Óleo de mamona

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Análise macroscópica e histológica do emprego da poliuretana derivada do óleo de mamona (Ricinus communis) aplicada na tíbia de cães em fase de crescimento.

Análise macroscópica e histológica do emprego da poliuretana derivada do óleo de mamona (Ricinus communis) aplicada na tíbia de cães em fase de crescimento.

13. Fernandes ES, Borges APB, Vilória MIV, Fehlberg AF, Franco KL. Emprego da poliuretana derivada do óleo de mamona (Ricinus communis) em defeito ósseo provocados da diáfise proximal da tíbia de cães: avaliação histológica Ciênc Anim Bras 2000; 1(suplemento): 75.

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Reações de maleinização do óleo de mamona na presença de iniciadores de radicais livres

Reações de maleinização do óleo de mamona na presença de iniciadores de radicais livres

Neste capítulo, as reações de maleinização do óleo de mamona foram realizadas na região ótima de temperatura e de razão mássica dos iniciadores BPO e DTBP dada pelo planejamento estatístico realizado no capítulo anterior. Como foi verificado que o tempo de meia vida influencia nesta reação utilizou-se seis diferentes iniciadores de radicais livres com tempo de meia vida diferentes. Os iniciadores utilizados foram: os peróxidos de benzoila (BPO), de di-terc-butil (DTBP), de dicumila (DCP) e de terc-butil-peroxibenzoato (TBPB), além dos persulfatos de sódio (PSNa) e de potássio (PSK).
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Influência das variáveis de processo na alcoólise enzimática de óleo de mamona.

Influência das variáveis de processo na alcoólise enzimática de óleo de mamona.

Uma lipase imobilizada comercial foi utilizada como catalisador na reação de alcoólise do óleo de mamona, usando n-hexano como solvente em diferentes condi- ções de operação, objetivando selecionar a condição que fornecesse maior rendimento em ésteres. A escolha da enzima (Lipozyme IM) foi devido a resultados obtidos anteriormente [12, 13], nos quais se demonstrou que esta apresentou melhores resultados para a reação de alcoólise dos óleos de polpa e amêndoa de dendê. Os resultados obtidos no planejamento de experimentos realizados são apresentados na Tabela 3. Os valores são referentes à média de dois experimentos. Baseado nestes valores, o erro experimental foi de, aproxima- damente, 10%, mostrando uma boa reprodutibilidade dos experimentos. Os resultados apresentados refe- rem-se aos tempos de reação de 6 e 8 horas.
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Preparação de resinas de poliuretana à base de óleo de mamona e dietanolamina

Preparação de resinas de poliuretana à base de óleo de mamona e dietanolamina

O presente trabalho teve como objetivo a obtenção de polióis a partir das reações do óleo de mamona (OM) com dietanolamina (DEA), visando elevar o índice de hidroxila e consequentemente o grau de reticulação dos produtos finais, cuja aplicação se destinou ao encapsulamento de circuitos eletroeletrônicos. A caracterização desses polióis e respectivas misturas foram feitas utilizando-se a técnica da ressonância magnética nuclear (NMR). O OM (triglicerídeo do ácido ricinoleico) é um poliol vegetal natural por apresentar grupo funcional hidroxila que permite várias reações e produção de diferentes produtos. Entre eles estão as poliuretanas (PU) que têm sido consideradas como produtos ideais para encapsulamento de componentes de circuitos eletro-eletrônicos, devido as suas excelentes propriedades com relação à resistência mecânica e química. As poliuretanas derivadas do óleo de mamona podem ser consideradas materiais alternativos de fonte renovável e, para as produzidas neste trabalho, não foram empregados nenhum tipo de solvente. Cerca de 90% dos ácidos graxos que compõem o óleo de mamona são ácido ricinoleico (ácido 12-hidroxioleico), enquanto os outros 10% são ácidos graxos não hidroxilados (ácidos linoleico e oleico). As análises químicas do óleo de mamona indicam uma funcionalidade média de 2,7, em relação aos grupos hidroxila. A poliadição entre o poliol resultante e o isocianato de isoforona (IPDI) teve sua cinética acompanhada com o auxílio do reômetro Haake RS 150 à temperatura de 60 °C. As propriedades elétricas foram determinadas em uma ponte HP LCR Meter 4262 A a 1,0 Hz e 10,0 KHz. As análises químicas mostraram que os polióis obtidos apresentaram índice de hidroxila entre 230 e 280 mgKOH/g. A reação de poliadição com IPDI produziu resinas de poliuretana com as seguintes propriedades: dureza entre 45 e 65 shore D (ASTM D2240); constante dielétrica de 3,0 a 25 °C (ASTM D150). Os resultados, de um modo geral, indicaram que as resinas, cujo extensor de cadeia foi a DEA, apresentaram propriedades compatíveis e em muitos casos superiores, quando comparadas às dos produtos atualmente disponíveis no mercado, sintetizados à base de trietanolamina (TEA).
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Análise de viabilidade econômica de plantas de extração de óleo de mamona com e sem detoxicação da torta

Análise de viabilidade econômica de plantas de extração de óleo de mamona com e sem detoxicação da torta

Dessa maneira, percebe-se que o processo de detoxicação da torta de mamona para a capacidade de 1,6 toneladas ocasionou em aumento no custo de produção do óleo de mamona assim como a unidade com detoxicação apresentou TIR menor (33,23 %) que a da unidade sem detoxicação da torta (35,87 %). Isso em parte é explicado pelo aumento do custo, em função do aumento do investimento para a montagem da linha de detoxicação da torta junto à linha de extração do óleo, pelo aumento de custos operacionais e de mão-de-obra. Isso determina que o processo possa não ser um negócio econômico rentável para essa escala, sendo mais viável comercializar a torta tóxica para outras finalidades. Porém, necessita-se desenvolver estudos com outras capacidades de produção de pequena escala de produção maiores que 1,6 toneladas, os quais podem vir a gerar resultados favoráveis a utilização do processo de detoxicação.
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Caracterização da espuma rígida de poliuretano (PU) derivada de óleo de mamona para...

Caracterização da espuma rígida de poliuretano (PU) derivada de óleo de mamona para...

Este trabalho teve como objetivo a caracterização da espuma rígida de poliuretano (PU) deri- vada de óleo de mamona (Ricinus communis) para aplicação como forro na isolação térmica de sistemas de cobertura. Dentro deste objetivo foram caracterizadas as suas propriedades termomecânicas - condutividade térmica, decomposição da espuma em relação à temperatura, a cinética do processo de decomposição, módulos elásticos de armazenamento e perda, Tan Delta - e avaliado o seu comportamento térmico quando aplicada como forro. As caracteriza- ções termomecânicas da espuma rígida de poliuretano derivada de óleo de mamona foram realizadas utilizando as técnicas Termogravimétrica (TGA), Dinâmico-Mecânica (DMA), e Método do Fio Quente Paralelo. A técnica Termogravimétrica (TGA) possibilitou o estudo da decomposição da espuma e uma avaliação da cinética que envolve o processo de decomposi- ção. A cinética de decomposição foi realizada em quatro diferentes razões de aquecimento e os resultados foram avaliados utilizando o método baseado no modelo de Ozawa-Flynn-Wall no qual foi possível estimar o tempo de vida da espuma rígida de poliuretano para vários valo- res de temperatura constante. Por meio da utilização da técnica Dinâmico-Mecânica (DMA) foi possível determinar a temperatura de transição vítrea da espuma e os módulos viscoelásti- cos de armazenamento (E’) e de perda (E‖) assim como os valores de Tan Delta. O Método do Fio Quente Paralelo proporcionou a determinação do valor da condutividade térmica da espuma, que a classificou como um material muito isolante.A espuma rígida de poliuretano apresentou propriedades termomecânicas compatíveis para utilização como isolante térmico em temperaturas abaixo da ambiente, e em temperaturas acima de 100 o C. O estudo compara-
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Aprimoramento do poliuretano a base de óleo de mamona na manufatura de Madeira Laminada...

Aprimoramento do poliuretano a base de óleo de mamona na manufatura de Madeira Laminada...

O objetivo do presente trabalho foi encontrar novas espécies para o segmento de Madeira Laminada Colada e substituir adesivos tradicionais que emitem compostos voláteis tidos na literatura como não amigáveis ao meio ambiente. Foram caracterizadas as espécies Hevea brasiliensis (Seringueira), C. maculata (Maculata) e C. lusitanica (Cupressus) e sintetizado um poliuretano à base de óleo de mamona, sem solventes e aditivos, que foi utilizado na fabricação de corpos de prova para ensaios de cisalhamento. A resistência ao cisalhamento paralela às fibras foi a variável trabalhada para caracterizar as espécies e validar o poliuretano. O processo de produção desse poliuretano iniciou-se com as sementes de mamona produzidas, seguiu na extração à frio do óleo que foi comparado com um óleo comercial e culminou na síntese do poliuretano. O óleo comercial possibilitou a obtenção do melhor poliuretano devido a sua pureza. Não foram encontradas diferenças na aplicação do poliuretano quando aplicados em uma ou nas duas faces de contato a serem unidas nos corpos de prova das três espécies, vantagem do poliuretano que representa redução de custo na MLC. O poliuretano de mamona produzido em laboratório com óleo comercial superou o adesivo resorcinol- formaldeído no que se refere à resistência ao cisalhamento da madeira de Cupressus e foi similar quando comparado à Seringueira. Seringueira e Cupressus mostraram-se aptas para a produção de madeira laminada colada, superando o Maculata em termos de qualidade mecânica.
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Otimização da produção de biodiesel através da reação de ção do óleo de mamona utilizando um catalisador básico homogêneo.

Otimização da produção de biodiesel através da reação de ção do óleo de mamona utilizando um catalisador básico homogêneo.

O objetivo desta dissertação foi otimizar o processo de produção de biodiesel pela reação de transesterificação do óleo de mamona via rota metílica, aplicando técnicas de adsorção para a remoção da água formada durante a reação de produção do catalisador básico homogêneo (hidróxido de potássio + metanol metóxido de potássio + água) e reduzindo a acidez do óleo de mamona. A água, formada junto com o metóxido de potássio, quando em contato com os triglicerídeos do óleo, reage através de uma reação secundária de saponificação, produzindo sabão e reduzindo o rendimento da reação de transesterificação. Foram realizados estudos preliminares de adsorção com o sistema metanol/água para a determinação dos dados de equilíbrio e cinética de adsorção com o zeolito 3A. Realizou-se um planejamento experimental para estudar as variáveis que interferem na formação da água e do metóxido de potássio como: a concentração de KOH e a concentração de adsorvente colocado no meio reacional. Para a resposta quantidade de metilato formado, apenas a variável independente concentração de KOH mostrou-se estatisticamente significativa para um intervalo de confiança de 90 %. Para a resposta quantidade de água presente no meio reacional, apenas a interação entre a concentração de KOH e a concentração de adsorvente, ambos no modelo linear, foram estatisticamente significativos. Realizou-se também estudos de adsorção no catalisador em uma coluna de leito fixo, na qual avaliou-se a influência do tamanho do diâmetro da partícula (3,1 mm; 3,68 mm e 4,38 mm) e da vazão de alimentação (2 e 6 mL/min). A melhor condição dos parâmetros estudados foi para o menor diâmetro da partícula e para a maior vazão de alimentação, pois observou-se uma redução da resistência a transferência de massa ao nível externo da partícula adsorvente. Realizou-se reações de transesterificação em diferentes condições para avaliar o efeito da acidez do óleo de mamona e da remoção de água por adsorção no catalisador. O óleo de mamona tinha uma acidez de 4 mgKOH/g, considerada alta para ser utilizado na reação de transesterificação. Para reduzir esta acidez, realizou-se uma etapa de neutralização deste óleo utilizando o co-produto da reação, fase glicerinosa. Obteve-se um bom resultado com a redução da acidez para 0,48 mgKOH/g. Observou-se que a maior conversão em ésteres metílicos foi de 93,79 % para o biodiesel preparado a partir da reação de transesterificação do óleo de mamona neutralizado e com o catalisador oriundo do processo de adsorção. Observou-se que a adsorção no catalisador apresenta uma melhora de 12 % nos resultados de conversão e ésteres metílicos.
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Predição das propriedades físicoquímicas do éster etílico do óleo de mamona (EEOM)

Predição das propriedades físicoquímicas do éster etílico do óleo de mamona (EEOM)

As propriedades físico-químicas do Éster Etílico do Óleo de Mamona (EEOM) foram estimadas a partir de modelos teóricos e análises experimentais. Por não ser um combustível comercial, o EEOM foi manufaturado por meio de um processo de fabricação denominado (Transesterification Double Step Process) TDPS. Através do método de contribuição de grupos, as propriedades críticas e o ponto de ebulição normal foram estimados. Utilizando os valores das propriedades críticas e correlações matemáticas, estimaram-se a tensão superficial, a entalpia de vaporização, a pressão de vapor, a condutividade térmica, a viscosidade e a densidade. A análise experimental do EEOM foi conduzida utilizando técnicas tradicionalmente associadas à pesquisa de densidade e viscosidade de combustíveis. Na análise experimental de viscosidade utilizou-se um viscosímetro copo Ford. Também foram analisadas experimentalmente as misturas ternárias do EEOM, etanol e diesel comercial em diversas frações volumétricas. A análise das misturas ternárias vem como uma alternativa para amenizar os valores de viscosidade e densidade do EEOM no combustível de uso final, estimando os valores de frações volumétricas que podem atender as normas brasileiras e europeias. Os resultados das propriedades físico-químicas servirão como base para rotinas computacionais de simulação aplicadas ao estudo de emissões de poluentes e formação do jato combustível para o EEOM.
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Novos hidrogéis à base de glicerina de Biodiesel derivado do óleo de mamona

Novos hidrogéis à base de glicerina de Biodiesel derivado do óleo de mamona

Durante a fabricação de biodiesel, cerca de 70% do resíduo total produzido corresponde à glicerina (1,2,3-propanotriol). Levando em consideração a grande quantidade produzida e o controle dos resíduos, torna evidente a necessidade de desenvolver novos produtos a partir deste co- produto. Assim, ésteres de glicerina p.a e oriunda do biodiesel de óleo de mamona (loira, destilada e bidestilada) com ácido acrílico, reação catalisada com ácido sulfúrico, foram sintetizados para obter hidrogéis. A investigação da reação de esterificação foi realizada através de espectroscopia na região de infravermelho, ressonância magnética nuclear de 13 C e reologia. O rendimento foi calculado por titulometria de retorno usando o método do periodato de sódio. A melhor condição reacional foi verificada para os ésteres de glicerina e ácido acrílico, catalisados com 10% de H 2 SO 4 p.a a 60ºC com três horas de
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Estudo experimental do poliuretano de óleo de mamona (Ricinus communis) como substituto parcial do tendão calcâneo comum em coelhos (Oryctolagus cuniculus).

Estudo experimental do poliuretano de óleo de mamona (Ricinus communis) como substituto parcial do tendão calcâneo comum em coelhos (Oryctolagus cuniculus).

Para a confecção da prótese foi desenvolvida uma poliuretana elastomérica, obtida pela polimerização do poliol e do pré-polímero, derivados do óleo de mamona e de isocianatos. Os produtos foram misturados na proporção 1,8:1, cuidadosamente homogeneizados e mantidos sob vácuo para eliminação de bolhas. Ao final desse processo, a mistura foi introduzida em tubos de plástico de 0,5cm de diâmetro, onde permaneceu por no mínimo 24 horas. Depois disso, a prótese foi removida, mantida em meio ambiente e encaminhada para esterilização em autoclave a 120-130ºC, sob 1,5 atmosferas de pressão, durante 60 minutos.
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Associação do óleo de mamona com Beauveria bassiana no controle da traça-das-crucíferas

Associação do óleo de mamona com Beauveria bassiana no controle da traça-das-crucíferas

Resumo  –  O  objetivo  deste  trabalho  foi  avaliar  a  eficiência,  a  estabilidade,  a  forma  de  aplicação  e  a  compatibilidade  do  óleo  de  mamona  com  o  fungo  entomopatogênico  Beauveria bassiana no controle da traça‑das‑crucíferas, Plutella xylostella. No primeiro experimento, foram avaliadas a eficiência, a estabilidade  após 70 dias de armazenamento e a forma de aplicação do óleo de mamona. No segundo experimento, foi  avaliada a compatibilidade do óleo de mamona com B. bassiana. A atividade inseticida do óleo de mamona é instável ao longo do tempo. O óleo de mamona é compatível com B. bassiana no controle de P. xylostella. Termos para indexação: Beauveria bassiana, Plutella xylostella, Ricinus communis, fungo entomopatogênico.
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Toxicidade de óleo de mamona a Helicoverpa zea e a Trichogramma pretiosum.

Toxicidade de óleo de mamona a Helicoverpa zea e a Trichogramma pretiosum.

e suscetibilidade. As maiores mortalidades de larvas foram observadas no tratamento por contato com as menores concentrações (0,5 e 1,0%), enquanto com as concentrações intermediárias (1,5; 2,0 e 2,5%), não houve diferença entre as vias de aplicação. À maior concentração testada (3,0%), o tratamento por ingestão proporcionou mortalidade superior àquela obtida por contato. O número de ovos parasitados por T. pretiosum, no teste de seletividade, foi afetado negativamente pelo óleo de mamona, contudo, os demais parâmetros avaliados quanto à seletividade e à suscetibilidade não foram afetados. O óleo de mamona reduz a sobrevivência de larvas de H. zea tanto por ingestão quanto por contato. Além disso, não prejudica o desenvolvimento de T. pretiosum, desde que as pulverizações sejam realizadas após as liberações do parasitoide.
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Biodegradação de poliuretano derivado do óleo de mamona

Biodegradação de poliuretano derivado do óleo de mamona

degradado, indicando a ocorrência do processo de biodegradação. Desta forma, pode- se concluir que o processo de adsorção/dessorção do corante utilizado (C.I. Acid Orange 61) não afetou de maneira negativa a biodegradação. Esta conclusão é muito importante, já que sinaliza a possibilidade da construção de filtros para retirada de corantes de efluentes industriais, utilizando as espumas de poliuretano sintetizadas a partir do óleo de mamona. Estes filtros, mesmo após adsorverem os corantes, poderão ser reutilizados após passarem pelo processo de dessorção. Quando os mesmos forem descartados, continuarão sendo biodegradáveis, se integrando ao meio ambiente através de seus produtos de decomposição.
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Preparação de poliuretana à base de óleo de mamona

Preparação de poliuretana à base de óleo de mamona

Poliuretanas são polímeros de grande versatilidade, podendo ser usadas na forma de pós, adesivos ou elastômeros. Por este motivo, as poliuretanas são amplamente pesquisadas e utilizadas nas indústrias. Paralelamente à busca por novas poliuretanas, é importante o controle cinético durante sua obtenção, principalmente se estas são obtidas via polimerização em massa. O trabalho desta tese aborda este problema, especificamente no caso da obtenção de poliuretanas derivadas do óleo de mamona e diisocianato de isoforona. Para isto, primeiramente o óleo de mamona foi caracterizado através dos seguintes métodos analíticos: índice de iodo, índice de saponificação, índice de refração, índice de hidroxila, teor de umidade e espectroscopia de absorção na região do infravermelho (FTIR). Como segundo passo, os corpos de prova dessas poliuretanas foram obtidos através de polimerização em massa e submetidos a ensaios de inchamento com diferentes solventes. A partir destes ensaios o parâmetro de Hildebrand foi determinado para este material. Finalmente, a polimerização em massa desse material foi executada em equipamento de calorimetria exploratória diferencial (DSC) a diferentes taxas de aquecimento sob duas condições: sem catalisador e com o catalisador, dibutil-dilaurato de estanho (DBTDL). As curvas de DSC foram ajustadas a modelos cinéticos, usando o método isoconversional, caracterizando o caráter autocatalítico da formação de poliuretanas.
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DENISE KAWATA POLÍMERO DERIVADO DO ÓLEO DE MAMONA ACRESCIDO DE CÁLCIO, ASSOCIADO OU NÃO A MEDULA ÓSSEA AUTÓGENA NA REPARAÇÃO DE FALHAS ÓSSEAS EXPERIMENTAIS EM COELHOS

DENISE KAWATA POLÍMERO DERIVADO DO ÓLEO DE MAMONA ACRESCIDO DE CÁLCIO, ASSOCIADO OU NÃO A MEDULA ÓSSEA AUTÓGENA NA REPARAÇÃO DE FALHAS ÓSSEAS EXPERIMENTAIS EM COELHOS

FRASCINO (1998) estudou o implante da resina de mamona em falhas ósseas produzidas na calota craniana de coelhos. As avaliações macroscópicas, radiológicas e histológicas dos defeitos dos animais do grupo controle mostraram reparação por tecido cicatricial, com formação de uma membrana fibrosa no local. Os animais que receberam o polímero apresentaram, às 6 semanas, formação de osso novo reparando o defeito em suas extremidades. A partir deste período, observou-se uma fragmentação irregular e progressiva da resina implantada, acompanhada de deslocamento de seus fragmentos nos casos mais tardios, permitindo a ocorrência de osteogênese e osteocondução, com osso novo reparando satisfatoriamente as falhas produzidas. Para o autor, os implantes exerceram um “efeito membrana” nos leitos de implantação, isolando a área de implantação e permitindo o crescimento, cujo processo foi denominado osteopromoção. Não foi evidenciada atividade fagocitária, com os implantes não sendo incorporados até 24 semanas, embora tenha sido considerada a possibilidade da ocorrência de degradação metabólica dos implantes. Não foram observados fenômenos tóxicos, nem propriedades osteoindutoras nos implantes.
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Implante de um floculado de resina derivada do óleo de mamona (Ricinus communis)...

Implante de um floculado de resina derivada do óleo de mamona (Ricinus communis)...

O exame histológico mostrou os flocos da resina de mamona, de forma irregular e tamanho variável, localizados entre os terços médio e cervical dos alvéolos dentais; o material mostrou-se biocompatível e capaz de certo grau de osseointegração direta, dentro do período da investigação. Os flocos foram inicialmente circundados por tecido de granulação, com a presença de trabéculas osteóides formando-se em suas proximidades. Com o progresso do reparo, quantidades gradativamente maiores de tecido ósseo em maturação foram observadas entre e ao redor dos flocos da resina, no geral com a presença de um tecido conjuntivo interposto, mas em algumas regiões estabelecendo um aparente contato direto com eles. Comparando com trabalhos anteriores do nosso laboratório, no entanto, parece que o formato irregular dos flocos não se mostrou tão favorável à aderência aos tecidos reparacionais, uma vez que ao redor das superfícies côncavas foram observadas, no geral, áreas sem preenchimento tissular. A presença do material não suscitou uma resposta inflamatória persistente, em que pese a ocorrência de uma quantidade discreta de células gigantes tipo corpo estranho aderidas a sua superfície, em todos os períodos experimentais.
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Implantes de resina de poliuretana vegetal (Ricinus communis) na tração linear, fixação e fusão vertebral no cão: estudo experimental.

Implantes de resina de poliuretana vegetal (Ricinus communis) na tração linear, fixação e fusão vertebral no cão: estudo experimental.

Realizada a fenestração do disco intervertebral (DIV) e o acesso ao canal medular, o defeito ósseo foi preenchido com um espaçador de polímero derivado do óleo de mamona (PDOM) com carbonato de cálcio a 30%. O distrator foi então removido e uma placa de PDOM com carbonato de cálcio a 30% foi aplicada sobre o quarto e quinto corpos vertebrais cervicais. Antes da aplicação a placa foi aquecida em solução fisiológica estéril entre 70ºC e 80ºC, para moldagem e adaptação aos contornos ósseos. Foram feitos quatro orifícios em cada placa, com broca 3,5mm. As placas foram fixadas sobre a superfície ventral da quarta e quinta vértebras cervicais com parafusos ortopédicos do tipo cortical com diâmetro de 3,5mm. Os orifícios foram feitos com broca de 2,5mm e furadeira pneumática orientados ventrolateralmente em um
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Estudo de otimização do processo de obtenção de biodiesel de segunda geração

Estudo de otimização do processo de obtenção de biodiesel de segunda geração

O biodiesel é um combustível oriundo de fontes renovável que tem se tornado uma alternativa para substituir, parcial ou totalmente, o óleo diesel em motores de ignição por compressão. A maneira mais utilizada para obtenção do biodiesel é através da reação de transesterificação. Alguns dos principais desafios na produção de biodiesel são: custos e disponibilidade dos recursos da matéria prima. Dentre as matérias primas podemos citar o óleo de mamona, que é nocivo a saúde humana, portanto não pode ser consumido como alimento. O biodiesel sintetizado a partir deste tipo de óleo possui densidade e viscosidade elevadas, ficando fora das especificações da Agencia Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Assim, o presente trabalho teve por objetivo utilizar “blends” (misturas) do óleo de mamona com os óleos de algodão, canola e soja visando a otimização da produção de biodiesel de segunda geração e, assim, poder diminuir o custo de produção, valorizando oleaginosas não comestíveis e produzir biodiesel de segunda geração que atenda as especificações. As matérias primas utilizadas foram caracterizadas de acordo com normas para óleos e gorduras. O biodiesel foi produzido a partir de misturas de óleos vegetais em diferentes proporções mássicas, através da reação de transesterificação homogênea alcalina usando metanol e etanol como álcool transesterificante com uma relação mássica de metanol/catalisador/óleos (% m/m) de 20/0,6/100 e de etanol/catalisador/óleos (% m/m) de 43/0,6/100. A análise de conversão da reação foi realizada através da técnica de Ressonância Magnética Nuclear de prótons de hidrogênio (RMN- 1 H) e as caracterizações físico-químicas foram realizadas de acordo com as normas da ABNT NBR, ASTM e CEN. Conforme as análises de caracterização, todas as especificações dos biodieseis de óleos puros e “blends” satisfizeram as exigências dos limites permitidos pela ANP, com exceções de algumas propriedades. Os resultados indicaram que os “blends” de óleos vegetais podem ser uma alternativa para amenizar a falta da matéria prima para a produção do biodiesel de excelente qualidade. O melhor resultado foi obtido para os óleos de (mamona:algodão) na mistura de proporção mássica (20:80) para a rota metílica nos parâmetros reacionais: temperatura de 60 °C e tempo reacional de 40 minutos e na mesma proporção também para a rota etílica: temperatura de 60 °C por 5 minutos. Já para (mamona:soja) e (mamona:canola) a melhor otimização foi na proporção (30:70) para a rota metílica nos parâmetros reacionais: temperatura de 25 °C e tempo de reação de 40 minutos e para rota etílica o melhor resultado foi na proporção (20:80) com os parâmetros: temperatura de 60 °C por 5 minutos.
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Inseticidas botânicos aplicados sobre Aphis gossypii e seu predador Cycloneda sanguinea em algodão-colorido.

Inseticidas botânicos aplicados sobre Aphis gossypii e seu predador Cycloneda sanguinea em algodão-colorido.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos de inseticidas botânicos sobre Aphis gossypii e seu predador Cycloneda sanguinea, em algodão-colorido. Foram avaliados inseticidas botânicos à base de azadiractina, extrato aquoso de sementes de nim e óleo de mamona, nas concentrações de 0 a 2%, de 0 a 2,5% e de 0 a 3%, respectivamente. Os bioensaios, em delineamento inteiramente casualizado, foram realizados em laboratório. A mortalidade do pulgão variou de 64 a 100% para azadiractina; 12 a 92% para extrato aquoso de nim; e 8 a 68% para óleo de mamona. A taxa instantânea de crescimento mostrou-se negativa a partir da concentração 1,25% para azadiractina, 2,25% para extrato aquoso de nim, e 3,0% para óleo de mamona. Todos os inseticidas apresentaram toxicidade para larvas de 1 o instar do predador, com mortalidade de 96,7 a 100% para azadiractina e extrato
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