Níveis de Manganês

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Efeito de Diferentes Níveis de Manganês e Fósforo Sobre o Desempenho e a Qualidade da Casca dos Ovos de Poedeiras Comerciais

Efeito de Diferentes Níveis de Manganês e Fósforo Sobre o Desempenho e a Qualidade da Casca dos Ovos de Poedeiras Comerciais

O experimento foi realizado no aviário experi- mental da Faculdade de Ciências Agrárias e Veteriná- rias (FCAVJ/UNESP), Jaboticabal, com duração de oito semanas divididas em oito períodos de uma semana cada. Foram utilizadas 96 galinhas Hy-Line W36 com 60 semanas de idade, distribuídas em 24 parcelas, sendo cada unidade experimental composta por quatro aves. O delineamento experimental utilizado foi o in- teiramente, ao acaso em arranjo fatorial 3 x 2, com os fatores: níveis de manganês (70, 140 e 210 ppm) e níveis de fósforo total (0,35 e 0,55%), totalizando seis trata- mentos com quatro repetições cada. As galinhas foram selecionadas do plantel do Setor de Avicultura, conside- rando as características de aves produtivas, com varia- ção de peso corporal de ± 10% do peso médio (1,670 kg), o que correspondeu à faixa de 1,500 a 1,850 kg.
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Tolerância de cultivares de trigo a diferentes níveis de manganês em solução nutritiva.

Tolerância de cultivares de trigo a diferentes níveis de manganês em solução nutritiva.

'Siete Cerros' e 'Alondra-S-46' fo- ram os que apresentaram maior tolerância. d) Os teores de Mn em par- tes por milhão aumentaram nas folhas de todos os cultivares à me- dida que se a[r]

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Comportamento de cultivares de soja em solução nutritiva contendo diferentes níveis de manganês.

Comportamento de cultivares de soja em solução nutritiva contendo diferentes níveis de manganês.

Quatro cultivares de soja — IAC-9, Forrest, Santa-Rosa e Biloxi — foram testados em solução nutritiva com níveis de 0,11, 2, 4 e 6mg/ütro de manganês.. Os resultados mostraram que, qui[r]

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Comportamento de cultivares precoces de soja em solução nutritiva contendo diferentes níveis de manganês

Comportamento de cultivares precoces de soja em solução nutritiva contendo diferentes níveis de manganês

Média de notas dadas para sinto- mologia apresentada nas cultivares de soja precoces quando submeti- das ao crescimento durante quinze dias em soluções nutritivas conten- do diferentes[r]

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Efeitos neuropsicológicos da exposição ao manganês em crianças

Efeitos neuropsicológicos da exposição ao manganês em crianças

A preocupação com os efeitos neuropsicológicos em crianças expostas ao Mn é recente. Este estudo faz parte do projeto “Efeitos da exposição ambiental do Mn sobre a saúde de duas comunidades”. Os principais déficits neuropsicológicos foram reportados na mesma população deste estudo transversal em estudo prévio (Referência ao estudo empírico 2) 1 . As comunidades participantes do presente estudo, Cotegipe e Santa Luzia, estão localizadas em um raio de até 3,5 quilômetros de uma planta industrial que processa ligas de ferro-manganês, sendo expostas ao Mn principalmente por via respiratória. Estudos anteriores realizados com a comunidade de Cotegipe revelaram altos-níveis de manganês no cabelo (MnC) das crianças em média 11,5 µg/g e de suas mães, e déficit intelectual relacionado ao Mn (Menezes-Filho et al., 2011; Menezes- Filho, Paes, et al., 2009). Dados de análise mostraram média de 0,11µg Mn/m³ no ar atmosférico na comunidade de Cotegipe, considerada superior às localidades rurais e urbanas consideradas como não poluídas que varia de 0,01 a 0,07 µg/m³ (Menezes-Filho et al., 2011). O presente trabalho tem por objetivo avaliar as associações entre os níveis de Mn no cabelo e o desempenho em testes neuropsicológicos e comportamentais em crianças em idade escolar expostas ambientalmente.
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Flotação aniônica de rejeito de minério de manganês.

Flotação aniônica de rejeito de minério de manganês.

Acevedo (1977), através de estu- dos de microflotação dos minerais rodo- crosita, rodonita, espessartina e quart- zo, usando ácido oléico verificou a pos- sibilidade de separação seletiva entre os carbonatos de manganês e ganga silica- tada para valores de pH 9 e 10. No entan- to, ensaios de flotação em bancada efe- tuados com um minério complexo con- tendo rodonita, rodocrosita, misturas de óxidos de manganês e ganga, constituí- da de carbonatos de Ca e Mg, silicatos de Ca, Mg e Al, óxidos de ferro e grafita, usando o mesmo sistema de reagente, usado na microflotação, não deram bons resultados. Segundo o pesquisador, esse baixo desempenho dos ensaios de ban- cada pode ser atribuído à extrema com- plexidade mineralógica do minério testa- do.
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Flotação aniônica de rejeito de minério de manganês

Flotação aniônica de rejeito de minério de manganês

Acevedo (1977), através de estu- dos de microflotação dos minerais rodo- crosita, rodonita, espessartina e quart- zo, usando ácido oléico verificou a pos- sibilidade de separação seletiva entre os carbonatos de manganês e ganga silica- tada para valores de pH 9 e 10. No entan- to, ensaios de flotação em bancada efe- tuados com um minério complexo con- tendo rodonita, rodocrosita, misturas de óxidos de manganês e ganga, constituí- da de carbonatos de Ca e Mg, silicatos de Ca, Mg e Al, óxidos de ferro e grafita, usando o mesmo sistema de reagente, usado na microflotação, não deram bons resultados. Segundo o pesquisador, esse baixo desempenho dos ensaios de ban- cada pode ser atribuído à extrema com- plexidade mineralógica do minério testa- do.
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Caracterização de uma tipologia de minério de manganês do Brasil.

Caracterização de uma tipologia de minério de manganês do Brasil.

Nas proximidades de 950°C, obser- va-se outra perda de massa considerável, que, entre 900°C e 1000°C, é próxima de 2%. O difratograma da amostra tratada a 1000°C fornece, exatamente, o perfi l de difração do Mn 3 O 4 . Pode-se associar esse resultado à decomposição da criptomelana residual e de Mn 2 O 3 em Mn 3 O 4 , com a estrutura da hausmannita, que passa a constituinte majoritário da amostra. A fase Mn 3 O 4 , por ser mais po- bre em oxigênio, é o óxido de manganês mais estável a essa temperatura, perden- do, apenas, para o MnO não encontrado nessa amostra.
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Manganês e potencial fisiológico de sementes de soja.

Manganês e potencial fisiológico de sementes de soja.

Pelos resultados dos testes de germinação e de envelhecimento acelerado, pode-se notar que não foram detectadas diferenças entre os tratamentos, indicando que as fontes e modos de aplicação de manganês utilizados não ocasionaram aumento no vigor das sementes. Por outro lado, o teste de condutividade elétrica identificou os tratamentos aplicados via foliar como superiores, embora não tenham diferido estatisticamente dos tratamentos aplicados via solo, os quais, por sua vez, mostraram-se semelhantes à testemunha, apontada como o tratamento de pior desempenho.

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Manganês suplementar na cultura do arroz irrigado

Manganês suplementar na cultura do arroz irrigado

laboratório para determinação do teor de manganês, conforme metodologia proposta por (MALAVOLTA et al., 1997); 4) Porcentagem de grãos inteiros: foi retirada uma amostra de 100 g de grãos de arroz em casca e utilizado um engenho de prova modelo MT, por 1 minuto e em seguida, os grãos brunidos (polidos) foram pesados e os valores encontrados foram considerados como rendimento de benefício, expressos em porcentagem. Posteriormente, os grãos brunidos foram colocados no "trieur" n o 2 e a separação dos mesmos foi processada por 30 segundos, em seguida pesou-se os grãos que permaneceram no "trieur" e o valor obtido foi considerado rendimento de inteiros, e os demais, grãos quebrados, ambos expressos em porcentagem; 5) Produtividade de grãos (kg ha -1 ): as plantas coletadas dentro da área útil estipulada foram trilhadas manualmente, posteriormente as sementes foram pesadas com auxílio de uma balança analítica, com os valores corrigidos para 13% de umidade (base úmida) e os resultados convertidos para quilogramas por hectare.
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Dessorção, extração e fracionamento de manganês em latossolos.

Dessorção, extração e fracionamento de manganês em latossolos.

o extrator que apresentou a melhor correlação com essa fração (Quadro 4). No entanto, para a fração matéria orgânica, a correlação com esse extrator foi menor que as obtidas pelo Mehlich-1 e EDTA. Quando feita a calagem, condição em que a matéria orgânica e os óxidos de ferro amorfo e de manganês passam, juntamente com a fração trocável, a reter o Quadro 2. Concentrações de manganês nas frações: trocável (Mn-Tr), matéria orgânica (Mn-MO), óxido de manganês (Mn-OxMn), óxido de ferro amorfo (Mn-OxFeA), óxido de ferro cristalino (Mn-OxFeC), residual (Mn-R), total (Mn-T) e percentagem relativa em cada uma dessas frações em relação ao manganês total, para três doses de manganês em dois níveis de calagem
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Cerâmicos magnetoresistivos à base de manganês -La1-xSrxMnO3

Cerâmicos magnetoresistivos à base de manganês -La1-xSrxMnO3

2 O spin está associado a um momento magnético, o qual se comporta como uma minúscula agulha magnética, tendendo a alinhar-se na direcção do campo magnético a que está submetido. Nos átomos mais comuns o spin total é nulo, pois os electrões ocupam as orbitais satisfazendo o princípio de Linus Pauling, ora com o spin num sentido, ora no outro. Entretanto, para certos elementos da tabela periódica, o spin total é diferente de zero, fazendo com que o átomo tenha um momento magnético permanente. Este é o caso dos elementos do grupo de transição do ferro, como níquel, manganês, ferro e cobalto, e vários elementos de terras raras, como európio, gadolínio, etc. Os materiais formados por esses elementos ou suas ligas tais como os metais ferromagnéticos, têm propriedades que possibilitam as suas aplicações tecnológicas na spintrónica.
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Doses e fontes de manganês na cultura da cana-de-açúcar

Doses e fontes de manganês na cultura da cana-de-açúcar

Quando se avaliaram os valores acumulados de micronutrientes (Tabela 18) ocorreu efeito significativo para os valores de B, Fe e Zn em cana planta e valores de Zn em cana soca, onde a fonte FTE BR 12 proporcionou os maiores valores extraídos, diferindo das demais fontes de manganês. Esse fato pode ser devido à fonte utilizada conter teores de B e Zn em sua mistura, ocorrendo efeito residual. Tasso Junior (2007), trabalhando com vinte variedades de cana-de-açúcar em cana planta na região de Olímpia-SP, observou que a RB 86-7515 extraiu 1,4 kg ha -1 de Mn e 2,3 kg ha -1 de Zn para uma produtividade de 152 toneladas de colmos por hectare, sendo esses superiores aos encontrados neste trabalho com referencia à produtividade de colmos.
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Influência genotípica na absorção e na toxidez de manganês em soja.

Influência genotípica na absorção e na toxidez de manganês em soja.

Com o aumento da concentração de Mn na solução nutritiva, constatou- se redução na produção de matéria seca do sistema radicular dos cultivares Santa Rosa, IAC-15 e IAC- Foscarin 31, res[r]

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Fracionamento de manganês acumulado nos tecidos de mudas de caramboleira.

Fracionamento de manganês acumulado nos tecidos de mudas de caramboleira.

et al., 1984; Crane, 1998; Prado, 2003; Leal, 2006), os quais são considerados muito altos quando comparados com o Mn e outros micronutrientes em diferentes frutíferas. Os altos teores de Mn encontrados em caramboleiras atingem níveis tão elevados que podem explicar a tolerância dessa frutífera a doenças e pragas (Brown et al., 1984; Graham & Webb, 1991; Huber & Keeler, 2006; Sadasivan, 2006; Graham & Rovira, 2006). Entretanto, são muito escassas as informações sobre a forma na qual o Mn permanece na planta, sendo os poucos resultados disponíveis controversos.

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Óxidos de manganês em solos do quadrilátero ferrífero (MG).

Óxidos de manganês em solos do quadrilátero ferrífero (MG).

Devido à escassez de trabalhos que tratam especificamente de óxidos de Mn em solos brasileiros e seu conteúdo muito elevado em alguns solos do Quadrilátero Ferrífero (MG), este estudo ob[r]

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Interações microbianas na disponibilidade e absorção de manganês por soja.

Interações microbianas na disponibilidade e absorção de manganês por soja.

Kothari et al. (1991) observaram que o Mn dispo- nível no substrato diminuiu na mesma ordem que diminuiu o número de bactérias redutoras de Mn, indicando o papel da redução biológica de manganês. Sob essa ótica, a disponibilidade de Mn pode ser aumentada por fatores que aumentem o número de microrganismos redutores (Marschner et al., 1991) ou diminuam o de oxidantes (Rengel, 1997). O desequilíbrio entre essas duas comunidades, fa- vorecendo os redutores ou suprimindo os oxidantes, pode levar à toxidez de Mn às plantas, desde que seu conteúdo no solo seja suficiente para atingir ní- veis tóxicos.
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Modelagem da adsorção de manganês em carvão de ossos bovinos

Modelagem da adsorção de manganês em carvão de ossos bovinos

No presente estudo, foi desenvolvida a modelagem matemática da dinâmica de adsorção da espécie manganês Mn 2+ em carvão de ossos bovinos. O sistema foi equacionado em duas etapas e validado utilizando-se dados experimentais obtidos em ensaios de laboratório: (i) Modelagem da adsorção descontínua em um ensaio de volume finito (batelada); e (ii) Modelagem da adsorção contínua em uma coluna de leito fixo. Para a adsorção descontínua, duas formulações matemáticas foram adotadas para descrever o processo difusional intrapartícula: modelo da difusão e modelo topoquímico (ou modelo do núcleo não reagido). Para o modelo da difusão, utilizou-se um sistema de equações diferenciais parciais, e para o modelo topoquímico, um sistema de equações diferenciais ordinárias (problema de valor inicial). Ambas descreveram adequadamente o comportamento experimental da adsorção de manganês, nas condições experimentais avaliadas (R² > 0,97 e erro relativo < 15%). A adsorção do íon metálico Mn 2+ foi favorecida quando foram utilizadas partículas menores, em decorrência do aumento na área de contato e o melhor acesso de manganês aos sítios ativos, e maiores razões sólido-líquido, em decorrência do aumento no número de sítios ativos disponíveis. Particularmente o modelo de difusão descreveu melhor a operação quando partículas pequenas foram empregadas (d p ≤ 0,147mm), enquanto que o modelo topoquímico
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Desenvolvimento de um aço sinterizado ligado ao manganês e fósforo

Desenvolvimento de um aço sinterizado ligado ao manganês e fósforo

d id o a uma tem p eratu ra de 12 0 0 °C sob v á c u o . P o ste rio rm e n te os t a ­ rugos o b t id o s foram tra n sfo rm ad o s em p5 a t r a v é s da quebra e moa - gem r e s u lt a n d o em p a r t í c u l a s com tamanho i n f e r i o r a 44 ym. A f i g u r a 5 . 1 m ostra a m ic r o e s t r u t u r a d e s t e p o r t a d o r , onde vê-se a e x i s ­ t ê n c ia de d u as f a s e s : a m a tr iz e uma segunda fa s e na forma de l a ­ m elas b a s t a n t e sem elhante ao e u t é t i c o f o s f o r o s o . N e s ta segunda f a s e , de a c o rd o com a n á l i s e s s e m i- q u a n t ita tiv a s em m icro- sonda, a co n c e n tra ç ã o de manganês e f ó s f o r o chega a ser o d o b ro e o t r i p l o r e s p e c t iv a m e n t e , em r e la ç ã o à m a t r i z . A f i g u r a 5 .2 m ostra o r e s u l tado o b t id o na a n á l i s e . Por comprimento de onda (micro-sonda) de f ó s f o r o , a f i g u r a 5 . 3 m ostra o p e r f i l de c o n c e n tra ç ã o do manganês no p o rtad o r MP, onde è c l a r o a m aior co n cen tra ç ã o d e s t e s elemen - tos na f a s e em forma de la m e la s .
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Estudo das propriedades da perovskita mista de ferro e manganês

Estudo das propriedades da perovskita mista de ferro e manganês

20 ferrimagnéticos são compostos por íons distintos e que possuem dipolos permanentes e com um alinhamento antiparalelo e desigual. Nos sistemas ferrimagnéticos os íons de metais de transição fornecem momentos magnéticos, assim como átomos de metais de transição fazem no ferromagnetismo. Na presença de um campo magnético externo alinham-se na direção e sentidos do campo aplicado, desaparecendo na temperatura Curie. A susceptibilidade magnética para esses materiais é alta e se encontra na faixa de 10 -2 a 10 6 . Esse comportamento é característico de cerâmicas de alguns elementos como ferro III, manganês II, cobre II dentre outros íons 13 .
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