Nutrição - Estudo e ensino - Brasil

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Francisco Pompêo do Amaral: sujeito social e seus objetos de ensino em prol da alimentação e nutrição no Brasil (1938 a 1941)

Francisco Pompêo do Amaral: sujeito social e seus objetos de ensino em prol da alimentação e nutrição no Brasil (1938 a 1941)

O primeiro restaurante especializado para alimentação de operários, instalou-o, entre nós, o eminente Dr. Paulo Seabra, no Laboratório Orlando Rangel, à rua Ferreira Pontes, n° 148, pondo-o a funcionar em fevereiro de 1935 [...] apresentado em estudo, intitulado “Cruzados da Alimentação” publicado na Revista Inapiárrios (órgão do IAPI) de janeiro de 1940 e no Boletim do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio de março de 1940. Em decorrência do que, Plínio Cantanhede, então Presidente do IAPI promoveu a construção de um Restaurante destinado aos industriários do Distrito Federal (o prédio da Praça da Bandeira, 96), incumbiu um dos médicos de seu instituto, o Dr. Josué de Castro, de preparar, através de um Curso de Alimentação, o pessoal técnico que devia por a funcionar o Restaurante em Construção. Enquanto isso, funcionava o curso, numa casa à rua Paissandu n° 283 e o Ministro do Trabalho, Dr. Waldemar Falcão, criava o Serviço de Alimentação da Previdência Social, controlado por um Conselho, sob a Presidência do Professor Alexandre Moscoso. Por divergência com o DASP, resultou a nomeação do Professor Helion Povoa para direção do SAPS.
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O ensino da digestão-nutrição na era das refeições rápidas e do culto ao corpo.

O ensino da digestão-nutrição na era das refeições rápidas e do culto ao corpo.

Esse material afina-se com a proposta para o Ensino Médio (BRASIL, 2000), que propõe a Evolução como linha unificadora. Desconsiderá-la implica reduzir o estudo da Biolo- gia a um conjunto de estruturas a serem classificadas, e os processos fisiológicos a funciona- mento de máquinas. Este tipo de enfoque, ainda presente nos livros didáticos utilizados pelos professores e alunos investigados, caracteriza uma abordagem mecanicista do assunto, que é tratado de forma estanque, no que se refere às interconexões com os demais sistemas do corpo e aos aspectos relativos à qualidade nutricional dos alimentos e questões sociais, como fome e desnutrição. A uma conclusão semelhante chegaram Nuñez e Banet (1996), para os quais tam- bém há necessidade de um novo desenho conceitual e enfoque didático para o estudo da digestão e nutrição, que seja global e integrado. Poucos livros ou coleções didáticas avançaram no tratamento do conteúdo referente ao processo de alimentação e digestão, e tecendo consi- derações sobre balanço nutricional. A maioria ainda se volta para a quantidade de informações, em detrimento de orientações para experimentos científicos e investigações no ambiente, pro- cedimentos que tendem a envolver mais os alunos, estimulando-os a buscar por explicações e, dessa forma, desenvolver conceitos ao invés de memorizar definições.
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Estudo de caso do processo de formulação da Política Nacional de Alimentação e Nutrição no Brasil

Estudo de caso do processo de formulação da Política Nacional de Alimentação e Nutrição no Brasil

Contribuíram com evidências empíricas na formulação da PNAN os Centros Colaboradores do Ministério da Saúde na área de Nutrição, alocados em universidades [Universidade Federal do Para- ná (UFPr), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal do Pará (UFPa), Universidade Federal da Bahia (UFBa), Instituto de Medicina Integral de Pernambuco (IMIP) e Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP)/Fiocruz), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Uni- versidade Federal de Pelotas (UFPel) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPe). O processo também contou com a participação da sociedade civil, com as entidades Solo Brasileiro de Segurança Alimentar (SBSA), Instituto Brasileiro e Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Instituto Superior de Ensino e Pesquisa (Inesp), Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Pastoral da Criança, Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), Associação Brasilei- ra de Nutrição (Asbran) e Associação para Educação em Administração Empresarial (ABAI). Os parceiros internacionais, Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS – e Organização Mundial da Saúde – OMS –, deram seu apoio físico e financeiro à realização das oficinas de trabalho. O processo, segundo um informante da presente pesquisa, contou com a “participação em vários momentos da discussão, seja em reuniões físicas ou por intermédio da internet na circulação de documentos”.
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Nutrição esportiva como componente curricular nos cursos de Nutrição e Educação Física da região Norte do Brasil

Nutrição esportiva como componente curricular nos cursos de Nutrição e Educação Física da região Norte do Brasil

A prática de exercício físico e alimentação saudável com a finalidade de melhorar o desempenho esportivo tem crescido e junto a necessidade por profissionais devidamente capacitados a atuar nessa área. Assim, a inclusão da disciplina Nutrição no Esporte na matriz curricular dos cursos de Graduação em Nutrição e Educação Física faz-se necessária. Este estudo objetivou caracterizar a disciplina de Nutrição no Esporte nos cursos de Graduação em Nutrição e Educação Física da Região Norte do Brasil. Foram avaliados somente os cursos das Instituições de Ensino Superior (IES) reconhecidas pelo Ministério da Educação. As Instituições foram selecionadas através da Base de Dados do Sistema de
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Alimentação e Nutrição no Brasil

Alimentação e Nutrição no Brasil

Nos últimos cinquenta anos, aconteceram muitas mudanças na eco- nomia, na política e nas características da população do Brasil. O nosso país tornou-se mais desenvolvido com o aparecimento das indústrias e o crescimento das cidades e, por isso, as pessoas que na sua maioria moravam na zona rural, mudaram-se para as cidades. Atualmente, 80% da população brasileira vive nas cidades. Somos um país urbano. Com essas mudanças, as famílias que costumavam ter 8 a 9 filhos pas- saram a ter 2 a 3 filhos. A mortalidade das crianças também diminuiu muito. Na década de 1940, para cada mil crianças nascidas vivas, 300 morriam antes de completar um ano. O Brasil apresentou redução de 73% das mortes na infância desde o ano de 1990, tornando-se um dos cinco países que mais tiveram redução da mortalidade em crianças. Como podemos ver, houve uma diminuição das taxas de na- talidade e mortalidade , e também houve um aumento da expectativa de vida das pessoas, ou seja, nós estamos vivendo mais. Esse processo é chamado de transição demográfica. Antigamente, a população era formada principalmente por crianças e jovens, e atualmente verifica-se um aumento do número de pessoas com mais de 50 anos de idade. Ao mesmo tempo, outras mudanças aconteceram nos tipos de em- pregos e lazer existentes no Brasil. Há 50 anos, a maior parte do tra- balho no campo e nas cidades exigia muito esforço físico e por isso as pessoas gastavam muita energia. Naquela época, grande parte das pessoas andava a pé ou de bicicleta, mas hoje os carros e ônibus são os veículos mais usados. Além disso, as máquinas e equipamentos es- tão substituindo parte do trabalho do homem, tanto no campo quan- to na cidade. Com isso, as pessoas se tornaram mais sedentárias (não praticam atividade física).
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Nutrição de Pinus no Sul do Brasil – diagnóstico e prioridades de pesquisa.

Nutrição de Pinus no Sul do Brasil – diagnóstico e prioridades de pesquisa.

GOOR, C. P. van. Reflorestamento com coníferas no Brasil: aspectos ecológicos dos plantios na Região Sul, particularmente com Pinus elliottii e Araucaria angustifolia. [S.l.]: Ministério da Agricultura, D.R.N.R., Divisão Silvicultura, Seção de Pesquisas Florestais, 1965. não paginado. (Boletim, 9). GRUPO PERMANENTE DE TRABALHO EM NUTRIÇÃO E FERTILIZAÇÃO FLORESTAL. Pesquisa em nutrição e fertilização florestal: diagnóstico e prioridades. Curitiba: EMBRAPA-URPFCS, 1983. 12p. (EMBRAPA-URPFCS. Documentos, 13).

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UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NO BRASIL: Conhecendo o perfil de seus pesquisadores

UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NO BRASIL: Conhecendo o perfil de seus pesquisadores

Para análise dos dados foi elaborado um banco de dados (Microsoft® Word 2007), dividido em dois grupos, artigo e autor. Foram selecionadas variáveis para descrição e identificação do artigo científico, sendo elas: titulo, ano e local de publicação, resumo e termos de indexação. E as variáveis para identificação do autor foram: nome, tipo de instituição que cursou a formação superior base (graduação), área em que cursou sua primeira formação superior (considerando a hipótese de o autor ter realizado mais de uma graduação), áreas de atuação, experiência profissional em unidades de alimentação e nutrição, publicações e projetos de pesquisas relacionados à alimentação coletiva.
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Nutrição e periodização para o treinamento de força: um estudo de caso

Nutrição e periodização para o treinamento de força: um estudo de caso

As principais observações do presente estudo foram: 1) a massa corporal total sofreu um incremento total de 1 kg e a de gordura reduziu 2,2 kg, sendo que o no M1 observamos uma redução de 2,6 kg e no M2 um aumento de 0,5 kg; 2) A massa livre de gordura sofreu um incremento de 2,6 kg pós M1 e 0,5 kg pós M2, contabilizando no total um aumento de 3,2 kg; 3) O % de gordura apresentou uma queda de 5% pós M1 e um aumento de 0,7% pós M2, reduzindo em 4,3% no total; 4) As cargas de treino do M2 foram significativamente (p<0.05) maiores do que as realizadas em M1; 5) A quantidade total de calorias aumentou 25% em M2.
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Formação do nutricionista na área de nutrição em alimentação coletiva no Brasil

Formação do nutricionista na área de nutrição em alimentação coletiva no Brasil

As informações levantadas foram referentes ao número de vagas autorizadas, categoria administrativa, avaliação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, carga horária total [r]

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Panorama atual dos programas de pós-graduação em Nutrição no Brasil.

Panorama atual dos programas de pós-graduação em Nutrição no Brasil.

Nesse quesito a avaliação da Capes contemplava uma análise qualitativa da adequa- ção e abrangência da estrutura curricular em rela- ção à proposta do Programa (áreas de concen- tração, linhas de pesquisa, projetos); a distribuição da carga horária de ensino entre os docentes e o envolvimento dos mesmos no ensino (sendo esperado que cada docente permanente ofereça disciplinas no programa de Pós-Graduação, pelo menos, duas vezes no triênio avaliado); a propor- ção de docentes permanentes com atividade de orientação (atribuindo conceito MB a 80% a 100% de orientadores do quadro permanente); a análise qualitativa da distribuição de orientação entre os docentes (valor negativo para concentração de orientandos em poucos docentes); o número médio de orientandos por docente (conceito MB até cinco orientandos por docente) e a participação dos docentes permanentes em disciplinas da Graduação (conceito MB para 80% a 100% dos docentes envolvidos no ensino de Graduação). Esse quesito representava 15% da avaliação final do curso.
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Intersecção entre nutrição e doenças cardiovasculares: um estudo bibliográfico

Intersecção entre nutrição e doenças cardiovasculares: um estudo bibliográfico

No Brasil as doenças cardiovasculares representam a principal causa de óbito. Este estudo tem o objetivo de revisar sobre nutrição e doenças cardiovasculares. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, utilizando a Biblioteca Virtual de Saúde – BVS/Bireme, na base de dados da Scientific Eletronic Library Online (SCIELO). Para a busca dos artigos utilizou-se os termos “Nutrição” e “Doenças cardiovasculares”. Os critérios de inclusão foram os últimos dez anos, somente idioma português, artigos na íntegra e disponíveis online. Do processo de análise dos artigos encontrados na pesquisa, emergiram 3 categorias: Doenças cardiovasculares e Fatores de riscos; Doenças cardiovasculares, consumo alimentar e estado nutricional; Doenças cardiovasculares, tratamento e prevenção. A obesidade, hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes mellitus, gordura abdominal, síndrome metabólica, sedentarismo e alimentação inadequada, se mostraram como fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Uma alimentação adequada, pobre em gorduras trans, rica em vegetais, frutas, grãos integrais, soja, azeite e peixes, bem como mudanças no estilo de vida com adoção de exercícios físicos, reduzem consideravelmente os fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
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Stream Media: Caso de Estudo no Ensino Superior no Brasil

Stream Media: Caso de Estudo no Ensino Superior no Brasil

disciplinas de pós-graduação das IFES do Brasil, em um modelo tecnológico de baixo custo de implantação para aula presencial remota (live stream), com potencial de aprofundar a internacionalização e a democratização do acesso a educação e informação em um país de

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Marcos referenciais da trajetória das políticas de alimentação e nutrição no Brasil.

Marcos referenciais da trajetória das políticas de alimentação e nutrição no Brasil.

de reorganização em 1941 e em 1942, sendo extinto em dezembro de 1967. Dois outros organismos nasceram na década de 40: em 1944, o Instituto Téc- nico de Alimentação (ITA), subordinado à Coor- denação de Mobilização Econômica, que em 1946 é transformado em Instituto Nacional de Nutrição da então Universidade do Brasil; em fevereiro de 1945, pelo Decreto-Lei n. 7328, é criada junto ao Conselho Federal de Comércio Exterior a Comissão Nacional de Alimentação (CNA), transferida em 1949 para o Ministério da Educação e Saúde, investida em abril de 1951 nas funções de Comitê Nacional da Food and Agriculture Organization (FAO) e, em agosto de 1951, incumbida de assistir o governo na formulação da política nacional de alimentação, sendo extinta em 1972, quando da criação do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN). Em 1956, Nelson Chaves fundou o Instituto de Nutrição, atualmente Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Pernambuco, e advogava o fortalecimento do tripé nutrição/saúde/educação, objetivando compre- ender a realidade social nordestina e encontrar soluções para a reconstrução dessa realidade.
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História do campo da Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva no Brasil.

História do campo da Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva no Brasil.

Ressalta-se que a partir do II Pronan a ques- tão nutricional voltou a assumir um lugar de destaque na agenda pública, constituindo um dos principais instrumentos da política social con- duzida pelos governos militares. Com a institui- ção do II Pronan, outro médico pernambucano voltava a ocupar o posto mais elevado da princi- pal agência pública do campo da Nutrição no Brasil: dr. Bertoldo Kruse Grande de Arruda, o qual presidiu o Inan no período de 1974 a 1984. Antes disso, outras agências da política de ali- mentação e nutrição, tais como o SAPS e a CNA, haviam sido presididas por Josué de Castro. Des- taca-se que em 1964, com a instalação da ditadu- ra militar, Josué de Castro foi exilado do país, falecendo em Paris no ano de 1973. Além disso, é preciso reconhecer que foi a partir do desenvol- vimento dos programas do II Pronan que ocor- reu o processo de institucionalização de ações de Alimentação e Nutrição no interior da rede pú- blica de serviços de saúde, educação, assistência social etc. em todo o território nacional 7,10-12 .
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A formação em saúde pública nos cursos de graduação de nutrição no Brasil.

A formação em saúde pública nos cursos de graduação de nutrição no Brasil.

envolve cursos de graduação na área da saúde, como enfermagem, medicina, farmácia, nutrição e odontologia, além das Secretarias Municipais de Saúde. O Programa tem o objetivo de estimular um ensino integrado ao serviço público de saúde e apto a responder às necessidades concretas da população brasileira na formação de recursos humanos, na produção do conhecimento e na prestação de serviços, visando fortalecer o SUS. Sua concepção vem ao encontro das DCN vigen- tes, uma vez que estimula a reorganização das práticas educacionais e a incorporação de meto- dologias ativas de ensino-aprendizagem, contri- buindo para a formação integral e adequada do estudante, respeitando o princípio da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência. Nesse sentido, a participação do alunado em atividades complementares e de pesquisa pre- cisa ser viabilizada e incentivada. Dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) de 2007 apontaram pouca participação dos alu- nos concluintes dos cursos de Nutrição em proje- tos de pesquisas de docentes (19,1%) ou de ini- ciação científica (11,4%) 14 .
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Estudo comparativo do ensino superior em Turismo no Brasil e em Portugal

Estudo comparativo do ensino superior em Turismo no Brasil e em Portugal

O quadro atual da educação em turismo, exis- tente nos dois países, merece ser investigado de modo aprofundado para compreender a realidade dos sistemas de ensino superior e permitir a compa- ração possível. Esta análise poderá permitir antever as tendências e sobre elas agir de modo mais eficaz, com vista a permitir ganhos de competitividade mútuos e a nível internacional. Assim, torna-se essencial equacionar os desafios que se colocam no contexto do ensino superior no turismo (secção 3), sobretudo no Brasil e em Portugal, e construir pontes que otimizem os benefícios para as duas comunidades em apreço, que já procuram ativa- mente fortalecer estes laços de partilha. Por último, aprecia-se de um modo sintético as tendências do currículo no ensino superior com um design mais profissionalizante: ensino tecnológico no Brasil e ensino politécnico em Portugal.
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Produção científica em nutrição e percepção pública da fome e alimentação no Brasil.

Produção científica em nutrição e percepção pública da fome e alimentação no Brasil.

a obesidade no Brasil, apontada como pro- blema relevante pela comunidade científi- ca, foi realizado levantamento bibliográfico nas bases do ISI/Thomson Scientific. A estra- tégia de busca incluiu o termo “Brazil” no campo “endereço” de pelo menos um dos autores, para caracterizar a produção brasi- leira, e o termo “obesity” no campo assunto. Em relação ao tema obesidade na área de epi- demiologia nutricional, o Brasil representa 2,3% da produção mundial e ocupa o 12º lu- gar em produção. Essa participação qualifica a área entre as de maior visibilidade. Na Figura 1 estão identificados os países com produção superior a 1% do total mundial. A produção científicas brasileira sobre obe- sidade é recente, em comparação à produção
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A desnutrição e obesidade no Brasil: o enfrentamento com base na agenda única da nutrição.

A desnutrição e obesidade no Brasil: o enfrentamento com base na agenda única da nutrição.

O Brasil é um país heterogêneo em relação à distribuição dos determinantes sócio-econô- micos da desnutrição. A distribuição regional da pobreza mostra variações importantes, desta- cando-se a freqüência duas a três vezes maior de pobres, nas regiões Norte e Nordeste do que nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste 14 . Contraste bem evidente ocorre, por exemplo, entre a popu- lação urbana do Sudeste, em que apenas um em cada sete indivíduos é pobre, e a população rural do Nordeste, em que três em cada cinco indiví- duos são pobres. A distribuição regional da des- nutrição segue a mesma distribuição da pobre- za, determinando, ainda com maior intensidade, as desvantagens das regiões Norte e Nordeste. Pesquisa realizada em 1996 mostrou freqüência duas a três vezes maior de crianças com baixa estatura no Norte e Nordeste do que nas regiões do Centro-Sul do país 15 .
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Um perfil de Nelson Chaves e da sua contribuição à nutrição em saúde pública no Brasil.

Um perfil de Nelson Chaves e da sua contribuição à nutrição em saúde pública no Brasil.

Lim a Sob rin h o, 1982, apu d Ch aves, 1982; L’Ab b ate, 1982). Em relação à s o b ra s in stitu cio n a is cria d a s, n este p erío d o em a p reço, sob a d ireçã o d e Ch a ves, q u a is se- ja m o INUFPE, o Cu rso d e Nu tricio n ista s e o s Cu rsos d e Esp ecialização em Nu trição em Saú - d e Pú b lica p ara m éd icos, acred itam os q u e se- ria in teressa n te fa zer u m p a ra lelo n ã o a p en a s com as in stitu ições criad as sob a orien tação d e Ca stro n o s a n o s 1940 (o In stitu to d e Nu triçã o d a Un iversid a d e d o Bra sil – INUB, o Cu rso d e Nu tricion istas e os Cu rsos p ara Nu trólogos d es- ta in stitu ição), m as com ou tras in stitu ições se- m elh an tes já existen tes n o Brasil e n o exterior. Parece-n os qu e a p artir d a criação d e tais in sti- tu içõ es, Ch a ves p ro cu ra va d o ta r o Esta d o d e Pern a m b u co, o u m esm o o No rd este, d e u m cen tro d e en sin o, p esq u isa e exten sã o em n u - triçã o, n ã o a p en a s a rticu la d o e d ep en d en te, m a s co m p len a s co n d içõ es d e co m p etir co m seu s sim ilares n acion ais e in tern acion ais. En -
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Departamento de Nutrição, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, Brasil

Departamento de Nutrição, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, Brasil

significant differences in the contribution of African and European ancestry among all skin color groups, and because the observed proportions for the light-brown (61.8%) and dark- brow[r]

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