Operador logístico

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A integração empresa cliente - operador logístico: uma análise na cadeia automotiva.

A integração empresa cliente - operador logístico: uma análise na cadeia automotiva.

Os modelos também assumem que todas as parcerias são iguais. Isto é, embora a exter- nalização possa se constituir em uma decisão correta e necessária, podem ocorrer decisões incorretas no que se refere ao tipo específico de relação. Nesse sentido, as falhas têm ori- gem não na externalização em si, mas na falta de acordo entre as partes quanto ao tipo de ar- ranjo a ser utilizado para gerir a relação. Esses são os aspectos centrais que levaram à escolha do modelo proposto pelos autores, aprofundado na se- ção seguinte. Em primeiro lugar, o foco é dirigido ao tipo mais apropriado de parceria (integração), considerando o ambiente que circunscreve a relação – natureza dos objetivos perseguidos e compatibilidade entre as empre- sas participantes. Em segundo lugar, o modelo explicita e analisa o processo de construção e de sustentação da relação interorganizacional entre a empresa cliente e o operador logístico, a partir da identificação e da avalia- ção dos mecanismos de coordenação das atividades e dos processos conjuntos.
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Um estudo de caso sobre a transformação de uma transportadora tradicional em um operador logístico

Um estudo de caso sobre a transformação de uma transportadora tradicional em um operador logístico

O operador logístico, ao assumir a função logística dos seus clientes, geralmente tem que criar uma rede logística para suportar o fluxo de materiais e produtos da planta fabril do cliente até os consumidores finais, havendo, ou não, a interface com outros intermediários no contexto dos canais de distribuição. Para tanto, os operadores logísticos necessitam de soluções efetivas para ajudar aos seus clientes a projetar e/ou melhorar as suas redes logísticas, operando com custos mínimos e satisfazendo as exigências de seus compradores (clientes e/ou consumidores finais). A maior barreira na interação entre uma empresa-cliente e seu operador logístico está na troca de informações e no processo de comunicação, bem como na construção e manutenção da confiança entre as partes (CHEONG, 2004).
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Uma metodologia de seleção de um Operador Logístico com base no Método Analítico Hierárquico: o caso de estudo da MCG

Uma metodologia de seleção de um Operador Logístico com base no Método Analítico Hierárquico: o caso de estudo da MCG

A presente dissertação propõe uma metodologia de seleção de um Operador Logístico com base no Método Analítico Hierárquico, aplicada ao caso real de um fabricante português de componentes e produtos metálicos, a Manuel da Conceição Graça, LDA. A metodologia proposta baseia-se na revisão da literatura sobre o tema e é composta por 10 etapas, abrangendo todo o processo de seleção, desde a determinação da equipa de decisão à determinação da melhor alternativa segundo os critérios definidos. Apesar do outsourcing de serviços logísticos ser já uma tendência global a que muitos investigadores internacionais têm dado considerável importância, em Portugal é um tema ainda pouco desenvolvido. Assim, pretende-se que a metodologia proposta seja adaptável por qualquer empresa que pretenda selecionar um Operador Logístico e que suscite interesse para futuros desenvolvimentos nesta área de investigação.
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Impacto da implantação de indicadores de desempenho na gestão e nos resultados de um operador logístico da região metropolitana do Recife - PE

Impacto da implantação de indicadores de desempenho na gestão e nos resultados de um operador logístico da região metropolitana do Recife - PE

O presente estudo buscou avaliar o impacto da implementação de indicadores de desempenho na gestão de um operador logístico, um ramo que já utiliza vários indicadores na área operacional, embora seu uso não seja comum nos demais setores administrativos. A utilização de medições na gestão é de extrema importância para que se possa saber onde a empresa se encontra com relação aos seus resultados, definir onde se quer chegar e rever constantemente os problemas que ocorrem nos processos para que sejam melhorados.Além de analisar os indicadores da área operacional – no caso, o Armazém –, foram verificados os indicadores das seguintes áreas: RH, Financeiro, Contabilidade, TI, Suprimentos e Manutenção. O local definido para realização da pesquisa foi um operador logístico na Região Metropolitana do Recife – PE, e escolheu-se a abordagem quantitativa e qualitativa. Para coletar os dados da pesquisa, foram enviados questionários para 25 colaboradores da empresa estudada, dos quais todos retornaram respondidos, representando 100% do total de questionários enviados. A pesquisa propôs-se a identificar a implementação dos indicadores, melhorias e mudanças na gestão da empresa e dos setores, alinhamento com a missão, visão, valores e políticas da empresa e sugestões de melhorias, face à implementação de indicadores de gestão. Analisando os dados coletados, conclui-se que a implantação de indicadores de gestão causou um impacto positivo na gestão da empresa estudada. A maioria dos profissionais considera o impacto como positivo.
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Distribuição urbana de carga: um estudo com empresas que atuam na região metropolitana...

Distribuição urbana de carga: um estudo com empresas que atuam na região metropolitana...

As externalidades negativas geradas pela distribuição urbana de cargas como congestionamentos, poluição e ruídos, são amplamente conhecidas e vivenciadas pela população que vive em grandes centros urbanos. Esses problemas têm sido agravados pelo crescimento da população urbana, pela crise no modelo de mobilidade adotado nas grandes cidades brasileiras e pelo aumento da complexidade do processo de distribuição urbana de carga. Nesse sentido, alguns atributos podem contribuir para a melhoria do desempenho logístico dos agentes participantes na distribuição de carga e outros podem dificultar a sua competitividade A investigação dos atributos de distribuição urbana de carga e dos papéis desses agentes são o ponto de partida deste estudo. A presente dissertação tem o objetivo identificar os atributos de distribuição urbana de carga, levando-se em conta os diferentes pontos de vista dos principais responsáveis pela distribuição de carga na RMSP e que atuam no mercado varejista: Embarcador, Operador Logístico, Transportador e Cliente. Para tanto, foi feita a análise do referencial teórico sobre o tema distribuição urbana de carga, foram desenvolvidos dois estudos de caso em Operadores logísticos que atuam na logística de distribuição de carga na Região Metropolitana de São Paulo. Foi também realizado um levantamento de dados com 119 prestadores de serviços logísticos, Operador logístico e Transportador, obtidas pela aplicação de questionário de pesquisa com esses agentes. Por meio das informações obtidas, verificou-se que os atributos relevantes e unânimes entre os prestadores de serviços logísticos, são: filas e local para carga e descarga, flexibilidade, restrição de circulação por tamanho de veículo, local regulamentado para estacionar veículos de carga, congestionamento e roubo de carga. Adicionalmente, o consumo sazonal e o comprometimento no recebimento são os problemas mais relevantes segundo os Operadores logísticos e Transportadores, respectivamente.
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Estudo logístico para instalação de novo cd: abordagem didática de um caso real

Estudo logístico para instalação de novo cd: abordagem didática de um caso real

Para responder a essa pergunta, o artigo está estruturado em um capítulo de revisão bibliográfica, focada em métodos e técnicas logísticas de localização geográfica, cálculo de previsão de demanda e de custos de estoques, alinhado com a temática empírica desse artigo. Na sequência é apresentado um capítulo sobre a metodologia utilizada nesse trabalho, contendo as etapas da pesquisa. O terceiro capítulo é constituído pela apresentação dos resultados com base nas técnicas apresentadas na revisão bibliográfica, analisando cada localidade candidata para sediar o novo CD, e por último, as considerações finais do trabalho com a discussão da alternativa mais viável, qualitativamente e quantitativamente, que consiste em instalar o CD na cidade de São Paulo, Brasil, e operacionalizada por equipe terceirizada, na figura de operador logístico. O custo anual das novas instalações, traduzido como investimento, é estimado em R$ 275.800,00, que corresponde a 10,64% do faturamento anual da empresa, e que proporcionará 15% de redução de custo com as operações logísticas terceirizadas, no que se refere a aluguéis, manutenções prediais, equipamentos utilizados, encargos trabalhistas entre outros.
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Margarida Isabel da Cruz Gomes

Margarida Isabel da Cruz Gomes

27 superfícies a pequenos estabelecimentos comerciais. Cada cliente tem o seu método de colocação de encomendas. No que diz respeito às grandes superfícies, existem softwares que indicam a necessidade de compra de determinado produto e, automaticamente, fazem o pedido de encomenda. Em relação aos pequenos estabelecimentos comerciais, por norma, os pedidos de encomenda são colocados pelo comerciante, via telefone, à medida que este necessita dos produtos. Assim, não existe qualquer regra relativamente ao modo de colocação de encomendas por parte dos clientes. Em geral, a encomenda é feita pelo cliente, aprovada pela empresa JMDPC e entregue pelo seu operador logístico, o Grupo Luís Simões, no dia seguinte. A gestão de transportes é feita pelo operador logístico da empresa JMPDC, o Grupo Luís Simões, sem interferência direta da JMDPC, não sendo por isso estudada nesta dissertação.
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Análise para implantação de VMI numa empresa do ramo farmacêutico

Análise para implantação de VMI numa empresa do ramo farmacêutico

Além da comunicação, é necessário fazer um acompanhamento de perto tanto com os distribuidores que fazem parte do projeto piloto, como aqueles que não estão, com o operador logístico, co[r]

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Lean management em logística hospitalar: da Glsmed ao Hospital da Luz Lisboa

Lean management em logística hospitalar: da Glsmed ao Hospital da Luz Lisboa

Com o presente estudo pretendeu-se analisar de que forma o Lean Management pode proporcionar melhorias na prestação de cuidados de saúde. E como os serviços não clínicos são basilares para qualquer instituição de saúde funcionar, foi escolhida a Glsmed, enquanto operador logístico do grupo Luz Saúde, como objeto de estudo; não só pela imediata disponibilidade dos profissionais desta empresa em participar no projeto, mas também porque a logística de qualquer hospital garante o bom funcionamento das instituições e é uma das áreas que mais gastos comporta às organizações. Elaborou-se assim uma investigação sob o formato de Projeto-Empresa, que contribuiu para a melhoria de um processo no grupo Luz Saúde, mas que também pode ser usada por futuros gestores na implementação de medidas semelhantes às sugeridas presentemente.
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Elementos de flexibilidade em contratos de terceirização logística: o caso de uma empresa de telecomunicações.

Elementos de flexibilidade em contratos de terceirização logística: o caso de uma empresa de telecomunicações.

Foram enviados requerimentos de proposta (request for proposal – RFP) para os cinco operadores candidatos. As respostas a esses questionários fornecem as informações qualitativas e quantitativas sobre os operadores logísticos, que são utilizadas para a comparação entre os candidatos. A partir do processo de elaboração do RFP e das respostas obtidas pelos operadores, a empresa contratante passou a ter acesso a informações relativas à estrutura de custos sobre a qual funcionaria a operação, à estrutura de remuneração e às tabelas de preços para o nível de atendimento padronizado. Desta forma, foram obtidos os preços unitários a serem pagos ao operador logístico. Com esses dados, foi realizada a análise de viabilidade econômica da terceirização da operação de transportes, dos centros de distribuição e de armazenagem. Nesta etapa, foram selecionados três operadores logísticos para a fase de visitas técnicas. Foram agendadas visitas técnicas e inspeções locais a esses três operadores candidatos e a alguns de seus clientes. Além da inspeção das instalações e operações, verificou-se a consistência das informações recebidas pelo RFP. Enfim, realizou-se a seleção final do operador logístico de acordo com os critérios estabelecidos pela empresa contratante.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GEOTECNIA NUCLEATRANS - NÚCLEO DE TRANSPORTES CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LOGÍSTICA ESTRATÉGICA E SISTEMAS DE TRANSPORTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GEOTECNIA NUCLEATRANS - NÚCLEO DE TRANSPORTES CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LOGÍSTICA ESTRATÉGICA E SISTEMAS DE TRANSPORTE

Foi discutido com o entrevistado que algumas empresas de mesmo porte tem adotado o caminho do desenvolvimento de seus fornecedores de operação logística. Perguntou-se então, por que este caminho também não foi considerado pela empresa estudada, o entrevistado afirmou que “para que o desenvolvimento do fornecedor de operação logística aconteça faz-se necessário um relacionamento da empresa com seu operador logístico de total parceria, havendo, de ambas as partes, a intenção de compartilhamento dos ganhos e no caso do operador logístico que foi substituído não havia este tipo de relacionamento, logo o desenvolvimento também poderia não surtir efeito para a empresa, tanto financeiro quanto qualitativamente. ” Ainda se gundo o supervisor “apesar do contrato que possibilite este compartilhamento dos ganhos ser mais racional a sua implantação e gestão é mais complexa o que inviabilizou um estudo nesta linha”.
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O método da iteração inversa com deslocamento aplicado ao operador de Sturm-Liouville

O método da iteração inversa com deslocamento aplicado ao operador de Sturm-Liouville

Para o nosso objetivo, que é desenvolvido no Capítulo 1, primeiramente estabelecemos o espaço onde o operador está definido, ressaltando suas relações com as soluções clássica e fraca do problema. Em seguida, estudamos propriedades do espectro de T , o que nos será útil na Seção 1.2, onde definimos a iteração inversa com deslocamento e estabelecemos

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ÉTICA ARGUMENTATIVA DA LIBERTAÇÃO E EPISTEMOLOGIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROBLEMATIZADORA

ÉTICA ARGUMENTATIVA DA LIBERTAÇÃO E EPISTEMOLOGIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROBLEMATIZADORA

E a mudança do referente não deixará de influenciar os próprios sujeitos cognoscentes e a seus sucessores, no interior de uma interação de tipo “sistêmica”, mas histórica. Por isso a seta dupla que parte tanto dos sujeitos para o referente como do referente para os sujeitos. Ora, a ação epistemológica dos sujeitos em interação precisa compartilhar os instrumentos lógicos da sua dinâmica. Por minha parte considero que aquela ação precisa da lógica formal, da lógica dialética e dos elementos do chamado “ pensamento sistêmico” que, não sendo redutíveis a uma das duas, não sejam incompatíveis com elas e com o princípio de que, em matéria de “ sistemas” com participação humana, a historicidade, ou seja, a maleabilidade alicerçada nas decisões dos seres humanos, tem força axiomática. Sobre o potencial da lógica formal penso que não há o que se comentar. Eu mesmo tenho usado o paradigma clássico, ainda que enriquecido com o operador que batizei de “condicional” (e não de ‘sub-condicional’), para efeitos da dedução das normas da Ética (Lopez Velasco 2003A).
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Clique aqui para acessar o arquivo Notas para o Acompanhamento das Aulas

Clique aqui para acessar o arquivo Notas para o Acompanhamento das Aulas

O teorema principal desta se¸c˜ ao que garante essas afirma¸c˜ oes, bem como uma maneira de construir a matriz de T na forma canˆ onica de Jordan, segue abaixo. Sua demonstra¸c˜ ao ´e longa, trabalhosa e foge completamente `as pretens˜oes dessas notas. Para o leitor interessado na demonstra¸c˜ ao, recomendamos o livro de Hoffman e Kunze (referˆencia [4]). Proposi¸c˜ ao 5.11 Sejam V espa¸co vetorial complexo de dimens˜ao n e T : V → V um operador linear. Ent˜ao, existe uma base B de V tal que [T ] B est´a na forma canˆ onica de Jordan, ou seja,

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RUMO A UMA REFORMULAÇÃO LINGÜÍSTICA DA NORMA ECOLÓGICA NA ÉTICA ARGUMENTATIVA QUE FUNDAMENTA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

RUMO A UMA REFORMULAÇÃO LINGÜÍSTICA DA NORMA ECOLÓGICA NA ÉTICA ARGUMENTATIVA QUE FUNDAMENTA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

aplicando-o ao caso da pergunta “Que devo fazer?”, o enunciado que segue o operador “porque” no QRC que explicita a proto-norma da Ética que reza “ Devo fazer o que é condição da pergunta ‘Que devo fazer?’ porque eu faço o que é condição da pergunta ‘Que devo fazer’ é condição de eu pratico uma execução feliz da pergunta ‘Que devo fazer?’”. Tal enunciado será verdadeiro à luz da simples Meta-regra da felicidade dos atos lingüísticos. Por outra parte, e agora tendo em conta a tabela veritativa do operador de “condicional”, sabemos que tal enunciado complexo é verdadeiro quando o são os enunciado simples unidos por aquele operador. [Sendo “p” e “q” verdadeiros também o é ( “ p * q )]. Assim, uma vez que se reconheceu o operador de “condicional”, seria uma auto-contradição lógica rechaçar a verdade do enunciado que vem logo depois do operador “porque”, na medida em que a verdade de tal enunciado deriva da tabela veritativa do operador de “condicional”, porque neste caso tanto “p” ( que simboliza o enunciado “ Eu faço aquilo que é condição da pergunta ‘Que devo fazer?’”) como “q” ( que simboliza o enunciado “ Eu aceito a pergunta ‘Que devo fazer?’”) são ambos (por hipótese), verdadeiros, e nesse caso também o é a sentença ( p * q ).
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Regularidade e resolubilidade de operadores diferenciais lineares em espaços de ...

Regularidade e resolubilidade de operadores diferenciais lineares em espaços de ...

Desta se¸c˜ao em diante abandonamos a hip´otese de compacidade sobre X. Para a classe de operadores abstratos que introduzimos acima h´ a v´ arias no¸c˜oes poss´ıveis de resolubilidade. Inicia- mos seu estudo pela no¸c˜ao de resolubilidade semi-global que, gra¸cas ` a Proposi¸c˜ao 2.16, reduz-se ` a quest˜ao de determinar quando a aplica¸c˜ao linear induzida pelo operador em cada subconjunto com- pacto (via localiza¸c˜ ao) ´e sobrejetora. Gra¸cas a este fato, este sabor de resolubilidade ´e o que melhor tolera as ferramentas de An´alise Funcional que desenvolvemos no primeiro cap´ıtulo, al´em de – ao menos do ponto de vista da nossa abordagem – ser a generaliza¸c˜ao natural da resolubilidade global em variedades compactas que estudamos na se¸c˜ao anterior. Tomando como ponto de partida a re- solubilidade semi-global, discutiremos tamb´em resolubilidade global (em variedades n˜ ao-compactas, e para tal introduziremos a no¸c˜ao correspondente de P -convexidade) e resolubilidade local (olhando para resolubilidade semi-global do operador em vizinhan¸cas compactas pequenas de pontos) nas se¸c˜oes subsequentes.
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Open Propriedade Alternada do Operador de DirichletNeumann

Open Propriedade Alternada do Operador de DirichletNeumann

No Cap´ıtulo 1, apresentamos a defini¸c˜ao do operador de Laplace-Beltrami numa variedade riemanniana e o funcional de Dirichlet-Neumann com suas propriedades associadas `a m´etrica riem[r]

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O Operador de Ruelle em espaços de estados compactos

O Operador de Ruelle em espaços de estados compactos

Entendemos por presença de buraco espectral a existência de um autovalor isolado de módulo máximo. A presença do buraco espectral no operador de Ruelle é uma propriedade fundamental para provar a analiticidade da pressão, além disso o buraco espectral implica no decaimento exponencial de correlações com respeito às medidas de Gibbs. Estes resultados são bastante conhecidos no contexto potenciais Hölder quando o espaço de estados M é finito. Nesta secção vamos analisar generalizações deste resultado no contexto em que M é um espaço métrico compacto separável e potenciais mais gerais.
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A importância do sistema logístico no comércio internacional

A importância do sistema logístico no comércio internacional

International Commercial Terms (Termos do comércio internacional), ou Inconterms 14 são termos utilizados mundialmente nas vendas internacionais, e são bastante importantes no mundo logístico, pois eles determinam a distribuição de custos, responsabilidade dos direitos aduaneiros, local de entrega da mercadoria e o seguro do transporte entre o comprador e o vendedor. Em 2010, os Incoterms sofreram uma pequena reestruturação para se ajustarem melhor ao comércio internacional actual, passando agora a ser onze. O Incoterm ExW (Ex Works) é aquele que menos responsabilidade traz ao exportador já que este só tem de fazer com que a mercadoria esteja disponível para recolha numa data pré-estabelecida, enquanto que o Incoterm
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GESTÃO DO RELACIONAMENTO COM PRESTADORES DE SERVIÇO LOGÍSTICO

GESTÃO DO RELACIONAMENTO COM PRESTADORES DE SERVIÇO LOGÍSTICO

Quanto maior a participação do PSL em atividades de planejamento e quanto maior o número de atividades terceirizadas com um único operador, maior a necessidade de se possuir sistemas integrados e transparentes, envolvendo não somente as informações relacionadas ao embarcador, mas também as informações de posse de seus fornecedores e clientes. O objetivo é antecipar demandas e problemas. A idéia de supply chain se torna mais concreta e visível em parcerias mais integradas.

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