Nitrogênio total

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Nitrogênio total de grãos de café verde de diferentes tipos de bebidas.

Nitrogênio total de grãos de café verde de diferentes tipos de bebidas.

O objetivo do presente trabalho foi o de determinar, em maior número de amostras, o teor de nitrogênio total de grãos de café verde de diferentes tipos de bebida, obtidos de uma mesma [r]

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Carbono orgânico e nitrogênio total do solo e suas relações com os espaçamentos de plantio de cafeeiro.

Carbono orgânico e nitrogênio total do solo e suas relações com os espaçamentos de plantio de cafeeiro.

Os teores de N, nas diferentes profundidades do solo, apresentam o mesmo padrão de distribuição dos teores de C, com os maiores valores observados em camadas mais superficiais do solo, onde há maior acúmulo de MO, sendo, dessa forma, também influenciados pelos sistemas de plantio do cafeeiro. Em solos agrícolas, os teores de N variam, em geral, de 0,02 a 0,5 %, e 98 % do N total encontra-se na forma orgânica (Stevenson, 1994). A relevância da inclusão do N nos estudos que avaliam a MOS reside no fato de os compostos orgânicos representarem um importante reservatório de formas de N potencialmente disponíveis para as culturas (Stevenson, 1994; D’Andréa et al., 2004). Apesar da crescente adoção de menores espaçamentos nas lavouras cafeeiras, ainda são poucas as informações sobre as alterações nas propriedades do solo, principalmente as relacionadas aos teores de C e N, decorrentes da utilização de diferentes espaçamentos de plantio.
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Culturas de cobertura, acúmulo de nitrogênio total no solo e produtividade de milho.

Culturas de cobertura, acúmulo de nitrogênio total no solo e produtividade de milho.

na subsubparcela descoberta (Figura 4), obtém-se uma estimativa do N absorvido pelo milho que pode ser atribuído ao efeito imediato da cultura de cobertura. A percentagem relativa de recuperação do N pela primeira cultura em sucessão pode então ser obtida dividindo este valor pela quantidade de N da biomassa da cultura de cobertura (Quadro 3). Com este procedimento, a recuperação relativa de N pelo milho foi estimada em 25,5%, seguindo a ervilhaca, média de três sistemas de preparo, enquanto, para a consorciação aveia + ervilhaca, foi de apenas 2,9% e apresentou valor negativo para a aveia (-23,0%). O valor de recuperação de N da ervilhaca obtido neste experimento aproxima-se dos valores encontrados por Bruulsema & Christie (1987) e Varco et al. (1989), obtidos em experimentos realizados com N marcado. O baixo valor de recuperação do N da biomassa da consorciação aveia + ervilhaca confirma a existência de um equilíbrio entre os processos de mineralização e imobilização durante a decomposição dos resíduos. O valor negativo de recuperação do N em sucessão à aveia indica a predominância do processo de imobilização. A recuperação de N da biomassa de culturas de cobertura, embora considerada baixa, quando comparada à de outras fontes de N, como a adubação mineral, revela grande influência na nutrição do milho em virtude da baixa capacidade do solo em suprir N, além de ser importante fonte para o incremento das reservas de N total no solo.
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Modelagem da qualidade da água do rio Piracicaba visando a avaliação de sua capacidade de autodepuração

Modelagem da qualidade da água do rio Piracicaba visando a avaliação de sua capacidade de autodepuração

Palma-Silva et al. (2007) desenvolveram um trabalho em trechos do rio Corumbataí (SP) procurando avaliar a sua capacidade de autodepuração. O estudo foi realizado em duas épocas do ano, verão/chuvoso e inverno/seco, com coletas de amostras para análises de laboratório das seguintes variáveis de qualidade da água: OD, DBO, DQO e nitrogênio total, além de quantificar a velocidade, vazão e profundidade. De acordo com os autores, o rio Corumbataí serve como receptor de grande quantidade de cargas orgânicas provenientes de fontes pontuais e difusas, tais como efluentes urbanos, rurais e industriais, lançadas sem tratamento prévio, causando uma degradação acentuada no rio. O trabalho permitiu concluir que o rio possui grande capacidade de depuração de efluentes em ambos os períodos hidrológicos, provavelmente decorrente da declividade acentuada, dos meandros e formações rochosas de fundo, e pela presença de mata ciliar.
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Agregação e frações físicas da matéria orgânica de um argissolo vermelho sob sistemas de uso no bioma Pampa.

Agregação e frações físicas da matéria orgânica de um argissolo vermelho sob sistemas de uso no bioma Pampa.

Observando as proporções de cada fração com relação ao COT do solo (Figura 2), pode-se inferir sobre a magnitude dos mecanismos de estabilidade da MO. Com exceção do campo nativo (CN), na camada superficial a FLL representou, em média, na FH e no SA, 40 % do teor de COT do solo, e a FP representou 41,5 %, indicando que o mecanismo de recalcitrância molecular da MO e a interação do material orgânico com os minerais do solo têm elevada importância diante da estabilidade decorrente da oclusão em agregados (FLO 18,5 %). Fato esse que pode estar relacionado, possivelmente, ao elevado teor de partículas de areia, influenciando, dessa forma, na formação de agregados estáveis e afetando a proteção física da MO. Embora essa distribuição seja coerente com a baixa capacidade de proteção química ou física que a matriz mineral oferece devido ao baixo teor de Quadro 3. Teores de carbono orgânico total (COT), nitrogênio total (NT), relação carbono/nitrogênio (C/N), carbono na fração grosseira (CFG), carbono associado aos minerais (CAM), carbono na fração leve livre (FLL), carbono na fração leve oclusa (FLO) e carbono na fração pesada (FP) de um Argissolo Vermelho submetido a diferentes sistemas de uso e camadas
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Influência de diferentes fontes de nitrogênio na tolerância de plantas de girassol ao estresse salino

Influência de diferentes fontes de nitrogênio na tolerância de plantas de girassol ao estresse salino

Os teores de nitrogênio total foram determinados de acordo com o método descrito por Baethgen e Alley (1989). Cerca de 50 mg do pó liofilizado de folhas, colmos e raízes foram colocados em tubos digestores contendo 1,10 g da mistura catalisadora, composta por sulfato de potássio, sulfato de cobre e selênio, na proporção de 1:0,1:0,01 e 2,0 mL de ácido sulfúrico concentrado. Em seguida, os tubos foram colocados em um bloco digestor, no qual a temperatura foi elevada gradualmente até 350 °C, a fim de que se processasse a mineralização das amostras. Ao final desse processo, quando as amostras apresentavam-se como uma solução de cor verde e sem resíduos de material não digerido, o conteúdo de cada tubo digestor foi ressuspendido com água desionizada e o volume, aferido para 25 mL em um balão volumétrico. Em tubos de ensaio, foram adicionados 200 µL do extrato convenientemente diluído com solução diluente (preparada a partir da dissolução de 22 g da mistura catalisadora em 1,0 L de H 2 SO 4 a 1,1 M). Em seguida, foram adicionados 1,1
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Interação entre silício e nitrogênio em arroz cultivado sob solução nutritiva.

Interação entre silício e nitrogênio em arroz cultivado sob solução nutritiva.

do colar da folha bandeira foram realizadas a leitura SPAD e as determinações dos teores de clorofila a e b, nitrogênio nítrico, amoniacal e total. No estádio de maturidade completa da panícula, foram avaliados os números de perfilhos e de panículas e determinaram-se os pesos de matéria seca de raiz e parte aérea e o acúmulo de silício na planta. Os resultados mostraram que o fornecimento de silício não alterou o perfilhamento, a produção de matéria seca e os teores de nitrogênio total. O silício elevou os valores SPAD, os teores de clorofila a e b, os teores de nitrato nas raízes e o número de panículas, especialmente em doses elevadas de nitrogênio.
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Valor nutritivo de silagens de milho (Zea mays L.) produzidas com inoculantes enzimo-bacterianos.

Valor nutritivo de silagens de milho (Zea mays L.) produzidas com inoculantes enzimo-bacterianos.

RESUMO - Este trabalho foi desenvolvido a partir de dois experimentos. No primeiro, avaliaram-se o pH, a relação nitrogênio amoniacal/nitrogênio total (N-NH 3 /Ntotal), a composição química e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) de silagens de milho produzidas ou não com inoculantes enzimo-bacterianos, utilizando-se silos laboratoriais. Adotou-se um arranjo fatorial 6 x 3, composto por seis períodos de fermentação (1, 3, 7, 14, 28 e 56 dias) e três inoculantes (um controle e dois inoculantes comerciais), em um delineamento inteiramente casualizado, com três repetições. Avaliaram-se os seguintes inoculantes microbianos: controle (sem inoculante), Maize All (Alltech do Brasil) e Biomax (Christian Hansen). Constatou-se efeito da interação inoculante × período sobre o teor de MS, registrando-se maiores valores para as silagens inoculadas, independentemente do período de fermentação. O teor de PB foi influenciado pelo inoculante, registrando-se menor valor (6,23%) para a silagem não tratada. Para os teores de FDN e FDA, observou-se efeito apenas de período, estimando-se decréscimos de 0,302353 e 0,063321 unidades/dia de fermentação, respectivamente. A DIVMS também foi influenciada apenas pelo período, estimando-se incrementos de 0,0546305 unidades/dia de fermentação. No segundo experimento, avaliaram-se o consumo e a digestibilidade aparente total dos nutrientes das silagens do experimento 1, utilizando-se 18 ovinos adultos, castrados, distribuídos em três tratamentos, segundo um delineamento em blocos casualizados, com seis repetições. Adotou-se relação volumoso:concentrado de 90:10, com base na matéria seca. O consumo dos nutrientes não foi influenciado pelas dietas experimentais, registrando-se valores médios de 1,26; 0,14 e 0,84 kg/dia para os consumos de MS, PB e NDT, respectivamente. Para a digestibilidade aparente total dos nutrientes, detectou-se efeito de inoculante somente para a PB, observando-se maior valor para a silagem tratada com o inoculante Biomax (66,0%). A adição de inoculantes à planta de milho não promoveu alterações na composição química e no consumo dos nutrientes das silagens.
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EVALUATION OF LIMITING NUTRIENT OF ALGAL PRODUCTION IN RESERVOIRS OF THE BRAZILIAN SEMIARID

EVALUATION OF LIMITING NUTRIENT OF ALGAL PRODUCTION IN RESERVOIRS OF THE BRAZILIAN SEMIARID

Os modelos desenvolvidos por Toledo Jr. et al. (1983) e por Kratzer e Brezonik (1981) foram utilizados para estimar o nível trófico dos reservatórios. O índice de Toledo Jr. et al. (1983) (ver Equações 2, 3 e 4) foi esco- lhido por ser definido para ambientes tropicais, sendo comumente usado em estudos para determinar a clas- sificação trófica (CHAVES et al., 2013; SANTOS et al., 2014; WIEGAND; PIEDRA; ARAÚJO, 2016) e campanhas de monitoramento de reservatórios semiáridos (PA- CHECO; CEBALLOS; LIMA NETO, 2016). Kratzer e Brezo- nik (1981) desenvolveram um índice de estado trófico (IET) para o NT com base em uma concentração crítica de clorofila (Equação 5), verificada no início de condi- ções eutróficas em lagos, por meio da relação entre NT e clorofila-a (Chl a) para lagos da Flórida. Notoria- mente, esse IET desenvolvido para o nitrogênio total é usualmente utilizado para sua determinação (ver, por
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Preparo do solo e adubação nitrogenada na produtividade do milho em latossolo sob vegetação de cerrado.

Preparo do solo e adubação nitrogenada na produtividade do milho em latossolo sob vegetação de cerrado.

A maior quantidade de N imobilizado na biomassa microbiana no solo sob o sistema Direto (Quadro 5) contribuiu para a maior produção das plantas de milho neste sistema, uma vez que a reciclagem dos nutrientes ali contidos é mais Quadro 3. Relação grãos/palhada, percentagem do nitrogênio total acumulado nos grãos e na palhada, recuperação aparente do nitrogênio aplicado, eficiência de utilização (EU) e razão de eficiência dos sistemas de preparo do solo, para plantas de milho cultivadas nos diferentes sistemas de preparo do solo e doses de N

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Composição química das sementes de Canavalia gladiata DC.

Composição química das sementes de Canavalia gladiata DC.

Nesse material, efetuaram-se as determinações do teor de nitrogênio total, nitrogênio não protéico, proteína bruta, amido, açúcares solúveis, cinzas, fi- bras, extrato etéreo, ácidos gr[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE FISÍCO-QUÍMICA E ANALÍTICA CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO COM HABILITAÇÃO INDUSTRIAL ALINE MAIA FERREIRA ALBANO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE FISÍCO-QUÍMICA E ANALÍTICA CURSO DE QUÍMICA BACHARELADO COM HABILITAÇÃO INDUSTRIAL ALINE MAIA FERREIRA ALBANO

O Nitrogênio Total (NT), juntamente com outros parâmetros, é utilizado para fazer o monitoramento dos níveis de nitrogênio nos sistemas aquáticos, com o intuito de se obter os diversos índices do estado trófico destes sistemas. A determinação deste parâmetro é preconizada pelo Standard Methods for Examination of Water and Wastewater (2005), a qual se caracteriza pela quantificação de todas as formas do nitrogênio, seja ela orgânica e/ou inorgânica, que são convertidas, através da oxidação com o persulfato de potássio em meio alcalino, a nitrato sendo autoclavadas por 30 minutos a uma temperatura de 121°C (PINHEIRO,2013).Logo após, o nitrato é quantificado pelo método da redução na coluna de cádmio e em seguida sofre uma reação de diazotação com a sulfanilamida e uma reação de acoplamento com a naftilamina gerando o composto azo, o qual apresenta uma coloração rósea intenso. As amostras então são lidas no espectrofotômetro no comprimento de onda de 543 nm. Porém, apesar deste método ser de baixo custo, ele apresenta uma grande desvantagem ambiental, que é o uso do metal cádmio. Este metal possui um elevado potencial tóxico e jamais poderá ser descartado no meio ambiente. Logo, visando-se a obtenção de um método ambientalmente maislimpo, ou seja, sem a utilização de metais pesados em sua metodologia e /ou a geração de resíduos tóxicos, e que seja também de baixo custo, o método do Nitrogênio Total(NT) por espectrofotometria derivativa (ED) vem surgindo como uma alternativa mais viável para a determinação do parâmetro do nitrogênio total.
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Características do efluente e composição químico- bromatológica da silagem sob níveis de compactação e de umidade do capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.), cv. Cameroon

Características do efluente e composição químico- bromatológica da silagem sob níveis de compactação e de umidade do capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.), cv. Cameroon

As variáveis da silagem: matéria seca (MS), minerais (P, Mg, Ca, Na, K), proteína bruta (PB), carboidratos solúveis, pH, fibra detergente neutro (FDN), fibra detergente ácido (FDA) e digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) foram estudadas para cada teor de matéria seca (13% e 25%) em ambos os experimentos, adotando-se o delineamento experimental inteiramente casualizado com três repetições. Os dados foram interpretados estatisticamente por meio de análise de variância e de regressão. Os modelos foram escolhidos baseados no coeficiente de determinação e na significância dos coeficientes de regressão, adotando-se o nível até 10% de probabilidade, utilizando-se o teste “t”. Para as variáveis do efluente: minerais (P, Mg, Ca, Na, K), demanda biológica de oxigênio (DBO), demanda química de oxigênio (DQO), pH e nitrogênio total, nitrogênio amoniacal, nitrogênio orgânico e sólidos totais ou matéria seca, os tratamentos foram dispostos num esquema de parcela subdividida, tendo, nas parcelas, as compactações (356,67; 446,67; 531,33; 684,00 e 791,00 kg/m 3 ) e, na subparcela, os dias de coleta do efluente (1,2,3,4,5,6,7) em delineamento inteiramente ao acaso com três repetições. Os dados foram analisados, utilizando a metodologia da superfície de resposta. Os modelos foram escolhidos baseados na significância dos coeficientes de regressão, adotando-se o nível até 10% de probabilidade, utilizando-se o teste “t”, e no coeficiente de determinação calculado através da soma de quadrados de regressão dividido pela soma de quadrado de tratamentos:
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CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ESTUDO DE LONGA DURAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE NUTRIENTES NO RIO DO MONJOLINHO, SÃO CARLOS – SÃO PAULO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA ESTUDO DE LONGA DURAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE NUTRIENTES NO RIO DO MONJOLINHO, SÃO CARLOS – SÃO PAULO

ESTUDO DE LONGA DURAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE NUTRIENTES NO RIO DO MONJOLINHO, SÃO CARLOS – SÃO PAULO. Neste trabalho foi feita a determinação de nutrientes (nas formas de ortofosfato, fósforo total, série nitrogenada (nitrato, nitrito e amônio), nitrogênio total e carbono orgânico total) e variáveis físico-químicas nas águas superficiais e sedimento do Rio do Monjolinho, em São Carlos, SP – Brasil. Foram selecionados seis pontos de amostragens (região da nascente, campus da UFSCar, montante da ETE, Córrego da Água Quente, jusante da ETE e região da foz), nos quais foi possível observar uma tendência de aumento no impacto sofrido pelo corpo hídrico no decorrer de seu percurso. Tais tendências foram mais pronunciadas a partir da região a montante da ETE (onde o escoamento superficial urbano carrega os efluentes para o corpo aquático) em direção à jusante da ETE. Nos pontos a jusante da ETE e no Córrego da Água Quente, o aporte de esgotos sanitários tratados e não-tratados são responsáveis por um acréscimo substancial na concentração de nutrientes e alterações nos variáveis físico-químicas medidas que refletem o impacto sofrido pelo rio. Observou-se uma tendência de variação sazonal nos valores obtidos, de acordo com o regime pluviométrico da região. Avaliando os valores de razão de Redfield pode-se notar que o fósforo é o nutriente limitante. Os testes de Tukey, HCA e PCA permitiram agrupar os pontos de amostragem de acordo com os dados obtidos em cada análise, mostrando que há uma tendência de aumento no impacto do Rio do Monjolinho no sentido nascente-jusante da ETE.
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Avaliação de sistema composto por reatores anaeróbios e aeróbio para tratmento de águas residuárias de suinocultura

Avaliação de sistema composto por reatores anaeróbios e aeróbio para tratmento de águas residuárias de suinocultura

Valores médios e coeficientes de variação (cv) das concentrações de nitrogênio total Kjeldahl (NTK), nitrogênio amoniacal (N-am.), nitrogênio orgânico (N-org) no afluente e efluentes, [r]

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Dinâmica do nitrogênio e do fósforo e estado trófico nas águas do rio Turvo Sujo

Dinâmica do nitrogênio e do fósforo e estado trófico nas águas do rio Turvo Sujo

água também foram obtidas. Os dados foram analisados por meio de regressão. Os valores de turbidez e da demanda bioquímica de oxigênio foram maiores nas épocas de verão e outono, correspondentes às maiores vazões no rio Turvo Sujo, enquanto que os valores de condutividade elétrica e potencial hidrogeniônico foram mais elevados nas épocas de ocorrência de maiores precipitações (primavera e verão). As concentrações de nitrogênio total e amônio foram maiores nas épocas de outono e inverno, enquanto as concentrações de nitrato foram maiores nas épocas de primavera e verão. Houve grande variabilidade nas concentrações de fósforo, o que pode ter ocorrido devido à ressuspensão do sedimento de fundo do rio. As concentrações de cobre e manganês foram maiores na época do verão, devido ao maior escoamento superficial ocorrido nesta enquanto que os elementos mais tóxicos como o crômio, cádmio e chumbo foram observados, em maiores concentrações, na primavera, época esta onde foi verificada a menor vazão. As variáveis que melhor contribuíram para o ajuste da equação de predição da clorofila a foram o fósforo total dissolvido, nitrogênio total e velocidade da água. Em praticamente todas as classificações em relação ao índice de estado trófico para o rio Turvo Sujo, a concentração de fósforo conduziu a uma classificação do ambiente em classe trófica superior à obtida quando a clorofila a foi tomada como referência; portanto, em rios, a velocidade da água é um fator de extrema importância e que deve estar sempre vinculado aos dados de clorofila a para predição da eutrofização e para cálculo do índice de estado trófico. Na época chuvosa (primavera e verão) o coeficiente de desoxigenação foi mais alto que na época da seca (outono e inverno). A vazão do rio teve maior influência no coeficiente K 2 que os valores da velocidade,
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Composição química e digestibilidade in vitro do feno de Brachiaria decumbens Stapf. tratado com uréia.

Composição química e digestibilidade in vitro do feno de Brachiaria decumbens Stapf. tratado com uréia.

RESUMO - Avaliaram-se os efeitos da adição de uréia em níveis crescentes sobre a composição química e digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) do feno de Brachiaria decumbens colhida no estádio de pós-florescimento. O feno foi tratado com seis níveis de uréia (0, 2, 4, 6, 8 e 10%), com base na matéria seca (MS). A uréia foi dissolvida em quantidade de água suficiente para elevar o teor de umidade do feno para 30%. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com três repetições. O feno tratado foi armazenado em sacos plásticos (2 kg/saco) vedados, por 35 dias, e, após abertura, foram coletadas amostras para as análises químicas. Verificou-se que o teor de nitrogênio total (NT) aumentou linearmente em função dos níveis crescentes de uréia. Os teores de NIDN e NIDA, em relação ao nitrogênio total (NIDN/NT e NIDA/NT), tiveram redução linear em função dos níveis crescentes de uréia, demonstrando aumento nos teores de nitrogênio disponível no material amonizado. A adição de uréia promoveu redução no teor de fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e celulose. Os teores de hemicelulose e lignina não foram alterados pelo tratamento com uréia. A digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) foi influenciada de forma quadrática pelos níveis de uréia, estimando-se valor máximo de 68,9% para o nível de 7,15% de uréia. A amonização com uréia alterou a composição química e a digestibilidade do feno de Brachiaria decumbens, melhorando o valor nutritivo do material tratado.
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A comunidade perifítica e suas relações com a qualidade da água no reservatório de Itupararanga (SP, Brasil)

A comunidade perifítica e suas relações com a qualidade da água no reservatório de Itupararanga (SP, Brasil)

Resumo. A comunidade perifítica tem sido constantemente estuda em reservatórios brasileiros devido à sua importante função em relação à assimilação de nutrientes e sua trivial função na base da cadeia alimentar. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo analisar quais variáveis ambientais são importantes para o desenvolvimento da comunidade perifítica aderida aos pecíolos da macrófita aquática Polygonum punctatum Ell. Para isto, foram realizadas 5 coletas em 4 estações amostrais no reservatório de Itupararanga (Ibiúna, SP) durante o ano de 2010. A macrófita P. Punctatum foi amostrada e a comunidade perifítica aderida aos seus pecíolos foi raspada com ajuda de pincel e jatos de água destilada. A biomassa perifítica apresentou variação fortemente influenciada pelo regime hidrológico e pela operação do reservatório, que também influenciou as concentrações de nitrogênio total, temperatura, transparência da água e o pH . Outros fatores que contribuíram significativamente para o crescimento da comunidade foram as concentrações de nitrogênio total, a condutividade elétrica da água e a transparência da água. Segundo os índices aplicados a comunidade perifítica apresentou baixa biomassa no reservatório em 2010 e é predominantemente heterotrófica. Em relação à concentração de carbono da comunidade perifítica, pode-se observar que a comunidade perifítica aderida à P. punctatum no reservatório de Itupararanga possui menores concentrações em comparação a outros substratos e outros estudos realizados no Brasil e no exterior.
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Uso de índices multiparamétricos para avaliação física, química e biológica da água /  Use of multiparametric indices for physical, chemical and biological evaluation of water

Uso de índices multiparamétricos para avaliação física, química e biológica da água / Use of multiparametric indices for physical, chemical and biological evaluation of water

Os rios do Nordeste sofrem fortemente com a antropização, redução de mata ciliar, manejo inadequado dos solos, eutrofização, além da influência espacial e sazonal, bem característica da região. O monitoramento foi realizado durante os períodos chuvoso e seco dos anos 2013, 2014, 2016 e 2017. As variáveis estudadas foram demanda bioquímica de oxigênio (DBO), oxigênio dissolvido (OD), coliformes totais (ColT), fósforo total (PT), sólidos totais dissolvidos (STD), clorofila-a (CL-A), nitrogênio total (NT), potencial hidrogeniônico (pH), temperatura (T) e a turbidez (Tur). A verificação da qualidade da água por meio de parâmetros pré-estabelecidos foi útil quando avaliados e correlacionados ao manejo e diferentes usos e ocupação do solo.
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Biodegradação de resíduos sólidos da coturnicultura através da compostagem

Biodegradação de resíduos sólidos da coturnicultura através da compostagem

Resumo: Objetivou-se avaliar a biodegradação de resíduos sólidos da coturnicultura através da compostagem. A célula de compostagem foi preenchida com resíduos sólidos na proporção de 3 kg de cama aviária para 1 kg de resíduos da produção de codornas (excretas + ração + ovos descartados para consumo). As análises de pH, umidade, matéria orgânica total, carbono orgânico total, cinzas, nitrogênio total, relação carbono/nitrogênio e os teores totais de fósforo, potássio, cálcio e magnésio foram realizadas durante 90 dias de compostagem. Os dados foram submetidos á regressão. Os resultados mostraram que a compostagem em células é um método eficiente na biodegradação de resíduos sólidos da coturnicultura. No entanto, a relação C/N do composto da mistura de cama aviária e resíduos sólidos da coturnicultura não atendeu a recomendação da Instrução Normativa nº 25/2009 para ser considerado estabilizado ou bioestabilizado. O tratamento da mistura de cama aviária e resíduos sólidos da coturnicultura através da compostagem em células deve ser realizado em um tempo superior a 90 dias para que possa ser utilizado como fertilizantes orgânico. O recipiente graduado não deve ser usado para umedecer a biomassa após a montagem da célula de compostagem.
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