padrão de consumo dos itens

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Consumo alimentar e padrão de atividade física como determinantes do estado nutricional:...

Consumo alimentar e padrão de atividade física como determinantes do estado nutricional:...

Para a avaliação do consumo habitual utilizou!se um Questionário de Freqüência Alimentar para Adolescentes (QFAA) (ANEXO 3) semiquantitativo, desenvolvido e validado por SLATER et al. (2003). Este instrumento mostrou!se válido (média dos coeficientes de correlação de : 0,52) quando comparado com três recordatórios de 24 horas. O QFAA inclui perguntas relativas à freqüência usual de consumo de 94 itens alimentares referente a um período de seis meses. As porções apresentadas neste instrumento representam o consumo médio, em gramas, de cada item alimentar, os quais foram agrupados de acordo com suas características físicas e conteúdo de nutrientes em 100 gramas.
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Padrão de consumo das famílias brasileiras em artigos de perfumaria e cosméticos

Padrão de consumo das famílias brasileiras em artigos de perfumaria e cosméticos

Quanto às variáveis de localização domiciliar, nota-se que o dispêndio com produtos de perfumaria e cosméticos aumenta para a maioria das regiões do país quando comparadas à Região Sudeste, com única exceção dada pela Região Sul. O resultado dessas variáveis foi surpreendente e em sentido oposto ao esperado. Acredita-se que entre os motivos que justificam tal comportamento estão os fatores climáticos, dado que as regiões que apresentaram maior dispêndio possuem o clima mais quente quando comparadas ao Sudeste, o que aumenta o uso de determinados itens, como, por exemplo, o protetor solar. Outra possível explicação seria decorrente da elevação no número de empresas do setor que se instalaram nos últimos anos na Região Nordeste, onde se encontram 3 de cada 10 indivíduos que integram a nova classe C, uma das grandes responsáveis pelo crescimento do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (ABIHPEC, 2015).
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Padrão de consumo alimentar gestacional e peso ao nascer.

Padrão de consumo alimentar gestacional e peso ao nascer.

Após ajustes para populações initas e acréscimo de 20,0% para possíveis perdas durante o acompanha- mento das gestantes, o tamanho amostral foi deinido em 940 gestantes em Petrópolis e 840 em Queimados. Devido a nascimentos prematuros (n = 167), perda de seguimento (n = 104), recusas (n = 71), abortos (n = 62), falta de informação do peso ao nascer (n = 31) e pre- sença de gestação gemelar (n = 17), a amostra do pre- sente estudo foi composta por 1.298 mulheres. O consumo alimentar foi avaliado por meio de ques- tionário de frequência de consumo alimentar (QFA) semiquantitativo, referente ao último trimestre gesta- cional, composto por 29 itens alimentares e obtido por simpliicação do QFA de 80 itens, validado por Sichieri e Everhart. 28 Para esta simpliicação, foi feita análise
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Mudanças no padrão de consumo alimentar no Brasil e no mundo

Mudanças no padrão de consumo alimentar no Brasil e no mundo

Resumo – As mudanças no padrão de consumo de alimentos ocorreram em vários estágios, desde o início da humanidade. Tanto a fome quanto a obesidade ocorrem por diversas formas, em termos de falta de nutrientes, vitaminas e proteínas necessárias para a função do corpo humano. Justamente por envolver uma série de temas importantes para a sobrevivência humana esse tema é de grande importância para o mundo em geral. Entre os fatores que alteram os padrões de consumo foram identificadas a urbanização, a globalização e a renda. Os resultados indicam que uma renda mais elevada não necessariamente contribui para o consumo saudável de alimentos, e que, embora a globalização e a urbanização possam distribuir uma grande variedade de itens alimentares para a sociedade, uma vida mais saudável não é garantida. A industrialização, portanto, não garante uma dieta adequada. Na classificação dos três alimentos mais consumidos no mundo, os cereais ficam em primeiro lugar, os vegetais em segundo, e o leite em terceiro. No Brasil é possível que os itens mais consumidos sejam: cereais, leite e frutas. Além disso, uma análise visual mostra que os alimen- tos consumidos no Brasil são mais variados do que no resto mundo, o que pode ter influenciado a conclusão de que o Brasil e o resto do mundo não são estatisticamente cointegrados nos hábitos de consumo.
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As mulheres negras e a transição capilar: empoderamento, consumo e padrão estético

As mulheres negras e a transição capilar: empoderamento, consumo e padrão estético

Assim instituiu- se de forma sutil um sistema para que as mulheres sintam-se inseguras com seus corpos e repudiem a si mesmas. O sentimento de frustração e fracasso tornou-se constante, e assim converteu as mulheres em sujeitos que tem como objetivo de vida a busca pela beleza como forma de atingir uma realização pessoal (WOLF, 1992). Até o final do século XIX o culto a beleza era prática das altas classes e da elite. Porém, no decorrer do século XX a moda, a publicidade e a mídia em geral começaram a trabalhar em massa e divulgar as imagens do feminino em grande escala (LIPOVETSKY, 1997). Junto a isto, o belo sexo inicia uma nova etapa, a democrática e comercial de cultura da beleza. A industrialização ganha força, o acesso à publicidade e aos produtos de beleza aumenta, a produção agora é em massa e os limites ao culto da beleza parecem não mais existir. “Este acesso mais democrático aos produtos de beleza transforma gradualmente os cosméticos em itens de primeira necessidade. A união da expansão industrial da produção dos bens à expansão midiática colaborou para a propagação do modelamento e autocontrole dos corpos” (RODRIGUES, 2012, p.20)
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Consumo alimentar e padrão de refeições de adolescentes, São Paulo, Brasil.

Consumo alimentar e padrão de refeições de adolescentes, São Paulo, Brasil.

em grupos de indivíduos, autopreenchido e indicado para populações homogêneas (idade, classe social e escolaridade seme- lhantes). Os alunos foram orientados para o preenchimento do R24h na própria sala de aula, utilizando-se um manual explicativo cujos pontos principais foram colocados na lousa. Foi demonstrado um exemplo de dieta com todos os itens a serem considera- dos (horário e tipo de refeição, variações dos alimentos e quantidades). Para informação sobre as medidas usuais de consumo foram utilizados alguns utensílios domésticos (exemplos: “copo de requeijão”, colheres de sopa, sobremesa e café, escumadeira, concha). Àqueles alunos que apresentaram dúvidas, as respostas foram coletivas, no in- tuito de que todos pudessem entender, e de reforçar os conceitos. Todos os R24h foram
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A comparação de técnicas multivariadas na identificação do padrão de consumo alimentar

A comparação de técnicas multivariadas na identificação do padrão de consumo alimentar

Na Tabela 4 verifica-se que a primeira componente principal (carvpc1) reflete um grupo de indivíduos que consome bacon, bucho, fígado, carne bovina com osso, carne bovina sem osso, carne de porco, ovo frito, ovo cozido e linguiça. A segunda componente principal (carvpc2) apresenta as mesmas variáveis, no entanto com coeficientes de valor negativo, indicando serem inversamente proporcionais aos indivíduos caracterizados pela primeira componente principal. Esse fator caracterizou-se, também, pelo consumo de frios light e estrogonoff. Indivíduos com altos escores nessa componente encaixam-se no grupo de manutenção de uma dieta saudável.
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Transtornos mentais e padrão de consumo de drogas na população de rua

Transtornos mentais e padrão de consumo de drogas na população de rua

Na população de rua existe uma prevalência elevada de doenças físicas e mentais, incluindo o consumo de substâncias psicoativas. O contexto da vida nas ruas envolve condições insalubres, problemas sociais e ocupacionais que quando combinadas com o diagnóstico duplo demandam urgência nas intervenções de saúde 6 . O tratamento do diagnóstico duplo, independente da ordem cronológica de qual transtorno surgiu primeiro, requer uma abordagem conjunta e simultânea 8 . Apesar das necessidades visíveis e emergentes de cuidados de saúde, sabe-se que a população de rua tem dificuldade em acessar os serviços de saúde necessários para o seu cuidado 9 . Atualmente, no Brasil, as questões pertinentes ao consumo de drogas, no âmbito da saúde, buscam práticas terapêuticas inclusivas e integrais que visem reduzir ou eliminar a fragmentação da prestação de serviços em saúde mental. Portanto, se faz necessário o investimento em estudos que reflitam sobre as intervenções de saúde para esta clientela específica.
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Padrão de consumo de alimentos no Brasil.

Padrão de consumo de alimentos no Brasil.

Esses resultados trazem diversas implicações, tanto para estratégias empresariais quanto para o poder público. Para o investidor privado, é importante saber que mudanças no padrão de renda da população tendem a afetar de forma diversa os diferentes tipos de produtos. Os resultados mostram, por exemplo, que o aumento da renda tende a elevar o consumo domiciliar de produtos como queijos e carne bovina de primeira e diminuir o consumo de produtos básicos, como arroz e feijão. Essa informação é importante para o setor de varejo, que pode ajustar seu conjunto de produtos vendidos de acordo com a resposta dos consumidores. O conhecimento das diferenças de comportamento entre níveis de escolaridade, raça, e gênero do comprador é também de grande relevância para o planejamento das estratégias de marketing para os gêneros alimentícios. No tocante ao governo, o conhecimento do padrão de demanda permite antecipar os efeitos de choques de oferta para as diferentes regiões e para os diferentes grupos de consumidores, indicando políticas que previnam seus efeitos negativos. Além disso, permite projetar como os programas de complementação de renda irão influenciar no padrão alimentar e conseqüente condição nutricional da população atendida. Por exemplo, os resultados indicam um maior consumo de proteína animal (carnes, leite e queijos) e menor consumo de carboidratos (arroz, farinha de mandioca) com um aumento da renda.
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Racionalização do consumo de energia e água nas residências de médio padrão

Racionalização do consumo de energia e água nas residências de médio padrão

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Vista do Marcado e itens de consumo para doenças nervosas em Buenos Aires (1880-1900)

Vista do Marcado e itens de consumo para doenças nervosas em Buenos Aires (1880-1900)

Este establecimiento “Charcot” quedaba en Corrientes 643. El de aguas azoadas del Dr. Padilla estaba ubicado en Corrientes 641. Podemos tomar esa suerte de ubicuidad de estos institutos como una demostración de su fuerte presencia en ese mercado sanitario al que acudían los porteños aquejados de enfermedades nerviosas u otras condiciones debilitantes. En los años en que los padecimientos neuróticos comenzaban a ser reconocidos por la medicina local, farmacéuticos, boticarios y médicos emprendedores compitieron, a través de publicidades, folletos y otras “estrategias de marketing”, para colocar sus productos y servicios en un mercado en pleno proceso de crecimiento. Dos factores complementarios pueden explicar la existencia de esa competencia entre ofertas terapéuticas tan divergentes. Por un lado, la relativa vaguedad de las entidades patológicas; dentro del campo de las neurosis o enfermedades nerviosas entraban condiciones un tanto indefinidas (como sobreexcitación, insomnio o malestar subjetivo), y ello ha movido a algunos historiadores a plantear que la creación de esos cuadros nosológicos coincide hasta cierto punto con la “patologización” del cuerpo natural (SELTZER, 1992; CORREA, 2014c). La generosa amplitud de los síntomas comprendidos en esas presuntas enfermedades nerviosas, autorizaba una pareja multiplicación de remedios que pudieran hacerle frente. Por otro lado, no hay que perder de vista la pobre eficacia terapéutica de la medicina en general por aquellos años. Las pocas respuestas que la biomedicina tradicional brindaba a las patologías cotidianas, incluidas las nerviosas, alentaba no sólo la existencia de un mundo de auto-consumo de sustancias o la proliferación de prácticas alternativas -acerca de las cuales en estas páginas no se ha dicho mucho-, sino la necesidad de los propios médicos de ensayar, con ánimo muchas veces empresarial, herramientas novedosas y de avanzada.
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Microsoft Word Acerca da figura e da configuração padrão do Microsoft Word 2007 julgue os itens subseqüentes.

Microsoft Word Acerca da figura e da configuração padrão do Microsoft Word 2007 julgue os itens subseqüentes.

11. Caso o usuário clique no botão , ele estará automaticamente enviando as informações presentes no documento do Word para a impressora que estiver definida como padrão. Se ele optar por acionar o comando “Imprimir...”, dentro do botão Office, ele terá acesso a uma caixa de diálogo onde poderá informar certos dados para a impressão, como definir as páginas e quantas páginas serão impressas.

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Modificações no padrão de consumo de psicofármacos em uma cidade do sul do Brasil.

Modificações no padrão de consumo de psicofármacos em uma cidade do sul do Brasil.

Em 1994 e 2003 o consumo de psicofármacos cresceu conforme o aumento da idade, o que é amplamente condizente com a literatura 1, 9 . Observou-se uma redução no consumo de psicofármacos no grupo de 15-24 anos. Essa redução contradiz a literatura 21 . Este achado pode indicar que a tendência nos países industrializados de aumento no consumo de psicofármacos entre os mais jovens ainda não é observada em nosso meio. Por outro lado, dificuldades de acesso deste grupo etário a serviços médicos públicos especializados, como, por exemplo, neurologia e saúde mental, podem explicar em parte este achado. Em relação aos idosos, o grande consumo de psicofármacos é relevante, considerando a ocorrência de déficit cognitivo, síncopes, quedas e fraturas 2, 6,12 associadas a estas drogas, aumentando o risco desses eventos, já mais freqüentes nesse grupo.
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Padrão de consumo de bebidas alcoólicas entre os trabalhadores e perfil socioeconômico

Padrão de consumo de bebidas alcoólicas entre os trabalhadores e perfil socioeconômico

Our results contribute for the occupation- al health nurses to reflect on their care practice at occupational health services from the perspective of diagnosing and intervening in the [r]

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Mobilidade socioeconômica no Brasil, padrão de consumo e conflitos socioambientais.

Mobilidade socioeconômica no Brasil, padrão de consumo e conflitos socioambientais.

Assim, diante de todo o exposto neste artigo, considerando que os países desenvolvidos e as elites econômicas do Sul são os grandes responsáveis históricos pela degradação ambiental do planeta e que esse contingente já atingiu patamar de consumo que configura uma situação de desperdício social, entende-se que cabem a eles os sacrifícios socioeconômicos necessários para compensar os impactos ambientais decorrentes dos esforços de desenvolvimento das populações pobres do Sul, de modo compatível com a sustentabilidade do planeta. Entretanto, tendo em vista os impasses nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas e o processo histórico da expansão da modernidade e do capitalismo pelo mundo, parece mais provável que em vez dos mencionados sacrifícios, os ricos intentem transferir os encargos para as populações mais pobres, o que constituiria apenas mais uma injustiça social no processo de desenvolvimento da sociedade mundial. A solução vislumbrada, o avanço tecnológico, até o presente momento parece impotente, haja vista as “crescentes” emissões de gases de efeito estufa verificadas nos últimos anos.
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Padrão de consumo de arranjos domiciliares brasileiros em 2008/2009

Padrão de consumo de arranjos domiciliares brasileiros em 2008/2009

parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, sem referência explícita ao consumo ou despesas, é considerada um dos eixos principais da sociedade. Ela é fonte de produção doméstica, cria economias de escala, redistribui recursos entre indivíduos e fornece suporte para seus membros. Atualmente, a família é público-alvo de políticas públicas redistributivas, principalmente nos programas de transferência de renda, que possuem como foco o combate à pobreza e a erradicação da miséria (IBGE, 2010a). Na literatura sociológica e antropológica, o conceito de família não se restringe ao grupo domi- ciliar, uma vez que os laços familiares extrapolam o domicílio, a cidade e até o país. Dessa forma, uma família engloba pessoas com diferentes graus de parentesco, estabelecidos a partir da descendência/ascendência sanguínea, ou por meio do casamento e da adoção (ALVES, 2005). Já o conceito de domicílio está ligado e relacionado à família, às redes de parentesco e aos arranjos de convivência, possuindo três elementos centrais: um social, descrevendo quem está no domicílio e como se relaciona; um espacial, definindo o espaço do domicílio; e um temporal, fixando o tempo no qual as entidades sociais dividem o es- paço do domicílio para serem considerados membros do domicílio (STOCKMAYER, 2004). Nas últimas décadas, as famílias brasileiras passaram por muitas transformações. Especificamente, ocorreram várias mudanças demográficas na sociedade, como redução da mortalidade e da fecundidade, aumento da longevidade e novos valores associados a este comportamento (elevação do número de pessoas que vivem sozinhas, principalmente mulheres em idade avançada, maior inserção das mulheres no mercado de trabalho, etc.). Simultaneamente, houve mudanças no tamanho e na composição das famílias, nas relações de gênero 3 e nos padrões de consumo. Ocorreram também modificações no ciclo de vida dos
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Crescimento da renda e mudança no padrão de consumo de entretenimento no Brasil

Crescimento da renda e mudança no padrão de consumo de entretenimento no Brasil

67 Esse domínio, não apenas no mercado de trabalho, mas também como consumidores, dessa nova geração, é um dos movimentos criadores de novas tendências, não exclusivamente para o setor de entretenimento. Um estudo do Goldman Sachs, publicado em 2015 25 , afirma que essa geração tem muito mais apreço pelas experiências do que pela posse de objetos, como as gerações anteriores tinham. São pessoas que dão mais valor ao acesso do que a posse de bens materiais (Winograd e Hais, 2014). Além disso, é uma geração mais presente nas redes sociais e que não guia suas decisões de consumo somente pela força ou tradição de uma marca. Em um estudo realizado em 2012, a Boston Consulting Group (BCG), afirma que os Millennials são mais engajados ao utilizar a internet para contribuir para plataformas de criação de conteúdo através dos usuários, como o YouTube, do que as gerações anteriores. É uma geração que passa menos tempo lendo livros impressos ou assistindo televisão, pois preferem fazer isso através dos serviços que se adequam a questões como portabilidade e demanda (Barton, Fromm e Egan, 2012).
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Do Fordismo à acumulação flexível: uma análise das mudanças no padrão de consumo

Do Fordismo à acumulação flexível: uma análise das mudanças no padrão de consumo

Bauman relata que cresce a competição pelo que ele considera ser mais escasso dos recursos – que seria a atenção de potenciais consumidores. Nessa disputa os potenciais fornecedores de bens de consumo, inclusive os de informação, perseguem sobras do tempo dos consumidores, em que qualquer brecha entre momentos de consumo é preenchida com mais informação. Nesse sentido, esperam que uma parcela da multidão, na busca de informações que necessitam, acabem cruzando “por acaso” com informações que não necessitam, mas que os fornecedores desejam que absorvam. Isso ocorre quando estão pressionadas o bastante, ou apenas cansadas, a ponto de fazer uma pausa ou mesmo reduzir sua velocidade pelo tempo necessário para absorver as informações que originalmente procuravam. Esse fato é muito comum em mega promoções, onde os indivíduos são impulsionados pelo desejo de comprar um determinado produto, mas que ao chegar ao local acabam comprando algo totalmente diferente do deu impulso inicial.
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PADRÃO DE CONSUMO DE ÁLCOOL EM GESTANTES ATENDIDAS EM UM HOSPITAL PÚBLICO UNIVERSITÁRIO

PADRÃO DE CONSUMO DE ÁLCOOL EM GESTANTES ATENDIDAS EM UM HOSPITAL PÚBLICO UNIVERSITÁRIO

Introdução: O consumo de bebidas alcoólicas constitui um importante problema de saúde pública mundial, e na gestação tal consumo ganha ainda mais importância, pois pode levar ao comprometimento da saúde materna e fetal. Objetivo: Verificar o padrão de consumo de bebidas alcoólicas, antes e após o diagnóstico de gravidez, entre puérperas internadas no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia. Método: Avaliamos, consecutivamente, 493 puérperas no período de junho a setembro de 2009. Para diagnosticar uso/abuso de bebidas alcoólicas antes da gestação utilizamos os questionários AUDIT e o CAGE e, para durante a gravidez também o T-ACE. Outro questionário foi aplicado para coleta de dados sociodemográficos. Na análise estatística utilizamos o teste exato de Fisher ou o teste do qui-quadrado. P<0,05 foi considerado significante. Resultados: Para o período anterior ao diagnóstico da gravidez, o CAGE foi positivo para 12,3% das mulheres e o AUDIT identificou abstinência em 32,9%, uso de baixo risco em 47,3%, consumo de risco em 14,8% e uso nocivo ou provável dependência em 5,0%. Durante a gravidez, o CAGE foi positivo em 13,1% e o T-ACE em 17% das gestantes; o AUDIT identificou abstinência em 76,9%, uso de baixo risco em 14,8%, consumo de risco em 5,5% e uso nocivo ou provável dependência em 2,8%. Entre as mulheres que faziam uso de bebidas alcoólicas, dois terços deixaram de beber após o diagnóstico de gravidez, independentemente do número de consultas pré- natais; menos de 50% delas receberam conselhos para não beber. Gestantes que fizeram uso ou abuso de bebidas alcoólicas compareceram a um menor número de consultas de pré-natal. Durante a gravidez, o consumo de álcool foi mais frequente entre puérperas com menor escolaridade e entre as que não coabitavam com companheiro, e não observamos relação entre os padrões do consumo alcoólico com a cor da pele, a renda familiar, número de abortos anteriores e em ter ou não uma religião. Conclusões: Verificamos preocupante consumo alcoólico entre as gestantes avaliadas, principalmente no período que antecedeu o diagnóstico de gravidez, o que mostra que elas estavam bebendo durante uma gravidez ainda não diagnosticada. Assim, o aconselhamento sobre o uso de álcool deve ser feito a todas as mulheres em idade reprodutiva. O AUDIT foi o instrumento que mais frequentemente diagnosticou o uso de álcool durante a gestação.
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Uma pobreza diferente? Mudanças no padrão de consumo da população de baixa renda.

Uma pobreza diferente? Mudanças no padrão de consumo da população de baixa renda.

Os resultados aqui apresentados indicam que, nas dez principais regiões metropolitanas do Brasil, a proporção de pobres cresceu subs- tancialmente na comparação entre 1995 e 2004. Em outras palavras, a pobreza metropolitana continua aumentando. Contraditoriamente, os dados disponíveis também sugerem que o consumo de bens e serviços por parte dos mais pobres apresentou aumento significativo, o que sugere um quadro relativamente inesperado de transformação dos con- teúdos associados à pobreza.Detalhamos esses argumentos abaixo.

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