Oficina de Formação

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OFICINA DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM TEATRO: AS ADVERSIDADES PROVENIENTES DO SISTEMA POLÍTICO EDUCACIONAL

OFICINA DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM TEATRO: AS ADVERSIDADES PROVENIENTES DO SISTEMA POLÍTICO EDUCACIONAL

Este artigo algumas reflexões acerca dos resultados de uma oficina de formação continuada em Teatro realizada com professoras que atuam com a educação infantil em um município do norte do Paraná. A partir dos relatos apresentados pelas professoras participantes e das observações realizadas, identificamos a importância da formação continuada para os docentes. Por essa razão, o objetivo deste artigo é identificar, partindo dos relatos da oficina, algumas das deficiências em nossas políticas públicas no que se refere à formação, analisando a interferência das mesmas no processo de formação continuada. Como objetivos específicos, buscamos: discutir sobre a postura pela busca de soluções imediatistas e alguns comportamentos, por vezes, defensivo apresentado pelas participantes durante a realização do curso; identificar e por em discussão algumas das legislações vigentes da educação no que se refere às projeções para a formação continuada no Brasil. Os principais autores trazidos para a essência das discussões apresentadas são do campo das Artes Cênicas, em especial, do Teatro Educação. Utilizamos Spolin, 2010; Ryngaert, 2009; Slade, 1978; Sardelich, 2001; Dias, 2014; entre outros.
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Robots Necessidades Educativas Especiais: O desenho de uma oficina de formação para a aplicação da robótica educativa em contexto inclusivo

Robots Necessidades Educativas Especiais: O desenho de uma oficina de formação para a aplicação da robótica educativa em contexto inclusivo

Como referido anteriormente, na descrição dos instrumentos, o questionário foi dividido em seis partes essenciais, sendo que a primeira parte se destinou a recolher informações pessoais e profissionais dos respondentes e contextualizar o seu contexto educativo; No segundo ponto do questionário, correspondente à segunda seção, procedeu-se ao apuramento do acesso dos docentes às TIC em geral e à RE em particular; A terceira parte do questionário, correspondeu ao terceiro e quarto grupo de questões, e teve como escopo fazer o levantamento das tecnologias utilizadas pelos professores em casa, em situação laboral e em contexto inclusivo; Na quarta parte, correspondendo ao quinto grupo de questões, pretendeu-se identificar as estratégias adotadas pelos docentes para promover a inclusão; Na quinta parte, pontos seis e sete do questionário, recolheu-se a perceção dos inquiridos sobre a robótica educativa; Na sexta e última parte, correspondente às questões do oitavo grupo, apurou-se a disponibilidade e interesse dos docentes para participar na oficina de formação e procedeu-se à recolha de sugestões de temas a abordar na oficina.
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Ensino e avaliação da escrita no 2.º ciclo do ensino básico em São Tomé e Príncipe – Enquadramento para uma oficina de formação

Ensino e avaliação da escrita no 2.º ciclo do ensino básico em São Tomé e Príncipe – Enquadramento para uma oficina de formação

A investigação a que reporta esta comunicação sustenta-se no conhecimento da necessidade de formação dos professores são-tomenses, em particular do ensino básico (EB), e do reconhecimento da importância da formação contínua (FC) enquanto espaço privilegiado para o desenvolvimento profissional docente (Vieira, 2011). Justifica-se também pela importância que o domínio da língua tem na vida dos sujeitos (Arias, Maturana, & Restrepo, 2012; Gonçalves, 2011), nomeadamente na vertente da escrita (Gorgulho, 2015), assim como pela relevância da avaliação enquanto processo regulador e potenciador das aprendizagens (Bennett, 2011; Queiroz, 2010; Roldão & Ferro, 2015). Efetivamente, o domínio da escrita traduz-se, também, no sucesso académico dos alunos (Cardoso, 2009; Niza, Segura, & Mota, 2011), na medida em que a competência de escrita é transversal às várias disciplinas e que a grande maioria do processo avaliativo dos alunos se faz com recurso à escrita.
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Metodologias Ativas de Aprendizagem: relato de experiência em uma oficina de formação continuada de professores de Ciências

Metodologias Ativas de Aprendizagem: relato de experiência em uma oficina de formação continuada de professores de Ciências

A oficina teve como objetivo propor aos professores possíveis modelos de sala de aula nos quais o aluno esteja no centro do processo de aprendizado. Para isso foram abordadas metodologias ativas de aprendizagem como a Instrução por Pares, a Sala de Aula Invertida, a Aprendizagem Baseada em Investigação e a Gamificação. A principal metodologia utilizada durante a oficina foi a ABI, sendo destacada a sua capacidade de integrar a experimentação em sala de aula à atividades de análise de dados, comunicação de resultados e formulação de hipóteses, se valendo das potencialidades dos experimentos para estimular a curiosidade e a participação ativa dos estudantes (SCANLON et al., 2011).
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MASSIVE OPEN ONLINE COURSES (MOOC) NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES: UM ESTUDO DE CASO

MASSIVE OPEN ONLINE COURSES (MOOC) NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES: UM ESTUDO DE CASO

Relativamente às sessões assíncronas, os formandos construíram um MOOC no âmbito da sua área disciplinar utilizando a plataforma Udemy. Para tal, produziram conteúdos em vídeo, áudio, imagem, tutoriais, apresentações e outros documentos digitais no âmbito do seu MOOC. Sendo que no final da oficina de formação, relataram os aspetos positivos e as dificuldades com as quais se depararam no processo de construção do curso através de uma reflexão crítica. Obviamente, o trabalho de reflexão sobre conceitos e ideias de aplicação educacional baseou-se em guias de estudo e artigos científicos sobre o contexto em análise.
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Estratégia Saúde da Família em Cena: a Formação Bioética dos Agentes Comunitários de Saúde, em Três Atos.

Estratégia Saúde da Família em Cena: a Formação Bioética dos Agentes Comunitários de Saúde, em Três Atos.

Este artigo expõe e discute os resultados da I Oficina de Formação em Bioética e Estratégia Saúde da Família (ESF) – dirigida aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) –, espaço criado com o intuito de proporcionar oportunidades para o (re)conhecimento e a argumentação sobre problemas éticos na Atenção Primária à Saúde (APS), permitindo a incorporação da bioética na construção de compe- tências para o trabalho na ESF. O método utilizado abrangeu uma abordagem quanti-qualitativa e descritiva. Cinquenta e três ACS participantes da ESF – residentes e atuantes no município de Magé – assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, e, destes, 43 devolveram o questionário de avaliação da oficina. Para efeitos de exposição, apresenta-se a trajetória em três atos organizativos: 1º ato – preparação; 2º ato – realização; 3º ato – visões. Os resultados e a discussão se iniciaram com a construção do perfil dos ACS. Emergiram das respostas dos participantes da I Oficina três qua- dros demonstrativos e uma categoria de análise. Nas conclusões, destaca-se a bioética, como caixa de ferramentas capaz de propiciar aos ACS conceitos, teorias e métodos éticos para o pleno exercício do cuidado no âmbito da Estratégia Saúde da Família.
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As múltiplas representações em tarefas e a conexão de conteúdos de matemática: perceções em um curso de formação contínua de professores

As múltiplas representações em tarefas e a conexão de conteúdos de matemática: perceções em um curso de formação contínua de professores

Este trabalho de investigação pretende contribuir para a discussão sobre as múltiplas representações em tarefas matemáticas. Oferecemos uma oficina de formação contínua para professores, onde eles elaboraram tarefas exploratórias, estruturadas em torno da conexão de conteúdos, e aplicaram-nas em suas turmas nos ensinos básico e secundário, numa atividade colaborativa. A recolha de dados foi efetuada por entrevistas semiestruturadas e focus groups com os formandos, incluindo a produção dos seus alunos, optando-se pela análise de conteúdo como método para análise. Os resultados deste estudo de caso mostraram que os formandos reconhecem as representações múltiplas como uma mais-valia para a aprendizagem. Palavras-chave: múltiplas representações; conexões; tarefas matemáticas
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMG FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FAE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMG FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FAE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Os sujeitos camponeses se constituíram uma categoria imprescindível na formação social brasileira. Desde a época colonial até os nossos dias, o campo foi marcado por conflitos, manipulações, mortes, resistências, conquistas, etc., em diferentes momentos das atuações desses sujeitos, havendo sempre luta pela posse da terra. Já no século XX iniciaram-se organizações camponesas para a luta por direitos, entre eles a Reforma Agrária, e ao se organizarem conforme suas necessidades, esses sujeitos criaram sindicatos, partidos, movimentos sociais, etc., visando manter uma articulação maior para o fortalecimento das suas lutas. E assim, no bojo das mobilizações ocorridas a partir da década de 1970, surgiu o Movimento Sem Terra - MST, que se constituiu nas décadas seguintes um dos movimentos sociais mais expressivos de luta pela terra e por Reforma Agrária em todo o mundo. Com objetivos, organização interna e estratégias de lutas muito sofisticadas, permitiu ao MST se adaptar aos variados momentos que a política voltada para esse segmento vivenciou no decorrer de seus 30 anos de existência. Assim, essa pesquisa buscou investigar em dois assentamentos do MST de Minas Gerais, os processos de formação e de trabalho como recursos que qualificam a resistência dos sujeitos do campo, em especial moradores dos assentamentos de reforma agrária, e em que medida alteram o modo de vida e de trabalho desses sujeitos. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, cujas técnicas de investigação utilizadas foram entrevistas semiestruturadas, observação participante e estudos de documentos dessas comunidades. Optou-se por selecionar os sujeitos em grupos com diferentes funções na estrutura do MST, indagando sobre a importância da formação e do trabalho no cotidiano desses sujeitos, bem
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Oficina para Capacitar Preceptores em Medicina de Família e Comunidade: uma estratégia para qualificar a formação em MFC e a assistência em APS

Oficina para Capacitar Preceptores em Medicina de Família e Comunidade: uma estratégia para qualificar a formação em MFC e a assistência em APS

“O quê, por que e como deve ser o aprendizado de preceptoria da prática do médico de Família e Comunidade? Como construir uma logística de ensino capaz de impulsionar não somente a multiplicação da preceptoria, mas semear o desejo em aprofundar conhecimentos específicos da especia- lidade e a perseverança dos princípios norteadores da prática da Medicina de Família? E como responder as dificuldades, diferenças e dilemas de um pais com dimensões continental?” No encontro foram discutidos vários aspectos da qualificação do MFC, e constatou-se uma diversidade muito grande na formação e na qualidade dos Programas de Resi- dência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC), e por conseqüência no perfil de seus egressos. A decisão do grupo, encaminhada pela Diretoria da SBMFC, foi por de- senvolver uma Oficina que sistematizasse os referenciais míni- mos a serem abordados pelos PRMFC e que servisse para capacitar multiplicadores com o objetivo de ampliar o núme- ro de preceptores mais qualificados.
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Oficina o  casaco de Marx:

Oficina o casaco de Marx:

Como princípio fundamental, a oficina busca compreender as interseções possíveis que permitem criar uma análise simultaneamente semiótica e antropológica a partir do design e da moda, desvelando os signos possíveis e concomitantemente compreendendo a pers- pectiva antropológica dos objetos como dotados de “agência” (BARAD, 2007; MILLER, 2013; GELL, 2018) “vida” (INGOLD, 2012) e capacidade de “participação” (GELL, 2018). Ou seja, os casacos são compreendidos, durante a oficina, como participantes ativos das relações so- ciais e afetivas que os participantes vivenciam e expressam. Dessa forma, o que se propõe é a compreensão dos processos de produção de sentidos tecidos em teias de relações nas quais os artefatos estão incluídos e nas quais são compreendidos como atuantes no proces- so de criação de semioses possíveis (SANTAELLA et al, 2011; FRANCO e NEVES, 2017), estas compreendidas como processo de produção de sentido a partir do encadeamento sígnico construído a partir de redes de “relações transversais entre corpos, objetos, animais, tecno- logia, materialidade, textos, indivíduos, isto é, entre elementos heterogêneos” (FRANCO, 2019, p. 151).
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Na oficina de Antônio Isidoro da Fonseca: Levantamento e análise das obras produzidas pelo primeiro tipógrafo da América portuguesa.

Na oficina de Antônio Isidoro da Fonseca: Levantamento e análise das obras produzidas pelo primeiro tipógrafo da América portuguesa.

Segundo as informações do próprio impressor, Antônio Isidoro da Fonseca nasceu em São Miguel do Freixo de Espada à Cinta, cidade na fronteira com a Espanha. Esse impressor não parece fazer parte de uma família envolvida na atividade de impressão, como era comum na época. O mais provável, embora não tenhamos informações, é que tenha se deslocado para Lisboa como aprendiz até que pudesse ter sua própria oficina. Segundo o sistema de censura e controle de impressos da época, era obrigatório exibir, na folha de rosto das obras, a cidade onde foi produzida, o nome do impressor responsável e ano de publicação. Através dessas informações pudemos estabelecer várias parâmetros para a atuação profissional do impressor. Para Ângela Gama, Isidoro da Fonseca teria impresso a obra Allegaçoens de direito do doutor Manuel Alvares Pegas em 1728, mas ao apurar- mos, descobrimos um exemplar desta obra no TCL e outro na UCP, e em ambas as catalogações a data da obra é 1738. Jair Rattner cita a questão e já a considerava improvável pois não seriam co- nhecidas nenhuma obra sua entre 1728 e 1735 e dificilmente Isidoro da Fonseca teria ficado 7 anos sem produzir ou sem que nenhum dos trabalhos deste período se mantivesse preservado.
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os professores na sociedade em rede :: Brapci ::

os professores na sociedade em rede :: Brapci ::

O artigo tem por objetivo principal relatar a aplicação de um modelo de ação para criação de uma oficina pedagógica voltada ao desenvolvimento de competência em informação para professores da educação básica na cidade de João Pessoa, Brasil. Os resultados apontam a necessidade de mais pesquisas e ações no contexto do uso e competência da informação no campo da Educação. A metodologia da pesquisa é de natureza qualitativa e utiliza como técnicas de coleta e análise de dados o questionário aberto. Conclui-se que, na sociedade contemporânea a informação tem sido um elemento central para o desenvolvimento e que os indivíduos devem desenvolver competências em informação que otimizem a busca, o acesso e o uso de informação disponibilizada em rede. As tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) têm importante papel proporcionando à sociedade um contingente informacional que merece especial atenção, principalmente no âmbito da educação básica. Nesse contexto, os professores devem buscar desenvolver habilidades informacionais que facilitem a sua atuação no processo de ensino-aprendizagem quanto à exploração e uso dos espaços de informação em meio
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Oficina de História em Quadrinhos

Oficina de História em Quadrinhos

A  experiência  envolvida  na  leitura  e  produção  de  histórias  em  quadrinho  permite  a  cada  aluno  desenvolver,  principalmente,  suas  capacidades  de  leitura  intersemiótica  (ler  e  relacionar  imagem  e  texto), a percepção de efeitos de sentido decorrentes de escolhas feitas em vários níveis (e nas várias  linguagens), as capacidades inferências, possibilitando, ainda, uma maior apropriação dos elementos da  narrativa.  A  demanda  orientada  para  a  produção  permite  ainda  o  desenvolvimento  de  habilidades  referentes à escrita. No caso específico dessa oficina, que supõe o uso de um software – o Hagáquê – e  a  leitura  de  textos  pertencentes  a  gêneros  digitais  (como  o  webcomics),  a  ampliação  do  letramento  digital também é contemplada 2 . 
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Oficina de cirurgia cutânea.

Oficina de cirurgia cutânea.

A duração prevista da oficina é de quatro horas, incluindo uma auto-avaliação dos estudantes contraposta a avaliação dos professores, segundo critérios preestabelecidos, e registro do aprendizado a partir de questionários. O aca- dêmico é estimulado a discutir suas dúvidas com o grupo de indivíduos da sua mesa e apresentar ao supervisor seu co- nhecimento prático, reproduzindo na pata de porco e/ou explicando as técnicas demonstradas.

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Oficina do ócio: um convite para o sujeito.

Oficina do ócio: um convite para o sujeito.

No primeiro momento, uma questão ecoou para os pacientes: o que essa psicóloga quer? As aproximações se deram inicialmente aos poucos, e, após um certo tempo, a demanda por fazer parte dessa oficina era tamanha que o número de participantes teve de ser limitado, sendo preciso mesmo negar pedidos de participação que ultrapassassem esse limite. Ao contrário das outras oficinas, que eram específicas – “oficinas de ...”, conforme rezavam as portarias do Ministério da Saúde –, esta era uma oficina sem especificação, mas com uma especificidade: tudo era decidido pelos seus membros. O que seria construído, tecido, fabricado era decidido a posteriori. Constituiu-se, assim, um convite a escolher o que fazer para preservar a dignidade do ócio, do sujeito em sua relação com o saber. Um convite ao sujeito e sua emergência, na tentativa de sair de suas derivas aniquiladoras, nas quais movimentos estereotipados conjugados com alta medicação mergulhavam cada paciente em uma massa amorfa indiferenciada, o que os fazia perder a dignidade e receber o selo de intratáveis.
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Oficina virtual de competências didáticas

Oficina virtual de competências didáticas

Na fase de diagnóstico, os gerentes de obras e técnicos de segurança participantes da oficina virtual descreveram o processo de treinamento utilizado nos procedimentos de execução exigidos pela certificação (ISO 9000 e PBQP-H) e de segurança do trabalho obrigatório segundo a NR18, conforme solicitado pelo facilitador. O resultado do diagnóstico realizado forneceu os parâmetros para a elaboração do projeto de formação.

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Gestão de recursos : oficina mecânica

Gestão de recursos : oficina mecânica

No caso das preparações de viaturas novas, é proposto a execução de uma reunião entre os responsáveis de oficina e os responsáveis das vendas. Esta reunião deveria realizar-se às sextas-feiras para que em conjunto possam fazer um agendamento para as entregas das viaturas. Com este procedimento, seria possível assegurar o correto ajustamento da carga da oficina juntamente com as viaturas a preparar, para que o serviço flua o mais eficientemente possível, inclusive dando entrada as viaturas a prepara no sistema de agendamento para que todos os elementos tenham perceção do trabalho agendado.
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Oficina de gestão de recursos hídricos

Oficina de gestão de recursos hídricos

Perda de produtividade devido a eventos naturais (seca, inundação, etc.) 3,9 Limitação na produção devido a maiores restrições para captação de recursos hídricos 3,6 Restrições a obtençõ[r]

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Letras em oficina: a afirmação retumbante do "não".

Letras em oficina: a afirmação retumbante do "não".

No território desta mesa não está em jogo apenas o registro de algo previamente dado, “guardado” no sujeito, e que ali poderia ganhar expressão. Naquele espaço, busca-se [r]

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A experiência da oficina “Do mito à natureza: educar o olhar para as ciências da terra” no Festival de Inverno de Antonina (PR)

A experiência da oficina “Do mito à natureza: educar o olhar para as ciências da terra” no Festival de Inverno de Antonina (PR)

As questões onde não houve evolução na quan- tidade de acertos referem-se aos temas idade da terra (questão 1) e sobre a vegetação do Paraná (questão 11). Contudo, no pré-teste estas questões já obtive- ram entre 95 e 100% de acertos, mostrando que já faziam parte da bagagem de conhecimento do aluno. As questões com melhora de 10 a 20% dos acer- tos envolvem os temas geografia do Paraná (questão 2), geologia do petróleo (questão 5), processos envol- vidos na tectônica de placas (questão 7) e formação de rochas ígneas (questão 10). Deve-se salientar que estas questões obtiveram mais de 80% de acertos já no pré-teste. Verifica-se que estas questões melhor respondidas referem-se a conteúdos do ensino regu- lar, envolvendo conceitos ministrados nas disciplinas de ciências e geografia. Na questão da geologia do petróleo, pode estar condicionada à maciça veicula- ção deste assunto pela mídia em anos recentes.
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