificou-se que se tratava de uma amostra homogénea. Já após a intervenção, concluiu-se que todos os grupos, à excepção do GC, alcançaram melhores resultados na execução do teste (valor-p não é apresentado neste estudo), contudo, foi o grupo TMA que liderou os resultados. Sendo assim, é de salientar que este estudo foi à base de comparação entre três treinos diferentes e embora o treino aquático tenha obtido bons resultados e tenha sido provada a sua eficácia na melhora de equilíbrio não se mostrou mais relevante que os outros treinos.
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PRÉ ESCOLA DE NATAÇÃO

PRÉ ESCOLA DE NATAÇÃO

a) Custos - atualmente sabemos ser o fator inicial mais delicado, pois se procura sempre o melhor por um preço mínimo, mas nessa atividade é muito difícil. A qualidade de ensino, através de professores formados em Educação Física e especializados em natação, é apenas uma pequena porcentagem dos gastos, somado aos encargos e tributos cobrados pelo governo, sem mencionar o aluguel, caso a entidade não tenha sede própria, restando ao empresário repassar os custos às mensalidades.

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Caderno Técnico de Natação

Caderno Técnico de Natação

Isto porque, a área de secção transversa máxima do corpo na direcção do deslocamento durante a acção lateral interior, a acção ascendente e o início da recuperação [r]

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Casos de Desenvolvimento Regional- Exercícios e Soluções

Casos de Desenvolvimento Regional- Exercícios e Soluções

cionado entre outras as disciplinas de Sociologia do Desenvolvimento, Sociologia do Planeamento Regional e Local, Planeamento e Avaliação de. Programas e Projectos e Sociologia da Paz e [r]

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Natação Ensine a Nadar

Natação Ensine a Nadar

Mostre aos alunos como deve ser a flutuação vertical aparente (pernas movimentando-se alternadamente de cima para baixo e de baixo para cima, como se estivesse pedalando uma bicicleta)[r]

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