Nível de divulgação voluntária

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Estudo da relação entre o governo das sociedades e a divulgação voluntária pelas empresas do PSI-20

Estudo da relação entre o governo das sociedades e a divulgação voluntária pelas empresas do PSI-20

A rejeição da hipótese 4 é consistente com o estudo empírico realizado em Portugal, de Sobreira (2010), uma vez que também não obteve uma relação estatisticamente significativa entre a participação no capital da empresa por parte dos gestores e o nível de divulgação voluntária. Este resultado contraria os pressupostos da teoria de agência defendida por Jensen e Meckling (1976) e Barros et al. (2013), que defendem que quanto maior for a detenção de capital pelos gestores, maior será a tendência para estes atuarem de acordo com os interesses dos shareholders, que se traduz num aumento de divulgação de informação, fundamental para reduzir os custos de monotorização dos acionistas e evitar os problemas de agência.
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Estudo sobre Variáveis Determinantes do Nível de Divulgação de Informações Voluntárias Ambientais

Estudo sobre Variáveis Determinantes do Nível de Divulgação de Informações Voluntárias Ambientais

Esta pesquisa teve como objetivo verificar as variáveis determinantes da divulgação voluntár ia de informações de caráter ambiental, de uma amostra de quarenta e sete companhias abertas listadas na B3 - Brasil Bolsa Balcão, e classificadas como de alto impacto ambienta l, evidenciadas nos Relatórios de Sustentabilidade e Relatório da Administração, correspondentes ao exercício social de 2013. A pesquisa é aplicada quanto à sua natureza; quantitativa, quanto à abordagem do problema; descritiva e explicativa, quanto ao seu objetivo e documental, quanto ao procedimento técnico utilizado. Na primeira parte da análise apresenta-se uma análise descritiva dos dados evidenciados pelas companhias, e na segunda parte, considerando os resultados de estudos precedentes e contribuições de especialistas, foram testadas onze variáveis consideradas como possíveis fatores determinantes desta divulgação, mediante a utilização de análise de regressão linear múltipla. O nível de divulgação voluntária ambienta l foi mensurado por meio de uma métrica contendo oito categorias e trinta e oito subcategorias, sugerida em estudo realizado por Rover, Borba e Murcia (2009). Os principais resultados obtidos no estudo indicam que as categorias mais evidenciadas pelas companhias se referiam aos impactos dos produtos e processos e às políticas ambientais. Tamanho da companhia, certificação ambiental e controle acionário foram confirmados como variáveis determina ntes do nível de divulgação voluntária ambiental das companhias da amostra.
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O alisamento de resultados e a divulgação voluntária da informação : estudo de caso para o Grupo Portucel – Soporcel

O alisamento de resultados e a divulgação voluntária da informação : estudo de caso para o Grupo Portucel – Soporcel

Fase ao índice ambiental vemos o maior pico de subida até 2005, que se deve ao facto de ser o primeiro ano de aplicação das IFRS, por isso houve a necessidade de aumentar o nível de divulgação voluntária de informação. Ao contrário, em 2007 observa-se o maior pico de descida, pela falta de divulgação de cinco itens, não havendo qualquer relação entre eles, no entanto, podemos afirmar que devido ao crescimento do Grupo, este deixou de ter a necessidade de criar novos modelos de outsourcing, porque tinha internamente pessoas e meios para substituir os serviços efetuados por contratos de outsourcing. Quanto ao cumprimento de todos os limites legalmente impostos nada nos é dito, mas, apesar de ser um item sem divulgação, podemos dizer que são cumpridos todos esses limites devido ao crescimento e sucesso que o Grupo Portucel – Soporcel tem apresentado anualmente. Sobre os materiais desperdiçados na produção de energia, apenas em quatro anos é divulgado informação sobre tal, no entanto, achamos que estes materiais são reaproveitados, porque o Grupo Portucel – Soporcel trabalha em função de reduzir energia pública, criando novos sistemas renováveis através da biomassa. Nos últimos anos, tem apresentado cada vez mais o cumprimento das regras e das leis que o ligam ao meio ambiental, onde obtém desde 2003 certificações organizacionais: ISSO 9001, ISSO 14001; OHSAS 1800. Outros itens tais como, conservação da biodiversidade, e principalmente informação sobre Sustentabilidade e desenvolvimento sustentável, têm vindo a ser divulgados cada vez mais pormenorizadamente o que nos permite terminar 2011 com um excelente crescimento .
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Explicações para a divulgação voluntária ambiental no Brasil utilizando a análise de regressão em painel.

Explicações para a divulgação voluntária ambiental no Brasil utilizando a análise de regressão em painel.

Watts e Zimmerman (1978) airmam que os auditores incor- rem em custos quando assinam contratos com novos clientes e, assim, tendem a inluenciar seus clientes a evidenciar o máximo de informação possível. Em alguns casos extremos, auditores também arcam com os custos da não divulgação de determinada informação, ou custos de litígios envolvendo a evidenciação adulterada das demonstrações contábeis. Logo, empresas de auditoria pertencentes ao grupo das Big Four (KPMG, Price- waterhouseCoopers, Deloitte Touche Tohmatsu e Ernst& Young) tendem a não associar-se a clientes com um nível baixo de evidenciação (AHMAD, HASSAN e MOHAMMAD, 2003). Para a variável auditoria, emprega-se uma variável binária, com valor igual a 1 caso a empresa tenha sido auditada por uma empresa pertencente ao grupo das Big Four e 0 em caso alternativo. As informações sobre essa variável foram obtidas no parecer dos auditores independentes das empresas.
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Divulgação voluntária da demonstração dos fluxos de caixa no mercado de capitais Brasileiro.

Divulgação voluntária da demonstração dos fluxos de caixa no mercado de capitais Brasileiro.

A partir do modelo de Verrecchia ( 1 990), Lang e Lun- dholm ( 1 992) incluem o peso dado pela fi rma às percep- ções dos outsiders. Essa variável é defi nida por ω, o qual varia entre o intervalo [0, 1 ]. Esses autores propõem que a variável c, custos de divulgação, seja dividida por ω. As- sim, quanto menor o peso dado pela fi rma às percepções dos seus outsiders, maior é o custo da divulgação. De acor- do com o modelo de Verrecchia (200 1 ), o nível de divul- gação está correlacionado negativamente com o custo de divulgação. Se o peso dado pela fi rma às percepções dos outsiders têm correlação negativa com o custo da divulga- ção, então, a seguinte hipótese pode ser elaborada:
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IVULGAÇÃO DEI NFORMAÇÃO NOSR ELATÓRIOSA NUAIS DEG ESTÃO DASS OCIEDADESC OTADAS EMB OLSA DE

IVULGAÇÃO DEI NFORMAÇÃO NOSR ELATÓRIOSA NUAIS DEG ESTÃO DASS OCIEDADESC OTADAS EMB OLSA DE

conformidade. Por um lado, como as expectativas do stakeholders são racionais, o gestor equaciona a decisão de reter ou não a informação; por outro lado, como as decisões do gestor também são racionais, os stakeholders calculam o peso da sua influência na decisão do gestor para reter informação. Assim, chega-se a um nível de equilíbrio em que a motivação do gestor para reter informação é consistente com a forma como os stakeholders interpretam essa ação. Mais tarde, Verrecchia (2001) descreve os modelos matemáticos que explicam a divulgação voluntária de informação baseada em associação, eficiência ou julgamento. Adicionalmente, Salotti & Yamamoto (2005) dizem que um indivíduo racional interpreta informação não divulgada como sendo informação não favorável. Não existindo custos associados à divulgação da informação, a empresa é incentivada ao full disclosure (revelação completa).
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A divulgação voluntária dos intangíveis e as imagens nos relatórios e contas : o caso da EDP - Energias de Portugal, SA

A divulgação voluntária dos intangíveis e as imagens nos relatórios e contas : o caso da EDP - Energias de Portugal, SA

54 Ao nível da regulamentação do sector de electricidade vários acontecimentos marcaram este período e com relevância para a empresa. Em 1996, foi aprovada por directiva comunitária a liberalização do mercado da electricidade a partir de 1999. Para o efeito, em 1997, nasceu em Portugal a comissão portuguesa para a regulação do sector de electricidade, cuja legislação daqui emanada é o instrumento de trabalho da EDP. O sistema eléctrico nacional passou a estar dividido em dois sistemas, o sistema eléctrico público e o sistema eléctrico independente (este último agregou os clientes não vinculados, tais como cogeradores e energias renováveis). Pela primeira vez, em 1999, são fixadas as taxas para os consumidores finais de electricidade, com a consequente redução das tarifas em 6,4%, e aos clientes, que consumiam mais de 30 GWh, foi dada a possibilidade de escolha do seu fornecedor de energia. Em 2002, a nova legislação deu a possibilidade de escolha do fornecedor de energia a todos os clientes de média, alta e muito alta tensão, o que representava à data um universo de 20500 clientes. A liberalização no segmento da baixa tensão ocorreu em Setembro de 2006.
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Fatores determinantes da divulgação voluntária de elementos intangíveis em período de crise financeira: o caso das empresas cotadas em bolsa em Portugal

Fatores determinantes da divulgação voluntária de elementos intangíveis em período de crise financeira: o caso das empresas cotadas em bolsa em Portugal

O objetivo desta dissertação é avaliar o nível de divulgação de informação voluntária sobre capital intelectual em Portugal, em contexto de crise financeira. Pretende-se ainda identificar os fatores explicativos desta divulgação.Tendo por base o modelo de capital intelectual de Sveiby (1997), foi feita uma análise de conteúdo aos relatórios e contas anuais de 53 empresas cotadas na Euronext Lisbon à data de 31 de Dezembro de 2013, onde se constatou a existência de divulgação voluntária de informação sobre capital intelectual. O nível de divulgação é similar ao verificado em estudos baseados em anos anteriores ao período de crise financeira em Portugal. Verificou-se que a natureza desta informação é predominantemente narrativa, o capital externo foi o mais divulgado, e o capital interno o menos divulgado. As variáveis estudadas foram a dimensão da empresa, concentração acionista, tipo de auditor, endividamento, tipo de setor económico, a rentabilidade, a dimensão do conselho de administração e a existência de comissão de auditoria. Numa análise bivariada conclui-se que as variáveis dimensão da empresa, dimensão do conselho de administração, comissão de auditoria têm uma relação positiva e significativa com a divulgação voluntária de informação sobre capital intelectual enquanto a concentração da estrutura acionista tem uma relação significativa mas negativa. Contudo, quando se consideram todas as variáveis numa análise multivariada, os resultados sugerem que a dimensão da empresa é o único fator explicativo da divulgação voluntária de informação sobre capital intelectual em Portugal, em período de crise financeira.
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pt 1808 057X rcf 28 74 00249

pt 1808 057X rcf 28 74 00249

Para a regressão em que os AD são a variável dependente, a única variável signii cativa é ALAV. Essa relação positiva e signii cativa sugere que as empresas com índices elevados de endividamento tendem a gerenciar seus resultados para mostrar lucros maiores. Por se tratar de uma função de nível-log, inalterados os demais fatores, o aumento de 10% na alavancagem não tem, em média, praticamente nenhum efeito no gerenciamento dos resultados. Esse resultado mostra que, embora signii cativo, o efeito econômico é bem pequeno. As demais variáveis não são signii cativas nem mostram coei cientes signii cativos. Esses resultados contradizem o pressuposto teórico de que essas variáveis deveriam ser incluídas no modelo e, consequentemente, infere-se que a divulgação voluntária não inl uencia as variações nos AD no mesmo período de tempo. A análise dos resultados para a regressão em que a divulgação voluntária (IDV) é a variável dependente mostra que, com exceção da variável de concentração acionária (DCON), as demais variáveis de controle são signii cativas em 1% ou 5%. A relação dessas variáveis condiz com o esperado.
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Contabilidade de instrumentos financeiros derivados: estudo empírico dos determinantes do nível de divulgação na Euronext Lisbon para o ano de 2010

Contabilidade de instrumentos financeiros derivados: estudo empírico dos determinantes do nível de divulgação na Euronext Lisbon para o ano de 2010

20 contraponto, este estudo responde a duas questões inter-relacionadas: as empresas divulgam em excesso face às exigências? E se sim, porquê? Este estudo teve por base empresas não financeiras cotadas no FTSE-100 que cumprem com o normativo internacional, nomeadamente a IFRS 7 – Financial Instruments: Disclosure. As empresas financeiras foram deliberadamente excluídas em virtude da complexidade dos derivados usados e dos contratos de cobertura que apresentam grande complexidade e volume de divulgações praticados. A escolha das empresas do FTSE-100 resulta de estas estarem expostas a um nível elevado de risco, além de utilizarem instrumentos financeiros derivados mais frequentemente e divulgam mais informação do que outras. Os autores encontraram evidências que as empresas fornecem informação para além dos requisitos das IFRS 7, admitem que há evidência de divulgação voluntária e que esta tem um valor incremental, mas geralmente existe uma finalidade subjacente a essa informação. Para os autores há evidência que corrobora a teoria da legitimação (Legitimancy Theory). Os autores encontraram evidência clara de divulgações acima do requerido pela IFRS-7 indicando uma estratégia de legitimação. Encontraram, também que não são esperadas grandes perdas reconhecidas nos activos e passivos financeiros classificados ao justo valor por resultados, que são explicadas pelas empresas em grande detalhe mais do que é requerido. Em linha com muitos estudos sobre divulgações, divulgações extra tem como objectivo proteger a reputação e legitimar as politicas, processos e práticas de gestão em vez de deliberadamente enganar os investidores.
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A divulgação voluntária de capital intelectual da Universidade do Minho

A divulgação voluntária de capital intelectual da Universidade do Minho

A partir de todas as fontes documentais utilizadas neste estudo, é possível concluir que se a UMinho seguisse as recomendações para a adoção de um sistema de relato de capital intelectual, esta facilmente se enquadrava no nível dois do modelo de maturidade. Isto porque divulga informação que satisfaz os propósitos internos e fornece também informação aos stakeholders, completando desta forma o nível 0 Recolha de dados. A UMinho divulga também um grande número de itens de capital intelectual que se enquadram nas melhores práticas, utilizando para o efeito a orientação estratégica e de planeamento, o que se encontra linhado com o nível 1 consciencialização sobre o capital intelectual no modelo de maturidade. No entanto, através do estudo efetuado não é possível afirmar que todas as fases do nível 2 Monitorização e ajustamento do sistema estão concluídas, apesar de se verificar que um elevado número de indicadores de capital intelectual propostos no modelo de maturidade são divulgados.
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Divulgação de informação sobre capital intelectual em Portugal: nível de divulgação e factores determinantes

Divulgação de informação sobre capital intelectual em Portugal: nível de divulgação e factores determinantes

Os relatórios financeiros anuais servem como uma representação largamente aceite da divulgação voluntária de informação proporcionada pelas empresas. O relatório de gestão é o documento mais completo disponibilizado ao público e por isso o principal veículo de divulgação. Questões importantes são caracterizadas, relatadas e discutidas e questões menores são ignoradas ou relegadas para secções menos importantes do relatório. Existe um considerável suporte dentro da literatura de contabilidade, da análise de práticas de relato utilizando os relatórios anuais (por exemplo Gray et al., 1995). Campbell (2000) sugere que os relatórios anuais são os documentos mais amplamente distribuídos publicamente de entre todos os documentos produzidos por uma organização. Para Guthrie e Petty (2000) os relatórios anuais são a mais útil fonte de informação, uma vez que os gestores das empresas geralmente assinalam o que é importante através deste mecanismo de relato. É o principal documento de relato e todos os outros relatórios financeiros são, de alguma forma, subsidiários ou complementares àquele. É possível que outros canais como notícias na televisão ou nos jornais sejam utilizados para proporcionar alguma informação, no entanto, o relatório de gestão é o principal foco no índice de divulgação voluntária de informação uma vez que é basicamente assumido como o mecanismo mais importante para transmitir informação.
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DANIEL MAIA OLEGARIO AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE DISCLOSURE DOS RELATÓRIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE EMPRESAS BRASILEIRAS

DANIEL MAIA OLEGARIO AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE DISCLOSURE DOS RELATÓRIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE EMPRESAS BRASILEIRAS

Considerando a prática da divulgação voluntária de informações socioambientais, o presente estudo tem como propósito analisar os relatórios de sustentabilidade das 10 maiores empresas brasileira de capital aberto, segundo a Revista Forbes no ano de 2011, a partir das diretrizes da GRI, versão “G3” e utilizando os cálculos do GAPIE e do GEE. O primeiro foi criado a partir de estudos de Dias (2006), para averiguar se as empresas estão cumprimento as determinações da GRI, já que afirmam elaborar relatórios de sustentabilidade seguindo tal modelo. Já a segunda, foi elaborado por Carvalho em 2007, e trata do nível de informação apresentado ao usuário pela empresa em comparação com o potencial fornecido pela GRI.
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Fatores Determinantes da Divulgação de Informações Voluntária Social: Evidências Empíricas no Brasil

Fatores Determinantes da Divulgação de Informações Voluntária Social: Evidências Empíricas no Brasil

Os gestores que têm o conhecimento necessário para fazer uma empresa rentável, também possuem o conhecimento e a compreensão sobre sua responsabilidade social. Além disso, essas empresas teriam mais recursos para investir em ações de responsabilidade social. Sendo assim, a hipótese “rentabilidade” verificou se as empresas que apresentam maior rentabilidade divulgam mais informações voluntárias de natureza social do que as empresas com nível mais baixo de rentabilidade. Os resultados descritos na Ta- bela 4 mostraram uma significância (p-value = 0.0180) negativa entre o índice de divulgação voluntária social e a rentabilidade das empresas, o que significa dizer que quanto mais rentável é a empresa, menos ela será propensa a divulgar informações sociais. Esse resultado pode ser um indicio que as empresas uti- lizam a divulgação voluntária social para amenizar os reflexos da baixa rentabilidade.
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Determinantes da divulgação voluntária do relatório de sustentabilidade nas empresas de energia elétrica e de telecomunicações listadas na BM&FBOVESPA

Determinantes da divulgação voluntária do relatório de sustentabilidade nas empresas de energia elétrica e de telecomunicações listadas na BM&FBOVESPA

Por sua vez, Jensen e Meckling (1976), Clarkson, Li, Richardson e Vasvari (2008) e Murcia e Santos (2009) afirmam que as informações voluntárias por parte das empresas são fornecidas aos credores para testemunhar a precisão e a exatidão de tais relatórios. De forma complementar, Ahmed e Nicholls (1994) enfatizam que as empresas com maiores níveis de endividamento são monitoradas de forma mais rígida pelas instituições financeiras, estando sujeitas a divulgar maior quantidade de informações do que as empresas com menores níveis de endividamento. Dessa maneira, pode-se aferir que quanto maior o nível de endividamento da empresa, maior a divulgação voluntária de informações para causar interpretações positivas na análise dos usuários, principalmente de seus credores. Essa relação foi verificada no estudo recente de Rufino e Monte (2014), que constatou que o endividamento das empresas constitui um dos fatores que influencia positivamente a divulgação de informações voluntárias pelas empresas.
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FATORES DETERMINANTES DA DIVULGAÇÃO VOLUNTÁRIA DE INFORMAÇÕES AMBIENTAIS NOS RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE DAS EMPRESAS COM ATIVIDADES EXTRATIVISTAS LISTADAS NA BMFBOVESPA

FATORES DETERMINANTES DA DIVULGAÇÃO VOLUNTÁRIA DE INFORMAÇÕES AMBIENTAIS NOS RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE DAS EMPRESAS COM ATIVIDADES EXTRATIVISTAS LISTADAS NA BMFBOVESPA

Este estudo tem como objetivo principal a identificação dos fatores determinantes da divulgação voluntária ambiental pelas empresas com atividades extrativistas listadas na BM&FBOVESPA. Para tanto, foram selecionados alguns subsetores, considerando sua classificação interna. Após os filtros, a amostra de estudo foi composta por 33 empresas. O estudo tomou como base a análise dos Relatórios de Sustentabilidade (RS) do período de 2014 e 2015, identificando nos mesmos a divulgação dos indicadores essências do GRI (Global ReportingInitiative), em sua versão G3.1. Na sequência, tais informações evidenciadas foram relacionadas com cinco hipóteses norteadoras, baseadas nas variáveis tamanho, rentabilidade, endividamento, índice de sustentabilidade e governança corporativa. Pelo coeficiente de correlação de Spearman, buscou-se evidenciar o nível de disclosure ambiental com as hipóteses levantadas, confirmando assim alguns determinantes e invalidando outros. Foi feito uma breve análise descritiva de informações que cada subsetor apresentou e a variação do nível de divulgação de um ano para outro, 2014 e 2015, de cada empresa,sendo possível concluir que o subsetor de “Madeira e Papel” foi o que mais divulgou informações ambientais no RS nos dois anos, e os subsetores de “Mineração” e “Siderurgia e Metalurgia” os que menos divulgaram nos anos de 2014 e 2015, respectivamente. Além disso, pode-se concluir que rentabilidade, índice de sustentabilidade e governança corporativa foram fatores determinantes do nível de divulgação ambiental, ficando o tamanho como um fator moderado e o endividamento como um fator negligenciável.
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Divulgação voluntária da informação na web do sistema privado de saúde

Divulgação voluntária da informação na web do sistema privado de saúde

Pretende neste subcapítulo evidenciar quais as acções de RS que uma empresa deverá ter em consideração a nível interno. Assim segundo Rocha (2009) no que concerne aos recursos humanos, há preferência por trabalhadores qualificados, proporcionar aos trabalhadores um bom equilíbrio entre as actividades profissionais, família e tempos livres, igualdade em termos de remuneração e em termos de perspectiva na carreira independentemente do género. Programas de formação e incentivo à aprendizagem dos trabalhadores ao longo da vida. Promover a formação e práticas relacionadas com higiene e segurança no trabalho. Quando existe reestruturações de empresas e fusões que implica a redução de trabalhadores, deverá ter-se em consideração a salvaguarda dos direitos dos trabalhadores e ponderar todas as formas alternativas que permitam reduzir os despedimentos e garantir a reinserção profissional.
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A divulgação de informação do Goodwill pelas empresas cotadas na bolsa de valores portuguesa: análise das divulgações nas contas consolidadas

A divulgação de informação do Goodwill pelas empresas cotadas na bolsa de valores portuguesa: análise das divulgações nas contas consolidadas

Já Fernandes et al. (2013) alargaram o âmbito da sua pesquisa ao aferir o nível de divulgação e os fatores explicativos e influenciadores em três matérias, nomeadamente ativos intangíveis, CAE’s e goodwill, conforme as exigências de divulgação das IAS 38 – Intangible Assets, IAS 27 –Consolidated and Separate Financial Statements e IFRS 3, numa amostra constituída por 51 empresas cotadas no mercado bolsista português, Euronext Lisbon, para o exercício de 2010. Os autores observam que das três categorias em análise, o goodwill é a categoria que apresenta a maior taxa de não divulgação (15,69%) e que a categoria dos ativos intangíveis é a mais divulgada, apresentando um nível e divulgação de 96,8%. Ao considerarem apenas as empresas que divulgam a informação, os autores verificam que estas não cumprem todos os requisitos exigidos pelas normas anteriormente mencionadas. Todavia, apresentam níveis de divulgação acima dos 50%. Quanto aos fatores explicativos do nível de informação divulgada sobre as três categorias, este é maior nas empresas de maior dimensão. Portanto, a dimensão da empresa possui uma associação positiva. Constata-se ainda que fatores como o tipo de setor, o leverage e o facto de a empresa ser auditada por uma Big4 apresentam uma associação negativa com o nível de divulgação.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO – FEACCS DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Giovanna Gabrielle Costa Santos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO – FEACCS DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Giovanna Gabrielle Costa Santos

O presente estudo tem por objetivo investigar o nível de atendimento dos itens de divulgação exigidos pelo CPC 15 (R1) pelas empresas que realizaram operações de fusões e aquisições (F&A) no ano de 2012, presentes na listagem fornecida pela Associação das Entidades de Mercado Financeiros e de Capitais (ANBIMA) e que possuem suas ações listadas na BM&FBovespa. Estudo descritivo quanto aos objetivos, de natureza qualitativa e realizado por meio de procedimento documental, com uma amostra composta por 23 operações que envolveram 16 companhias de capital aberto. Foram examinados por meio da técnica de análise de conteúdo os Formulários Cadastrais, Formulários de Referência, Demonstração do Resultado do Exercício e Notas Explicativas das empresas referentes ao exercício de 2012. Do estudo qualitativo se pode depreender que: (i) todas as empresas adquirentes são de grande porte, a maioria pertence aos setores Financeiros e outros e Consumo não cíclico da BM&FBovespa e possuem um grau de internacionalização médio, medido pela razão entre o valor das receitas externas e o valor da receita total, de 13,08%; (ii) as empresas adquiridas seguem o mesmo perfil setorial das suas adquirentes; (iii) o nível médio de atendimento dos requisitos de divulgação do CPC 15 (R1) pelas empresas é de 35,97%, no geral, e de 48,66% considerando as 17 operações com divulgação nas notas explicativas; (iv) o controle acionário e o setor de atuação podem ser indicativos da realização de F&A e do nível de disclosure da empresa.
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CARACTERÍSTICAS DETERMINANTES NO NÍVEL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO EM RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE DE EMPRESAS BRASILEIRAS

CARACTERÍSTICAS DETERMINANTES NO NÍVEL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO EM RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE DE EMPRESAS BRASILEIRAS

E ainda, evidenciou-se que as empresas que possuem certificação ambiental apresentam maiores índices de divulgação de informações sobre sustentabilidade, apoiando os resultados das pesquisas de Domench e Dallo (2001) e Sumiani et al. (2007). A obtenção de uma certificação a partir da adoção de determinada norma representa que a empresa reconhece os parâmetros ambientais a serem seguidos e possui o diagnóstico da sua atual situação, comprometendo-se com a melhoria; desse modo, aquelas empresas certificadas tendem a estar em um patamar superior às demais.

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