Óleo de milho

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Cristalização de lipídios estruturados obtidos a partir de gordura do leite e óleo de milho.

Cristalização de lipídios estruturados obtidos a partir de gordura do leite e óleo de milho.

O sabor da manteiga é muito apreciado pelo consu- midor, o que pode ser confirmado pelo grande número de produtos com aroma de manteiga presentes no mercado (Kaylegian, 1999). Contudo, devido à presença de grande quantidade de ácidos graxos saturados e colesterol na manteiga e por existirem estudos que demonstram que os riscos de doenças do coração podem ser diminuídos bai- xando-se o nível de colesterol no sangue, o consumo de manteiga tem caído, devido principalmente a preocupa- ções com a saúde e o bem-estar, já que os hábitos alimen- tares das pessoas mudaram drasticamente nas últimas décadas (Richards, Gioielli, 1999; Rodrigues, Gioielli, Anton, 2003). A mistura de manteiga com óleos vegetais, que são líquidos à temperatura de refrigeração pode levar a produtos que equilibram a nutrição com as característi- cas organoléticas desejáveis e custos de produção mais baixos. A principal tendência está em incorporar o máxi- mo possível de óleo líquido monoinsaturado ou poli- insaturado a esses produtos (Rousseau et al., 1996; Marangoni, Rousseau, 1998b; Rodrigues, Gioielli, 2003). O óleo de milho é tido como um dos óleos mais saudáveis, pois contém em sua maioria ácidos graxos insaturados, principalmente o ácido linoléico, um ácido graxo poliinsaturado da série ω-6 (Hui, 1996).
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PREDIÇÃO DO COEFICIENTE DE EXPANSÃO TÉRMICA DO ÓLEO DE MILHO

PREDIÇÃO DO COEFICIENTE DE EXPANSÃO TÉRMICA DO ÓLEO DE MILHO

O conhecimento do coeficiente de expansão térmica é importante no estudo da dilatação térmica em líquidos e na transferência de calor em tubulações. O objetivo deste trabalho foi determinar o coeficiente de expansão térmica do óleo de milho (Zea mays) a partir de dados experimentais de densidade em função da temperatura. Para tanto, foram utilizados alguns fundamentos da termodinâmica. O valor obtido para o coeficiente de expansão térmica do óleo de milho foi de 7,4216 x 10 -4 ºC -1 , com um coeficiente de correlação igual a 0,9998. Embora não tenha sido encontrado um valor experimental, o valor obtido neste trabalho apresentou-se bem próximo ao de outros óleos vegetais.
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Efeito do nível de óleo de milho adicionado à dieta de eqüinos sobre a digestibilidade dos nutrientes.

Efeito do nível de óleo de milho adicionado à dieta de eqüinos sobre a digestibilidade dos nutrientes.

Este resultado pode ser justificado pela alta digestibilidade do óleo de milho, pois de acordo com Meyer (1995), fontes lipídicas de alta digestibilidade, como os óleos vegetais, podem ser totalmente degradadas no intestino delgado, não permitindo que parte chegue ao intestino grosso, o que poderia alterar a microflora com conseqüente inibição do processo fermentativo e alteração da digestibilidade da fibra. Swenson (1977) e Cunha (1991) afirmaram que a ausência da vesícula biliar nos eqüinos otimiza a digestão e absorção dos lípides no intestino delgado, pois a bile é constantemente lançada nessa porção do sistema digestivo. Jansen et al. (2000) verificaram que a substituição de parte dos carboidratos solúveis da dieta por óleo de soja levou a redução da digestibilidade dos componentes da parede celular, diferente do que foi encontrado neste trabalho. Entretanto, a duração do ensaio desses pesquisadores foi de 42 dias, quase 20 a mais que no presente trabalho. Pode ser que o tempo de administração do óleo (período experimental) superior a 23 dias tenha trazido prejuízo à digestão da fibra. Hintz (1997) afirmou que os efeitos da adição de gordura na dieta dos eqüinos são obtidos após adaptação enzimática, que só acontece após 30 dias de consumo do óleo. Segundo Harris (1997), os resultados das pesquisas realizadas com eqüinos alimentados com dietas ricas em gordura são variáveis em virtude da utilização de animais de diferentes raças, idades, condições corporais, duração do experimento e, principalmente, diferentes dietas.
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Propriedades físicas de lipídios estruturados obtidos de misturas de gordura do leite e óleo de milho.

Propriedades físicas de lipídios estruturados obtidos de misturas de gordura do leite e óleo de milho.

Os resultados do conteúdo de gordura sólida (CGS) das amostras antes e depois da interesterificação estão contidos na Tabela 5 e representados na Figura 2 para as amostras 1, 2 e 3. O aumento de temperatura provo- cou a diminuição do CGS de todas as amostras antes e depois da interesterificação, devido à fusão dos cristais. Pode-se observar que a adição de óleo de milho provo- cou diminuição no CGS, por ser um óleo líquido, e pro- vocou certa linearização do perfil de fusão da gordura do leite, antes e depois do rearranjo. Nota-se que houve uma queda mais intensa do CGS entre 10 e 20ºC para as amostras 1, 2 e 3, devido à grande proporção de triacil- gliceróis que se fundem e se solubilizam nesta faixa [31]. Acima de 20ºC, as inclinações das curvas são menos pronunciadas. Para as amostras 1 e 2, a interesterificação provocou a inversão do comportamento de fusão, entre 10 e 20ºC.
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Efeitos do óleo de milho e do sucralfato em equinos portadores de úlceras gástricas

Efeitos do óleo de milho e do sucralfato em equinos portadores de úlceras gástricas

entre os grupos tratados com o óleo de milho e o controle que recebeu sucralfato, pode ser explicada pelos efeitos gastroprotetores demonstrados deste último ao aumentar a produção da PG, muco e reagir com o ácido clorídrico (Gulcan et al., 2012), contribuindo desta maneira para a presença de um pH mais elevado e a resolução das úlceras neste grupo. Porém se deve levar em conta na comparação, o escore discreto de ulcerações iniciais ao não receber FBZ para a indução, além disso o uso de sucralfato deve ser utilizado no mínimo três vezes por dia. Outros estudos também enfatizaram no uso de componentes da dieta para a prevenção e tratamento da SUGE. Nadeau et al. (2000) e Craig (2007) determinaram a capacidade anti-ulcerogênica do feno de alfalfa pelo efeito tamponante no conteúdo gástrico ao aumentar o pH e a concentração de AGVs. Por outro lado, Hayes et al. (2009) não demonstraram os efeitos de um suplemento com traços minerais (Zn, Mn, Cu e Co) na resolução de úlceras gástricas, porém o uso de Zn mostrou eficiência na proteção e cicatrização de úlceras em ratos (Opoka et al., 2010). Igualmente, Cargile et al. (2004) utilizaram o óleo de milho e Frank et al. (2005) o óleo de arroz e milho, onde determinaram utilidade somente para ulcerações na área glandular da mucosa, sendo similares estes resultados aos obtidos neste trabalho.
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Processo de maturação das gônadas de pintado (Pseudoplatystoma corruscans) alimentado com dois níveis proteicos e suplementados com óleo de milho.

Processo de maturação das gônadas de pintado (Pseudoplatystoma corruscans) alimentado com dois níveis proteicos e suplementados com óleo de milho.

Investigou-se o efeito da adição de C18:2n6, por meio da inclusão de óleo de milho em dietas com dois níveis de proteína bruta, sobre o processo de maturação de gametas de pintado, Pseudoplatystoma corruscans, mantidos em tanques-rede. Foram avaliados: taxa de sobrevivência, relação peso x comprimento, fator de condição (K) e índice gonadossomático (IGS). O experimento foi realizado entre março de 2004 e fevereiro de 2006, em 12 tanques-rede, distribuídos em seis viveiros-escavados de 600m 2 e densidade de estocagem de 20 peixes/tanque-rede. Utilizaram-se três tratamentos (T) com duas repetições/viveiro: T1 com 28% de PB; T2 com 28% de PB + 5% óleo de milho e T3 com 40% de PB. O crescimento foi ligeiramente mais alto nos peixes do T3. As taxas de sobrevivência foram acima de 77%. Pode-se inferir que as rações ofertadas não causaram alterações histomorfológicas durante o processo de maturação gonadal dessa espécie. O IGS e o K foram ligeiramente mais altos nos animais alimentados com a ração enriquecida com óleo de milho.
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Produção de biossurfactante por Chromobacterium violaceum ATCC 12472 utilizando milhocina e óleo de milho pós-fritura como nutrientes.

Produção de biossurfactante por Chromobacterium violaceum ATCC 12472 utilizando milhocina e óleo de milho pós-fritura como nutrientes.

A determinação da atividade de emulsificação do líquido me- tabólico livre de células foi realizada segundo a metodologia descrita por Cirigliano e Carman (1984). Foram colocados 2,0 mL do líquido metabólico livre de células, adicionado de 2,0 mL do tampão acetato de sódio 0,1M (pH 3), com 1,0 mL de n-hexadecano ou óleo de milho em tubos gradua- dos, e a mistura foi agitada em vórtex por 2 minutos. Após 10 minutos de repouso, as emulsões formadas foram retiradas com o auxílio da pipeta Pasteur, colocadas em uma cubeta e, Tabela 1. Valores das variáveis independentes nos níveis -1 e
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Avaliação da estabilidade foto-oxidativa dos óleos de canola e de milho em presença de antioxidantes sintéticos.

Avaliação da estabilidade foto-oxidativa dos óleos de canola e de milho em presença de antioxidantes sintéticos.

A estabilidade dos óleos vegetais à oxidação depende do equilíbrio entre a composição e a presença de pró-oxidantes e antioxidantes. O objetivo deste estudo consistiu em avaliar o efeito da presença de antioxidantes sintéticos durante o processo de foto- oxidação dos óleos de canola e milho. As amostras dos óleos de canola e milho em presença e em ausência dos antioxidantes butil- hidroxitolueno (BHA), propil galato (PG) e terc butil-hidroquinona (TBHQ), foram submetidas ao estresse foto-oxidativo. A reação de foto-oxidação seguiu uma cinética de primeira ordem. A constante de velocidade no período de 20 dias de foto-oxidação evidenciou que o antioxidante PG apresentou maior efeito protetor para o óleo de canola e o TBHQ para o óleo de milho. A partir dos dados de UV e RMN de 1 H, no período de 60 dias, constatou-se
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Parâmetros metabólicos de pacus alimentados com diferentes fontes de óleo.

Parâmetros metabólicos de pacus alimentados com diferentes fontes de óleo.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar parâmetros metabólicos de pacus (Piaractus mesopotamicus) alimentados com dietas com diferentes óleos. O experimento foi conduzido em laboratório, em maio de 2009, durante 28 dias. Foram utilizados 64 pacus com peso inicial de 61 g, mantidos em tanques de 250 L. Os tratamentos foram: dieta controle mais óleo de oliva; dieta controle mais óleo de milho; dieta controle mais óleo de peixe; e dieta controle mais óleo de milho e de peixe. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições, em arranjo fatorial 4x4 (quatro dietas e quatro tempos de coleta: 7, 14, 21 e 28 dias). Foram avaliados: níveis sanguíneos de colesterol e lipoproteínas, composição química muscular, e atividade de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) e enzima málica (EM). Os dados foram submetidos à análise de variância, à comparação das médias pelo teste de Tukey, e à análise de regressão. Não houve diferença nos teores musculares de umidade e cinzas, mas foram observadas alterações na deposição lipídica e proteica, conforme os tempos de coleta, em todos os tratamentos. As dietas interferiram nos parâmetros sanguíneos avaliados. A atividade de G6PD é superior à da EM, sendo maior nos animais alimentados com óleo de oliva e milho, o que sugere maior deposição lipídica muscular nestes peixes. Portanto, o metabolismo lipídico do pacu é inluenciado pela composição do lipídio da dieta.
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Atividades hidrolíticas de amostras de conteúdo do intestino delgado de bovinos adultos, infectados ou não por Eurytrema sp, determinadas por difusão radial enzimática.

Atividades hidrolíticas de amostras de conteúdo do intestino delgado de bovinos adultos, infectados ou não por Eurytrema sp, determinadas por difusão radial enzimática.

2. intestino delgado: uma alíquota do conteúdo era submetida à técnica de difusão radial enzimática em ágar gel contendo amido, óleo de milho e caseinato de cálcio como substrato, conforme WESTERMARCK & SANDHOLM (1980). Adicio- nalmente, placas contendo leite em pó desnatado como substrato, preparadas seguindo-se os mesmos

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Substituição do soro de leite e lactose pela combinação de ingredientes energéticos e protéicos em rações de leitões na fase de creche

Substituição do soro de leite e lactose pela combinação de ingredientes energéticos e protéicos em rações de leitões na fase de creche

RESUMO: O objetivo deste trabalho foi avaliar os parâmetros de desempenho de leitões desmamados e a digestibilidade aparente das dietas pré-iniciais (PI) e iniciais (I), contendo combinação de ingredientes energéticos e protéicos em substituição ao soro de leite e lactose. Foram utilizados 108 leitões, desmamados com idade média de 21 dias e peso médio 6,02 ± 0,40 kg, distribuídos em um delineamento experimental de blocos ao acaso em quatro tratamentos: controle com soro de leite seco e lactose; concentrado protéico de soro de leite, maltodextrina e blend energético contendo maltodextrina e óleo de milho; farelo de glúten 60, maltodextrina e blend energético contendo maltodextrina e óleo de milho; blend energético protéico contendo maltodextrina, água de maceração do milho e óleo de milho. Durante os períodos experimentais de 0 a 17 e 18 a 29 dias, foram realizadas coletas parciais de fezes para se determinar a digestibilidade aparente utilizando-se o óxido de crômio III (Cr 2 O 3 ) a 0,1%
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Redução das células ovais hepáticas pelo quimiopreventivo β-ionona na etapa...

Redução das células ovais hepáticas pelo quimiopreventivo β-ionona na etapa...

O HCC apresenta evolução desfavorável visto que esta neoplasia possui mau prognóstico e alto índice de mortalidade, sendo, portanto, necessárias medidas de prevenção. Nesse sentido, a BI, isoprenóide cíclico, demonstrou atividade quimiopreventiva quando administrada diariamente por 7 semanas consecutivas, na dose de 16 mg/ 100 g de p.c, durante as fases de iniciação e seleção/promoção da hepatocarcinogênese, a ratos submetidos ao modelo do RH, aumentando o número de rLPN bem como diminuindo o número de pLPN quando comparada ao grupo controle óleo de milho (ESPÍNDOLA et al., 2005). Além disso, Cardozo e colaboradores (2011) demonstraram atividade quimiopreventiva da BI (16 mg/ 100 g de p.c.) por diminuição da proliferação celular e indução da remodelação, em relação ao grupo controle óleo de milho, quando administrada 8 dias após a HP durante 5 semanas na etapa de promoção da hepatocarcinogênese (CARDOZO et al, 2011).
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DIFERENTES FONTES DE LIPÍDIOS TESTADAS NA CRIAÇÃO DE LARVAS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen), PISCES, PIMELODIDAE.

DIFERENTES FONTES DE LIPÍDIOS TESTADAS NA CRIAÇÃO DE LARVAS DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen), PISCES, PIMELODIDAE.

Para algumas espécies de água doce, já existem, atualmente, alimentos artificiais capazes de assegurar a sobrevivência e o crescimento de larvas, dispensando o uso de alimentos vivos (Artemia salina e Brachionus plicatilis) como é o caso da carpa (Cyprinus carpio) (BERGOT et al., 1986 e RADÜNZ NETO, 1993), do coregonus (Coregonus lavaretus maraena) (CHARLON et al., 1986), e do próprio jundiá (Rhamdia quelen) (PIAIA, 1996 e FONTINELLI, 1997). PIAIA (1996) encontrou bons resultados na larvicultura do jundiá usando dietas preparadas com fígado bovino e levedura de cana, sem a adição de lipídios. No entanto, além da fração protéica, o lipídio é importante fonte energética em rações usadas na alimentação de larvas, fornecendo muitos ácidos graxos essenciais (AGE) de elevado valor energético. Alguns estudos foram realizados por RADÜNZ NETO (1993), SATOH et al. (1989a) e LEGENDRE et al. (1995) avaliando a sobrevivên- cia, crescimento e conversão do alimento nas fases iniciais de diversas espécies de peixes (carpa, bagres norte-americano e africano, respectivamente) testan- do diferentes fontes de lipídios e salientando a im- portância dos lipídios e de ácidos graxos das séries (n-3) e (n-6) nas dietas dos peixes. SATOH et al. (1989b) constataram que alevinos de bagre norte- americano desenvolveram-se bem com dietas con- tendo 2% de ácido linolênico (18:2 n-3), tanto quanto com aquelas contendo 2,5% de óleo de fíga- do de bacalhau, mais 2,5% de óleo de milho.
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Determinação da energia metabolizável de gorduras e sua aplicação na formulação de...

Determinação da energia metabolizável de gorduras e sua aplicação na formulação de...

Os processos de digestão e absorção das gorduras serão prejudicados com a presença dos ácidos graxos livres na dieta das aves. Algumas gorduras caracterizam-se pelos elevados níveis de ácidos graxos livres, como é o caso das gorduras hidrolisadas e dos resíduos do processo de neutralização dos óleos. A ação dos AGL na absorção das gorduras foi descrita por Young (1961), que utilizou uma mistura de óleo vegetal e gordura animal hidrolisada, totalizando 40% de AGL, comparada a uma mistura de gordura animal hidrolisada mais óleo ácido de soja, contendo 95% de AGL e comparada ao óleo de milho como controle. A digestibilidade da gordura da dieta com óleo de milho foi de 91,4%, enquanto que a da mistura que continha 40% de AGL foi de 81,1%, e que continha 95% de AGL foi de 69,6%, na quarta semana de idade das aves. Corroborando com o autor anterior, Blanch et al. (1995) utilizaram em seu ensaio óleo de soja como controle, misturas de 1:1 de sebo bovino com óleo de soja ou com óleo ácido de soja e determinaram maiores valores de digestibilidade da gordura da dieta e energia metabolizável para o controle e a mistura sebo bovino e óleo de soja, ambos diferindo significativamente (p<0,01) da mistura sebo e óleo ácido de soja. Uma hipótese plausível levantada em alguns trabalhos é que a presença do monoglicerídios no intestino delgado das aves estimularia a secreção de ácidos biliares responsáveis pela emulsificação das gorduras, elemento encontrado de em baixas concentrações em gorduras com níveis de AGL elevados.
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Comparação e aplicação de dois modelos matemáticos no estudo do metabolismo de fósforo em suínos.

Comparação e aplicação de dois modelos matemáticos no estudo do metabolismo de fósforo em suínos.

RESUMO - Avaliaram-se dois modelos matemáticos no estudo do fluxo de fósforo no metabolismo de suínos com os objetivos de destacar o modelo mais eficiente e indicar a fonte de fósforo com maior potencial para uso na nutrição de suínos. Foram usados 21 suínos, híbridos machos castrados com peso médio inicial de 32 kg, alimentados com dietas formuladas à base de milho, farelo de soja e óleo vegetal, suplementadas com fosfato bicálcico; fosfato monobicálcico; superfosfato triplo; superfosfato simples; ácido fosfórico ou fosfato de rocha catalão como fontes de fósforo. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, com sete dietas e três repetições, com um animal por unidade experimental. Para o desenvolvimento dos dois modelos, foram utilizados dados de metabolismo e cinética de fósforo nos tecidos, obtidos pela técnica de diluição isotópica. Os modelos apresentaram similaridade e eficiência na determinação das estimativas do fluxo de fósforo nos compartimentos anatômicos. O superfosfato simples e o fosfato bicálcico têm maior potencial para uso em dietas para suínos em crescimento. Entretanto, o fosfato bicálcico apresenta melhor ajuste nos modelos e serve como padrão para nutrição de suínos em crescimento.
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CULTIVO PARA ALTO E BAIXO NITROGÊNIO EM GENÓTIPOS DE MILHO NO TOCANTINS VISANDO A PRODUÇÃO DE ÓLEO

CULTIVO PARA ALTO E BAIXO NITROGÊNIO EM GENÓTIPOS DE MILHO NO TOCANTINS VISANDO A PRODUÇÃO DE ÓLEO

Para identificar genótipos eficientes quanto ao uso do nitrogênio (N) e responsivos à sua aplicação, foi utilizada a metodologia proposta por Fageria & Baligar (1993). Por esta metodologia, a eficiência correspondeu à média de rendimento de óleo de cada genótipo em baixo N. A resposta a aplicação do nutriente, para cada genótipo, foi oriunda da diferença de rendimento nos dois níveis de nitrogênio (alto e baixo N) dividido pelo diferença entre os níveis de N utilizados em cobertura (Equação 1).

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Antioxidantes informados nos rótulos dos óleos vegetais comestíveis

Antioxidantes informados nos rótulos dos óleos vegetais comestíveis

As primeiras pesquisas científicas que relataram à existência de substâncias que impediam o processo de oxidação em gorduras e óleos foram descritas por Dechamps, em 1843, pois ele observou que um composto formado de banha de porco fresca contendo um óleo de benjoim extraído da casca do benjoeiro não se tornou rançoso, como aconteceu com a banha pura. 1 Posteriormente, em 1852 o pesquisador Wright relatou que resina da casca de olmo, isto é, uma especie de árvore nativa na Europa, foi eficiente quando utilizada na conservação de banhas frescas. 1,2
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Mapeamento e congruência de QTL para teor de óleo, produção de grãos e seus componentes...

Mapeamento e congruência de QTL para teor de óleo, produção de grãos e seus componentes...

Chaves, Luciana Gonçalves. Mapeamento e congruência de QTL para teor de óleo, produção de grãos e seus componentes em milho. Piracicaba, 2013. 101p. Tese (Doutorado em Ciências – Genética e Melhoramento de Plantas) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo.

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Avaliação nutricional da silagem de grãos úmidos de milho com diferentes teores de óleo para leitões na fase de creche.

Avaliação nutricional da silagem de grãos úmidos de milho com diferentes teores de óleo para leitões na fase de creche.

diferenças nos coeficientes de digestibilidade quando compararam uma variedade de milho comum (4,8% de extrato etéreo na MS) e três variedades de milho alto-óleo (11,0%, 6,6% e 6,2% de extrato etéreo na MS). Yin et al. (2002) também não observaram diferença significativa para digestibilidade fecal aparente da matéria seca, que variou entre 86 e 87%, mas encontraram diferença significativa (P<0,05) para a digestibilidade fecal aparente do extrato etéreo entre as variedades de milho comum e a variedade de milho alto-óleo (3,1%, 3,6% e 6,9% de extrato etéreo na matéria seca), atribuída ao menor conteúdo de óleo nos milhos comuns, resultando numa contribuição relativamente maior da fração endógena no extrato etéreo excretado nas fezes e, conseqüentemente, menores valores de coeficiente de digestibilidade.
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Controle da antracnose na pós-colheita de bananas-'prata' com produtos alternativos aos agrotóxicos convencionais.

Controle da antracnose na pós-colheita de bananas-'prata' com produtos alternativos aos agrotóxicos convencionais.

Os frutos inoculados foram mantidos em câmara úmida a 25 ºC e UR controlada no nível de saturação, por 24 horas. Após, os buquês de frutos inoculados receberam, via pulverização com pulverizador manual, os tratamentos com as caldas dos produtos alternativos extrato cítrico ‘Biogermex’ (10,0 mL/L); óleo de nim ‘Organic Neem’ (10,0 mL/L); óleo de alho ‘Probinatu’ (10,0 mL/L); quitosana (10,0 mg/ mL); óleo de pimenta-longa (5,0 mL/L); óleo de cravo-da-índia (5,0 mL/L), fungicida Tecto® SC (tiabendazol) (0,65 mL/L), e água destilada como testemunha. O fungicida Tecto® SC (tiabendazol) foi utilizado como um dos tratamentos por ser um produto-padrão em pós-colheita de bananas.
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