Obsolescência da literatura

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Estudo comparativo dos métodos usados para medir a obsolescência da literatura científica

Estudo comparativo dos métodos usados para medir a obsolescência da literatura científica

Os resultados do método diacrônico nao deram um qu� dro acurado da obsolescência da literatura em TUBERCU LOSE PUL�!ONAR. A fonte utilizada foi o Science Cita tion Index (SCI), cuja publicação teve início no ano de 1963, não havendo, portanto , condição de se exten der a amostragem a duas décadas ou mais . O que sera necessário , sem dúvida, para campos do conhecimento que comportam literatura do tipo descritivo e as que se ocupam de conceitos e criticismos.

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Relaçôes entre o crescimento, a dispersão e a obsolescência da literatura de dosimetria termoluminescente

Relaçôes entre o crescimento, a dispersão e a obsolescência da literatura de dosimetria termoluminescente

A cada ano, 7 novos artigos surgem para cada 100 publi caçoes existentes anteriormente em um determinado campo. Conten do 15 citações cada um, os 7 novos artigos terão 105 citações dentre os 100 artigos anteriormente publicados. Isto equivale a dizer que o número de citações em um determinado ano se mantém proporcional a toda a literatura publicada. Mesmo constatando que a metade das citações tem menos de 10 anos, todo artigo, urna vez publicado, ter� a probabilidade de ser citado pelo menos urna vez. Apesar do número total de citações corresponder ao numero total de artigos publicados, sua distribuição não é regular. Is­ to decorrre de que, em qualquer periodo de um ano, 35% de toda a literatura não serem citados; 49% serem citados apenas uma vez; e os 16% restantes serem citados em média 3,2 vezes, obedecendo
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Vida-Média e Obsolescência da área de Ciência da Literatura: uma contribuição ao entendimento da cronologia de citações na atividade acadêmica

Vida-Média e Obsolescência da área de Ciência da Literatura: uma contribuição ao entendimento da cronologia de citações na atividade acadêmica

Vários estudiosos destacam a validade da técnica bibliométrica da Vida-Média e Obsolescência da Literatura Científica, para detectar o decréscimo na utilização da literatura com o passar do tempo, ou seja, a sua idade útil, sua taxa de obsolescência. Esse indicador contribui, segundo esses autores, para o conhecimento da área estudada, oferecendo subsídios aos pesquisadores, especialistas da área, que precisam estar constantemente atualizados com informações relevantes. Nesse sentido, o reconhecimento da vida-média e do grau de obsolescência da literatura, produzida na área, contribui sobremaneira para a seleção de informações qualitativamente importantes sobre temas de pesquisa ligados à Ciência da Literatura.
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Perceção do consumidor sobre obsolescência planeada e sua influência no comportamento de compra

Perceção do consumidor sobre obsolescência planeada e sua influência no comportamento de compra

Também o método que ele defendia para se iniciar esta autêntica revolução, na forma de pensar e de fazer negócios, era completamente inovador, pois previa que houvesse um registo a nível nacional de todos os bens que os consumidores possuíam. Após esse registo, os funcionários de um departamento governamental iriam a casa das pessoas buscar os bens antigos e deixariam ficar um documento para que estas pudessem comprar novos bens. O valor total despendido nesta compra era posteriormente deduzido no valor dos impostos. Portanto, a fórmula por ele defendida seria posta em prática através da substituição dos subsídios governamentais - quer às empresas, quer aos cidadãos - por um incentivo à produção. Deste modo, fomentava-se a criação de riqueza, pelo que o Governo era visto como um financiador indireto desta obsolescência. No entanto, em troca desta política, o país atingia um crescimento económico sem precedentes, fazendo-o emergir definitivamente como o mercado mais importante a nível mundial.
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Estética da mercadoria e obsolescência: um estudo da indução ao consumo no capitalismo atual

Estética da mercadoria e obsolescência: um estudo da indução ao consumo no capitalismo atual

A instauração de modismos relaciona-se intimamente ao avanço da descartabilidade dos bens, pois o homem moderno tornou-se um adicto de bens fugazes, não-duráveis. Beatriz Sarlo define o consumidor moderno como um colecionador Às avessas, que desvaloriza os objetos imediatamente após sua aquisição (vide a enorme depreciação do preço de um automóvel novo a partir de sua compra). Pessoas da classe média e baixa de grandes cidades da Europa e Estados Unidos mobíliam suas casas com bens duráveis descartados no lixo, que ainda apresentam longa vida útil, mas saíram de moda. Pequenas alterações na forma, tecnologia e estilo são lançadas e invalidam os produtos precedentes como obsoletos. Torna-se impossível adquirir os últimos lançamentos, pois a cada momento novas funções e acessórios são criados, instalando um estado permanente de obsolescência para aqueles que desejam ficar sempre na vanguarda da modernidade. (SOARES, 2000, p.14)
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Análise da obsolescência programada de computadores e seus impactos na logística reversa

Análise da obsolescência programada de computadores e seus impactos na logística reversa

Nesse contexto, em que há altos índices de consumo e um ciclo de vida reduzido dos equipamentos eletrônicos, destaca-se o rápido desenvolvimento e obsolescência de computadores. A obsolescência programada surge através do poder econômico de grandes fabricantes, buscando estratégias para aumentar a produção de novos equipamentos, sendo uma condição atribuída a um produto que, mesmo estando funcional, deixa de ser útil devido ao lançamento de um novo produto tecnologicamente mais avançado, inserindo assim na mentalidade dos consumidores que seus produtos atuais são descartáveis (CARVALHO; CARVALHO, 2011).
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A obsolescência programada e o nexo entre imediatismo consumista e qualidade de vida

A obsolescência programada e o nexo entre imediatismo consumista e qualidade de vida

No aspecto econômico, a obsolescência é a chave fundamental para a mesma, haja vista que, desde o início, em meados dos anos 20, nos Estados Unidos, a ideia tenha sido de impulsionar a economia com a diminuição da vida útil dos produtos. Embora questionável e duvidoso talvez esse plano tenha sido chave para a manutenção da economia global, pois somente o uso de ferramentas, como marketing/propaganda, não seriam suficientemente fortes para manter o clico de consumo e assegurar a manutenção do desenvolvimento da economia mundial. A economia, em uma situação hipotética, estaria fadada a quebrar. É o que Melissa (2015, s.p.), questiona em seu artigo “Obsolescência programada: uma grande vilã ou nem tanto? ”
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Obsolescência espacial : o ambiente urbano de Santana em São Paulo - SP

Obsolescência espacial : o ambiente urbano de Santana em São Paulo - SP

Aspectos físicos e funcionais formam as duas subcategorias do grupo dos fatores técnicos. Problemas inerentes às edificações (deficiências projetuais, limitações de técnicas construtivas e de materiais de construção) e as condições ambientais (umidade, poluição, reações químicas, ações de microorganismo, etc.) se constituem em complicadores de natureza física que [...] são os fatores de obsolescência mais fáceis de serem detectados e resolvidos. Eles manifestam-se nas rachaduras, infiltrações, corrosões, etc. Para eliminá- los basta que os usuários tenham recursos técnicos e financeiros suficientes para conservarem suas edificações, o que nem sempre é possível devido principalmente aos fatores econômicos e políticos destacados anteriormente. Os aspectos funcionais correlacionam-se com o comprometimento do desempenho das funções das edificações e das áreas urbanas. A falta de elevadores, as limitações das instalações prediais, problemas com conforto ambiental, ausências de garagens, estacionamento, etc., podem ser utilizados como pretextos para a marginalização de bairros pelo mercado imobiliário e o poder público.
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Obsolescência planejada e suas implicações no âmbito do Direito Ambiental e do Consumidor

Obsolescência planejada e suas implicações no âmbito do Direito Ambiental e do Consumidor

Um ponto importante a refletir sobre a questão de durabilidade dos produtos como forma de tornar efetiva a qualidade dos bens de consumo sob o viés do Direito do Consumidor é que, consubstanciado ao que já foi abordado em termos de tipos diversos de obsolescência planejada e a diferença entre a obsolescência tecnológica – que é o verdadeiro aperfeiçoamento tecnológico, como, por exemplo, dos telégrafos que foram substituídos pelos telefones (LEONARD, 2011, p. 153), ou a obsolescência dos equipamentos de fax em virtude da digitalização dos documentos via computadores capazes de armazenar tais documentos virtualmente e, se necessário, imprimi-los em outra estação de trabalho – a questão inventiva da engenharia de produção e do mercado acaba por se entrelaçar a um princípio do Direito do Consumidor: a boa-fé nas relações de consumo, inciso III, art. 4º, do CDC. (BRASIL, CDC, 2018), visto que, se não forem adotados princípios estabelecidos pelo legislador, em tese, independentemente de norma específica, é possível dizer que há lesão na relação consumerista. Logo, em tese, não sendo a obsolescência dos produtos pela via do que se convencionou de obsolescência tecnológica, é possível que se esteja diante de obsolescência planejada e, nesse caso, pode haver lesão aos direitos do consumidor.
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A prática da obsolescência programada de qualidade e os recursos consumeristas de enfrentamento

A prática da obsolescência programada de qualidade e os recursos consumeristas de enfrentamento

Exemplo desse uso é decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro sob relatoria da Desembargadora Cristina Tereza Gaulia em ação envolvendo a falta de peças de reposição para conserto de aparelho de telefone celular em função de vício decorrente da obsolescência programada de qualidade. O caso de 2011, portanto anterior à paradigmática decisão do ministro Luis Felipe Salomão, trata de ação proposta por um consumidor que adquiriu aparelho de celular que apresentou defeitos de congelamento de imagem e de teclas, superaquecimento da bateria e desligamento frequente. Mesmo após ser levado para assistência técnica o aparelho voltou a apresentar os mesmos problemas, foi, então, trocado por um novo aparelho que também apresentou defeito. Novamente a autora retornou à assistência técnica e recebeu um terceiro aparelho, de modelo diverso daquele que havia adquirido, porém, depois de transcorridos mais 45 dias foi informada pela assistência técnica da impossibilidade de solucionar o problema do celular adquirido, por falta de peças de reposição (BRASIL, 2011)
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Obsolescência programada e a proteção do consumidor: uma perspectiva jurídica nacional e comparada

Obsolescência programada e a proteção do consumidor: uma perspectiva jurídica nacional e comparada

Percebe-se, portanto, que o artigo 26, § 3º, caminha no sentido de tutelar o consumidor contra a prática da obsolescência programada, ao menos em sua espécie “qualidade”, já que dentro de uma interpretação sistematizada, entende-se que os bens consumíveis precisam ter uma durabilidade mínima condizente com o seu uso. Por outro lado, quanto às espécies obsolescência de função e desejabilidade, o problema é maior, vez que o produto não é programado para ser jogado fora a curto prazo, mas sim para que se torne obsoleto com o avanço da tecnologia planejada.
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OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA E TEORIA DO DECRESCIMENTO VERSUS DIREITO AO DESENVOLVIMENTO E AO CONSUMO (SUSTENTÁVEIS)

OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA E TEORIA DO DECRESCIMENTO VERSUS DIREITO AO DESENVOLVIMENTO E AO CONSUMO (SUSTENTÁVEIS)

Muitos exemplos foram apresentados no decorrer do documentá- rio para mostrar como historicamente evoluiu a obsolescência programada, que vai desde o caso das lâmpadas, passando pela invenção do Nylon com a criação de meias com fios de alta resistência e durabilidade (sonho de consumo de todas as mulheres), que foram “reprogramadas” para dimi- nuírem a durabilidade, até tempos bem recentes, com o famoso caso da primeira geração do iPod em que um artista de Nova York pagou US$ 500 por um iPod cuja bateria parou de funcionar oito meses depois e, quando foi reclamar, a resposta da Apple foi de que valeria a pena comprar um novo. O caso gerou passeata e ação coletiva na justiça.
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OBSOLESCÊNCIA PLANEJADA: A PRODUÇÃO TECNOLÓGICA COMO INSTRUMENTO DE REPRESSÃO SOCIAL EM HERBERT MARCUSE

OBSOLESCÊNCIA PLANEJADA: A PRODUÇÃO TECNOLÓGICA COMO INSTRUMENTO DE REPRESSÃO SOCIAL EM HERBERT MARCUSE

Essa afirmação de Marx abre perspectivas que Marcuse explora em diversos momentos de sua obra. Especificamente nesta citação, observo que Marx usa um tom pessimista em relação ao papel da máquina na sociedade industrial capitalista. Sendo “só na imaginação dos economistas que a máquina vem em auxílio ao trabalhador individual”, fica evidente que a implantação do processo industrial automatizado é, também, método de implantação de um processo social que oprime e reifica o ser humano. A despersonalização do indivíduo e a reificação do ser humano fazem parte de um conjunto de medidas que visa manter a sociedade reprimida sob o jugo impessoal dos processos industriais de manutenção do lucro. O objetivo é manter a massa de trabalhadores sob controle, pois com a expansão da automação os postos de trabalho podem ser reduzidos e as pessoas serem dispensadas, pois se tornam inúteis – uma forma perversa de obsolescência social. Para Marx a reificação do homem é consequência direta do modo de produção capitalista. Em Marcuse é possível afirmar que a reificação é, também, uma atitude deliberada da sociedade industrial avançada, a manifestação do modus vivendi determinado pelo uso administrado da tecnologia. A automação promovida pela técnica e tecnologia pode ser usada tanto para a libertação do ser humano, como para a sua alienação; pois ambas, como instrumentos fornecidos pela ciência, são constructos humanos para serem usados. E, até onde me é possível ver, são usadas de modo subordinado ideologicamente ao capital.
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OBSOLESCÊNCIA X SUSTENTABILIDADE: INTEGRANDO FACES OPOSTAS PARA UM DESIGN ESTRATÉGICO E RESPONSÁVEL

OBSOLESCÊNCIA X SUSTENTABILIDADE: INTEGRANDO FACES OPOSTAS PARA UM DESIGN ESTRATÉGICO E RESPONSÁVEL

Esse aspecto psicológico do estímulo ao consumo em uma sociedade que cultua o excesso como uma vanta- gem é claramente percebido quando se fala do conhecido termo “objetos de desejo”. Esses objetos assim definidos têm como característica “[...] ligações emocionais agradáveis com seus usuários por meio do prazer da manipulação e/ou da beleza de sua forma.” (LANDIM, 2010, p. 30). Tais ligações, somadas a outros fatores, determinam o con- sumo frenético e a obsolescência dos produtos do mundo moderno.

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Estratégias para mitigação da obsolescência precoce de software do ponto de vista da experiência do usuário

Estratégias para mitigação da obsolescência precoce de software do ponto de vista da experiência do usuário

Nesse contexto, visto que há uma vertiginosa obsolescência dos softwares e que a maior parte das pequenas empresas tem dificuldades em acompanhar as contínuas inovações e novas exigências de funcionamento, haver um estudo que investigue a relação da experiência do usuário e a usabilidade com obsolescência precoce de software e que proponha um caminho para resolução de tais problemas, poderá ajudar as empresas a manterem seus sistemas por mais tempo. Portanto, o objetivo desse trabalho é investigar a relação entre a experiência do usuário e a usabilidade com a obsolescência precoce de software, descrevendo e interpretando esse fenômeno e seus significados de forma interpretativa, qualitativa e idiográfica. Entretanto, o principal foco do estudo é a criação de estratégias e de um modelo que pode ser utilizado para gerenciar e reduzir a obsolescência precoce dos softwares.
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Obsolescência programada e proteção dos consumidores: abordagem comparada de direito luso-brasileiro

Obsolescência programada e proteção dos consumidores: abordagem comparada de direito luso-brasileiro

Configurada pela Autorità Garante della Concorrenza e del Mercato como prática comercial desleal, a obsolescência programada suscita o problema do direito à informação e proteção de interesses económicos dos consumidores. Mas este comportamento dos profissionais suscita igualmente questões ambientais, que não têm acolhimento no regime jurídico das práticas comerciais desleais, exceto na medida em que constituam fatores determinantes da decisão económica dos consumidores. Por este motivo, as referidas questões ambientais não foram invocadas nas decisões que condenaram a Samsung e a Apple por obsolescência programada. No entanto, a hipótese ficaria abrangida pelo disposto no artigo 7.º n.º 2 alínea a) do Código da Publicidade português, segundo o qual é proibida a publicidade que “encoraje comportamentos prejudiciais à proteção do ambiente”. Também nos termos do artigo 37.º § 2 do CDC brasileiro, integra publicidade abusiva aquela que “desrespeite valores ambientais”.
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A OBSOLESCÊNCIA AMBIENTAL PROGRAMADA: O NECESSÁRIODEBATE DO DIREITO AMBIENTAL COM O DIREITO DOS DESASTRES

A OBSOLESCÊNCIA AMBIENTAL PROGRAMADA: O NECESSÁRIODEBATE DO DIREITO AMBIENTAL COM O DIREITO DOS DESASTRES

Obsolescência programada é a decisão do produtor de propositadamente desenvolver, fabricar, distribuir e vender um produto para consumo de forma que se torne obsoleto ou não-funcional. Com isso, o fabricante força o consumidor a comprar a nova geração do produto.Observada já na década de 1920 a partir de iniciativa do então presidente da General Motors, Alfred P. Sloan, a prática procurou atrair os consumidores a fazerem constantes substituições, tendo como apelo a mudança anual de modelos e acessórios de seus veículos. Nas décadas de 1930 e 1940, a obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial não- sustentável. Em termos práticos, a obsolescência programada faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação. Os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram tornam-se obsoletos ou apresentam defeitos insuperáveis em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos por outros mais modernos.
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Obsolescência do capital humano em organizações intensivas em conhecimento : o caso internetsul

Obsolescência do capital humano em organizações intensivas em conhecimento : o caso internetsul

A obsolescência de capital humano ocorre devido à evolução tecnológica ou organizacional nos processos de produção e modifica no decorrer do tempo as competências exigidas para um determinado trabalho. Como por exemplo, em Empresas de Base Tecnológica (EBT), são exigidas a adoção constante de novas tecnologias e práticas. Neste caso, para que o Capital Humano do trabalhador não se torne obsoleto, é necessário que estes desenvolvam suas competências e conhecimentos. As EBTs caracterizam-se por serem Organizações Intensivas em Conhecimento (OIC), pois utilizam o conhecimento como um recurso e suas atividades são de conhecimento intensivo. Nas economias desenvolvidas, principalmente, o valor do conhecimento está se tornando cada vez mais aparente, uma tendência que está sendo facilitada pela rápida disseminação da tecnologia da informação (DE GRIP; VAN LOO, 2002; OECD, 2007; MAS-TUR; SORIANO, 2013; NEVES et al., 2014).
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OS IMPACTOS DA OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA FRENTE À PRESERVAÇÃO DE DOCUMENTOS DIGITAIS

OS IMPACTOS DA OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA FRENTE À PRESERVAÇÃO DE DOCUMENTOS DIGITAIS

Este estudo tem por objetivo realizar uma reflexão sobre os impactos da obsolescência tecnológica nas atividades de preservação digital para ressaltar suas principais limitações teóricas e apontar meios de minimizar estes efeitos em longo prazo. A metodologia utilizada consiste no levantamento bibliográfico de materiais previamente publicados e apresenta uma breve revisão de literatura sobre a obsolescência tecno- lógica. Dentre as questões abordadas, destaca-se a necessida- de de definir políticas institucionais, bem como, implementar estratégias de preservação e sistemas informatizados. Desta forma, estima-se desenvolver um ambiente confiável para minimizar os efeitos da obsolescência tecnológica e garantir manutenção da autenticidade dos documentos digitais em logo prazo. Por fim, observa-se que a obsolescência manifes- tada em nível de software se apresenta como o desafio de maior pertinência para a comunidade de preservação, pois ainda não há teorias e nem práticas que comprovem a solução deste problema.
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Obsolescência e inoperatividade: a arte como contrafluxo da mediação

Obsolescência e inoperatividade: a arte como contrafluxo da mediação

Tal como vem sendo considerada no campo da arte, a obsolescência é em geral associada a uma arqueologia do que se encontra já fora-de-moda, a uma tentativa de olhar para os media através da sua história, em busca de uma operatividade que possa escapar à mediação intensiva de uma atualidade desses mesmos media. Ao que parece, é esse entendimento arqueológico que podemos encontrar, por exemplo, na persistência da singular presença física dos aparatos de projeção ligados a uma recuperação da película cinematográfica, na recorrente utilização do diapositivo e dos velhos processos da fotografia analógica ou, de um modo mais geral, na sobrevivência e reativação estética de outros dispositivos técnicos que se viram em algum momento ultrapassados nos favores de uma mediação massificada. Nesse âmbito normativo de uma obsolescência que vem sendo aceite e incorporada pelo sistema das artes, repare-se, entre outras, nas obras de James Coleman, Stan Douglas, William Kentridge, Allan Sekula, Tacita Dean, Christian Marclay, ou, mais perto de nós, da dupla João Maria Gusmão e Pedro Paiva 2 , para se perceber como essa arqueologia do obsoleto se tornou, para muitos artistas, um verdadeiro método, não se detendo apenas no suporte tecnológico das obras mas estendendo-se também ao seu olhar sobre o mundo, muitas vezes através da recuperação de sonhos, utopias, personagens ou lugares falhados
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