O QUE SÃO POLÍTICAS PÚBLICAS?

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POLÍTICAS PÚBLICAS...

POLÍTICAS PÚBLICAS...

POLÍTICAS PÚBLICAS ... O bispo de Moguncia D.Guilherme Von Ketteler, três anos antes da publicação do Capital de Karl Marx, editou o livro Questão Operária e o Cristianismo, como proposta de organização dos operários e artesãos em associações profissionais que evoluíram para o sindicalismo católico alemão.

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Políticas Públicas

Políticas Públicas

RESUMO: O suporte teórico que associa a pobreza com as políticas públicas no Brasil é bastante escasso. A deficiência parece ter relação com as políticas sociais e de combate à pobreza que predominaram no país por muitas décadas, as quais se baseavam em medidas compensatórias ou voltadas para o assistencialismo. Por outro lado, a limitação da literatura parece estar associada à visão predominante de que o fim da pobreza seria um subproduto do crescimento econômico. Esse entendimento levou os formuladores de política a terem uma visão passiva e tolerante com a pobreza, focando suas políticas em medidas que levariam em primeiro plano o crescimento da economia e como uma possível conseqüência à redução da taxa de pobreza. Assim, este artigo apresenta um estudo acerca da relação existente entre a pobreza no estado da Bahia entre 1990 e 2001 e as políticas públicas implementadas neste período. Utiliza-se, para tanto, análises do Produto Interno Bruto estadual, do Índice de Gini e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) como suportes metodológicos para demonstrar a evolução da pobreza e a eficácia das políticas públicas implementadas no período abordado.
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Políticas de juventude: políticas públicas ou políticas governamentais?

Políticas de juventude: políticas públicas ou políticas governamentais?

Segundo RUA (1998), as políticas públicas em geral, e especificamente as políticas juvenis, no Brasil, são fragmentadas, estão à mercê da competição interburocrática, padecem da descontinuidade administrativa, agem em resposta a certas ofertas e não a demandas específicas, e revelam as clivagens entre a sua for- mulação e a sua implementação. Acrescente-se, a isto tudo, o fato de que o governo não tem uma proposta clara do papel dos jovens no modelo de desenvolvimento ado- tado no país.

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POLÍTICAS PÚBLICAS: ANÁLISE E PERSPECTIVAS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS ECONÔMICAS E SOCIAIS

POLÍTICAS PÚBLICAS: ANÁLISE E PERSPECTIVAS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS ECONÔMICAS E SOCIAIS

Para que servem as políticas econômicas? E qual a função do setor público para o bom funcionamento do sistema econômico? De acordo com Carlos Ilton Cleto e Lucas Dezordi, o “Estado deve regular atividades econômicas mediante leis e disposições administrativas” assim seria a forma de tornar possível o controle ao direito do consumidor. O Estado também deve facilitar o acesso a serviços como educação, saúde, segurança, justiça e etc. principalmente estes que são de interesses do setor privado. Os órgãos públicos devem ver a igualdade social como uma prioridade a ser buscada, como uma forma de procurar beneficiar os mais necessitados; e finalmente, os formuladores de políticas econômicas devem estar preocupados em beneficiar toda a população. (CLETO e DEZORDI, p. 17). Assim, a política econômica é constituída pela intervenção dos poderes públicos na economia. Sendo um conjunto de ações as quais são planejadas para atingir determinadas metas relacionadas com a situação econômica de um lugar. Portanto, as políticas públicas econômicas teriam como objetivo a geração de emprego e renda para a sociedade em geral e não para beneficio de uma minoria como vem acontecendo em toda história política e econômica do nosso país.
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Orçamento de Políticas Públicas: condicionantes e externalidades Orçamento de políticas públicas

Orçamento de Políticas Públicas: condicionantes e externalidades Orçamento de políticas públicas

conSiderAçõeS finAiS Dois grandes passos foram dados no reforço das políticas públicas de emprego no Brasil a favor de restrições sociais sobre a mercantilização da força de trabalho. Uma das medidas foi a criação e o fortalecimen- to de uma política estável de financiamento para as políticas passivas de emprego. Outro foi a expansão da proteção ao desemprego que cresceu 10 pontos na década passada, atingindo atualmente 77% do total de tra- balhadores que rompem seus vínculos de trabalho. Embora o mercado de trabalho formal concentre pouco mais da metade da População Eco- nomicamente Ativa – PEA, três quartos dos trabalhadores que têm seus vínculos interrompidos, encontram no seguro-desemprego a proteção ne- cessária na transição entre um posto de trabalho e outro. Ambas as medi- das foram dadas dentro da esfera da governança tripartite, apesar das suas insuficiências.
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Palavras-chave: trabalho; políticas públicas; políticas públicas sociais.

Palavras-chave: trabalho; políticas públicas; políticas públicas sociais.

Resumo Este artigo busca fazer uma avaliação crítica, e sob a ótica do trabalho, acerca de um programa específico de política pública: os incentivos fiscais dados à empresa Grendene pelo governo do estado do Ceará. Partindo do conceito de políticas públicas e políticas públicas sociais, perpassa pelos elementos relacionados à sua avaliação e à sua base de financiamento, para chegar à questão dos incentivos fiscais propriamente ditos, observando-a a partir de seu desenvolvimento histórico no Brasil, até a análise do caso Grendene. A relevância do estudo consiste na idéia de se vislumbrar políticas públicas sociais como um elemento de inclusão social e até mais, de cidadania, no sentido de dotar os agentes sociais – especialmente os trabalhadores – de condições de engajamento social mais dignas e autônomas. Neste trabalho, a perspectiva de políticas públicas de favorecimento prioritário do capital será questionada e confrontada com as políticas públicas de características efetivamente sociais. A pesquisa, para este trabalho, é eminentemente bibliográfica, com ênfase na historiografia e na assimilação de dados secundários. Apesar da tomada de consciência de que as informações disponíveis sobre este caso específico (com este enfoque, principalmente) ainda são escassas, percebe-se que existem possibilidades e perspectivas alternativas legitimamente justificáveis, no sentido de se alcançar os objetivos sociais, próprios das políticas públicas assim comprometidas e de qualidade, restando então, a disposição para se aprofundar a pesquisa e se alcançar uma maior clareza sobre o tema. Nesse sentido, o eixo temático deste artigo é o de Trabalho, Economia e Sociedade.
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AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA BIBLIOTECAS PÚBLICAS NO BRASIL

AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA BIBLIOTECAS PÚBLICAS NO BRASIL

A biblioteca pública é por natureza um espaço democrático e aberto à comunidade. Para a FBN (1999, p. 19) “a biblioteca pública tem como princípio a igualdade de acesso para todos, independentemente de idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua ou status social”. Neste sentido, a atuação do Poder Público, no que concerne ao desenvolvimento de políticas públicas no âmbito das bibliotecas públicas brasileiras, vem cada vez mais sendo entendida como uma prática fundamental para a criação de novas bibliotecas públicas, bem como para a manutenção e desenvolvimento destas instituições. O presente estudo teve como objetivo identificar as principais políticas públicas realizadas no âmbito das bibliotecas públicas brasileiras partindo do pressuposto de que tais políticas vêm sendo tratadas com parcimônia pela agenda governamental do Governo Federal brasileiro.
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Palavras-chave: Políticas Públicas; Agenda Governamental; Políticas de Energia; Dinâmica de Políticas Públicas.

Palavras-chave: Políticas Públicas; Agenda Governamental; Políticas de Energia; Dinâmica de Políticas Públicas.

O desafio do trabalho está, nesse sentido, em estabelecer indicadores de atenção que permitam sinalizar o processo de focalização de atenção pelos policymakers brasileiros, em convergência às proposições do CAP. Entre os pesquisadores que congregam essa agenda de pesquisa internacional, podemos observar, de forma geral, a utilização de indicadores como legislações, discursos presidenciais, dados da cobertura midiática e dotações orçamentárias, por exemplo (BAUMGARTNER; GREEN-PEDERSEN; JONES, 2006; BAUMGARTNER; JONES; WILKERSON, 2011). Seguindo o esforço empreendido pelo Laboratório de Estudos sobre a Agenda Governamental (grupo brasileiro membro do CAP), selecionamos um conjunto de dados que podem expressar o processo de agendamento das duas principais esferas de produção de políticas públicas: o Executivo e o Legislativo (CAPELLA; BRASIL; SUDANO, 2015). Neste trabalho, optamos por utilizar os seguintes indicadores 3 : (a) produção legislativa 4 – composta por Leis, Decretos Legislativo, Decretos do Executivo, Medidas Provisórias, Portarias do Ministério de Minas e Energia (MME) e Portarias Interministeriais com o MME; e (b) comunicações do Executivo – composto pelas Mensagens ao Congresso e Discursos de Posse dos presidentes. É importante notar que os pesquisadores envolvidos na agenda de pesquisa de agenda governamental e dinâmica de política entendem que a formação da agenda governamental congrega atores tanto de dentro quanto de fora da estrutura governamental (KINGDON, 2003; BAUMGARTNER; JONES, 1993). Se destacam, por exemplo, a mídia, os partidos políticos, os grupos de interesse, o poder Judiciário. No entanto, este trabalho objetivou analisar tão somente os poderes Executivo e Legislativo, num esforço de aproximar os resultados obtidos às pesquisas empreendidas por outros pesquisadores do CAP. Somente optamos por estender a análise à atenção do MME por observar na literatura a forte atuação ministerial nos processos de produção dessa política setorial (MACHADO; GOMIDE; PIRES, 2017; 2018).
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A judicialização das políticas públicas.

A judicialização das políticas públicas.

Desde a promulgação da Constituição Federal, em 05 de outubro de 1988, a história do constitucionalismo brasileiro se vê diante dos avanços e retrocessos do processo de efetivação dos direitos sociais através de políticas públicas. Nesse embate jurídico (e muitas vezes político) de interesses contrapostos, surge o Poder Judiciário para fazer valer verdadeiramente esses direitos previstos no Texto Constitucional. A efetivação concreta dos direitos individuais e coletivos previstos no corpo da Carta Magna é o ponto central do neoconstitucionalismo, sob o signo do qual eles assumem natureza cogente e auto-aplicável. Diante disso, o objetivo do presente trabalho é demonstrar que é possível o Judiciário atuar no âmbito das políticas públicas sem necessariamente implicar em ingerência nos poderes do Estado ou sem adentrar de fato na discricionariedade do ato administrativo. O método de abordagem aplicado na realização do estudo foi o hipotético-dedutivo, estudando-se inicialmente conceitos fundamentais para compreensão do tema abordado e em seguida passando-se a defender a tese de que é um direito do cidadão buscar pela efetivação das garantias atribuídas a este no Texto Fundamental, especialmente, quando os legitimados para tanto não cumprem com a sua função. E para isso o meio que deve ser utilizado é o processo, isso porque, em virtude do Princípio da Inafastabilidade do Judiciário, sempre que houver lesão ou ameaça a direito, este deverá intervir. Assim, chegou-se a conclusão de que quando se pleiteia judicial ou extrajudicialmente a implementação de uma política pública não se está invadindo os limites das atribuições do Executivo, mas, sim, pleiteando- se providências concretas na efetivação de um direito fundamental do cidadão. Observou-se durante o estudo que com processo de "judicialização das políticas públicas" inicia-se um despertar de consciência da população brasileira. Isso porque, a coletividade encontra-se esgotada pela espera de soluções para seus problemas sociais, acarretando, então, a busca dessas soluções na esfera do Judiciário.
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Epidemiologia e políticas públicas.

Epidemiologia e políticas públicas.

Tendo esta limitação inicial em mente, pretendo organizar minha reflexão em torno de três questões. Inicialmente vou abordar a posição da epidemiologia no in- terior do campo da Saúde Coletiva, em seu compromisso inescapável com a prática, e apresentar um modelo de determinan- tes sociais e de níveis de atuação para as políticas públicas baseado no trabalho da Comissão de Determinantes Sociais em Saúde da OMS. Em seguida, analisarei um exemplo de como as políticas públicas podem produzir impactos no perfil epide- miológico, ainda que este não seja o seu foco explícito ou principal. Finalmente, pretendo tratar do uso da epidemiologia na elaboração, implementação e avaliação de políticas públicas em saúde, destacando dois dos compromissos atuais do campo da saúde coletiva: a redução das desigualdades sociais em saúde através da atuação sobre os determinantes sociais e a promoção da saúde, nas quais as funções reguladoras do Estado ganham importância. Há também inúmeros outros usos da Epidemiologia que, entretanto, não serão objeto da reflexão que pretendo apresentar neste momento 1 .
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Antropólogos e políticas públicas

Antropólogos e políticas públicas

Resumo: O presente trabalho visa discutir alguns vieses da inserção dos antropólogos nas agências estatais ligadas à elaboração e implementação de políticas públicas com base nos resultados de uma pesquisa anterior fei- ta pelas autoras. Em relação às narrativas analisadas, adverte-se que essas instituições sustentam racionalidades próprias, com sa- beres e ações orientadas por atores hetero- gêneos que ponderam de modo diferente a relação entre meios e fins de tipo técnico- político. O lugar do antropólogo pressupõe um entrecruzamento de lógicas que gera ten- sões e produz pontos de encontro, partindo do reconhecimento do conhecimento especí- fico (Moro, 2000). Em razão dos obstáculos para uma intervenção satisfatória no âmbito de uma resolução de problemáticas sociais e comunitárias, faz-se necessária uma “obje- tivação participante” (Bourdieu, 2005) que facilite um processo de reflexão capaz de pro- duzir novos conhecimentos e linguagens no que se refere aos espaços que incluem a in- tervenção política.
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Gênero e políticas públicas.

Gênero e políticas públicas.

‘difusa’, que não vem de movimentos organizados e que se efetiva na forma de uma demanda ‘feminina’ por acesso aos serviços oferecidos pelos programas. Essa presença acaba influenciando seu desenvolvimento, mesmo em casos em que a questão de gênero não era uma dimensão presente originalmente quando da concepção das iniciativas. A abertura do processo de formulação e de implementação de políticas públicas, associada à democratização, parece favorecer uma maior permeabilidade das agências estatais às necessidades da comunidade. Assim, embora sejam minoritárias nas experiências analisadas aquelas que surgiram como resposta a movimentos locais (de abrangência municipal, estadual ou regional), há diversas iniciativas que mostram haver um reconhecimento da diversidade de gênero, passando a desenvolver ações que atendem a necessidades específicas e diferenciadas de mulheres, sob influência de mulheres da localidade de implantação do programa. Isso sugere que a consciência prévia da relevância da questão de gênero não é o único caminho para que essa dimensão seja integrada a programas governamentais. Tão importante quanto tal consciência parece ser a efetiva democratização do programa ao longo de sua implementação, no sentido de torná-lo permeável às necessidades efetivas da comunidade a que se destina. As políticas e programas analisados parecem sugerir que, entre a invisibilidade das mulheres e de suas necessidades e demandas e uma ação governamental resultante de uma ‘consciência de gênero’, que incorpore a perspectiva de gênero de forma sistemática e generalizada, há um terreno intermediário, associado a um processo incremental de transformação, em que alguns temas da agenda de gênero e algumas das abordagens propostas por movimentos e entidades de mulheres são incorporados, de forma gradual, abrindo talvez caminho para transformações mais profundas.
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Políticas públicas na rede

Políticas públicas na rede

D esenvolvida pela Direto- ria de Análise de Políti- cas Públicas da Funda- ção Getulio Vargas (FGV/ DAPP), a ferramenta Pulso do País monitora o Twitter, em tem- po real, e permite que o leitor acesse o site do GLOBO e acom- panhe o debate que acontece na internet sobre políticas públicas. Para isso, o Pulso do País iden- tifica as menções sobre assuntos como transportes, segurança, saúde, economia, corrupção, protestos e educação, que a equipe da FGV/DAPP chama de temas de referência. Atualizada de dez em dez minutos, a ferra- menta destaca as palavras mais citadas. Por dia, são classificados
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Políticas Públicas de Saúde:

Políticas Públicas de Saúde:

Este artigo tem por objetivo descrever a atuação do Centro de Especialidades Odontológicas – CEO Regional de Russas, unidade de saúde gerenciada pelo Consórcio Público de Saúde da Microrregião de Russas – CE (CPSMR), no período de julho de 2010 a dezembro de 2011, no tocante à implementação de políticas públicas de saúde bucal. Nesse sentido, apresenta o modo de constituição e de funcionamento do referido consórcio, os contratos de rateio, os contratos de programa, bem como analisa os resultados obtidos pelo CEO – Regional de Russas, em função dos indicadores de desempenho previstos nos instrumentos contratuais. Por oportuno, relata as dificuldades enfrentadas pelo CEO Regional de Russas e aponta sugestões de melhorias. Ao final, destaca as vantagens decorrentes da gestão associada do serviço público de saúde e conclui pela viabilidade de implementação de política pública de saúde por consórcio público instituído segundo o modelo da atual legislação.
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Agricultura e políticas públicas

Agricultura e políticas públicas

A publicação, que reúne traba- lhos sobre temas afins, além de dar continuidade à divulgação de estudos sobre pla- nejamento e políticas públicas no Brasil, tem por objetivo, ao lado das[r]

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Cidades e políticas públicas.

Cidades e políticas públicas.

Segundo Guattari (1992, p. 172, grifo do autor), As cidades são imensas máquinas – megamáquinas, para retomar a expressão de Lewis Mumford – produtoras de subjetividade individual e coletiva. O que conta com as cidades hoje, é menos os seus aspectos de infraestrutura, de comunicação e de serviço do que o fato de engendrarem, por meio de equipamentos materiais e imateriais, a existência humana sob todos os aspectos que se queira considerá-la. Essas são pistas importantes que Guattari (1992) nos indica para o propósito desse texto: pensar o modo como as políticas públicas se forjam hoje no contemporâneo no que diz respeito a experimentação de um novo urbanismo modo de lidar com a questão das cidades. Na esteira do autor, entendemos que é importante pensar em transformações políticas, o que não pode ocorrer sem uma mutação de “mentalidades” nos modos de produção de subjetividade. Encontramo-nos, portanto, diante de um círculo de dupla direção. “Uma ordem objetiva ‘mutante’ pode nascer do caos atual de nossas cidades e também uma nova poesia, uma nova arte de viver” (GUATTARI, 1992, p. 175). Como pensar as políticas públicas que ordenam as cidades hoje? Como produzir conexões entre os modos de fazer andar a vida nas cidades e as políticas
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Políticas públicas e  sustentável

Políticas públicas e sustentável

um todo e que sejam desenvolvidas algumas ações e políticas públicas que alcancem os aspectos: 1) Investimentos em educação e lazer para as crianças, porquanto estas começam cedo na agricultura e, muitas vezes, não têm condições de concluir os seus estudos nem, tão pouco, um crescimento saudável. 2) Educação formal e não-formal voltada para apoiar o produtor familiar e sua família em termos de técnicas de produção agrícolas e não agrícolas; serviços e sistemas de produção e comercialização. 3) Sensibilizar os produtores sobre a importância da conservação do meio ambiente com aulas de educação ambiental. Apoiar e educar os agricultores quanto ao preparo do solo bem como adotar medidas para sua recuperação.
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Políticas públicas intervenientes

Políticas públicas intervenientes

A partir das exposições dos dados e valores, observa-se que as ações para a infraestrutura nos TC, que foram disponibilizadas no território ressalta-se que existem instrumentos jurídicos e administrativos destinados ao planejamento e à execução concreta de políticas públicas com a finalidade de promover a redução das desigualdades territoriais e regionais capazes de mudar a vida social, econômica de um território estagnado. Sob o ponto de vista dos pressupostos biopolíticos, o governo coloca em funcionamento um conjunto de práticas utilizadas estrategicamente num território, os quais indicam, que se acontecerm com planejamento e modernização, é possível desenvolver territórios estagnados e subdesenvovidos como são os 120 Territórios da Cidadania Planalto no Brasil.
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Políticas Públicas Ambientais

Políticas Públicas Ambientais

A administração dos recursos naturais é a primeira fase na qual as políticas se focaram em dar suporte a áreas protegidas, pois a regulamentação, nes- te período, se caracterizava em determinar a apropriação de cada recurso natural. O controle da poluição natural é a segunda abordagem dada pelas políticas públicas ambientais na qual o estado brasileiro estava mais interes- sado no desenvolvimento econômico, priorizando o problema da poluição em si sem questionar o processo que envolve a poluição. Assim, havia dois polos: a dos poluidores representados pela indústria ou produção rural; e a do Estado que tinha como medidas de Governo no comando e no controle, normalmente em resposta a denúncias de poluição rural e industrial. O pla- nejamento territorial é a terceira abordagem das políticas ambientais. Devido ao intenso crescimento dos centros urbanos, tornou-se necessária a ordena- ção de uma política preventiva sobre o meio ambiente. Peccatiello (ano de publicação?) salienta que é perceptível que nesta abordagem as ações de controle voltam-se fundamentalmente para as atividades do setor privado, porém as políticas ambientais são ainda plenamente urbanas. São destaques deste período, os trabalhos desenvolvidos pelo Comitê Especial de Estudos Integrados de Bacias Hidrográficas (CEEIBH), assim como as leis metropoli- tanas de zoneamento industrial e de proteção de mananciais. A gestão in- tegrada de recursos é a quarta abordagem das políticas ambientais no Brasil sendo que é neste momento que se desenvolve mecanismo de definição da política e a coordenação das atividades ambientais governamentais. Surge, então, a responsabilização do Estado por suas próprias ações ambientais, sendo o mesmo forçado a seguir a legislação ambiental vigente, assim como já ocorria no setor privado.
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Políticas públicas para o TDAH

Políticas públicas para o TDAH

Para o entendimento do TDAH, a Autora nos faz perceber a importância da multidisciplinariedade e da transdisciplinariedade, ao trabalhar conceitos como equidade e igualdade, tanto na área jurídica como na área da saúde, para a crítica ao sistema educacional, assim como para a proposição de políticas públicas que busquem a aplicabilidade dos princípios da justiça distributiva e efetividade do direito de ter respeitadas as limitações e atendidas as necessida- des das crianças com este Transtorno. E neste ponto, se aproxima da filosofia da educação de John Dewey, em sua busca de fortalecimento do método de investigação e comprovação de hipóteses no processo educacional.
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