papilomatose de laringe

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Análise do gene E6 de HPV de baixo risco em papilomatose de laringe

Análise do gene E6 de HPV de baixo risco em papilomatose de laringe

A Papilomatose Respiratória Recorrente (PRR) é uma doença caracterizada pela presença de tumores benignos no trato respiratório superior, sendo a laringe o sítio de lesão mais comum. Esta doença tem uma distribuição de idade bimodal, permitindo sua classificação em papilomatose juvenil ou adulta. O principal agente etiológico da PRR é o Papilomavírus Humano (HPV), um grupo de vírus de DNA, dos quais mais de 150 tipos já foram identificados. HPV-6 e HPV-11 são os tipos mais encontrados em PRR. Há poucos estudos sobre a distribuição das variantes moleculares de HPV de baixo risco. Desta maneira, o objetivo deste estudo foi avaliar a variabilidade genética do gene E6 entre isolados de HPV-6 e HPV-11 detectados em amostras de papilomatose respiratória recorrente (PRR) obtidas em uma coorte de pacientes brasileiros. A fim de comparar as sequências de nucleotídeos identificados em nosso estudo com isolados previamente reportados provenientes de outras partes do mundo, e de diferentes sítios anatômicos (papilomatose de laringe, verrugas genitais, câncer cervical e esfregaço anal), foi realizada a análise filogenética para determinar as relações filogenéticas das variantes detectadas no Brasil com as variantes isoladas em outras regiões do mundo. A região codificante completa do gene E6 de 25 amostras foi clonada e sequenciada. Em 18 isolados foi detectado o DNA do HPV-6 (72%), e em 7 isolados o DNA do HPV-11 (28%). Um total de quatro variantes genômicas diferentes de HPV-6 e duas variantes genômicas de HPV-11 foram identificadas e nenhuma variante pode ser associada com o quadro clínico do paciente. Para a reconstrução filogenética foram utilizadas as sequências de E6 detectadas neste estudo adicionalmente às sequências anteriormente publicadas originárias da Eslovênia e da África do Sul. Devido ao pequeno número de amostras não foi possível relacionar as variantes com sítios específicos de infecção e a análise filogenética de HPV-6 e HPV-11 revelou que as sequências não se agruparam de acordo com sua origem geográfica. Assim, não foi possível estabelecer uma associação geográfica entre as variantes de HPV-6 ou HPV-11, ao contrário do observado em HPV-16 e HPV-18.
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Análise da variabilidade genética e expressão de HPV em papilomatose de laringe

Análise da variabilidade genética e expressão de HPV em papilomatose de laringe

A papilomatose respiratória recorrente (PRR) apesar da sua característica benigna pode causar uma significante morbidade e mortalidade, pois essa doença tende a recorrer diversas vezes fazendo com que os pacientes frequentemente necessitem de internações hospitalares para remoção cirúrgica das lesões, o que representa altos custos médicos devido aos repetidos tratamentos (BISHAI et al., 2000; PEYTON; WIATRAK, 2004). Normalmente, a laringe é o local mais comumente afetado pelos papilomas, mas em casos de maior severidade da doença, as lesões têm potencial de se espalhar pelo trato respiratório inferior, atingindo brônquios, traqueia, esôfago e pulmões (KASHIMA et al., 1993; DERKAY; WIATRAK, 2008).
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Refluxo gastroesofágico em pacientes portadores de papilomatose recorrente de laringe.

Refluxo gastroesofágico em pacientes portadores de papilomatose recorrente de laringe.

A infecção pelo HPV é transmitida por contato pessoal íntimo, sendo facilitada por traumatismos leves no local da inoculação. Pode resultar do contato direto com outro indivíduo ou, menos comumente, por auto- inoculação. Na papilomatose de laringe, acredita-se que a transmissão viral ocorra através do canal de parto, ou através de contato sexual 2,3 . Alguns trabalhos constataram

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Papilomatose cutânea florida e acantose nigricante maligna reveladoras de neoplasia gástrica.

Papilomatose cutânea florida e acantose nigricante maligna reveladoras de neoplasia gástrica.

Resumo: Apresenta-se o caso clínico de um doente de 57 anos, previamente saudável, sem sintoma- tologia sistêmica, que, num curto intervalo de tempo, desenvolve múltiplas lesões semelhantes a verru- gas virais no tronco, membros e face, lesões típicas de acantose nigricante nas grandes pregas e uma queratodermia difusa palmar com paquidermatoglifia. Os exames complementares de diagnóstico rev- elaram uma neoplasia gástrica metastizada. Apesar da instituição da terapêutica, com efeito transitório na neoplasia e nas lesões cutâneas, o doente viria a falecer em 14 meses. Salientamos a associação destas três dermatoses paraneoplásicas num mesmo paciente: papilomatose cutânea florida, acantose nigricante maligna e tripe palms que parecem ter um mecanismo patogênico comum.
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Modelagem da laringe: da biologia ao computador

Modelagem da laringe: da biologia ao computador

(Pereira, 1987) também propôs um modelo baseado no modelo duas-massas, com a inclusão de uma massa adicional para representar as falsas cordas vocais. Analo- gamente a (Pelorson et al., 1994), a derivação das equações de escoamento foi reinada para os três peris geométricos básicos da laringe (divergente, paralelo e convergente) para a resposta glotal durante a vibração auto-sustentada. Adi- cionalmente, veriicou-se que vozes sussuradas eram melhor obtidas por seu modelo devido a inclusão da massa adicional (que acaba atuando como uma resistência aerodinâmica que reduz os efeitos da recirculação de ar pós-glote e dessa forma, afeta diretamente a magnitude da pressão negativa na posição superior das cordas vocais verdadeiras).
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Leucoplasia pilosa oral: aspectos histopatológicos da fase subclínica.

Leucoplasia pilosa oral: aspectos histopatológicos da fase subclínica.

A leucoplasia pilosa oral (LPO) é uma das manifestações orais mais comuns na AIDS, com valor diagnóstico e prognós- tico. A LPO está relacionada ao Epstein-Barr vírus (EBV), com características clínicas e histopatológicas definidas. Já existem relatos de uma fase subclínica da LPO, porém sem caracterização histopatológica. O presente trabalho teve por objetivo descrever os aspectos histopatológicos desta fase, bem como realizar uma análise comparativa entre a LPO subclínica e clínica, com a finalidade de verificar a suficiência diagnóstica dos critérios histopatológicos. Trata-se de um estudo retrospectivo de 11 casos, obtidos a partir de cinco biópsias realizadas em pacientes com lesão e da bor- da de seis línguas sem lesão macroscopicamente detectável, provenientes de necropsias. Foram utilizados os seguin- tes métodos: histopatologia, imuno-histoquímica e hibridização in situ. Os aspectos histopatológicos que caracteriza- ram a fase subclínica da LPO foram: ausência de paraceratose e papilomatose, acantose leve, presença de células claras e alterações nucleares (inclusão tipo Cowdry A, núcleo em “vidro fosco” e núcleo “em colar”). Houve identificação do EBV através da hibridização in situ e da imuno-histoquímica nas alterações nucleares observadas na histopatolo- gia. Concluiu-se, com fundamentos na identificação do EBV nas alterações nucleares, que a LPO em sua fase subclíni- ca, da mesma forma que na lesão clínica, apresenta características histopatológicas específicas e suficientes para um diagnóstico definitivo, independentemente da identificação do EBV.
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Histopatologia das terminações nervosas na laringite tuberculosa.

Histopatologia das terminações nervosas na laringite tuberculosa.

das placas motoras da laringe, assim como algumas das terminações sensi- tivas subepiteliais).[r]

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Refluxo gastroesofágico em pacientes portadores de papilomatose recorrente de laringe

Refluxo gastroesofágico em pacientes portadores de papilomatose recorrente de laringe

Although 50% of our patients had physiological distal gastroesophageal reflux, and 90% had a positive proximal reflux, there are still many controversies about what shoul[r]

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pt 1679 4508 eins S1679

pt 1679 4508 eins S1679

Apresentamos dois casos de papilomatose esofágica, lesão raramente relatada, que pode levar à disfagia, e que não teve melhora após tratamento endoscópico. Ambos os pacientes recusaram cirurgia e foram acompanhados por até 3 anos, sem alterações clínicas ou endoscópicas importantes.

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A fadiga nos pacientes com câncer de laringe.

A fadiga nos pacientes com câncer de laringe.

Os indicadores da fadiga, citados na literatura, podem ser objetivos como os fisiológicos, bioquímicos e comportamentais, e subjetivos que são indicadores percebidos como sentimentos e s[r]

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Schwanoma de laringe: relato de caso

Schwanoma de laringe: relato de caso

Schwanoma de laringe é um tumor benigno, raro, de crescimento lento, com sintomas associados ao efeito de massa da lesão. O nosso caso é de uma paciente cuja principal queixa era disfagia orofaríngea, que desapareceu completamente após o tratamento cirúrgico. Optamos por uma abordagem transoral, via laringoscopia direta, por ser esta mais conservadora e permitindo uma ressecção completa do tumor. A paciente se encontra sem sinais de recidiva após dois anos de seguimento clínico.

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Thuya occidentalis CH12 como tratamento alternativo da papilomatose canina.

Thuya occidentalis CH12 como tratamento alternativo da papilomatose canina.

As primeiras respostas terapêuticas ao uso da Thuya Occidentalis 12CH nos animais acometidos pela papilomatose canina se deu por volta do sétimo dia após início do tratamento, demonstrando uma regressão signiicativa das verrugas orais em três cães da raça Buldog Americano atendidos, todos da mesma ninhada. Nestes casos, a regressão total das lesões ocorreu quinze dias após o início do tratamento e não foi observada recidiva até quatro meses após o término do tratamento (Figuras 2A e 2B). Da mesma forma, um Yorkshire, com doze meses de idade, apresentou regressão total das lesões com quinze dias de tratamento (Figuras 3A e 3B). Diferentemente, em dois dos animais da raça Maltês, de sete meses de idade, um apresentando lesão no vestíbulo e lábio e o outro no palato, ocorreu a regressão total das verrugas já na primeira semana após o início do tratamento. (Figuras 4A;4B;4C;4D). Em apenas um cão, buldog Francês, sete meses de idade, foi identiicado papilomatose oral e ocular (Figuras 5A e 5B). As verrugas foram desaparecendo gradualmente após vinte dias de tratamento. Segundo Benites & Melville (2003) o uso de Thuya Occidentalis 30CH no tratamento de papilomatose em um cão resultou em redução no número de lesões após 15 dias de tratamento e a regressão total das lesões ocorreu somente com 22 FIGURA 1. Cão com papilomatose na região do vestíbulo oral, lábios superior e inferior (A). Forma cutânea de papilomatose canina na região abdominal (setas) (B).
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Papilomatose laríngea recorrente: experiência de 10 anos.

Papilomatose laríngea recorrente: experiência de 10 anos.

Com relação à localização da lesão, observamos que cerca de 61% dos pacientes apresentaram acometimento isolado da glote na sua primeira intervenção (57% no grupo juvenil e 65% no adulto). Não observamos diferença estatística entre os dois grupos quanto à localização da lesão tanto na primeira apresentação, como nas recidivas subseqüentes. Sabe-se que a papilomatose acomete com mais freqüência a região glótica, preferencialmente a porção anterior da laringe. Entretanto, os papilomas podem envolver todo o trato aerodigestivo, incluindo fossas nasais, faringe, traquéia, brônquios e, às vezes, o esôfago 14 . Os papilomas
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Papilomatose respiratória recorrente com disseminação pulmonar: relato de dois casos.

Papilomatose respiratória recorrente com disseminação pulmonar: relato de dois casos.

as alterações radiológicas em sete pacien- tes, sendo que todos apresentaram-se com papiloma de laringe entre as idades de seis meses e 14 anos, tendo as lesões pulmona- res surgidas um a 11 anos após, e todas sofreram várias ressecções endoscópicas prévias dos tumores. Esses autores descre- vem as lesões pulmonares como focos de epitélio escamoso que crescem circunfe- rencialmente no interior do alvéolo, utili- zando-os para suprimento vascular. Cres- cem, coalescem e destroem o parênquima, constituindo-se nas lesões escavadas.

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Papilomatose laríngea: análise morfológica pela microscopia de luz e eletrônica do HPV-6.

Papilomatose laríngea: análise morfológica pela microscopia de luz e eletrônica do HPV-6.

A papilomatose pode se manifestar como grave comprometimento da mucosa laríngea, apresentando lesões recidivantes não apenas nas pregas vocais, mas também em faringe e em traquéia levando, em casos ex- tremos, aos quadros de insuficiência respiratória aguda. É a neoplasia benigna laríngea mais comum em crianças e, embora descrita há décadas, sua fisiopatologia e o trata- mento ainda tem sido motivo de várias pesquisas 20,21 .

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Transformada Wavelet na detecção de patologias da laringe

Transformada Wavelet na detecção de patologias da laringe

O nódulo vocal, geralmente, ocorre em ambos os lados da prega vocal, estritamente simétrica na fronteira do terço anterior e médio da prega vocal, conforme mostrando na Figura 2.5, sendo geralmente imóvel durante a fonação. A lesão está confinada à camada superficial da lâmina própria e é o resultado da colisão traumática e constante das pregas vocais, causados pela sobrecontração dos músculos da laringe intrínseca durante a fonação. De acordo com diversos estudos, a formação dos nódulos ocorre principalmente no ponto médio da prega vocal membranosa, onde as forças de impacto são os maiores e estes são geralmente bilateral ( SCALASSARA et al. , 2009).
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O significado do tabagismo no contexto do câncer de laringe.

O significado do tabagismo no contexto do câncer de laringe.

As interpretações dos sinais e sintomas do câncer de laringe, para os sujeitos é expressa por uma simbologia pautada no senso comum, como sendo uma “irritação na garganta”, isso conduziu os portadores desta patologia e seus familiares a buscar maneiras de cura, segundo a sua rede de conhecimentos e de relações sociais. Os informantes percebiam a “irritação na garganta” como um problema de saúde comum, uma desordem passageira e “natural”, não como uma doença, pois podia ser facilmente “curado”, sem a necessidade de um cuidado médico.

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Condrossarcoma da laringe - 10 anos de casuística.

Condrossarcoma da laringe - 10 anos de casuística.

Levando em conta a imagem, na presença de massas de maior dimensão pode-se observar um empurramento anterior da laringe na radiografia cervical de perfil. No entanto, a sua suspeição clínica obriga à realização de TC (tomografia computadorizada) ou de RM (ressonância magnética). Alguns autores apontam a TC como exame de eleição, 1-3,8 aparecendo com imagem hipodensa bem deli-

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Aula 4 Presbifonia

Aula 4 Presbifonia

As alterações anatômicas e fisiológicas do trato vocal são frequentemente na laringe durante o.. processo de envelhecimento.[r]

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PAPILOMATOSE MÚLTIPLA E RECORRENTE UNILATERAL: AVALIAÇÃO PELOS MÉTODOS DE IMAGEM.

PAPILOMATOSE MÚLTIPLA E RECORRENTE UNILATERAL: AVALIAÇÃO PELOS MÉTODOS DE IMAGEM.

Em 90% dos casos apresentam-se como papiloma solitário, localizado nos ductos centrais de maior calibre e manifestando- se, na grande maioria dos casos, com des- carga papilar sero-hemorrágica. Apenas em 10% dos casos apresentam-se na forma de papilomatose múltipla (PM), que se carac- teriza pela presença de múltiplos papilo- mas no mesmo ducto ou em ductos dife- rentes.

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