Ômega 3 e 6

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EFEITOS DO MIX DE ÓLEOS ÔMEGA 9, 6 E 3 DE BAIXA RELAÇÃO ÔMEGA-6 ÔMEGA-3 E ELEVADA RELAÇÃO ÔMEGA-9 ÔMEGA-6 SOBRE A INFLAMAÇÃO E O ESTRESSE OXIDATIVO APÓS EXODONTIA EM RATOS

EFEITOS DO MIX DE ÓLEOS ÔMEGA 9, 6 E 3 DE BAIXA RELAÇÃO ÔMEGA-6 ÔMEGA-3 E ELEVADA RELAÇÃO ÔMEGA-9 ÔMEGA-6 SOBRE A INFLAMAÇÃO E O ESTRESSE OXIDATIVO APÓS EXODONTIA EM RATOS

A transdução de sinais e a expressão de genes são influenciadas pelos níveis de EPA e DHA obtidos pela dieta (CALDER; GRIMBLE, 2002; CORNELL; SHANLEY, 2005). Os ácidos graxos ω-3 estabilizam o sistema NFκB. O NFκB é um fator de transcrição nuclear encontrado em todos os tipos celulares, estando envolvido em repostas a estímulos, tais como: estresse, citocinas, radicais livres, radiação ultravioleta, antígenos virais ou bacterianos. Possui um papel chave na regulação da resposta imune à infecção e sua regulação incorreta foi associada a câncer, doenças auto-imunes e inflamatórias, choque séptico e infecções virais (HELTON; ESPAT, 2001). O NFκB age como o interruptor “liga/desliga” para a célula gerar mediadores pró inflamatórios como o TNF, IL-6, e interferon-γ. Ao ser estabilizado no citoplasma com seu complexo inibidor, o NFκB limita a quantidade de NFκB livre que é translocada ao núcleo para iniciar a cascata inflamatória. Observamos nesse estudo uma diminuição da expressão de NFkB no 3 o e 7 o dias pós cirúrgicos em ratos tratados com o mix anti-inflatório e antioxidante. A inibição da expressão de NFkB no 3 o dia faz correlação direta com o resultado de inibição de TNF na pesquisa de Melo et al., 2017 utilizando o mesmo modelo desse estudo e o mesmo mix antioxidante e anti-inflamatório. Outros sistemas comumente associados a estados inflamatórios, após a ativação de NFκB, incluem o do NO, da molécula de aderência intracelular-1 (ICAM-1), da molécula de aderência endotelial vascular-1 (VCAM-1), e outros. Outro benefício do EPA e do DHA na resolução de inflamações é a produção de potentes moléculas anti-inflamatórias e neuroprotetoras, resolvinas, docosatrienos e neuroprotectinas (SERHAN, 2005). Nesse estudo observou-se inibição de NFkB e iNOS no 3 o dia pós exodontia na mucosa alveolar e no osso alveolar e no 7 o dia pós exodontia na mucosa alveolar e no osso alveolar pelo mix de óleos ômega 9, 6 e 3 de baixa relação ômega-6 / ômega-3 e elevada relação ômega-9 / ômega-6, demonstrando esse mecanismo inibitório desse mix anti-inflamatório e antioxidante.
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Dietas hiperlipídica, normolipídica e hipolipídica com baixa relação ômega 6 ômega 3 e alta ômega 9 ômega 6 na carcinogênese cólica em ratos

Dietas hiperlipídica, normolipídica e hipolipídica com baixa relação ômega 6 ômega 3 e alta ômega 9 ômega 6 na carcinogênese cólica em ratos

Atualmente, a adequação do balanço dietético de lipídeos tem como propósito controlar a resposta inflamatória exacerbada, por meio da relação entre os tipos de ácidos graxos poliinsaturados e monoinsaturados ingeridos (CALDER, 2003). Os AG são importantes componentes dos fosfolípides nas membranas celulares de plantas e de animais e são liberados pela enzima fosfolipase A2 para as reações de desaturação e elongação, onde o ALA precede o EPA e o DHA, e o ácido araquidônico procede do AL. Tanto os ômegas-3 como o ômega-6 não podem ser diretamente desaturados, porém podem ser alongados e depois desaturados; e eles utilizam os mesmos tipos de enzimas. Importante saber que os 3 principais ácidos graxos ômega-3: ALA, EPA e DHA, suprimem a produção de Ácido Araquidônico (AA) a partir do AL por competição mais eficaz que o AL pelas enzimas delta- 5 desaturase e delta-6 desaturase. O ALA e o AL possuem efeitos opostos, tendo o primeiro, ação antiinflamatória e o segundo, em altas concentrações, pode induzir resposta inflamatória (CALDER; YAQOOB; THIES et al., 2002; TAPIERO; BA; COUVREUR et al., 2002; RUXTON; REED; SIMPSON et al., 2004).
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BALANÇO DIETÉTICO DE ÁCIDOS GRAXOS POLIINSATURADOS ÔMEGA 6 E ÔMEGA 3

BALANÇO DIETÉTICO DE ÁCIDOS GRAXOS POLIINSATURADOS ÔMEGA 6 E ÔMEGA 3

A adequação do balanço dietético dos ácidos graxos poliinsaturados tem sido alvo de grande investigação visto que a razão entre a ingestão diária de alimentos fontes de ácidos graxos poliinsaturados ômega 6 ( ω -6) e ômega 3 ( ω -3) assume grande relevância na nutrição humana, resultando em várias recomendações que têm sido estabelecidas pelos órgãos de saúde de diferentes países. Assim, esta revisão teve por objetivo descrever os ácidos graxos com base na relação ω-6/ ω-3 considerando as diferenças entre as populações e os benefícios do controle desta. Para alcançar este propósito, foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa e de caráter exploratório, utilizando-se de estudos disponíveis em diferentes bases de dados. Os resultados obtidos mostraram que o óleo de canola pode ser melhor que o óleo de soja quando se pretende oferecer alimentos com menos gordura saturada e uma melhor proporção de ω 6/ ω 3.
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EFEITO NEUROPROTETOR DA SUPLEMENTAÇÃO COM ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-3 NAS ALTERAÇÕES NÃO-MOTORAS DA DOENÇA DE PARKINSON INDUZIDA PELA 6-OHDA EM RATOS

EFEITO NEUROPROTETOR DA SUPLEMENTAÇÃO COM ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-3 NAS ALTERAÇÕES NÃO-MOTORAS DA DOENÇA DE PARKINSON INDUZIDA PELA 6-OHDA EM RATOS

A doença de Parkinson (DP) é uma desordem crônica, degenerativa e progressiva causada pela perda dos neurônios dopaminérgicos da substância negra pars compacta (SNpc) do mesencéfalo. Acompanhando ou antecedendo os sinais motores, são observadas alterações sensoriais, autonômicas e distúrbios neuropsiquiátricos como depressão, ansiedade e demência, chamados de sintomas não-motores da DP. Como o tratamento atual para a DP permanece sintomático e paliativo, busca-se terapias neuroprotetoras capazes de retardar a degeneração neuronal em fases iniciais. Entre estas substâncias estão os ácidos graxos ômega-3 (ω-3), componentes alimentares com funções estruturais, metabólicas e funcionais, cuja importância vem sendo demonstrada para o bom funcionamento do sistema nervoso, no neurodesenvolvimento e na prevenção de doenças neurodegenerativas, entre elas a DP. Apesar disso, em decorrência de mudanças do comportamento alimentar da sociedade atual, a ingestão de alimentos ricos em ω-3 vem reduzindo significativamente. O objetivo deste projeto é avaliar os efeitos da suplementação subcrônica com ω-3 em relação a um possível papel neuroprotetor para os comportamentos tipo depressivo, ansioso e déficit de memória em ratos adultos lesados pela 6-OHDA e se este efeito neuroprotetor está relacionado ao aumento da capacidade antioxidante neuronal pelos níveis de glutationa (GSH). Para realização dos experimentos, foram utilizados 49 ratos machos linhagem Wistar com peso entre 280 a 320 g, divididos em 4 grupos: SHAM/salina (n=12), SHAM/OP (n=12), 6- OHDA/salina (n=14), 6-OHDA/OP (n=11). Nos grupos OP, foi administrado via gavagem óleo de peixe (OP) contendo ácidos graxos ω-3 (50%DHA e 20% EPA) durante o período de 21 dias (2 g/kg/dia), sendo 14 dias antes e 7 dias após a lesão nigroestriatal. Os animais foram submetidos
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Ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 e ômega-6: importância e ocorrência em alimentos.

Ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 e ômega-6: importância e ocorrência em alimentos.

Os ácidos graxos poliinsaturados abrangem as famílias de ácidos graxos ômega-3 e ômega-6. Os ácidos graxos de cadeia muito longa, como os ácidos araquidônico e docosaexaenóico, desempenham importantes funções no desenvolvimento e funcionamento do cérebro e da retina. Esse grupo de ácidos graxos não pode ser obtido pela síntese de novo, mas pode ser sintetizado a partir dos ácidos linoléico e alfa-linolênico presentes na dieta. Neste artigo são considerados os principais fatores que podem inibir a atividade das enzimas dessaturases envolvidas na síntese dos ácidos graxos de cadeia muito longa. São apresentadas as recomendações da razão ômega-6/ômega-3 na dieta, propostas em diversos países, sendo verificada a convergência para o intervalo de 4 a 5:1. São relacionados alimentos que podem contribuir para aumentar a ingestão do ácido alfa-linolênico e dos ácidos graxos de cadeia muito longa. A essencialidade dos ácidos graxos de cadeia muito longa é muito dependente do metabolismo do indivíduo, sendo que a razão n-6/n-3 da dieta exerce grande influência nesse sentido.
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Ácidos graxos das séries ômega-3 e ômega-6 e sua utilização no tratamento de doenças cardiovasculares: uma revisão.

Ácidos graxos das séries ômega-3 e ômega-6 e sua utilização no tratamento de doenças cardiovasculares: uma revisão.

A doença cardiovascular (DCV) é uma das principais causas de morbidade e mortalidade, e múltiplos estudos epidemiológicos associam a composição da dieta aos seus principais fatores de risco, os hábitos alimentares, principalmente o consumo de gordura e colesterol, sempre receberam atenção na prevenção das doenças cardiovasculares. Diversos estudos de intervenção têm mostrado que o risco para a doença arterial coronariana pode ser reduzido, quando os níveis séricos de colesterol são controlados pela dieta ou tratamento farmacológico. Os ácidos graxos ômega-3, principalmente os de cadeia longa, encontrados nos peixes, têm-se mostrado particularmente úteis na prevenção e tratamento de doenças como dislipidemias, diabetes Mellitus e obesidade, apresentando importante efeito cardioprotetor. Porém existe considerável controvérsia concernente à relativa importância dos ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 e ômega-6 na prevenção de doenças cardiovasculares. Como outras substâncias o uso destes ácidos deve ser feito com cautela, na concentração adequada. Pois estas duas classes de ácidos graxos são metabolicamente diferentes e possuem funções fisiológicas opostas, deste modo o equilíbrio nutricional é importante para conseguir a homeostase e o desenvolvimento normal do organismo. O objetivo desta revisão é investigar a importância dos ácidos graxos no tratamento e prevenção de doenças cardiovasculares. Foi realizada uma revisão da literatura de forma sistemática, nas bases de dados Medline, Pubmed, Lilacs, Scielo e dos comitês nacionais e internacionais de saúde, dos artigos publicados nos últimos quatorze anos, abordando as doenças cardiovasculares. Os seguintes termos de pesquisa (palavras-chaves e delimitadores) foram utilizados em várias combinações: 1) Ácidos graxos, 2) doenças cardiovasculares, 3) ômega-3, 4) ômega-6 A pesquisa bibliográfica incluiu artigos originais, artigos de revisão, editoriais e diretrizes escritos nas línguas inglesa e portuguesa, sendo selecionados de acordo com os critérios do Centro Oxford de Evidência.
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O CONSUMO DE ÔMEGA 3 E 6 E A SUA RELAÇÃO COM DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

O CONSUMO DE ÔMEGA 3 E 6 E A SUA RELAÇÃO COM DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

Currently, the consumption of Omega 3 (w3) and 6 (w6) has been drawing attention, since they are fundamental for various functions in the body. They act in equilibrium and in an antagonistic way, where w3 can suppress the inflammatory response and w6 increases this process. However, when this consumption is disproportionate (increased consumption of w6), suppression of the modulation of the inflammatory response can be inhibited. This study aimed to collect data by means of an integrative review of the literature on the consumption of omega w3 and omega w3 and v6 6 fatty acids in Brazil. The search strategy was delineated in the databases of Scientific Electronic Library Online (SciELO) and Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MedLine). In the search process, the Boolean operator AND was used in the association of the following descriptors: Fatty Acid; Omega-3 fatty acids; Omega-6 fatty acids; Chronic diseases. The reference were studies published in the last seven years, resulting in the final sample of 10 articles. Based on the results, w3 has the ability to help prevent the onset of chronic diseases by modulating the suppression of inflammatory components and prevent cardiovascular diseases. However, the consumption of Omega 3 by the Brazilian population is still far from the indication parameters. Moreover, the ratio between w6 and w3 is quite disproportionate to the recommendations indicated by the world's health organizations.
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Balanço entre ácidos graxos ômega-3 e 6 na resposta inflamatória em pacientes com câncer e caquexia

Balanço entre ácidos graxos ômega-3 e 6 na resposta inflamatória em pacientes com câncer e caquexia

O emagrecimento, associado à perda de massa magra, é um fenômeno observado com freqüência em pacientes com câncer. Tal condição predispõe o paciente ao maior risco de infecções, pior resposta aos tratamentos implantados e, como conseqüência, desfavorece o prognóstico de cura. Além disso, a desnutrição também está associada à pior qualidade de vida. Dessa forma, algumas terapias têm sido propostas na tentativa de reverter o catabolismo, por meio da atenuação da resposta inflamatória, observado em grande porcentagem de pacientes com câncer e caquexia. Entre elas, a suplementação com ácidos graxos da família ômega-3 pode representar uma estratégia na redução da formação de citocinas pró-inflamatórias, favorecendo a tolerância metabólica dos substratos energéticos e atenuando o catabolismo protéico, com o intuito de melhorar o prognóstico de cura de pacientes com câncer. Entretanto, os estudos mostram alguns resultados conflitantes da suplementação com ômega-3 na resposta imunológica. Por outro lado, em pacientes com câncer, os ensaios clínicos mostraram atenuar a resposta inflamatória e melhorar o estado nutricional. O objetivo deste artigo é realizar uma revisão criteriosa do assunto.
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Pré-condicionamento e tratamento com misturas de óleos de ômega-3, 6 e 9 sobre a inflamação e a reabsorção óssea na doença periodontal experimental

Pré-condicionamento e tratamento com misturas de óleos de ômega-3, 6 e 9 sobre a inflamação e a reabsorção óssea na doença periodontal experimental

A atividade de MPO, uma enzima encontrada principalmente nos grânulos azurófilos de neutrófilos, tem sido utilizada como marcador quantitativo da infiltração neutrofílica no tecido inflamado, determinada por método colorimétrico e leitura final realizada em leitor de ELISA (BRADLEY; CHRISTENSEN; ROTHSTEIN, 1982). Após o sacrifício, na sexta hora ou no décimo primeiro dia após a indução da DPE, uma porção da gengiva vestibular do 2º molar superior esquerdo foi coletada, pesada e congelada em freezer -80ºC até a realização do ensaio. As amostras foram homogeneizadas em solução de HTAB 0,5% (Brometo de hexadeciltrimetilamônio), na proporção de 50mg de tecido por ml de HTAB. As amostras foram congeladas, descongeladas e trituradas mais uma vez, mantendo a mesma proporção tecido/HTAB, ou seja. Posteriormente as amostras foram centrifugadas (1500 g/12 min/4 ºC), sob condições adequadas de refrigeração. O sobrenadante foi transferido para um Epperdorf® e novamente centrifugado (10 min) para melhor remoção de contaminantes. Após plaqueamento (placas de 96 wells) de 7 µL do sobrenadante, 200 µL da solução de leitura (5 mg O-dianisidine; 15 µL H2O2 1%; 3 mL tampão fosfato; 27 mL H2O), a absorbância das amostras foi medida a 450nm (to=0 min e t1=1 min) em espectrofotômetro. Os níveis teciduais de atividade de MPO foram determinados utilizando-se o peróxido de hidrogênio como substrato. Uma unidade de MPO foi definida como a quantidade capaz de converter 1 µmol de peróxido de hidrogênio a água em 1 minuto a 22 ºC (BARRETO et al., 2008). No ensaio, à medida que o peróxido era degradado ocorria a produção de ânion superóxido, responsável pela produção de o-dianisidina em função do tempo de reação. A mudança na absorbância foi obtida, plotada em curva padrão de neutrófilos e os valores obtidos foram expressos como MPO/mg de tecido (atividade de MPO).
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Efeitos das dietas em Ômega-3 OU Ômega-6 na expressão gênica de neoplasias mamárias de ratas Sprague-Dawley sob o tratamento com tomoxifeno

Efeitos das dietas em Ômega-3 OU Ômega-6 na expressão gênica de neoplasias mamárias de ratas Sprague-Dawley sob o tratamento com tomoxifeno

There is in vitro and in vivo evidence that the administration of omega-3 or its metabolites is able to reduce cellular proliferation and increase apoptosis. The treatment of MCF-7 or MDA-MB-231 cells with DHA or EPA reduced cellular proliferation [6-8] and inhibited DNA synthesis [6, 8]. Additionally, treatment with the omega-3 metabolites arrested the cells in G2 phase, [7] which may be explained by the down-regulation of CDK1-cyclin B1 complex, an indispensable mitosis initiator [7]. Similarly, breast cancer cells injected into nude mice fed with fish of flaxseed oils (rich in omega-3) formed smaller tumors, with lower cell proliferation [6, 9]. The animals also presented lower expression of HER2 and EGFR, and reduced levels of pMAPK [9]. Interestingly, female Sprague-Dawley rats that received a low- fat n-3 PUFA diet during prepuberty and were DMBA-initiated had lower mammary tumor incidence than the control, with lower PCNA protein expression in the tumors [10]. On one hand, slowing down cellular proliferation will reduce tumor growth; on the other, the stimulation of apoptosis will reduce tumor volume, by inducing programmed cell death of the tumor cells. Studies have shown that lipid peroxidation in the tumor may be responsible for the increase in the apoptotic rate [11]. Several studies show that cells and animals treated with omega-3 or its metabolites have increased apoptotic rate, [6-8] with increments of reactive oxygen species formation [6] and lipid peroxidation [6, 10]. In fact, Akt directly promotes cell survival by phosphorylating and inactivating components of apoptotic machinery. Akt also can activate transcription factors such as NF B. This transcription factor is able to protect cells from apoptosis by activating anti-apoptotic genes [12]. One of the mechanisms of action attributed to the apoptosis augment in DHA/EPA-treated MDA-MB-231 cells was impairment of Akt phosphorylation and NF B activity [8]. In line with this, in vivo studies showed increased apoptotic index of MCF-7 cells injected in flaxseed oil-fed nude mice. This reduction was probably due to the downregulation of tyrosine kinase receptors such as EGFR and HER2, and subsequent downregulation of Akt [9].
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Baixa razão ômega-6/ ômega-3 em uma dieta materna multideficiente promove alterações epigenéticas em histonas de células neurais da prole que favorecem a transcrição gênica

Baixa razão ômega-6/ ômega-3 em uma dieta materna multideficiente promove alterações epigenéticas em histonas de células neurais da prole que favorecem a transcrição gênica

In the current work, the immunocytochemistry and flow cytometry assays showed that the H3K9 acetylation levels in the astroglia did not differ between groups. On the other hand, when these cells were treated with the AA, a known HAT inhibitor, the immunoreactivity for the H3K9 acetylated dose-dependently decreased less in the malnourished group than in the respective control. This finding suggests that this maternal nutritional condition could induce a differential balance between HAT and HDAC activities, favorable to H3K9 acetylation. In favor to this hypothesis, when DHA was supplemented in the culture medium, an impressive increase in the acetylation levels was detected in the astrocytes of the malnourished group. Although the mechanisms underlying these findings are not clear at the moment, these results are in agreement with those reported by [28] in human neuroblastoma cell line. According to this previous study, DHA supplementation in the culture medium was able to reverse the deleterious effects of zinc on histone post-translational changes, increasing H3K9 acetylation and decreasing HDAC1 protein levels. In neural stem cell primary cultures, it was also demonstrated that HDAC mRNA content was significantly reduced in the neonates whose mothers were fed an omega-3 supplemented diet during gestation [29]. An adequate level of H3K9 acetylation in cortical astrocytes of our malnourished neonates may indicate a benefic healthy state of these cells. Recent evidence has shown that when cortical astrocytes display an inflammatory status, increased levels of HDAC mRNA are also present in these cells [50]. In neuron-glia cell cultures obtained from the substantia nigra for example, H3 acetylation induced by HDAC inhibitors was able to upregulate the expression of the trophic factors GDNF and BDNF in astrocytes , promoting survival of dopaminergic neurons [51].
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Pré nutracêutico com misturas de óleos ômega 3, 6 e 9 na artrite aguda induzida por zymosan em ratos

Pré nutracêutico com misturas de óleos ômega 3, 6 e 9 na artrite aguda induzida por zymosan em ratos

Além disso, foi realizada novamente nesse presente trabalho outra imunomarcação com a isoforma induzida (iNOS), no tecido sinovial, tanto nos grupos (controle e teste) onde foi induzida a artrite por zymosan, como também no grupo Naïve (joelho contraposto ao do grupo controle, saudável e sem artrite). A enzima iNOS é responsável pela produção de NO, logo o bloqueio desta enzima iNOS resulta em proteção dos tecidos sinoviais evidenciando a participação do NO na fisiopatologia dessa doença (MONCADA et al.,1991). No presente estudo, os resultados imunohistoquímicos para a marcação de iNOS revelaram dados idênticos aos apresentados na marcação de NF-κB. Corroborando, mais uma vez, para o efeito anti-inflamatório dos MIX-1, MIX-2 e MIX-3 similares ao da dexametasona, um potente corticosteróide. Porém, Vaconcelos (2013) utilizou também a imunomarcação para iNOS e observou que, apenas, o MIX-1, proveniente da linhaça, foi capaz de restringir a marcação desse imunomarcador na gengiva dos ratos submetidos à DPE. Fouad et al.(1998) já haviam mostrado que o NF-κB é apontado como o fator transcricional mais relevante na regulação da expressão de de iNOS em determinadas situações. Logo, a menor expressão de iNOS, observada nos tecidos sinoviais, pode estar relacionada à menor ativação de NF-κB onde foi comprovado no atual estudo. Já no trabalho de Ren e Chung (2007), o ácido α- linolênico conseguiu ter um efeito anti-inflamatório, uma vez que diminui a produção das expressões inflamatórias de iNOS, COX-2 e TNF-α através do bloqueio de NF-κB. Yang et al (2010) comprovaram que uma dieta pré-alimentar com óleo de peixe, em um modelo de choque hemorrágico em roedores, conseguiu reduzir a expressão do mRNA de iNOS no fígado e diminuiu edema de pulmão. Além disso, Baek e Park (2013), fizeram um estudo comprovando que a suplementação com ácido graxos ômega 3 conseguem atenuar a concentração de Inos em pacientes com ou sem depressão.
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Efeitos de suplementação oral com mistura de óleos ômega 3, 6 e 9, com elevada relação ômega 9ômega 6 e baixa relação ômega 6ômega 3, sobre as adipocinas plasmáticas em camundongos com diabetes Mellitus

Efeitos de suplementação oral com mistura de óleos ômega 3, 6 e 9, com elevada relação ômega 9ômega 6 e baixa relação ômega 6ômega 3, sobre as adipocinas plasmáticas em camundongos com diabetes Mellitus

gordura. Eles podem estar saturados ou insaturados. Os saturados como o próprio nome diz apresenta saturação molecular sendo destituídos de duplas ligações. Já os insaturados, que podem ser poli-insaturados (PUFAs) como os n-3 e n-6 também denominados 3 e 6, respectivamente, e monoinsaturados (MUFAs) como o n-9 (ω9), apresentam duplas ligações, e recebem nome de acordo com a posição da primeira dupla ligação a partir do terminal metil da cadeia carbônica tais como 3, 6 e 9 (GRAZIOLA; SOLIS; CURI, 2002) (Figura 4). Os principais componentes da família dos PUFAs ω3 são os ácidos -linolênico (ALA, 18:3 n3), eicosapentanóico (EPA, 20:5 n3), e o docosahexaenóico (DHA, 22:6 n3), mais encontrados em plantas, principalmente os fitoplanctons e as algas; em animais marinhos, como peixes de águas frias e profundas (cavala, sardinha, salmão e truta) e em óleos vegetais como os de linhaça e de canola. Os PUFAs ω6 são o ácido α linoleico (AL, 18:2n-6) e o ácido araquidônico (AA, 20:4n-6), encontrados em abundância nas sementes de plantas oleaginosas como soja, milho, girassol. O ácido oleico (18:1n- 9), um MUFA ωλ, é encontrado em maiores proporções no azeite de oliva e em nozes (ANDRADE; DO CARMO, 2006).
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Pré-condicionamento com misturas de óleos com Ômega-9: Ômega-6 (alta relação) e Ômega-6:Ômega-3 (baixa relação) em ratos submetidos à isquemia/reperfusão cerebral

Pré-condicionamento com misturas de óleos com Ômega-9: Ômega-6 (alta relação) e Ômega-6:Ômega-3 (baixa relação) em ratos submetidos à isquemia/reperfusão cerebral

METHODS: Forty-two Wistar rats were randomly distributed into two groups: control (n=24) and test (n=18). Control group was subdivided in 4 subgroups (n=6): G1: Sham-Water; G2: I/R-Water; G3: Sham-Isolipidic and G4: I/R-Isolipid. The animals received water or a isolipid mixture containing Z -6/ Z -3 oils (8:1 ratio) and Z -9/ Z -6 (0.4:1 ratio) by gavage for seven days. Test group included 3 subgroups (n=6) G5: I/R-Mix1, G: 6 I/R-Mix2 and G7: I/R-Mix3. Test group animals received oily mixtures of Z -6/ Z -3 (1.4:1 ratio) and Z -9/ Z -6 (3.4:1 ratio), differing only in source of Z -3: G5 (alpha-linolenic acid); G6 (alpha-linolenic, docosahexaenoic and eicosapentaenoic acids), and G7 (alpha-linolenic and docosahexaenoic acids). On day 7 I/R rats underwent cerebral ischemia with bilateral occlusion of common carotid arteries for 1 hour followed by reperfusion for 3 hours. G1 and G3 animals underwent sham operation. Concluded the experiment, animals were decapitated and their brains sliced for red neurons (RN) count in CA3 area of the hippocampus. Variables were compared using ANOVA-Tukey test.
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Efeito do ômega-3 sobre biomarcadores cardiometabólicos clássicos e emergentes em...

Efeito do ômega-3 sobre biomarcadores cardiometabólicos clássicos e emergentes em...

Introduction: Cardiovascular diseases are the leading cause of morbidity and mortality worldwide, with Brazil a similar profile. Although many risk factors are associated with cardiovascular events, these can not justify the manifestation of all clinical events, indicating that other components are involved. Given this scenario, the diet takes prominent role in the modulation of modifiable risk factors and so has been the focus of numerous programs of public policies Objective: To evaluate the effect of supplementation of omega– 3 (n-3) on cardiometabolic risk factors and emerging classics in individuals with different levels cardiovascular risk. Methods: This study was based on clinical type of nutrition intervention, prospective, randomized, double-blind and placebo controlled. We selected adult and elderly subjects (n=146), both sexes, among which 77 were in the intervention group n - 3 and 69 were in the placebo group. Cardiovascular risk was estimed using the Framingham risk score (FRS), the groups were divided into low-risk score, intermediate and high. At baseline and after 4 and 8 weeks of intervention [3.0 g/ day n-3 containing 60% eicosapentaenoic + docosahexaenoic acid (EPA + DHA) or placebo] socioeconomic and clinical, anthropometric data, dietary intake, physical activity level and blood samples were collected after fasting for 12 -14h. Were analyzed from the plasma concentrations [total cholesterol (TC), low-density lipoprotein (LDL), high-density lipoprotein (HDL), triglycerides (TG), apolipoprotein (Apo) AI and B, non-esterified fatty acids (NEFAs) and electronegative LDL (-)], plasma fatty acids and physicochemical aspects of lipoparticles (size and concentration). The results were analyzed using the SPSS 16.0 program, adopting the level significance p < 0.05. Results: There was incresed of 4 % of plasma DHA and consequent 34% reduction of TG in individuals with intermediate FRS and 0.2% of the APO AI, 20 % of NEFAs and 0.6 % HDL INTERMEDIATE in subjects with high FRS. During the intervention, CT
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Cardiomiopatia distrófica : terapia combinada deflazacorte e ômega-3

Cardiomiopatia distrófica : terapia combinada deflazacorte e ômega-3

Duchenne muscular dystrophy (DMD) is a muscular disease characterized by a mutation without a gene that encodes the protein dystrophin. In the absence of dystrophin there is progressive muscle degeneration, sarcolemma instability, increased influx of calcium and myonecrosis. Fibrosis deposition will lead to cardiorespiratory failure at later stages of the disease. In the mdx mice model of DMD, cardiac muscle is affected at later stages of the disease, showing fibrosis deposition and functional alterations. Corticoids retard the progression of the disease but show severe side effects. We investigated the effects of a combined therapy of the corticoid deflazacort (DFZ) and omega-3 on dystrophic cardiomyopathy, compared to DFZ monotherapy, at a later stage (13 months of age) of the disease. Mdx mice (8 months old) received DFZ alone or combined to omega-3 (DFZ+O3) by gavage for 5 months. Untreated-mdx mice received mineral oil. The main effects of the combined therapy compared to DFZ monotherapy were seen in fibrosis deposition. DFZ+O3 reduced cardiac fibrosis area (38% reduction in right ventricle fibrosis) concomitant to a reduction in the pro-fibrotic factors TGF-β (28,58% decrease; DFZ alone reduced about 15% TGF-β) and fibronectin (45,27% decrease; DFZ alone did not change fibronectin). Electrocardiogram analysis indicated that DFZ+O3 was more effective than monotherapy in decreasing Q wave amplitude (normal: 9.6±2.7; mdx: 94.8±20; DFZ: 133±39; DFZ/O: 52±44). Pro inflammatory factors (TNF-α and NF-kB) were significantly reduced by both therapies (approximately 35% reduction of TNF-α and 33% reduction of NF-KB). Other aspects of dystrophy, such as molecular composition of the sarcolemma (levels of β- dystroglycan), and the levels of proteins related to calcium regulation (calsequestrin) and to myonecrosis (cardiac CK and troponin), were not affected by both therapies. In conclusion, the present study suggests that DMD patients presenting cardiac involvement, at later stages of the disease and that are under corticoid therapy with deflazacort, may benefit from a supplementation with omega-3, mainly related to a decrease in fibrosis deposition, possibly due to an anti-fibrotic effect of omega-3.
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Adiponectina modifica a resposta à suplementação de ômega-3 em humanos com fatores...

Adiponectina modifica a resposta à suplementação de ômega-3 em humanos com fatores...

INTRODUÇÃO: Ácidos graxos ômega- γ (ω-3) apresentam características cardioprotetoras e seu baixo consumo tem sido associado ao aumento da resistência insulínica e à baixa concentração de adiponectina no sangue. OBJETIVO: Testar se a suplementação com ω-3 melhora o perfil cardiometabólico em humanos com fator de risco cardiovascular e se a concentração basal de adiponectina modifica a resposta a essa suplementação. MÉTODOS: Neste ensaio clínico, duplo-cego, placebo-controlado e paralelo, distribuímos aleatoriamente 80 indivíduos nos grupos ω-3 (suplementado com 3,0 g/dia de óleo de peixe, contendo 37% de ácido eicosapentaenoico [EPA] e 23% de ácido docosahexaenoico [DHA]) e placebo (3,0 g/dia de óleo de girassol, contendo 65% de ácido linoleico), ambos suplementados durante dois meses. Avaliamos concentração sérica de adiponectina e leptina, perfil lipídico e de apolipoproteínas, LDL eletronegativa, marcadores inflamatórios (interleucinas 2, 4, 6, 8 e 10, MCP1, IFN- e TNF-α) e metabolismo glicídico (glicose e insulina), adotando nível de significância de 5%. RESULTADOS: No momento basal, os grupos ω-3 e placebo foram semelhantes quanto ao sexo, idade (média de 52,0 anos), raça, estado civil, trabalho, escolaridade e renda. Após intervenção, o grupo ω-3 aumentou a concentração sérica de adiponectina. No geral, as citocinas apresentaram redução após intervenção em ambos os grupos; IL-10 foi a única cuja concentração média aumentou, no grupo ω-3, mas, sem diferença significativa entre os grupos. Ao estratificar os indivíduos do grupo ω-3 segundo concentração basal de adiponectina, aqueles com menores concentrações tiveram maior redução de colesterol total, LDL, LDL/HDL, LDL/Apo B e LDL(-). Indivíduos que apresentaram maior variação da concentração de adiponectina reduziram a glicemia. CONCLUSÕES: A suplementação com ω-3 melhora o perfil cardiometabólico e aumenta a concentração sérica de adiponectina em indivíduos com fatores de risco cardiovascular. Indivíduos com baixa concentração basal de adiponectina são mais beneficiados pela ingestão desses ácidos graxos.
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Ômega-3 e redução dos triglicerídeos no paciente com doença cardiovascular

Ômega-3 e redução dos triglicerídeos no paciente com doença cardiovascular

Em um estudo de 6 semanas com 40 indivíduos, que apresentavam níveis de triglicerídeo entre 500mg/dL a 2000mg/dL, foi utilizado placebo de óleo de milho (4g/dia) para o grupo controle placebo (n=21) e Omacor (4g/dia) para o grupo tratado (n=19). No grupo tratado com Omacor ocorreu uma redução de 26% do nível de triglicerídeo no plasma em 14 dos 19 pacientes tratados, e no grupo controle placebo em 13 dos 21 pacientes houve a redução do triglicerídeo. Ocorreu também redução de 28% do VLDL e aumento de 14% do colesterol HDL em pacientes que receberam o Omacor, porém no grupo controle placebo não foi observado alteração (MCKEONE et al., 1997).
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Imunonutrição em colite experimental: efeitos benéficos dos ácidos graxos ômega-3.

Imunonutrição em colite experimental: efeitos benéficos dos ácidos graxos ômega-3.

RESUMO – Racional – Trabalhos recentes têm enfatizado os benefícios da imunonutrição com ácidos graxos ômega-3 (AGn-3) em diversas situações clínicas. O presente estudo apresenta os resultados da administração parenteral de diferentes emulsões lipídicas em colite aguda experimental e revê a literatura pertinente. Métodos - Setenta e quatro ratos Wistar machos adultos foram randomizados em seis grupos, cinco dos quais submetidos a indução de colite com ácido acético a 10%. Os ratos receberam dieta oral sem gorduras e água em gaiolas metabólicas individuais. Por cateter venoso central, infundiu-se (0,5 mL/hora) solução fisiológica aos grupos-controle CS (sem colite) e CC (com colite), enquanto os outros grupos receberam emulsões lipídicas específicas durante 7 dias. As razões entre n-3/n-6 e as composições lipídicas dos grupos foram: grupo L - 1:7,7 (TCL; n = 12), M - 1:7,0 (TCM/TCL; n = 12), LW-3 - 1:4,5 (TCL + FO; n = 12) e MW-3 - 1:3,0 (TCM/TCL + FO; n = 13). Compararam-se as alterações inflamatórias na cavidade abdominal, celularidade de macrófagos, alterações histológicas e concentrações de leucotrienos (LTB4 e C4), prostaglandina (PGE2) e tromboxane (TXB2) no cólon. Resultados - Somente os ratos que receberam ácidos graxos ômega-3 (LW-3 e MW-3) apresentaram menos alterações inflamatórias que o grupo com colite. A formação de úlceras da mucosa intestinal do grupo MW-3 equiparou-se ao grupo sem colite. Somente os grupos M e MW-3 apresentaram escores de celularidade de macrófagos inferiores ao grupo com colite. Em comparação ao grupo com colite, foram menores as concentrações de LTB4 dos grupos LW-3 e MW-3, de prostaglandina dos grupos M e MW-3 e de tromboxane do grupo MW-3. Não houve diferença quanto às médias de LTC4 entre os grupos. Conclusões - 1) Emulsões lipídicas contendo TCL com baixa razão n-3/n-6 não modifica as manifestações inflamatórias da colite; 2) a associação TCM/TCL e óleo de peixe com alta razão entre n-3/n-6 determina grande impacto benéfico, atenuando as conseqüências morfológicas e inflamatórias e diminuindo as concentrações teciduais de eicosanóides pró-inflamatórios.
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Teores de ácidos graxos em ovos comerciais convencionais e modificados com ômega-3.

Teores de ácidos graxos em ovos comerciais convencionais e modificados com ômega-3.

Os ácidos graxos poliinsaturados da série ômega-6 (AGP -6) identificados foram os ácidos linoleico e araquidônico (Tabela 4). Os ovos produzidos de forma convencional apresentaram maiores médias (P<0,05) de ácidos linoleico, araquidônico e AGP -6 totais (linoleico + araquidônico) em comparação com os ovos modificados com -3. Estes resultados assemelham-se aos encontrados por Carvalho et al. (2009a), que, ao investigarem a modificação do teor de ácidos graxos de gemas de ovos comerciais, verificaram médias menores de ácidos linoleico e araquidônico para ovos modificados com -3 quando comparados aos convencionais. Pesquisas mostram que os ácidos graxos essenciais, linoleico ( -6) e alfa-linolênico ( -3), são controlados pelas mesmas enzimas dessaturases e alongases. Esse fato promove a competição entre séries ômega 6 e 3, de modo que a ingestão em excesso de AGP -3 limita a conversão dos AGP -6 no organismo animal e vice e versa (Santos et al., 2007a). Em estudo semelhante, Mazalli & Bragagnolo (2007) verificaram valores significativamente menores de ácido araquidônico para ovos modificados com -3 quando comparado aos convencionais. A maior disponibilidade de AGP -3 na dieta reduz os teores de ácido araquidônico tanto devido à inibição do seu catabolismo quanto à formação deste ácido a partir do ácido linoleico (Raes et al., 2002).
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