Organização Curricular

Top PDF Organização Curricular:

Avaliação dos cursos de licenciatura por egressos: contribuições à organização curricular

Avaliação dos cursos de licenciatura por egressos: contribuições à organização curricular

Em todos os cursos analisados, existe a expressão da necessidade de que o currículo ofertado proporcione maior vínculo com a educação básica, com a reali- dade das escolas. Nem sempre há a devida clareza de como se dá essa relação te- oria-prática. Ainda está presente a concepção de prática num sentido bastante res- trito, ou seja, uma percepção da prática como ação de intervenção no cotidiano da escola como aplicação da teoria, ou um descolamento da relação da teoria com a prática e vice-versa. Dessa forma, traduz-se como algo pontual, sem a possibili- dade ou intencionalidade de transformação da realidade escolar e da própria ação/ formação do acadêmico/docente. Tal fato é fruto de uma organização curricular em que os diferentes componentes não dialogam. Estabelece-se um isolamento das disciplinas, muitas vezes desvalorizando a reflexão sobre o contexto da escola.
Mostrar mais

13 Ler mais

Políticas de organização curricular para a escola pública em tempo integral: as lições de uma experiência

Políticas de organização curricular para a escola pública em tempo integral: as lições de uma experiência

Apresenta resultados de pesquisa qualitativa realizada em uma rede pública municipal de ensino do interior sul-rio-grandense, com o objetivo de acompanhar a implantação de escolas em tempo integral, focando, entre outros aspectos, a organização curricular para essa realidade. A pesquisa foi desenvolvida por meio da análise de conteúdo aplicada a fontes documentais e à revisão bibliográfica, dando conta de uma administração quadrienal (2005-2008). Durante o estudo, constatou-se que, em relação ao tema currículo, emergem indefinições que vão desde o conceito de educação integral até o elenco de conteúdos desenvolvidos. Como conclusão, o texto aponta que a escola em tempo integral tem uma significação expressa, em larga medida, pelo currículo conduzido/ organizado. Assim, definir questões mínimas para o currículo nas/para as escolas em tempo integral é importante tarefa política e pedagógica.
Mostrar mais

9 Ler mais

Organização curricular dos cursos de Educação Física no Paraná: características da licenciatura e do bacharelado.

Organização curricular dos cursos de Educação Física no Paraná: características da licenciatura e do bacharelado.

Para a licenciatura, a IES 2 cita em seu projeto pedagógico uma organização curricular, que se divide em quatro campos: dimensões pedagógicas; o movimento culturalmente construído; acadêmico profissionalizante; e dimensões epistemológicas. No entanto, não apresenta a matriz curricular baseada nesses campos, não justificando utilizar como orientação os campos citados. Nesse sentido, a distribuição das disciplinas divide-se em área principal (conhecimentos próprios da área relativa à docente), área básica (conhecimentos oriundas da educação física) e área complementar (conhecimentos advindos de áreas correlatas e enriquecedoras da formação). Isso demonstra certa falta de articulação entre o proposto no PP e a organização da matriz curricular. Além disso, não faz referência à Resolução CNE/CP n.01/2002 (BRASIL, 2002b) própria para a formação de professores.
Mostrar mais

14 Ler mais

Organização curricular baseada em competência na educação médica.

Organização curricular baseada em competência na educação médica.

Competência, para fins de organização de currículos na área de saúde, deve ser concebida como a ca- pacidade de mobilizar, articular e colocar em prática conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao desempenho efetivo das atividades requeridas no contexto do trabalho. Currículos orientados por competência devem alinhar metodologias de ensino-aprendizagem, práticas pedagógicas, diferentes contextos e cenários de aprendizagem, métodos de avaliação e atividades de pesquisa com esse princí- pio de organização curricular. Caracteristicamente, são centrados na busca ativa pelo conhecimento, interdisciplinaridade, integração teórico-prática e interação ensino-sociedade, trazendo o desenvolvi- mento da identidade profissional para o centro das atividades de aprendizado. Sua construção envolve, inicialmente, a identificação e definição das competências necessárias à boa prática profissional. Em se- guida, a definição de seus componentes e os níveis de desempenho. Posteriormente, deve ser elaborado um programa de avaliação que esteja prioritariamente a serviço do aprendizado (avaliação formativa) e que seja voltado para a detecção de conhecimentos, habilidades e atitudes assimilados pelos estudantes e não para sua classificação dentro de um grupo normativo.
Mostrar mais

7 Ler mais

A organização curricular do ensino médio integrado a partir do eixo estruturante: trabalho, ciência, tecnologia e cultura

A organização curricular do ensino médio integrado a partir do eixo estruturante: trabalho, ciência, tecnologia e cultura

Neste texto discutimos algumas possibilidades de organização curricular do ensino médio integrado a partir de seu eixo estruturante, trabalho, ciência, tecnologia e cultura. Realizamos o estudo a partir de revisão bibliográfica pertinente ao tema. Dividimos o texto em cinco partes: uma aproximação inicial, seguida de uma breve discussão acerca da integração entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura. Depois, discorremos sobre as relações entre o projeto político-pedagógico (PPP) e a organização curricular. Na quarta parte, alcançamos o objetivo central do trabalho que é discutir algumas possibilidades de organização curricular do ensino médio integrado. Finalmente, apresentamos algumas considerações finais, onde destacamos que para se avançar na direção de constituir o ensino médio integrado como política pública educacional é fundamental, dentre outros aspectos, a instituição de quadro próprio de professores, com a realização de novos concursos; a consolidação de planos de carreira em que seja prevista a dedicação exclusiva dos professores e a melhoria salarial; e a melhoria da estrutura física, material e tecnológica das escolas, especialmente nas redes estaduais.
Mostrar mais

19 Ler mais

A noção de competência enquanto princípio de organização curricular.

A noção de competência enquanto princípio de organização curricular.

O artigo tem como principal objetivo analisar a atual ascensão da noção de competência e sua influência nas reformas curriculares da educação básica. Busca compreender como estão sendo estruturados e formulados os currículos organizados em função da no- ção de competência e como estes estão sendo assimilados no discurso docente. Nesse sentido, apresenta o estudo de caso realizado no ensino noturno da Rede Municipal de Betim, que recentemente elaborou um currículo por competências, atualmente em fase de implementação nas escolas. Foram tomados como referência os pontos principais da proposta curricular oficial dessa rede, bem como do discurso de alguns professores no que se refere à incorporação da noção de competência no cotidiano escolar. Os resulta- dos do estudo indicam que a noção de competência é tomada como principal fator de organização curricular, assumindo papel de destaque ante os conteúdos a serem ensinados. No entanto, por ser uma noção plástica e polissêmica, não é compreendida pelos docentes, que acabam por relacioná-la aos mais diversos conceitos.
Mostrar mais

12 Ler mais

Organização curricular da matemática no Ensino Médio: a recursão como critério.

Organização curricular da matemática no Ensino Médio: a recursão como critério.

Resumo: Este ensaio teórico tem como objetivo fomentar discussões sobre a organização curricular da Matemática no Ensino Médio brasileiro, por intermédio da apresentação de resultados de pesquisas que convergem para a necessidade da quebra do paradigma organizacional linear, ilustrado por metá- foras como: do balde, do edifício e da cadeia de elos. Para superação deste modelo, apresentamos três outras metáforas – do currículo em espiral, do currículo em rede e do currículo fractal – que expres- sam uma forma relativamente nova de se conceber o conhecimento, em uma perspectiva pós-moderna e influenciada pela Teoria da Complexidade. Analisamos a recursão como um critério organizacional dos currículos de Matemática, contemplando o que nomeamos de aspectos inter e intramatemáticos. Concluímos que os conteúdos matemáticos podem ganhar mais significado quando amplamente con- textualizados em outras disciplinas e em outros blocos de conteúdo, bem como referenciando assun- tos já estudados em séries anteriores, porém, em novos contextos e em situações mais sofisticadas. Palavras-chave: Educação matemática. Currículo. Ensino Médio. Ensino de matemática. Recursão.
Mostrar mais

18 Ler mais

Educação e organização curricular em turismo no ensino superior português

Educação e organização curricular em turismo no ensino superior português

Dada a importância da qualificação do emprego no turismo, este artigo analisa os diferentes paradigmas da educação nesta área científica. Em particular, a dimensão histórica e a emergência destes paradigmas visa compreender a importância de cada um, nas perspectivas académica, económica, social e cultural. Neste contexto elege-se como objectivo principal, deste estudo, a significação do Turismo do ponto de vista da qualificação dos recursos humanos, tendo por quadro de referência o campo educativo e formativo. A definição deste objectivo conduz à análise, ao nível do ensino superior, da rede académica e da organização curricular, enquanto instrumentos importantes para a construção de estratégias para a qualificação do sector. As estratégias propostas visam melhorar o sistema educativo e formativo nacional, considerando as instituições públicas e as privadas. A eficiência deste sistema supõe a enunciação de estratégias académicas adequadas, com vista a atingir os objectivos da comunidade científica e dos restantes intervenientes no universo turístico.
Mostrar mais

10 Ler mais

Tempos e espaços na organização curricular: uma reflexão sobre a dinâmica dos processos escolares.

Tempos e espaços na organização curricular: uma reflexão sobre a dinâmica dos processos escolares.

RESUMO: O presente artigo apresenta uma reflexão sobre os conceitos de tempo e espa- ço na organização curricular com ênfase na dinâmica dos processos escolares. Destaca inicialmente como essas categorias foram concebidas durante a modernidade sob a influência do pensamento mecanicista/positivista, apontando as críticas que alguns pes- quisadores atuais fazem dessa concepção. O texto argumenta em defesa de uma releitu- ra desses mesmos conceitos na contemporaneidade, releitura essa que pode se traduzir em mudanças significativas nas formas de organização curricular na atualidade. Defende que a releitura dos conceitos de tempo e espaço curricular está sendo estimulada em con- textos que incluem a democratização da informação via WWW, a globalização econômi- ca, o desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação, a expansão da edu- cação a distância e, muito expressivamente, as contribuições trazidas pelas atuais aborda- gens sobre currículo e sobre infância.
Mostrar mais

20 Ler mais

PROJECTO CURRICULAR DE ESCOLA UM DESAFIO À ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DA ESCOLA

PROJECTO CURRICULAR DE ESCOLA UM DESAFIO À ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DA ESCOLA

Do ponto de vista metodológico, o presente estudo insere-se no quadro de uma investigação qualitativa, visto que se reveste de um carácter essencialmente descritivo em que a recolha de dados foi efectuada em contexto natural (escolar) e sob a forma de palavras, pelo que a análise foi efectivada de forma indutiva e exaustiva por forma a respeitar integralmente o seu valor. O processo desenvolvido na organização curricular das escolas em estudo foi privilegiado face aos resultados ou produtos obtidos. Como tal, a compreensão foi sobrevalorizada em prejuízo da avaliação e a fonte directa de dados decorreu no local de investigação, atendendo a que a acção é melhor compreendida quando observada no seu ambiente pelo próprio investigador, considerado um instrumento chave deste processo (Bogdan & Biklen, 1994). Com efeito, tendo em linha de conta as finalidades que nortearam esta investigação, desenvolvemos um projecto de trabalho que não consistia em verificar as possibilidades de generalização de determinados resultados nem mesmo averiguar ideias predeterminadas, mas antes descobrir caminhos para novos entendimentos (Sherman, 1988).
Mostrar mais

382 Ler mais

Reflexões acerca da organização curricular e das práticas pedagógicas na EJA.

Reflexões acerca da organização curricular e das práticas pedagógicas na EJA.

Superar esse entendimento formalista e cientificista do currículo, bus- cando entendê-lo como oriundo de múltiplos e singulares processos locais de tessitura curricular, requer o estudo e o interesse no fazer aparecer as alternativas curriculares efetivas construídas cotidianamente pelos sujeitos das práticas pedagógicas, e já em curso em muitas escolas/classes do Bra- sil inteiro. Uma prática curricular consistente somente pode ser encontrada no saber dos sujeitos praticantes do currículo, sendo, portanto, sempre tecida em todos os momentos e escolas/classes. Nessa perspectiva, emer- ge uma nova compreensão de currículo. Não se fala de um produto que pode ser construído seguindo modelos pré-estabelecidos, mas de um pro- cesso por meio do qual os praticantes do currículo ressignificam suas ex- periências a partir das redes de poderes, saberes e fazeres das quais parti- cipam. Esse processo, que se dá de múltiplas formas, tem gerado variadas possibilidades de organização curricular, algumas mais conhecidas e acei- tas, outras menos divulgadas, mas igualmente válidas enquanto manifesta- ções de alternativas práticas tecidas no cotidiano das escolas/classes. É, certamente, a elas que devemos nos dirigir para pensar nas possibilidades de tecer propostas curriculares voltadas para a superação dos problemas que denunciamos e buscamos explicar acima.
Mostrar mais

18 Ler mais

A aprendizagem ao longo da vida e a sua contextualização na organização curricular do 1º ciclo

A aprendizagem ao longo da vida e a sua contextualização na organização curricular do 1º ciclo

As competências de base para competências de base para competências de base para todos competências de base para todos todos (sub.1) surgem como uma das necessidades todos fundamentais para a concretização do paradigma da aprendizagem ao longo da vida também na documentação nacional. Neste sentido, a reorganização curricular do ensino básico ( Decreto-lei nº 6/2001, de 18 de Janeiro) estabelece o perfil de competências a privilegiar neste nível de ensino. Assim, manteve-se os conteúdos anteriormente leccionados mas adoptou-se o conceito de Gestão Flexível do Currículo. A ideia de competência (geral e específica) a desenvolver nos alunos até ao final do ensino básico e a possibilidade de os professores adequarem o currículo ao contexto em que trabalham passaram a ser ideias chave. Neste contexto, o processo de desenvolvimento do currículo nacional passa a ser entendido como o conjunto de aprendizagens e competências que integram conhecimentos, capacidades, atitudes e valores a desenvolver pelos alunos ao longo do ensino básico, de acordo com os objectivos consagrados na Lei de Bases do Sistema Educativo. Assistimos, assim, à introdução de áreas curriculares não disciplinares (Estudo Acompanhado, Formação Cívica e Área de Projecto), à consagração da Educação para a Cidadania, das TIC e da competência em Língua Materna como áreas transversais do currículo e à generalização do Inglês no 1º Ciclo.
Mostrar mais

184 Ler mais

Mudanças na estrutura curricular da educação básica do Brasil e de Portugal e a formação continuada dos professores

Mudanças na estrutura curricular da educação básica do Brasil e de Portugal e a formação continuada dos professores

Todavia, passados mais de 10 anos de implementação de um currículo por competências, o Ministério da Educação de Portugal concluiu que essa forma de organização curricular era a provável causadora do baixo desempenho das escolas nas avaliações (internas e externas) e recomendou alteração no currículo do en- sino básico em que um dos princípios norteadores era a “[...] promoção da melho- ria da qualidade do ensino” (PORTUGAL, 2012, p. 3.477); posteriormente, ficou sendo a essência do currículo a “[...] promoção do sucesso escolar e o aumento da qualidade de ensino” (PORTUGAL, 2013, p. 21.920). O currículo foi redefinido como “[...] o conjunto de conteúdos e objetivos que, devidamente articulados, constituem a base da organização do ensino e da avaliação do desempenho dos alunos” (PORTUGAL, 2012, p. 3.477). A justificativa que se apontava entre os re- formuladores era o fato de que a noção de competência nunca tinha sido bem absorvida pelos professores e que os conteúdos factuais, referentes à memória, tinham sido abolidos equivocadamente (DAMIÃO; FESTAS, 2012).
Mostrar mais

13 Ler mais

A organização do ensino de matemática no primeiro ano do ensino fundamental

A organização do ensino de matemática no primeiro ano do ensino fundamental

A presente investigação se vincula a pesquisa contemplada pelo Projeto Observatório da Educação intitulada: “Educação matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental: Princípios e práticas da organização do ensino". Esta pesquisa é realizada pelo Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Atividade Pedagógica – GEPAPe/FEUSP e objetiva investigar as relações entre o desempenho escolar dos alunos, representado pelos dados do INEP, e a organização curricular de matemática nos anos iniciais do ensino fundamental. Nossa participação está voltada para a organização do ensino de matemática no contexto da ampliação do ensino fundamental para nove anos no Brasil. A promulgação da Lei de n° 11274/2006, que dispõe a duração do ensino fundamental de nove anos, conduz a relevantes questões para o cenário educacional atual, pois, além de consolidar a política de ampliação do acesso à educação às crianças de 6 anos, é importante assegurar a elas um processo educativo que respeite o tempo da infância e seja consoante à adequação tanto das condições materiais quanto da organização pedagógica, tendo em vista a formação integral da criança. Neste sentido, pretendemos caracterizar a organização do ensino de matemática no primeiro ano do ensino fundamental, a partir de três principais eixos: dos principios, das propostas e do material didático. Apresentamos, inicialmente, os princípios representados pelos documentos legais e de orientação oficial para o ensino de nove anos. As propostas serão indicadas por documentos da Secretaria Municipal de Educação que se constitui o lócus desta pesquisa e por orientações do material didático adotado pela mesma rede. Para observar aspectos da atividade pedagógica, direcionamos nosso olhar para os exercícios de matemática selecionados no material didático voltado ao primeiro ano do ensino fundamental. Esta base material nos dará subsídios para investigar como os princípios e as propostas que orientam a organização curricular no ensino de nove anos se apresentam nos conteúdos propostos no material didático, tornando legítimo, na escola, o que é legalizado pelos documentos, no percurso de efetivação do currículo. Nossos resultados indicam a não existência de um projeto de educação matemática para a infância, bem como a ausência de propostas que contemplem a educação das crianças de 6 anos no ensino fundamental. Portanto, a implantação do ensino de nove anos, vista por muitos como a esperança de um movimento de renovação curricular, se estabeleceu como síntese de um fazer pedagógico direcionado para antecipar as necessidades do mercado e do capital no âmbito de um projeto de sociedade capitalista.
Mostrar mais

155 Ler mais

AVANÇOS CURRICULARES NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

AVANÇOS CURRICULARES NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Em termos da organização curricular, Lopes e Macedo (2011) destacam como características do progressivismo de Dewey os conceitos de inteligência social e mudança. A educação tinha como objetivos colaborar para a construção de uma sociedade mais harmônica e democrática, contribuindo para diminuir as desigualdades sociais produzidas pelo processo de urbanização e industrialização na sociedade da época. As autoras apresentam como pontos distintivos desse currículo o foco na resolução de problemas sociais e o valor imediato para o educando das experiências e das aprendizagens em vez de uma possível utilidade no futuro. “Nesse sentido, o progressivismo se constitui como uma teoria curricular única que encara a aprendizagem como um processo contínuo e não como uma preparação para a vida adulta” (LOPES E MACEDO, 2011, p.23). Uma contribuição importante do progressivismo para o currículo é o seu alerta para a fragmentação do conhecimento. Dewey, em 1910, ao escrever sua obra Como pensamos, faz uma denúncia ao estado de compartimentalização enfrentado pela escola mediante a multiplicação de matérias.
Mostrar mais

23 Ler mais

CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO NO CURSO DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO TOCANTINS-UNITINS

CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO NO CURSO DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO TOCANTINS-UNITINS

Nacional de Educação 2014-2024, estratégia 12.7, a qual determina que no mínimo 10% da carga-horária total dos currículos de graduação sejam destinadas às atividades de extensão. Com isso, o processo de curricularização da extensão foi desenvolvida por meio da participação ativa dos docentes, alunos e comunidade, sendo a organização curricular da extensão direcionada para a inserção do aluno no contexto social, cultural e econômico da região. Para isso das 4.000 horas totais do curso, 400 horas foram destinadas às ações de extensão, tendo sido distribuídas em seis disciplinas eixo. Palavras-chave: Extensão Universitária. Curricularização da Extensão. Currículo.
Mostrar mais

7 Ler mais

CHRISTIANE MOLINA CAMILO GEOMETRIA NOS CURRÍCULOS DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE À LUZ DOS

CHRISTIANE MOLINA CAMILO GEOMETRIA NOS CURRÍCULOS DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE À LUZ DOS

Euclidianista , Quase-empirista e Construtivista são identificados na trajetória particular do ensino de Geometria e qual a implicação disso para a organização curricular na Educaç[r]

184 Ler mais

Open O programa escola de gestores na UFPB: olhares e propostas dos gestores egressos

Open O programa escola de gestores na UFPB: olhares e propostas dos gestores egressos

Destacamos também a organização curricular do curso (anexo II), no qual, dispõe de um projeto pedagógico bastante consistente no que se refere à organização curricular de to[r]

113 Ler mais

A formação de professores de línguas na encruzilhada: instâncias decisórias e documentos de referência

A formação de professores de línguas na encruzilhada: instâncias decisórias e documentos de referência

Por outro lado, os ciclos de estudos que conferem a habilitação profissional para a docência contemplam, nos regulamentos e nos objetivos e resultados de aprendizagem das unidades curriculares que o plano de estudos, os aspetos apresentados nos Princípios gerais sobre a formação de educadores e professores da Lei de Bases do Sistema Educativo (n.º 1 do Art.º 33), bem como as dimensões que conformam o Perfil geral de desempenho profissional do educador de infância e dos ensinos básico e secundário, que aparece no Anexo ao Decreto-Lei n.º 240/2001. Os mecanismos para que esta relação coerente entre a legislação e a organização curricular e regulamentar do ciclo de estudos seja cumprida são salvaguardados por entidades internas à instituição do ensino superior (no caso da Universidade do Porto, que é aquele que conheço melhor, a Vice-Reitoria de Formação e Organização Académica), bem como externas, como é o caso da acima referida A3ES.
Mostrar mais

19 Ler mais

Formação inicial de professores e o curso de Pedagogia: reflexões sobre a formação matemática .

Formação inicial de professores e o curso de Pedagogia: reflexões sobre a formação matemática .

O que foi identificado por meio da organização curricular do curso vai ao encontro da análise de Curi (2005), que verificou que os cursos de graduação em Pedagogia elegem as questões met[r]

18 Ler mais

Show all 8863 documents...