Operação de não guerra

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Guerra e persuasão : estudo de caso da operação psicológica do exército brasileiro no Haiti

Guerra e persuasão : estudo de caso da operação psicológica do exército brasileiro no Haiti

Além de realizar operações psicológicas visando a nação inimiga, o governo americano precisou utilizá-la dentro de seu próprio território, uma vez que grande parte de sua população se posicionava contrariamente à guerra. Diversas manifestações do gênero espalharam-se pelo mundo e, nos Estados Unidos, não foi diferente. No dia 15 de fevereiro de 2003, por exemplo, um movimento que ganhou força pela Internet levou milhares de civis às ruas, em diferentes países, para pedir paz e tentar impedir a entrada dos Estados Unidos no Iraque. Com isso, os inimigos estrangeiros não eram mais o único alvo da persuasão. Gardiner (2003) ressalta a utilização da operação psicológica por parte dos Estados Unidos, revelando, inclusive, o uso de reportagens distorcidas na imprensa sobre a guerra.
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Identidade nacional, política externa e guerra: a “Operação Paz para a Galileia” revisitada

Identidade nacional, política externa e guerra: a “Operação Paz para a Galileia” revisitada

Dois outros elementos da identidade judaica se fazem notar nessa passagem: o primeiro deles é a autoconfiança, elemento estratégico fundamental na doutrina de segurança de Israel, segundo a qual o exército buscaria agir sempre sem a ajuda, ou mesmo a anuência, de algum Estado – nem mesmo das grandes potências com quem os judeus sempre buscaram se aliar. Naturalmente, para que se compreenda o recurso à autoconfiança, esse elemento tem que ser relativizado. Israel, de fato, possuía, desde sua fundação, um exército exemplar. Seu poder de fogo, contudo, sempre foi dependente de auxílio externo, especialmente por parte dos EUA, o maior fornecedor de armamentos para os judeus. Assim, não obstante a autoconfiança marcante da atuação israelense no Líbano, a “Operação Paz para a Galileia” só foi tirada do papel assim que se percebeu um “sinal verde”, ainda que tácito, do governo norte-americano (Schiff e Ya’ari 1984, Yaniv 1987). Apesar da forte oposição à guerra do Líbano levada a cabo por Ronald Reagan, então presidente dos EUA, sabia-se, entre as lideranças israelenses, que nenhum tipo de retaliação seria realizado de fato.
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Guerra assimétrica reversa.

Guerra assimétrica reversa.

A operação Linebacker II pode ser considerada como resultado direto de um ultimato à Hanói, de iniciativa do presidente Richard Nixon (imediatamente após o conhecimento do resultado de sua reeleição), quando aquele governo suspendeu unilateralmente as conversações de paz de Paris. Mais de 120 bombardeiros B-52 Stratofortress (número superior ao próprio quantitativo atual de aeronaves B-52H no inventário da USAF) em 700 missões noturnas, somadas a 650 ataques diurnos, realizados através de caças-bombardeiros F-105 Thunderchief e F-111, lançaram, durante 11 dias, cerca de 100.000 toneladas de bombas (do total de 170.000 toneladas lançadas na soma de ambas operações Linebacker I e II), obrigando o Vietnã do Norte não só a voltar à mesa de negociações, mas também a assinar um acordo de paz em que, dentre outras obrigações, determinou o repatriamento imediato de todos os prisioneiros de guerra norte- americanos.
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O Ciberataque como Guerra de Guerrilha O Caso dos Ataques DoSDDoS à Estónia, Geórgia e ao Google - China

O Ciberataque como Guerra de Guerrilha O Caso dos Ataques DoSDDoS à Estónia, Geórgia e ao Google - China

“O PAIGC atacou o destacamento de Cantacunda (Geba) no Leste causando um morto e 11 desaparecidos entre a população. Este tipo de ataques contra destacamentos de pequenos efetivos revelava-se cada vez mais rentável para os guerrilheiros. Os comandos militares portugueses demoraram algum tempo a perceber que a guerra tinha passado a um patamar superior e que estes pequenos postos guarnecidos por uma secção, ou por um pelotão eram incapazes de garantir a sua defesa. Os militares portugueses pertenciam à Companhia de Artilharia 1690. Esta operação do PAIGC foi comandada pelo comandante Gazela. Os militares portugueses foram levados para Conacri. Cantacunda era um dos destacamentos da Companhia de Artilharia 1690 que tinha a sede na tabanca de Geba, na zona do Oio e que se dispersava por vários outros destacamentos entre os quais Sinchã Jobel e Samba Culo. O destacamento de Cantacunda caracterizava-se pelas péssimas condições das instalações do pessoal e pelos deficientes meios e condições de defesa. Ficava a 50 Km da sede da companhia. Sem luz elétrica, não dispunha de um simples gerador, estava junto à floresta e perto da base de Samba Culo, do PAIGC e como armamento dispunha de umas ultrapassadas metralhadoras Dreyse e Breda, morteiros de 81 mm e 60 mm. Os abrigos eram uns buracos de difícil acesso e sem condições interiores. O efetivo era de um pelotão, normalmente, embora no dia deste a taque estivessem lá duas secções de atiradores” (Afonso, 2010:446-447)
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Guerra de imagens, imagens da guerra.

Guerra de imagens, imagens da guerra.

Havia algum espaço para os pretos/celebridades – futebolistas, atores, cantores. Sendo 1994 um ano de Copa do Mundo, mas não apenas por isso – a grande maioria dos pretos aparecia em anúncios testemunhais, relacionados com o futebol. Eram bem conhecidos, celebridades da bola – o que não era novo, pois remonta as publicidades com Leônidas da Silva, o primeiro futebolista e o primeiro preto a fazer propaganda no Brasil, por ter vendido, em 1939 , seu apelido Diamante Negro para a marca de chocolate Lacta, na que é considerada a primeira operação de marketing no país, em que o jogador recebeu um cachê de 2 ou 3 mil réis (cerca de 3 mil reais em 2015 , diferentes fontes apontam diferentes valores na conversão). Na televisão brasileira, o primeiro preto em comercial foi o cantor Wilson Simonal, contratado pela Shell no final dos anos 1960 .
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Lei n.º 2153   Regulamenta a Concessão de Pensão Especial

Lei n.º 2153 Regulamenta a Concessão de Pensão Especial

§ 2º Se a morte decorrer de ferimento recebido, de acidente ocorrido, ou moléstia adquirida em operação de guerra, na defesa ou na manutenção da ordem interna, a pensão de que trata este artigo será igual a quatro terços do vencimento do falecido ou daquele correspondente ao posto ou graduação a que seja promovido

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A industrialização brasileira antes de 1930: uma contribuição sobre a evolução da indústria de máquinas e equipamentos no estado de São Paulo, 1900-1920.

A industrialização brasileira antes de 1930: uma contribuição sobre a evolução da indústria de máquinas e equipamentos no estado de São Paulo, 1900-1920.

concentrando-se em levantamento parcial de firmas maiores. Tudo isso contribuiu para a confusão na interpretação dos impactos da Primeira Guerra Mundial sobre a industrialização brasileira e pau- lista. Os trabalhos clássicos, em sua maioria, ignoraram os problemas das fontes e concluíram que as pequenas e médias empresas de São Paulo começaram sua operação durante a Primeira Guerra, tendo por base a média de operários por firma em 1907 de setenta e nove para em torno de vinte e um operários por firma em 1920, o que seria um equívoco, dado que as informações de 1907 são concentradas em firmas maiores (Dean, 1976, p. 100-101). Dean também criticou os cálculos para o período de guerra, feitos por Simonsen. Os principais problemas foram: a) a utilização de 1914 como ano-base, um ano atípico e de retração, que exagera o ritmo verdadeiro de crescimento industrial; b) a suposição de que os custos dos fabricantes cresceram no mesmo ritmo do que o custo de vida, o que não é confirmado na realidade porque matérias-primas, máquinas e combustíveis utili- zados pela indústria custavam quatro vezes mais do que no período antes da guerra, revelando que o custo dos fabricantes subiu mais rápido do que o custo de vida da população; c) os dados de custo de vida para deflação dos valores foram inadequados, porque além de não terem relação com o aumento de preços industriais eram pouco confiáveis (Dean, 1976, p. 102-103).
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Para além da “guerra suja”: as revelações de Claudio Guerra

Para além da “guerra suja”: as revelações de Claudio Guerra

Segundo um dos jornalistas que fez as entrevistas, Rogério Medeiros, “ninguém suplantou, em qualquer tempo, o delegado Cláudio Guerra, da Polícia Civil do Espírito Santo, na arte de matar” (GUERRA, 2012, p.13). Cláudio Guerra, um dos mais sanguinários policiais da ditadura civil-militar brasileira, hoje pastor da religião Evangélica, cumpre pena de prisão recolhido em uma instituição para idosos, e desenvolve algumas atividades sociais sob a supervisão da Justiça. Atuou no DOI-CODI, órgão subordinado ao Exército, de inteligência e repressão do governo brasileiro durante o regime militar, que visava o combate direto contra os chamados “inimigos internos” que representavam uma ameaça à segurança nacional.
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OS DOIS CONFLITOS MUNDIAIS COMO ILUSTRAÇÃO DA AUSÊNCIA DE ANARQUIA INTERNACIONAL António Horta Fernandes

OS DOIS CONFLITOS MUNDIAIS COMO ILUSTRAÇÃO DA AUSÊNCIA DE ANARQUIA INTERNACIONAL António Horta Fernandes

O advent o da era at óm ica, ou m ais propriam ent e, o surgim ent o das arm as t erm onucleares e a corrida aos arm am ent os, t ornou claro que som ent e a dissuasão poderia evit ar a cat ást rofe. O est ilo est rat égico direct o não era rem unerador. Doravant e j á não se podia canalizar o esforço bélico e est rat égico para o m ilit ar, as out ras est rat égias adquiriam assim a aut onom ia desej ada. O que seria um pat am ar m ais na escalada, de acordo com a prát ica da guerra t ot al, t orna- se um a oport unidade de a t ravar, de escolher j udiciosam ent e e prudent em ent e as m elhores est rat égias. Poderia a est rat égia fazê- lo se não fosse int rinsecam ent e port adora de fins específicos? Se é verdade que só com o surgim ent o do nuclear, e depois com a possibilidade de guerra intestina, através da guerra de subversão, im plicando a necessidade de m aior coordenação ent re a est rat égia e a política e m esm o a subordinação com pleta daquela à política, é perm itido à estratégia, enquant o estratégia integral, evidenciar na íntegra as suas capacidades prudenciais, não é m enos verdade que a escalada possível de patam ares de violência, oferecida pelas novas m odalidades de guerra, só não levou à
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Apesar de o filme ser mais anti-militar do que anti-guerra, seu contexto histórico é o incidente ocorrido em novembro de 1915, quando um batalhão francês recusou-se a sair das trincheiras em Vimy. Todo o batalhão foi levado à corte marcial e, como bodes expiatórios, dois homens — um homem de cada companhia — foram fuzilados. O retrato da rigidez militar e sua estupidez, a ineficiência e a insistência em ataques frontais fatais, o distanciamento entre oficiais da frente e os de gabinete, bem como entre os oficiais e os soldados — tratados como bucha de canhão —, são temas já conhecidos na história da Primeira Guerra Mundial, que ecoam em diversas representações fílmicas e ficcionais. O contexto histórico do filme de Kubrick é bem mais convincente do que o de Johnny got his gun (1971), de Dalton Trumbo, um filme anti-guerra dogmático que opta por uma quase-caricatura, ao passo que Paths of glory emprega a ironia. No filme de Trumbo, um soldado norte-americano (Timothy Bottoms) é mutilado por uma bala de canhão; seu horror cresce à medida que percebe estar cego, surdo, mudo, ter seus braços e pernas amputados e seu rosto completamente desfigurado, mas, infelizmente, seu cérebro e seu sistema nervoso ainda funcionam e o levam à consciência de seu estado. Ele é mantido vivo com o propósito da pesquisa médica, uma vez que os outros não percebem estar ele consciente. Privado totalmente de controle motor e de seus cinco sentidos, ele apenas consegue pensar na contagem do tempo, como sua única maneira de confirmar sua presença no mundo. Sua condição presente no hospital militar é intercalada por flashbacks de sua vida antes do acidente, que levam diretamente à crítica proposta por Trumbo: o progresso científico às custas do sofrimento humano, a falsidade da ideologia nacionalista, da religião organizada, e as banalidades verbais diante da guerra moderna — tudo isso visto como elementos que perpetuam a guerra.
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DIFERENTES FORMAS DE DIZER NAO WEB VF

DIFERENTES FORMAS DE DIZER NAO WEB VF

Esse último acordo reverteu uma tendência bem estabelecida do regime de acesso e controle dos recursos minerais nas Filipinas, tendo sido decisivo para a mudança drástica das expectati[r]

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Projeto de sistemas de recuperação de informação corporativa: uma abordagem de análise de domínio baseada na análise facetada

Projeto de sistemas de recuperação de informação corporativa: uma abordagem de análise de domínio baseada na análise facetada

As facetas mais gerais do domínio são também conhecidas como categorias funda- mentais, ou apenas categorias (SPITERI, 1998). Para Ranganathan, as seguintes cinco face- tas poderiam servir como categorias fundamentais para qualquer domínio. São elas: Perso- nality (personalidade), Matter (matéria), Energy (energia), Space (espaço) e Time (tempo), normalmente conhecidas pela sigla PMEST (GARFIELD, 1984). Essas categorias fundamen- tais poderiam ser então subdivididas em subfacetas ou mesmo expandidas para novas facetas em função da necessidade do classificador (GOPINATH, 1992). Este é o caso do Classifi- cation Research Group (CRG) que preconiza treze categorias em seus trabalhos, a saber: Thing (coisa), Kind (tipo), Part (parte), Property (propriedade), Material (material), Process (processo), Operation (operação), Agent (agente), Patient (paciente), Product (produto), By- product (subproduto), Space (espaço) e Time (tempo) (BROUGHTON, 2006). No entanto, ne- nhuma dessas categorias é obrigatória e as categorias fundamentais de uma classificação facetada devem ser reconhecidas pelo classificador em conformidade com o domínio a classi- ficar, seus propósitos e sua utilidade (SPITERI, 1998).
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Lincoln, Marx e a guerra civil nos Estados Unidos — Outubro Revista

Lincoln, Marx e a guerra civil nos Estados Unidos — Outubro Revista

Os artigos escritos por Karl Marx sobre a guerra civil nos Estados Unidos eram destinados a dois órgãos de imprensa diferentes. O New York Daily Tribune, dos Estados Unidos, e Die Presse, de Viena, Áustria. O primeiro era dirigido por Charles A. Dana (1819-1897), o qual foi correspondente de imprensa durante as revoluções de 1848 na Europa, ocasião na qual conheceu Marx em Colonia. Retornando aos Estados Unidos, o jornalista assumiu o controle do New York Daily Tribune ao lado de Horace Greeley (1811-1872) e mais tarde convidou Marx a escrever para seu jornal. Os autores do Manifesto comunista também contribuíram para a New American Cyclopedia (1857-1866), um ambicioso projeto de Dana, escrevendo vários artigos. Nos anos anteriores à guerra civil Dana desenvolveu uma intensa campanha antiescravista na imprensa, mas durante conflito rompeu com Greeley e abandonou o jornalismo para assumir posições de destaque ao lado do general Ulysses S. Grant (1822- 1885), ocupando entre 1963 e 1965 o posto de Assistant Secretary of War.
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Manual de Instalação e Operação

Manual de Instalação e Operação

Diretrizes da União Européia ...................................................................... 2-1 Diretriz EMC ....................................................................................... 2-1 O que o Controlador SLC 500 Pode Fazer .................................................. 2-2 Visão Geral do Sistema de Controle de Estrutura Modular ........................ 2-2 Princípios do Controle da Máquina ..................................................... 2-3 Selecionando o Chassi ................................................................................. 2-3 Selecionando Controladores de Estrutura Modular ..................................... 2-4 Recursos do Controlador .................................................................... 2-4 Opções de Comunicação do Controlador ........................................... 2-5 Opções de Conexão Física .................................................................. 2-5 Opções de Protocolo ........................................................................... 2-6 Especificações Gerais de Teste do SLC 500 ....................................... 2-8 Especificações Gerais do Controlador ................................................. 2-9 Memória de Backup para o 1747-L511, Controlador SLC 5/01........... 2-10 Selecionando Módulos de E/S Discreta ....................................................... 2-10 Selecionando Módulos de E/S Especiais ..................................................... 2-10 Selecionando as Fontes de Alimentação ...................................................... 2-11 Especificações das Fontes de Alimentação ......................................... 2-11 Exemplo de Como Selecionar as Fontes de Alimentação ................... 2-12 Exemplo - Folha de Dados para a Seleção de uma Fonte 1746 ........... 2-14 Selecionando Painéis .................................................................................... 2-15 Selecionando Interfaces de Operação ........................................................... 2-15 Programação através de um Terminal Portátil de Programação .......... 2-15 Programação através de um Computador Compatível IBM ................. 2-15 Interface Avançada para Conversão (1761-NET-AIC) ........... 2-15
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"Operação Oswaldo Cruz"

"Operação Oswaldo Cruz"

Nos lim ites dos recursos de que dispõe, m ultiplicados entusiasm o dos que nêle e a êle servem, já plantou o M inister Saúde seus postos de ação para a defesa sanitária da região, o r9 nizando a “ Operação OSWALDO CRUZ” , bem definida em seus Propósitos, dentro do lema que norteou a vida daquele qu' „ m aior sanitarista do Brasil: “ Não esm orecer para nao desm erecer Em pouco tem po, já m uito alcançou a Operaçao, à qua

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Operação de Glenn bidirecional.

Operação de Glenn bidirecional.

A operação consiste na anastomose da veia cava superior com a artéria pulmonar (anastomose término-lateral), permitindo o fluxo sangüíneo também para o pulmão contra-later[r]

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A guerra na fronteira mirandesa durante a Época Moderna: da Guerra da Aclamação à Guerra Fantástica

A guerra na fronteira mirandesa durante a Época Moderna: da Guerra da Aclamação à Guerra Fantástica

[fl. 228v] No começo do anno de mil quatrocentos e oitenta e oyto: com quanto elRey estava em pacifica paz e amizade com castella: e sem alguma causa nem sospeiçam de rompimento: porem como Rey boom e mui previdente que nos tempos da paz ama as cousas da guerra e nos da guerra procura sempre os meos da paz mandou proveer afortalezar e repairar todallas cidades villas e castelos dos estremos de seus regnos assy no repayro e defenssa dos muros e torres como em munições e basteamentos dartelharias pólvora salitre armas almazéns pera que mandou fazer em todallas fortalezas novos apousentamentos e casas deputadas pera isto. E pera que estas cousas por negligencia e pouco provimento dos alcaides se nom // [fl. 229] pudessem ordenou logo novos officiaes moores pessoas discretas e dautoridade que per repartiçam das comarquas com grande cuidado proveessem e fezessem repairar as sobre dictas cousas. E pera repairo e acalmamento das dictas artelharias na comarqua da Beira mandou novamente fazer a tarecena da villa de Pinhel em que as dictas cousas estavam em deposito e abastança. E assy neste anno mandou começar a cava e torre d`olivença a que os Reys de Castella queryam per roguos empedir dizendo que entanta certidão e segurança de paz como antre eles todos avia nom era necessário dhuuua parte nem da outra se fazerem cousas de que se seguissem sospeitas nem alvoroços de guerra mas pera elRey nom foy isto causa legitima pera a obra se leyxar de prosseguir e fazer como fez.
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Sob o véu da mundialização: crise, imperialismo e guerra — Outubro Revista

Sob o véu da mundialização: crise, imperialismo e guerra — Outubro Revista

A violência do projeto imperialista, imanente à expansão do capital financeirizado, sem dúvida reforçará as resistências e as lutas sociais de uns três quartos da humanidade, esmagad[r]

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APRENDENDO NÚMEROS COMPLEXOS COM O USO DO GEOGEBRA

APRENDENDO NÚMEROS COMPLEXOS COM O USO DO GEOGEBRA

Argand começa seu trabalho abordando as quantidades negativas, pois em diversas situações implicava-se a aceitação delas, não podendo rejeitá-las, sob o risco de se ter de questionar diversos resultados algébricos importantes. Nesse sentido, mostra, por meio de diversos exemplos, que as quantidades negativas poderiam ser, de fato, “reais”. Inicialmente, sua reflexão toma como base as grandezas a, 2a, 3a, 4a etc, e a evidente possibilidade de sempre ser possível acrescer a grandeza a às anteriores, ou seja, acrescer grandezas indefinidamente. Em seguida, questiona acerca da operação inversa, isto é, subtraindo-se a de cada uma das grandezas anteriores, obtendo-se 3a, 2a, a, 0. Surge a questão: que sentido e que representação atribuir-se-ia à subtração 0 – a? Ao fazer tal exposição, Argand indica motivos que levaram muitos matemáticos rejeitar as quantidades negativas e, a partir daí, apresenta uma proposta, por meio de construção geométrica, a fim de assegurar alguma “realidade” a esses termos.
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