Núcleo de Segurança do Paciente

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Ações do núcleo de segurança do paciente em um hospital geral de ensino: relato de experiência de um estágio extracurricular

Ações do núcleo de segurança do paciente em um hospital geral de ensino: relato de experiência de um estágio extracurricular

Objetivo: Relatar experiências vivenciadas no estágio extracurricular no Núcleo de Segurança do Paciente em um hospital de grande porte de uma cidade da Bahia. Relato de Experiência: Como ponto de partida a estagiária se apropriou do conhecimento sobre os protocolos, rotinas, documentos, e sobre as metas internacionais de segurança do paciente que estavam em processo de implementação no hospital. A prática do estágio foi iniciada com as atividades de identificação do paciente, realizando ações em loco nos setores de internamento do hospital. Logo após realizou-se atividades nesses setores para analisar o carrinho de emergência, verificando se estes possuíam registro de conferência e checagem das medicações e insumos. Em seguida no centro cirúrgico, foi experienciado a admissão de pacientes e identificação das não conformidades para uma cirurgia segura. Considerações finais: Fazer parte do Núcleo de Segurança do Paciente, possibilitou à discente colocar em prática os conteúdos aprendidos em sala de aula, fortalecendo a relação ensino-aprendizagem e preparando-a para uma assistência de enfermagem com qualidade, tendo como foco a segurança do paciente. Sendo esse estudo uma contribuição para os estagiários da área de saúde que desejem desenvolver atividades nessa área de atuação.
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Is there a connection between Patient Safety and the areas of Information and Communication? :: Brapci ::

Is there a connection between Patient Safety and the areas of Information and Communication? :: Brapci ::

Ainda no ano de 2013, a Resolução da Anvisa (Resolução da Diretoria Colegiada - RDC) nº 36, de 25 de julho, tornou obrigatória a criação do Núcleo de Segurança do Paciente nos serviços de saúde, devendo este ser nomeado pela direção do serviço. Dentre as competências do Núcleo, destacam-se: a implantação dos Protocolos de Segurança do Paciente e o monitoramento dos seus indicadores, a análise e avaliação dos dados sobre eventos adversos decorrentes do cuidado em saúde, o compartilhamento e a divulgação à direção e aos proissionais do serviço de saúde dos resultados da análise e da avaliação dos dados sobre eventos adversos e a elaboração, implantação e divulgação do Plano de Segurança do Paciente nos serviços de saúde 5 .
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Open Segurança do paciente na gestão de prontuários

Open Segurança do paciente na gestão de prontuários

A Segurança do Paciente tem sido, nas últimas décadas, uma temática evidenciada no cenário nacional brasileiro e mundial. São casos que se referem à má prescrição, à administração de medicamentos de forma equivocada, ao estresse e à desilusão profissional. Atrelada à preocupação referente à qualidade dos registros médicos, a Segurança do Paciente é um estudo de suma importância para a Redução de Riscos, tanto para os pacientes quanto para os profissionais e serviços de saúde. Este estudo teve a preocupação de compreender melhor a realidade da gestão de prontuários do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), instituição pública federal da cidade de Campina Grande, na Paraíba. Os anseios por melhorias no serviço de registros hospitalares, aliados às ações iniciais da Gerência de Risco e Núcleo de Segurança do Paciente do HUAC, foram os principais indicadores para que este estudo tivesse início. O foco foi compreender a situação tida como problemática pela Divisão de Registro Hospitalar da instituição e, por meio de observações e avaliações sistêmicas, identificar oportunidades de melhoria. A metodologia utilizada foi a Soft Systems Methodology (SSM), reconhecida mundialmente no âmbito da gestão em serviços de saúde pública, principalmente em estudos realizados pelo National Health Service (NHS), o serviço de saúde pública do Reino Unido. A aplicação da SSM ampliou o entendimento sobre a gestão de prontuários no HUAC, bem como apresentou os principais obstáculos para que sejam atendidas as diretrizes nacionais brasileiras de Gestão de Riscos e Segurança do Paciente. Além do aprendizado organizacional, este estudo propiciou a construção do Programa de Melhorias da Gestão de Prontuários (PMGP), que poderá ser aplicado pela administração do HUAC.
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Segurança do paciente e os direitos do usuário

Segurança do paciente e os direitos do usuário

Desde la publicación de la Resolución 529/2013 del Ministerio de Salud, que introdujo el debate sobre la seguri- dad del paciente, han aumentado el interés y las experiencias con relación al tema. Con el Programa Nacional de Seguridad del Paciente, que obliga a todo hospital brasileño a tener un Núcleo de Seguridad del Paciente, se busca mejorar la calidad de la asistencia en Brasil, a partir de una postura preventiva. No obstante, este artículo destaca la falta de protección y respeto a los derechos del usuario en el ámbito de este programa. Para ello, se analizaron los siguientes tópicos: manifestaciones teóricas que revelan la pertinencia de la participación como propulsora de mejores resultados, los derechos que justificarían esa participación y las posibilidades de hacerla recurrente en el sistema de salud.
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Segurança do paciente e os direitos do usuário

Segurança do paciente e os direitos do usuário

Desde a publicação da Portaria 529/2013 do Ministério da Saúde, que trouxe a discussão sobre segurança do paciente, têm aumentado o interesse e as experiências relacionadas ao tema. Com o Programa Nacional de Segurança do Paciente, que obriga todo hospital brasileiro a ter Núcleo de Segurança de Paciente, procura-se melhorar a qualidade da assistência no Brasil a partir da postura preventiva. No entanto, este artigo ressalta a ausência de proteção e respeito aos direitos do usuário no âmbito deste programa. Para tanto, foram analisados os seguintes tópicos: manifestações teóricas que revelam a pertinência da participação como propulsora de melhores resultados, os direitos que justificariam essa participação e as possibilidades para torná-la recorrente no sistema de saúde.
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Segurança do paciente e os direitos do usuário

Segurança do paciente e os direitos do usuário

Desde la publicación de la Resolución 529/2013 del Ministerio de Salud, que introdujo el debate sobre la seguri- dad del paciente, han aumentado el interés y las experiencias con relación al tema. Con el Programa Nacional de Seguridad del Paciente, que obliga a todo hospital brasileño a tener un Núcleo de Seguridad del Paciente, se busca mejorar la calidad de la asistencia en Brasil, a partir de una postura preventiva. No obstante, este artículo destaca la falta de protección y respeto a los derechos del usuario en el ámbito de este programa. Para ello, se analizaron los siguientes tópicos: manifestaciones teóricas que revelan la pertinencia de la participación como propulsora de mejores resultados, los derechos que justificarían esa participación y las posibilidades de hacerla recurrente en el sistema de salud.
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PRÁTICA DE ATO ANESTÉSICO E CONDIÇÕES DE SEGURANÇA AO PACIENTE

PRÁTICA DE ATO ANESTÉSICO E CONDIÇÕES DE SEGURANÇA AO PACIENTE

b) Não sendo possível a realização da consulta pré-anestésica, o médico anestesista deve proceder à avaliação pré-anestésica do paciente, antes da sua admissão no centro cirúrgico, podendo nesta ocasião solicitar exames complementares e/ou avaliação por outros especialistas, desde que baseado na condição clínica do paciente e no procedimento proposto. c) O médico anestesista que realizar a consulta pré-anestésica ou a avaliação pré-anestésica poderá não ser o mesmo que administrará a anestesia.

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Segurança do Paciente: uma reflexão sobre sua trajetória histórica

Segurança do Paciente: uma reflexão sobre sua trajetória histórica

Por volta de duas semanas após a publicação desse relatório, o Congresso Norte Americano, solicitou um estudo sobre a viabilidade da implementação das recomendações do documento, e ainda, o Instituto de Medicina instruiu um centro para a segurança do paciente dentro da Agency for Healthcare Research and Quality – AHRO (Agência para Pesquisa e Qualidade no Atendimento Médico Hospitalar), expandindo os comentários do relatório, desenvolveu programas de segurança nas organizações de atendimento e intensificou os esforços das agências reguladoras, das sociedades profissionais e dos consumidores do serviço.
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CHECKLIST DE CIRURGIA SEGURA: UM CAMINHO À SEGURANÇA DO PACIENTE

CHECKLIST DE CIRURGIA SEGURA: UM CAMINHO À SEGURANÇA DO PACIENTE

•Identificação ou Sign in (antes da indução anestésica): quando se verifica verbalmente a identidade do paciente, o procedimento e o local da cirurgia, e se o consentimento para o procedimento foi assinado. O coordenador da lista observa se o lado correto da cirurgia foi sinalizado e confere se o oxímetro de pulso foi colocado corretamente no paciente e está funcionando. Deve rever verbalmente, com a equipe de anestesia, se o paciente possui vias aéreas de difícil acesso, risco de perda sanguínea ou de reação alérgica, de modo a garantir a segurança durante o procedimento anestésico. O ideal seria que o cirurgião estivesse presente nesta fase, já que este pode ter uma ideia mais clara sobre os fatores complicadores; contudo, a presença do cirurgião não é essencial para completar essa primeira parte do checklist;
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Segurança do paciente e códigos deontológicos em Beauchamp e Childress

Segurança do paciente e códigos deontológicos em Beauchamp e Childress

Embora os cuidados de saúde resultem da apli- cação do conhecimento biocientífico por especialistas em suas respectivas áreas, fatores sociais e tecnológicos também determinam se o tratamento vai beneficiar ou prejudicar o paciente, independentemente do local de prestação do serviço (ambulatório, enfermaria, con- sultório, casa ou comunidade). Outros fatores, como conhecimento e experiência do profissional, aspectos ambientais, condições e comorbidades do paciente, também afetam a continuidade do cuidado. Isto signi- fica que resultados seguros dependem da compreen- são profunda de organizações, sistemas e fatores huma- nos; reconhecimento, prevenção e gerenciamento do erro; e disposição e capacidade de usar ferramentas para medir e aprimorar a qualidade dos tratamentos. Trabalho em equipe precário, incapacidade de se comu- nicar efetivamente com pacientes, entendimento equi- vocado dos fatores humanos e noção vaga sobre o sis- tema de saúde são circunstâncias ligadas diretamente à ocorrência de eventos adversos  14 .
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SEGURANÇA DO PACIENTE: O ENFERMEIRO DIANTE DO APRAZAMENTO DAS PRESCRIÇÕES

SEGURANÇA DO PACIENTE: O ENFERMEIRO DIANTE DO APRAZAMENTO DAS PRESCRIÇÕES

A dimensão desta problemática ultrapassa a premissa central de prejuízo para o paciente envolvido, acarretando repercussões para o profissional e instituição, bem como, outras de caráter social, ético, econômico e cultural. A fim de prevenir erros de medicação, devem ser implementados sistemas e métodos de trabalho que considerem a segurança do paciente. (MELO, LR & PEDREIRA, MLG, 2005 apud CARVALHO, M & VIEIRA, A. 2002)

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A biossegurança e segurança do paciente na visão de acadêmicos de enfermagem.

A biossegurança e segurança do paciente na visão de acadêmicos de enfermagem.

curso de Graduação em Enfermagem da Universi- dade Federal de Santa Catarina, principalmente por considerar-se sua articulação com outro tema ex- tremamente importante - a segurança do paciente, o qual tem sido discutido nacional e internacional- mente em todos os âmbitos da saúde. Esta discussão contribui não só como via para garantir o melhor cuidado, mas também no sentido de assegurar respaldo aos profissionais da saúde, para que suas ações não comprometam a segurança do paciente.

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Adesão ao uso de um checklist cirúrgico para segurança do paciente.

Adesão ao uso de um checklist cirúrgico para segurança do paciente.

A quarta etapa do checklist deve ser realizada antes que o paciente deixe a sala cirúrgica. Nessa etapa, observou-se adesão à verifi cação dos itens relativos à documentação, porém a contagem de gazes, compressas, agulhas e ins- trumental cirúrgico não foi realizada. Ressalta-se que essa medida visa detectar precocemente, enquanto o paciente ainda está em sala operatória, a retenção de corpos estra- nhos na cavidade cirúrgica. Pesquisa realizada entre 2003 e 2006 observou 68 relatos de casos de retenção de ob- jetos em pacientes. Destes, 34 foram considerados quase acidentes (near miss), onde o problema foi detectado antes do término da cirurgia. Nos outros 34 houve retenção de 23 compressas ou gazes (68%), 3 agulhas (9%), 7 materiais diversos (20%) e um instrumento cirúrgico (3%); como des- fecho, 22 pacientes necessitaram reintervenção cirúrgica, o que destaca a importância da verifi cação (20) .
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Política de Segurança para o Paciente Submetido ao Tratamento de Radioterapia

Política de Segurança para o Paciente Submetido ao Tratamento de Radioterapia

A radioterapia é um procedimento médico complexo que envolve muitos profissionais com multitarefas e evolução rápida da tecnologia associada, assim existem muitas oportunidades para o acontecimento de incertezas e possíveis potenciais de incidentes, os quais podem comprometer a segurança do paciente. A Sociedade Americana de Oncologia da Radiação (ASTRO) destaca que a qualidade e segurança não são apenas responsabilidade de liderança departamental, mas de toda a equipe envolvida na prática clínica. Assim, este estudo visa comparar os principais documentos internacionais e nacionais acerca da política de segurança em serviço de radioterapia. Do ponto de vista da proteção radiológica pela norma brasileira as exposições ocupacionais e do público são bem estabelecidas. Entretanto, os novos desafios se encontram no cuidado permanente das exposições médicas (do paciente), e do ponto de vista do controle de qualidade o foco é bem estabelecido no desempenho dos equipamentos e a mudança está na garantia ou gestão da qualidade (foco na qualidade dos cuidados ao paciente), representando que esta é uma área da radiologia médica que exige uma dedicação por uma equipe multidisciplinar.
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Segurança do paciente e códigos deontológicos em Beauchamp e Childress

Segurança do paciente e códigos deontológicos em Beauchamp e Childress

A segurança do paciente é questão persistente de saúde pública e tem assumido nova conotação no contexto sanitário contemporâneo. Beauchamp e Childress, na obra pioneira “Principles of biomedical ethics”, abordam a atuação ética dos profissionais de saúde e a influência dos códigos deontológicos na segurança do paciente. Nesse sentido, este estudo procura demonstrar que esses códigos são insuficientes para atender a todos os dilemas éticos e morais relacionados à segurança do enfermo na atualidade. Assim, propõe-se que esse tema não seja somente discutido em conselhos de ética da área da saúde, mas também em comitês interdisciplinares de bioética clínica e assistencial, proporcionando exercício mais ampliado e concreto de reflexão bioética.
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Segurança do paciente e códigos deontológicos em Beauchamp e Childress

Segurança do paciente e códigos deontológicos em Beauchamp e Childress

Si bien los cuidados de salud resultan de la aplicación de conocimientos biocientíficos por parte de especialistas en sus respectivas áreas, los facto- res sociales y tecnológicos también determinan si el tratamiento beneficiará o perjudicará al paciente, independientemente de dónde se brinde el servicio (paciente ambulatorio, enfermería, consultorio, hogar o comunidad). Otros factores, como el conocimiento y la experiencia del profesional, los aspectos ambien- tales y las condiciones y comorbilidades del paciente, también afectan la continuidad de la atención. Esto significa que los resultados seguros dependen de una comprensión profunda de organizaciones, sistemas y factores humanos; reconocimiento, prevención y gestión de errores; y disposición y capacidad de usar herramientas para medir y mejorar la calidad de los tratamientos. El trabajo en equipo deficiente, la inca- pacidad para comunicarse de manera efectiva con los pacientes, la incomprensión de los factores humanos y una noción vaga sobre el sistema de salud son cir- cunstancias directamente relacionadas con la apari- ción de eventos adversos  14 .
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Clima de segurança do paciente: percepção dos profissionais de enfermagem.

Clima de segurança do paciente: percepção dos profissionais de enfermagem.

A Percepção da Gerência pelo profissional é um fator importante para a garantia da segurança do paciente, uma vez que este domínio reflete a concordância do profissio- nal quanto às ações da gerência ou da administração do hospital e da unidade relacionadas à segurança do paciente. Criar uma atmosfera no ambiente de trabalho propícia um diálogo aberto sobre erros, um ambiente não punitivo e Treinamento contínuo dos profissionais são algumas das principais ações da administração do hospital e da unida- de que podem causar impacto positivo na segurança do paciente (23) . Resultados semelhantes quanto ao domínio
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Gerenciamento da segurança do paciente nos serviços de enfermagem hospitalar

Gerenciamento da segurança do paciente nos serviços de enfermagem hospitalar

Comúnmente, el cuidado al paciente es prestado de manera exitosa. Sin embargo, por más preparada y capacitada que esté un equipo de trabajo, errores podrán ocurrir. La gestión de riesgo crea alternativas para disminuir o eliminar los fallos, que pueden ocurrir durante la práctica de los profesionales, y los enfermeros tienen papel de destaque en esa gestión, ya que ejercen varias funciones dentro de las instituciones de salud, siendo los responsables por el cuidado durante las 24 horas. La finalidad de este estudio fue analizar la gestión de la seguridad del paciente junto a los Servicios de Enfermería de hospitales del interior del Estado de São Paulo, Brasil, mediante una investigación con los enfermeros responsables técnicos y enfermeros coordinadores de las áreas asistenciales y de apoyo. Fue desarrollado un estudio descriptivo, no experimental, con diseño trasversal. Para recolectar los datos, fueron elaborados dos instrumentos con preguntas de múltiple elección, adoptándose como base el cuestionario del Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ). Los datos fueron organizados y analizados mediante estadística descriptiva, utilizándose el software SPSS. El estudio fue desarrollado en 7 hospitales, con 56 sujetos, siendo 7 responsables técnicos y 49 coordinadores. El tiempo de formación profesional para el 100% de los responsables técnicos fue superior a 9 años, mientras aquel de los coordinadores varió de 2 a más de 14 años. Entre los investigados, el 85,7% de los responsables técnicos y 79,6% de los coordinadores indicaron títulos de postgrado. El estudio reveló que el 100% de los hospitales investigadores poseen sistema de notificación de eventos adversos y el 71,4% comisión de gestión de riesgos implantada. Entre los coordinadores, el 87,7% relató que notifican cuando el error alcanza el paciente, 81,7% cuando el error tiene potencial para perjudicar el paciente y 49% cuando se trata de un casi error. Se destaca que el 12,3
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Cultura de segurança do paciente em serviços de enfermagem hospitalar

Cultura de segurança do paciente em serviços de enfermagem hospitalar

Esta tesis se trata de una investigación cuantitativa y descriptiva, cuyo objetivo es investigar la cultura de seguridad del paciente sobre la perspectiva de los profesionales de enfermería hospitalar. El estúdio fue realizado en dos hospitales, y aprobado por el Comité de Ética del PERE y por ambas instituciones. La muestra fue compuesta por 46 enfermeras, 124 auxiliares de enfermería y 112 técnicos de enfermería. La recolección de datos ocurrió en los meses de junio y julio de 2013, a través de cuestionario titulado Estudio sobre la Cultura de Seguridad del paciente, instrumento de La Agencia de Investigación y Calidad de La Salud. El análisis de datos ocurrió mediante estadística descriptiva. Cuanto a La caracterización de los participantes el 84,7% era mujeres yel15.3% hombres, con una media de 37,7 años de edad, se observa El predominio de los técnicos de enfermería com el 41,2%, el34,6 % de auxiliares de enfermería yel 24,3% de enfermeros. Basandose em La evaluación de las dimensiones se sobresaleen La dimensión Del trabajo en equipo dentro de las unidades El 69.4% de los profesionales coincideen que cuando hay mucho trabajo por hacer rápidamente, ellos trabajan juntos en equipo para completar todo debidamente, em La dimensión expectativas y acciones para promover La seguridad delos supervisores / gerentes, el70,2% estáde acuerdo que suje fatura no dala suficiente atención a los problemas repetidos de La seguridad del paciente. A respecto de la prendizaje organizacional y mejora continua, el 56,5% está de acuerdo que hay una evaluación de la eficacia de los câmbios después de supuesta enpráctica. Cuanto El apoyo de la dirección del hospital para La seguridad del paciente los profesionales apuntan que em el 52,8% lãs acciones de La direccióndel hospital demuestra que La seguridaddel paciente es una prioridad. Em La percepción general de La seguridad de los pacientes El 57,2
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A cultura de segurança do paciente na percepção de profissionais de enfermagem de...

A cultura de segurança do paciente na percepção de profissionais de enfermagem de...

Trata-se de um estudo quantitativo descritivo-exploratório, cujos objetivos foram avaliar a percepção de profissionais de enfermagem de um hospital de ensino acerca das dimensões de cultura de segurança do paciente e identificar os fatores intervenientes que influenciam na segurança do paciente. A pesquisa foi desenvolvida em um hospital de ensino no Município de São Paulo e a população foi constituída por 305 profissionais de enfermagem. A pesquisa foi aprovada nos Comitês de Ética da EEUSP e da instituição - cenário do estudo. Os dados foram coletados no período de fevereiro a junho de 2012, por meio do questionário da Agency for Health Research and Quality, intitulado Hospital Survey on Patient Safety Culture. O referido instrumento incorpora dez dimensões de segurança do paciente, duas variáveis de resultados, o grau de segurança do paciente e o número de eventos adversos (EA) relatados. A análise dos dados ocorreu por meio de estatísticas descritivas e analíticas. O instrumento de coleta de dados mostrou-se confiável (Alpha de Cronbach total de 0,90). Na caracterização dos participantes 18,9% eram enfermeiros, 26,6% técnicos e 54,5% auxiliares de enfermagem e a maioria estava na faixa etária de 26-40 anos. Nas dimensões avaliadas salientamos que no “Trabalho em equipe no âmbito das unidades” 72,5% concordam que quando há sobrecarga de trabalho os profissionais colaboram entre si. Referente às “Expectativa/ações de promoção da segurança pelos supervisores” 78,3% afirmam que o supervisor mostra-se aberto à comunicação dos problemas de segurança do paciente. Concernente ao “Apoio da gestão hospitalar” 53,6% percebem que a administração do hospital não propicia um clima de trabalho que favorece a segurança do paciente. Relativo ao “Feedback e comunicação a respeito de erros” 12,3% nunca discutem maneiras de prevenir erros e 19,3% afirmaram discutir sempre. Co nforme as “Respostas não punitivas aos erros” 78,2% consideram que os seus erros podem ser usados contra eles. Quanto à “Percepções generalizadas sobre segurança”: 60,2% revelam não ser por acaso que erros mais sérios não acontecem na unidade e 52,9% concordam em haver problemas de segurança na unidade. No que refere a “Frequência de relatórios de EA”: a categoria do erro não influencia na sua notificação e 73,5% responderam não notificar nenhum EA nos últimos 12 meses. Em relação ao Grau de Segurança do Paciente, a maioria o classifica como aceitável. Concluímos, frente à magnitude da temática segurança do paciente, que avanços no cenário atual das organizações de saúde sejam desafiadores, todavia é imperativo a efetiva mobilização dos profissionais, a fim de consolidar uma cultura de segurança profícua e construtiva.
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