Nível de competência linguística

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A competência linguística e o (in)sucesso académico nos cadetes do ISTM

A competência linguística e o (in)sucesso académico nos cadetes do ISTM

R:Eu penso que a carga horária atribuída à língua portuguesa inicialmente foi definida em função daquilo que o contexto atual em termos de planos curriculares exigia para os cursos de engenharia e, como deve imaginar instituições há e que formam engenheiros que não consta no seu plano curricular a língua portuguesa, portanto, nós já na perspetiva de tentarmos driblar problemas que achávamos que existiam em torno daquilo que é a perceção, interpretação e escrita achamos por bem fazer constar do nosso plano curricular a cadeira de língua portuguesa. Mas também neste momento já podemos dizer que as trinta horas semestrais parecem-nos ser poucas em função daquilo que é a realidade em termos de falta do conhecimento básico… verdade se diga que os alunos tinham de vir cá para nossa instituição com conhecimentos solidificados, nós estamos a ter de baixar o nível em termos de transmissão daquilo que é o programa de língua portuguesa para podermos então ensinar conceitos que os alunos já deviam ter apreendido no ensino de base e no ensino secundário, portanto eu penso que trinta horas semestrais não está mal, não está mal se os alunos viessem preparados, mas como os alunos não vêm preparados para aquilo que era o objetivo institucional podemos precisar de mais horas, mas não sei se será a solução! Porque eu penso é que temos que ser mais rígidos naquilo que é o processo de seleção e quem sabe fazer constar entre as provas de acesso uma prova de língua portuguesa; interpretação de texto e aqueles alunos que tiverem conhecimento solidificado nestas áreas é que devem entrar, portanto esse é o meu pensamento.
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Globalização e Multilingualismo no Brasil Competência Linguística e o Programa Ciência Sem Fronteiras.

Globalização e Multilingualismo no Brasil Competência Linguística e o Programa Ciência Sem Fronteiras.

franca é valorizada como o componente essencial para impulsionar o ideal de transformação e progresso (COTS; LLURDA & GARRETT, 2014). Consideramos políticas linguísticas as normas e regras adotadas para a gestão das práticas de linguagem, por indivíduos, desde o nível governamental e supranacional, passando por toda uma gama de instituições (educacionais, religiosas, militares) e domínios como a mídia e o mundo corporativo dos negócios, chegando até ao nível familiar (SPOLSKY, 2009, 2012). Assim, quando os membros de uma família, cujos progenitores são indivíduos falantes de línguas diferentes, decidem que seus filhos serão criados em um meio bilíngue, para que ambas as línguas de comunicação da família sejam preservadas e compartilhadas por todos os seus membros, ela revela, com esta decisão, um modelo de gestão próprio, embutido de ideologias e valores particulares, que representam uma ação no campo da política linguística. Quando um Estado-nação decide que a língua de escolarização da população será uma língua diferente da(s) falada(s) nativamente em seu território, esta ação reflete as políticas linguísticas adotadas pelo governo para toda aquela sociedade. No nível individual, familiar, institucional ou da sociedade, em geral, uma perspectiva bi ou multilíngue afeta a vida das pessoas. Os interesses podem ser os mais diversos. Desde a preservação de uma herança linguística, à adoção de uma língua colonizadora, ou à promoção de uma ou mais línguas que possuam valor de mercado, políticas linguísticas respondem a contextos sociais e históricos e impactam nas perspectivas de transformação das sociedades. O que chamo aqui de línguas que possuem valor de mercado são aquelas tidas como língua franca, as quais são adotadas, muitas vezes, supra nacionalmente. São línguas implementadas como meio de instrução, como língua internacional para as relações comerciais, esportivas, políticas e também acadêmicas. A língua inglesa é o melhor exemplo, atualmente, de língua franca adotada em todos os contextos citados, em muitas sociedades.
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A encenação da competência linguística na escrita de abstracts em DaF: um estudo de caso sobre uso, função e produção de estruturas predicativas com als.

A encenação da competência linguística na escrita de abstracts em DaF: um estudo de caso sobre uso, função e produção de estruturas predicativas com als.

Se transpormos esse cenário para o contexto de produção escrita em língua estrangeira, é plausível assumir que a encenação linguística deva ocorrer em dois níveis: primeiro, no nível da competência textual, supostamente desenvolvida na própria língua materna e de fundamental importância para a o trânsito entre diferentes esferas discursivas e de interação; e segundo, no nível da competência linguística, no qual o falante apresenta (ou mesmo representa) o domínio que possui da língua-alvo, no âmbito lexical e gramatical. A inter-relação entre esses dois níveis é evidente principalmente em casos nos quais os falantes, apesar de não disporem de conhecimentos linguísticos suficientemente avançados, precisam produzir textos complexos, que exigem o emprego das chamadas estratégias de transformação do conhecimento (Knowledge Transforming) (S CARDAMALIA & B EREITER 1987), como no caso dos textos acadêmicos. Ou seja, na produção do discurso acadêmico em língua estrangeira, a legitimidade (no sentido de C HARAUDEAU 2010), o domínio de invariâncias linguístico-textuais (no sentido de A NTOS 1995), e afirmação de pertencimento ao grupo, são intermediadas pelo modo como o aprendiz “imita” (A NTOS
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O efeito da exposição linguística sobre a competência lexical de crianças lusodescendentes residentes na Alemanha

O efeito da exposição linguística sobre a competência lexical de crianças lusodescendentes residentes na Alemanha

Ante a dimensão demográfica da comunidade de emigrantes portugueses e de lusodescendentes a residirem na Alemanha e dada a escassez de estudos sobre a aquisição e o desenvolvimento lexical de falantes de herança do PE, o presente estudo analisou o desempenho lexical de 23 crianças bilingues português-alemão, falantes de herança do PE, numa tarefa de produção oral semi-espontânea, comparando-as entre si e com um grupo de controlo composto por 21 crianças monolingues do PE. À semelhança de inúmeras investigações empíricas sobre a aquisição lexical de crianças falantes de herança de diversas comunidades linguísticas, segundo as quais os falantes bilingues tendem a ter repertórios lexicais quantitativamente inferiores aos das crianças monolingues das respetivas línguas-alvo, quando apenas uma das suas línguas é avaliada (Cobo-Lewis et al., 2002a, 2002b; Cote e Bornstein, 2014; Hoff et al., 2012; Pearson et al., 1993; Poulin-Dubois et al., 2013; entre outros), este estudo procurou investigar se a competência lexical das crianças bilingues lusodescendentes apresenta padrões de desenvolvimento lexical idênticos aos dos seus pares monolingues do PE ou se, pelo contrário, destes se afastam. Cumulativamente, e também no âmbito da investigação internacional realizada na área da aquisição linguística bilingue, de acordo com a qual o desenvolvimento lexical de crianças expostas simultaneamente, desde muito cedo, a mais do que uma língua é fortemente influenciado por fatores relacionados com a quantidade e a qualidade da exposição linguística a que estas têm acesso (Bridges e Hoff, 2014; Cobo-Lewis et al., 2002a, 2002b; Cote e Bornstein, 2014; David e Wei, 2008; Gathercole e Thomas, 2009; Hoff et al., 2014; Patterson, 2002; Pearson et al., 1997; Place e Hoff, 2011; Ribot et al., 2017; entre outros), procurou-se avaliar a influência que os mesmos têm no processo de aquisição lexical das crianças bilingues português-alemão, designadamente no que à LH diz respeito.
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Competência metafórica e a Linguística Cultural: Exemplo de conceptualização das emoções em Chinês e na cultura ocidental

Competência metafórica e a Linguística Cultural: Exemplo de conceptualização das emoções em Chinês e na cultura ocidental

Postula-se, segundo esta perspectiva, que a Linguagem é estudada ao nível das línguas particulares do ponto de vista cognitivo-funcional, na sua inserção social e cultural, surgindo como meio de conhecimento em ligação com a experiência humana do mundo. A noção de Cultura aqui adoptada é definida do ponto de vista antropológico como um conjunto relativamente integrado de conhecimentos e de crenças, característico de uma comunidade, organizado por padrões e adquirido no seu meio através da interação dos seus membros. Os falantes de uma dada língua, inseridos numa cultura por ela veiculada, precisam, por conseguinte, de ter acesso a estes conhecimentos, a fim de nela poderem funcionar e de se poderem sentir integrados na comunidade.
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Políticas linguísticas e ecolinguística: algumas considerações

Políticas linguísticas e ecolinguística: algumas considerações

Sabe-se que não basta apenas produzir ciência no contexto acadêmico, mas fazer chegá-la ao ambiente da sala de aula da educação básica, ao fazer pedagógico, ao ensino especificamente da língua portuguesa tornando-o produtivo e significativo para os sujeitos principais desse processo – o aluno e o professor. Entretanto, essa tem sido a principal dificuldade que se enfrenta, pois as descobertas, estratégias e mecanismos encontrados não estão chegando até a sala de aula da forma como deveriam, quando chegam reduzem-se a poucas escolas, alcançando números insatisfatórios. Talvez os linguistas tenham uma parcela de culpa, visto que nem sempre procuram estabelecer uma relação adequada entre teoria e prática, ou em outros momentos deixam a cargo da linguística aplicada, a criação de mecanismos para a transposição didática de conteúdos e, por fim, outras vezes os professores culpam o próprio sistema educacional (MEC, escolas, secretarias de educação, matriz curricular, pedagogos, técnicos educacionais) ou a família, mais precisamente a comunidade de pais e alunos, que precisam envolver-se mais com o ambiente escolar, apesar de já existir por todo o país várias experiências de cooperação da comunidade com as suas escolas.
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Construção e validação de instrumentos: um desafio para a Psicolinguística

Construção e validação de instrumentos: um desafio para a Psicolinguística

O instrumento de desempenho criado é um teste objetivo de escolha simples, intitulado Choose the best answer e acompanhado por uma Grade de Respostas Answer sheet. Testes desse tipo são muito utilizados para avaliação de conhecimento e classificação de alunos de língua estrangeira; por isso, aceitos como válidos para fins acadêmicos. Para o estudo, o teste foi composto de sete diálogos em inglês, com lacunas numeradas a serem preenchidas pelo informante através da escolha de apenas uma das três alternativas sugeridas abaixo de cada espaço em branco. O instrumento foi composto de trinta lacunas no total. O conteúdo do teste envolveu as mesmas estruturas verbais utilizadas para avaliar o nível de consciência do aluno de nível intermediário. Essas
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Estudo do efeito da utilização de uma plataforma robótica na intervenção em crianças com perturbações do espetro do autismo

Estudo do efeito da utilização de uma plataforma robótica na intervenção em crianças com perturbações do espetro do autismo

As diferenças na metodologia entre os três estudos ocorreram devido a conclusões que iam sendo retiradas ao longo da observação dos resultados. No primeiro estudo, verificou-se que as percentagens de respostas com sucesso eram bastante superiores na sessão realizada em contexto familiar, o que permitiu concluir que a participação ativa dos pais, bem como o seu envolvimento na intervenção é um fator relevante. Do primeiro para o segundo estudo, considerou-se importante inserir a fase de Familiarização, pois esta pode ajudar a criança reduzir os níveis de ansiedade, bem como aumentar o interesse pelo robô. Do segundo para o terceiro estudo, considerou-se importante reformular as sessões de Pré-Teste e Re-Teste, para que estas permitissem observar com maior clareza se ocorreu melhorias na criança e se o robô representou um papel importante no desenvolvimento da competência.
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A narrativa autobiográfica

A narrativa autobiográfica

O mais engraçado e que não tem graça nenhuma, é que hoje, presentemente, fazem tudo para evitar o abandono escolar. Isto é positivo, muito positivo, mas em termos comparativos a alguns anos atrás, hoje em dia, os miúdos fazem tudo quanto lhes apetece na escola, a formação é pouca e nada faz mal. Ao escrever assim revelo um pouco da revolta que ficou. Se arrependimento atasse…àesta iaà o ta…àAgregado ao facto de não terminar o 9º ano, estava grávida, o pai do meu filho era francês, (filho de pais portugueses), e por não ter o visto de residência para se manter em Portugal, resolvi então segui- loàpa aàF a ça.à[…]àUma viagem que nem avaliei, tamanha inconsciência minha, mas a idade assim o permitia. Nessa idade tudo são rosas, desconhecemos os espinhos e achamos que tudo é um conto de fadas. (Adelaide, 30 anos, nível B3).
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Educação literária em Portugal: os documentos oficiais, a voz e as práticas dos docentes

Educação literária em Portugal: os documentos oficiais, a voz e as práticas dos docentes

Embora a educação literária promova a primazia do individual, na escolha e na receção da obra literária, o PMCP (2015) apresenta uma lista de obras a serem integradas no currículo a nível nacional, no total de “sete títulos por ano de escolaridade” (PMCP, 2015, p. 8), aduzindo o argumento de que “a escola, a fim de não reproduzir diferenças socioculturais exteriores, assume um currículo mínimo comum de obras literárias de referência” (PMCP, 2015, p. 8). Apesar de sermos sensíveis a este argumento, que ainda assim pode ser discutido, consideramos sete títulos excessivo, tendo em conta o tempo disponível para o fomento deste domínio na sala de aula e a imperiosa necessidade de se ler por prazer, não compatível com as escolhas de obras literárias de outros.
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Semântica-I: questões fundacionais

Semântica-I: questões fundacionais

Na proposta de L&S a forma lógica, LF, corresponde a um nível sintático que serve de input para a semâ ntica, para o ‘módulo semântico’. ↑ale dizer, L&S procuram identificar um estágio da derivação sintática com o conceito técnico, proveniente da metalinguagem lógico- semântica, de fórmula interpretável (em um modelo). Hornstein (1984) afirma, acertadamente, que do fato de que seja tecnicamente possível construir axiomas semânticos que associem ‘proposições’ (i.e., ‘formas lógicas’) a cada descrição estrutural fornecida pela teoria gramatical, não se segue que a gramática possua mecanismos capazes de computar tais proposições. Huang (1994) argumenta que LF não deve ser identificada como um nível da estrutura semântica ou um nível de interpretação da informação sintática, assim como PF não deve ser entendida como um nível que especifica as ondas sonoras que compõem uma asserção. PF, esclarece o sintaticista, são representações internas que codificam um conjunto de instruções para os articuladores da fala, os sistemas de performance. PF não tem jurisdição fora do organismo, não entra em contato com as propriedades físicas dos sons produzidos pelo organismo. Analogamente, LF não possui conexões com o ambiente externo à mente do organismo. Com efeito, LF nunca foi concebida na história do programa gerativista como a representação do ‘conteúdo semântico’ das expressões linguísticas, mas como um nível de representação linguística, vale dizer, como uma propriedade estrutural. Não existem, como afirma Huang, argumentos independentes que sustentem a existência de um mapeamento entre estrutura sintática e um nível de representação semântica. As generalizações empíricas
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Pertinência e democratização nos processos educativos destinados a públicos adultos: o caso dos cursos EFA

Pertinência e democratização nos processos educativos destinados a públicos adultos: o caso dos cursos EFA

Continuando a analisar a competência 2.1., ao abordarmos os entrevistados quanto à percepção que possuíam relativamente ao seu nível de desenvolvimento nesta competência, as opiniões apuradas reportam-se à sua experiência enquanto formadores nestes cursos específicos. Ou seja, mais do que um quadro distintivo entre dois tipos de abordagem do currículo – um currículo como um plano de conteúdos de formação e um currículo como um desenho de um processo de desenvolvimento curricular – os dados recolhidos através das entrevistas sugerem um conjunto de indicadores de caracterização do segundo tipo, resultantes de uma experiência que, neste registo, foi efectivamente desenvolvida. Conclui-se, que foi mais uma vez numa lógica de análise e de inventariação de competências que configuram uma determinada dimensão do seu desenvolvimento profissional que os formadores se pronunciaram.
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Resoluções

Resoluções

Flávio Bauer Novelli, abordando a distinção entre os decretos legislativos e as resoluções, esclarece que "os primeiros são edita­ dos nos casos de exercício da competência exclusiva do Congresso Nacional (atos de aprovação ou autorização, ou próprios da autono­ mia constitucional do Poder Legislativo - Constituição, art. 44); e as últimas, as resoluções, destinadas à adoção de providências (eventualmente, também de normas de caráter especial ou interno das Câmaras, mediante o exercício das respectivas competências privativas (Constituição Federal, arts. 23, § 2o; 35, § 2o e 4 o, 36, § 2o; 40, itens I e II; 42, itens I a IV e VI a VIII; 54 e 55, § 1o)".
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Ensino e aprendizagem de gramática em aulas de inglês no ensino médio : foco na forma e desenvolvimento da acuidade linguística

Ensino e aprendizagem de gramática em aulas de inglês no ensino médio : foco na forma e desenvolvimento da acuidade linguística

Entendemos, portanto, que essa visão da abordagem comunicativa abre espaço para que a forma seja tratada, embora essa não ocupe um lugar central. Assim, embora a construção do ensino em torno das formas da linguagem, principalmente as gramaticais seja uma postura incoerente com esse conjunto de pressupostos comunicativos (Almeida Filho, citado acima), vários autores sugerem maneiras como a forma pode ser focada mesmo quando o foco central recai sobre o sentido. Barbiratto (2000/ 2001), por exemplo, sugere que a forma pode e deve ser abordada quando houver necessidade sinalizada pelos alunos e/ ou detectada pelo professor. Outros estudos contemporâneos versando sobre o ensino comunicativo, como o de Spada e Lightbown (2008), falam do foco na forma no ensino comunicativo de forma isolada ou integrada 11 . A instrução de formas-alvo de maneira isolada é aquela que ocorre separadamente das situações comunicativas de uso da língua, em preparação para elas ou depois delas, para abordar uma questão linguística em que os alunos encontraram dificuldades. Já a instrução com foco na forma de maneira integrada é aquela em que o professor chama a atenção do aluno para a(s) forma(s)-alvo durante as situações de comunicação em que o foco primário é o sentido, com pequenas explicações sobre a forma, como em um feedback de correção explícita da fala do aluno. Essas duas metodologias não
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A competência sociocultural no ensino de espanhol língua estrangeira a alunos portugueses (nível A1)

A competência sociocultural no ensino de espanhol língua estrangeira a alunos portugueses (nível A1)

No entanto, não se pretende que o aluno se adapte à cultura espanhola como se fosse um “camaleão” e se comporte em todas as situações como um membro da cultura espanhola se comportaria. Pretende-se que o aluno tenha o máximo de informação para que, de forma consciente, possa respeitar ou transgredir as pautas culturais estabelecidas. E, é bom não esquecer que os falantes nativos de uma língua tendem a ser muito indulgentes com os erros linguísticos cometidos por estrangeiros, mas julgam com muito menos benevolência os erros socioculturais, sobretudo se o nível linguístico do estrangeiro for elevado. A pessoa que age inadequadamente é normalmente julgada com severidade, e esse juízo é frequentemente alargado a todos os seus compatriotas. Por exemplo, os Espanhóis utilizam menos expressões de cortesia do que os Portugueses. Um espanhol que fale português, mas desconheça os códigos socioculturais portugueses, irá provavelmente pedir que lhe passem o sal, lhe dêem um copo de água ou seja lá o que for, sem utilizar a expressão “por favor” e sem agradecer uma vez recebido o objecto em questão. Rapidamente, esse espanhol será considerado mal- educado e daí a concluir que os Espanhóis são mal-educados apenas vai um passo.
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Competências e performance organizacional: um estudo empírico

Competências e performance organizacional: um estudo empírico

Partindo dos princípios da Visão da Empresa baseada em Recursos (VBR), o presente estudo examina a questão: “que recursos afetam a performance organizacional em uma dada situação, considerando a performance segundo as quatro perspectivas do modelo do balanced scorecard?” Na investigação, foi escolhida uma companhia de saneamento paranaense. Foram seguidos os procedimentos metodológicos: a) desenho da arquitetura de competências e recursos e de mapas causais percebidos; b) coleta das informações relevantes; c) análise fatorial para identificar fatores subjacentes que explicassem a maior parte da variância em cada perspectiva; d) análise de regressão para encontrar associações entre fatores e recursos; e) modelagem de equações estruturais para avaliar caminhos alternativos; f) análise de cluster para verificar como indicadores de recursos e performance se agrupam. Como variáveis independentes (recursos) o estudo focou nível de competência humana, satisfação dos funcionários, ativos, desempenho dos fornecedores e uma variável de controle, realização das previsões de demanda. Como variáveis dependentes, foram escolhidas: metas de água para processos internos, satisfação dos consumidores na perspectiva clientes, e metas de receitas e despesas na perspectiva financeira. Em geral, os recursos mostraram-se relacionados à performance, porém: a competência individual não demonstrou correlação com a performance; o mais forte efeito sobre a performance provém do acerto nas previsões de consumo; a satisfação dos empregados mostrou associação com processos internos, metas financeiras e satisfação do consumidor.
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Competência Emocional nos Enfermeiros

Competência Emocional nos Enfermeiros

personalizado e individual à família e utente pela equipa multidisciplinar que a integra. Neste primeiro contacto é necessário que os enfermeiros, bem como os restantes profissionais, estejam despertos para reconhecer emoções e sentimentos do utente e família que serão necessários para reconhecer as necessidades destes nas várias dimensões do ser humano, que vão para além das técnicas específicas de cada área profissional. O enfermeiro tem que estar atento aos canais verbais e não-verbais, às emoções e sentimentos envolvidos nas relações que se estabelecem com os utentes pois na maioria dos casos é de uma avaliação correta que depende o sucesso da intervenção que vai realizar. Como se comprova é crucial que o enfermeiro seja competente a nível emocional para atingir estes objetivos. Não irá conseguir estabelecer relação terapêutica, empática e de interajuda se não conseguir reconhecer e agir em conformidade com as emoções, sentimentos e atitudes do utente e família. Para conseguir levar a bom porto tão complexa intervenção tem que possuir um autoconhecimento e gestão das suas próprias emoções, e ter uma elevada motivação. Todos estes elementos em conjunto permitem uma intervenção global sobre e com o individuo a quem presta cuidados. Ao longo do internamento é feita uma avaliação multidisciplinar por forma a arquitetar o plano de necessidades do utente e família, definir as ações a mobilizar para satisfazer as mesmas e por fim avaliar mensalmente (e sempre que necessário) os resultados obtidos e se necessário redefinir objetivos. Para construir este plano de atuação torna-se evidente a necessidade de todos os técnicos possuírem literacia emocional para identificar, gerir as emoções que emergem desta relação com o utente e família, bem como as suas, permitindo o exercício da sua profissão com a melhor qualidade possível e com ganhos para ambas as partes envolvidas neste complexo processo.
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DESCRITORES EM CIÊNCIAS DA SAÚDE (DeCS): UM ESTUDO DE COMPATIBILIDADE SEMÂNTICA NA ÁREA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS :: Brapci ::

DESCRITORES EM CIÊNCIAS DA SAÚDE (DeCS): UM ESTUDO DE COMPATIBILIDADE SEMÂNTICA NA ÁREA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS :: Brapci ::

Nesse contexto, as características do conceito são sistematizadas por Dahlberg nas definições através das relações conceituais, que se apresentam no interior dessas definições. Assim, Dahlberg (1983) apresenta os principais tipos de relacionamentos conceituais, que são: relações hierárquicas, que explicitam o gênero próximo e característica específica; as relações partitivas, que evidenciam a relação entre um todo e suas partes e as relações funcionais, onde se apresentam características que identificam a função daquele conceito no interior do domínio em que ele é utilizado. Além destas, Dahlberg (1983) apresenta também as relações de equivalência que é estabelecida no nível da língua, ou seja, sinônimos e homônimos.
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Comportamentos e valores informacionais em uma empresa do setor de transporte aéreo brasileiro

Comportamentos e valores informacionais em uma empresa do setor de transporte aéreo brasileiro

O tema ‘comportamentos e valores informacionais em ambientes organizacionais’ abre caminhos para futuras pesquisas ligadas à gestão do conhecimento. Onde extrair e como sistematizar o conhecimento, como promover melhores práticas de lidar com a informação e incutir comportamentos e valores adequados em relação à informação em seus funcionários é o ponto crucial para aperfeiçoar a qualidade da informação, redefinir processos, inovar produtos e serviços. Em síntese, acredita-se que um nível elevado de orientação informacional resulta de uma postura gerencial adequada e peculiar sobre como conectar pessoas, informações e TI.
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Comportamentos e valores informacionais em uma empresa do setor de transporte aéreo brasileiro

Comportamentos e valores informacionais em uma empresa do setor de transporte aéreo brasileiro

No seu conjunto, os dados obtidos por meio da aplicação do questionário e das entrevistas, evidenciaram que alguns valores e comportamentos relacionados à informação são reconhecidos, apesar de estarem aquém do que ocorrem em uma organização com elevado nível de Orientação Informacional. Os resultados mais significativos revelam a predominância do controle da informação para auxiliar a gestão de pessoas, processos e fluxos de trabalho, seguida pelo compartilhamento e uso da informação, evidenciando que essas práticas devem ser aperfeiçoadas para auxiliar o alcance dos objetivos organizacionais. Outro aspecto relevante foi o baixo nível de integridade da informação e transparência quanto ao uso da informação, apontando a importância de se aprimorar os comportamentos e valores de seus colaboradores em relação à informação para atuarem na qualidade e confiabilidade das informações compartilhadas no âmbito organizacional. Merece destaque o fato de todos os gestores entrevistados considerarem a integridade da informação a base para a realização do trabalho em equipe em um nível de eficiência e qualidade.
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