Óxido nítrico

Top PDF Óxido nítrico:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NEUROCIÊNCIAS E BIOLOGIA CELULAR DETECÇÃO DA ATIVIDADE E IMUNOLOCALIZAÇÃO DA ENZIMA ÓXIDO NÍTRICO SINTASE EM Leishmania (Leishmania) amazonensis E Leishmania

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NEUROCIÊNCIAS E BIOLOGIA CELULAR DETECÇÃO DA ATIVIDADE E IMUNOLOCALIZAÇÃO DA ENZIMA ÓXIDO NÍTRICO SINTASE EM Leishmania (Leishmania) amazonensis E Leishmania

As leishmanioses são protozoonoses causadas por parasitos do gênero Leishmania e estão distribuídas por diversas partes do mundo. Essa patologia se manifesta sobre diversas formas clínicas: Leishmaniose visceral (LV), Leishmaniose cutânea (LC) e Leishmaniose cutaneomucosa (LM). O parasito Leishmania apresenta duas formas evolutivas: a forma promastigota, de vida livre, e a forma amastigota, intracelular obrigatório, presente principalmente nas células fagocíticas mononucleadas. A inibição do crescimento ou destruição dos parasitos dentro da célula hospedeira é um mecanismo fundamental para erradicar a infecção. A inibição dos efeitos leishmanicidas do macrófago parece estar relacionada com a capacidade de algumas espécies em inibir a produção de óxido nítrico (NO). Estudos recentes têm mostrado que algumas espécies de Leishmania possuem a capacidade de produzir NO a partir de uma forma constitutiva da enzima Óxido Nítrico Sintase (cNOS). Este trabalho tem como objetivo detectar e localizar a enzima cNOS presente em promastigotas de Leishmania (Leishmania) amazonensis e Leishmania (Viannia) braziliensis. Para isto, o presente estudo utilizou citometria de fluxo, a qual permitiu quantificar a produção de NO nos parasitos, evidenciando a maior atividade da enzima cNOS em Leishmania (L.) amazonensis quando comparada com a espécie Leishmania (V.) braziliensis. Foi realizada a imunomarcação das formas promastigotas com o anticorpo anti-cNOS para observar a localização ultraestrutural da enzima por microscopia eletrônica de transmissão (MET), posteriormente a co-marcação com os anticorpos anti-cNOS e anti-GAPDH para confirmar a provável compartimentalização desta enzima em organelas glicossomais. Os resultados sugerem que a produção de NO por diferentes espécies de Leishmania é um processo localizado em organelas glicossomais com a captura do aminoácido L- arginina da célula hospedeira, o sequestro deste substrato priva o hospedeiro de sintetizar o NO exógeno danoso ao parasito. Esta modulação sugere mais um mecanismo de escape que os protozoários tripanossomatídeos apresentam durante a complexa interação parasito-hospedeiro.
Mostrar mais

52 Ler mais

O óxido nítrico e as fosfodiesterases na maturação de oócitos bovinos

O óxido nítrico e as fosfodiesterases na maturação de oócitos bovinos

O óxido nítrico (NO) é um mensageiro químico encontrado em diversos tipos celulares como células endoteliais, neurônios e macrófagos. A síntese do NO é realizada pela ação da enzima óxido nítrico sintase (NOS). Um dos mecanismos de ação do NO é dado pela ativação da enzima guanilato ciclase solúvel (GCs), resultando na produção de monofosfato cíclico de guanosina (GMPc), um mensageiro secundário nessa via de sinalização celular. O GMPc por sua vez é capaz de modular a atividade de algumas fosfodiesterases (PDEs), enzimas responsáveis pela degradação do GMPc e de outro nucleotídeo cíclico, o monofosfato cíclico de adenosina (AMPc). O objetivo deste trabalho foi investigar os efeitos da elevação dos níveis de NO por meio do doador de óxido nítrico (SNAP) e o uso de inibidores de diferentes isoformas de fosfodiesterases no meio de cultivo durante a maturação in vitro (MIV) de oócitos bovinos sobre a retomada da meiose, concentração de NO e níveis de GMPc e AMPc. Deste modo, os complexos cumulus-oócito (CCOs) bovinos foram cultivados por até 9 horas com o doador de NO (SNAP – 10 -7 M)
Mostrar mais

77 Ler mais

Utilização do óxido nítrico como terapêutica: implicações para a enfermagem.

Utilização do óxido nítrico como terapêutica: implicações para a enfermagem.

O óxido nítrico (NO) é um gás que transmite sinais no interior do organismo. Essa transmissão de sinal se dá através de sua síntese e liberação em diferentes tipos celulares. Após ser liberado difunde-se através da membrana da célula vizinha regulando a função da mesma. Esse mecanismo representa um princípio totalmente novo no que se refere a sistemas biológicos de tradução de sinal. Os pesquisadores responsáveis pela descoberta do NO como uma molécula sinalizadora foram agraciados com o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 1998. Esta descoberta vem revolucionando a medicina dando origem a novos tratamentos para problemas antigos. Neste trabalho revisamos a participação do NO em algumas patologias, dentre elas a sepse, hipertensão arterial e hipertensão pulmonar. Serão abordados ainda, aspectos importantes sobre a prestação de cuidados de enfermagem à pacientes submetidos à essas terapias.
Mostrar mais

7 Ler mais

de sensores eletroquímicos para detecção de molinato e óxido nítrico

de sensores eletroquímicos para detecção de molinato e óxido nítrico

obtenção de uma meso-metaloporfirina, a partir de uma meso-porfirina base livre, macromolécula derivada do Líquido da Casca da Castanha de Caju (LCC), subproduto do agronegócio do caju. A obtenção dessas espécies seguida de estudos preliminares da modificação da superfície do eletrodo de ouro com a meso-metaloporfirina de cobre com aplicação para sensor de NO (Óxido Nítrico) também compõe os objetivos desse trabalho. A partir do processo de metalação,foi sintetizada uma meso-metaloporfirina utilizando Cu (II) como centro metálico, a partir da macromolécula base livre, e testes voltamétricos foram realizados utilizando o eletrodo de ouro, em meio de diclorometano e PTBA 0,1 mol L -1 , obtido a 100 mV s -1 .Estudos foram realizados a cerca do comportamento eletroquímico dos filmes formados em presença de NO em meio aquoso de Na 2 SO 4 0,5 mol L -1 obtendo o voltamograma cíclico para o eletrodo de ouro
Mostrar mais

94 Ler mais

Participação do óxido nítrico no desenvolvimento colinérgico e glutamatérgico em...

Participação do óxido nítrico no desenvolvimento colinérgico e glutamatérgico em...

Teorias recentes sobre o funcionamento do sistema nervoso partem do conceito de que as mudanças neurais relacionadas com a regulação positiva ou negativa das conexões sinápticas são mediadas por atividades covariantes de elementos pós-sinápticos e pré-sinápticos. Estes contatos sinápticos quando ativados fortemente são mantidos, enquanto os fracamente ativados são eliminados. Uma conseqüência deste mecanismo é que, em um dado volume de tecido cerebral, terminais axônicos com padrão de atividade sincrônico tendem a se agregar no mesmo domínio espacial, enquanto terminais assincrônicos se separam em um espaço distinto. Este mecanismo é capaz de explicar como padrões temporais e espaciais de atividade neural podem resultar na construção topograficamente ordenada dos mapas neurais durante o desenvolvimento. Para que haja a segregação de terminais sinápticos sincronizados em um determinado domínio espacial, é necessário um tipo de sinalização espacial (Contestabile, 2000). Diversos estudos têm demonstrado que o óxido nítrico (NO) é importante durante o desenvolvimento neural, agindo como sinalizador espacial no processo de refinamento das projeções axônicas e no estabelecimento das conexões sinápticas.
Mostrar mais

69 Ler mais

Diferentes papéis do óxido nítrico com ênfase nas neoplasias.

Diferentes papéis do óxido nítrico com ênfase nas neoplasias.

O ON é gerado por uma família de isoenzimas expressas em uma grande variedade de células de mamíferos, através da catálise enzimática do aminoácido essencial L-arginina (MONCADA et al., 1991; SPRINGALL, 1995). A catálise enzimática da reação do aminoácido L-arginina e oxigênio, que resulta na formação de L-citrulina e Óxido Nítrico, é feita por enzimas que são constitutivas (cONS) ou induzidas (iONS). As cONS são enzimas que estão presentes em muitas células; sua liberação depende da concentração intracelular de cálcio/calmodulina e, uma vez liberadas, sintetizam ON por curtos períodos. O ON formado por esta via participa de muitos processos homeostáticos. Por outro lado, as iONS independem da concentração intracelular de cálcio, e são liberadas por macrófagos poucas horas após sua ativação e também por outras células sob ação de citocinas. As iONS sintetizam ON por longos períodos (MONCADA et al., 1991). Uma terceira isoforma das enzimas que geram ON foi descrita e está expressa em neurônios (ONS1), células endoteliais (ONS3) ou induzida nos macrófagos sob ação de citocinas (ONS2) (KNOWLES & MONCADA, 1994). A atividade das enzimas, constitutiva e a induzida, pode ser inibida
Mostrar mais

8 Ler mais

Efeito oxidativo do óxido nítrico e infertilidade no macho.

Efeito oxidativo do óxido nítrico e infertilidade no macho.

O óxido nítrico (ON) é um gás formado em meio aquo- so através da conversão da arginina, na presença de oxi- gênio e diversos co-fatores, em citrulina e ON pela ação da óxido nítrico-sintetase (ONS) (Figura 3) (13). Sua mo- lécula é lábil e de grande difusibilidade, sintetizada de for- ma regulada. O ON participa de mecanismos fisiológicos muito importantes, agindo como mensageiro intracelular no controle do tônus vascular, na neurotransmissão, na produção de hormônios, na diferenciação celular, na ex- pressão gênica e na ativação de células do sistema imune (19). Estas ações dependem da produção local e da dis- ponibilidade da ONS, já que o ON é rapidamente consu- mido (20). A enzima que controla a produção do ON foi encontrada sob três formas homólogas: iONS (indutora), eONS (endotelial) e nONS (neuronal) (22). A forma nONS está contida em neurônios que são encontrados em várias localizações no hipotálamo e, em particular, nos núcleos paraventricular e supra-óptico, cujos axônios se projetam para a eminência mediana e se estendem até o lobo neural da hipófise (18). O tipo iONS foi relatado em células do sistema imune. Sua atividade apresenta-se elevada em quadros inflamatórios, em função do aumento do núme- ro das células de defesa (16).
Mostrar mais

6 Ler mais

Participação do óxido nítrico na hipertensão do avental branco

Participação do óxido nítrico na hipertensão do avental branco

Hipertensão do avental branco significa uma elevação persistente da pressão arterial no consultório médico ou clínica, com pressão normal em quaisquer outras circunstâncias. Existem diversos questionamentos a respeito da origem, significado clínico, prognóstico e tratamento desta manifestação. Em relação à etiologia, nossa hipótese é que uma alteração endotelial, resultando em deficiência na produção ou utilização de óxido nítrico endógeno, constitua um fator primário para a ocorrência da hipertensão do avental branco. Este estudo, desenvolvido entre moradores do município de Dumont - São Paulo, Brasil, teve como objetivos caracterizar os participantes em relação a fatores demográficos, alterações fisiológicas e metabólicas para posteriormente identificar e comparar os níveis plasmáticos de nitrato - produto da degradação do óxido nítrico – entre os sujeitos da pesquisa. De uma amostra de 441 voluntários, selecionamos 109 indivíduos, que foram divididos em três grupos: normotensão (n o =58), hipertensão essencial (n o =33) e hipertensão do
Mostrar mais

103 Ler mais

Caracterização do sintase do óxido nítrico de Leishmania infantum

Caracterização do sintase do óxido nítrico de Leishmania infantum

A formação do óxido nítrico (NO) parece ser essencial em todas as células vivas, dados os inúmeros processos de sinalização e defesa em que esta molécula participa [30-32]. Em tripanossomatídeos, a síntese do NO e as vias de sinalização envolvidas têm sido pouco exploradas. Existem evidências na literatura que referem a produção de NO em algumas espécies de Leishmania e Trypanosoma [28,29], mas nunca foi identificado um gene que codifica para o enzima sintase do óxido nítrico nestes parasitas. Em L. infantum, foi já demonstrada a existência de nitrosilação de proteínas, isto é, uma modificação em resíduos de cisteína causada pelo NO, associada a modulação da função/actividade de proteínas (M. Sousa Silva, dados não publicados). Estes resultados demonstram a capacidade de produção endógena de óxido nítrico e constituem um forte indício da presença do enzima sintase do óxido nítrico. Em mamíferos, e noutros organismos, este enzima catalisa a reacção de formação do NO a partir da L -arginina, tendo como cofactores a tetrahidrobiopterina (BH 4 ), o FAD e FMN
Mostrar mais

83 Ler mais

Padronização de modelo experimental de artrite na articulação  induzida por zymozan em ratos e estudo do papel do óxido nítrico

Padronização de modelo experimental de artrite na articulação induzida por zymozan em ratos e estudo do papel do óxido nítrico

Padronização de modelo experimental de artrite na articulação temporomandibular induzida por zymosan em ratos e estudo do papel do óxido nítrico/ Hellíada Vasconcelos Chaves.-[r]

124 Ler mais

Efeitos renais promovidos pelo veneno da serpente Bothrops atrox e liberação sistêmica de óxido nítrico

Efeitos renais promovidos pelo veneno da serpente Bothrops atrox e liberação sistêmica de óxido nítrico

As serpentes do gênero Bothrops são responsáveis pela maior parte dos acidentes ofídicos ocorridos no Brasil, representando um sério problema de saúde pública pela freqüência com que ocorrem e pela morbidade e mortalidade que ocasionam. Envenenamento por serpente Bothrops atrox conduz à alteração sistêmica que é responsável pela causa preliminar de morte após acidente ofídico. Esse trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos farmacológicos do veneno bruto da serpente Bothrops atrox (VBA) na perspectiva de elucidação dos mecanismos fisiopatológicos causados aos tecidos. Primeiramente, avaliou-se as ações do VBA no sistema de perfusão renal, no qual o órgão era exposto à peçonha de B. atrox para se avaliar as possíveis alterações dos parâmetros renais. Após a perfusão renal, os rins foram submetidos à análise histológica. Os parâmetros foram analisados pelo ANOVA e Student t-test, com p<0,005. Os resultados encontrados demonstraram que VBA promoveu diminuição significativa na pressão de perfusão (PP) e na resistência vascular renal (RVR). O fluxo urinário (FU) e o ritmo de filtração glomerular (RFG) aumentaram significativamente. Foi observado aumento e diminuição do percentual de transporte de cloreto e sódio, respectivamente. As alterações histológicas dos rins perfundidos foram discretas, indicando presença de material proteináceo nos glomérulos e túbulos. Realizou-se uma investigação da participação do óxido nítrico (NO) nos efeitos sistêmicos causados por VBA, em um experimento in vivo. Houve um aumento na produção de nitrito no sangue dos animais tratados com VBA. Efetuou-se o bloqueio farmacológico com L-NAME e o aumento na produção de nitrito foi abolida. Através desses resultados conclui-se que o VBA causa alteração nos parâmetros renais e induz aumento na produção de óxido.
Mostrar mais

85 Ler mais

Efeitos cistométricos da castração hormonal e administração diária de tadalafila em camundongos com  detrusora induzida pela deficiência crônica de óxido nítrico

Efeitos cistométricos da castração hormonal e administração diária de tadalafila em camundongos com detrusora induzida pela deficiência crônica de óxido nítrico

Estudos têm avaliado a relação entre os níveis de andrógenos e a resposta ao uso de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 no tratamento da disfunção erétil e STUI. A possibilidade dos andrógenos participarem na regulação da expressão e atividade da fosfodiesterase a nível do músculo detrusor foi questionada após a descoberta desta “andrógeno-dependência” ser comprovada em experimentos com corpos cavernosos e vasos deferentes (MORELLI et al., 2004 e 2006; ZHANG et al., 2005; MANCINA et al., 2005). Fillipi et al. (2007) foram os primeiros a demonstrar in vitro que faixas de bexiga extraídas de ratos castrados eram mais sensíveis ao relaxamento induzido por nitroprussiato de sódio e menos responsivas ao inibidor da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5) Vardenafila, sugerindo que estados de hipogonadismo poderiam reduzir a atividade da PDE5. Nesse mesmo estudo, observou uma significativa redução na expressão gênica da PDE5 após castração cirúrgica que foi, posteriormente, recuperada com a reposição de testosterona. A autora comparou o uso contínuo de Vardenafila com a Tansulosina em modelos experimentais de ratos com obstrução infra- vesical induzido por ligadura parcial da uretra. Neste modelo de obstrução, a Vardenafila diminuiu o número de contrações involuntárias observadas em uma extensão semelhante à Tansulosina. Os resultados sugerem que a PDE5 estimula positivamente a atividade do detrusor in vitro e in vivo e que sua inibição pode melhorar a hiperatividade, amplificando a sinalização do óxido nítrico.
Mostrar mais

49 Ler mais

Análise estrutural do domínio de  à carboidrato da lectina de Canavalia brasiliensis e sua relação na indução da produção de óxido nítrico.

Análise estrutural do domínio de à carboidrato da lectina de Canavalia brasiliensis e sua relação na indução da produção de óxido nítrico.

Lectinas podem ser definidas como proteínas de origem não imune que possuem pelo menos um domínio não catalítico que se liga reversivelmente de maneira específica a mono ou oligossacarídeos. Dentre as lectinas de origem vegetal, as lectinas de leguminosas são as mais estudas, em especial as lectinas pertencentes subtribo Diocleinae. As lectinas da subtribo Diocleinae apresentam um alto grau de similaridade em sua seqüência primária e estrutura tridimensional, mas apresentam diferentes intensidades em suas atividades biológicas em que são aplicadas, como a indução da produção de óxido nítrico. A estrutura da recém cristalizada lectina de Canavalia brasiliensis (ConBr) objetiva esclarecer como essas variações ocorrem baseado na geometria dos resíduos que compõe o domínio de reconhecimento á carboidrato (DRC). A lectina de Canavalia brasiliensis foi purificada e cristalizada pelo método de difusão de vapor a 293 K. Cristais adequados foram obtidos na condição contendo 200 mM de cloreto de sódio, 100 mM de hepes pH 8.5 e 1.8 M e sulfato de amônio. O cristais apresentam um grupo espacial ortorrômbico I222, a cela unitária tem dimensões de a=68.3 Å, b=73.0 Å, c=99.5 Å e ângulos de α = = = 90º, sendo observado um monômero na unidade assimétrica e um conteúdo de 49.5 % de solvente. O refinamento satisfatório apresentou um “R factor ” e “R free ” de respectivamente 20.4% e 25.3%. Foram determinados parâmetros no
Mostrar mais

71 Ler mais

Pré-eclâmpsia precoce e tardia: avaliação de ADMA, GMPc e polimorfismos da sintase do óxido nítrico

Pré-eclâmpsia precoce e tardia: avaliação de ADMA, GMPc e polimorfismos da sintase do óxido nítrico

Dessa forma, foi avaliada a inibição competitiva da sintase do NO, pela determinação da ADMA plasmática (inibidor competitivo da síntese de óxido nítrico), a inibição da ati[r]

113 Ler mais

Óxido nítrico: revisão.

Óxido nítrico: revisão.

que EDRF e óxido nítrico eram indistinguíveis na atividade biológica, estabilidade química e susceptibilidade à inibidores ou potencialização e que ambos tinham sua ação inibida pela hemoglobina e potencializada por superóxido dismutase. Porém, alguns autores alegaram que a forma ativa do EDRF não era o NO, mas um precursor do NO ou um tiol derivado do NO 3 . O óxido nítrico foi escolhido como a molécula

7 Ler mais

Papel do óxido nítrico no desenvolvimento de lesões cardíacas na fase aguda da infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi.

Papel do óxido nítrico no desenvolvimento de lesões cardíacas na fase aguda da infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi.

Na resposta inflamatória, o papel das citocinas na susceptibilidade e resistência à infecção pelo Trypanosoma cruzi ainda não foi totalmente elucidado. O interferon gama (IFN-γ), é considerado uma citocina protetora, especialmente na fase aguda pela capacidade de ativar a expressão da sintase do óxido nítrico induzível 7 26 32 . Sozinho

5 Ler mais

Revisão sobre óxido nítrico.

Revisão sobre óxido nítrico.

A última linha de pesquisa referida estava associada à investigação do mecanismo de ação de neurotransmisso- res. Ferrendelli et al. (14) demonstraram que o glutamato, um conhecido neurotransmissor, provocava um aumento de GMPc no sistema nervoso central. Miki et al. (40) de- monstraram a ativação da guanilato ciclase cerebral pelo NO. Nessa mesma época, foi constatada a presença de um fator endógeno, de baixo peso molecular, capaz de ativar a GC em sinaptossomas do cérebro de rato (10, 66). Posteriormente, o ativador endógeno da GC em cé- lulas de neuroblastoma foi identificado (11). Naturalmen- te, nessa época não havia, ainda, qualquer conhecimento do NO como molécula mensageira e tampouco da sua formação a partir da arginina. O estabelecimento da via L-arginina:NO(49) e do paralelismo entre síntese de NO e acúmulo de GMPc (53) nas células endoteliais levou vári- os grupos a pesquisar a existência desta via no sistema nervoso central. Em 1989, foi confirmada a produção de NO no sistema nervoso (6, 30) e demonstrado que o glutamato é o mediador da liberação de NO por recepto- res N-metil-d-aspartato (NMDA) estimulados (16). No ano seguinte, foi isolada do cerebelo de rato e purificada uma isoforma da enzima responsável pela formação de NO, a óxido nítrico sintase (NOS).
Mostrar mais

8 Ler mais

Uso do óxido nítrico em pediatria.

Uso do óxido nítrico em pediatria.

e especificamente inativado pela hemoglobina, fazendo com que seu efeito vasodilatador fique restrito à vasculatu- ra pulmonar e não haja efeitos sistêmicos. Devido a sua meia-vida curta em sistemas biológicos, o NO não tem efeito sobre os compartimentos extravasculares. Entretan- to, derivados estáveis podem prolongar seus efeitos, o que é consistente com o achado de aumento na concentração de nitratos uma hora após o término da administração do gás 6 . Além dos efeitos hemodinâmicos, o óxido nítrico inala- tório (NOi) pode exercer ações antiinflamatórias e anti- trombóticas generalizadas sobre leucócitos e plaquetas. Essas ações são dose-dependentes, de forma que tanto o excesso quanto a deficiência do gás têm sido implicados na gênese ou na evolução de muitas doenças importantes. Em altas concentrações (> 80 – 100 partes por milhão) o NOi tem efeitos pró-inflamatórios e pró-oxidantes, aumentando a produção macrofágica de fator de necrose tumoral alfa, interleucina 1 e espécies reativas de oxigênio 7,8 . Em até 80
Mostrar mais

10 Ler mais

Óxido nítrico e exercício: uma revisão .

Óxido nítrico e exercício: uma revisão .

O NO é primeiramente referenciado como um fator de relaxamento do endotélio (FURCHGOTT; ZAWADZKI, 1980) é biossintetizado do aminoácido L-arginina, oxigênio e uma variedade de cofatores mediada pela enzima óxido nítrico sintase (NOS) (COLLIER; VALLANCE, 1991), é também um radical livre, gasoso, inorgânico, incolor, que possui sete elétrons do nitrogênio e oito do oxigênio, tendo um elétron desemparelhado (BECKMAN; KOPPENOL, 1996). Até meados da década de 1980, o NO foi considerado apenas membro de uma família de poluentes ambientais indesejáveis e carcinógenos potenciais (DUSSE; VIEIRA; CARVALHO, 2003). O interesse pelas funções biológicas do NO foi consequente ao desfecho simultâneo, de três linhas de pesquisa absolutamente independentes, que culminaram
Mostrar mais

13 Ler mais

Óxido nítrico e tolerância ao arsênio em aguapé

Óxido nítrico e tolerância ao arsênio em aguapé

O NO pode ser sintetizado, principalmente, pela enzima sintase do óxido nítrico (NOS) que, apesar de ser bem caracterizada em animais, em plantas ainda não foi comprovada sua existência, porém a sua atividade tem sido detectada em vários tecidos vegetais (Guo et al., 2003; Corpas et al., 2006; Crawford et al., 2006; Leach et al., 2010). Outra enzima envolvida na síntese de NO é a redutase do nitrato (NR) que possui função primordial de converter nitrato a nitrito para a assimilação de nitrogênio, mas pode também converter nitrito a NO, numa via dependente de NADPH, em resposta a estresse abiótico (Wang et al., 2010).
Mostrar mais

39 Ler mais

Show all 848 documents...