Para onde vão?

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De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP

Para onde vão os ERPs: trará o século XXI o SCRP? A pergunta que se coloca agora é: qual o próximo estágio de evolução nesta área? Evidentemente previsões são sempre cobertas de incertezas mas tanto uma análise histórica como alguns indício que se tem observado no mercado sinalizam para que seja dado um passo adicional na evolução dos ERPs, no sentido de, fazendo uso de tecnologias de comunicação de última geração – internets e extranets e outras, prover integração, não apenas entre os diferentes setores e processos de um empreendimento, mas dos vários empreendimentos que, juntos, configuram a rede de suprimentos à qual pertencem:
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De onde vêm e para onde vão as mulheres? Os tempos da vida contados no ônibus 1

De onde vêm e para onde vão as mulheres? Os tempos da vida contados no ônibus 1

De onde vêm e para onde vão as mulheres? Os tempos da vida contados no ônibus 1 Nildamara Theodoro Torres – UERJ Carly Barboza Machado - UFRRJ O presente artigo é parte da dissertação por mim apresentada para obtenção do título de mestre em Ciências Sociais e propõe um estudo da circulação das mulheres nos ônibus entre as cidades de Piraí e Barra Mansa - RJ, a partir da rota de um ônibus que atravessa esta região e mobiliza atores e situações. Busco analisar o cotidiano das mulheres a partir da dinâmica do tempo das cidades, regulado e regulamentado pelo transporte urbano. Através de uma Antropologia em movimento trago as narrativas e as cenas cotidianas que compõem as experiências de mulheres como as demandas reprodutivas e do trabalho remunerado. No que tange a circulação das mulheres no espaço público das ruas e principalmente dos ônibus, foi possível perceber que todas as mulheres têm seus corpos atravessados por condutas morais e isso afeta seu comportamento dentro e fora dos ônibus.
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PARA ONDE VÃO OS GATOS QUANDO MORREM? CONTINUIDADES E RUTURAS NO ROMANCE DE LUÍS CARDOSO.

PARA ONDE VÃO OS GATOS QUANDO MORREM? CONTINUIDADES E RUTURAS NO ROMANCE DE LUÍS CARDOSO.

Em ambos os casos, as personagens experienciam um desajuste perante o cenário social no qual se movem e as respostas encontradas para as suas crises são originais e em jeito de rutura. Por exemplo, Carolina, que, simbolicamente, inicia a sua história com uns pés demasiado pequenos para ocupar as sandálias que o pai lhe oferecera, culmina a diegese inteiramente diferente. Desobedece à família e auxilia Pigafetta na sua demanda pessoal; descobre e confronta o “clandestino” em casa; rapa o cabelo; aprecia música do seu tempo; grita “basta” ao pai que agride a mãe fisicamente e contribui para o desenlace narrativo ao permitir uma morte apaziguada da sua avó. Por seu turno, Ernesto, numa viagem simbólica, também se permite a resolução pessoal. Numa primeira fase, intenta ligar as “pontas soltas” da sua vida, buscando respostas nos silêncios do pai e nas intermitências do seu destino - cujo episódio central é a ausência física da mãe-, sem colocar em causa os grandes valores vigentes. Numa segunda fase, mais autónomo, solucionando, por si, as suas próprias feridas. Muito particularmente, a sua história com Moisés, a sua vivência espiritual, a sua ligação familiar, a sua separação de Beatriz e a sua cruzada filosófica pela “foz do rio” que equivale à enunciação aberta do título: “Para onde vão os gatos quando morrem?”.
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CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: para onde vão os resíduos sólidos tóxicos?

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: para onde vão os resíduos sólidos tóxicos?

Apesar de certa decepção ao final da terceira semana de projeto, ao me deparar com as lixeiras de coleta seletiva na escola na semana seguinte, percebi que de alguma forma o projeto “Consciência Ambiental nos anos finais do ensino fundamental: para onde vão os resíduos sólidos tóxicos?” ganhou repercussão em outras turmas e que os alunos se interessaram pela temática do lixo, promovendo gincanas para a arrecadação de dinheiro para a compra das lixeiras de coleta seletiva para a escola, e dessa forma o projeto que pretendia instigar a preocupação ambiental pode continuar por meio da vontade dos próprios alunos.
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Para onde vão as redações do século XXI? Uma história da convergência digital no ambiente jornalístico 1

Para onde vão as redações do século XXI? Uma história da convergência digital no ambiente jornalístico 1

Para onde vão as redações do século XXI? Uma história da convergência digital no ambiente jornalístico 1 Resumo: Discutimos, neste paper, como as redações passaram de cubículos apertados nas estalagens da Idade Média às velozes turbinas de processamento de informações da pós-modernidade. Uma moderna sala de notícias convergente, nos dias de hoje, é um espaço amplo e com pé-direito alto para facilitar a ventilação, mesas em formato de hélice ligadas a um comando central, salas grandes para reuniões e saletas laterais para conversas, lockers para guardar objetos pessoais e tratamento acústico para minimizar o barulho de saltos altos. O ambiente pretende ser limpo, paperless e saudável, de modo a permitir que jornalistas trabalhem com conforto e possam compartilhar informações o tempo todo. Com ligeiras diferenças, esta é a descrição da sala de redação do jornal La Nación (Costa Rica); de O Globo, que atualmente integra a produção com os jornais Expresso e Extra (Rio de Janeiro), de El País, Reuters ou da BBC de Londres. Como serão as redações do futuro?
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Para Onde Vão Os Mortos_ Onde Estão Os Que Já Morreram_ Sobre Os Salvos

Para Onde Vão Os Mortos_ Onde Estão Os Que Já Morreram_ Sobre Os Salvos

Aqui pode parecer haver alguma contradição em relação ao que foi dito acima, ou seja, que não haverá memória das coisas passadas. Porém, este trecho de Apocalipse 6 nos está mostrando o lugar onde as almas dos cristãos se encontram antes da ressurreição dos mortos. Ainda não chegou o Dia do Senhor, logo, a ressurreição ainda não ocorreu e a nova identidade eterna ainda não foi conferida aos filhos de Deus. Importante também lembrar que a entrada de todos os cristãos na Nova Jerusalém está prometida nas Escrituras para um glorioso momento após a ressurreição. A partir de então, cumprir-se-á o que está escrito:
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Sequência Didática. De onde vêm? Para onde vão as embalagens?

Sequência Didática. De onde vêm? Para onde vão as embalagens?

A sequência será ministrada em uma sala ambiente localizada na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo onde há disponível para utilização laboratório multimídia, bancadas para realização de experimentos didáticos e equipamentos de laboratório, reagente, além de lousa interativa, livros didáticos e cantina para refeição, e com disponibilização de refeições sem cobranças de custo aos alunos.

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Territórios educativos de intervenção prioritária: de onde vêm? para onde vão?

Territórios educativos de intervenção prioritária: de onde vêm? para onde vão?

2. DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO ESTRATÉGICA: UMA CERTA VISÃO DA ESCOLA A “amálgama” de metas e objetivos definidos pela administração educativa, fazendo coexistir “a promoção da igualdade de oportunidades”, a “qualidade”, a “inovação”, “a luta contra a exclusão”, é retomada pelos atores locais, dificultando a clara explicitação, ao nível das escolas, daquilo que se pretendia atingir. Esta dificuldade de definição de metas estratégicas claras aparece associada à capacidade de diagnosticar a situação onde se vai intervir. O diagnóstico que precede qualquer intervenção não só deve procurar identificar um conjunto de problemas, como também deve procurar compreender o modo complexo como eles se articulam, de forma a permitir a criação de “um ponto de vista” sobre essa realidade que fundamente uma ação o mais lúcida possível. Com efeito, a caraterização que as escolas realizaram reflete esta dificuldade de problematização, o que irá ter incidência nas ações desenvolvidas posteriormente. No diagnóstico foram identificados um conjunto de problemas decorrentes de situações externas às escolas, expressos em juízos de valor com base em preconceitos e estereótipos, misturando dados objetivos (“taxas de insucesso”) com apreciações subjetivas (“falta de civismo”) ou moralismos (“paternidades não assumidas”) e mesmo preconceitos raciais (“heterogeneidade étnico cultural”) (Canário et al., 2000: 148 /150).
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MARCAS DA CONTRARREFORMA TRABALHISTA: para onde vão os sindicatos?

MARCAS DA CONTRARREFORMA TRABALHISTA: para onde vão os sindicatos?

Nesse período explodiram inúmeras greves operárias que resultaram na criação do Partido dos Trabalhadores (PT) e na Central Única dos Trabalhadores (CUT). As organizações interna[r]

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Segurança pública na constituição federal : para  onde vão as reformas?

Segurança pública na constituição federal : para onde vão as reformas?

Partindo do pressuposto que os grupos de interesse buscam se beneficiar das decisões governamentais, esse trabalho tem dois objetivos: 1 descrever o arranjo político definidor do texto c[r]

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Só os cães correm assim, com o ar de saber para onde vão

Só os cães correm assim, com o ar de saber para onde vão

Ao comungar dos dois espaços, singular e plural, o que em nada abona a sua definição vulgar - o compromisso exclusivo com qual- quer deles - o homem fronteira faz convergir para si próp[r]

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DE ONDE VEM E PARA ONDE VÃO AS MULHERES? MOVIMENTOS FEMINISTAS PROTAGONIZANDO DIREITOS HUMANOS PARA AS MULHERES

DE ONDE VEM E PARA ONDE VÃO AS MULHERES? MOVIMENTOS FEMINISTAS PROTAGONIZANDO DIREITOS HUMANOS PARA AS MULHERES

reduzir a desigualdade de gênero, busca um espaço de reconhecimento identitário, um espaço de igualdade nos espaços públicos e privados (EISLER, 2007). Neste contexto de desigualdades encontram-se os processos de formação de identidades que vislumbram as diversidades identitárias e que não podem ser estudados de forma distinta. Assim, observa-se que o mundo está em plena transformação e, consequentemente, os sujeitos e suas identidades se modificam. No que concerne à contribuição dos movimentos sociais, neste caso os Movimentos Feministas, para a emancipação das mulheres, percebe-se que essas têm encontrado nestes movimentos um espaço de luta, força e resistência para a construção de uma sociedade mais igualitária e inclusiva para as mulheres. Nesta seara, observa-se que em todas essas conquistas das mulheres, há um passado histórico, cultural e social, que sofreram e seguem sofrendo processos transformadores no decorrer da trajetória da humanidade. E, para conhecer-se todo este processo, nesta parte do estudo pretende abordar acerca da formação identitária e, a partir então, tecer considerações sobre as identidades femininas dentro dos espaços onde ocorrem as desigualdades de gênero. Para tanto, se faz importante analisar quais foram as influencias do Estado, sociedade, Leis, família e igreja na construção das identidades.
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De onde vêm e para onde vão...: trajetórias de vida de pessoas em situação de sem-abrigo numa instituição de acolhimento temporário

De onde vêm e para onde vão...: trajetórias de vida de pessoas em situação de sem-abrigo numa instituição de acolhimento temporário

2ºciclo. É divorciado e a sua situação atual está relacionada com este facto, já que saiu de casa e passado uns tempos juntou-se a uma nova companheira que começou a ser violenta com ele. Já viveu na rua, pois preferiu ficar sem sítio onde habitar, do que viver com a companheira. Foi encaminhado pela CARITAS e está na instituição desde 2018. Está em formação na área da cerâmica e já se encontra desempregado há cerca de um ano, estando motivado para voltar ao trabalho assim que encontrar uma oportunidade. Recebe o rendimento social de inserção e evidencia duas despesas principais: despesas com o filho e tabaco. Em termos de problemas de saúde, atualmente não apresenta qualquer queixa e não é acompanhado no Centro de Saúde, mas no passado passou por uma depressão e esgotamentos nervosos. Relativamente a comportamentos de risco, foi vítima de violência doméstica durante cinco anos. É com pesar que revela que pediu ajuda várias vezes, inclusive à APAV que diz ter sido o sítio onde foi pior tratado. Nunca teve nenhum consumo além do tabaco. No que diz respeito à família, tem ligação principalmente com a ex-mulher e com o filho, que sabem da sua situação. O filho é a pessoa mais importante da sua vida. Revela que tem amigos e que estes têm um papel relevante na sua vida.
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AS PESQUISAS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CALEIDOSCÓPIOS E ESPELHOS PARA O ENSINO DE GEOMETRIA NO BRASIL: DE ONDE VÊM, PARA ONDE VÃO?

AS PESQUISAS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CALEIDOSCÓPIOS E ESPELHOS PARA O ENSINO DE GEOMETRIA NO BRASIL: DE ONDE VÊM, PARA ONDE VÃO?

Murari (1999) defende a tese de doutorado na qual disserta sobre o ensino e a aprendizagem de geometria por meio de espelhos e caleidoscópios, trazendo um estudo diferenc[r]

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QUEM SÃO E PARA ONDE VÃO OS MIGRANTES NO BRASIL? O PERFIL DO MIGRANTE INTERNO BRASILEIRO

QUEM SÃO E PARA ONDE VÃO OS MIGRANTES NO BRASIL? O PERFIL DO MIGRANTE INTERNO BRASILEIRO

RESUMO: A partir dos microdados dos Censos Demográficos de 1980, 1991 e 2000, o trabalho fornece evidências a respeito do perfil do migrante interno brasileiro de acordo com a região de[r]

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Quem são e para onde vão os Migrantes no Brasil? O Perfil do Migrante Interno Brasileiro

Quem são e para onde vão os Migrantes no Brasil? O Perfil do Migrante Interno Brasileiro

A partir dos micros dados dos Censos Demográficos de 1980, 1991 e 2000, o trabalho fornece evidências a respeito do perfil do migrante interno brasileiro de acordo com a região de dest[r]

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Políticas públicas de informação e políticas culturais: e as bibliotecas públicas para onde vão?.

Políticas públicas de informação e políticas culturais: e as bibliotecas públicas para onde vão?.

populares, deixando, assim, de cumprir sua função primordial: socialização de informações com vistas a ampliar os direitos de cidadania entre os indivíduos. Assim, as bibliotecas vão se constituindo espaços distanciados da grande maioria daqueles que dela deveriam usufruir: a sociedade como um todo. Esse distanciamento tem ocasionado o fechamento de várias bibliotecas, a redução de serviços de outras tantas, e uma desintegração entre biblioteca e sociedade. E essa falta de integração em relação ao papel que cada um deve assumir neste cenário de desordem tem gerado insatisfação entre seu público e feito com que a memória social da humanidade corra sérios riscos de vir a se desintegrar.
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Para onde vão nossos filmes : um estudo sobre a circulação do blockbuster nacional no mercado de salas

Para onde vão nossos filmes : um estudo sobre a circulação do blockbuster nacional no mercado de salas

Cláudio (Tony Ramos) e Helena (Glória Pires) estão de volta e vivem mais uma fantástica experiência “fora do corpo” na seqüência do estrondoso sucesso “Se Eu Fosse Você”. Alguns anos se passam desde a primeira troca, e o casal volta a ter conflitos corriqueiros. Mas dessa vez, as briguinhas levam a algo mais sério - tão sério que o casal resolve se separar. Para piorar a situação, acabam de descobrir que a filha, Bia (Isabelle Drummond), agora com 18 anos, vai se casar - e que vão ser avós… Porém, mais uma vez, o destino intervém na vida do casal antes que seja tarde demais. Quando vão formalizar sua separação, trocam novamente de corpos. Já acostumados com o fenômeno, resolvem sumir durante quatro dias - o tempo que levou para destrocarem na primeira vez. Mas dessa vez, chega o quarto dia e nada acontece. Será por que passaram os quatro dias separados? Ou será que ainda têm alguma lição a aprender? Qualquer que seja a razão, não destrocam e bate o desespero - como voltar ao normal e poder continuar com suas vidas independentes um do outro? E tudo isso com a organização de um casamento nas mãos. Muito contrariados, os pais têm de conviver juntos, um no corpo do outro, para organizar a grande festa de casamento da filha junto com os ricos sogros, o genro estudante de botânica, e todos os amigos e colegas de trabalho e suas devidas confusões.
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Para onde vão os Estados nacionais? : perspectivas da teoria social contemporanea sobre as pressões para a transformação dos Estados nacionais na virada para o seculo XXI

Para onde vão os Estados nacionais? : perspectivas da teoria social contemporanea sobre as pressões para a transformação dos Estados nacionais na virada para o seculo XXI

Aos meus amigos Ana Lia, Anna Feminella, Ângela Meira, Benoni Belli, Bruno Melo, Carlosmã Meira, Edilane Berteli, Elaine Santos, Elda Campos, Gláucia Machado, Igor Ximenes, Inácio Oliveira, Jéferson Assumção, João Marqueze, Josué Martins, Joziane Rosa, Juliana Ghisolfi, Liliane Moser, Marcos Guedes, Maria Emília Nascimento, Nehle Frank, Sônia Munaretto, Tatiana Ribeiral, Valdir Alvim, Vilson Cabral Jr. e Vinícius Meira os meus mais sinceros agradecimentos por terem tornado, com suas mais sutis formas de apoio, esta jornada mais tranqüila e bem humorada. Agradecimentos especiais aos amigos Marcos Valente, Maurício Sardá e Nédio Kischel, por terem se envolvido, de algum modo, com a feitura deste estudo. Esta tese é também resultante da minha participação em alguns grupos de estudo e pesquisa, espaços nos quais pude compartilhar conhecimentos com diversos amigos, colegas e intelectuais. Na Universidade Federal de Santa Catarina, e no GEPEP – Grupo de Estudos e Pesquisas em Economia Política, onde esta tese “começou” com nossos acalorados debates sobre teoria econômica e teoria política ainda em meados dos anos 1980, muito agradeço à extrema dedicação dos professores Renato Campos, Idaleto Aued, Erni Seibel e, especialmente, Sílvio Cário, mestres no sentido forte e generoso do termo. No Programa de Formação de Quadros do CEBRAP, agradeço aos amigos Letícia Schwarz, Carlos Frederico Lucio, Jorge Almeida, Luciano Codato, Andréia Galvão, José Baravelli, Fernando Pinheiro Filho, Ronaldo Almeida, Adriano Pontes, Marcos Lopes, Giovani Monteiro e Laurindo Minhoto. No Centro de Estudos Internacionais da Unicamp, meus agradecimentos ao professor Reginaldo Moraes, sempre disposto a agregar pessoas e a compartilhar conhecimentos, e aos amigos Juliana Ghisolfi, Marcos Novelli e Luis Fernando Vitaglio. A todos agradeço pela generosidade e predisposição ao debate sério e honesto.
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3. Até onde vão os Números?

3. Até onde vão os Números?

3. Até onde vão os Números? De posse dos algarismos arábicos básicos, começamos a imaginar sobre a Aritmética. Queremos entender seus limites, suas origens, seu fim, suas intenções, sua razão de ser. E, assim como perguntamos sobre o tamanho do Universo ou de um livro, começamos a interrogar sofre novas questões, tais como sobre até onde vão os números:

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