Operadores Logísticos (OLs)

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A segmentação dos operadores logísticos no mercado brasileiro de acordo com suas capacitações para oferecer serviços

A segmentação dos operadores logísticos no mercado brasileiro de acordo com suas capacitações para oferecer serviços

a) O fato de o cluster Operadores Logísticos Básicos ter sido o menor, entre os quatro identificados, pode indicar que a maioria dos OLs pesquisados já se deram conta de que precisam ampliar a oferta dos serviços oferecidos, visando à diferenciação na crescente competição verificada no setor. O pequeno grupo de OLs Básicos pode representar aqueles operadores que ainda não aderiram à tendência apontada por Hertz e Alfredsson (2003) de uma oferta integrada de serviços exigidos por seus clientes atuais e potenciais. Uma sugestão de pesquisa futura é que se investigue, no conjunto dos PSLs existentes no Brasil (e não unicamente no de OLs, conforme a definição utilizada nesta pesquisa), a evolução de sua oferta de serviços. É possível que ainda haja grande concentração nas atividades básicas por não estarem dispostos a lidar com a complexidade das atividades de importação/exportação, desembaraço aduaneiro etc.
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Caracterização dos operadores logísticos atuantes no Estado do Ceará: empresas, mercados e atividades desenvolvidas.

Caracterização dos operadores logísticos atuantes no Estado do Ceará: empresas, mercados e atividades desenvolvidas.

Na conjuntura econômica atual, as organizações, em busca de maior eficiência e de vantagens competitivas sustentáveis que lhes garantam crescimento no longo prazo, têm concentrado esforços em suas competências principais, terceirizando as demais atividades da empresa, entre elas, as da logística, o que levou ao surgimento e desenvolvimento do mercado de Operadores Logísticos (OLs). Esta dissertação teve como objetivo principal caracterizar os OLs atuantes no Estado do Ceará em termos de identificação e dimensionamento das empresas, das atividades logísticas realizadas e do desenvolvimento desse mercado. Para tanto, este trabalho assumiu uma natureza exploratória-descritiva, se utilizando do método indutivo e do estudo de casos múltiplos, envolvendo a consulta de dados secundários disponíveis em periódicos e publicações especializadas em logística, bem como também a livros, dissertações e teses já produzidas, além dos dados obtidos em visita aos sites das empresas objeto desta pesquisa. Como objetivo secundário, o presente estudo buscou, através de pesquisa bibliográfica, descrever e discutir os principais conceitos da logística e sua importância para a economia das empresas, caracterizar os OLs, enfatizando os principais conceitos e a evolução dessas empresas no Brasil e avaliar alguns aspectos econômicos do mercado de OLs. Os resultados das análises revelam um segmento formado por empresas relativamente jovens, em sua maioria de grande porte, mas que registram taxas positivas de crescimento, possivelmente decorrentes do grande número de serviços prestados, do uso intensivo da tecnologia e do fechamento de novos contratos, favorecido pelo crescimento das atividades nos diferentes setores econômicos do país em 2010. Concluiu-se ainda, que os OLs prestam serviços aos mais variados tipos de indústria e que com políticas públicas corroborando para minimizar problemas históricos no país como a deficiência de infraestrutura, carga tributária e trâmites excessivamente burocráticos, poderia ser celebrado um expressivo crescimento econômico para o Estado do Ceará.
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Determinantes da eficiência de escala no setor brasileiro de operadores logísticos.

Determinantes da eficiência de escala no setor brasileiro de operadores logísticos.

O artigo foca o setor brasileiro de operadores logísticos (OLs) que, frente a um cenário altamente competitivo, oferece a seus clientes uma gama de serviços e de tecnologias de informação em busca de níveis maiores de eficiência. Seu objetivo principal é determinar as variáveis que apresentam impacto significativo na eficiência de escala dos OLs, por meio de modelagem de DEA (Data Envelopment Analysis – análise envoltória de dados) em dois estágios. Dados (2001-2008) da pesquisa anual feita pela Revista Tecnologística foram utilizados em um modelo de painel incompleto. Os inputs e outputs necessários para essa análise foram identificados, assim como as variáveis contextuais que podem impactar na eficiência de escala dos OLs. Os resultados corroboram evidências na literatura sobre o papel dos processos de coordenação no desempenho logístico.
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INTERNACIONALIZAÇÃO DOS OPERADORES LOGÍSTICOS PORTUGUESES

INTERNACIONALIZAÇÃO DOS OPERADORES LOGÍSTICOS PORTUGUESES

Após alguns acertos, o link do inquérito foi enviado por e-mail para um conjunto de empresas. Posteriormente, na tentativa de evitar uma baixa taxa de resposta, habitualmente verificada neste tipo de inquéritos, foram feitos vários contactos telefónicos pedindo a participação no estudo. O inquérito foi também partilhado numa rede social profissional. Adicionalmente foram contactadas associações empresariais representativas de diversas atividades, nomeadamente AGEPOR – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal, ANTP – Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas, ANTRAM – Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias, APAT – Associação dos Transitários de Portugal, APLOG – Associação Portuguesa de Logística e APOL – Associação Portuguesa de Operadores Logísticos, bem como com a ODO - Ordem dos Despachantes Oficiais, às quais foi pedido para divulgar o estudo pelos seus associados e apelar à sua participação.
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A importância do processo de alinhamento da estratégia com projetos Seis Sigma: um estudo multicasos em operadores logísticos.

A importância do processo de alinhamento da estratégia com projetos Seis Sigma: um estudo multicasos em operadores logísticos.

Além do fato do programa Seis Sigma e a logística estarem em evidência no am- biente organizacional, soma-se a importância de se obter sucesso na implantação do programa, caracterizando como um fator crítico o alinhamento da estratégia dos projetos de melhoria. Sendo assim, este artigo propõe a sistematização do ali- nhamento da estratégia com o processo de seleção de projetos Seis Sigma. Dessa forma, esta pesquisa está estruturada, primeiramente, com uma breve descrição dos modelos conceituais utilizados e sobre operadores logísticos, os quais são os casos desta pesquisa. Com o embasamento teórico, é proposta uma sistematização con- ceitual do alinhamento da estratégia do processo de seleção de projetos Seis Sigma detalhado em um passo a passo. Com o objetivo de analisar a proposta conceitual, realizaram-se três estudos de casos em operadores logísticos. Podem-se notar a importância do processo de seleção de projetos Seis Sigma e seu alinhamento com a estratégia, bem como a validação da sistematização proposta.
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Análise dos problemas enfrentados por operadores logísticos no transporte intermodal de cargas no Brasil

Análise dos problemas enfrentados por operadores logísticos no transporte intermodal de cargas no Brasil

Esta monografia apresenta uma discussão sobre logística e operadores logísticos, levando em consideração o transporte intermodal de cargas no território nacional e os problemas enfrentados por essas empresas que prestam um serviço essencial à economia brasileira. Os problemas vividos por esses operadores foram o foco desse trabalho, que procurou identificar as relações da logística com realidades do serviço público brasileiro e da péssima infraestrutura de transportes Para isso, uma empresa localizada no Distrito Federal que opera no transporte de cargas para todo o país foi escolhida para ser estudada de acordo com as metodologias estabelecidas na pesquisa. A técnica do estudo de caso foi a escolhida por facilitar as discussões sobre um tema em específico, retratando uma realidade observada. Entrevistas presenciais foram utilizadas para a coleta dos dados, assim como pesquisas documentais e bibliográficas. Os resultados da pesquisa levantam uma série de debates sobre os problemas da logística nacional que precisam ser melhorados para que o país alcance um crescimento econômico em todo o seu território. Esses problemas vão desde à infraestrutura básica dos modais de transporte até problemas de má gestão dos órgãos responsáveis pela fiscalização do transporte de cargas. O cenário de prioridade histórica ao modal rodoviário também atrapalha na criação de novas soluções para a eficiência de transportes.
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Modelo de avaliação de desempenho de operadores logísticos atuantes no setor agrícola de cargas a granel

Modelo de avaliação de desempenho de operadores logísticos atuantes no setor agrícola de cargas a granel

A mensuração da performance dos processos logísticos de organizações prestadoras de serviços logísticos é considerada dentro do ambiente empresarial como de primordial importância para aquelas que têm como desafio atuar de forma mais competitiva em mercados globais. Um dos setores em que essa realidade é observada é o agrícola – especialmente de granéis –, onde os operadores logísticos constituem um elo fundamental das cadeias produtivas dos grãos, os quais representam uma fatia representativa do PIB agrícola nacional e atuam como um dos mais importantes reguladores da balança comercial brasileira. Esses operadores logísticos fazem parte de um grupo muito heterogêneo de organizações baseadas em ativos ou em informações, mas que, de forma similar, não tabulam de maneira organizada e periódica seus resultados operacionais. Conseqüentemente, não acompanham a performance de seus processos primários, ou seja, os serviços oferecidos e vendidos aos clientes. O estudo iniciou através do levantamento do panorama e dos conceitos de avaliação de desempenho logístico. Para isso, foram consultadas todas as principais publicações acadêmicas disponíveis que poderiam oferecer alguma contribuição ao tema. Basicamente, todo o material a que se teve acesso estava focado na mensuração da performance de empresas com processos industriais. Um destes modelos estudados foi o desenvolvido no Latin America
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Modelo Novaes para análise da produtividade e da eficiência dos operadores logísticos do Brasil: um estudo de sua aplicabilidade para os anos de 2005 e 2006

Modelo Novaes para análise da produtividade e da eficiência dos operadores logísticos do Brasil: um estudo de sua aplicabilidade para os anos de 2005 e 2006

O estudo apresenta uma proposta de atualização da função produção para avaliar a produtividade e a eficiência dos operadores logísticos brasileiros e que foi desenvolvida por Novaes em estudo realizado em 2000. O objetivo foi identificar se e como as variáveis utilizadas continuavam a explicar o comportamento da produtividade dessas empresas. Para atingir esse objetivo, foram realizados testes com os dados dos anos de 2005 e 2006, disponibilizados pela Revista Tecnologística, e utilizada a mesma técnica estatística desenvolvida no estudo anterior, de regressão múltipla. O estudo anterior pretendia contribuir para a vantagem competitiva dos operadores logísticos atentos ao problema, através da metodologia de análise dos concorrentes bem como para os clientes desse serviço ao longo da cadeia de suprimentos, interessados em identificar as empresas com maior eficiência. Os resultados obtidos indicam que o Modelo desenvolvido por Novaes não é válido para a realidade atual dessas empresas.
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Análise da cadeia de suprimentos do setor farmacêutico brasileiro quanto ao nível de colaboração entre laboratórios e operadores logísticos

Análise da cadeia de suprimentos do setor farmacêutico brasileiro quanto ao nível de colaboração entre laboratórios e operadores logísticos

a) Ameaça de novos concorrentes: até 1997, não havia a lei das patentes e qualquer empresa poderia copiar fórmulas no exterior. Depois de 1997, a lei das patentes criou uma barreira de entrada mais rígida, diminuída logo depois pela aprovação da lei dos genéricos. A exigência de altos investimentos físicos específicos, a maioria representada por produtos importados constitui uma barreira de entrada importante. A possibilidade de produção de medicamentos genéricos reduziu, porém, não extinguiu tal barreira. A própria produção de medicamentos genéricos é fundamentada no teste de bio-equivalência, o que por seu alto custo e complexidade, representa uma barreira de entrada. Com relação aos operadores logísticos, as ameaças de novos concorrentes são reais, porém, também esbarram no alto investimento em ativos que deve ser feito para poder suportar uma operação logística de alto volume tal como a farmacêutica.
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Modelo para avaliar o desempenho de operadores logísticos: um estudo de caso na indústria têxtil.

Modelo para avaliar o desempenho de operadores logísticos: um estudo de caso na indústria têxtil.

Nos últimos anos, o setor têxtil tem sido penalizado com a desvalorização cambial e consequente aumento das importações de produtos asiáticos. Para manter a participação no mercado, as empresas desse setor foram obrigadas a se tornarem ágeis, flexíveis e inovadoras. Nesse contexto, a logística configura-se como uma área de grande potencial para promover o diferencial competitivo requerido, por sua significativa participação no atendimento das demandas dos clientes. Hoje, a logística é considerada elemento chave para a estratégia competitiva da organização e a avaliação dos Operadores Logísticos – empresas responsáveis pela armazenagem, gerenciamento de estoques e entrega dos produtos – passou a ser vital para a sustentação da parceria cliente-PSL (prestador de serviço logístico).
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FORMAÇÃO DO CUSTO ABC EM OPERADORES LOGÍSTICOS

FORMAÇÃO DO CUSTO ABC EM OPERADORES LOGÍSTICOS

Os Operadores Logísticos têm maiores possibilidades de explorar as eco- nomias de escala, por ser especializado e focado na administração dos sistemas logísticos, tendendo possuir um custo de mão-de-obra menor, uma vez que traba- lha em setor diferente das empresas clientes. Prestando serviços para substân- cial números de clientes, geram economias de escala, viabilizando investimentos contínuos em ativos, tecnologias e capacitação gerencial e operacional. Os Operadores Logísticos podem possuir capacidade operacional superior aos ser- viços prestados internamente pelas empresas, com uma qualidade de serviço su- perior a um custo inferior.
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Modelo Novaes para análise da produtividade e da eficiência dos operadores logísticos do Brasil: um estudo de sua aplicabilidade para os anos de 2005 e 2006

Modelo Novaes para análise da produtividade e da eficiência dos operadores logísticos do Brasil: um estudo de sua aplicabilidade para os anos de 2005 e 2006

O estudo apresenta uma proposta de atualização da função produção para avaliar a produtividade e a eficiência dos operadores logísticos brasileiros e que foi desenvolvida por Novaes em estudo realizado em 2000. O objetivo foi identificar se e como as variáveis utilizadas continuavam a explicar o comportamento da produtividade dessas empresas. Para atingir esse objetivo, foram realizados testes com os dados de 2005 e 2006, disponibilizados pela Revista Tecnologística, e utilizada a mesma técnica estatística desenvolvida no estudo anterior, ou seja, a regressão múltipla. Dessa forma, o estudo pretendia contribuir para a vantagem competitiva dos operadores logísticos atentos ao problema, através da metodologia de análise dos concorrentes bem como para os clientes desse serviço ao longo da cadeia de suprimentos, interessados em identificar as empresas com maior eficiência. Os resultados obtidos indicam que o Modelo desenvolvido por Novaes não é válido para a realidade atual dessas empresas.
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APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE REDES INTERORGANIZACIONAIS NO SETOR VAREJISTA: UMA PROPOSTA DE APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE BROKERS E OPERADORES LOGÍSTICOS EM EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE ALIMENTOS

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE REDES INTERORGANIZACIONAIS NO SETOR VAREJISTA: UMA PROPOSTA DE APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE BROKERS E OPERADORES LOGÍSTICOS EM EMPRESAS DISTRIBUIDORAS DE ALIMENTOS

Esse movimento tem influência direta no setor atacadista, onde os diversos agentes envolvidos precisam firmar parcerias mais sólidas com os membros da sua cadeia produtiva, agregando valor aos produtos que comercializa. Em função deste contexto e contingências, duas fortes modalidades de serviços podem servir como alternativas para a aplicação dos princípios de redes no setor de distribuição de alimentos: os brokers e os operadores logísticos. Ambos podem proporcionar vantagens consideráveis, tanto na redução de custos na cadeia de abastecimento quanto em eficiência, agilidade, e otimização de recursos para fabricantes, varejistas e consumidores.
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Vista do Fatores que colaboram para o desenvolvimento da logística verde nos operadores logísticos

Vista do Fatores que colaboram para o desenvolvimento da logística verde nos operadores logísticos

Resumen: En 2018, según la Confederación Nacional de Transporte (CNT), el modal de la carretera brasileña representa aproximadamente el 61% de la matriz de transporte de carga, además de implicar de uno a dos tercios de los costos logísticos. Este es un recurso importante para las cadenas de suministro para la unión de mercados y la integración de regiones y estados. Además, según Agência Brasil, el sector del transporte contribuye con una cuarta parte de las emisiones globales de CO 2 y ha estado creciendo desde 2000. En este sentido, este estudio exploratorio de tipo cualitativo, investigó la legislación ambiental como un factor que contribuye a la relación entre la gestión logística verde y el desempeño logístico y ambiental en los operadores logísticos ubicados en la región de Foz do Iguaçu, PR. El estudio utilizó entrevistas en profundidad para recopilar datos de una muestra de 10 gerentes. Los datos recopilados, tratados mediante análisis de contenido, revelaron que la legislación ambiental era un factor que contribuyó a la gestión de la logística verde para atender los desempeños logísticos y ambientales. Ante esto, se puede inferir la importancia de la legislación ambiental para equilibrar la rentabilidad de los operadores logísticos y la preservación del medio ambiente.
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APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS

APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS

Este artigo tem como principal objetivo mostrar a importância do uso da ferramenta 5’S para operadores logísticos, deixando explícito a eficácia da ferramenta, pois quando usada de maneira correta é indispensável para alcançar o sucesso. Atualmente, os 5’S são essenciais em qualquer organização, no entanto, os operadores logísticos, geralmente, não conseguem colocar em prática e acabam deixando seus fundamentos de lado, trazendo consequências negativas para o funcionamento da empresa. Este trabalho se propõe a responder a seguinte pergunta: Como os 5’S contribui para o desenvolvimento e organização de operadores logísticos? Tem como objetivo geral: demonstrar a importância dos 5’S para o dia a dia dos operadores logísticos, buscando a melhoria das práticas operacionais dentro das organizações, para isso, definindo os conceitos de operadores logísticos e 5S; expondo a atual situação dos operadores logísticos; retratando os principais aspectos que interferem no processo de implementação dos 5S e apresentando os diferenciais dos operadores logísticos que utilizam os 5S. Este trabalho foi realizado por meio de pesquisas em sites, periódicos e livros com intuito de esclarecer os conceitos de 5’s e operadores logísticos, tendo em vista que são termos não muito conhecidos. Houve também uma entrevista com um Operador Logístico para ressaltar suas considerações a respeito do uso da ferramenta. Ao fim deste artigo veremos que grande parte dos operadores logísticos já utilizam a metodologia 5’s, mas não fazem o uso de maneira correta.
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ANÁLISE DE DESEMPENHO DE OPERADORES LOGÍSTICOS: um estudo na Ferrovia Tereza Cristina

ANÁLISE DE DESEMPENHO DE OPERADORES LOGÍSTICOS: um estudo na Ferrovia Tereza Cristina

A globalização e o aumento da integração econômica entre países tem aquecido o mercado mundial, e junto com isso mais empresas são criadas, muitas com o mesmo objetivo. Isso dá início a concorrência, onde empresas disputam o fornecimento de um mesmo produto ou serviço. Em reação a isso as empresas tem busca do cada vez mais a eficiência, e uma das formas de busca-la é focar em suas competências centrais e terceirização de outras atividades, como as relacionadas com logística. Isso deu origem aos operadores logísticos, organizações que tem o intuito de fornecer serviços relacionados a logística. Nessa integração da cadeia, é interesse de todos os envolvidos, em especial o operador logístico, de manter a cadeia de suprimentos cada vez mais eficiente, para agregar valor ao produto final e para reduzir custos. Com essa necessidade de mantê-la eficiente, surge então a busca por métodos de avaliação desse desempenho. Assim, o objetivo geral deste trabalho é propor um sistema de indicadores para avaliação de desempenho de um operador logístico atuante no setor ferroviário, tendo em vista o seu desenvolvimento e o fortalecimento da cadeia de suprimentos a qual está inserido. São apresentados alguns modelos existentes de metodologia de elaboração de sistemas de análise de desempenho. Dentre eles, o de Maria Rey, modelo escolhido para aplicar um estudo de caso, criando-se uma proposta de sistema de indicadores para análise de desempenho para a Ferrovia Tereza Cristina, ferrovia responsável pelo abastecimento de carvão em uma termoelétrica no sul de Santa Catarina.
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Determinação das competências dos operadores logísticos atuantes na Região Sul do Brasil

Determinação das competências dos operadores logísticos atuantes na Região Sul do Brasil

d) Ter acesso a novas tecnologias e a soluções inovadoras, por exemplo, tecnologias de dados e telecomunicações, operações sofisticadas de armazém ou novas opções de entrega. Sem isso, o operador está fora do Mercado, pois o fluxo de informações é tão importante quanto o fluxo físico. A combinação da crescente complexidade operacional e sofisticação tecnológica têm contribuído de forma decisiva para aumentar a demanda por Operadores Logísticos. Ao prestar serviços para um substancial número de terceiros, geram economias de escala, que viabilizam investimentos contínuos em ativos tecnológicos, e capacitação gerencial e operacional. Além disso, por estarem prestando serviços para um variado conjunto de empresas, pertencentes a diferentes setores, têm a oportunidade única de aprender com a experiência de terceiros, por meio de um processo contínuo de benchmarking. Como resultado, os Operadores Logísticos têm o potencial de operar com menores custos e oferecer melhores serviços do que operações executadas internamente.
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Auditoria operacional como ferramenta para aumento da competitividade e da lucratividade de operadores logísticos

Auditoria operacional como ferramenta para aumento da competitividade e da lucratividade de operadores logísticos

do século XX, agora, nos anos iniciais do século XXI, deveria ser uma premissa para as empresas que queiram competir num mercado com concorrência cada vez mais acirrada e clientes cada vez mais exigentes, de acordo com Coelho, Follmann e Rodríguez (2008). Conforme Wanke e Affonso (2010) o atual cenário globalizado, com cadeias de suprimentos cada vez mais complexas, impulsiona a exigência por melhores níveis de serviços, levando os Operadores Logísticos, elos importantes de tais cadeias, a buscarem constantemente formas de se manterem competitivos. Para Zinn (2012), a globalização cria uma pressão pela melhoria de qualidade e custos muito fortes, uma vez que, empresas que antes tinham poucos competidores locais agora enfrentam empresas do mundo todo. Segundo Batocchio e Minatogawa (2012), nos últimos anos, o nível de competição entre empresas exige grau de excelência em todas as direções e sentidos. Assim, com o passar do tempo, somente sobreviverão os Operadores Logísticos mais competentes. Tão importante é o conceito de qualidade total que até as empresas do terceiro setor (aquelas sem fins lucrativos) têm procurado utilizar as boas práticas de qualidade e produtividade. A este respeito, Mano (2011) informa que o grupo de trabalho de melhoria da gestão pública liderado pelo empresário Jorge Gerdau Johannpeter obteve, em 10 anos, ganhos de 14,2 bilhões de reais com aumento de receitas e corte de despesas em programas de choque de gestão, realizados em 11 governos estaduais e oito municípios, dando um retorno de 180 vezes o valor investido nos projetos de consultoria (boa parte deles financiada por mais de 200 empresários e executivos). No entanto, o que temos notado, na prática, no cenário da prestação de serviços logísticos no Brasil, é que muitos competidores, incluindo entre estes até empresas de grande porte, ainda operam com baixos níveis de qualidade e produtividade. Segundo Pardo e Brito (2011), o potencial de ganhos é enorme e o uso de boas práticas em logística interna é fundamental para o crescimento sustentável dos negócios.
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Trabalho standard: MTM e ergonomia: normalização de operadores logísticos Milk Run

Trabalho standard: MTM e ergonomia: normalização de operadores logísticos Milk Run

Este projecto iniciou-se após a alteração do layout da Linha Final número 5 da Secção 72, a linha mais exótica e com maior variabilidade de produtos. Assim, consequentemente faz com que tenha inúmeras referências com possibilidade de terem de ser abastecidas. Com o objectivo de se melhorar a eficiência da linha, aumentar a sua flexibilidade face à procura e poder-se facilmente variar o número de operadores em função do seu output foi necessária essa alteração de layout. Assim, outro dos objectivos dessa melhoria foi alterar e optimizar também a maneira como a linha era abastecida evitando-se que o material continuasse apenas a ser colocado junto da linha. Essa situação obrigava a que tivessem de ser os operadores da linha a sair do seu posto de trabalho e ir buscar o material para o abastecer o que influenciava, entre outros factores, também a própria produtividade da linha.
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Redução de custos logísticos na Alfatubo

Redução de custos logísticos na Alfatubo

O oitavo passo contempla a revisão das qualificações. Basicamente, pretende-se avaliar o desempenho do fornecedor no “serviço teste” e perceber se a sua filosofia e ética de trabalho se enquadra na estratégia e objetivos da empresa. Esta etapa foi aglutinada com o passo nove, implementação do processo de seleção e escolha do melhor candidato, porque se pretendia aumentar a base de fornecedores deste tipo de serviços, algo particularmente útil quando surgem encomendas imprevistas e urgentes para locais onde se torna difícil encontrar a um preço razoável um operador logístico disponível, devido à questão dos retornos. Desta forma, após a revisão das qualificações, selecionaram-se os melhores operadores logísticos, não eliminando todavia da tabela, aqueles cujo desempenho não foi o melhor. Pretende-se utilizar mais frequentemente aqueles cujo desempenho foi mais satisfatório, relegando os outros para serviços ocasionais, onde não exista melhor alternativa.
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