óleos vegetais

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Produção de Biodiesel a partir de óleos vegetais usando células íntegras imobilizadas...

Produção de Biodiesel a partir de óleos vegetais usando células íntegras imobilizadas...

Com exceção dos produtos obtidos ao se empregar a cepa de M. circinelloides 4140, os valores de rendimento obtidos pelas reações de etanólise do óleo de babaçu foram considerados satisfatórios, visto que praticamente não há relatos sobre a utilização de etanol para a produção de biodiesel empregando células íntegras imobilizadas. Um dos poucos relatos foi descrito por Jin et al. (2008) que empregaram células íntegras imobilizadas de R. oryzae para testar a eficiência do etanol em reações de transesterificação do óleo de canola, obtendo um rendimento de 66,1%. Os autores também testaram reações sequenciais de hidrólise e esterificação do óleo de canola e etanol e obtiveram um rendimento de 85,2%. Recentemente, Prakash e Aulakh (2011) realizaram simultaneamente o cultivo de células íntegras de Aspergillus sp. e a transesterificação de óleo residual de cozinha e óleos não comestíveis. Os autores avaliaram a influência de diferentes concentrações de óleos, fontes de nitrogênio e álcoois (metanol e etanol) no crescimento e no rendimento de transesterificação e verificaram que a utilização de etanol como agente acilante e razão percentual de 70:30 óleo/meio de cultura resultaram em 98% de conversão em 48h a 28°C e 120 rpm. Isso demonstra que apesar da maioria dos trabalhos publicados sobre células íntegras relatarem valores relativamente maiores ao se utilizar metanol ao invés de etanol como agente acilante nas reações de transesterificação de óleos vegetais, o etanol surge como alternativa interessante, pois tem a vantagem de reduzir o efeito inibitório na atuação da lipase intracelular, não sendo portanto, necessária adição gradativa do álcool ao meio reacional, conforme recomendado quando metanol é usado como agente acilante. Além disso, o etanol talvez produza ésteres mais estáveis na presença de lipase intracelular de R. oryzae (JIN et al. 2008).
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Uso de óleos vegetais amazônicos na flotação de minérios fosfáticos

Uso de óleos vegetais amazônicos na flotação de minérios fosfáticos

Apesar dos estudos apresentados terem sido feitos em décadas distintas, com minerais de origens diferentes e possivelmente com diferentes comportamentos em solução aquosa (diferente química de superfície), a concentração de oleato para obter a máxima recuperação de apatita primária foi praticamente a mesma. No entanto, comparando se os resultados obtidos por Pugh e Stenius (1985) e Barros et al. (2008) com os resultados obtidos no presente estudo, verifica se que há diferença significativa na concentração de coletor para obter a máxima recuperação de apatita. Esta discrepância pode ser atribuída à diferença na química de solução dos coletores (composição química diferente). Enquanto oleato de sódio é praticamente puro, coletores de óleos vegetais são uma mistura de sais de ácidos graxos saturados e insaturados com diferentes teores. Portanto, provavelmente está havendo uma ação individual e/ou combinada de cada sal de ácido graxo presente nos coletores de óleos vegetais amazônicos.
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Capacidade antioxidante total de óleos vegetais comestíveis: determinantes químicos e sua relação com a qualidade dos óleos.

Capacidade antioxidante total de óleos vegetais comestíveis: determinantes químicos e sua relação com a qualidade dos óleos.

A capacidade antioxidante total de óleos vegetais comestíveis é determinada por sua composição físico-química e pode estar associada a atributos de qualidade dos óleos, especialmente a sua bioatividade e possivelmente a sua estabilidade oxidativa. Este artigo apresenta os fundamentos dos ensaios de capacidade antioxidante total e avalia criticamente os ensaios aplicáveis na análise de óleos e os pontos críticos nas aplicações dos ensaios para a análise dessas amostras. Discute-se o potencial papel dos componentes químicos dos óleos comestíveis como determinantes da capacidade antioxidante total, assim como a possível relação da capacidade antioxidante com a bioatividade e a estabilidade oxidativa dos óleos. Finalmente, discutem-se evidências de que, caso seja sistematicamente investigado em trabalhos experimentais futuros, o uso de ensaios de capacidade antioxidante total na análise de óleos vegetais pode contribuir para integrar o conhecimento da composição química com a bioatividade e possivelmente com a estabilidade de óleos vegetais específicos. Dessa forma, os ensaios de capacidade antioxidante apresentam potencial para aplicação no controle da qualidade integral de óleos comestíveis.
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Argilas adsorventes aplicadas à clarificação de óleos vegetais.

Argilas adsorventes aplicadas à clarificação de óleos vegetais.

predominante, é de ocorrência mais frequente e com o menor preço, a ativação ácida (com ácido sulfúrico ou clorídrico) é usualmente feita em bentonitas cálcicas [4]. Não há evidência direta de que montmorilonitas sódicas não possam gerar material adsorvente de pigmentos presentes em óleos vegetais após tratamento com ácidos inorgânicos fortes. Porém, as montmorilonitas sódicas apresentam dificuldades durante o processo de ativação: suspensões de elevada viscosidade e consequentemente necessidade de baixa concentração de sólidos, dificuldade com operação de mistura e transporte da suspensão ácida [21].
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Antioxidantes informados nos rótulos dos óleos vegetais comestíveis

Antioxidantes informados nos rótulos dos óleos vegetais comestíveis

O estudo da ação dos antioxidantes tem grande interesse tanto para bioquímica como para a medicina, devido ao fato de ser utilizado no organismo humano como inibição do processo de formação dos radicais livres que podem causar o envelhecimento precoce e doenças degenerativas. Ainda, é muito utilizado nas indústrias de alimentos como aditivos alimentares que são adicionados para prevenir a degradação dos mesmos e causar o efeito de rancidez gerado pelo processo de auto-oxidação que ocorre principalmente em gorduras e óleos presentes nos alimentos. Desse modo, a análise dos rótulos de alguns óleos vegetais comestíveis, como de soja, milho e girassol é um tanto quanto interessante, pois foi possível apontar os antioxidantes presentes nos óleos estudados e realizar uma pesquisa bibliográfica dos mesmos, para obter dados da sua estrutura química, fórmula molecular, dose letal e dose diária recomendada dos mesmos. Com isso, foi possível unir essas informações e criar uma base de dados com uma descrição das substâncias de forma contextualizada e posteriormente a disponibilização de um website de rápido acesso da população, com o intuito de auxiliar os mesmos a escolher quais alimentos ingerir e quais serão mais benéficos ou maléficos a saúde.
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MODELOS DE CALIBRAÇÃO MULTIVARIADA ASSOCIADOS À ESPECTROSCOPIA VIBRACIONAL PARA ANÁLISE DE MISTURAS DIESEL- ÓLEOS VEGETAIS

MODELOS DE CALIBRAÇÃO MULTIVARIADA ASSOCIADOS À ESPECTROSCOPIA VIBRACIONAL PARA ANÁLISE DE MISTURAS DIESEL- ÓLEOS VEGETAIS

No Brasil, entre as décadas de 1970 e 1980, durante uma grave crise de abastecimento de petróleo, foram desenvolvidos programas para obtenção de combustíveis a partir de biomassa. Exemplo marcante foi o Pró-álcool, que procurava substituir o uso da gasolina por álcool combustível, preparado a partir da cana-de-açúcar. Além do Pró-álcool, foi criado também o Pró-óleo com o intuito de substituir o óleo diesel como fonte combustível por derivados de triacilglicerídeos (óleos vegetais e gorduras animais). Os resultados positivos do Pró-álcool podem ser vistos ainda hoje, uma vez que o Brasil possui a maior frota mundial de veículos movidos a álcool, fato este reforçado pela comercialização, só nos últimos três anos, de mais de um milhão de veículos bicombustíveis (álcool ou gasolina). Infelizmente, o mesmo não aconteceu com o Pró-óleo. 4
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Produção de metano a partir de cortiça contaminada com óleos vegetais

Produção de metano a partir de cortiça contaminada com óleos vegetais

O uso tradicional da cortiça tem sido na produção de rolhas para engarrafamento de vinhos, que abrangeu cerca de 59,4 % das vendas em 2012 da maior empresa de cortiça em Portugal e no mundo (Corticeira Amorim, 2013). No entanto, existem muitas outras aplicações para a cortiça e os seus produtos: aglomerados, pavimentos e coberturas de parede, compósitos de cortiça/borracha, placas de isolamento térmico, acústico e de vibrações, mobiliário, utensílios de cozinha, acessórios e brinquedos. O uso de cortiça no contexto de proteção ambiental, ou seja, no controlo, prevenção e tratamento de derrames de petróleo e óleos vegetais, é inovador e é a primeira aplicação comercial da cortiça neste ramo (Pintor et al., 2012).
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Desenvolvimento de biodiesel microemulsionado com reaproveitamento de resíduos de óleos vegetais

Desenvolvimento de biodiesel microemulsionado com reaproveitamento de resíduos de óleos vegetais

Além das características físicoquímicas das oleaginosas, a utilização do tipo de óleo vegetal para a produção de biodiesel está associada principalmente a questões geográficas dos países onde são produzidos. Na Europa, os óleos de girassol e de colza são mais utilizados; nos EUA, é o óleo de soja; e nos países asiáticos, é o óleo de palma (Knothe, 2008). Baseando-se na constituição química, todos os óleos vegetais apresentam vantagens e dificuldades variadas para sua utilização. O óleo de mamona apresenta elevada viscosidade em relação aos outros óleos vegetais, apesar de apresentar certa afinidade com a água e ser bem oxigenado. O óleo de girassol tende a gerar entupimentos no motor, pela presença de ceras em sua constituição. Alguns óleos vegetais têm maior propensão a formar mais sabão que o biodiesel, como é o caso do óleo de algodão. Além destes aspectos, o custo de produção é levado em consideração para a escolha como matéria prima à produção de biodiesel. Nesse sentido, a soja é a que apresenta menor custo, perdendo somente ao óleo residual de fritura (BELTRÃO, 2008).
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Determinação experimental da viscosidade e condutividade térmica de óleos vegetais.

Determinação experimental da viscosidade e condutividade térmica de óleos vegetais.

A partir da Figura 6 é possível observar que a condutivi- dade térmica dos diferentes óleos vegetais apresenta, de uma maneira geral, comportamento praticamente linear em função da temperatura e que, no intervalo de temperatura investiga- do, verificou-se apenas uma ligeira redução dos valores desta propriedade em função da variável de medida. A difusividade térmica, por sua vez, apresentou fraca dependência com a tem- peratura, dentro do limite da precisão experimental de medida de tal propriedade.

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Avaliação das Propriedades de Óleos Vegetais Visando a Produção de Biodiesel

Avaliação das Propriedades de Óleos Vegetais Visando a Produção de Biodiesel

A diferença na proporção de ácidos graxos presentes nas amostras de óleos vegetais e de seus derivados influencia diretamente sua resistência a processos degradativos. A oxidação de óleos vegetais ocorrerá a diferentes velocidades, levando em consideração a quantidade e posição das insaturações na cadeia graxa. Compostos insaturados são significativamente mais susceptíveis à oxidação que os compostos saturados. Essa tendência à oxidação cresce na medida em que aumenta o grau de insaturação. Uma forma de avaliar este parâmetro é dada pelo índice de oxidação I.O (WAYNICK, 2005), definido na Equação 5.1, conforme:
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Projeto, construção, testes e operação de um extrator de óleos vegetais.

Projeto, construção, testes e operação de um extrator de óleos vegetais.

A extração teve origem há milhares de anos, mas no início do século XIX ocorreu um aumento acentuado no rendimento de extração com o uso de prensas hidráulicas. Em 1904, foi construído o “expeller” (Prensa contínua) que é até hoje utilizado para extrair óleos vegetais, dando origem à extração mista que é a prensagem da semente com “expeller”, seguida por uma etapa de extração com solvente orgânico, do óleo presente na torta. Assim os óleos voláteis são extraídos, preferencialmente, com solventes apolares (éter, diclorometano e hexano) que, entretanto extraem outros compostos lipofílicos além dos óleos voláteis. O óleo extraído é separado do solvente, o qual deixa vestígios no mesmo, contaminando-o (Atkins, 1990).
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Desenvolvimento de formulações cosméticas contendo óleos vegetais para proteção e...

Desenvolvimento de formulações cosméticas contendo óleos vegetais para proteção e...

A aplicação da formulações contendo os óleos vegetais e o filtro solar, isolados ou associados, nas mechas submetidas à radiação solar, manteve a resistência mecânica das fibras capilares semelhante à obtida para as mechas virgem. Isso indica um efieto benéfico do emprego dos óleos vegetais e do filtro solar nas propriedades mecânicas do fio, uma vez que os veículos não resultaram na proteção da fibra capilar.

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Utilização de Óleos Vegetais como Bases Lubrificantes

Utilização de Óleos Vegetais como Bases Lubrificantes

A estabilidade oxidativa dos óleos vegetais talvez seja a característica físico-química mais impeditiva do uso desses óleos como bases lubrificantes. As duplas ligações dos ácidos graxos contidos nos óleos vegetais são sítios oxidativos que tornam baixa a estabilidade oxidativa dos óleos vegetais. Algumas propostas têm sido feitas para contornar essa situação, como a proposta por Sharma e colaboradores 4 , em que são utilizadas rotas orgânicas, por meio de epoxidações das duplas ligações para formação de diésteres e aminas. Neste trabalho, no entanto, serão utilizados aditivos para a melhora dessa característica dos óleos vegetais.
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Pirólise de óleos vegetais de elevada acidez

Pirólise de óleos vegetais de elevada acidez

Como se pode observar na Figura 3.21, nos ensaios de pirólise com óleos brutos ou os respetivos óleos usados, nas mesmas condições de ensaio, a composição da 1ªFração do óleo de girassol bruto e usado, apresenta uma maior concentração (> 10%) em componentes com um número de carbono entre C7 e C12, verificando-se uma superioridade da concentração no óleo de girassol bruto. Composição muito semelhante à da gasolina, apesar da baixa concentração de compostos <C7. A partir do C12 a concentração diminui para valores inferiores a 10%, invertendo-se a superioridade e passando o óleo de girassol usado a ter uma maior concentração relativamente ao óleo de girassol bruto. Isto indica que o óleo de girassol bruto tem tendência a formar compostos mais voláteis, diminuindo a concentração com o aumento do número de carbonos, enquanto o óleo usado tem uma distribuição mais uniforme. O que vem a demonstrar que este óleo, sendo um óleo constituído sobretudo por ácidos gordos insaturados, sofre mais os efeitos da degradação térmica durante o processo de fritura No final verifica-se novamente um aumento no óleo de girassol usado, nos componentes correspondentes ≥ C15. Isto poderá dever-se ao facto da destilação ter sido realizada em contínuo e nesta fração ter já apanhado alguns componentes correspondentes à 2ªFração.
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Caracterização de óleos vegetais como alternativa para meios de resfriamento utilizados...

Caracterização de óleos vegetais como alternativa para meios de resfriamento utilizados...

Figura 39 - Curvas de resfriamento, relacionando temperatura por tempo e vegeto-animal e óleo de mamona, a 60°C por taxa de resfriamento, para o óleo de soja refinado, óleo 103.. Figura [r]

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AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DE ÓLEOS VEGETAIS SOBRE O FUNGO

AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DE ÓLEOS VEGETAIS SOBRE O FUNGO

Para o procedimento será, 11 primeiramente, inoculado o fungo no meio de cultura e logo após serão aplicados, sobre a placa, discos de papel filtro encharcados com as s[r]

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Composição em ácidos graxos de óleos vegetais e gorduras animais.

Composição em ácidos graxos de óleos vegetais e gorduras animais.

 (1960) a fim de se obter os ιsteres me­ tαlicos dos αcidos graxos. Os αcidos graxos foram identificados por com­ paraηγo com ιsteres metαlicos de αcidos graxos puros e pela distβncia de[r]

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Síntese, caracterização e aplicação de LaSBA-15 e como catalisador para obtenção de biodiesel de soja via rota etílica

Síntese, caracterização e aplicação de LaSBA-15 e como catalisador para obtenção de biodiesel de soja via rota etílica

Triacilgliceróis, ou simplesmente, óleos vegetais ou gorduras animais são misturas de ácidos carboxílicos de cadeia longa, solúveis em solventes apolares. Os óleos são líquidos a temperatura ambiente, e as gorduras são sólidas. Isso decorre, da gordura ter ácidos graxos saturados que empacotam de maneira eficiente em cristais, apresentando forças de Van Der Walls grandes, que por este motivo têm pontos de fusão mais altos. As ligações duplas do ácido graxo insaturado impõem uma curvatura rígida à cadeia de carbono, diminuindo as forças de Van Der Walls entre as moléculas, por isso, apresentam ponto de fusão mais baixo, sendo líquidos na temperatura ambiente (SOLOMONS, FRYHLE, 2006).
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Uso do óleo vegetal em motor estacionário de ciclo diesel

Uso do óleo vegetal em motor estacionário de ciclo diesel

Para a utilização do óleo vegetal "in natura" em motores diesel, são necessárias algumas técnicas e adaptações para melhorar o desempenho destes motores, entre elas o aquecimento para a redução da viscosidade. Objetivou-se com este trabalho verificar o efeito da temperatura na redução da viscosidade e desenvolver um sistema de aquecimento do combustível de baixo custo. Foi utilizado o viscosímetro Saybolt, produzido pela Petrotest para a determinação das viscosidades do óleo bruto de girassol, óleo bruto de milho e óleo bruto de soja, nas temperaturas de 60, 90, 120, 150, 180 e 210ºC. O sistema de aquecimento foi desenvolvido e montado em um motor Agrale, modelo M90. O motor teve seu desempenho analisado em um dinamômetro. O sistema de aquecimento foi testado nas temperaturas 90, 120 e 150 ºC, e combustível com 0, 5, 50, 75 e 100% de óleo vegetal. Concluiu-se que: a maior taxa de redução da viscosidade ocorreu até 90 ºC; a partir de 150 o C, nos óleos vegetais, a redução da taxa de viscosidade foi menor com o incremento de temperatura; o sistema de aquecimento desenvolvido foi eficiente para o aquecimento do óleo degomado de soja em todas as proporções estudadas; e que o controle do aquecimento foi eficiente, obtendo-se sempre temperaturas de injeção de combustível dentro dos limites estabelecidos.
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Conservação pós-colheita e potencial bioenergético de frutos de macaúba (Acrocomia aculeata)

Conservação pós-colheita e potencial bioenergético de frutos de macaúba (Acrocomia aculeata)

A rancidez hidrolítica ou acidez livre é um dos principais processos de degradação dos óleos vegetais. Ela pode ser ocasionada via enzimática e não enzimática. Na hidrólise enzimática, as lipases hidrolisam os triglicerídeos, resultando na liberação de ácidos graxos, acidificando o meio (MORETTO; FETT, 1998). O acréscimo no IA dos frutos não secos provavelmente é devido à ação das lipases dos microrganismos presentes na polpa, das lipases de ocorrência natural na polpa e da atividade da água. Os resultados dos Experimentos I e II corroboram os encontrados neste experimento, mostrando que a elevação brusca do IA ocorre a partir dos 30 dias de armazenamento, quando os frutos são colhidos no cacho e tratados com fungicida em pós-colheita. Entretanto, a secagem dos frutos a 60°C inibe o processo de acidificação do óleo e a liberação de ácidos graxos livres. Está inibição ocorre principalmente pela redução do teor de água. O processo de secagem diminui a atividade da água no material, causando a desnaturação das enzimas, minimizando ou impedindo o desenvolvimento dos microrganismos, o que promove maior controle na taxa de progressão do índice de acidez durante o armazenamento (AZEREDO, 2004; BASTOS; OLIVEIRA, 2008). Martins (2013) e Carvalho (2013) também encontraram inibição no processo de acidificação do óleo do mesocarpo de frutos da macaúba após a secagem dos frutos.
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