Papilomavírus humano

Top PDF Papilomavírus humano:

Vacinação contra papilomavírus humano.

Vacinação contra papilomavírus humano.

A infecção pelo papilomavírus humano é comum e produz manifestações diversas. Essa infecção adquire importância para saúde pública, pois tem sido associada a malignidades do trato genital em homens e mulheres. Atualmente, temos disponíveis duas vacinas para prevenção da infecção pelo papilomavírus humano e, consequentemente, de doenças a ele associadas.

3 Ler mais

Persistência da infecção pelo papilomavírus humano em mulheres HIV-positivo

Persistência da infecção pelo papilomavírus humano em mulheres HIV-positivo

Introdução: a infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV) oncogênico é imprescindível na progressão para a neoplasia intraepitelial cervical (NIC) de alto grau e câncer cervical invasivo. Na imunossupressão por alguma causa, como nas mulheres infectadas pelo vírus da imunodeficiência adquirida (HIV), a persistência do HPV é mais elevada e está associada à NIC. Objetivos: detectar a persistência da infecção pelo HPV de alto risco em mulheres HIV-positivo; avaliar os possíveis fatores associados a essa persistência; avaliar a prevalência da infecção pelo HPV em mulheres HIV-positivo e possíveis fatores associados à prevalência do HPV de alto risco; avaliar a prevalência e incidência de NIC em mulheres HIV-positivo. Métodos: análise transversal e estudo de coorte em mulheres HIV-positivo atendidas no Centro de Treinamento e Referência em Doenças Infecciosas e Parasitárias Orestes Diniz no período de 1997 a 2012. A reação em cadeia da polimerase (PCR) para a detecção do HPV foi realizada à entrada das pacientes no estudo e no seguimento. A probabilidade das variáveis sociodemográficas, de comportamento e marcadores de progressão do HIV terem efeito na prevalência e na persistência do HPV de alto risco foi avaliada por regressão logística. O nível de significância para as análises foi de 0,05. Resultados: na análise transversal, das 532 mulheres a prevalência global foi de 68,2%, sendo o HPV 6 o mais prevalente, seguido pelo HPV 16. A prevalência de NIC na primeira consulta foi de 17,4% (N=93), sendo 12,2% (N=65) de NIC 1, 4,3% (N=23) NIC 2 e 0,9% (N=5) NIC 3. A prevalência do HPV diferiu nas mulheres com ou sem NIC na consulta basal. A prevalência foi de 63,7% nas mulheres sem NIC e o tipo de HPV mais prevalente o 6. Nas mulheres com NIC a prevalência foi de 88,1%, e o HPV 16 o mais prevalente. A carga viral ≥400 cópias/mL associou-se à prevalência do HPV de alto risco com odds ratio (OR) de 2,09 (intervalo de confiança - IC 95% de 1,41 a 3,11). A incidência de NIC foi de 3,5 por 100 pessoas-ano de seguimento. A idade <30 anos (OR de 0,29 e IC 95% de 0,15 a 0,57 para a idade ≥ 30 anos e valor p<0,005); o estado civil solteira, separada, divorciada ou viúva (OR de 2,46 e IC a 95% de 1,30 a 4,63, e p=0,005); e a contagem de CD4 <200 células/mm 3 (OR de 2,78 e IC de 1,16 a 6,67 e valor p=0,021) associaram-se à persistência do HPV de alto risco. Conclusões: as mulheres HIV-positivo apresentaram elevada persistência do HPV, e o tipo 16 foi o mais persistente; a idade <30 anos, o estado civil solteira, separada, divorciada ou viúva e a contagem de CD4 baixa (<200 células/mm 3 ) associaram-se à
Mostrar mais

89 Ler mais

PREVALÊNCIA DO PAPILOMAVÍRUS HUMANO – HPV EM MULHERES ATENDIDAS NO SERVIÇO DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO, NO MUNICÍPIO DE CACOAL – RO, NO PERÍODO DE 2003 A 2005

PREVALÊNCIA DO PAPILOMAVÍRUS HUMANO – HPV EM MULHERES ATENDIDAS NO SERVIÇO DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO, NO MUNICÍPIO DE CACOAL – RO, NO PERÍODO DE 2003 A 2005

Dentre estas doenças a infecção pelo Papilomavírus Humano está entre as mais comumente encontradas. Estimativas para o Brasil são de que surjam 12 milhões de novos casos por ano entre homens e mulheres. A contaminação pelo HPV é a DST mais prevalente em todo o mundo com uma prevalência de 26 a 40% (RAMA et al (2006). No Brasil existem de 3 a 6 milhões de pessoas infectadas por este vírus, aproximadamente de 3 a 5% da população sexualmente ativa são portadoras do HPV sendo que na última década sua detecção chegou a 500% devido aos avanços e descobertas dos aspectos citológicos e histológicos (BRASIL, 1999; QUEIROZ et al, 2005; BALAKRISHNAN et al, 2006;). Acredita-se que a grande fonte de contágio seja os indivíduos com infecção subclínica ou latente que não procuram assistência médica fazendo com que a incidência seja elevada a cada ano (BELDA JUNIOR, 2000).
Mostrar mais

72 Ler mais

Detecção de papilomavírus humano (HPV) em material biológico de pacientes com carcinoma epidermóide de orofaringe

Detecção de papilomavírus humano (HPV) em material biológico de pacientes com carcinoma epidermóide de orofaringe

O papilomavirus humano (HPV) tem sido relacionado com a etiologia dos carcinomas epidermóides de cabeça e pescoço, em análise de tecidos cerca de 60% destes carcinomas podem ser HPV positivos. O objetivo deste trabalho foi analisar a presença do HPV em material genético obtidos de tecidos, secreção salivar e sangue de pacientes portadores de carcinoma epidermóide (CEC) de orofaringe e controles e a correlação da presença viral com as váriáveis sexo, idade, tabagismo, etilismo e perfil anatomopatologico do tumor. Foi realizada uma análise do material genético de 46 pacientes com diagnóstico de CEC de orofaringe e 40 pacientes sem carcinoma. A extração do DNA dos espécimes foi realizada utilizando o kit de extração de DNA QuiAMP. O DNA isolado foi submetido a PCR para beta-globina para confirmar a presença e integridade do DNA, em seguida, foram realizadas novas reações para detecção do DNA do HPV. Para análise estatística foram empregados o teste Qui-quadrado e teste exato de Fisher. A idade média de idade foi de 60 anos para os casos e 58,2 anos para os controles e a mediana foi de 59 e 56 anos, respectivamente. Os resultados obtidos com a metodologia descrita permitiram concluir que não houve diferenças estatisticamente significativas na análise das variáveis em relação à presença do papilomavírus humano nas amostras de tecidos biológicos dos pacientes estudados.
Mostrar mais

77 Ler mais

Detecção do papilomavírus humano em citologias cervicais de mulheres atendidas no Programa Saúde da Família .

Detecção do papilomavírus humano em citologias cervicais de mulheres atendidas no Programa Saúde da Família .

Objetivos: identificar a prevalência do papilomavírus humano, os fatores de risco associados e a distribuição dos genótipos nas mulheres referenciadas para rastreamento do câncer cervical, durante o atendimento no Programa de Saúde da Família. Método: foi realizado levantamento de corte transversal com 351 mulheres. A amplificação do DNA por reação da cadeia da polimerase e a análise do polimorfismo de fragmentos de restrição foram aplicadas para detectar e tipificar o papilomavírus. Resultados: a infecção pelo vírus foi detectada em 8,8% das amostras. Entre os 21 genótipos diferentes identificados neste estudo, 14 foram de alto risco para o câncer cervical, e o tipo 16 foi o mais prevalente. A infecção foi associada a mulheres com parceiros sexuais diversos. Os tipos de baixo risco foram associados com mulheres mais novas, enquanto o grupo de alto risco foi vinculado a alterações citológicas. Conclusão: nesta amostra, atendida por um Programa de Saúde da Família, encontraram-se níveis baixos de infecção pelo papilomavírus. Foi detectada, também, associação entre a frequência do vírus e o comportamento sexual. Porém, a grande variedade de genótipos detectados merece atenção relacionada à cobertura vacinal, que abrange somente tipos prevalentes de HPV.
Mostrar mais

8 Ler mais

Distribuição dos genótipos de papilomavírus humano em mulheres do estado da Bahia, Brasil.

Distribuição dos genótipos de papilomavírus humano em mulheres do estado da Bahia, Brasil.

classiicados em grupos de: achados negativos para neoplasia (exames citopatológico e histopatológico negativos), lesão de baixo grau (achado citopatológico — lesão intraepitelial de baixo grau — ou achado histopatológico — neoplasia intraepitelial cervical grau 1, neoplasia intraepitelial vaginal grau 1 ou condiloma e lesão de alto grau (achado citopatológico — lesão intraepitelial de alto grau — ou histopatologia com laudo maior ou igual a neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou neoplasia intraepitelial vaginal grau 2). RESULTADOS: O genótipo de alto risco mais frequente foi o HPV 16, com 18,5%; intervalo de coniança de 95% (IC95%) 14,6–23,0, seguido pelo HPV 56 (14%; IC95% 10,5–18,0) e o HPV 39 (13,4%; IC95% 9,5–16,8). O HPV 18 (5,4%; IC95% 3,3–8,3) esteve entre os menos comuns. Entre os tipos de baixo grau, o HPV 42 (15,7%; IC 95% 12,0–20,0), o HPV 6 (11,4%; IC95% 8,3–15,2) e o HPV 44/55 (11,1%; IC95% 8,0–14,9) foram os mais encontrados, enquanto o HPV 11 (2,8%; IC95% 1,4–5,2) foi o menos frequente. A proporção do HPV 16 aumentou com a severidade das anormalidades cito-histopatológicas de 13,8% (12/87) nas lesões de baixo grau para 42,4% (14/33) nas lesões de alto grau. Houve associação signiicativa entre a presença de lesão cito-histopatológica de baixo ou alto grau e os genótipos de alto risco, HPV 16, HPV 52, HPV 73 e HPV 82, e o de baixo risco, HPV 43. Mulheres com menos de 30 anos apresentaram frequência signiicativamente maior do HPV 16 (22,2 versus 12,9%, p=0,01), do HPV 42 (19,7 versus 10,9%, p=0,01) e do HPV 45 (6,6 versus 1,4%, p=0,01), além de infecção múltipla (58,1 versus 47,4%, p=0,04). CONCLUSÕES: Observou-se uma variabilidade da distribuição dos diversos genótipos de papilomavírus humano em mulheres no estado da Bahia. Na amostra estudada, o HPV 16 foi o mais frequente, assim como em outras regiões do Brasil e do mundo. Encontramos o HPV 56 e o HPV 39 como o segundo e o terceiro mais frequentes. Entretanto, o HPV 18 esteve entre os menos comuns. Os tipos não oncogênicos, HPV 42, 6 e 44/55, foram os mais observados, enquanto o HPV11 foi o menos frequente.
Mostrar mais

7 Ler mais

Vaginose bacteriana e DNA de papilomavírus humano de alto risco oncogênico em mulheres submetidas a conização com alça diatérmica para tratamento de neoplasia intra-epitelial cervical de alto grau.

Vaginose bacteriana e DNA de papilomavírus humano de alto risco oncogênico em mulheres submetidas a conização com alça diatérmica para tratamento de neoplasia intra-epitelial cervical de alto grau.

Objetivo: avaliar a associação entre vaginose bacteriana (VB), DNA de papilomavírus humano (HPV) de alto risco e anormalidades citopatológicas cervicais em mulheres submetidas a conização diatérmica devido a neoplasia intra-epitelial cervical de alto grau (NIC 2 ou 3). Métodos: estudo clínico descritivo, no qual foram incluídas 81 mulheres submetidas a conização diatérmica devido a NIC 2 ou 3. A citologia (CO) inicial foi colhida na época da realização da biópsia dos casos suspeitos e também foi utilizada para verificar a presença de VB. Antes da conização diatérmica foi coletado material para a detecção de DNA de HPV de alto risco, por meio da captura de híbridos II (CH II). Após a conização diatérmica foi agendado retorno em 4 meses, no qual eram realizadas novas coletas de CO e de CH II. Vinte e sete mulheres apresentaram VB e 54 não apresentaram esta alteração. A análise estatística foi realizada por meio do cálculo dos odds ratios (OR) para as relações entre a detecção do HPV e a presença de anormalidades citológicas com a presença de VB, antes e após a conização, considerando-se intervalos de confiança de 95% (IC 95%).
Mostrar mais

5 Ler mais

Freqüência da infecção pelo papilomavírus humano em mulheres com ectopia cervical.

Freqüência da infecção pelo papilomavírus humano em mulheres com ectopia cervical.

Objetivo: fatores como múltiplos parceiros sexuais, idade, início precoce da atividade sexual, fumo e uso de anticoncepcional oral (ACO) têm sido relacionados com a maior incidência de infecção pelo papilomavírus humano (HPV). A presença de ectopia cervical também tem sido relacionada, embora com resultados contraditórios. O objetivo deste é analisar um grupo de mulheres com infecção pelo HPV e verificar a incidência de ectopia cervical.

3 Ler mais

Caracterização do perfil imunológico em mulheres portadoras do papilomavírus humano

Caracterização do perfil imunológico em mulheres portadoras do papilomavírus humano

O câncer de colo uterino consiste em um problema de grande relevância social, visto que se trata da segunda malignidade ginecológica mais freqüente no mundo. O principal precursor do câncer da cérvice uterina consiste na infecção pelo Papiloma vírus humano (HPV). O HPV tem despertado grande interesse na comunidade científica, devido à relação estabelecida entre a sua epidemiologia e o câncer de cérvice uterina. Apesar do grande avanço na biologia do HPV, pouco se sabe acerca da resposta imunológica a este vírus. O Papilomavírus humano (HPV) é um DNA vírus epiteliotrófico, que está vinculado à carcinogênese do colo uterino por meio de evidências epidemiológicas e laboratoriais. As infecções pelo HPV ocorrem em mulheres em todo o mundo. Existe consenso na literatura quanto à associação do DNA – HPV com as neoplasias intra – epiteliais cervicais e o câncer cervical. Por este motivo é de grande importância a detecção precoce deste tipo de infecção para que seja efetuado um tratamento específico. Esse trabalho está caracterizando o perfil imunológico de pacientes portadoras de HPV através da quantificação linfocitária (TCD4, TCD8, células NKT e células NK), e correlacionou esse material à técnica de captura híbrida, para poder comprovar a infecção pelo HPV, esperando assim contribuir precocemente para o diagnóstico do câncer de colo uterino.
Mostrar mais

94 Ler mais

Prevalência do papilomavírus humano (HPV) na cavidade oral e na orofaringe.

Prevalência do papilomavírus humano (HPV) na cavidade oral e na orofaringe.

A prevalência do papilomavírus humano (HPV) na ca- vidade oral e na orofaringe ainda não está bem esclarecida como nos estudos do trato genital, na qual é bem definida. Entretanto, novas pesquisas estão surgindo após o apareci- mento dos exames de biologia molecular. Neste estudo foi realizada uma revisão da literatura com o objetivo de verificar a prevalência do papilomavírus humano na cavidade oral e na orofaringe. Os resultados desta pesquisa mostraram uma prevalência do HPV 16 na mucosa oral normal (infecção latente). Já nas lesões benignas orais associadas ao HPV mostraram uma prevalência do HPV 6 e 11 em papilomas de células escamosas e condilomas, e, nas verrugas, uma prevalência do HPV 2 e 57, enquanto na hiperplasia epite- lial focal prevaleceram os HPVs 13 e 32, e no câncer oral, principalmente, no carcinoma de células escamosas (CCE), foi evidenciada uma alta prevalência do HPV 16, o que su- gere sua participação na carcinogênese oral, apesar de ser um assunto controverso. Constatou-se também uma enorme discrepância nos resultados da prevalência do papilomavírus humano (HPV) na mucosa oral normal (infecção latente) e no câncer oral, enquanto nas lesões benignas associadas ao vírus, os resultados foram confirmatórios.
Mostrar mais

11 Ler mais

Papilomavírus humano e neoplasia cervical.

Papilomavírus humano e neoplasia cervical.

O papilomavírus humano (HPV) é um fator etiológico bem estabelecido para o câncer cervical. Esse vírus de DNA infecta primariamente o epitélio e pode induzir lesões benignas ou malignas na pele e na mucosa. Al- guns HPVs são considerados de alto risco, responsáveis pela progressão das lesões precursoras até câncer cervi- cal. A infecção genital pelo HPV é comum em mulheres jovens e geralmente é transitória. Uma pequena pro- porção de mulheres infectadas desenvolve câncer cer- vical, implicando o envolvimento de fatores ambien- tais e fatores genéticos na carcinogênese. Essa revisão aborda a estrutura viral, classificação e patologia do HPV, história natural e fatores de risco para neoplasia cervical e perspectivas futuras com a vacina anti-HPV.
Mostrar mais

12 Ler mais

Estar infectada com papilomavírus humano: vivências das mulheres e necessidades de...

Estar infectada com papilomavírus humano: vivências das mulheres e necessidades de...

O Papilomavírus humano (HPV) é um vírus, sexualmente transmissível, com potencialidade carcinogênica para a cérvice uterina, o que torna a infecção de mulheres pelo HPV um problema de saúde pública. Conhecer as necessidades de cuidado de mulheres infectadas pelo HPV inclui também saber suas experiências vividas durante o processo de infecção. A prevenção de doenças e a promoção de saúde ainda estão determinadas por concepções tradicionais da prática médica. É necessário pensar em um cuidado que vá além das necessidades físicas, emocionais e sociais que considere o sujeito com base em seu modo de ser no mundo e que valorize suas experiências, juntamente com suas crenças e valores. O objetivo deste estudo foi compreender a vivência das mulheres infectadas pelo HPV e conhecer quais são suas necessidades de cuidado. TratouRse de um estudo qualitativo, com referencial da Fenomenologia existencial de Martim Heidegger. Os sujeitos foram 14 mulheres que tinham recebido o diagnóstico de HPV. As questões norteadoras foram: Como é para você estar com HPV? ConteRme sua experiência desde que soube do diagnóstico até hoje. Como está sendo a assistência que você tem recebido? Como resultado, emergiram quatro unidades temáticas: serRaí mulher com HPV; serR com nas relações; buscando o cuidado como solicitude e o caminho de transcendência da mulher com HPV. O referencial utilizado possibilitou melhor apreensão dos significados de estar com HPV, assim como o compartilhamento da vivência dessas mulheres em seu cotidiano. ConstatouRse a necessidade de implementar ações de promoção e prevenção à saúde, que devem ser executadas por profissionais capacitados e com um perfil adequado para atenção à mulher. As mulheres devem ser encorajadas a demonstrarem suas próprias necessidades de cuidado, e as questões culturais e de gênero devem ser consideradas. É preciso que os profissionais da área da saúde avancem no cuidado com as mulheres infectadas pelo HPV, superando o trabalho restrito à racionalidade das ciências biomédicas. A informação sobre o HPV deve ser compartilhada pelas mulheres, respeitandoRse suas necessidades e seu nível de compreensão. É necessário um cuidado mais efetivo e afetivo, no qual as mulheres infectadas pelo HPV exerçam um papel ativo no processo do cuidado e as interações sejam verdadeiras.
Mostrar mais

128 Ler mais

Prevalência do genoma do papilomavírus humano no carcinoma espino-celular da língua

Prevalência do genoma do papilomavírus humano no carcinoma espino-celular da língua

O presente estudo tem como objetivo avaliar a presença do genoma papilomavírus humano (HPV) em amostras de tecido fresco de carcinoma espino-celular da língua, por meio da técnica de r[r]

60 Ler mais

Caracterização clínica e histopatológica e tipagem do papilomavírus humano das verrugas vulgares nos receptores de transplante renal.

Caracterização clínica e histopatológica e tipagem do papilomavírus humano das verrugas vulgares nos receptores de transplante renal.

Os pacientes receptores de transplante renal (RTRs) apresentam de 15 a 50% de chance de desenvolver verrugas vulgares (VVs) relacionadas ao papilomavírus humano (HPV) no primeiro ano do [r]

4 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS WALÉRIA DA SILVA PLÁCIDO EPIDEMIOLOGIA DA INFECÇÃO GENITAL PELO PAPILOMAVÍRUS HUMANO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS WALÉRIA DA SILVA PLÁCIDO EPIDEMIOLOGIA DA INFECÇÃO GENITAL PELO PAPILOMAVÍRUS HUMANO

A infecção genital pelo Papilomavírus humano (HPV) é considerada uma das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) mais comum, representando um importante problema na Saúde Pública, além de estar diretamente relacionado à promoção do câncer de colo uterino. Este estudo teve o intuito de investigar os aspectos epidemiológicos da infecção genital pelo HPV em dois grupos distintos: mulheres de população geral e mulheres encarceradas. Para tanto foi conduzido um estudo transversal analítico com 423 mulheres a partir dos 18 anos que se submeteram ao exame preventivo do câncer do colo uterino, sendo 233 mulheres da população geral oriundas de uma unidade básica de saúde da cidade de Belém do Pará e 190 provenientes do Centro de Reeducação Feminino em Ananindeua no mesmo Estado, no período de janeiro de 2008 a março de 2010. Amostras da cérvice uterina foram coletadas para a realização da colpocitologia convencional e para a detecção do DNA do HPV através da reação em cadeia da polimerase (PCR) mediada pelos oligonucleotídeos iniciadores universais MY9/11. Todas as mulheres responderam a um formulário clínico e epidemiológico. Entre as 423 mulheres analisadas, a prevalência geral de infecção genital pelo HPV foi de 13,0% com variação entre 15,0% para a amostra geral e 10,5% para a carcerária. A faixa etária mais acometida foi a de 13 a 25 anos (19%) na amostra geral; e em mulheres com 45 anos ou mais (21,1%), nas carcerárias. Anormalidades Colpocitológicas, situação conjugal, número de parceiros sexuais novos, o uso de anticoncepcionais orais, história de DST e de sintomas genitais, além de tabagismo atual, foram fatores que se mostraram associados à infecção genital pelo HPV de maneira diferenciada entre amostras da população geral e carcerária.
Mostrar mais

76 Ler mais

Relação entre o Papilomavírus Humano e o Vírus da Imunodeficiência Humana / Relationship between Human Papillomavirus and Human Immunodeficiency Virus

Relação entre o Papilomavírus Humano e o Vírus da Imunodeficiência Humana / Relationship between Human Papillomavirus and Human Immunodeficiency Virus

O Papilomavírus Humano (HPV) é um tipo de vírus que, assim como o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), causa uma infecção sexualmente transmissível (IST). Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV identificados, sendo as manifestações mais comuns desse vírus as verrugas genitais e o câncer no colo de útero (Rodrigues, 2016).

5 Ler mais

Linfócitos CD4, CD8 e células NK no estroma da cérvice uterina de mulheres infectadas pelo papilomavírus humano.

Linfócitos CD4, CD8 e células NK no estroma da cérvice uterina de mulheres infectadas pelo papilomavírus humano.

Introdução: A resposta imune pode ser um elemento chave para a progressão ou remissão da infecção pelo papilomavírus humano (HPV) no estroma da cérvice uterina. Este estudo objetivou quantiicar no estroma cervical a presença de linfócitos T CD4, CD8 e células NK, por imunohistoquímica, em lesões de alto e baixo grau em pacientes infectadas por HPV. Métodos: Utilizou-se 56 amostras de biópsia da estroma cervical, sendo 43 amostras positivas para DNA de HPV de alto risco oncogênico e com diagnóstico histopatológico de neoplasia intraepitelial cervical (NIC) de alto e baixo grau, ou negativa para lesão intraepitelial e malignidade (NILM), e 13 amostras de pacientes negativas para DNA de HPV com diagnóstico histopatológico NILM. Resultados: Maior quantidade de linfócitos T CD4 foi observada em amostras NIC II/III, carcinoma e NILM (p=0,04) e naquelas cuja carga viral esteve entre 10 e 1,000 RLU/PCB. O predomínio de linfócitos T CD8 ocorreu em maior proporção nas amostras NIC II/III (p=0,02) e em amostras com carga viral entre 100 e 1.000 RLU/PCB. As células NK prevaleceram nas amostras com lesões de baixo grau e com baixa carga viral. Conclusões: Este estudo comprovou que nas fases iniciais da infecção, onde não há ainda alterações celulares de alto grau, não temos a presença de células que possam desencadear a fase efetora da resposta imune.
Mostrar mais

5 Ler mais

Infecções anais pelo papilomavírus humano, crioterapia e crioimunologia.

Infecções anais pelo papilomavírus humano, crioterapia e crioimunologia.

RESUMO: As verrugas genitais causadas pelo papilomavírus humano (HPV) são problemas comuns na prática clínica do coloproc- tologista. As opções terapêuticas são numerosas, não havendo padrão-ouro para o tratamento dos condilomas. Dentre elas, é possível destacar a crioterapia, que é eicaz, apesar de pouco utilizada. O efeito destrutivo da crioterapia ocorre por lesão celular direta, causa- da pelo frio, e por anóxia tecidual, consequente às alterações microcirculatórias. Dentre as vantagens do método, cita-se a segurança; a simplicidade de aplicação; o uso dentro e fora do canal anal, inclusive durante a gestação; e o desconforto local leve, dispensando anestesia. Os agentes criogênicos mais utilizados são o nitrogênio líquido e, mais recentemente, o dimetiléter-propano. Uma vantagem adicional é observada no tratamento das lesões neoplásicas e seus precursores. Postula-se que seu congelamento induziria à resposta imune antitumoral, consequente ao mecanismo de lesão tecidual, que expõe grande quantidade de antígenos intracelulares aos macró- fagos e às células dendríticas. Entretanto, a literatura médica ainda carece de estudos abordando especiicamente o tema, sobretudo na área da coloproctologia. De qualquer forma, podemos airmar que a crioterapia é método eicaz, seguro, confortável e prático para o tratamento das verrugas anogenitais induzidas pelo HPV.
Mostrar mais

4 Ler mais

Papilomavírus humano (HPV) entre jovens: um sinal de alerta

Papilomavírus humano (HPV) entre jovens: um sinal de alerta

O Papilomavírus Humano – HPV – assume especial destaque na Saúde Pública diante do reconhecimen- to de sua associação com a ocorrência do câncer ute- rino, entre outros. Levando em conta a necessidade de implementação de programas de esclarecimentos sobre a prevenção dos agravos relacionados à infec- ção pelo HPV, coloca-se o propósito da realização do presente diagnóstico sobre conhecimentos e práticas sexuais entre jovens. Direcionando, estra- tegicamente, para o segmento de universitários, o estudo foi realizado no Campus da Baixada Santista da UNIFESP, estruturado em torno da formação multiprofissional em saúde. O levantamento foi feito a partir da aplicação de questionário em sala de aula, junto aos alunos do primeiro e terceiro ano. Com uma concentração de iniciação sexual na faixa de 15 a 17 anos de idade, os alunos referiram uso de preservativos masculinos associado à preocupação com a contracepção, secundada pela prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis - DSTs. O co- nhecimento sobre o HPV foi restrito na população investigada. Embora crescente do primeiro para o terceiro ano, sua apreciação é relativizada quanto ao conhecimento da transmissão, consequências e prevenção. A investigação apontou a necessidade de disponibilizar informações relativas ao HPV em atenção às especificidades da doença.
Mostrar mais

13 Ler mais

Papilomavírus humano associado a lesões de cérvice uterina .

Papilomavírus humano associado a lesões de cérvice uterina .

Resumo Estudou-se a prevalência do papilomavírus humano (HPV) em 228 mulheres portadoras de lesões em cérvice uterina, atendidas no Instituto Ofir Loiola, em Belém, Pará, no período de março de 1992 a maio de 1996. As pacientes foram submetidas à biópsia de colo uterino, sendo o material encaminhado para histopatologia e pesquisa de HPV por PCR e hib rid izaç ão p or d o t - b l o t . Distribuíram-se as p artic ip antes em três g rup os, c onform e d iagnóstic o histopatológic o. O g rupo A c onstituiu-se d e 155 mulheres c om c arc i n o m a epidermóide invasor ou com adenocarcinoma, o grupo B de 54 portadoras de neoplasia intra- epitelial cervical grau II ou III, e o grupo C de 19 pacientes com cervicite crônica. Observaram- se prevalências de HPV em 70,3%, 63,0% e 36,8% das mulheres dos grupamentos A, B e C, respectivamente, sendo o HPV 16 registrado em 60,4% das amostras positivas do grupo A e 54,5% daquelas do grupo B. Os tipos 16, 18 e 33 representaram 71,4% dos detectados no grupo C.
Mostrar mais

6 Ler mais

Show all 4161 documents...