Obrigações Acessórias.

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Impacto das obrigações acessórias na atualização dos profissionais contadores

Impacto das obrigações acessórias na atualização dos profissionais contadores

Resumo: Esta pesquisa tem o objetivo de avaliar os impactos das obrigações assessórias no cumprimento das normas brasileiras de contabilidade pelos escritórios de serviços contábeis localizados em Guarabira/PB. O presente estudo é descritivo, de cunho qualitativo e de natureza exploratória. Foi aplicado um questionário com questões de múltipla escolha enviadas para o e-mail dos respondentes. O universo da pesquisa contou com 93 profissionais contábeis existentes no município de Guarabira/PB, sendo a amostra final desta pesquisa formada por 35 profissionais contábeis, no município de Guarabira/PB, entre eles Contadores e Técnicos em contabilidade. Como conclusão, é convergente afirmar que o profissional contábil deve fluir em permanente processo de evolução de seus atributos profissionais, bem como, de deveres analíticos no que se refere a estudos teóricos do setor contábil. Já do ponto de vista das contribuições da pesquisa, essa oferta a possibilidade de reforço teórico quanto a contabilidade e as dificuldades das obrigações acessórias frente ao exercício contábil, bem como, comunica a comunidade científica, sobre as dificuldades de atuação profissional, da realidade dos entrevistados. No que tange as possibilidades de pesquisas futuras incita-se a possibilidade de ampliar a amostra para verem se os dados se mantem consistentes.
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FRANCISCO ALISON MOREIRA A INFLUÊNCIA DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS TRIBUTÁRIAS NAS ROTINAS DE TRABALHO DOS PRESTADORES DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA

FRANCISCO ALISON MOREIRA A INFLUÊNCIA DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS TRIBUTÁRIAS NAS ROTINAS DE TRABALHO DOS PRESTADORES DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA

Na maior parte das entidades analisadas, não existe uma estrutura adequada a atender, ao mesmo tempo, às necessidades de informações dos clientes e do Estado. Por volta de 67% das entidades contábeis afirmaram que, se o número de obrigações acessórias fosse menor, produziriam mais informações úteis e tempestivas a seus clientes, fazendo um assessoramento de forma mais individualizada. O custo de não haver esse tipo de assessoramento pode ser elevado, fazendo, até mesmo, com que empresas encerrem suas atividades por não possuírem dados reais atualizados. As rotinas de trabalho dos prestadores de serviços contábeis são prejudicadas, já que o principal objetivo da Contabilidade – gerar informações para a tomada de decisões – não está sendo atendido de maneira completa, deixando uma margem a ser explorada.
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Obrigações acessórias: um estudo da viabilidade do atendimento e mitigação de riscos para gestão tributária nas indústrias do centro industrial de Jurubatuba, região sul do município de São Paulo

Obrigações acessórias: um estudo da viabilidade do atendimento e mitigação de riscos para gestão tributária nas indústrias do centro industrial de Jurubatuba, região sul do município de São Paulo

O que não pudemos determinar é se as avaliações regular ou insatisfatórias se devem à ausência de ações de fato ou não ocorre ação nenhuma. Pudemos relacionar como pontos a serem revistos, diante dos resultados apresentados nesta pesquisa: 1. As ações tomadas pelas empresas para atendimento das obrigações EFD ICMS IPI e EFD Contribuições; 2. Implementação de modelos de gestão; 3. Sistemas ou soluções fiscais que traduzam de fato as operações das empresas; 4. Políticas para mitigação de riscos; 5. O tempo de resposta para adequação das obrigações acessórias; 6. Medidas estratégicas no tocante ao atendimento das obrigações EFD ICMS IPI e EFD Contribuições.
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Praticabilidade, obrigações acessórias e as garantias constitucionais do cidadão-contribuinte

Praticabilidade, obrigações acessórias e as garantias constitucionais do cidadão-contribuinte

(...) com a inclusão, pretendeu o Governo conferir direitos aos usuários dos diversos serviços prestados pela Administração ou por seus delegados e estabelecer obrigações efetivas aos prestadores. Não é difícil perceber que a inserção desse princípio revela o descontentamento da sociedade diante de sua antiga impotência para lutar contra a deficiente prestação de tantos serviços públicos, que incontável prejuízo já causou aos usuários. De fato, sendo tais serviços prestados pelo Estado ou por delegados seus, sempre ficaram inacessíveis para os usuários os meios efetivos para assegurar seus direitos. Os poucos meios existentes se revelaram insuficientes ou inócuos para sanar as irregularidades cometidas pelo Poder Público na execução desses serviços.
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SPED: Evolução da fiscalização e perspectiva do contabilista

SPED: Evolução da fiscalização e perspectiva do contabilista

A Administração Tributária da Receita Federal do Brasil (RFB) implantou o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), buscando combater a evasão fiscal e uma melhor e mais ágil compreensão das operações das empresas. Com isto, os profissionais das áreas envolvidas neste processo evoluíram dentro de suas empresas nas questões de práticas de controles internos, de uma melhor relação interdepartamental, além de acompanhar as mudanças na legislação brasileira e nas obrigações acessórias. O objetivo geral desta pesquisa foi a relação RFB e contabilista depois da implementação do SPED, pois o volume de obrigações acessórias a serem entregues é enorme e muitas delas possuem informações exatamente iguais que serão cruzadas pelo Fisco, o que faz com que o contabilista tenha que fazer investimentos em sistemas e capacitação para conseguir entregar as declarações em conformidade com as leis. Foi realizada uma pesquisa de natureza qualitativa e objetivo descritivo com profissionais contábeis com aplicação de um questionário. Os profissionais impactados pela adoção do sistema SPED tiveram que mudar sua rotina, pois possuem dificuldades em manter-se atualizados e demonstram receio e dificuldade no envio das informações ao fisco em conformidade com as leis vigentes, mesmo com todo o investimento feito em capacitação técnica e tecnológica.
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O custo para o cumprimento das normas de conformidade no direito tributário brasileiro: o peso das obrigações tributárias acessórias ou dos dees instrumentais

O custo para o cumprimento das normas de conformidade no direito tributário brasileiro: o peso das obrigações tributárias acessórias ou dos dees instrumentais

Carlos Iacia (2015, p. 83-86) em trabalho intitulado Brazil: Complex data provision requirements and frequent changes to tax laws result in a high compliance burden destaca a complexidade do sistema tributário brasileiro uma vez que que muitas pessoas jurídicas de direito público interno com competência para instituir e cobrar tributos, ou seja, a União Federal, vinte e seis Estados-mem- bros da federação brasileira e o Distrito Federal, e mais de cinco mil municipa- lidades, todos com suas legislações fiscais e deveres instrumentais tributários. Portanto, conclui Iacia (2015, p. 84-86) que é árdua a tarefa de conhecer toda a legislação, acompanhar suas alterações frequentes e cumprir tantas obrigações acessórias, conforme se observa do texto a seguir transcrito:
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO-ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS RENATO KRAUS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO-ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS RENATO KRAUS

A evasão fiscal consiste em prática contrária a lei. Geralmente é cometida após a ocorrência do fato gerador da obrigação tributária, objetivando reduzi-la ou ocultá-la. Para ter controle de suas fontes de recursos e diminuir a evasão fiscal, o Fisco criou formas de fiscalização, uma delas é através das declarações acessórias eletrônicas, que são de responsabilidade do próprio contribuinte a apresentação. Essa responsabilidade atribuída ao contribuinte é repassada aos escritórios de contabilidade, por serem estes os responsáveis pelas informações contábeis de seus clientes. O problema está na grande quantidade de declarações acessórias eletrônicas que foram criadas pelo Fisco, sendo que em muitos casos são compostas por informação repetidas. Para poder cumprir as exigências do Fisco em relação as obrigações acessórias eletrônicas de seus clientes, os escritórios de contabilidade tem custos com empregados, computadores e material de expediente, sendo o objetivo deste trabalho calcular o custo aproximado dessa obrigação.
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A implantação do SPED Fiscal Bloco K na indústria

A implantação do SPED Fiscal Bloco K na indústria

O presente estudo tem por finalidade apresentar o trabalho de conclusão do curso de Especialização em Auditoria da Universidade Federal de Minas Gerais, cujo objetivo é abordar todos os aspectos e procedimentos para gerar informações necessárias para a implantação dos registros do SPED Bloco K. O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) é uma ferramenta tributária bastante atual, criando várias obrigações acessórias para atender ao Fisco, desde sua criação podemos citar: NFe, EFD ICMS/IPI, EFD Contribuições, e a mais recente o registro BLOCO K no SPED Fiscal (EFD ICMS/IPI) que se trata da inclusão da escrituração do Livro de Registro de Controle e Produção do Estoque.
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Cacofonia tributária

Cacofonia tributária

A colcha de retalhos que foi montada na área tributária segue consumindo dinheiro das empresas e comprometendo a competitividade do país.. R$ 6,5 bilhões com obrigações acessórias e[r]

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Dique furado

Dique furado

Disso resulta o risco constante de autuação pelo Fisco decorrente, em grande parte, de possíveis conflitos de interpretação de leis complexas, carregadas de obrigações acessórias, e que mudam em ritmo insano. Além, evidentemente, da oportunidade de identificação de inúmeros loopholes a permitirem as mais variadas formas de evasão e de sonegação. Criou-se assim ambiente fértil para a proliferação de contenciosos, como o que gerou o esquema de corrupção que a PF está investigando.

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As obrigações tributárias acessórias em ambiente eletrônico: uma afronta a cidadania

As obrigações tributárias acessórias em ambiente eletrônico: uma afronta a cidadania

Edilson Pereira de Godoy 1 RESUMO- O pleno exercício da cidadania compreende não só os direitos, mas, os deveres de cada um, inclusive de âmbito tributário. As denominadas obrigações tributárias acessórias sempre foram consideradas um fardo a mais no sistema de tributação nacional, a ser carregado tanto pelos contribuintes como pelos responsáveis tributários. Do lado do Fisco, as obrigações acessórias são tidas como um forte aliado no acompanhamento da arrecadação e no combate à sonegação de tributos. Com a evolução tecnológica, a informatização e com ela o domicílio eletrônico passou a ser aplicado pelos entes federados, nas três esferas de governo, a todo tipo de contribuinte ou responsável. O objetivo deste trabalho é analisar os efeitos práticos e legais dessa avassaladora onda eletrônica, e suas consequências, tato para o Fisco, como para o sujeito passivo de obrigação tributária. O poder fiscal tem seus limites na cidadania desenhada em nossa Constituição Federal. Palavras-chave: Cidadania. Obrigações Tributárias Acessórias Eletrônicas.
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Morfologia das glândulas acessórias masculinas e dos espermatozoides em Mischocyttarus (Hymenoptera, Vespidae)

Morfologia das glândulas acessórias masculinas e dos espermatozoides em Mischocyttarus (Hymenoptera, Vespidae)

glandulares em todas as espécies. Nas células das glândulas de M. cerberus submetidas ao teste citoquímico (Thierry), inúmeros grânulos de secreção tanto no citoplasma das células quanto no lúmen glandular apresentaram reação positiva ao teste, indicando a presença de carboidratos nos mesmo. Nas células submetidas ao teste citoquímico (EPTA) o conteúdo dos grânulos apresentou reação negativa ao teste, porém a membrana que envolve o grânulo apresentou-se PTA positiva. Algumas vesículas secretoras presentes no epitélio glândular apresentaram reação negativa para ambos os testes, permanecendo com conteúdo eletronlucente. Estes resultados mostram a importância de conhecimentos morfológicos e citoquímicos das glândulas acessórias sexuais masculinas de Mischocyttarus. Dados que devem ser auxiliados pelo estudo da biologia dos insetos e podem ser usados como ferramentas para esclarecer aspectos ainda obscuros concernentes à bioquímica da secreção e entendimento da fisiologia reprodução desses insetos.
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Quantificação das capturas acessórias e rejeições de arrasto de crustáceos na costa do Algarve

Quantificação das capturas acessórias e rejeições de arrasto de crustáceos na costa do Algarve

Apesar destas semelhanças, a composição da captura total nas duas embarcações não foi igual, existindo diferenças estatisticamente significativas (p ≤ 0,05) nas suas três componentes. Foi na Embarcação 1 que se observou maior quantidade de captura total (Tabela 1), no entanto não foi esta a embarcação que mostrou maior percentagem de espécies alvo (Figura 5 e 6). A duração do tempo de arrasto é um dos factores que influencia a porção de capturas acessórias e alvo capturadas (Costa et al, 2008), o que, apesar de terem sido muito semelhantes, poderá ter influenciado as maiores capturas de espécies alvo observadas na Embarcação 2. Consequentemente, as percentagens de rejeição obtidas para esta mesma embarcação foram mais baixas (77%) do que as observadas na Embarcação 1 (81%). Em comparação com outros estudos realizados, estas percentagens de rejeição vão de encontro aos resultados obtidos por Borges et al. (1997), onde a média de rejeição foi de 83%. Relativamente às capturas acessórias, estas ocuparam apenas 1% da captura total em ambas as embarcações, querendo dizer que foi pouca a quantidade de espécies não-alvo aproveitadas para venda, uma vez que a grande parte da captura total é ocupada por espécies sem qualquer valor comercial (Costa et al, 2008).
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Carlos Eduardo Jadon.pdf

Carlos Eduardo Jadon.pdf

transformar obrigações de boa-fé em obrigações formais em benefício do credor, oferecendo-lhe meios de cobrança mais simples e enérgicos. Ela se realizava também em benefício do devedor através da acceptilatio.O poder destrutivo da acceptilatio equipara-se à força obrigatória da stipulatio, em ambos os institutos havia a completa abstração da causa, ou seja, não importava o motivo que tinha o credor a realizar a acceptilatio, uma vez realizada a respectiva fórmula, libertava-se o devedor tendo havido ou não o pagamento, pois era uma forma solene de liberação. Afirma ainda Soriano Neto, com base em Gaio, que, se a obrigação não fosse constituída verbalmente, deveriam as partes através da stipulatio realizar a novação para em seguida destruir a nova obrigação através da acceptilatio. (SOUZA NETO, José Soriano de. Da Novação. p. 27).
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A moléstia da cana-de-açúcar na década de 1860: a lavoura em busca das ciências.

A moléstia da cana-de-açúcar na década de 1860: a lavoura em busca das ciências.

Lembremo-nos de que a agronomia ainda não era um campo científico institucio- nalizado no Brasil, e que aqueles com conhecimentos nas ciências acessórias da agricultura, como a química agrícola, fisiologia vegetal e a geologia agrícola, eram oriundos de outras áreas de saber, entre elas a medicina, a engenharia e a botânica. Portanto, ainda que a discussão se encontrasse incipiente do ponto de vista de produção científica brasileira e de sua institucionalização, ela se fez presente e produziu reflexões genuínas em relação às controvérsias dos cientistas europeus. Personagens vinculados à Sain, ao IIFA, ao Museu Nacional e à Escola Politécnica, entre outras instituições, independentemente de sua formação acadêmica, interessavam-se por agronomia e sobre ela produziam artigos com referências às novidades na Europa e em suas colônias, ou mesmo reproduziam matérias de periódicos estrangeiros. Nos debates entre azotistas e mineralistas, contudo, buscavam não se aliar a nenhuma das duas correntes; ao contrário, propagavam a mescla dos saberes. De fato, é interessante observar que não houve, por parte de homens das ciências no Brasil, aceitação inquestionável das teorias de Liebig. Artigos da Revista Agrícola noticiavam a ‘descoberta’ sem ser dogmáticos, ao contrário do que parece ter ocorrido nos EUA (Rossiter, 1975). Nicolau Joaquim Moreira 4 (1880, p.143), por exemplo, assim se expressou a respeito
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A Solidariedade no Âmbito da Locatio-Conductio Operarum

A Solidariedade no Âmbito da Locatio-Conductio Operarum

Por outro lado, continuando a comparação de regimes com o atual direito português, no Direito Romano as fontes da solidariedade eram o contrato, o testamento ou a lei. Entre nós, e tendo em consideração a redação do artigo 513º do Código Civil, ‘A solidariedade de devedores ou credores só existe quando resulte da lei ou da vontade das partes’, po- demos concluir que constituem fontes da solidariedade, quer ativa, quer passiva, a lei ou a vontade das partes, no domínio contratual, embora o regime da solidariedade não constitua a regra, mas sim a exceção. Assim, no âmbito das obrigações civis, no atual direito português, o regime da solidariedade só vigorará, se for estipulado por lei, ou as par- tes assim o convencionarem, porque, caso contrário, a regra, havendo pluralidade de devedores, é a conjunção, ou seja, cada devedor apenas responde por uma parte proporcional da prestação, perante o credor.
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Ablação por cateter com radiofreqüência de vias acessórias esquerdas por abordagem transeptal.

Ablação por cateter com radiofreqüência de vias acessórias esquerdas por abordagem transeptal.

Dois métodos principais foram descritos para abordagem das VA no anel mitral: a abordagem arterial retrógrada (AR), que envolve um acesso arterial periférico, com manipulação do catet[r]

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Insuficiência patrimonial, insolvência e obrigações tributárias

Insuficiência patrimonial, insolvência e obrigações tributárias

i) No que diz respeito à primeira questão cumpre aclarar, antes de mais, que tal situação só ocorrerá, eventualmente, quando em sede de direito de audição o revertido conseguir “convencer” a Administração Tributária de que efetivamente não se encontram preenchidos todos os pressupostos para que lhe seja assacada a responsabilidade por aquelas dívidas ou quando, na sequência da reversão do processo de execução fiscal, o revertido tenha deduzido oposição à execução, a qual veio a ser julgada procedente pelo Tribunal Tributário competente. Se o fundamento utilizado para “convencer” a Administração Tributária ou para se opor à execução impedir que a dívida seja exigida ao garante da dívida tributária (por exemplo, inexistência de culpa do revertido – gerente – na insuficiência patrimonial do sujeito passivo direto –, cfr. exigência constante do art. 24.º, n.º 1, alínea a), da LGT), a Administração Tributária não poderá “usufruir” do património do mencionado garante. Como tal, uma vez que não existem bens penhoráveis no património do sujeito passivo direto (ou os bens existentes não permitirão satisfazer a totalidade das obrigações tributárias) e apesar de existirem garantes da dívida tributária os
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No caso de conflito entre as obrigações dos membros das Na- ções Unidas, em virtude da presente Carta e as obrigações re- sultantes de qualquer outro acordo internacional prevalecerão a[r]

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<b>Especismo e a percepção dos animais</b> - doi: 10.4025/actascihumansoc.v33i1.7827

<b>Especismo e a percepção dos animais</b> - doi: 10.4025/actascihumansoc.v33i1.7827

O ecocentrismo de J. Baird Callicott suscita, em seu estado atual, pelo menos tantas interrogações quanto em seu estado precedente. Será que se pode, como pensa nosso autor, definir nossas obrigações em relação aos membros de uma comunidade a partir de uma descrição dessa comunidade? É uma forma de naturalismo que nem todos estão dispostos a aceitar. Por outro lado, o que fazer quando surgem conflitos pela pertença a comunidades diferentes? J. Baird Callicott pensa que nossa fidelidade para com as comunidades próximas tem prioridade sobre nossa fidelidade para com as comunidades mais distantes; isto é verdade, mas uma teoria ética pluralista está condenada a fracassar menos que produza regras precisas de resolução dos conflitos. Tais regras ainda estão ausentes em Callicott (1989) (P. Taylor, “Respect for nature”, 1986, e D. VanDeVeer, “Interspecific justice”, 1979 p. 55-70, as tentaram formular em perspectivas bastante diferentes) (TAYLOR, 1986; VANDEVEER, 1979).
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