Núcleo de desertificação

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DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL EM MICROBACIA HIDROGRÁFICA LOCALIZADA EM UM NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO

DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL EM MICROBACIA HIDROGRÁFICA LOCALIZADA EM UM NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO

As pressões antrópicas no núcleo de desertificação do Seridó, região que nas ultimas décadas vem passando por consideráveis transformações socioeconômicas, tem se originado do setor mineral. Segundo Morais et. al. (2010) nas ultimas décadas do século XX, a região passou por um processo de reestruturação socioespacial, redefinindo seu perfil populacional e econômico, que se apresenta, atualmente, como predominantemente urbano/terciário. Neste contexto, estabeleceu-se a coexistência entre antigas e novas economias, destacando-se a produção ceramista que obteve significativo crescimento, apesar de ser extremamente danosa ao meio ambiente. Atualmente a região conta com mais de 60 cerâmicas instaladas, sendo protagonista da produção ceramista no estado e consequentemente responsável pela ampliação do fenômeno da desertificação na região (COSTA et. al. 2009; LIMA & LIMA, 2009; MORAIS ET. AL. 2009), Currais Novos (um dos seis municípios localizados neste núcleo de desertificação) tem se destacado como a cidade de maior território e população afetada por este impacto. Como alternativa para entender como está se processando tal impacto, dentre os prováveis métodos que possam ser utilizados, Canter (1998:75) apresenta a Matriz de Leopold, elaborada na década de 1970 por Luna Leopold (e equipe), como um dos principais métodos voltados para análise de impacto ambiental. Rocha (1997) a partir de uma adaptação da matriz de Leopold (TORRES ET. AL., 2009: 60) elaborou um método caracterizado por analisar tanto os aspectos socioeconômicos (com 88 indicadores e pesos de 1 a 12), quanto a análise dos aspectos relacionados à poluição direta do meio ambiente (com 21 indicadores e pesos de 1 a 2). Em ambas as matrizes, posterior à introdução dos pesos, é aplicada a equação da reta (transformando os resultados em dados quantitativos) (ROCHA & KURTZ, 2007). Com base no referido, embora tal método venha sendo usado com sucesso na análise ambiental em diversas bacias hidrográficas pelo país (BARACUHY, 2001; MENDOÇA, 2005; TORRES ET. AL., 2007; TORRES ET. AL., 2008; TORRES ET. AL., 2009; FRANCO ET. AL., 2005; PEREIRA E BARBOSA, 2009), praticamente não se tem relatos da sua introdução em análise de microbacia localizada em um núcleo de desertificação.
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Caracterização de solos no núcleo de desertificação de Gilbués, Piauí, Brasil, e sua relação com os processos de degradação

Caracterização de solos no núcleo de desertificação de Gilbués, Piauí, Brasil, e sua relação com os processos de degradação

Os perfis P3 e P4, mais degradados e erodidos, também são os mais incipientes, com menor densidade de cobertura vegetal e com relevo mais frágil, devido à maior declividade e dissecação. Como fragilidade litológica apresentam os folhelhos (Figura 3L) com mineralogia 2:1 expansível (Sgarbi, 1991) e a consistência muito friável. Todos os perfis tem predomínio de argila de alta atividade e alta relação silte/argila na maior parte do perfil de solo, indicadores do baixo grau de intemperismo dos solos (Santos et al., 2018) e de fragilidade (Tricart, 1977; Clemente et al., 2009; Ferreira et al., 2011). O conjunto desses fatores explica o alto grau de degradação dos solos no núcleo de desertificação de Gilbués.
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ASPECTOS AMBIENTAIS DAS ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À DESERTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS SOCIOAMBIENTAIS DO NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO DO SERIDÓ DO RIO GRANDE DO NORTE (RN) E PARAÍBA (PB)

ASPECTOS AMBIENTAIS DAS ÁREAS SUSCEPTÍVEIS À DESERTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS SOCIOAMBIENTAIS DO NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO DO SERIDÓ DO RIO GRANDE DO NORTE (RN) E PARAÍBA (PB)

O Panorama de Desertificação do Rio Grande do Norte afirma que o enquadramento do Seridó potiguar como núcleo de desertificação deve-se ao fato de que quase toda essa região fitogeográfica vem sendo submetida a intensos processos de prospecção mineral, a uma forte exploração de argila em solos aluviais e exploração da vegetação nativa para abastecer a indústria local, principalmente as cerâmicas. Este conjunto de atividades constitui os principais vetores para a desertificação dessa área. Estas atividades, aliadas a condições climáticas, onde predominam baixa pluviosidade, altas temperaturas e evapotranspiração potencial acentuada, condições de solos rasos, com pouca capacidade de retenção de umidade, tornam o Seridó um dos exemplos mais graves da desertificação no Nordeste (MMA & SERHID, 2005 ).
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ÁREAS PRIORITÁRIAS A CONSERVAÇÃO EM FUNÇÃO DA DECLIVIDADE EM NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO

ÁREAS PRIORITÁRIAS A CONSERVAÇÃO EM FUNÇÃO DA DECLIVIDADE EM NÚCLEO DE DESERTIFICAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO

75 Áreas de Uso Restrito (AUR) que visam a conservação dos solos por meio do uso de boas práticas agronômicas de produção sustentável. Neste sentido, o objetivo deste estudo foi mapear as AUR, em função da declividade, do núcleo de desertificação de Gilbués, Piauí. A delimitação destas áreas de encostas, ocorreu em concordância com o novo Código Florestal Brasileiro (CFB) e realizada com auxílio do Software ArcGIS 10.0, pelo uso de imagens da base SRTM no formato raster para compor o Modelo Digital de Elevação Hidrologicamente Consistente (MDEHC). Quantificou-se 19,5 km² de sítios classificados como AUR em Gilbués, que merecem atenção quanto à forma de uso segundo o CFB, como forma de evitar agravamento de processos de degradação. A delimitação da categoria AUR é simples quanto à entrada de dados e processamento, além de servir para fins de fiscalização ambiental no âmbito municipal e em práticas de ordenamento territorial.
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Banco de sementes no solo em uma área de caatinga em regeneração, Núcleo de Desertificação de Irauçuba, Ceará.

Banco de sementes no solo em uma área de caatinga em regeneração, Núcleo de Desertificação de Irauçuba, Ceará.

Mamede e Araújo (2008) encontraram um índice de diversidade de 3,22 em uma caatinga em pousio a cerca de vinte anos, valor este acima dos encontrados neste estudo, visto tratar-se de uma área em processo de desertificação. Nas áreas 1 e 3 os índices de diversidade, de riqueza e equabilidade calculados, apresentam-se maiores nas parcelas experimento que nas parcelas controle, fato que mostra a regeneração na área isolada da atividade agropastoril. Embora, Sampaio e Salcedo (1997) tenham registrado que a caatinga recupera 90% da biomassa em até 15 anos, o longo histórico de uso na área de desertificação de Irauçuba associado à ausência de fragmentos de vegetação nas proximidades das parcelas em pousio dificulta a regeneração da vegetação, refletida na baixa diversidade do banco de sementes no solo, quando comparado com áreas de caatinga estudadas por Mamede e Araújo (2008).
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Alterações de atributos de solos submetidos ao pousio em núcleo de desertificação

Alterações de atributos de solos submetidos ao pousio em núcleo de desertificação

Devido à abrangência e significância do assunto, no debate ocorrido na 2 a Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), realizada na Alemanha, chegou-se à conclusão que o custo de não se fazer nada para combater a desertificação é maior do que o da ação. Apenas a degradação do solo custa à comunidade internacional aproximadamente 490 bilhões de dólares por ano, valor bastante elevado que poderia ser gasto com ações para evitar e neutralizar o problema, já que ameaça um terço da superfície terrestre e a subsistência de mais de 1,2 bilhão de pessoas (REGO, 2013).
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Análise da degradação da caatinga no núcleo de desertificação do Seridó (RN/PB).

Análise da degradação da caatinga no núcleo de desertificação do Seridó (RN/PB).

A condição de aridez associada à pressão antrópica resulta em áreas de degradação extrema, conhecidas como núcleos de desertificação. No núcleo do Seridó a antropização é caracterizada por queimadas, cultivo do algodão no passado, pastoreio e exploração de lenha, que alteraram a composição florística e a estrutura da vegetação potencial. Com este estudo se objetivou identificar níveis de degradação na caatinga arbóreo-arbustiva do Seridó, por meio de técnicas multivariadas que envolveram variáveis do ambiente físico, da florística, fitofisionomia e diversidade da vegetação. O inventário florístico e fitossociológico foi realizado em 16 fragmentos, pelo método Ponto-Quadrante, com a inclusão de plantas com diâmetros no nível do solo 1 cm e altura > 1 m, totalizando 3472 indivíduos, que foram identificados em 15 famílias, 24 gêneros e 31 espécies. As famílias Euphorbiaceae, Mimosaceae, Apocynaceae e Caesalpinaceae apresentaram maiores VI, assim como as espécies Croton hemiargyreus, Aspidosperma pyrifolium, Mimosa hostilis, Caesalpinia pyramidalis e Jatropha mollissim a. Os resultados mostraram que a degradação dos fragmentos está associada às condições ambientais mais favoráveis, o que indica causa antró- pica da degradação.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO SOLO PAULO RAFAEL BENÍCIO PINHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO SOLO PAULO RAFAEL BENÍCIO PINHO

A aplicação do sensoriamento remoto para identificação de áreas desertificadas ou em processos de desertificação tem tomado força à medida que aumenta a necessidade de alimentos e decaem as áreas aptas ao plantio. Bom exemplo de áreas que perderam a capacidade produtiva é o Núcleo de desertificação de Irauçuba localizado no sertão Norte do estado do Ceará. Neste trabalho foi realizado a análise das variáveis, cobertura vegetal e Granulometria do solo representadas pelos NDVI e TGSI respectivamente, comparando áreas em processo de desertificação com área não desertificada, sendo esta a Floresta Nacional de Sobral. Utilizando imagens obtidas através do satélite Landsat 5 por meio da plataforma United States Geological Survey para aquisição das cenas sendo projetadas pelo software Envi 4.8 concluiu-se que apenas dois índices não são capazes de definir o estado de desertificação de uma área. Pode-se inferir que a Floresta Nacional de Sobral se encontra em estado parecido com uma área dentro do Núcleo de desertificação, sofrendo com escassez de cobertura vegetal, o que pode ocasionar danos irreversíveis a área.
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ao processo de desertificação no Núcleo dos Sertões dos Inhamuns: o caso da subbacia do riacho do Urubu – Mucuim – Arneiroz – CE

ao processo de desertificação no Núcleo dos Sertões dos Inhamuns: o caso da subbacia do riacho do Urubu – Mucuim – Arneiroz – CE

As bacias hidrográficas são áreas de relevância significativa para estudos geográficos por testemunharem as dinâmicas, atuais e pretéritas, da paisagem, por abrigarem vasta biodiversidade e por serem áreas preferencialmente de desenvolvimento das sociedades, contribuindo para atividades socioeconômicas e culturais. Devido a estas potencialidades, os usos feitos, em alguns casos, não condizem com a capacidade de suporte, resultando em problemas ambientais. A desertificação é a degradação da qualidade dos recursos naturais e das condições socioeconômicas nas terras secas. Esse processo de degradação tem níveis de atuação. As áreas do território brasileiro que possuem maiores níveis de degradação são denominadas de Núcleos de Desertificação. A presente pesquisa foi desenvolvida na sub-bacia hidrográfica do riacho do Urubu-Mucuim que possui uma área de 310, 771km², no município de Arneiroz, localizado na porção sudoeste do Estado do Ceará, no Núcleo de Desertificação dos Sertões dos Inhamuns, tendo o objetivo de analisar a atuação da desertificação sobre esta sub-bacia. A metodologia utilizada foi a dos Sistemas Ambientais com a aplicação dos Indicadores Geobiofísicos, que contribuíram para entender o nível de desertificação existente. Para subsidiar esta análise, também foram utilizadas como técnicas o trabalho de campo, a aplicação de entrevistas e a Cartografia, que contribuíram na confecção dos mapas que possuem escalas de 1:100.000 e 1:150.000, as imagens de satélites utilizadas para o mapeamento foram Landsat 8 e Rapideye. A área estudada está susceptível a atuação da desertificação, pode-se perceber que as características geoambientais e os intensos usos feitos pelas comunidades contribuem com o quadro degradação. Porém em algumas áreas os programas assistencialistas atenuam os processos de degradação ambiental, havendo a necessidade de políticas de uso racional dos recursos naturais para mitigar e conviver com a problemática da desertificação.
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Open Análise do processo de degradaçãodesertificação na bacia do Rio TaperoáPB através de indicadores e

Open Análise do processo de degradaçãodesertificação na bacia do Rio TaperoáPB através de indicadores e

avanço do processo de desertificação. Carvalho (2007) avaliaram a desertificação no Sudoeste do Estado do Piauí-PI, concluindo que as imagens Landsat foram eficientes para detectar uma tendência ao aumento de áreas degradadas. Costa et. al. (2001) mapearam a fitomassa da caatinga do núcleo de desertificação do Seridó através de técnicas de processamento digital de imagens, obtendo como resultado o diagnóstico da distribuição do estoque de biomassada da caatinga. Sá et al. (2013) mapearam a cobertura vegetal da porção semiárida da Paraíba por meio de imagens do sensor ETM+ da série Landsat 5 e 7, constatando que do ponto de vista da Cobertura vegetal, observa-se que a classe de sensibilidade à desertificação moderada tem maior expressão em área que as demais coberturas. Francisco (2013) fez uso de imagens Landsat para determinação de um modelo estimativo da degradação da paisagem e assim mapear a degradação das terras da bacia hidrográfica do rio Taperoá. Oliveira-Galvão (2001) identificou diferentes níveis de susceptibilidade ambiental à desertificação, na porção semiárida do nordeste brasileiro, estabelecendo que os produtos dos sensores remotos
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Degradação Ambiental em Gilbués, Piauí

Degradação Ambiental em Gilbués, Piauí

Este artigo tem como objetivo fornecer uma panorâmica acerca das condições ambientais e socioeconômicas da região de Gilbués, no sudoeste piauiense. Considerado oficialmente como um “núcleo de desertificação”, Gilbués, apresenta intensa degradação dos seus solos, decorrente principalmente, da forte erosividade das chuvas locais e da erodibilidade de seus solos. Do ponto de vista climáti- co diferencia-se da região semi-árida, por apresentar valo- res de índice de aridez e variabilidade interanual das chu- vas inferiores aqueles da região semi-árida. Área de inten- sa morfogênese natural tem, historicamente, a pecuária extensiva como principal atividade econômica, associada à mineração de artesanal de diamante, ambas desenvolvi- da de forma predatória. Espera-se que as informações aqui apresentadas possam subsidiar futuras pesquisas na re- gião.
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Participação pública em programas ambientais :um estudo em área suscetível à desertificação no Estado do Rio Grande do Norte

Participação pública em programas ambientais :um estudo em área suscetível à desertificação no Estado do Rio Grande do Norte

A degradação dos recursos naturais e suas conseqüências para a vida da sociedade têm gerado inúmeras discussões a respeito dos métodos de avaliação e gestão ambiental e dos meios disponíveis para amenizar os efeitos das ações do homem sobre o meio-ambiente. Entre essas ações está a de incentivar a participação da comunidade no processo de execução de programas ambientais, considerando representantes de governo e empresas ou moradores de determinadas localidades como atores sociais. Dentro desse contexto, este trabalho teve como objetivo a investigação da participação pública em programas ambientais voltados para as áreas suscetíveis à desertificação, especificamente em Parelhas/RN. A escolha deste município se deu em virtude da sua inserção em área denominada como núcleo de desertificação, ou seja, região com degradação de terras fruto de variações climáticas ou de atividades humanas. Sendo assim, a pesquisa em questão, do tipo descritivo e exploratório, teve como instrumento o questionário do tipo estruturado, aplicado a uma amostra de 223 pessoas de uma população de 11.068 habitantes acima de 20 anos de idade. Os dados foram tabulados a partir do Programa Statistics for Windows e posteriormente interpretados com base no referencial teórico acerca do tema. Como resultado, corroborando com a literatura da área, tem-se que a participação da comunidade em qualquer tipo de ação ou debate a respeito de questões ambientais tem associação com percepção e conhecimento acerca dos problemas. Apesar dos entrevistados acreditarem na responsabilidade das indústrias de cerâmica em causar problemas ambientais, também acreditam que os benefícios trazidos pelo setor superam tais problemas.
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Predisposição à desertificação no núcleo Seridó (RN  Brasil): geoecologia de paisagens semiáridas

Predisposição à desertificação no núcleo Seridó (RN Brasil): geoecologia de paisagens semiáridas

São nítidas as lacunas ainda existentes sobre o fenômeno da desertificação, em paralelo ao crescente quadro de degradação ambiental e em associação à instabilidade geoambiental (vocação ecológica) do semiárido brasileiro. Nesse contexto, destaca-se o núcleo de desertificação do Seridó como área-piloto de análise de uma possível predisposição geoecológica. Como objetivos específicos destacam-se a identificação dos sistemas geoambientais do Seridó; a caracterização da estrutura superficial de paisagens regionais; a identificação de indicadores potenciais ecodinâmicos e de predisposição à desertificação; e a proposição de ações e alternativas para o planejamento ambiental regional. Para tanto, são bases metodológicas dessa pesquisa, o estudo da paisagem a partir das abordagens geossistêmica, da geoecologia da paisagem e da ecodinâmica de modo organizados e adaptados de acordo com os níveis deà a aliseà geo o fol gi aà p opostosà po à á “a e à à – com base na compartimentação topográfica, estrutura superficial e fisiologia da paisagem. Entre os resultados obtidos verificou-se uma interessante dialogicidade e correlação dos elementos físico-naturais, a partir de diferentes escalas (global, regional e local), de modo então associados à certa predisposição à desertificação. Esse decorrente, sobretudo, de uma interessante espacialização dos fatores geoambientais. Em escala regional, os componentes climáticos e morfotectônicos atuariam como importantes aspectos controladores e, em escala local, esses se refletiriam em padrões fitossociológicos.
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Indicadores de Degradação Ambiental  Desertificação no Município de Parambu  CE

Indicadores de Degradação Ambiental Desertificação no Município de Parambu CE

O processo de desertificação vem avançando gradualmente ao longo dos anos em vários municípios do semiárido brasileiro. Vários esforços vêm sendo feitos no sentido de diagnosticar essas áreas e procurar as melhores formas de mitigação desse problema. A presente pesquisa foi desenvolvida no município de Parambu- CE, localizado na região sudoeste do estado do Ceará, em região periférica ao núcleo de desertificação dos Inhamuns. O objetivo geral foi Realizar uma compartimentação dos sistemas ambientais do município de Parambu, estabelecendo, por meio de indicadores, o grau de suscetibilidade à degradação ambiental/desertificação dos variados compartimentos encontrados. Para realização da pesquisa, o método utilizado foi a análise ambiental integrada, à luz das teorias geossistêmica e ecodinâmica. Dessa forma, foram realizados estudos setoriais e integrados do ambiente, de forma a delimitar, através de indicadores biogeofísicos (IGBDs), índices de suscetibilidade à degradação ambiental / desertificação, do ambiente no recorte estudado. A partir da metodologia adotada, foram delimitados oito sistemas ambientais, sendo eles: Sertão de Cana Brava; Sertão do Puiú; Sertão de Cococi; Planície Ribeirinha; Reverso Imediato do Planalto da Ibiapaba; Reverso Seco do Planalto da Ibiapaba; Cristas Residuais e Agrupamentos de Inselbergs; e Tabuleiros Interiores. O sistema ambiental Cristas Residuais e Agrupamentos de Inselbergs, apresentou um índice de suscetibilidade à degradação ambiental/ desertificação muito alto; o Sertão do Puiú apresentou alta suscetibilidade; Sertão de Cana Brava apresentou moderada suscetibilidade; o Sertão de Cococi, baixa; o Reverso Imediato, e o Reverso Seco do Planalto da Ibiapaba apresentaram ambos, muito baixa suscetibilidade.
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P ERCEPÇÃO DO TERMO D ESERTIFICAÇÃO NAC OMUNICAÇÃO

P ERCEPÇÃO DO TERMO D ESERTIFICAÇÃO NAC OMUNICAÇÃO

Depois de recolhida a informação para a base de dados, e em relação à localização de áreas afectadas pela desertificação referidas nas notícias, foi posteriormente criada uma base de dados geográfica recorrendo ao software da ESRI, ArcGIS 9.3. No ArcCatalog foi feita uma Personal GeoDatabase em que foram inseridas as Cartas Administrativas Oficiais de Portugal (CAOP), de Portugal Continental, Arquipélago dos Açores e Arquipélago da Madeira, do Instituto Geográfico Português (IGP). Devido ao facto de as Cartas estarem por defeito à escala da Freguesia, houve a necessidade de criar novas cartas a diferentes escalas, nomeadamente à escala do Concelho, Distrito, NUTS II, NUTS III, através da ferramenta Dissolve, que permite unir áreas distintas numa área única com base num atributo à escolha. Depois de efectuada esta tarefa foram adicionados novos campos à tabela de atributos, referentes à informação por ano e por tema, para cada uma das cartas (A NEXO II).
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Dinâmicas territoriais em espaços transfronteiriços : Terras de Bouro (Portugal) e Lóbios (Espanha)

Dinâmicas territoriais em espaços transfronteiriços : Terras de Bouro (Portugal) e Lóbios (Espanha)

desertificação humana e, mais importante, revestindo-se numa acção fulcral de fixação dos jovens. Encarado como potencial impulsionador de desenvolvimento rural, o sector turístico, no [r]

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AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL À DESERTIFICAÇÃO NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, BRASIL

AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL À DESERTIFICAÇÃO NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, BRASIL

Ainda, a susceptibilidade à desertificação de uma de- terminada área pode variar de “muito alta” a “mode- rada”, conforme variação do IA de 0,20 a 0,65, respec- tivamente. Quanto mais seca a localidade e maior for a demanda descontrolada por recursos naturais, maior será a sua susceptibilidade à desertificação. O IA classi- fica o clima de uma região conforme a Tabela 1. Atendendo ao compromisso básico dos países signatá- rios da UNCCD, em 2004 o Brasil elaborou o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mi- tigação dos Efeitos da Seca (PAN-Brasil). O PAN-Brasil é um instrumento norteador para a implantação de ações de controle e combate à desertificação que atua prioritariamente em áreas que estão sujeitas a proces- sos de desertificação, denominadas áreas susceptíveis à desertificação (ASD).
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Desertificação e pobreza: existe um equilíbrio de baixo nível?

Desertificação e pobreza: existe um equilíbrio de baixo nível?

No Brasil, as áreas suscetíveis à desertificação estão concentradas principalmente na Região Nordeste, justamente no Semiárido, que se caracteriza por aspectos geoambientais propícios ao fenômeno da desertificação: precipitação média baixa e irregular, solos cristalinos e ecossistemas fragilizados pelas atividades econômicas desenvolvidas ao longo dos séculos, caracterizadas pelo uso de práticas agropecuárias inadequadas, como queimadas e desmatamentos, que acabam atenuando as fragilidades naturais e agravando o processo de degradação dos solos (BRASIL, 2004). Além disso, trata-se, dentre as regiões semiáridas do mundo, a de maior densidade demográfica, o que acentua a pressão humana sobre o meio ambiente.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE – PRODEMA JENNIFER CICERA DOS SANTOS FAUSTINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE – PRODEMA JENNIFER CICERA DOS SANTOS FAUSTINO

•O fortalecimento da agricultura familiar, como eixo central da estratégia de convivência com o Semiárido, em módulos fundiários compatíveis com as condições ambientais. Terminaram por gerar novas pressões, que contribuíram aos processos de desertificação e reforçaram as desigualdades econômicas e sociais. • A descentralização das políticas e dos investimentos, de modo a permitir a interiorização do desenvolvimento, em prol dos municípios do semiárido. • A priorização de investimentos em infraestrutura social (saúde, educação, saneamento, habitação, lazer), particularmente nos municípios de pequeno porte. • Maiores investimentos em infraestrutura econômica (transporte, comunicação e energia), de modo a permitir o acesso da região aos mercados. • Estímulos à instalação de unidades de beneficiamento da produção e empreendimentos não agrícolas.
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USO DO SENSORIAMENTO REMOTO PARA ESTUDO DA SUSCEPTIBILIDADE AO PROCESSO DE DESERTIFICAÇÃO NA REGIÃO SEMIÁRIDA DO NORTE DE MINAS GERAIS

USO DO SENSORIAMENTO REMOTO PARA ESTUDO DA SUSCEPTIBILIDADE AO PROCESSO DE DESERTIFICAÇÃO NA REGIÃO SEMIÁRIDA DO NORTE DE MINAS GERAIS

Caminhos de Geografia Uberlândia v. 14, n. 47 Set/2013 p. 162–168 Página 167 Conforme demonstrado na Figura 3, os municípios com maior área susceptível a desertificação foram: Montezuma 184,2 ha, São João do Paraíso 107,25 ha, Santo Antônio do Retiro 93 ha, Porteirinha 86 ha, Vargem Grande do Rio Pardo 45 ha, Rio Pardo de Minas 23,5 ha, Ninheira 12,75 ha, Serranópolis de Minas 11,6 ha, Mato Verde 5,75 ha, Matias Cardoso 3,24 ha, Janaúba 2,16 ha, Indaiabira 1,08 ha (respectivamente). Os municípios que não apresentaram área susceptível a desertificação foram: Juvenília, Gameleiras, Espinosa, Jaíba, Verdelândia, Nova Porteirinha, Monte Azul, Pai Pedro, Mamonas e Catuti.
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