Pacientes internados

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ASSOCIAÇÕES ENTRE O DIAGNÓSTICO PROSPECTIVO E RETROSPECTIVO DO ESTADO NUTRICIONAL E A EVOLUÇÃO CLÍNICA DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

ASSOCIAÇÕES ENTRE O DIAGNÓSTICO PROSPECTIVO E RETROSPECTIVO DO ESTADO NUTRICIONAL E A EVOLUÇÃO CLÍNICA DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

Apesar da ampla demonstração dos prejuízos do comprometimento do estado nutricional sobre a evolução clínica de pacientes portadores de doenças aguda ou crônica, na prática clínica pouca atenção tem sido dada à alimentação hospitalar. A constatação desta condição histórica tem permitido a pesquisadores da área concluir que a alimentação hospitalar deve ser avaliada como um grave problema a ser enfrentado no campo das ações de atenção nutricional (GARCIA, 2006). Em adição, devido à complexidade das questões relativas ao cuidado nutricional de pacientes hospitalizados, também tem sido concluído que é necessário um diagnóstico das ações dos profissionais das diferentes categorias que contribuem para o desenvolvimento e/ou agravamento da DPE entre pacientes hospitalizados. Estas questões têm levado a formação de grupos de estudo entre pesquisadores, dirigentes hospitalares e profissionais responsáveis por setores de Nutrição e Dietética de hospitais de vários países europeus, com o intuito de reduzir o comprometimento do estado nutricional entre pacientes internados (LJUNGQVIST et al., 2010).
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Declínio da mobilidade dos pacientes internados em unidade de terapia intensiva.

Declínio da mobilidade dos pacientes internados em unidade de terapia intensiva.

Além de tentar promover o tratamento da doença e ga- rantir uma sobrevida aos pacientes internados nas UTI, é também responsabilidade da equipe multiproissional não subestimar a capacidade de mobilidade dos pacientes du- rante a internação. A internação na UTI, por si só, traz um porcentual de risco para uma maior morbidade, como o de- clínio da capacidade de se movimentar para atividades bási- cas do dia a dia, já que há associação com períodos de imo- bilidade, secundário a quadros clínicos agudos, uso de seda- tivos e drogas vasoativas, cateteres e terapia de substituição renal, entre outros, os quais diicultam a mobilização. (11-13)
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Perfil socioeconômico de pacientes internados por acidente vascular encefálico

Perfil socioeconômico de pacientes internados por acidente vascular encefálico

É crescente o número de pessoas com acidente vascular encefálico (AVE), sendo importante a realização de estudos com esta população. O objetivo do estudo foi analisar os fatores socioeconômicos nos pacientes internados por AVE. Estudo transversal, realizado com 91 pessoas com AVE, em um hospital de Fortaleza. Dados coletados de outubro de 2007 a abril de 2008, por meio de um formulário. O AVE isquêmico foi mais freqüente (42,9%) e a média de idade foi superior a 60 anos. Estes pacientes eram predominantemente do sexo feminino (54,9%), aposentados (59,3%), católicos (87,9%), viviam com companheiro (54,9%) e procedentes do interior (59,3%). Em relação à escolaridade e à renda a mediana foi 1,0 ano. Não houve diferença do perfil socioeconômico quanto ao tipo de AVE. Conclui-se que os pacientes com AVE possuíam condições socioeconômicas precárias e isto pode contribuir para o surgimento e agravamento da doença. DESCRITORES: Enfermagem; Acidente cerebral vascular; Dados demográficos; Fatores socioeconômicos.
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Prevalência e características de dor em pacientes internados em hospital português.

Prevalência e características de dor em pacientes internados em hospital português.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os estudos de prevalência da dor apontam, sistematicamente, para valores elevados. Embora não comparáveis, a análise global permite inferir que em cada dois pa- cientes internados, um tem dor. Este estudo teve como principais objetivos determinar a prevalência da dor, suas características, trata- mento analgésico e satisfação de usuários internados num hospital da Zona Centro de Portugal face à avaliação e tratamento da dor. MÉTODOS: Estudo transversal e observacional realizado com 141 pacientes, internados há pelo menos 24 horas, em unidades cirúrgi- cas e médicas (excluídos os não comunicantes), com idade média de 69 anos, de ambos os gêneros, a quem foi realizada uma entrevista após o cumprimento dos respetivos procedimentos formais e éticos. RESULTADOS: Obteve-se prevalência de dor nas 24 horas ante- riores ao estudo de 52,5% (28,8% dor intensa). Na altura da entre- vista, a prevalência diminuiu para 41,1% (2,7% de dor intensa). Os pacientes com mais dor estavam internados nos serviços cirúrgicos e o tipo de dor era sobretudo musculoesquelética. A maioria dos pacientes com dor esperou, no máximo, 10 minutos para lhe ser administrado um analgésico. Dos 57 que referiram dor no momen- to da coleta dos dados, 46 (80,7%) não desejaram outro fármaco e 91,3% mostraram-se satisfeitos com o seu tratamento.
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Vivência de familiares de pacientes internados em unidades de terapia intensiva.

Vivência de familiares de pacientes internados em unidades de terapia intensiva.

observamos as repercussões desse processo para a família, paciente e equipe. A UTI é um ambiente destinado ao atendimento de pacientes graves, com risco de vida e que necessitam de assistência médica e de enfermagem ininter- ruptas. Os pacientes internados em UTI são submetidos à monitorização cons- tante de suas funções orgânicas e a cuidados altamente complexos, na tentativa do restabelecimento do seu estado de saúde e de permitir sua sobrevivência. É um ambiente caracterizado por uma constante expectativa de situações de emergência, com pacientes sujeitos a mudanças súbitas no estado geral, ativi- dades constantes, luzes, ruídos e aparelhagem estranha. Esses fatores tornam o ambiente estressante para todos os que convivem e trabalham nas unidades de terapia intensiva (UTIs). 1
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Estressores em familiares de pacientes internados na unidade de terapia intensiva.

Estressores em familiares de pacientes internados na unidade de terapia intensiva.

O motivo da internação também está entre os prin- cipais fatores estressores. Neste estudo, a maioria dos pa- cientes internados na UTI era composta por pacientes clínicos (52,2%). Possivelmente, este achado teve relação com a transição demográica que ocorre no Brasil, na qual pacientes idosos apresentam patologias crônicas e comple- xas, em detrimento dos casos cirúrgicos. Estudo de Neves et al., que avaliou o grau de satisfação dos familiares de pacientes internados em unidades de terapia intensiva, também encontrou resultados semelhantes quanto ao tipo de internação, posto que a internação clínica gerava um grau de satisfação menor do familiar em relação à cirúr- gica, provavelmente por serem pacientes crônicos e com peril de maior gravidade. (22)
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Fatores que interferem na qualidade do sono de pacientes internados.

Fatores que interferem na qualidade do sono de pacientes internados.

Se obje vó iden fi car factores que interfi - eren en la calidad del sueño de pacientes internados en un hospital universitario del interior de São Paulo. Estudio exploratorio, transversal, con muestra no probabilís ca. Par ciparon 117 pacientes (59% masculi- nos, media etaria 48,0 años, desvío estándar 16,9) internados al menos hace 72 horas, en condiciones clínicas estables. Se u lizaron los instrumentos: cues onario de iden fi cación y Factores Intervinientes en la Calidad del Sueño (FIQS). Los datos se analizaron según la estadís ca descrip va, cada ítem del FIQS fue some do a prueba y contraprueba. Los factores señalados como más frecuentes fueron: despertar temprano (55,6%), sueño interrumpido (52,1%), iluminación excesiva (32,4%), recepción de cuidados de enfermer- ía (33,3%) y disturbios orgánicos, como dolor y fa ga (26,5%). Se sugiere que los enfer- meros planifi quen intervenciones buscando modifi car factores generadores de ruidos e iluminación intensa por la noche, apuntando a reducir interrupciones y consecuentes pri- vaciones en el sueño.
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uma experiência com pacientes internados em clínicas médicas :: Brapci ::

uma experiência com pacientes internados em clínicas médicas :: Brapci ::

Resumo: O presente artigo tem por finalidade apresentar resultados do estudo biblioterapêutico, realizado com pacientes internados em clínicas médicas. O foco central foi verificar o nível de aceitação da leitura como atividade de lazer por pacientes internados em clínicas médicas. A prática biblioterapêutica com pacientes internados em clínicas médicas demonstrou ser útil no processo de hospitalização, como fonte de lazer e de informação, na interação biblioterapeuta / paciente / enfermagem e, no processo de sociabilização, além, de proporcionar momentos de descontração e alegria aos pacientes, contribuindo para o bem estar mental dos mesmos. O estudo aponta para o importante papel da leitura enquanto atividade de lazer para pacientes hospitalizados, humanizando o processo de hospitalização.
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Tabagismo em pacientes internados em um hospital universitário.

Tabagismo em pacientes internados em um hospital universitário.

entre janeiro e setembro de 2005 no Instituto do Coração em São Paulo (SP) envolvendo 4.140 pacientes internados por doença isquêmica do coração, somente 3 pacientes tiveram menção da Classificação Internacional de Doenças para o tabagismo em seus prontuários, evidenciando a completa omissão de registro do diagnóstico dessa doença em uma instituição que tem tradição no tratamento e abordagem aos tabagistas. No presente estudo, também não houve esse tipo de registro nos dados de alta de nenhum dos pacientes fumantes.

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Avaliação do conhecimento sobre tabagismo em pacientes internados.

Avaliação do conhecimento sobre tabagismo em pacientes internados.

Objetivo: Determinar características relacionadas ao tabagismo e avaliar o conhecimento sobre a relação entre dependência nicotínica e doenças relacionadas ao tabaco em pacientes internados. Métodos: Foram avaliados em 186 pacientes (59% de homens; média de idade = 51,3 ± 16,8 anos) internados em um hospital público quanto a características demográficas, diagnóstico de internação, história tabágica e tabagismo passivo. Todos os pacientes responderam um questionário sobre o conhecimento da relação tabagismo/doença. Resultados: Dos 186 pacientes, 42 (22,6%) eram fumantes, 64 (34,4%) eram ex-tabagistas e 80 (43%) referiam nunca ter fumado; 136 (73%) referiam exposição passiva ao fumo. O diagnóstico de admissão foi o de doença possivelmente rela- cionada ao tabaco em 21,5% dos pacientes e em 39% dos fumantes ativos e ex-fumantes. A proporção de fumantes e ex-fumantes que não conheciam a associação entre o tabagismo e a causa de internação foi similar (56% vs. 65%). Apenas 19% dos fumantes e 32% dos ex-fumantes acreditavam que o tabagismo tivesse afetado sua saúde (p = 0,22). A proporção de ex-fumantes e de não fumantes que acreditavam que parar de fumar é uma questão de vontade foi significativamente maior que aquela de fumantes ativos (64% e 53%, respectivamente, vs. 24%; p < 0,001 e p = 0,008). Embora 96% dos pacientes acreditassem que o tabagismo cause dependência, apenas 60% identificavam o tabagismo como uma doença. Conclusões: Este estudo mostra a contradição entre o reconhecimento do tabagismo como causa de dependência e o reconhecimento do tabagismo como uma doença, além do desconhecimento de que o tabagismo atual e pregresso é um fator de risco para o desenvolvimento e a evolução de doenças.
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Uso de pulseiras de identificação em pacientes internados em um hospital universitário.

Uso de pulseiras de identificação em pacientes internados em um hospital universitário.

Com este estudo foi possível conhecer a prevalência do uso de pulseiras de identiicação em pacientes internados em um hospital de ensino do município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. A implantação dessa prática foi averiguada pelas taxas de pacientes com pulseiras de identiicação e pelas taxas de pulseiras corretas, de acordo com o POP da instituição. Veriicou-se que a utilização dos dois identiicadores, nome completo e número do registro, está amplamente difundida entre os proissionais que inserem os dados nas pulseiras. Encontraram-se dados que trouxeram resultados referentes aos aspectos visuais da pulseira, como integridade, legibilidade e cor. Ainda, identiicou-se as unidades de internação que merecem um olhar atento, por apresentarem resultados aquém dos encontrados na maioria das áreas investigadas.
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Níveis de zinco sérico em pacientes internados com depressão.

Níveis de zinco sérico em pacientes internados com depressão.

Objetivo: Comparar pacientes internados com depressão e com transtorno de humor bipo- lar em episódio depressivo quanto aos níveis séricos de zinco. Métodos: Foram incluídos 46 pacientes com idade igual ou superior a 19 anos, de ambos os sexos, internados em Unida- de de Internação Psiquiátrica de um hospital universitário do sul do Brasil. Os participantes foram divididos em dois grupos: Grupo Depressão (Grupo D) e Grupo com Transtorno de Humor Bipolar em episódio depressivo (Grupo THB). A análise do zinco sérico foi realizada por meio de espectrofotometria de absorção atômica. Como valores de referência para nor- malidade, foram adotados níveis de zinco sérico acima de 59 µg/dL para mulheres e acima de 61 µg/dL para homens. Resultados: Os níveis de zinco sérico estavam dentro do padrão de normalidade em 95,7% dos pacientes. A mediana de zinco no Grupo D foi de 88,5 µg/dL e de 81,5 µg/dL no Grupo THB, porém essa diferença não foi estatisticamente significativa. O Gru- po THB apresentou valores maiores de índice de massa corporal (IMC), LDL colesterol e mais internações psiquiátricas prévias. Conclusão: Os resultados encontrados no presente estu- do mostram que os níveis de zinco sérico em pacientes em uso de antidepressivos e outras medicações psiquiátricas, internados por THB em episódio depressivo, quando comparados a pacientes com depressão, não diferiram e estavam dentro da faixa de normalidade. O uso dessas medicações pode ter influência nas concentrações séricas do mineral.
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Colonização nasal por Staphylococcus sp. em pacientes internados.

Colonização nasal por Staphylococcus sp. em pacientes internados.

Pacientes internados nas clínicas médicas e ci- rúrgicas e na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Seridó participaram do estudo. Os indivíduos estavam inscritos em um es- tudo paralelo, no qual o objetivo dos pesquisadores era identificar Staphylococcus aureus em feridas de pacientes. Este estudo incluiu indivíduos com le- sões cutâneas ou feridas no dia da coleta, ou aqueles sem feridas hospitalizados dentro de 12 h antes da coleta. Indivíduos sem feridas foram acompanhados durante a internação para verificar se as úlceras de pressão ou infecções pós-cirúrgicas desenvolveram- se enquanto eles estavam no hospital.
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Perfil epidemiológico dos pacientes internados por HIV no Brasil

Perfil epidemiológico dos pacientes internados por HIV no Brasil

Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de los pacientes internados por VIH en Brasil, en el período de 2010 a 2019. Métodos: Se trata de un estudio retrospectivo, descriptivo, cuantitativo, de base documental. Los datos han sido obtenidos del Sistema de Informaciones Hospitalarias del Sistema Único de Salud (SIH/SUS), por el Departamento de informática del SUS (DATASUS). Resultados: En el período evaluado, fueron registradas 338.966 internaciones por VIH en Brasil. Las regiones Sudeste (37,6%) y Noreste (25,5%), presentaron mayores internaciones. Sin embargo, las tasas de mortalidad se concentraron en las regiones Norte (17,06) y Sur (12,19). La prevalencia media de internaciones por VIH, ha sido mayor en la región Sur (26,6 casos) y menor en la región Sureste (15,8 casos). Predominó el sexo masculino (63.9%), con edades entre 30-39 años (31.50%) y color/raza blanca (37.76%). Al respecto de las internaciones, 51,35% han sido en hospitales públicos y 80,65% por urgencia. Se observó un total de 41.101 óbitos (12,12%). La mayor prevalencia ocurrió entré pacientes de sexo masculino (51,48%) y la mayor tasa de mortalidad ocurrió en el grupo de edad superior a 70 años (21,82%). Conclusión: La infección por VIH y, consecuentemente las internaciones como resultado de este factor, aún proporcionan altos costos para la salud pública del país. Palabras chave: VIH, Hospitalización, Investigación sobre servicios de salud.
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PERFIL BUCAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UTI ADULTO

PERFIL BUCAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UTI ADULTO

Como agravante, em um paciente entubado, a boca permanece todo o tempo aberta, e essa abertura bucal constante pode causar ressecamento da mucosa bucal, o que reduz a proteção da saliva aos tecidos moles. O tubo utilizado neste procedimento, com acesso direto às vias respiratórias inferiores, proporciona a entrada de bactérias da boca para os pulmões, o que pode favorecer o quadro de infecção pulmonar 7 . A boca de pacientes internados em

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Tabagismo em pacientes internados em um hospital geral.

Tabagismo em pacientes internados em um hospital geral.

Objetivo: Determinar a freqüência do tabagismo em pacientes internados em um hospital geral, e caracterizar o perfil dos fumantes hospi- talizados. Métodos: Foi avaliada uma amostra representativa e aleatória de 111 pacientes internados, classificados como não-fumantes, ex-fumantes e fumantes. Nos fumantes foi aplicado o questionário de Fagerström e obtidas medidas de monóxido de carbono no ar expirado. Valores acima de 6 ppm de monóxido de carbono no ar expirado foram considerados significantes para tabagismo recente. Resultados: Dos 111 pacientes, 60 (54%) eram do sexo feminino. A média de idade foi de 70 anos. Do total, 56 pacientes (51%) nunca fumaram, 36 (32%) eram ex-fumantes e 19 (17%) eram fumantes atuais. Todos os fumantes eram do sexo masculino. Os fumantes tinham menor idade (58 ± 17 anos), em comparação aos não-fumantes (68 ± 14 anos) e ex-fumantes (73 ± 14 anos)—ANOVA: F = 6,57 (p = 0,002). A carga tabágica média dos fumantes foi de 43 anos-maço. A média do escore de Fagerström foi de 5,0. Dos 19 fumantes, 11 (58%) tinham sintomas respiratórios, e 3 tinham sintomas de abstinência. A média de monóxido de carbono no ar expirado dos fumantes foi 5,0 ppm. Oito (42%) dos fumantes tinham níveis de monóxido de carbono no ar expirado acima de 6 ppm. Houve maior prevalência de tabagistas em algumas clinicas: 70% dos fumantes se encontravam em apenas cinco enfermarias. Conclusões: Em um grande hospital terciário, 17% dos pacientes internados eram fumantes e destes 7% fumaram nas últimas 8 horas. Os fumantes eram pacientes mais jovens do sexo masculino, internados em determinadas clínicas.
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Humanização no acolhimento dos familiares de pacientes internados em Hospital Geral

Humanização no acolhimento dos familiares de pacientes internados em Hospital Geral

Na segunda fase do estudo, você é convidado a participar de sessões grupais com outros familiares de pacientes internados na clinica II e II sob a coordenação da autora e ou da orientadora da pesquisa e uma auxiliar de pesquisa. Serão realizadas na sala Frota Pinto, para fins de garantia da privacidade dos participantes. Serão realizadas dez sessões do grupo, no horário de 15h30min às 16h15min, com duração de 45 minutos. No grupo, você receberá orientações e informações, bem como troca de experiências com pessoas que viveram uma experiência semelhante, estabelecendo vinculo. São estratégias para diminuir a ansiedade, o medo e a tristeza dos demais participantes. O registro dos dados acontecerá por meio de um gravador digital e registro em diário de campo, para que haja maior fidelidade do registro dos dados.
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Diagnósticos de enfermagem em pacientes internados por acidente vascular encefálico

Diagnósticos de enfermagem em pacientes internados por acidente vascular encefálico

-se, esses pacientes apresentaram uma mediana de dez diagnósticos de enfermagem e uma média de onze características definidoras, seis fatores relacionados e cinco fatores de risco. Os diagnósticos de enfermagem mais freqüentes foram: Risco de infecção (96,7%), Déficit no autocuidado para banho/higiene (76,9%), Déficit no autocuidado para higiene íntima (74,7%), Déficit no autocuidado para vestir-se/arrumar-se (71,4%), Comunicação verbal prejudicada (62,6%), Perfusão tissular ineficaz – tipo cerebral (59,3%), Risco de integridade da pele prejudicada e Mobilidade no leito prejudicada (52,7%) e Risco de aspiração (50,5%). De modo geral, o perfil encontrado neste estudo é semelhante aos descritos em outros estudos com pacientes internados em unidades de terapia intensiva. Com exceção do diagnóstico de enfermagem Risco de infecção, os demais mostraram associação estatisticamente significante entre si. A totalidade das características definidoras e dos fatores relacionados revelou associação estatística significativa com todos os diagnósticos de enfermagem, exceto com Risco de infecção. Como observado, o estudo permitiu conhecer de forma aprofundada os diagnósticos de enfermagem, as características definidoras, os fatores relacionados e os fatores de risco manifestados pelos pacientes na fase de hospitalização. Destaca-se a presença daqueles de caráter biológico e de risco. Os achados reforçam a necessidade da equipe de enfermagem atuar não somente no aspecto curativo, mas também na prevenção e na promoção da saúde, tanto nos níveis secundários de saúde como nos terciários.
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Profilaxia para úlcera de estresse em pacientes internados em UTI pediátrica.

Profilaxia para úlcera de estresse em pacientes internados em UTI pediátrica.

Métodos: Estudo multicêntrico, prospectivo, transversal, observacional. Foram avaliados os prontuários dos pacientes internados em dia definido para visitação, entre abril de 2006 e fevereiro de 2007, excluindo os avaliados em visitas anteriores e aqueles com hemorragia digestiva alta na admissão. Foram avaliados a idade, o gênero, o diagnóstico na admissão, a gravidade da doença, o uso de profilaxia para UE, a sua justificativa e o medicamento profilático utilizado como primeira escolha. As variáveis foram descritas como frequências absoluta e relativa, ou média e desvio padrão/mediana, e intervalo interquartil (IQ). Os testes qui-quadrado de Pearson, de tendência linear, ou exato de Fisher foram utilizados para avaliar as associações. O nível de significância adotado foi de 5%, sendo estatisticamente significativo p ≤ 0,05.
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Classificação de pacientes internados em uma unidade traumatológica.

Classificação de pacientes internados em uma unidade traumatológica.

Estudio cuyo objetivo es clasificar pacientes según el grado de dependencia de la asistencia de enfermeira, el tamaño del personal de enfermería y correlacionar los instrumentos. Se utilizaron los instrumentos de Perroca y Fugulin para clasificar los pacientes internados por un periodo de 30 días, y, para realizar el dimensionamiento del equipo, fue utilizada la fórmula recomendada por la Resolución 239/04 del Consejo Federal de Enfermería (COFEN). Se incluyeron 157 pacientes, el 42,0 % fue clasificada con el grado de dependencia de cuidados intermediarios y, en un 50,3 % de los pacientes, el grado de dependencia fue clasificado como cuidados mínimos. Con relación al dimensionamiento del equipo de enfermería, el número de empleados existente en el sector investigado era de 20 empleados y lo necesario serían 32 en total, divididos en cuatro turnos. Dichos pacientes fueron evaluados por dos instrumentos que presentaron fuerte correlación (r p =0,88). Se cree que la clasificación de pacientes puede relacionarse con un buen equipo de enfermería, ya que un número mayor ofrece más calidad al cuidado.
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