Oficinas de matemática

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Oficinas de matemática elementar: resgatando e estruturando o conhecimento / Basic mathematics workshops: rescuing and structuring knowledge

Oficinas de matemática elementar: resgatando e estruturando o conhecimento / Basic mathematics workshops: rescuing and structuring knowledge

As oficinas de matemática elementar estão sendo oferecidas durante o semestre letivo na modalidade presencial. As mesmas são planejadas e ministradas pelos professores proponentes do projeto, professores das engenharias ou da matemática convidados de acordo com o conteúdo ofertado e alunos do curso de licenciatura em matemática e engenharia, que são monitores voluntários. Desta maneira, está sendo possível propiciar aos acadêmicos da licenciatura desenvolvimento da prática pedagógica; aos acadêmicos das engenharias a troca de experiência, uma vez que os alunos veteranos têm noção de como a matemática se aplica nas disciplinas posteriores dos cursos; e a interação “calouro” e “veterano”.
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A (RE)SIGNIFICAÇÃO DO RACIOCÍNIO LÓGICO NAS OFICINAS DE MATEMÁTICA A PARTIR DAS REFLEXÕES FREIRIANAS

A (RE)SIGNIFICAÇÃO DO RACIOCÍNIO LÓGICO NAS OFICINAS DE MATEMÁTICA A PARTIR DAS REFLEXÕES FREIRIANAS

Foram planejadas pelo grupo discente do curso de Licenciatura em Matemática, juntamente com os alunos da referida escola, momentos de monitoria, realizadas na instituição, fora do horário de aula, uma hora antes do início das atividades noturnas e duas vezes por semana. Concomitantemente aos encontros semanais com os alunos da escola, as acadêmicas realizavam estudos buscando compreender a realidade do ambiente no qual estavam inseridos, como a infraestrutura da escola, seu corpo docente, projeto político pedagógico, biblioteca e laboratórios. Passado um semestre letivo de trabalho, relevantes dados que compunham o contexto daquele grupo foram mapeados, tais como: que a maioria dos alunos que frequentava as monitorias eram oriundos da EJA, que possuíam algumas rejeições com a disciplina, que eram estudantes de baixa renda e que viam na conclusão do ensino médio uma possibilidade de melhora de vida, tanto no que diz respeito à sua situação sócio-econômica, quanto na oportunidade de possibilitar aos seus filhos um acompanhamento efetivo do seu caminho educacional.
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Matemática no projeto Escola Integrada: distanciamentos e aproximações entre as práticas das oficinas e as práticas da sala de aula

Matemática no projeto Escola Integrada: distanciamentos e aproximações entre as práticas das oficinas e as práticas da sala de aula

Com isso, acreditamos ter tocado nas principais questões relacionadas à utilização dos espaços em projetos de ampliação da jornada escolar no Brasil. Passamos, portanto, a sintetizar a proposta da presente seção. Apresentamos durante essa seção o cenário nacional relacionado às políticas públicas de ampliação da jornada escolar, bem como nossa fundamentação sobre esse tema. A nosso ver, a ênfase nas dimensões tempo e espaço, quando associadas ao contexto escolar, é indispensável para a caracterização das práticas matemáticas, nos contextos das oficinas e da sala de aula, na escola de jornada ampliada, que investigamos nesta pesquisa. Especialmente quando fizemos algumas considerações que dão visibilidade às tensões relacionadas à distribuição e organização do tempo e à utilização do espaço nas experiências relacionadas à ampliação da jornada escolar intencionávamos construir um quadro com uma visão mais geral do universo em que esta pesquisa se insere, visão essa que configura um pouco melhor o cenário no qual foram observadas as relações entre alunos e matemática para respondermos à nossa questão de pesquisa que é “que distanciamentos e que aproximações os estudantes do PEI estabelecem entre a prática das oficinas de matemática e a prática da sala de aula de matemática?”.
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Potencialização da Aprendizagem Autorregulada de Bolsistas do PIBID/UFPel do curso de Licenciatura em Matemática através de Oficinas Pedagógicas.

Potencialização da Aprendizagem Autorregulada de Bolsistas do PIBID/UFPel do curso de Licenciatura em Matemática através de Oficinas Pedagógicas.

O processo de autorregulação da aprendizagem não ocorreu de um dia para outro. Ele se desenvolveu durante as atividades, as quais exigiram a adoção de estratégias autorregulatórias de aprendizagem. Para a realização das oficinas aqui relatadas, as bolsistas tiveram que se envolver intensamente com as atividades e as estratégias propostas, redobrando a atenção, a participação, o envolvimento, o desejo de aprender para ensinar, definindo metas e objetivos a serem atingidos. As bolsistas do curso de Matemática, futuras professoras, integravam o PIBID, o qual lhes proporcionou um espaço para aprenderem e construírem experiências profissionais relacionadas à docência. Elas refletiram sobre as atividades realizadas e buscaram novas metodologias que levassem os alunos a utilizarem estratégias e a se motivarem para aprender Matemática. Os dados coletados evidenciam que as bolsistas, por meio de ações colaborativas e do uso de estratégias de aprendizagem, adquiriram competências autorregulatórias, as quais contribuíram para o desenvolvimento das oficinas. Destaca-se, em especial, o investimento feito durante o planejamento, a execução e a avaliação das oficinas de Matemática. Para a realização das oficinas, elas foram instadas a aprofundar estudos teóricos, organizar materiais a serem utilizados nas atividades previstas, dialogar, compartilhar experiências, ajudar-se mutuamente.
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Oficinas 1

Oficinas 1

divididos em duplas. Será dado um tempo de 5 (cinco) minutos para que os participantes falem sobre si próprio para o outro colega de dupla. Ao término dos cinco minutos cada participante irá apresentar o seu colega para os demais participantes. Assim todos serão apresentados. Logo após serão definidas, aleatoriamente, duplas de trabalho e serão distribuídos os materiais necessários para o desenvolvimento da oficina, juntamente com o formulário de instruções. Inicialmente será proposto a construção da circunferência e do círculo utilizando recursos como alfinetes, papel cartão, lápis e barbante. No decorrer da atividade os elementos da circunferência e do círculo serão explorados. Serão propostas também atividades para fixação. Logo após, será proposto a construção de um leque com folhas A4, papel cartão e palitos de picolé. O objetivo da construção é trabalhar a visualização de ângulos, e os participantes utilizarão este leque para o jogo do dominó dos ângulos que também será proposto (detalhes mais adiante). Para essas atividades será concedido um tempo de 2 (duas) horas, para que os participantes possam realizar todas as construções propostas, explorando seus elementos. Na sequência, será aplicada uma atividade lúdica, a saber, um jogo chamado dominó dos ângulos fornecidos pelos ministrantes que explorará todo o conteúdo trabalhado, com duração de 1:30 (uma hora e trinta minutos). A oficina será finalizada com uma dinâmica de encerramento, com duração de 15 (quinze) minutos. Nesta oficina, os ministrantes distribuirão uma poesia para os participantes e pedirão que alguém leia. Essa atividade foi desenvolvida por acadêmicos do curso de Licenciatura em Matemática da Unimontes, bolsistas do subprojeto Geometria Dinãmica do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docencia-PIBID-Unimontes.
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Visualidades movimentadas em oficinas-dispositivo pedagógico: um encontro entre imagens da arte e professores que ensinam matemática

Visualidades movimentadas em oficinas-dispositivo pedagógico: um encontro entre imagens da arte e professores que ensinam matemática

157 matemática nas imagens, em um curso que trata de matemática, não é algo que surpreende ou causa espanto. Afinal, este caminho, em certa medida, foi proposital, até mesmo quando se fez a escolha das imagens que aqui circulam. O que movimenta questionamentos diz respeito, sobretudo, à emergência de uma prática de olhar aliciada pela geometria, tão naturalizada quando o olhar se encontra com as imagens. Isso nos leva a questionar como as experiências do olhar, provocadas no encontro da matemática com as imagens da arte, impelem a pensar em práticas visuais, em modos de ver que vão se estabelecendo como regimes visuais em épocas e espaços diversos, criando formas de olhar e produzindo subjetividades (FLORES, 2010). Como o discurso geométrico se impõe diante de um modo de olhar, fazendo com que determinados enunciados se destaquem em detrimento de outros, com o que a geometria esquadrinhe o olhar e domine espaço da tela plana, ofuscando o lugar da luz, da tinta, das cores e de outras técnicas, estratégias e efeitos produzidos nas pinturas. Com isso, nos faz perceber como determinados modos de dominação, disciplinarização e subjetivação do olhar, fortemente relacionados com saberes matemáticos, se fazem presentes na constituição dos sujeitos professores, induzindo à naturalização do olhar e, por ventura, ressoando nos modos de ensinar, aplicar e mostrar e demonstrar a matemática, sua relação com a vida e com as coisas do mundo na sala de aula. No que se refere à experimentação vivenciada pelos professores e problematizada neste caco, em particular, o olhar que atravessa as visualidades encontra- se fundado sob uma convenção que se apoia nos rastros de uma cultura visual moderna, sustentada no e pelo saber geométrico.
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Oficinas São José

Oficinas São José

Após esta actividade passamos à Definição das regras, de comportamentos que as crianças deveriam demonstrar nas seguintes sessões seguintes como respeito pela autoridade, obediênc[r]

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Oficinas Culturais

Oficinas Culturais

Possui doutorado e mestrado em Ciência da Informação pela Univer- sidade de Brasília. É graduada em Pedagogia (Universidade Católica de Brasília), orientadora educacional da Secretaria de Estado de Edu- cação do DF, com especialidade em Administração Escolar/Orientação Educacional e pós-graduada em Neuropedagogia pela Faculdade Phe- nix de Ciências Humanas e Sociais do Brasil e em Gestão e Políticas Públicas de Cultura - Produção Cultural pela Universidade de Brasília. Tem formação em Psicanálise Clínica pelo Instituto Kalile de Desen- volvimento Humano e Pesquisa. Coordenou trabalhos na área de bi- bliotecas e leitura atuando como diretora da Diretoria de Bibliotecas Públicas do Distrito Federal, requisitada pela Secretaria de Estado de Cultura, coordenando toda a rede informacional do estado. Foi dire- tora da Biblioteca Pública de Ceilândia diretora institucional de escolas da rede pública do Distrito Federal. É coautora de dois cadernos para o Profuncionário, a saber: Biblioteca Escolar e Oficinas Culturais. Atuou em vários projetos culturais como a Tenda da Leitura, o Escritor no Meio da Gente, Dinamização de Salas de Leitura e Bibliotecas Escola- res. Participou da elaboração, organização e coordenação da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília e Feira do Livro de Brasília.
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A escola como lócus de formação continuada de professores dos anos iniciais : uma experiência por meio de oficinas pedagógicas de Matemática

A escola como lócus de formação continuada de professores dos anos iniciais : uma experiência por meio de oficinas pedagógicas de Matemática

O autor ressalta a importância de buscar novas formas de ensinar e aprender. E aquela situação me inquietava, não conseguia aceitar alfabetizar da mesma forma que eu havia sido alfabetizada, há mais de 15 anos. Comecei a procurar a formação continuada, por meio dos cursos ofertados pela SEEDF. Novas possibilidades foram surgindo, além dos cursos, procurava aprender com as colegas de profissão, seja nos momentos de coordenação coletiva ou mesmo quando estavam em sala de aula, observando como trabalhavam determinados conteúdos. Aprendia com uma professora que, em suas aulas de Matemática, trabalhava de forma lúdica. Eu adaptava e aplicava esse método com minha turma. Porém, sentia que não havia abertura por parte da diretora, ela demonstrava temor que meu objetivo fosse me tornar diretora da escola e logo apresentava resistência a novas propostas e ideias.
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Oficinas Cardiosport

Oficinas Cardiosport

”Cardiologia preventiva: do diagnóstico ao tratamento.””Cardiologia preventiva: do diagnóstico ao tratamento.”... ”Cardiologia preventiva: do diagnóstico ao tratamento.””Cardiologia prev[r]

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O Ensino da Matemática no processo de Oficinas de Aprendizagem

O Ensino da Matemática no processo de Oficinas de Aprendizagem

Este trabalho teve por objetivo realizar uma investigação sobre o processo de ensino-aprendizagem da disciplina de Matemática realizado nas oficinas de aprendizagem do Colégio SESI (Serviço Social da Indústria) na cidade de Irati - PR. Inicialmente, realizou-se uma pesquisa bibliográfica sobre a proposta da metodologia aplicada sua trajetória em território paranaense bem como a menção dos procedimentos de gestão e pedagógicos nesse processo de ensino, com base em estudiosos dessa área. A seguir, realizou-se uma entrevista com os docentes da disciplina de Matemática sobre a dinâmica realizada nas aulas, apontando suas opiniões sobre essa metodologia. Verificou-se, a partir das análises realizadas, as dificuldades que os professores sentem com a aplicação dessa metodologia diferenciada, bem como o sucesso no rendimento dos alunos quando superados tais obstáculos.
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Oficinas de Arte para Afásicos Longevos

Oficinas de Arte para Afásicos Longevos

As oficinas do Centro de Atendimento a Afásicos da Divisão de Ensino e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação (Derdic) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) são voltadas para os afásicos, sujeitos que em função de lesão cerebral, apresentam sintomas na linguagem (oral e/ou escrita). A manifestação sintomática é bastante variável e pode prejudicar tanto a produção quanto a compreensão da fala e da escrita. Essa condição sintomática implica com frequência na marginalização social dos sujeitos, como efeito da perda na linguagem, havendo a necessidade de reincluir esses sujeitos nas redes sociais.
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IIIFORUM-CERTIFICADO-APRESENTADOR-OFICINAS

IIIFORUM-CERTIFICADO-APRESENTADOR-OFICINAS

CERTIFICADO Certificamos que João Carlos Farias da Silva ministrou a oficina Análise de livros didáticos de línguas estrangeiras em uma perspectiva intercultural , com carga horária de 3[r]

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Oficinas de Escrita Concordancias 2012

Oficinas de Escrita Concordancias 2012

Excertos de jornais tirados de Áreas Críticas da Língua Portuguesa.  Botelho Moniz foi um dos homens que tentou derrubar Salazar[r]

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Oficinas de cuidados para pacientes em hemodiálise

Oficinas de cuidados para pacientes em hemodiálise

A proposta desse estudo está na elaboração e posterior implantação de oficinas de cuidados destinada aos pacientes em hemodiálise de uma instituição privada localizada em Teresina- Piauí, que faz parte de uma franquia a qual sua matriz encontra-se no estado do Rio de Janeiro. A Instituição é especializada em nefrologia e disponibiliza tratamento específico de hemodiálise e diálise peritonial. Cerca de 80% do tratamento destes pacientes é custeado financeiramente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Série I:  OFICINAS E MINICURSOS

Série I: OFICINAS E MINICURSOS

Resumo: A relação entre fenômenos climáticos intensos e ocupação massiva e por vezes, desordenada de áreas urbanas resulta em crescente degradação ambiental. A percepção de risco é primordial para promover a efetiva reação ao risco. Assim, o Programa de Educação Ambiental em Desastres da Universidade Feevale atua junto a comunidades em áreas de risco do Município de Novo Hamburgo (RS) desde 2016. Através de oficinas sistemáticas realizadas nas comunidades em áreas de risco de deslizamento, estabeleceu-se metodologia de fácil entendimento para a população destas áreas, subsidiando ações de reação em momento de desastre, e promovendo percepção sobre o risco em que se encontram. A elaboração do Plano de Emergência Familiar (PEF) é o resultado das discussões conduzidas durante as oficinas abrangendo a elaboração de plano de ação e evacuação residencial, determinação de contatos de emergência e pontos de encontro seguros, confecção de material a ser utilizado na necessidade de evacuação. O objetivo do presente minicurso é construir coletivamente conceitos relativos a desastres naturais e elaborar os PEFs, para que esta metodologia possa ser replicada em salas de aula ou em pontos de referência das comunidades. Para a elaboração do PEF, o uso de metodologias ativas permitirá que os participantes da atividade (30 pessoas) discutam e definam elementos essenciais para o restabelecimento da rotina após a ocorrência de um desastre tais como: documentos, medicação, receitas médicas, cópias de chaves, suprimentos de sobrevivência mínimos. Além disso, são solicitados a elaborar a planta baixa de suas residências, identificando as possíveis rotas de evacuação em momentos emergenciais. A partir da prática, compartilhando suas experiências na realização da atividade, e do resultado das discussões em grupo, busca-se que os participantes apropriem-se da metodologia de aplicação do PEF, replicando com seus grupos de atuação, contribuindo assim para a redução da vulnerabilidade das comunidades diante dos desastres.
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Oficinas em sexualidade humana com adolescentes.

Oficinas em sexualidade humana com adolescentes.

O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma experiência de intervenção em orientação sexual com adolescentes em uma cidade do interior de Minas Gerais. Foram sujeitos da intervenção 50 estudantes da 8 a série do ensino fundamental de uma escola municipal da cidade, divididos em 4 grupos, sendo relatada aqui a experiência vivida em um deles, contando com 13 participantes, com idades variando entre 13 e 15 anos, sendo 8 do sexo masculino e 5 do sexo feminino. Utilizando a metodologia de Oficinas em Dinâmica de Grupo procurou-se, juntamente com os adolescentes, a reflexão e elaboração de sentimentos, comportamentos e conhecimentos compartilhados face à sexualidade, levando em consideração suas angústias e inseguranças relacionadas ao tema, e concentrando-se em dialogar sobre os aspectos afetivos e históricos envolvidos na vivência da sexualidade. A partir da análise dos processos grupais, articulados a uma conscientização ético- política dos sujeitos envolvidos, observou-se uma reconstrução/ressignificação dos sentidos atribuídos à sexualidade, ao pertencimento de gênero e ao contexto social mais amplo.
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Instalación de las oficinas de zona

Instalación de las oficinas de zona

Se proyecta que la nueva Oficina de Zona, que se propone esta- blecer en Caracas, preste sus servicios a Venezuela y los paises actual- mente atendidos por la Oficina de Campo d[r]

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PALESTRAS, MESAS, OFICINAS E MINICURSOS

PALESTRAS, MESAS, OFICINAS E MINICURSOS

Elena Maria Duarte de Oliveira Sala 403 – Campus Arnaldo Janssen – 80 pessoas 9 Mestrado em Letras Mesa redonda Literatura Brasileira:. tradição e ruptura[r]

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02) Oficinas Socioafetivas como Estrat

02) Oficinas Socioafetivas como Estrat

O segundo eixo, complementa o primeiro no sentido de possibilitar o sujeito, por meio de relações interpessoais no transcurso das oficinas socioafetivas, a aceitar-se em seus sentimentos reais. A hipótese central aqui dialoga com que Andrade (2015), chamou de capacidade do sujeito em expandir-se na relação com o outro, cujos campos de aprendizagem e de percepção são ampliados quando a pessoa compartilha com os demais seus próprios contextos de vida. A atitude não- diretiva compõe o entrelaçamento entre a expressividade e a potência criadora da criança, articulando seus saberes com seus pares na medida em que estabelece um relacionamento interpessoal. A alteridade, por exemplo, contribui para que a criança evidencie outras formas de ser e estar no mundo. Tal experiência favorece também a construção de novos saberes no sentido de que os significados trazidos pelo outro- diferente ajudam a pensar meus próprios significados.
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