Níveis de confiança

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Multivariate Models to Forecast Portfolio Value at Risk: from the Dot-Com crisis to the global financial crisis Modelos multivariados en la previsión del valor en riesgo de carteras de inversión: de la crisis de las empresas tecnológicas a la crisis finan

Multivariate Models to Forecast Portfolio Value at Risk: from the Dot-Com crisis to the global financial crisis Modelos multivariados en la previsión del valor en riesgo de carteras de inversión: de la crisis de las empresas tecnológicas a la crisis finan

O recurso à teoria dos valores extremos con- duz a conclusões diversas das enunciadas anterior- mente, acerca dos modelos GARCH multivariados. As estimativas dos modelos GARCH e dos modelos TGARCH, assentes nas duas distribuições, propor- cionam conclusões idênticas, com percentagens de exceções inferiores aos níveis de confiança de 0,5% e de 1%, ao contrário do que acontece para o nível de confiança de 5%. Esse fato dá uma primeira indicação da superioridade da teoria dos valores extremos face às restantes metodologias, como te- remos oportunidade de confirmar com a aplicação dos testes de performance.
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A Confiança Política na Europa de 2002 a 2012: um estudo comparativo entre Portugal e Alemanha

A Confiança Política na Europa de 2002 a 2012: um estudo comparativo entre Portugal e Alemanha

Esta dissertação discutiu ao longo das últimas páginas dois temas principais. Para o primeiro, sobre a questão da confiança política e as dinâmicas correlacionais com a crise financeira de 2008, procedeu-se a uma desarticulação teórica de confiança com o objetivo de proporcionar uma compreensão sustentável ao longo da investigação prática do terceiro capítulo. No estudo de caso que analisou a interdependência entre a confiança política e a crise de 2008 em Portugal e na Alemanha, mais concretamente, se se observou um declínio de confiança nas instituições nacionais (governo e parlamento) e europeias (parlamento e comissão) nos anos que precederam a crise, conseguiu-se alcançar uma representação bastante nítida da turbulência social que a conjetura financeira gerou na sociedade Europeia. O decréscimo da confiança política nas instituições -um elemento chave na estabilidade socioeconómica das democracias atuais-, ao ocorrer nos anos subsequentes à crise de 2008 é, indubitavelmente, um indicador positivo da existência de uma correlação entre ambas as variáveis. A União Europeia destaca-se – surpreendentemente, pelos níveis de confiança estáveis ao longo dos doze anos presentes neste estudo, contudo os cidadãos europeus não ocultam o seu descontentamento com a crise económica e, neste caso, Portugal, como expectável, regista, comparativamente à Alemanha, uma descida acentuada de confiança no quadro europeu e nacional. Os dados expostos servem igualmente para demonstrar um lado, por vezes descurado, referente à sociedade civil, que é, definitivamente, quem mais sofre com as crises do sistema financeiro. Logo, o declínio dos níveis de confiança pode ser perspetivado como uma resposta silenciosa de insatisfação dos cidadãos ao corpo político. A crise de 2008 perante as evidências extraídas da nossa análise aparenta ter gerado um impacto direto nos níveis de confiança, e as variáveis económicas utilizadas, apesar de necessitarem de um maior aprofundamento para que se retirem conclusões precisas, fornecem informação significativa para a existência de uma correlação positiva entre a crise financeira e o declínio da confiança.
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Confiança

Confiança

Apesar da multidimensionalidade do conceito de confiança aqui utilizado, que se aplica tanto aos outros (interpessoal) como às institui- ções políticas e às fontes de informação, uma regularidade é notória: Portugal encontra-se sempre no grupo de países onde os níveis de confiança são mais baixos. Os dados longitudinais mostram que esta tendência está longe de se atenuar com o tempo. Em lugar de se aproximar dos países do centro da Europa, Portugal assemelha-se crescentemente a congéneres improváveis a Leste, os países com um passado de regimes comunistas. Se em alguns indicadores a divisão Norte-Sul se mantém (confiança no parlamento, nos políticos, no sistema legal), noutros os nossos usuais parceiros Espanha e Itália aproximam-se mais da média europeia (confiança interpessoal, confiança na polícia). No domínio ambiental, é de certa forma preocu- pante a ascensão da confiança na televisão, um meio particularmente sujeito a manipulações e a interesses (em que o agenda setting é muito orientado para a maximização das audiências), face à estagnação da confiança em cientistas e nas ONGA e a uma descrença quase total nos políticos e nas empresas.
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A relação entre confiança, idade e escolaridade no ambiente organizacional

A relação entre confiança, idade e escolaridade no ambiente organizacional

O trabalho não tem por objetivo encontrar respostas definitivas tampouco produzir soluções para qualquer das relações aqui pesquisadas. Também não é objetivo sugerir modelos de formação de equipes e hierarquias. Tem, outrossim, os seguintes objetivos: (i) contribuir com aqueles que nele acessarem, sejam pesquisadores, curiosos da temática, colaboradores ou gestores que visam melhor compreender a dinâmica das relações profissionais, (ii) pesquisar as características das relações de confiança no âmbito empresarial, (iii) explorar os resultados estatísticos dos níveis de confiança afetados por idade e educação formal, e, por último, (iiii) abrir caminho para futuras pesquisas na área. Esta pesquisa tem a expectativa de ser meio para a contínua instrumentalização dos atores envolvidos, agregar conhecimento e contribuir para aumentar o nível de confiança intra-organizacional, aumentando por decorrência a produtividade das equipes
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Leituras sobre usuário e uso de informação na Ciência da Informação.

Leituras sobre usuário e uso de informação na Ciência da Informação.

acervo e do profissional mediador da informação, bem como os distintos níveis de confiança quanto às habilidades do profissional responsável pela busca da informaç[r]

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Do conturbado Plano Paulson às intervenções concertadas

Do conturbado Plano Paulson às intervenções concertadas

Tememos também a reacção das autoridades monetárias quando, ao que tudo indica, forem confrontadas, no 4.º trimestre do corrente ano, com a subida generalizada da inflação que o forte aumento do preço do petróleo mais do que insinua. Estarão os bancos centrais suficientemente preocupados com a situação nos mercados financeiros para, mesmo contrariando alguma «ortodoxia» nesta matéria, não se envolverem em movimentos de subida das taxas de juro oficiais? Ou, pelo contrário, estabilizado que poderá estar, mesmo que só na aparência, o mercado financeiro, serão os bancos centrais das principais economias avançadas tentados a subir novamente o preço do dinheiro? Mas, em especial, tememos o impacto desta turbulência nos mercados financeiros na evolução da actividade económica. Os sinais recentes de abrandamento do crescimento, tanto nos EUA como na Europa, são absolutamente elucidativos dos perigos com que elas se confrontam em matéria de desempenho económico. Em ambos os casos, a evolução do consumo privado é decisiva para o desempenho da economia, pelo que qualquer factor que penalize as famílias e que as faça restringir os seus padrões de consumo pode ter um impacto desastroso ao nível da actividade económica. Ora, no contexto actual, existe uma probabilidade não negligenciável de que a crise do mercado financeiro possa vir a afectar os níveis de confiança dos agentes económicos, num movimento que pode ter como canal de transmissão, por exemplo, uma queda mais expressiva dos principais mercados accionistas das economias avançadas.
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PROPOSTA DE UM MODELO DE CONFIANÇA PARA UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO VICTOR DE MELLO BENZI

PROPOSTA DE UM MODELO DE CONFIANÇA PARA UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO VICTOR DE MELLO BENZI

diferentes combinações de importância relativa. Seria errado propor que eles são igualmente importantes. É possível que um tipo seja dominante em um grupo de firmas e o outro, em outros”. Lyons e Mehta (1997) afirmam ser “amplamente possível que os mesmos indivíduos venham a agir com confiança socialmente orientada com respeito a um parceiro comercial, mas somente com confiança auto-interessada com respeito a outro”. Domenico e Macri (2005), citando Couch et al. (1996) acrescentam que a pesquisa sobre confiança avançou para dois tipos distintos: a Confiança em Geral, que é a expectativa em relação às pessoas em geral, e a Confiança Relacional que é o relacionamento com parceiros específicos. O primeiro verifica a propensão ou predisposição do indivíduo a confiar, enquanto a segunda abordagem refere-se à fé que as pessoas possuem em um relacionamento, que pode ser influenciada por características e ações de um dos parceiros. A confiança em geral, relacionando-se com a confiança socialmente orientada, aborda expectativa que deriva de experiências passadas, dependendo do quanto um indivíduo acredita na honestidade humana ou também de traços da sua personalidade.
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Confiança nas Forças Armadas brasileiras: uma análise empírica a partir dos dados da pesquisa SIPS - Defesa Nacional.

Confiança nas Forças Armadas brasileiras: uma análise empírica a partir dos dados da pesquisa SIPS - Defesa Nacional.

O modelo proposto explica, por um lado, parte dos elementos que compõem a confiança do brasileiro nas Forças Armadas, demonstrando a associação entre a confiança e as seguintes variáveis: sexo, região, idade, orgulho em ser brasileiro, avaliação do trabalho das Forças Armadas, avaliação acerca da quantidade de informações disponíveis, avaliação sobre a igualdade de tratamento por parte das Forças Armadas, percepção sobre a facilidade de encaminhar reclamação ou denúncia, autoavaliação quanto ao nível de informação sobre as Forças Armadas, importância atribuída às Forças Armadas e respeito dos militares à democracia. Por outro lado, não foi possível confirmar a existência de associação entre algumas variáveis do modelo e a confiança nas Forças Armadas, quais sejam: escolaridade, cor/raça, renda, participação do entrevistado no serviço militar (ou conhecimento de pessoa próxima que participou), participação das Forças Armadas em missões de paz e conhecimento da Lei da Anistia. Não se pode afirmar, particularmente, que a elevada confiança nas Forças Armadas seja um fenômeno de elite, nem tampouco uma característica presente em classes com renda baixa, uma vez que ela se acha distribuída entre praticamente todos os estratos de renda e escolaridade da sociedade.
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Professor Orientador: Mario de Souza Almeida

Professor Orientador: Mario de Souza Almeida

a) Inspirar confiança - a Seem tem seu relacionamento com os teletrabalhadores firmado na confiança. Este 6 um dos principais requisitos que a empress verifica na hora de contactar um[r]

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2. Intervalo de confiança para a média 2.1. Quando a variância populacional é conhecida - Intervalo de confiança

2. Intervalo de confiança para a média 2.1. Quando a variância populacional é conhecida - Intervalo de confiança

Nesta seção iremos estudar como podemos estimar intervalos de valores, para os quais os parâmetros de interesse estejam inseridos. De forma a termos uma melhor visão sobre o erro que podemos estar cometendo ao estimarmos parâmetros populacionais a partir de estatísticas amostrais. Tais erros são normalmente denominados de margens de erro. A forma geral de uma estimação por intervalo, também conhecido como intervalo de confiança, é a seguinte:

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Retomada em meio à incerteza

Retomada em meio à incerteza

A economia brasileira está passando, com certa defasagem, pelo mesmo processo experimentado pelos países desenvolvidos. Após expressivo recuo da atividade em abril, dados preliminares de maio indicam que o pior já deve ter passado. Em abril, o Indicador de Atividade Econômica (IAE) do IBRE retraiu-se 8,8% com relação ao mês de março e o IBC-Br também se contraiu em 9,7%, considerando o mesmo período. Para maio, a previsão do IBRE é que o IBC- Br fique estável em relação a abril. Para junho, a prévia dos índices de confiança do IBRE, publicada no último dia 16, mostra avanço mais expressivo no mês, após esses índices terem despencado para os menores níveis históricos em abril, e mostrar ligeiro aumento em maio. Com base nessas informações, estimamos que o PIB do segundo trimestre tenha caído 9,8% em relação ao primeiro, a pior queda da nossa história, segundo estimativas do PIB trimestral do Brasil desde 1980, desenvolvidas pela equipe do Monitor do PIB do IBRE. Esperamos recuperação muito gradual no segundo semestre, o que deve levar a uma queda do PIB de 6,4% no ano, com efeitos devastadores no mercado de trabalho, com aumento expressivo da taxa de desemprego (18,7% na média do ano) e redução sem precedentes da massa ampliada de rendimentos (contração de 9%), já considerando todas as políticas adotadas para amenizar a queda de renda das famílias brasileiras.
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Mensurando Confiança Intraorganizacional

Mensurando Confiança Intraorganizacional

After the completion of the case studies, a questionnaire based on the selected theory and the an- swers to the interviews in the two case studies, with the purpose of verifying the rela[r]

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A confiança interorganizacional nas compras

A confiança interorganizacional nas compras

Realizada a aplicação do instrumento, a amostra deste estudo envolveu duzentos e trinta e sete questionários válidos que foram conduzidos em cinco momentos. Primeiro, são apresentados e analisados os aspectos do perfil sociodemográfico dos compradores e de suas organizações localizadas em Natal e Grande Natal. No momento seguinte, verifica-se o nível de confiança interorganizacional apresentado pelos pesquisados, o tipo de produto adquirido e o tempo médio desse relacionamento pautado em confiança. O terceiro momento, expõe as verificações prévias nos dados e o atendimento das suposições que são necessárias para o uso de análises multivariadas. No quarto momento, estão expostas as análises fatoriais exploratórias realizadas em cada uma das quatro variáveis latentes (desempenho operacional, características organizacionais, compartilhamento de valores e relacionamento interpessoal) com a importante finalidade de resumir as variáveis dos dados para complementar a análise fatorial confirmatória que está apresentada no último momento.
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A confiança interorganizacional nas compras.

A confiança interorganizacional nas compras.

O clássico trabalho de Morgan e Hunt (1994) testou várias hipóteses relacionadas aos fatores que influenciam a confiança e o comprometimento nas relações de troca e verificaram que a comunicação afeta positivamente esse fenômeno. Essa pesquisa utilizou como principal referência o trabalho de Doney e Cannon (1997), os quais concluíram que a confiança da firma compradora na fornecedora está relacionada à customização de produtos ou serviços. Quanto mais um fornecedor se disponibiliza a atender às exigências do comprador, maior tende a ser o nível de confiança. Nessa direção, a pesquisa de Tacconi et al. (2011) apresenta que um bom desempenho é fator gerador de confiança interorganizacional.
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Os diferenciais de confiança na justiça no Brasil

Os diferenciais de confiança na justiça no Brasil

Há várias hipóteses que podem explicar os di- ferenciais de confiança e satisfação com as insti- tuições acima mencionadas. A primeira tem a ver com a existência de discriminação racial na atua- ção dessas instituições em solucionar os problemas de cada grupo étnico. Outra hipótese seria a de haver diferenças de conhecimento sobre e fami- liaridade com essas instituições, devido à alta cor- relação entre as dimensões de raça e o acesso à educação e a ocupação no mercado de trabalho.

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Gestão baseada em relações de confiança.

Gestão baseada em relações de confiança.

GAMBETTA (1988) afirma ainda que confiança não é pré-condição para que exista cooperação, e sim é resultado dela, pois baseada em experiências anteriores de cooperação é que a confiança vai sendo construída e fortalecida e como vimos, isto foi constatado em algumas entrevistas deste estudo de caso. Por outro lado, é importante frisar que parte dos entrevistados demonstraram ter uma predisposição a confiar nas pessoas, sem necessariamente ter vivenciado algum tipo de experiência anterior que tenha envolvido cooperação entre eles. Observou-se que estas pessoas que têm esta predisposição a confiar, a têm com aquelas pessoas nas quais elas identificam certos valores como honestidade e sinceridade.
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Antecedentes da confiança do empregado na organização.

Antecedentes da confiança do empregado na organização.

Em ambas as pesquisas, resiliência foi tratada como variável-critério, portanto, o interesse das autoras consistia em investigar fatores que poderiam contribuir na explicação desse fenômeno. Em contrapartida, no caso do presente estudo, resiliência foi tomada como uma variável explicativa da confiança do empregado na organização. Contudo, é interessante observar que nos trabalhos citados (Emílio, 2011; Onça, 2011) resiliência foi explicada por variáveis de natureza pessoal, ou seja, autoconceito e auto-eficácia em detrimento de conflito intragrupal e percepção de suporte social no trabalho.
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A IMPORTÂNCIA DA CONFIANÇA NAS COMPRAS ORGANIZACIONAIS

A IMPORTÂNCIA DA CONFIANÇA NAS COMPRAS ORGANIZACIONAIS

Martins e Alt (2006), afirmam que uma parceria de alto nível de confiança não nasce do dia para a noite. É necessária uma avaliação, em longo prazo, da empresa com seus fornecedores, onde se observará se os custos estão conciliáveis com os do mercado, se há qualidade nos produtos, pontualidade nas entregas dos pedidos, inovação, flexibilidade para adaptar-se às novas propostas do mercado, produtividade, instalações, e capacitação geral e financeira do fornecedor. “Neste processo, o cliente irá procurar atuar nos aspectos que possam trazer-lhe vantagens competitivas” (MARTINS; ALT, 2006, p.136).
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A mídia e o declínio da confiança na política.

A mídia e o declínio da confiança na política.

É razoável construir uma trajetória que parte da “crise da democra- cia”, identificada por pensadores conservadores nos anos 1970, e chega à dissolução da confiança nos governantes. Na versão mais influente, de Samuel Huntington, a ativação popular iniciada no final dos anos 1960 (rebelião estudantil e operária em várias partes do mundo, ofensiva feminista, mobilização contra a Guerra do Vietnã, crescimento e radicalização do movimento pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos) demonstrou a “ingovernabilidade” das democracias. A ampliação da quantidade e varie- dade de grupos mobilizados gerava um excesso de demandas sobre os Estados, que os governos democráticos, reféns do voto popular, tentavam atender, sem possuir recursos para tanto. O resultado era ineficiência, ero- são da autoridade e frustração (Huntington, 1975).
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O DESAFIO DA CONFIANÇA NOS CONTRATOS ELETRÔNICOS

O DESAFIO DA CONFIANÇA NOS CONTRATOS ELETRÔNICOS

O presente trabalho visa abordar o desafio confiança nos contratos eletrônicos diante das novas tecnologias, bem como, esclarecer que as compras realizadas no ambiente virtual são uma tendência. Para tanto será explorada uma observação da dogmática jurídica a partir da matriz teórica pragmático-sistêmica de Niklas Luhmann.

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