Orientações técnicas

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Orientações técnicas sobre o controlo da dor nos recém-nascidos (0 a 28 dias) – Normas de Orientação Clínica

Orientações técnicas sobre o controlo da dor nos recém-nascidos (0 a 28 dias) – Normas de Orientação Clínica

O Programa Nacional de Controlo da Dor (PNCDor), aprovado por Despacho da Ministra da Saúde, de 8 de Maio de 2008, previa, nas suas estratégias de intervenção, a criação e divulgação de orientações técnicas junto dos profissionais de saúde e a implementação de programas eficientes de controlo da dor, com o objetivo da melhoria efetiva da qualidade de vida dos doentes com dor.

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Orientações técnicas sobre o controlo da dor crónica na pessoa idosa – Normas de Orientação Clínica

Orientações técnicas sobre o controlo da dor crónica na pessoa idosa – Normas de Orientação Clínica

O controlo da dor implica a utilização de associações medicamentosas que são potencialmente  geradoras de efeitos colaterais. Contudo, a polimedicação pode ser necessária para minimizar [r]

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SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DA EQUIPE DE PROFISSIONAIS DOS ABRIGOS: O HIATO ENTRE O PRESCRITO E O REAL.

SELEÇÃO, CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DA EQUIPE DE PROFISSIONAIS DOS ABRIGOS: O HIATO ENTRE O PRESCRITO E O REAL.

Resumo Objetivou-se verificar se as percepções da equipe de profissionais dos abrigos para jovens acer- ca das dificuldades no trabalho estariam relacionadas às deficiências na seleção, capacitação e formação con- tinuada. Foi realizada uma pesquisa qualitativa em dois abrigos localizados na cidade do Rio de Janeiro, entre 2008 a 2010. As 47 entrevistas com profission- ais dos abrigos e as observações de campo nas oficinas em grupo foram transcritas. A análise dos dados iden- tificou pontos críticos que podem gerar violências, interferir no manejo das tarefas e agravar os riscos psi- cossociais, comprometendo a saúde mental dos cui- dadores e jovens assistidos. Ao se confrontar seus re- latos com as recomendações contidas nas Orientações técnicas para os serviços de acolhimento para crianças e adolescentes, conclui-se que, embora esse documento possibilite mapear as ações dos profissionais e nortear as melhores formas para realizarem a tarefa de acolher, ele precisa ser assimilado e vivenciado para reduzir a distância entre o prescrito e a realidade.
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BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA NA ESCOLA: UM PROGRAMA DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA NO COMBATE À POBREZA E DESIGUALDADE SOCIAL EM ARAGUAÍNA-TO

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA NA ESCOLA: UM PROGRAMA DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA NO COMBATE À POBREZA E DESIGUALDADE SOCIAL EM ARAGUAÍNA-TO

Com base nas Orientações Técnicas (2009, p. 09), o CRAS é caracterizado como a principal porta de entrada para os serviços socioassistenciais do SUAS, isto é, “possibilita o acesso de um grande número de famílias à rede de proteção social de assistência social”. Estes serviços possuem caráter preventivo, protetivo e proativo, desde que o programa possua espaço físico e equipe de referência capacitada. O programa tem a função de referência que se concretiza quando a equipe processa as demandas de vulnerabilidade e risco social diagnosticadas e detectadas no município, a fim de que possa garantir ao usuário do programa o acesso à renda, programas e projetos, de acordo com a complexidade de cada situação. O município de Araguaína, possui três unidades do CRAS, localizadas em regiões distintas e periféricas da cidade.
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ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI E O OLHAR QUE IMPRIMEM SOBRE O SUJEITO: O PERCURSO HISTÓRICO PERCORRIDO ATÉ O RECONHECIMENTO COMO SUJEITO DE DIREITOS

ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI E O OLHAR QUE IMPRIMEM SOBRE O SUJEITO: O PERCURSO HISTÓRICO PERCORRIDO ATÉ O RECONHECIMENTO COMO SUJEITO DE DIREITOS

O Caderno de Orientações Técnicas: Serviço de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, evidência um estudo realizado pelo CONANDA/IBAM em 2013 que destaca que o adolescente que comete o[r]

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Evasão nas unidades de acolhimento: discutindo seus significados.

Evasão nas unidades de acolhimento: discutindo seus significados.

Dessa forma, também segundo o documento Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes ( Conselho Nacional de Defesa da Criança e do Adolesce[r]

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“TEM VÁRIOS BRAÇOS PRA COMER ARROZ”: O RECURSO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PELAS CRIANÇAS

“TEM VÁRIOS BRAÇOS PRA COMER ARROZ”: O RECURSO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PELAS CRIANÇAS

Assim, crianças e adultos, destinam o recurso do Programa de acordo com suas necessidades, que nem sempre são as prescritas nas orientações técnicas, como bem enfatizou Welington, ao d[r]

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Perspectivas de análise da prática de ensino

Perspectivas de análise da prática de ensino

A aproximação da prática de ensino pela perspectiva de inter- complementaridade entre o técnico e o politico se dá em estudos que relêem as orientações técnicas, superando os reducionismos e simplificações tecnicistas, como também os pressupostos ideológicos da neutralidade, e que entendem a prática social como princípio e fim da prática de ensino e motivo maior da competência docente.

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– PósGraduação em Letras Neolatinas

– PósGraduação em Letras Neolatinas

B- igual você, você, assim, a escola adota um livro didático às vezes o professor nem tem como participar, da mesma forma que tem aquelas orientações no início do livro, orientações did[r]

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Estratégias de orientações psicoeducacionais para familiares de deficientes.

Estratégias de orientações psicoeducacionais para familiares de deficientes.

O presente trabalho teve como objetivo propiciar o estabelecimento de uma proposta de intervenção psicoeducacional, em encontros sistemáti- cos, com os respectivos pais e/ou familiares de deficientes, na tentativa de se estabelecer um “espaço” de discussão sobre as problemáticas relacio- nadas ao processo educacional. Participaram desse projeto 30 familiares de alunos com deficiências, sendo 21 pais de alunos com deficiência au- ditiva e 9 pais de alunos com deficiência física, que freqüentavam atendi- mento pedagógico no Centro de Estudos da Educação e Saúde (Cees – Unesp/ Marília). Após a implementação do programa de orientações psicoeducacionais a familiares e, conseqüentemente, do acompanhamen- to das atividades realizadas, verificamos que a realização desse programa, além de orientar os familiares sobre os aspectos educacionais, favoreceu o esclarecimento de algumas questões concernentes ao desenvolvimento global de indivíduos com necessidades educacionais especiais; a popula- ção investigada confirmou a carência de programas de orientações psicoeducacionais em serviços públicos, manifestando dificuldade em ter acesso a profissionais e locais que oferecem esse tipo de suporte. Os re-
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Representações sociais, relações intergrupais e cognição social.

Representações sociais, relações intergrupais e cognição social.

Numa revisão de literatura sobre as represen- tações sociais, Vala (1993) sistematizou as principais diferenças entre as orientações da cognição social e as orientações na análise das re[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TEORIA E PESQUISA DO COMPORTAMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TEORIA E PESQUISA DO COMPORTAMENTO

Com relação aos relatos dos profissionais quanto às maiores dificuldades percebidas nos cuidadores para a adesão ao tratamento, algumas corresponderam ao que foi descrito pelos próprios cuidadores como: dificuldade de acesso ao serviço, realização de exames e financeira. Entretanto, os profissionais destacaram dificuldades apresentadas pelos cuidadores que são de responsabilidade da equipe como: (1) a falta de informações consistentes que possibilitem o cuidador analisar as contingências do tratamento, o que poderia estar favorecendo o seguimento de orientações de terceiros, (2) a falta de uma ótima interação entre os membros da equipe e os cuidadores, o que acarretava no auto-relato pouco fidedigno sobre o tratamento, (3) a superproteção da criança, o que poderia estar sendo ocasionada pelo não esclarecimento sobre o prognóstico da patologia e (4) a falta de interesse dos cuidadores, que poderia estar relacionada com as dificuldades oferecidas pelo Programa ao cuidador. Resultados como estes confirmam a literatura de que o ambiente promove ou dificulta a adesão, dependendo do funcionamento do sistema de saúde, acesso aos recursos do sistema de saúde, características da doença e de seu tratamento (WHO, 2003).
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Nós e suturas em vídeo-cirurgia: orientações práticas e técnicas.

Nós e suturas em vídeo-cirurgia: orientações práticas e técnicas.

RESUMO – Introdução - A realização de suturas e nós é das mais difíceis manobras cirúrgicas em videolaparoscopia. A habilidade de realizá-las durante os procedimentos videolaparoscópicos determinou grande expansão nas indicações laparoscópicas, bem como permitiu aos cirurgiões realizarem procedimentos de maior complexidade com mais segurança. O treinamento deve seguir as mesmas orientações do ensino de procedimentos básicos. Para tanto, meios podem ser encontrados no comércio ou serem confeccionados pelo cirurgião. Objetivo – Dar atualização aos nós e técnicas de suturas usadas em videocirurgia. Métodos - Descreve-se as técnicas mais práticas e usadas em nosso meio com figuras demonstrativas de como realizá-las. Conclusão - Existe uma lacuna importante da literatura científica na descrição e demonstração das diferentes técnicas de sutura em videocirurgia, como também existem muitas modalidades técnicas para a confecção de nós cirúrgicos. O seu conhecimento é importante para permitir ao cirurgião a escolha adequada nas diferentes situações e estratégias cirúrgicas existentes. A sistematização técnica dos nós e suturas em videocirurgia torna o procedimento mais fácil e seguro e deve ser cada vez mais divulgado.
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Dinâmicas formativas e avaliação do impacto numa associação de desenvolvimento local : uma abordagem preliminar

Dinâmicas formativas e avaliação do impacto numa associação de desenvolvimento local : uma abordagem preliminar

demanda: “A educação é da e para a sociedade”, que se encontra entre dois pólos que se opõem mas que ao mesmo tempo se sustentam, “Ela é vítima da pobreza e ao mesmo tempo a força para a saída da pobreza”. Ou seja, a educação é o meio para sair da pobreza e conseguir alcançar os objectivos da EPT, onde o cidadão é actor participante da sua aprendizagem e na sociedade, mas ao mesmo tempo, pode ser vítima dela, ao não ter a acesso à educação, ou por vontade própria ou por influencia familiar e cultural não ter intenção de aprender. “Como se pode romper com o círculo vicioso: Há pouco dinheiro para a educação devido a pobreza e há pobreza porque as pessoas não possuem as competências necessárias para produzir em quantidade e qualidade necessária?” (Barbosa, 2006, p. 5). Como refere o autor, a pobreza cria desigualdades tanto entre países como dentro do próprio país, aos níveis da tomada de decisão, de participação e de injustiça. É portanto, necessário que os governantes mundiais e nacionais assumam a EPT como pleno direito, e para isso será necessário adequar os conteúdos curriculares às necessidades sociais, económicas individuais dos cidadãos, tendo em conta as suas experiências de vida, nunca descurando dos aspectos culturais e das tradições, e aperfeiçoando as metodologias e as técnicas, para que o principal activo da aprendizagem seja o aluno, e se ultrapasse a ideia de que os alunos de classe desfavorecida, estão destinados e estereotipados a um trabalho na sua classe social e não numa classe superior.
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Contribuições da otimização de funções polinomiais no ensino médio utilizando recursos...

Contribuições da otimização de funções polinomiais no ensino médio utilizando recursos...

No desenvolvimento deste trabalho procuramos seguir as orientações dos documentos oficiais do estado de São Paulo e as orientações curriculares nacionais no que se referem à re[r]

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USO PEDAGÓGICO DO BLOG NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE ESPANHOL

USO PEDAGÓGICO DO BLOG NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE ESPANHOL

Em 2005, numa segunda tentativa de uso do blog com uma professora de inglês, embora tendo clareza da necessidade de ter uma proposta pedagógica para uso do blog, ainda não sabia exatamente como desenhá-la, apesar de já ter lido bastante sobre como usar o blog em projetos escolares, ter buscado dicas e orientações na própria web ou com colegas. Essa clareza quanto ao caminho para desenvolver uma proposta de trabalho com o blog para o ensino-aprendizagem de idiomas somente aconteceu ao freqüentar a disciplina intitulada Elaboração e Avaliação de Material Didático para Contexto Presencial e Digital do Programa de Pós-Graduação em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem da PUC-SP, ministrada pela Profa. Dra. Rosinda de Castro Guerra Ramos, no primeiro semestre de 2006.
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Brincadeira e Música: orientações necessárias

Brincadeira e Música: orientações necessárias

Este trabalho pressupõe a complexidade do brincar e da música estarem presentes no cotidiano da educação básica. Primeiramente apresentam-se conceitos sobre brincadeira e brinquedos e um breve resumo de algumas pesqui- sas que se referem ao tema. Em seguida, apresentam-se algumas contribuições de educadores musicais que discutem música e brincadeira e as orientações nacionais. Conclui-se que o tema é rico, complexo e que ainda há muito espaço para debates e reflexões, porém, sente-se necessidade da inclusão de cursos de formação musical e pedagógico-musical para todos os educadores que atu- am principalmente na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental.
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ARGUMENTAÇÃO E ORIENTAÇÕES DISCURSIVAS NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS.

ARGUMENTAÇÃO E ORIENTAÇÕES DISCURSIVAS NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS.

Considerando essa problemática, propomos, como alternativa, uma abor- dagem que invista nas articulações desses outros modos de organização, com objetivos didáticos atualizados, por meio de procedimentos discursivos didáticos empreendidos por professores engajados na atividade docente (VIEIRA, 2011; VIEIRA; KELLY; NASCIMENTO, 2012). Nessa abordagem, recorremos à pers- pectiva da linguística textual (ADAM, 1992, 2008; BRONCKART, 1999) e da pragmática textual (WERLICH, 1976), visando distinguir os modos de organiza- ção da linguagem relevantes para uma compreensão mais plena da prática docente. Nossa posição é que esses modos podem ser utilizados como meios para caracterizar determinadas formas de estruturação da linguagem no e pelo discurso, o que temos chamado de “orientações discursivas”. Nessa perspectiva, vamos de- senvolver uma discussão sobre as contribuições que a tríade analítica “orientação discursiva / objetivos didáticos / procedimentos discursivos didáticos” oferece para analisar as interações discursivas em aulas de ciências.
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Orientações motivacionais de alunos do curso de biblioteconomia.

Orientações motivacionais de alunos do curso de biblioteconomia.

O valor de utilidade é um dos componentes da va- lorização, na perspectiva da Teoria Expectativa-Valor, e consiste na percepção da utilidade de uma atividade para a realização de planos futuros. Essa constatação permite-nos reletir sobre a questão do controle externo, pois se consi- derarmos que um aluno realiza uma tarefa pelo seu valor de utilidade, logo, uma orientação externa, será que este tipo de regulação do comportamento prejudicaria as orientações motivacionais intrínsecas? Os resultados desta pesquisa parecem revelar que não houve prejuízos para a motivação intrínseca, tendo em vista que o desempenho dos alunos foi maior na avaliação dos tipos mais autônomos de moti- vação (motivação por regulação introjetada, por regulação identiicada e motivação intrínseca). Dessa forma, os resul- tados encontrados são coerentes e conirmam a alegação de Husman e Lens (1999) de que a Perspectiva de Tempo Futuro e a percepção de instrumentalidade não prejudicam a motivação intrínseca, desde que o grau de regulação do comportamento seja interno, ou seja, integrado ao self.
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