Papilomavírus bovino tipo 4

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Expressão do gene L1 do Papilomavírus bovino tipo 4 em células da levedura Pichia pastoris

Expressão do gene L1 do Papilomavírus bovino tipo 4 em células da levedura Pichia pastoris

Os papilomavírus constituem um grupo de pequenos vírus de DNA de dupla fita caracterizados por induzirem a formação de lesões que são em geral benignas, podendo regredir naturalmente ou se transformar em tumores malignos. Dentre eles se encontra o papilomavírus bovino (BPV). Até o momento são bem caracterizados seis diferentes tipos de BPV (BPV de 1-6) e recentemente outros dois novos tipos (BPVs 7 e 8) foram descritos. Na região Nordeste do Brasil, em especial no Estado de Pernambuco (região da Zona da Mata), a incidência de papilomatose bovina é muito alta provocando grandes perdas econômicas para os criadores. No momento não há tratamento com eficácia comprovada. A p roteção contra infecção é conferida por anticorpos neutralizantes direcionados proteína estrutural L1. Estes anticorpos podem ser eficientemente induzidos por imunização com virus-like particles (VLP), que se formam espontaneamente após a expressão de L1 em vetores recombinantes. A levedura metilotrófica Pichia pastoris emergiu como um sistema heterólogo, eficiente e de baixo custo para a produção de proteínas. Neste trabalho foi avaliada a produção da proteína L1 de BPV-4 por células de P. pastoris. O gene L1 foi amplificado e clonado no vetor de expressão pPICZA (Invitrogen). As células de P. pastoris foram transformadas com pPICZAL1B4. Os transformantes de P. pastoris obtidos foram analisados para expressão do gene L1 por RT-PCR e Dot blot. Os transformantes analisados mostraram transcrição do gene L1 e conseqüente produção da proteína.
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Imunização  genética  para  o  controle  de  papilomaviroses: construção de um vetor  vacinal baseado no  Gene L2  do papilomavírus bovino tipo 1

Imunização genética para o controle de papilomaviroses: construção de um vetor vacinal baseado no Gene L2 do papilomavírus bovino tipo 1

The cattle industry is one of the main highlights of the Brazilian agribusiness on the international stage. However, some diseases have caused considerable damage including bovine papillomatosis which is an infectious tumorous disease related to bovine papillomavirus (BPV) etiology and characterized by the formation of tumors in tissues of the skin and mucosa. Currently we know 11 different types of bovine papillomavirus, among which the BPv types 1, 2 and 4 are oncogenic. So far there is no vaccine or treatment for the papilomaviroses control. Different studies have reported that the L2 protein may be a candidate for the development of prophylactic vaccine strategies against BPV. The L2 protein has a potential cross-reaction with different BPVs and HPV (Human Papillomavirus). On this paper, our objective was to construct a vector vaccine from pCINeo plasmid (Promega ®) and the gene of BPV1 L2, evaluating in vitro L2 antigen expression in mammalian cells. The L2 gene was amplified by PCR from the complete genome of BPV1, using specific oligonucleotides containing an AU1 epitope in the forward primer and subsequently cloned into pGEM-T Easy vector (Promega ®) and subcloned in expression vector pCIneo, pCIL2B1 generating building. The plasmid was transfected into 293 cells in vitro functional analysis for the expression of L2.Obtaining construction pCIL2B1 was confirmed by PCR and sequencing. The capacity of this construction to express the gene and produce their L2 protein in mammalian cells was confirmed by RT-PCR and western blot (using antibody against the epitope AU1). The results confirmed the L2 gene expression in mammalian cells and the consequent production of the protein L2 BPV-1.
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Avaliação da importância da infecção natural pelo Papilomavírus bovino tipo 2 no desenvolvimento da hematúria enzoótica do gado

Avaliação da importância da infecção natural pelo Papilomavírus bovino tipo 2 no desenvolvimento da hematúria enzoótica do gado

A hematúria enzoótica bovina (HEB) é uma doença crônica inflamatória e neoplásica da bexiga urinária de bovinos. A doença evolui durante um longo período de tempo, sendo caracterizada pelo desenvolvimento da hematúria intermitente e está associada ao consumo prolongado de Pteridium aquilinum, planta conhecida popularmente como samambaia. A infecção pelo Papilomavírus bovino tipo 2 (BPV-2) e o consumo de samambaia têm sido relacionadas ao desenvolvimento da HEB e lesões neoplásicas da bexiga de bovinos. Ainda não se sabe o real papel da infecção pelo BPV-2 no desenvolvimento da HEB. Desta forma, o presente trabalho, consiste na avaliação da infecção pelo BPV-2 no desenvolvimento da HEB. Para isto, foi investigada a presença do BPV-2 no sangue, urina e lesões, seguido de avaliações clínicas e laboratoriais e a relação destes, com o desenvolvimento ou não de HEB. Foram selecionados 16 animais da raça Girolando 5/8, fêmeas, com idades entre 2-5 anos, com ou sem lesões. As amostras sanguíneas foram coletadas através de punção venosa da jugular, para a extração de DNA e análises bioquímicas. As amostras de sangue para a extração de DNA foram armazenadas em tubos com anticoagulante (EDTA), e as amostras para análise bioquímica foram armazenadas em tubo sem anticoagulante. As amostras de urina foram coletadas através de micção espontânea, para a realização da urinálise. Para extração de DNA do sangue, urina e lesão, foi utilizado o kit Blood and Tissue (Qiagen, Alemanha). Em seguida foi feita a detecção e tipificação, por PCR, das sequências de DNA. Para detecção foram utilizados os primers consenso MY11/09 e primers específicos de BPV-2 para a tipificação. Todas as análises foram realizadas a cada 4 meses, durante o período de um ano. Os resultados obtidos demonstraram a detecção do BPV-2 em 100% (16/16) das amostras de sangue, 87,5% (14/16) na urina e 100% (13/13) nas lesões. Os resultados das análises bioquímicas e de urinálise se mostraram dentro da normalidade em todos os animais. Nenhum animal apresentou qualquer característica clínica de HEB. Conclui- se que, o vírus não é per si, capaz de desenvolver a HEB.
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Análise transcriptômica comparativa da infecção por papilomavírus bovino

Análise transcriptômica comparativa da infecção por papilomavírus bovino

Alguns tipos de BPV estão associados com câncer em bovinos, especialmente quando combinado com co-fatores ambientais, como a ingestão de brotos de samambaia (FREITAS et al., 2011). O BPV-1 e BPV-2 estão associados com câncer da bexiga urinária que resulta em hematúria, levando à morte do animal, e o BPV-4 desenvolve papilomas no trato gastrointestinal superior que pode evoluir para carcinomas (HAGA et al., 2013). É sabido que os BPV tipo 3, 5 e 6 não estão relacionados com câncer em bovinos. No entanto, existe apenas uma quantidade muito limitada de informações disponíveis sobre a patologia associada com os outros tipos de BPV, tornando importantes estudos que visem identificar os mecanismos moleculares pelos quais estes vírus desenvolvem o ciclo de infecção. Mais informações precisam ser acumuladas de forma a elucidar a associação do BPV e a doença que ele desenvolve no hospedeiro. Entender a relação hospedeiro-patógeno no desenvolvimento da papilomatose bovina é crucial para o desenvolvimento de métodos diagnósticos e de tratamento mais eficientes para o controle desta patologia.
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Construção de vetores de expressão não comercial contendo os genes L1 e quimeras de L1-E5 do Papilomavírus bovino tipo 1

Construção de vetores de expressão não comercial contendo os genes L1 e quimeras de L1-E5 do Papilomavírus bovino tipo 1

identificada como o principal cofator ambiental associado à carcinogênese induzida pelo BPV (BORZACHIELLO; ROPERTO, 2008). O broto da samambaia de campo é uma das plantas mais amplamente distribuídas no mundo. Intoxicações foram detectadas naturalmente em todo o mundo e demonstradas em experimentos com animais. Diversos componentes foram extraídos dos brotos de samambaia e alguns demonstraram ser tóxicos, como o Ptaquilosídeo (PTA) considerado a principal toxina carcinogênica, induzindo erros na síntese de DNA e levando a mutações de genes envolvidos no controle da divisão celular (SCALA et al., 2014). Além dos seus efeitos tóxicos, a samambaia é a única planta conhecida por naturalmente ser capaz de causar cânceres em animais. A co-infecção com o BPV tipo -2 ou tipo -4 é sugerido como sendo um fator de predisposição para o desenvolvimento de efeitos patológicos (SCALA et al., 2014; BORZACHIELLO; ROPERTO, 2008).
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Análise filogenética de papilomavírus bovino associado com lesões cutâneas em rebanhos do Estado do Paraná.

Análise filogenética de papilomavírus bovino associado com lesões cutâneas em rebanhos do Estado do Paraná.

O BPV-2 tem sido universalmente relacionado com tumo- res epiteliais benignos e com o carcinoma da bexiga urinária, que ocasiona o quadro clínico de hematúria enzoótica (Cam- po 1995, Schuch 1998). Das três amostras (LVA1, 2 e 9) de BPV-2 identificadas no presente estudo, duas (LVA1 e 2) esta- vam presentes no mesmo animal. Porém, essas amostras fo- ram provenientes de locais distintos do corpo (pescoço e dor- so) e apresentavam morfologia distinta, sendo uma filiforme (LVA1) e outra pedunculada (LVA2), demonstrando que o mes- mo tipo viral pode determinar lesões cutâneas com localiza- ção e aspecto distintos. Apesar das três amostras de BPV-2 apresentarem de 99,3% a 97,7% de identidade com a estirpe padrão utilizada para a análise filogenética, a comparação das amostras de BPV-2 provenientes de diferentes animais (A e F) demonstrou que a identidade entre elas foi de 98,4%. Esse resultado caracteriza a presença de diversidade molecular entre estirpes de BPV provenientes de diferentes rebanhos.
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Avaliação da presença de Papilomavírus bovino em sêmen de touros (Bos taurus)

Avaliação da presença de Papilomavírus bovino em sêmen de touros (Bos taurus)

Os papilomavírus (PV) são vírus de DNA dupla fita que infectam o epitélio escamoso da pele e mucosa. O papilomavírus bovino (BPV) apresenta 10 diferentes tipos (BPV-1 a 10) e causam doenças em rebanhos de corte ou leiteiro, gerando grandes prejuízos econômicos aos criadores. A presença de BPV já foi detectada em tecidos reprodutivos e fluídos corporais, tais como sangue periférico, plasma sanguíneo, oócitos, ovário, útero, células do cúmulus, fluídos uterinos, sêmen e espermatozóide, placenta e líquido amniótico. O objetivo deste trabalho foi avaliar a presença do BPV, através da técnica PCR, em sêmen de touros (Bos taurus) fresco e comercializado no Estado de Pernambuco. Para isso, foram utilizados primers de detecção geral para PV e específicos para os tipos de BPV-1 a 6 em amostras de sêmen fresco e sêmen comercial de touros da raça Gir Leiteiro. Foi detectada a presença de DNA de BPV em 100% das amostras de sêmen analisadas. O tipo viral mais freqüente foi o BPV-2 em 100% das amostras analisadas, seguido por BPV-3 em 48% das amostras e BPV- 4 presente em 6,9% das amostras avaliadas. Houve detecção simultânea de mais um tipo de BPV em 51% das amostars de sêmen analisadas. Estes resultados demonstram a importância do estudo e de um melhor detalhamento da relação entre BPV e sêmen. Dada a grande utilização, a inseminação artificial com sêmen contaminado com BPV pode ter importância similar à via sexual para a dispersão viral entre o rebanho.
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Detecção de papilomavírus bovino tipo 2 em trato reprodutivo e gametas de fêmeas bovinas

Detecção de papilomavírus bovino tipo 2 em trato reprodutivo e gametas de fêmeas bovinas

In this study we report the presence of papillomavirus in the reproductive tract and gametes of bovine females. Although the vast literature concerning the contamination of the uterus and gametes of bovines by viruses as bluetongue virus (BTV), bovine leukaemia (BLV) and virus of the bovine viral diarrhea (BVDV) (7,8,9), this is the first report describing the presence of papillomavirus in these tissues and cells. Vanroose et al. (10) suggested that the viruses can get the oocytes trough granulosa and cumulus cells although they have not discussed how the viruses can reach these cells. Stocco dos Santos et al. (6) demonstrated the presence of papillomavirus in the blood of naturally infected animals. The presence of viruses in the bloodstream, theoretically allows them to be carried to any irrigated tissues. This possibility could explain the presence of BPV-2 in the ovaries, uterus, cumulus and oocytes of the investigated animals. Papillomaviruses are discussed as epitheliotropic (4) but the presence of DNA of papillomavirus in reproductive organ tissues, fluids and gametes indicates that viral infection could not be so specific. Many authors have been discussed the possibility of transmission of infectious agents by embryo transfer
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Estudos integrados sobre o vírus do Papilomavírus Bovino: aspectos morfológicos, citológicos, moleculares e citogenéticos

Estudos integrados sobre o vírus do Papilomavírus Bovino: aspectos morfológicos, citológicos, moleculares e citogenéticos

clínicas nos portadores quando presente em forma balanceada (Gustavsson, 1980, Long, 1985; Stocco dos Santos et al.,1988,1989). A primeira alteração desse tipo descrita em bovinos foi a translocação 1/29 descrita por Gustavsson e Rockborn (1964), num estudo sobre leucemia linfática em gado vermelho sueco. Muitos estudos posteriores relataram essa mesma translocação em várias outras raças, principalmente as européias. Essa vasta expansão da translocação 1/29 poderia ser explicada por distribuição de uma mutação ancestral mantida nas raças atuais (Popescu, Pech, 1991). Além da translocação robertsoniana 1/29, muitas outras translocações robertsonianas foram encontradas como a translocação 14/20 (Logue, Harvey, 1978); 1/26 (Miyake et al., 1987); 1/21 (Miyake et al., 1991); 5/22 (Slota, Switonski, 1992); 15/20 (Iannuzzi et al., 1992) , 16/18 (Iannuzzi et al., 1993), 4/10 (Bahri-Darwich et al., 1993) e 16/20 (Rubes et al., 1996); Todas essas outras translocações, no entanto, mostraram-se dicêntricas, provavelmente tendo origem recente. Somente a translocação 1/29 é monocêntrica, provavelmente oriunda de um complexo rearranjo em indivíduos ancestrais envolvendo uma fusão cêntrica, perda de parte da heterocromatina centromérica e inversões pericêntricas (Chaves et al, 2003; DiMeo et al, 2006).
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Identificação dos tipos de papilomavírus bovino em tecido sanguíneo e em lesões cutâneas de bovinos afetados por papilomatose

Identificação dos tipos de papilomavírus bovino em tecido sanguíneo e em lesões cutâneas de bovinos afetados por papilomatose

A papilomatose bovina é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Papillomavírus Bovino (BPV). Existem relatos na literatura de bovinos infectados com mais de um tipo de BPV, além de animais que não apresentam os sintomas da doença O estudo tem como objetivos, genotipar os animais quanto à infecção pelo BPV e ao desenvolvimento da papilomatose cutânea; analisar a presença de co-infecções em lesões cutâneas e em tecido sanguíneo, avaliar a associação de polimorfismos dos genes MBL2 e TNF-alfa com a papilomatose bovina. Foram coletadas 127 amostras de sangue de bovinos e 35 amostras de lesões cutâneas, realizada a tipificação dos BPVs por PCR e o estudo de associação dos SNPs dos genes TNF-alfa e MBL2, por PCR e sequenciamento. Os tipos de BPV mais encontrados nas amostras de sangue foram: BPV 10 (97,75%), BPV 12 (92,13%), BPV 2 e BPV 9 com (88,76%). Os tipos de BPV mais encontrados nas lesões foram: BPV 2 e BPV 3 (100%), BPV 11 (97,1%), BPV 10 (94,2), BPV 12 (91,42%), BPV 4 (82,85%), BPV 6 (80,0 %). A co-infecção foi detectada em 99% das amostras de sangue. Nas amostras de lesões foi constatado a co-infecção em 100% das amostras. As sequências obtidas para o gene MBL2 apresentaram 245 sítios conservados e 02 variáveis, o gene TNF-alfa apresentou 638 sítios conservados e um variável. Nas amostras avaliadas, não foram encontradas associações com os SNPs dos genes MBL2 (exon1) com um p-value de 0.837, TNF-alfa (-1044 a -406) com um p-value de 0.782 e a papilomatose bovina.
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dentificação e avaliação da presença de Papilomavírus bovino (BPV) em  sangue de bovinos e cultura de linfócitos em uma fazenda leiteira do estado  de Pernambuco

dentificação e avaliação da presença de Papilomavírus bovino (BPV) em sangue de bovinos e cultura de linfócitos em uma fazenda leiteira do estado de Pernambuco

Papilomavírus bovinos (BPVs), vírus da família Papillomaviridae, acometem o gado com a indução do aparecimento de verrugas, cânceres de bexiga e do trato digestório, causando importantes prejuízos à economia pecuarista. Dez tipos de BPV já foram bem caracterizados (BPV-1 a 10). O presente trabalho teve como foco detectar seqüências do genoma de BPVs em amostras de sangue de animais de uma fazenda leiteira em Pernambuco e nas culturas de linfócitos correspondentes, visando investigar a presença dos tipos virais, mais especificamente 1, 2 e 4, verificar a presença simultânea de mais de um tipo viral e o eventual tipo mais freqüente. Para o diagnóstico viral, utilizou-se a técnica da “reação em cadeia da polimerase” (PCR), empregando-se iniciadores específicos para os tipos 1, 2 e 4, direcionados aos genes L1, L2 e E7, respectivamente. A confirmação dos produtos amplificados foi realizada com digestão enzimática e posterior seqüenciamento. Foram detectadas seqüências virais em todos os animais trabalhados, independente da presença de papilomas aparentes. Os tipos 1 e 2 foram detectados diretamente de amostras de sangue e em cultura celular de linfócitos, enquanto que o tipo 4 não foi detectado em nenhuma das amostras. Os resultados positivos puderam ser confirmados por digestão enzimática. A presença viral em sangue corrobora trabalhos descritos na literatura que discutem a disseminação do BPV pelo sangue, enquanto que a detecção em cultura indica manutenção viral neste sistema. A partir do seqüenciamento de algumas amostras positivas para BPV-1, sugeriu-se uma nova variante viral, quando comparadas às seqüências depositadas no
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Clonagem molecular e expressão em Pichia pastoris do gene L1 de papilomavírus bovino tipo 2

Clonagem molecular e expressão em Pichia pastoris do gene L1 de papilomavírus bovino tipo 2

Brady e colegas (2001) relataram que substâncias semelhantes a lipídios eram formadas no sobrenadante obtido após experimentos de fermentação, nos quais se utilizou a concentração salina recomendada no preparo convencional do meio de cultura. Esse lipídeo foi apontado como a causa principal de problemas durante o processamento do sobrenadante, além de induzir a agregação de proteínas recombinantes secretadas. O estudo de Brady demonstrou que reduzir a concentração de sais no meio de cultura (para pelo menos ¼ do recomendado pelo protocolo de crescimento de P. pastoris, além de diminuir a interferência em análises de densidade celular da cultura, reduz ou mesmo elimina a formação dessas substâncias, que dificultam a purificação de proteínas secretadas. Em nossos experimentos de crescimento e indução, a concentração de sais no meio de cultura foi representada principalmente pelo sulfato de amônio (1%) presente na solução de YNB (Yeast Nitrogen Base) e pelo tampão fostfato de potássio (solução K2 HPO 4 /KH 2 PO 4 100mM). Foi observado que o sobrenadante recuperado por centrifugação dos cultivos de expressão extracelular, realmente apresentaram alguma substância lipídica decantada irregular, apontada como provável responsável por perdas de proteína recombinante e resultados anômalos e indeterminados nos ensaios de eletroforese SDS-PAGE para essas amostras.
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Hematúria enzoótica bovina : detecção do papilomavírus tipo 2
pela técnica de Reação em Cadeia de Polimerase   PCR

Hematúria enzoótica bovina : detecção do papilomavírus tipo 2 pela técnica de Reação em Cadeia de Polimerase PCR

Segundo Silva et al. (2009) a samambaia é abundante na microrregião do Caparaó, ES e a prevalência de HEB em bovinos leiteiros nesta região é bastante elevada (56,4%) quando comparada com outros estados do Brasil. O grande número de animais que apresentam esta doença tem levado os produtores a grandes perdas econômicas e a descartar precocemente os animais utilizados em criações leiteiras, enviando-os para o matadouro frigorífico. Não existem relatos até o momento da relação entre os princípios químico da samambaia e a presença do papilomavírus bovino tipo 2 (BPV-2) em bovinos no Sul do Estado do Espírito Santo.
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Sarcoide equino associado ao papilomavírus bovino BR-UEL-4.

Sarcoide equino associado ao papilomavírus bovino BR-UEL-4.

Um equino, sem raça definida, macho com três anos de idade apresentou múltiplos nódulos na pele, em diversas regiões do corpo. As lesões localizavam-se predominantemente nos lábios, nas bochechas, na região submandibular e na região inguinal direita. Os tumores caracterizavam-se como sarcoides dos tipos misto, fibroblástico, verrucoso e oculto. Histologicamente apresentaram proliferação de fibroblastos dérmicos, muitas vezes ulcerado, com ou sem hiperplasia pseudoepiteliomatosa da epiderme e formação de pequenos grupos isolados de fibroblastos neoplásicos na derme superficial. Três amostras de tecido foram submetidas à extração de DNA e amplificação por PCR com oligonucleotídeos iniciadores genéricos direcionados para uma região interna do gene L1 dos papilomavírus. Os produtos resultantes da amplificação de duas amostras foram sequenciados e demonstraram identidade de 99% com o papilomavírus bovino (BPV) BR-UEL-4. Essa é a primeira descrição da infecção de equinos, bem como de sua associação com sarcoide pelo BPV BR-UEL-4, um suposto novo tipo de BPV identificado recentemente no Brasil a partir de papilomas cutâneos em bovinos.
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Produção da proteína L1 do Papilomavírus bovino tipo 1 em Pichia  pastoris

Produção da proteína L1 do Papilomavírus bovino tipo 1 em Pichia pastoris

O gene E7 de BPV-1 codifica uma proteína de 127 aminoácidos, que coopera com E5 e E6 na indução de transformação celular. Em células infectadas naturalmente, a expressão de E7 de BPV-1 é observada no citoplasma e nucléolos das células basais e inferiores da camada espinhosa, enquanto que a expressão de E7 de BPV-4 é observada em todas as camadas de papilomas, em todas as fases (Borzacchiello & Roperto, 2008). A proteína E7 de papilomavírus humano (HPV) tipo 16 (o vírus associado com carcinoma cervical) interage com e inibe o supressor tumoral p105Rb. Esta inibição leva à proliferação celular imprevista. Contrariamente ao E7 de HPV-16, E7 do gênero Delta-BPV perde o domínio canônico de ligação à p105Rb LXCXE e ainda não é claro como é que ela contribui para a transformação celular (Nasir & Campo, 2008).
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GABARITO DA PROVA TIPO 4

GABARITO DA PROVA TIPO 4

9) A tabela abaixo apresenta os dados de avaliação da amostra de um caminhão de blocos cerâmicos ( 11,5 x 19 x 24, dimensões efetivas em cm) recebido em uma obra. Com base nesses dados quanto a características geométricas o lote poderia ser aceito. Considere que o valor da massa do bloco é de 3,150 Kg (seco) e que os limites de absorção para blocos cerâmicos é de 8% (mínimo) e 22% (máximo), quais são os valores que esse tipo de bloco deve ter de massa (mínimo e máximo), na situação de absorção total, para estar nos limites da norma brasileira de blocos cerâmicos?.
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4 Metodologia Tipo de pesquisa

4 Metodologia Tipo de pesquisa

Muitos problemas que envolvem grandes bases de dados tratam de variáveis categóricas desequilibradas em termos da proporção de cada classe existente (BERRY, LINOFF, 2000; YAN et al., 2001). Por exemplo, uma base de telefonia celular pode possuir uma variável que denota se um cliente deixou ou não a empresa. Essa variável em geral possui algo em torno de 98% dos clientes como os que continuam na empresa e somente 2% dos clientes como os que terminaram sua relação com a operadora. O que acontece no momento da construção de qualquer modelo envolvendo uma variável deste tipo é que, dada essa distribuição desequilibrada entre as classes, o modelo enxerga apenas uma das classes, sendo incapaz de distinguir a classe de menor número de registros. Isso acontece porque
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4. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E CITOLÓGICOS DE INFECÇÕES PELO PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) EM ADOLESCENTES: UMA REVISÃO

4. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E CITOLÓGICOS DE INFECÇÕES PELO PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) EM ADOLESCENTES: UMA REVISÃO

A infecção pelo papilomavírus Humano (HPV) é atualmente a doença sexualmente transmissível (DST) mais comum no mundo. Sua relação com o câncer cervical e condiloma é bem estabelecida e por meio de estudos descritivos e epidemiológicos é possível traçar o perfil da infecção pelo HPV em várias populações, incluindo os adolescentes. A importância do conhecimento nesta faixa etária se dá pelo aumento da precocidade nas relações sexuais, o aumento no número de parceiros e a falta do uso constante do preservativo, fatores consideráveis no estado do Tocantins. As taxas de prevalência cumulativa são da ordem de 82% entre adolescentes, sendo que quase todas são sexualmente ativas e possuem alto risco de adquirir HPV. Grande parte das infecções é assintomática e eficientemente debelada pelo sistema imunológico. Do mesmo modo, tanto as lesões de baixo quanto as de alto grau causadas por HPV podem regredir nas adolescentes, gestantes adolescentes e adultas jovens. Assim, estas devem receber educação apropriada sobre o HPV e os riscos associados à infecção, devendo ser encorajadas a obter acompanhamento ginecológico apropriado após o início da atividade sexual.
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Caracterização do colostro bovino e sua utilização na produção de iogurte tipo grego

Caracterização do colostro bovino e sua utilização na produção de iogurte tipo grego

1. Leite fermentado - Dissertação. 2. Análise sensorial - Dissertação. 3. Imunoglobulinas - Dissertação. 4. Alimentação humana - Dissertação. 5. Refratometria - Dissertação. I. Rangel, Adriano Henrique do Nascimento. II. Bezerra, Maria de Fátima. III. Título.

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Expressão de fatores ligados à apoptose : herpesvirus bovino tipo 5

Expressão de fatores ligados à apoptose : herpesvirus bovino tipo 5

Pertencente a família Herpesviridae, subfamília Alphaherpesvirinae, o Herpesvírus bovino tipo 5 (BoHV-5), é o agente causal da meningoencefalite bovina não supurativa, que atinge majoritariamente bovinos jovens. No Brasil, os casos de encefalite por BoHV-5 são a segunda maior causa de óbitos no rebanho. A infecção viral geralmente resulta em alteração no processo de morte celular programada, pela via mitocondrial, estimulando ou inibindo genes relacionados à apoptose, favorecendo a replicação e disseminação viral. O presente estudo teve como objetivo a análise da expressão de genes relacionados à apoptose (Apaf-1, α, FasL e citocromo c) em células MDBK infectadas ou não com o BoHV-5. Foi possível observar um aumento (p<0,05) na expressão dos genes estudados para o grupo infectado comparado ao controle, em diferentes momentos pós-infecção experimental. No caso da família Herpesviridae, a modulação da apoptose parecer ser uma etapa chave para sua patogênese, apesar da associação das atividades anti e pró- apoptóticas com o BoHV-5 ser completamente desconhecida. Este estudo demonstra a capacidade do BoHV-5 em modular, seja ativando ou inibindo, a via extrínseca da apoptose.
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