Organização Mundial da Saúde (OMS)

Top PDF Organização Mundial da Saúde (OMS):

Pesquisa Mundial de Saúde: aspectos metodológicos e articulação com a Organização Mundial da Saúde.

Pesquisa Mundial de Saúde: aspectos metodológicos e articulação com a Organização Mundial da Saúde.

No ano 2000, o Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) foi dedicado à proposição de uma metodologia para a avaliação de desempenho dos sistemas de saúde dos países membros. O Relatório 2000 trouxe à agenda da OMS o compro- metimento com os objetivos louváveis de avaliação dos sistemas de saúde, monito- ramento das desigualdades em saúde e al- cance da equidade no financiamento da saúde. Entretanto, o instrumental utiliza- do foi exposto a inúmeras críticas, tanto de cunho metodológico como conceitual. Como parte deste processo, para suprir informações sobre o estado de saúde das populações, a OMS propôs a elaboração da Pesquisa Mundial de Saúde (PMS) em vá- rios países membros. No Brasil, a PMS foi conduzida no ano de 2003, e objetivou es- tabelecer parâmetros consistentes para avaliar o estado de saúde da população e a assistência prestada de acordo com as ex- pectativas da população usuária, além de mensurar as desigualdades socioeco- nômicas em saúde. O inquérito foi reali- zado em 5000 indivíduos com 18 anos e mais de idade, em âmbito nacional. A amostragem foi realizada em três estági- os. No primeiro, foram selecionados 250 setores censitários, com probabilidade proporcional ao tamanho. Em cada setor, foram selecionados 20 domicílios, por amostragem inversa. Em cada domicílio, um morador adulto foi selecionado com eqüiprobabilidade. O questionário modu- lar, originalmente desenvolvido pela OMS, foi adaptado para se adequar às caracte- rísticas do nosso meio. Nesse artigo, são descritos os aspectos metodológicos da pesquisa e o processo de articulação com a Organização Mundial da Saúde para a condução da PMS no Brasil.
Mostrar mais

9 Ler mais

A organização mundial da saúde: do controle de epidemias à luta pela hegemonia.

A organização mundial da saúde: do controle de epidemias à luta pela hegemonia.

Re s u m o Este artigo tem o objetivo de discutir o s u rg i mento da Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma agência especializada de âmbi- to internacional, seu funcioname n t o, os princi- pais marcos históricos e políticos e as estratégias de luta pela hegemonia no cenário sanitário inter- nacional. Foi realizada uma pesquisa bibliogr á- fica e documental através de documentos da OMS, d i s c u rsos de seus dire t o res ge r a i s, textos de ap re- sentação institucional, artigos e editoriais. Dois m o mentos fundamentais na influência da OMS nas políticas de saúde internacionais foram iden- t ificados: o Programa Saúde para Todos (2000) e a política pro m ovida pela gestão Gro - B r u n d t l a n d (1998-2002) na direção da OMS, período em que são realizadas profundas transformações nas po- líticas de saúde internacionais e, em especial, em que há a necessidade de estabelecer nexos me t o- dológicos e políticos com as estratégias de glo- balização da economia e com as políticas de saú- de globais 2 .
Mostrar mais

26 Ler mais

Assistência em um centro de parto segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Assistência em um centro de parto segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Centros de parto consituem modelo que adota tecnologia apropriada na assistência à parturiente. O objeivo foi caracterizar a assistência intraparto em um centro de parto extra-hospitalar quanto às práicas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estudo descriivo sobre 1.079 partos assisidos de 2006 a 2009 na Casa do Parto de Sapopemba, São Paulo, Brasil. Os resultados mostraram ausculta intermitente (média=7 controles); posi- ção materna no expulsivo semissentada (82,3%), lateral (16,0%), outras (1,7%); aceitação da dieta (95,6%); acompanhante (93,3%); até três exames vaginais (85,4%); banho de aspersão (84,0%), deambula- ção (68,0%), massagem (60,1%), exercí- cios com bola suíça (51,7%); amniotomia (53,4%); ocitocina na dilatação (31,0%), banho de imersão (29,3%), ocitocina no expulsivo (25,8%) e episiotomia (14,1%). Concluiu-se que os proissionais do centro de parto uilizam práicas recomendadas pela OMS, contudo existem práicas cujo uso pode ser reduzido, tais como amnioto- mia, administração de ocitocina, episioto- mia e posição semissentada no expulsivo.
Mostrar mais

8 Ler mais

A transição de saúde pública 'internacional' para 'global' e a Organização Mundial da Saúde.

A transição de saúde pública 'internacional' para 'global' e a Organização Mundial da Saúde.

Em contraste com a crescente autoridade do Banco Mundial, nos anos 80 o prestígio da Organização Mundial da Saúde estava começando a diminuir. Um sinal de dificuldade foi o voto, em 1982, da Assembléia Mundial da Saúde pelo congelamento do orçamento da OMS (Godlee, 1994a, b). A isso seguiu-se a decisão dos Estados Unidos, em 1985, de pagar apenas 20 por cento da sua contribuição fixada para todas as agências da ONU, e de suspender sua contri- buição ao orçamento regular da OMS, em parte como protesto con- tra o Essential Drug Program (Programa de Medicamentos Essen- ciais) da OMS, ao qual se opuseram as principais empresas farma- cêuticas baseadas nos Estados Unidos (ibidem, p. 1492). Esses even- tos ocorreram em meio a crescentes tensões entre a OMS, a Unicef e outras agências, e à controvérsia sobre ‘atenção primária à saúde’ – ‘seletiva’ versus ‘integral’. Como parte de um rancoroso debate público conduzido nas páginas de Social science and medicine, em 1988, Kenneth Newell, alto funcionário da OMS e arquiteto do Comprehensive Primary Health Care (Atenção primária integral à saúde), chamou o Selective Primary Health Care (Atenção primária seletiva à saúde) de “ameaça ... [que] pode ser entendida como uma contra-revolução” (Newell, 1988).
Mostrar mais

25 Ler mais

Recente contribuição da Organização Mundial de Saúde para o controle da tuberculose na infância.

Recente contribuição da Organização Mundial de Saúde para o controle da tuberculose na infância.

O artigo comenta a pioneira e recente publicação da Organização Mundial da Saúde denominada Guidance for National Tuberculosis Programmes on the Management of Childhood Tuberculosis in Children, buscando divulgar aspectos que tem interesse na prática dos profi ssionais de saúde. Estabelece-se paralelo entre a América Latina e o continente africano no que diz respeito à co-infecção TB-HIV e a tuberculose infantil.

4 Ler mais

Crise e reforma da organização mundial da saúde.

Crise e reforma da organização mundial da saúde.

Em abril de 2009, a DG da OMS declarou que a epide- mia de gripe A (H1N1), surgida no México com a denomi- nação de gripe suína, era uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). Foi a primeira vez que a nova versão do já citado RSI, adotado em 2005, foi utilizada. Ela aporta uma mudança importante: em lugar de prever o combate a doenças específicas, como as ver- sões anteriores, ele cria essa nova categoria da ESPII, foca- da na definição de “ameaça”. Note-se que a conversão dos temas de saúde pública em temas de segurança tem sido presença constante na literatura (Nunes, 2014, p. 5). Grosso modo, o destravamento das longas negociações da nova ver- são do RSI foi motivado, entre outras razões, por dois gran- des eventos: os atentados de 11 de setembro de 2001, em Nova York, e outros ataques que a eles se seguiram, com o uso de antraz, e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), ocorrida entre os anos de 2002 e 2003, que deu ao mundo uma ideia de quais seriam as dimensões de uma pandemia na era da globalização (Ventura, 2013a, pp. 152- 54). Na perspectiva da Organização, “o fato de considerar doenças infecciosas como ameaças para a segurança mun- dial e nacional oferece a possibilidade de obter uma dire- ção política de alto nível para apoiar a planificação inter- setorial necessária” (OMS, 2005, p. 4). Em outras palavras, os ministérios da saúde passariam a ter, nessas crises, maior peso interministerial. Por outro lado, não se pode deixar de questionar os efeitos da submissão da saúde pública à lógica da segurança internacional.
Mostrar mais

34 Ler mais

Atuação das Organizações Internacionais no combate a pandemia de COVID-19

Atuação das Organizações Internacionais no combate a pandemia de COVID-19

cerca de trezentas mil pessoa morreram desde o primeiro caso e são mais de quatro milhões infectados. Com o objetivo de conter o contágio de COVID- 19 no dia 11 de março de 2020 a OMS (Organização Mundial da Saúde), declarou pandemia de COVID-19. Nesta oportunidade recomendou medidas para que chefes de estado de seus países membros e até os não fossem, decretassem em seu respectivo Estado. Diversos países decretaram em seu país a quarentena, deixando apenas serviços considerados essenciais em funcionamento.

8 Ler mais

Mortalidade infantil e contexto socioeconômico no Ceará, Brasil, no período de 1991 a 2001.

Mortalidade infantil e contexto socioeconômico no Ceará, Brasil, no período de 1991 a 2001.

O propósito de redução da mortalidade infantil ganhou grande impulso com a Conferência de Alma- Ata, realizada sob os auspícios da Organização Mundial da Saúde (OMS), na antiga União Soviética, em 1978, quando se reconheceu a atenção primária como a chave para alcançar um nível mínimo satisfatório de saúde. Os representantes das 134 nações presentes nessa conferência firmaram o compromisso de "Saúde para todos no ano 2000", ocasião em que a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) foi eleita como um dos mais importantes indicadores de saúde, traçando-se metas para sua queda até o ano 2000, principalmente para os países subdesen- volvidos e em desenvolvimento. 2,3
Mostrar mais

8 Ler mais

ARTIGO ESPECIAL SPECIAL ARTICLE

ARTIGO ESPECIAL SPECIAL ARTICLE

O Estudo Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE) foi inicialmente idealizado pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) como um inquérito multicêntrico para traçar o perfil das condições de vida e saúde das pessoas idosas em sete centros urbanos na América Latina e Caribe, conduzido em Bridgetown (Barbados), Buenos Aires (Argentina), Cidade do México (México), Havana (Cuba), Montevidéu (Uruguai), Santiago (Chile) e São Paulo (Brasil) durante o período de outubro de 1999 a dezembro de 2000. O SABE é o segundo inquérito multicêntrico patrocinado pela OPAS, sendo o primeiro a Encuesta de Necesidades de los ancianos (ENA), desenvolvida durante a década de 1980 em 12 áreas urbanas também da América Latina e Caribe.
Mostrar mais

21 Ler mais

Cad. Saúde Pública  vol.33 suppl.3 csp 33 s3 e00126115

Cad. Saúde Pública vol.33 suppl.3 csp 33 s3 e00126115

O consumo de tabaco é um dos principais responsáveis por diferentes tipos de câncer e outras enfermidades relacionadas a esse uso. Em 2003, a Assembleia Mundial de Saúde adotou a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde (CQCT-OMS), a qual visa a proteger os cidadãos das consequências sanitárias, sociais, ambientais e econômicas gera- das pelo consumo e pela exposição à fumaça do tabaco. A Convenção deveria ser ratificada pelos países membros da OMS e, no caso brasileiro, sua ratifi- cação envolveu o Congresso Nacional, que realizou audiências públicas nas principais cidades produtoras da erva. Neste trabalho, analisa-se esse processo decisório à luz dos diferentes interesses, posições e atores sociais envolvidos. Em termos metodológicos, trata-se de um estudo qualitativo fundamentado em pesquisa documental baseada, sobretudo, nas notas taquigráficas das au- diências públicas. São analisados os interesses e os argumentos apresentados favoráveis e contrários à ratificação. O artigo demonstra que, apesar de pre- cedida por intensos debates, a decisão final favorável à ratificação foi tomada por um grupo restrito de agentes públicos, caracterizando um processo decisó- rio que se assemelha a um funil.
Mostrar mais

11 Ler mais

Está disponível o relatório sobre a situação mundial da segurança no trânsito em 2018, da Organização Mundial da Saúde - Mobilitas

Está disponível o relatório sobre a situação mundial da segurança no trânsito em 2018, da Organização Mundial da Saúde - Mobilitas

% road traffic deaths involving alcohol — National motorcycle helmet law Yes Applies to drivers and passengers Yes Helmet fastening required Yes Helmet standard referred to and/or specif[r]

424 Ler mais

ANEXO 1 RECOMENDAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE NO ATENDIMENTO A PARTO

ANEXO 1 RECOMENDAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE NO ATENDIMENTO A PARTO

O início da frase realça uma espécie de qualificação da paciente para o parto normal (Tu tem tudo) como se o tipo de parto escolhido fosse algo que dependesse somente da gestante, de sua saúde física e de sua vontade. Por meio dessa construção, a médica está, em um nível inconsciente, talvez, se desresponsabilizando pela tomada de decisão no momento do nascimento, ela coloca sobre a mulher a inteira responsabilidade pelo resultado a ser obtido. Se for normal, ótimo, mérito da mulher; se for cesárea, foi a mulher (e seu corpo) que não ‘conseguiu’ o parto vaginal.
Mostrar mais

22 Ler mais

Atención comunitária a personas con transtornos psicóticos

Atención comunitária a personas con transtornos psicóticos

A Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), Oficina Re- gional da Organização Mundial de Saúde (OMS), organizou e editou o livro “Atención comunitária a personas con transtor- nos psicóticos” com a finalidade de servir como um guia operativo para os serviços voltados ao tratamento e à reabilitação de por- tadores de transtornos psicóticos na América Latina, bem como dar subsídios para a reforma psiquiátrica.

2 Ler mais

Por uma agenda global pós-Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Por uma agenda global pós-Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Sistemas Universais de Saúde/Cobertura Universal em Saúde vêm centralizando desejos e esforços de múltiplos atores e instituições, em especial no contexto de iniciativas carreadas pe- las Nações Unidas para o período pós-2015. A saúde e com ela a Cobertura Universal tem como objeto chave o fato de que elas figuram entre os onze temas prioritários definidos pela Secretaria Geral das Nações Unidas que contemplam: ini- quidades; educação; saúde; governança; conflito e fragilidade; crescimento e emprego; sustenta- bilidade ambiental; fome, nutrição e seguran- ça alimentar; dinâmica populacional; energia e água. Nesse sentido, recebeu destaque em vários fóruns, dentre os quais o espaço de discussão es- truturado pela Organização Mundial de Saúde/ OMS, Fundo das Nações Unidas para a Infância/ UNICEF, UNAIDS/Joint United Nations Program on HIV/AIDS e Governos da Suécia e Botswana para a consulta global sobre saúde 6 . Em que pe-
Mostrar mais

8 Ler mais

IMPORTÂNCIA DAS AÇÕES PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DA SÍNDROME METABÓLICA

IMPORTÂNCIA DAS AÇÕES PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DA SÍNDROME METABÓLICA

Por fim, os resultados obtidos ratificam as diretrizes e dados publicados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), nos quais se observam que os maiores riscos associados e com grande impacto no aparecimento da SM são marcados pela idade, sexo, pressão arterial, colesterol total, diabetes, HDL-colesterol, sobrepeso ou obesidade.

13 Ler mais

um tema para a cooperação internacional em recursos humanos para a saúde :: Brapci ::

um tema para a cooperação internacional em recursos humanos para a saúde :: Brapci ::

Entre os temas dos recursos humanos em saúde vêm recebendo maior atenção as condições de trabalho e os riscos para a saúde dos trabalhadores, dentre os quais, de acordo com o Relatório Mundial da Saúde de 2006, consta a violência no trabalho. A partir do estudo da literatura e de documentos oficiais, o presente artigo procura evidenciar a relevância do problema e identificar elementos para elaboração de estratégias de cooperação internacional nesse tema. Estudos mostram que as agressões podem ultrapassar largamente 50% dos trabalhadores. A Organização Mundial da Saúde defende que a violência seria resultado da interação complexa de diversos fatores, onde se destacam as condições e a organização do trabalho e a interação trabalhador-agressor. Unidades de saúde situadas em locais de maior vulnerabilidade podem apresentar maior risco de violência para seus trabalhadores com implicações inclusive para a fixação de profissionais nessas áreas. Limitações no conhecimento sobre o tema e diferenças regionais justificam a estratégia do estabelecimento de redes entre trabalhadores, usuários, gestores, comunidades e academia para o seu enfrentamento. No Brasil, existem diversas iniciativas dessa natureza. A internacionalização dessas experiências configura oportunidade para a pontencialização tanto dessas redes como da cooperação horizontal em recursos humanos em saúde.
Mostrar mais

7 Ler mais

Rev. Saúde Pública  vol.16 número2

Rev. Saúde Pública vol.16 número2

Assim sendo, e visando propiciar soluções adequadas para esse grave problema mundial, em dezembro de 1976 a Organização Mundial da Saúde juntamente com o Banco Mundial e o Programa das N[r]

2 Ler mais

Cad. Saúde Pública  vol.23 número4

Cad. Saúde Pública vol.23 número4

A estratégia de cooperação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde para as Américas inclui como objetivo central o fortalecimento dos sis- temas nacionais de saúde, por intermédio de um triplo enfoque: resolver a agenda incon- clusa, em especial assegurando a extensão do acesso a produtos e serviços de qualidade; proteger as realizações alcançadas, enfatizando a sustentabilidade das políticas sociais; enfrentar os novos desafios, entre os quais podemos incluir como assegurar acesso a novos produtos, como regular o mercado farmacêutico frente à nova Biotecnologia, Genômica e Proteômica. Também consideramos os novos marcos regulatórios que estão sendo impos- tos aos países da região na negociação de tratados de livre comércio (TLC) mais restritivos que os acordos globais subscritos no âmbito da Organização Mundial do Comércio, em especial o Acordo TRIPS.
Mostrar mais

1 Ler mais

O papel das Classificações da OMS - CID e CIF nas definições de deficiência e incapacidade.

O papel das Classificações da OMS - CID e CIF nas definições de deficiência e incapacidade.

A Organização Mundial de Saúde tem hoje duas classificações de referência para a descrição dos estados de saúde: a Classifi- cação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, que cor- responde à décima revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) e a Clas- sificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). A utilização da CIF vem sendo aguardada com grande expectativa pelas organizações de pessoas com deficiências e instituições relaciona- das. A falta de definição clara de “deficiên- cia” ou “incapacidade” tem sido apontada como um impedimento para a promoção de saúde de pessoas com deficiência. É importante que essas definições, especial- mente no âmbito legislativo e regulamen- tar, sejam consistentes e se fundamentem num modelo coerente sobre o processo que origina as situações de incapacidade. Este artigo tem como objetivo apresentar elementos da CID-10 e da CIF, e o papel que desempenham para definir deficiência e incapacidade. Os componentes da CIF podem contribuir para diferentes campos de aplicabilidade no que diz respeito ao entendimento das definições de deficiência ou incapacidade a partir do conceito de fun- cionalidade e dos fatores contextuais.
Mostrar mais

12 Ler mais

“GORDOFOBIA”: UMA ABORDAGEM PELA ÓTICA DA NUTRIÇÃO COMPORTAMENTAL

“GORDOFOBIA”: UMA ABORDAGEM PELA ÓTICA DA NUTRIÇÃO COMPORTAMENTAL

Como descrito pelo DATASUS (1994), há uma classificação criada pela Organização Mundial da Saúde que padroniza doenças de forma a facilitar a comunicação entre profissionais. De tal modo, a sigla CID expressa ‘’classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde’’. De acordo com o conceito estipulado pelo CID 10-E66 (código para classificação da obesidade), existem seis subtipos de obesidade. São eles: obesidade em si, obesidade devido a excesso de calorias, obesidade induzida por drogas, obesidade extrema com hipoventilação alveolar e obesidade não especificada. A complexidade da doença inicia-se já em sua própria classificação oficial e padrão.
Mostrar mais

15 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados