Paleolítico inferior

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As indústrias do Paleolítico inferior e médio associadas ao terraço T4 do Baixo Tejo (Portugal central); arquivos da mais antiga ocupação humana no oeste da Ibéria, com ca. 340 ka a 155 ka

As indústrias do Paleolítico inferior e médio associadas ao terraço T4 do Baixo Tejo (Portugal central); arquivos da mais antiga ocupação humana no oeste da Ibéria, com ca. 340 ka a 155 ka

Ainda na margem direita do rio Tejo, mas agora a jusante da confluência da Ribeira da Ponte da Pedra e até à foz do rio Alviela (Figura 6), já foram identificadas diversas jazidas arqueológicas associáveis ao Paleolítico Inferior. Algumas destas haviam já sido há muito assinaladas em diversos locais da região (Zbyszewski et al. 1970; 1974: 82 p.), porém estudos recentes permitiram contextualizar melhor a sua associação aos terraços do rio Tejo que aí se desenvolvem por áreas bem expressivas (Cunha-Ribeiro et al. 1995; Cunha-Ribeiro 2011; 2013; Figueiredo et al. 2016; 2017). Estes materiais líticos talhados surgem nas cascalheiras de base do Terraço T4, como se verificou, por exemplo, no corte da jazida de Castelo Velho (Riachos) (Cunha-Ribeiro 2011). Infelizmente, em nenhuma das ocorrências foi possível observar uma concentração expressiva de achados conservados in situ. As características tecnológicas destes materiais líticos indiciavam, por seu turno, a sua inequívoca associação às indústrias acheulenses, mesmo se a presença de produtos configurados se limitava a um pequeno número de peças bifaciais, em boa parte dos casos representadas por toscos esboços ou utensílios parcialmente definidos por talhe.
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El Paleolítico Inferior y Medio en el País Vasco. Una aproximación en 1990.

El Paleolítico Inferior y Medio en el País Vasco. Una aproximación en 1990.

Llamamos Paleolítico Medio al período represen- tado por unos conjuntos industriales wurmienses — aunque sin solución de continuidad con las indus- trias achelenses del Riss—, localizados genéricamen- te entre los años 120.000 a 35.000 (Riss-Wurm y Wurm III respectivamente). Son industrias sobre las- ca, variadas no por sus tipos primarios sino por los porcentajes en que éstos aparecen. Se habitan las cuevas y se vive también al aire libre. La caza es muy diversificada, no selectiva, aprovechándose lo que el entorno ofrece: bisontes, conejos, sarrios o rino- ceronte según los casos. El hombre de Neanderthal, protagonista de este período, manifiesta una habili- dad manual, una capacidad de adecuación y una dis- posición espiritual notable. Entierra a sus muertos, aunque esta práctica no parece generalizada, y lle- va a su hogar todo tipo de objetos curiosos —fósiles, minerales —.
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Los primeros grupos humanos depredadores en el sur de la Peninsula (Andalucía, Murcia, Albacete).

Los primeros grupos humanos depredadores en el sur de la Peninsula (Andalucía, Murcia, Albacete).

Con este trabajo de revisión y síntesis sobre los primeros estadios humanos de depredación, conoci- dos popularmente como Paleolítico Inferior, se pre- tende una puesta al día, tanto de datos e información al respecto, como de enfoque y tratamiento de la in- vestigación y el estudio arqueológico que hasta el momento se viene realizando, ya que muchos con- ceptos e hipótesis asentadas sobre planteamientos falsos o inconsistentes han quedado obsoletos e ino- perantes. Va siendo hora, por tanto, de que el inves- tigador se cuestione gran parte de ellos, de que re- flexione profundamente sobre métodos y sistemas utilizados hasta aqui y sintonice con las corrientes y técnicas de investigación más vanguardistas las cua-
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La caza de herbívoros durante el Paleolítico y Mesolítico del País Vasco.

La caza de herbívoros durante el Paleolítico y Mesolítico del País Vasco.

Tras pasar revista a los pocos restos del Paleolítico Inferior entre los que destacan Paleoloxodon antiquus, Hippopotamus amphibius, Mammuthus trogontherii y Dicerorhinus mercki se analizan más detenidamente los del Musteriense. Se observa que durante este perío- do se da una caza poco selectiva, en que se aprovechan todos los Ungulados presentes en la zona. Por otro lado no se observa ninguna relación entre determinado tipo de Musteriense y determinado conjunto faunístico.

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Tese Mestrado VALTER PIRES

Tese Mestrado VALTER PIRES

Do total das 455 peças, a 317 foi possível a utilização do método das pátinas como indicador para a colocação cronológica relativa de materiais do Paleolítico. Para estas, os resultados obtidos integram um considerável número de peças atribuídas ao Paleolítico Inferior, num total de 73 peças. É um dado que vem contra a análise efectuada anteriormente, o que denota o fraco potencial deste método como forma de datação de materiais, podendo então ser usado apenas como um mero indicador e método de análise inicial por forma a fazer uma primeira separação dos materiais. Ainda assim, o Paleolítico Médio continua a ser o período com maior expressão em termos quantitativos, por larga margem, com um total de 191 peças, e o Paleolítico Superior faz-se representar pelas restantes 53 peças (Quadro 10 e Fig.43).
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EcoPLis a pré-história no Rio Lis, da serra ao Atlântico

EcoPLis a pré-história no Rio Lis, da serra ao Atlântico

Entre os nossos resultados destacam-se a descoberta de cerca de uma centena de novos sítios, nomeadamente grutas com restos humanos e respectivas oferendas, de há cerca de 5,300 anos; dezenas de abrigos com depósitos arqueológicos perfeitamente preservados; e um sítio do Paleolítico Inferior com pelo menos 200 mil anos.

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Contextos de descoberta e desafios do estudo dos sítios pré-históricos do Aproveitamento Hidroelétrico de Ribeiradio-Ermida

Contextos de descoberta e desafios do estudo dos sítios pré-históricos do Aproveitamento Hidroelétrico de Ribeiradio-Ermida

vés dos múltiplos projetos de diferentes docentes, estudantes e investigadores das Universidades de Coimbra, Lisboa, Porto e Minho. O desenvolvimen- to destes projetos contribuiria de forma decisiva para o conhecimento da Pré -história Recente do vale do Vouga, inserindo -a na escala mais ampla da região das Beiras. Porém, no que diz respeito ao estudo da Pré -história Antiga tal não aconteceu. Com efeito, há apenas a destacar o desenvolvimen- to de dois projetos: o projeto “Paleoecologia da Caça -Recolecção no Baixo Mondego”, dirigido por Helena Moura e com a participação de Maria João Neves, Miguel Almeida e Thierry Aubry; e um pré- -projecto individual de doutoramento de João Pe- dro Cunha -Ribeiro (1999, 1992 -1993, 1984) sobre o Paleolítico Inferior do Vale do Vouga, que acabaria por não ser desenvolvido por razões semelhantes às que Alberto Souto enumerou cinquenta anos antes.
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Estadiamento endoscópico tridimensional da polipose nasal antes e após corticoterapia oral

Estadiamento endoscópico tridimensional da polipose nasal antes e após corticoterapia oral

Apesar dos piores resultados encontrados para o método tridimensional RG, acredita-se que ele ainda possa ser utilizado em estudos para localização e extensão da PN. Classificar os pólipos nas três dimensões, proporciona ao especialista a visualização exata de sua extensão e localização, sem a necessidade de se ver o exame. Ao contrário, os outros métodos não fornecem essa visualização. Por exemplo, um pólipo único e extenso saindo do meato médio inferiormente até o assoalho da fossa nasal seria estadiado como três pelo método de Johansen e dois pelo de Lund-Mackay, que correspondem ao grau máximo de extensão da polipose. No caso do estadiamento tridimensional, seria classificado como HT VI P1. Diferentemente, no caso de uma polipose extensa, esta seria então HT VT PT. Outra crítica à classificação de Johansen é que, um grande pólipo que ultrapassa a borda inferior da concha inferior, sendo classificado como 3 de um lado e outro grande pólipo que chega próximo a esta borda sem ultrapassá-lo, seria classificado como 2, o que na prática clínica representam praticamente a mesma extensão da polipose. Da mesma forma, a classificação Lund-Mackay com três escores (0, 1 e 2), não distingue a polipose extensa de um pólipo moderado, que ultrapassa os limites do meato médio. Por outro lado, o estadiamento de Lund et al (1998) com quatro estadios já considera a polipose extensa como sendo grau 3. As FIG. 7 e 8 exemplificam esse pensamento. Porém, para a comparação de resultados de tratamentos da PN para o método tridimensional, tornar-se-á necessário transformar as variáveis qualitativas em escores, como foi feito para este trabalho.
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Datación por series de Uranio del grafismo de estilo pre-magdaleniense en Cantabria

Datación por series de Uranio del grafismo de estilo pre-magdaleniense en Cantabria

Figura 2. Zona de muestreo asociada al Panel de las Manos de la cueva de El Castillo y datada en al menos 37290 años . Las fechas de las calcitas asociadas a motivos rupestres de estilo paleolítico obtenidas por el método de la serie del Uranio permiten certificar la existencia, al menos, de un arte auriñaciense en Europa, caracterizado por ser monocromo rojo y basado en signos y en manos negativas. A pesar de ello, debe considerarse la posibilidad de que estos temas formales sencillos pueden representarse en momentos posteriores, tal y como se documenta a partir de las fechas asociadas a discos en la cueva de El Castillo. Además, las fechas son consistentes con la consideración de que la complejidad gráfica fue incrementándose con el tiempo.
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The first evidence of Paleolithic portable art in southern Portugal

The first evidence of Paleolithic portable art in southern Portugal

El yacimiento de Vale Boi constituye el ejem- plo más meridional de arte mobiliar paleolítico sobre soporte pétreo en Portugal y viene a unirse al limitado conjunto de objetos de esta adscrip- ción en todo el sur de Iberia: Nerja (Sanchidrián 1994; Pellicer y Sanchidrián 1998), Ambrosio (Ripoll 1986), Bajondillo (Simón y Cortés 2007), El Pirulejo (Cortés y Simón 2008) y Gorham (Simón et al. 2011). Además, salvo una pieza de Nerja, dos en Gorham y el conjunto de El Piru- lejo (todos ejemplos magdalenienses), el resto de ítems carece de una adecuada o afi nada concre- ción cronocultural. A todo ello hay que añadir que las dos piezas que acabamos de presentar de Vale Boi suponen los elementos de arte mobiliar más antiguos conocidos para todo el sur de la Penín- sula Ibérica.
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RECENSION : Las sociedades del paleolítico en la región cantábrica / Fano, M.A. (Coord.)

RECENSION : Las sociedades del paleolítico en la región cantábrica / Fano, M.A. (Coord.)

Los otros capítulos del libro se desgranan en lógica sucesión cronológica, desde las primeras ocupaciones del área objeto de estudio hasta los momentos mesolíticos. Se ha intentado, y creo que se ha logrado, poner sobre el papel todas las novedades existentes hasta 2004, e incluso hasta algo después, pues los originales fueron llegando en fechas posteriores a la realización de la reu- nión. Quizás quede algún vacío, como el que hay entre el 80.000, en que finaliza el capítulo 3, y el final del paleolítico medio, tema del 4, pero poco hay conocido en este intervalo.

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Avaliação da qualidade de vida, relacionada com a saúde oral, dos indivíduos portadores de próteses dentárias removíveis totais e parciais

Avaliação da qualidade de vida, relacionada com a saúde oral, dos indivíduos portadores de próteses dentárias removíveis totais e parciais

Satisfação com prótese inferior e dimensão Física / Funcional 12.. Satisfação com prótese inferior..[r]

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Ictiofaunas musterienses de la Península Ibérica : ¿Evidencias de pesca Neandertal?

Ictiofaunas musterienses de la Península Ibérica : ¿Evidencias de pesca Neandertal?

Ambas L’Arbreda y Amalda presentan varios niveles post-musterienses en donde las diferen- cias con el Musteriense resultan llamativas. Qui- zás la más interesante, con independencia del descenso que se opera en todas las muestras de carnívoros al entrar en el Paleolítico Superior, se refiera a los conejos de L’Arbreda (M AROTO y cols., 1996). Estos autores destacan como los ejempla- res procedentes del nivel I parecen ser producto de una contaminación o de una mortalidad natural, idea de la que también participa E STÉVEZ (1987: 73), en tanto que en el nivel H gran parte de la muestra parece generada por el hombre debido a las huellas de uso que presentan muchos de los restos (M AROTO y cols., 1996: 232). En tales cir-
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Anatomia do primeiro molar inferior

Anatomia do primeiro molar inferior

O primeiro molar inferior (1ºMI) apesar de ser o dente com maior incidência que necessita de TENC, também é um dos que, mais frequentemente é alvo de extração. Sendo a Medicina Dentária uma área da Medicina cada vez mais conservadora, interessa então o maior sucesso possível nos tratamentos endodônticos, de maneira a preservar o dente na cavidade oral. Como objetivos do estudo pretende-se demonstrar as caraterísticas anatómicas do 1ºMI e também as suas variações. Pretende-se também dar a conhecer técnicas de estudo da AI, que facilitam a deteção de variações ao nível do SCR de maneira a preparar um melhor TENC. O que nos propomos realizar através deste trabalho dada à complexa e variada morfologia interna do SCR do 1ºMI é elucidar e chamar a atenção para a importância do Médico Dentista (MD) estar munido de toda a informação o mais abrangente possível, da anatomia deste dente tão particular, quer a nível clínico, radiográfico e técnico, para uma abordagem terapêutica o mais direcionada e especifica possível de forma a minimizar o insucesso terapêutico e maximizar o seu êxito.
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Drenagem anômala de veia pulmonar inferior direita em veia cava inferior associada a apêndice hepático intracardíaco.

Drenagem anômala de veia pulmonar inferior direita em veia cava inferior associada a apêndice hepático intracardíaco.

No presente trabalho, relata-se o caso de uma pa- ciente de 61 anos de idade, operada com o diagnóstico de tumor do mediastino, na qual se encontrou drenagem da veia pulmon[r]

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Reconstrução do lábio inferior pela técnica de Karapandzic .

Reconstrução do lábio inferior pela técnica de Karapandzic .

A reconstrução de lábio utilizando a técnica de Kara­ pandzic é um procedimento alternativo para as grandes le ­ sões, sobretudo em lábio inferior, já que é realizada em um só procedimento, sendo rápida e segura. Além disso, a técnica mantém um pedículo vasculonervoso, proporcionando bons resultados, do ponto de vista tanto funcional como estético. Seu maior inconveniente é a produção de microstomia nas etapas precoces, mas que melhora gradualmente com o passar do tempo.

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Crescimento facial espontâneo Padrão II: estudo cefalométrico longitudinal

Crescimento facial espontâneo Padrão II: estudo cefalométrico longitudinal

presente amostra manteve-se constante. As oscilações registradas nos Gráficos 4, 5, 6 e 11 e na Tabela 4 para os ângulos 1.PP, 1.NA e 1.SN não alcançaram significância estatística. O comportamento dos incisivos superiores e inferiores permite concluir que na má oclusão Classe II, divisão 1, Padrão II, a compensação dentária dá-se predominantemente no arco dentário inferior (IMPA), sendo progressiva durante o crescimento facial. Contrariamente ao ocorrido com a amostra da presente pesquisa, Martins (1997) 45 também encontrou tendência para

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Extração de incisivo inferior: uma opção de tratamento.

Extração de incisivo inferior: uma opção de tratamento.

O aparelho foi removido após 10 meses de tra- tamento e foi usado como contenção, no arco infe- rior, fio coaxial .0195” colado na lingual dos dentes ântero-inferiores de canino a canino e, no arco su- perior, placa de Hawley; com instrução para uso 24h por dia, sendo retirada apenas no horário das refeições e na higiene bucal. Devido à probabilidade de impacção e falta de espaço, foram solicitadas as extrações dos terceiros molares. A paciente foi vista em intervalos de 1, 3 e 6 meses para avaliar a estabilidade da oclusão e o uso da contenção su- perior. Após um ano de contenção, foi solicitada a utilização da placa superior apenas no período noturno, pois a oclusão apresentava-se bem esta- belecida. Dois anos após removido o aparelho fixo a paciente foi liberada do uso da placa de Hawley e a barra inferior foi removida, dando-se continui- dade às visitas semestrais.
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Reconstrução de pálpebra inferior pela técnica de Hughes

Reconstrução de pálpebra inferior pela técnica de Hughes

Somente um caso (5,5%) foi consi­ derado como mau resultado, por apre­ sentar um tamanho insuficiente da pál­ pebra inferior (pálpebra curta), com repercusão estético-funcional. Neste caso, houve necessidade de novo pro­ cedimento reconstrutivo, uma vez que a obtenção de novo retalho tarso­ conjuntival da pálpebra superior pode­ ria trazer complicações na área doado­ ra, sendo optado reconstruir com reta­ lho cutâneo local (transposição) e en­ xerto mucoso (lábio inferior). O resul­ tado final foi considerado regular.

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Extração de incisivo inferior: uma opção terapêutica.

Extração de incisivo inferior: uma opção terapêutica.

o percentual da relação entre os dentes ântero- inferiores e os ântero-superiores como parâme- tro de avaliação, estabelecendo o valor acima de 83% como bom indicativo. Se a análise de Bolton apresentar um percentual aumentado e a origem desse valor for incisivos superiores com diâmetro mesiodistal reduzido a ponto de comprometer a estética, o procedimento eleito é o restabeleci- mento anatômico destes com a Odontologia cos- mética 7 . Entretanto, se houver excesso inferior

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