Núcleo urbano

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RISCO GEOMORFOLÓGICO EM ENCOSTAS ÚMIDAS NO SEMIÁRIDO: CASO DO NÚCLEO URBANO DO DISTRITO DO CALDAS - BARBALHA - CE

RISCO GEOMORFOLÓGICO EM ENCOSTAS ÚMIDAS NO SEMIÁRIDO: CASO DO NÚCLEO URBANO DO DISTRITO DO CALDAS - BARBALHA - CE

Este trabajo tiene como objetivo identificar y cartografiar el riesgo a la erosión y al deslizamiento en las áreas de ocupaciones desordenadas de las pendientes del Distrito de Caldas localizado en el municipio de Barbalha – CE. Los procedimientos metodológicos consistirán en una revisión bibliográfica acerca de temas relacionados a los riesgos ambientales, erosión de suelos, deslizamientos de pendientes y mapeo de áreas de riesgo geomorfológico. El mapeo del sector y del punto de riesgo geomorfológico siguieron los procedimientos de la metodología del Ministerio de las Ciudades. Fueron identificados y mapeados un sector de riesgo (SR) y un punto de riesgo (PR), siendo el primero con un grado de riesgo bajo (R1) y el segundo con un grado de riesgo medio (R2). Delante de la constatación se sugieren como medidas preventivas para contener la evolución del grado de riesgo geomorfológico en el núcleo urbano del Distrito de Caldas, medidas no-estructurales como la educación ambiental y la elaboración de una Carta Geotécnica de Aptitud a la Urbanización que es producida por medio de la zonificación y clasificación acerca de su capacidad frente a los desastres naturales (inundaciones, erosión, deslizamientos y otros), que proporcionan una indicación cuanto a los riesgos de su ocupación futura.
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A (in)ação do estado : da gleba Jorge Teixeira de Oliveira ao núcleo urbano união bandeirante – Porto Velho/RO - 1999/2014

A (in)ação do estado : da gleba Jorge Teixeira de Oliveira ao núcleo urbano união bandeirante – Porto Velho/RO - 1999/2014

O objetivo desta pesquisa é a reconstrução histórica do processo de ocupação e colonização da Gleba Jorge Teixeira de Oliveira e do surgimento do Núcleo Urbano União Bandeirante, ocorrido no período de 1999-2014. Localizado na subzona 2.1 do Zoneamento Socioeconômico e ecológico, de ocupação restrita, no entorno da Resex Jaci-Paraná, Flona Bom Futuro e Terra Indígena Karipuna, no Município de Porto Velho/RO, a ocupação foi realizada por migrantes dissidentes do Movimento MST/RO. A ocupação e a exploração da terra deram causa a expressivo passivo ambiental em razão do desflorestamento e outros ilícitos, interferindo o Ministério Público, visando a desocupação da Gleba, com proibição de assentamento e/ou regularização fundiária e execução de serviços de infraestrutura pública, na região. A impactante medida causou inúmeros conflitos socioambientais, intervindo movimentos sociais rurais, comunidades, igrejas, políticos, Estado e, também, o Ministério Público da Infância e Juventude, em favor da população atingida pela medida judicial. O estudo vincula-se à história do tempo presente e à metodologia da história oral, levantamento bibliográfico e documental, (analógico, digital, cartográfico) e pesquisa de dados primários em campo e órgãos públicos e privados, os quais permitiram concluir que a ocupação, e não invasão da Gleba ocorreu de forma espontânea e incentivada pelo INCRA, com apoio material e logístico. O dano ambiental, com ofensas ao ZSEE do Estado, deve-se à morosidade da reforma agrária, ineficiente fiscalização do processo de ordenamento da estrutura fundiária e de proteção às Unidades de Conservação, aliado aos resultados econômicos da exploração extrativista e agropastoril de terra produtiva e dos madeireiros e latifundiários com interesse na região. A ocupação é irreversível. Está consolidada. Ela foi inicialmente impulsionada pelo Estado, porém não promoveu a reforma agrária que prometera.
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O CONTEXTO DA AGROPECUÁRIA DESENVOLVIDA NO NÚCLEO URBANO SANTA FÉ E ESTRATÉGIAS PARA CRESCIMENTO

O CONTEXTO DA AGROPECUÁRIA DESENVOLVIDA NO NÚCLEO URBANO SANTA FÉ E ESTRATÉGIAS PARA CRESCIMENTO

motivam a prática da agricultura urbana, como exemplo a questão cultural (a função social da horta, a identidade cultural e gosto pessoal em cuidar de plantações). Comparando os resultados dos autores com os desta pesquisa, tem-se que, em Santa Fé, a produção está focada na comercialização, seja no mercado de Uberaba, seja entre os moradores da comunidade, estando a subsistência em segundo plano, uma vez que a alimentação é apenas complementada com o que é produzido nas chácaras. Sendo assim, a distância do mercado interfere não na diversidade (quantidade de espécies produzidas), mas nos gêneros produzidos, uma vez que os produtores que se dedicam a venda dentro da comunidade comercializam com maior frequência hortaliças de baixa durabilidade como alface, cebolinha, salsa, e almeirão. Já aqueles cujo principal mercado é Uberaba, produzem com mais frequência hortaliças mais resistentes ao transporte e com maior durabilidade, como abóbora e repolho; tubérculos como a batata e tuberosas como cenoura e beterraba, além de grãos como arroz. Os autores ainda relataram que, quando o foco é a comercialização dos produtos, a população está apenas parcialmente integrada à economia, onde a falta de oportunidades salariais nas cidades faz com que essas pessoas utilizem o modo de vida rural como estratégia de sobrevivência no ambiente urbano. Em Santa Fé esse fato se confirma, uma vez que mesmo com a transição rural- urbana por que passou a comunidade, ainda 33% das famílias são produtoras e 35% dependem mesmo que indiretamente da produção agrícola, mantendo relação de emprego durante as safras, sem vínculo íntimo com a terra.
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Áreas de risco geológico-geotécnico associadas a movimentos de massas no núcleo urbano de Viçosa-MG

Áreas de risco geológico-geotécnico associadas a movimentos de massas no núcleo urbano de Viçosa-MG

A população urbana do município de Viçosa vem crescendo desde o final dos anos de 1950 em mais de 80% a cada década. Tal crescimento acelerado desencadeou uma série de problemas, como a alteração da ocupação dos entornos da cidade, impulsionando a abertura de inúmeros loteamentos populares (RIBEIRO FILHO, 1997). De acordo com Carneiro & Faria (2005) o processo de ocupação em Viçosa, de modo geral, vem se caracterizando por não obedecer a qualquer critério de planejamento, ocorrendo de forma desordenada, levando em conta somente os interesses financeiros e imediatistas. Este processo impulsiona a ocupação de áreas inadequadas para urbanização por parte dos mais carentes e gera os impactos socioambientais no sistema urbano, consequência da segregação sócio-espacial e das desigualdades econômicas.
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Proposta metodológica de gestão dos espaçosriscos de inundações urbana em MossoróRN

Proposta metodológica de gestão dos espaçosriscos de inundações urbana em MossoróRN

A Zona de inundação 2 está entre a cota de 7 a 13 metros (Figura 6.22), dividindo se em duas áreas, sendo que no intervalo entre elas existem maiores cotas, na parte ao norte tem se os bairros Barrocas, Paredões, Pintos e Redenção, menos críticos e menos populosos que a parte sul, esta por sua vez, área mais crítica do núcleo urbano de Mossoró, sendo a primeira a ser alagada mais frequentemente, durante chuvas a partir de 30 mm, principalmente na parte sul e central. É também a mais populosa com maior impacto para parte dos bairros Alto da Conceição, Aeroporto, Alto de São Manoel, Belo Horizonte, Centro, Dom Jaime Câmera, Ilha de Santa Luzia, Itapetinga, Lagoa do Mato, Nova Betânia e Planalto 13 de Maio, mesmo que a cheia não tenha grandes proporções. São áreas dentro do leito de cheia do rio principal e precisam de total atenção por parte da Defesa Civil. Esta área já recebeu intervenções através das ações estruturais com canais de di/tricotomização para amenizar as consequências das inundações, durante o ano de 1985, com perdas econômicas, sociais e ambientais.
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A saracura: ritmos sociais e temporalidades da metrópole do café (1890-1920).

A saracura: ritmos sociais e temporalidades da metrópole do café (1890-1920).

Assim, embora na maior parte das crônicas ou memórias que retratam a cidade do final do século passado e início do XX se quisesse projetar sobre o cenário paulistano as imagens de uma cidade modernizada, erguida de acordo com os padrões civiliza- dos das sociedades d’além mar, a “sordidez” da pobreza vivida pelos ex-escravos nas adjacências do velho núcleo urbano lembra- vam os matizes da cidade oitocentista, descritas anteriormente por testemunhas tais como Saint-Hilarie ou John Mawe, cujas ano- tações descrevem taperas escuras e casas de pau-a-pique com pa- redes que estavam sempre enfumaçadas pela lenha verde utiliza- da nos rústicos fogões improvisados sobre pedras redondas no seu chão lamacento e esburacado 24 ou, ainda, remete àqueles
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AS BARREIRAS CONDICIONANTES NA EVOLUÇÃO DE SÃO CARLOS

AS BARREIRAS CONDICIONANTES NA EVOLUÇÃO DE SÃO CARLOS

A primeira região nobre do núcleo urbano de São Carlos ocorreu em torno do marco inicial, como relata Neves (1983): “A zona residencial rica e elegante circunscrevia-se, em 1894, às proximidades do pátio da Matriz, estendendo-se pelas ruas margeantes, Visconde do Pinhal, 13 de Maio, Dona Alexandrina e do Carvalho. Ali se erguiam as melhores residências, fidalgas e com fumaças arquitetônicas.” Devido à importância deste pólo inicial, instalaram-se em torno da região os prédios do governo, as principais escolas, os locais de trabalho das camadas mais ricas da época, os principais hotéis, o teatro, citando-se alguns exemplos. O fácil acesso a estes locais representa conveniência e favorece a valorização.
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Réquiem para uma cidade: um olhar sobre as alterações do Núcleo Histórico Urbano de Bonfim - MG

Réquiem para uma cidade: um olhar sobre as alterações do Núcleo Histórico Urbano de Bonfim - MG

Valadares, sem nenhum comprometimento com a conformação urbana existente. Uma delas, já quase concluída, localiza-se entre duas antigas casas, tombadas como parte do Núcleo Urbano Histórico. Neste caso houve desfiguração da situação urbana anterior e despreocupação com o entorno tombado. O projeto da nova edificação não levou em conta a volumetria, tipologia, ritmo de aberturas ou mesmo as linhas de perspectivas das construções vizinhas, propondo, além disso, um novo uso (comercial), num trecho e lado de rua tipicamente residencial. Por fim, vale lembrar que essa nova edificação foi implantada diretamente ao nível da rua, para isso desfazendo parte do muro de arrimo característico desse trecho da cidade. A outra construção, situada na mesma rua, na esquina com a rua Dodoca, também ignora o entorno. A solução da marquise e a altura da edificação já indicam uma volumetria discordante com a verificada nas demais casas antigas da rua (NICHOLLS, 2000. pp.1-2).
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O espaço intra-urbano de uma cidade média e suas centralidades: uma análise de Montes Claros no norte de Minas Gerais

O espaço intra-urbano de uma cidade média e suas centralidades: uma análise de Montes Claros no norte de Minas Gerais

Montes Claros representa o núcleo urbano de maior dinamismo econômico da região norte- mineira. Tal expressão se mantém na atualidade por meio de sua economia que possui como base primordial o comércio e a indústria. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia - IBGE (2000) divulgaram uma população absoluta de 342.586 habitantes, distribuída nos 3.582 km 2 que totalizam a área do município. No perímetro urbano, com 97km 2 , encontra-se cerca de 94% da população. O desenvolvimento econômico experimentado por essa cidade, a partir dos anos 1970, a destacou como centro comercial, industrial e de serviços do Norte de Minas. Contribui também para isso a localização geográfica da cidade de Montes Claros, sendo o 2º. entroncamento rodoviário do país 1 .
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AS PEQUENAS CIDADES DA AMAZÔNIA SETENTRIONAL: UM ESTUDO SOBRE BONFIM – RR

AS PEQUENAS CIDADES DA AMAZÔNIA SETENTRIONAL: UM ESTUDO SOBRE BONFIM – RR

Essas pequenas cidades são vistas como uns núcleos de povoamentos, no qual a população está dividida em diferenciadas proporções: atividades ligadas ao setor urbano e atividades rurais. Isso faz com que, elas sejam caracterizadas como uma transição, com uma maior integração do rural-urbano, sem que haja um rígido limite entre elas. Santos (2012b) ressalta que para ser uma pequena cidade não basta ser um núcleo urbano, mas deve haver um padrão dominante no que diz respeito à presença da função político- administrativa.
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Contribución al estudio del patrimonio de Cacela: cartografía, arquitectura y paisaje en el contexto del algarve oriental en Portugal

Contribución al estudio del patrimonio de Cacela: cartografía, arquitectura y paisaje en el contexto del algarve oriental en Portugal

En el contexto de cambio que se reconoce en el paisaje litoral del Algarve, la interpretación de las referidas Cartas permitió detectar perma- nencias e identificar alteraciones, más o menos profundas, tanto en lo que respeta a las estructu- ras y elementos construidos por el hombre, como las murallas, las casas, los caminos y los campos agrícolas, como en lo que respecta a aquellos causados por la acción de la naturaleza, como las riberas, la línea de cuesta y la formación lagunar. De las permanencias y de las transforma- ciones registradas por la cartografía al largo del trayecto histórico de Cacela resultó una población de notable originalidad, especial significado y fuerte simbología, integrada en un paisaje con identidad elevada y una ex- traordinaria capacidad narrativa acerca de las comunidades humanas aquí instaladas y sus actividades a través del tiempo. En efecto, la adaptación del poblado al territorio constituye durante siglos un entendimiento específico del paisaje. Sin embargo y debido al proceso de evolución estas relaciones dejaron de existir. La imagen y las funciones tanto del pueblo, como del espacio cultural y natural que lo envuelve, van perdiendo su significado paulatinamente y acaban por anularse, como parece ser. Por ello el núcleo urbano fue y tendrá que continuar siendo el punto de partida y un referente para el equilibrio del paisaje del cual hace parte, siendo fundamental la manutención o el refuerzo de su razón de ser en el territorio y en la región.
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TRANSFORMAÇÕES NAS SOCIABILIDADES URBANAS: A CHEGADA DO TREM DE FERRO EM TERRAS CATALANAS (1880-1915)

TRANSFORMAÇÕES NAS SOCIABILIDADES URBANAS: A CHEGADA DO TREM DE FERRO EM TERRAS CATALANAS (1880-1915)

Em 1850, Catalão recebia uma promoção considerável: era criada a Comarca do Rio Paranaíba, de que era sede, invertendo a posição de Santa Cruz, que passava a ser judiciariamente dependente. Em 1859, finalmente, recebi sua consagração na escala honorífica: era elevada à categoria de cidade. (...) A cidade, como núcleo urbano de um município tão extenso progredia, mas vagarosamente: “A cidade de Catalão está situada quase toda à margem esquerda do ribeirão Pirapitinga, em lugar bastante elevado e pitoresco, entre dois montes majestosos, um ao sudoeste e o outro ao nordeste, que dominam uma circunferência de 80 km de raio. Está em dois planos inclinados. (...) Habitam a cidade pouco mais de mil almas.” O município todo devia ter mais de 10.000 habitantes, de acordo com o censo de 1872 (PALACIN, 1994, p.32).
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Avaliação da vulnerabilidade sísmica de núcleos urbanos antigos

Avaliação da vulnerabilidade sísmica de núcleos urbanos antigos

Por outro lado, a escolha do segundo caso de estudo teve por objetivo não só a avaliação da vulnerabilidade sísmica do núcleo urbano antigo da cidade da Horta através da metodologia do índice de vulnerabilidade, mas também uma primeira tentativa para estudar o impacto de várias soluções tradicionais de reforço sísmico no valor do índice de vulnerabilidade. É importante relembrar que a ilha do Faial foi uma das mais atingidas na sequência do terramoto dos Açores de 9 de Julho de 1998, que deixou um manifesto rasto de destruição por toda a ilha e afetado diretamente mais de 5000 pessoas (8 mortos, 150 feridos e 1500 desalojados). O processo de reconstrução desta e das restantes ilhas afetadas por este terramoto foi conduzido pela Sociedade de Promoção e Reabilitação da Habitação e Infraestruturas (SPRHI) e durou cerca de dez anos, permitindo a recolha de uma quantidade de informação sobre dano pós- terramoto sem precedentes no nosso país, posteriormente organizada e arquivada em 2007 pela Secretaria Regional da Habitação e Equipamentos (SRHE), que dirigiu esta iniciativa [16]. A qualidade e a singularidade desta base de dados motivou o desenvolvimento de inúmeros trabalhos científicos ao longo dos últimos anos. Apesar do livre acesso à referida base de dados ter-nos sido providenciado, foram ainda realizadas algumas inspeções e levantamentos in situ prospetadas no âmbito deste
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Colonização agrícola de Rondônia e (não) obrigatoriedade de desmatamento como garantia de posse sobre a propriedade rural

Colonização agrícola de Rondônia e (não) obrigatoriedade de desmatamento como garantia de posse sobre a propriedade rural

Como estratégia de ocupação, ao demarcar uma unidade territorial para fi ns de colonização, o INCRA estabelecia, inicialmente, o Núcleo Urbano de Apoio Rural (NUAR), uma espécie de se[r]

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anexo B fichas levantamento

anexo B fichas levantamento

Avaliação do Risco de Incêndio no Núcleo Urbano de Aljustrel.. ANEXO B – Fichas para Ações de Levantamento[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO OS LIMITES DAS POLÍTICAS PÚBLICASESTATAIS PARA O CAMPO HOJE E A

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO OS LIMITES DAS POLÍTICAS PÚBLICASESTATAIS PARA O CAMPO HOJE E A

Em contraposição à organização dos trabalhadores rurais e à iniciativa do governo de lançar um Plano de Reforma Agrária, as classes e os grupos dominantes do campo, os donos de terras, se organizaram, fundando a União Democrática Ruralista (UDR), exemplo clássico de organização de classe da elite agrária e conservadora. Estruturavam-se através de milícias no campo, desenvolvendo grande violência, ajuda jurídica para reintegrações de posse, além de formar um núcleo político, elegendo deputados para a Assembleia Constituinte de 1988, tendo como líder Ronaldo Caiado. Para aglutinar os ruralistas, criaram o perfil do “produtor autêntico” que era aquele que queria produzir, que não perdia tempo com negociações com o governo, ia diretamente atrás de seus objetivos, sem mediações. Dessa maneira, tentavam criar uma nova ideia do grande produtor rural, aquele que só quer produzir, mas que é impedido pelos que não querem trabalhar, só querem as vantagens do governo, terra de graça. Assim aponta Bruno (1996, p. 72),
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Universidade Estadual Paulista, Departamento de Zoologia e Centro de Aquicultura da UNESP (CAUNESP), Instituto de Biociências, Rio Claro, SP, Brazil

Universidade Estadual Paulista, Departamento de Zoologia e Centro de Aquicultura da UNESP (CAUNESP), Instituto de Biociências, Rio Claro, SP, Brazil

Resumo: A cobertura vegetal da Floresta Atlântica foi convertida para uso humano ou degradada pela atividade humana permanecendo atualmente 16% da sua extensão original. Embora muitas áreas protegidas tenham sido criadas neste bioma neotropical nas últimas décadas, nosso conhecimento sobre as espécies de anfíbios nestas áreas ainda está longe do adequado. Aqui, nós apresentamos listas das espécies de anuros para três diferentes áreas do Parque Estadual da Serra do Mar: núcleos Curucutu, Santa Virgínia e São Sebastião. Para amostrar as espécies de anuros, visitamos seis locais de amostragem (duas poças, dois riachos e duas trilhas) em cada localidade. As amostragens foram realizadas de dezembro 2014 a fevereiro de 2015, dezembro de 2015 a fevereiro de 2016 e de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, totalizando 27 dias de amostragens de campo em cada ponto de amostragem. Registramos 34 espécies de anuros no Núcleo Curucutu, 44 espécies no Núcleo São Sebastião, e 42 espécies no Núcleo Santa Virgínia, totalizando 65 espécies pertecentes a 12 famílias (número de espécies entre parênteses): Bufonidae (5), Brachycephalidae (6), Centrolenidae (1), Craugastoridae (1), Cycloramphidae (2), Hemiphractidae (1), Hylidae (29), Hylodidae (3), Leptodactylidae (12), Microhylidae (2), Odontophrynidae (2), e Phyllomedusidae (1). Esperamos que estas listas possam ser úteis para futuros estudos assim como auxiliar os planos de manejo e conservação destas áreas protegidas.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

de se tomar conhecimento de especificidades do núcleo - em relação à comunidade atendida, às particularidades das regiões nas quais está localizado o núcleo, sobre oficinas [r]

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NIDIA DE JESUS MORAES

NIDIA DE JESUS MORAES

(atividades intergeracionais). Núcleo esse que tem como objetivo trabalhar as relações interpessoais, estimulando e valorizando a participação efetiva do idoso.. O Núcleo de Estud[r]

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Monitoria indígena: dispositivo de permanência acadêmica no ensino superior

Monitoria indígena: dispositivo de permanência acadêmica no ensino superior

Em 2018, iniciou-se um processo de ampliação da oferta das monitorias indígenas, além de se estabelecer diálogos tanto com as lideranças indígenas quanto com os estudantes indígenas sobre a importância de seu processo de aprendizagem, além de frisar a importância da participação nos espaços de produção de saber. Assim, em 2018, foram selecionados oito monitores indígenas nos cursos de Engenharia, Agronomia, Direito, Pedagogia, Odontologia, Medicina (dois monitores) e Farmácia. Os monitores indígenas atuaram em disciplinas como Direito Civil, Projeto IV, Anatomia Geral, Fisiologia, Bioquímica I, Botânica, Química Analítica, Química Qualitativa, Química Orgânica, Cálculo/QG, Físico-Química, Laboratório e Química Geral. De acordo com o Relatório do Núcleo de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas de 2018, o número total de encontros realizados foi o seguinte: monitoria do Direito - 31 encontros; monitoria de Pedagogia - 42 encontros; monitoria de Medicina - 70 encontros com cada monitor; monitoria de Farmácia - 68 encontros; monitoria de Odontologia - 29 encontros; monitoria de Engenharia Civil - 21 encontros; número total geral de atendimentos: 331 encontros (Universidade Federal de Santa Maria, 2018 a). Nessa fase, foi alcançado um avanço significativo na compreensão do papel da monitoria indígena, e isso se refletiu na maior participação dos estudantes indígenas nas atividades desenvolvidas.
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