Parada cardiorrespiratória - pediatria

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Parada cardiorrespiratória em pediatria: conhecimento da equipe de enfermagem no atendimento pré-hospitalar.

Parada cardiorrespiratória em pediatria: conhecimento da equipe de enfermagem no atendimento pré-hospitalar.

Assim, torna-se relevante a necessidade de desenvolver esta pesquisa para verificar o conhecimento dos profissionais de enfermagem referente ao assunto, pois conhecimento, atitude e ag[r]

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Capacitação teórica do enfermeiro para o atendimento da parada cardiorrespiratória.

Capacitação teórica do enfermeiro para o atendimento da parada cardiorrespiratória.

A população foi constituida pelos enfermeiros dos períodos manhã, tarde e noite, das diversas unidades de internação do hospital, totalizando 285 profissionais. Foram incluídos na amostra 59 sujeitos, sendo 21 no grupo controle (grupo A) e 38 no experimental (grupo B). Os critérios de inclusão foram: concordância em participar e possuir no mínimo um ano de atividade na Unidade atual de trabalho. Os de exclusão foram: enfermeiros afastados devido a férias ou licença médica no período da coleta de dados e os atuantes na pediatria. Os critérios de descontinuidade foram: enfermeiros que se ausentaram por algum motivo de uma das três etapas da pesquisa.
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Elaboração de um protocolo da assistência de enfermagem ao paciente reanimado pós-parada cardiorrespiratória

Elaboração de um protocolo da assistência de enfermagem ao paciente reanimado pós-parada cardiorrespiratória

Os métodos de atendimento da PCR são baseados nas diretrizes internacionais da American Heart Association (AHA), que estabelecem protocolos para o atendimento em todos os níveis de complexidade – suporte básico de vida (SBV), suporte avançado de vida (SAV), e suporte avançado de vida em pediatria (SAVP). Em sua última atualização, o método de atendimento baseado na cadeia de sobrevivência foi acrescido do item ‘cuidados pós-PCR integrados’, que deve ser realizado até o retorno do estado funcional normal ou próximo do normal do paciente.

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O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO DA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO

O PAPEL DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO DA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO

O Enfermeiro Intensivista é vital na reanimação do paciente, sendo que é ele, freqüentemente quem avalia em primeiro lugar o paciente e inicia as manobras de RCP, chamando a equipe. O fundamental nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) é possibilitar a observação constante das funções vitais do paciente e quando necessário, estabelecer medidas para mantê-las artificialmente. O papel do enfermeiro incluiu a reanimação cardiorrespiratória contínua, monitorização do ritmo cardíaco e dos outros sinais vitais, administração de fármacos conforme orientação médica, registro dos acontecimentos, notificação ao médico plantonista, bem como relatar os acontecimentos aos membros da família junto com o intensivista, sendo que o apoio para os familiares e amigos é muito importante nesta ocasião. Após uma reanimação satisfatória, o enfermeiro juntamente com o médico precisa controlar rigorosamente os sinais vitais e os parâmetros hemodinâmicos desse paciente, bem como estar atento a qualquer sinal de complicação, pois o reconhecimento imediato e o tratamento de algum distúrbio irão refletir no seu prognóstico (CAPONE, 1973).
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Avaliação do diagnóstico e tratamento em parada cardiorrespiratória entre os médicos com mais de cinco anos de graduação.

Avaliação do diagnóstico e tratamento em parada cardiorrespiratória entre os médicos com mais de cinco anos de graduação.

baixo uso da vasopressina, mesmo estando esse fár- maco presente no arsenal terapêutico dos hospitais. Esta pesquisa mostrou que 69,2% dos participantes usariam bicarbonato de sódio em todos os ritmos de parada cardíaca. O conhecimento de outrora, em que a acidose exercia efeitos deletérios sobre o miocárdio levou ao uso indiscriminado do bicarbonato de sódio. O bicarbonato combina-se com o íon hidrogênio e forma o gás carbônico que migra para o interior das células cerebrais e miocárdicas e piora a acidose intracelular 7,9 .

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Parada e reanimação cardiorrespiratória: conhecimentos da equipe de enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva.

Parada e reanimação cardiorrespiratória: conhecimentos da equipe de enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva.

categoria proissional e o tempo de atuação em UTI. Constatou-se que a porcentagem total de acertos em relação à identiicação de PCR foi de somente 15,4%, por proissionais enfermeiros e técnicos de enferma- gem com mais de 2 anos de experiência em UTI e o acerto parcial, foi de 61,5% envolvendo as três cate- gorias proissionais. Com relação ao diagnóstico ele- trocardiográico das quatro modalidades de parada cardíaca, ibrilação ventricular, taquicardia ventricular sem pulso, atividade elétrica sem pulso e assistolia, somente três enfermeiros (11,6%), com mais de 2 anos de atuação em UTI, responderam de modo correto. A maioria dos participantes, 69,5% respondeu conhecer somente assistolia o que se considerou como acerto parcial.
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A abordagem da equipe de enfermagem do protocolo de parada cardiorrespiratória na unidade básica de saúde

A abordagem da equipe de enfermagem do protocolo de parada cardiorrespiratória na unidade básica de saúde

É importante salientar que a parada cardiorrespiratória é a cessação súbita da circulação sistêmica, da respiração e que está baseada na tríade (ausência de pulso em grandes vasos, inconsciência e ausência de respiração), já o Infarto agudo do Miocárdio (IAM) é uma consequência da obstrução de uma artéria importante do coração, quando uma placa de gordura fica aderida na parede de um desses vasos.

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Valor da enolase específica do neurônio como indicador de prognóstico pós-parada cardiorrespiratória.

Valor da enolase específica do neurônio como indicador de prognóstico pós-parada cardiorrespiratória.

Considerando-se que uma reanimação cardiopulmonar prolongada pode produzir lesão cerebral irreversível, a identiicação de um indicador prognóstico bioquímico, de baixo custo, de fácil aplicação e com alta acurácia em selecionar pacientes com prognóstico neurológico desfavorável é de grande utilidade no que se refere ao auxílio na tomada de decisões a respeito da alocação dos recursos em terapia intensiva. Nesse contexto, até o momento, existem evidências favoráveis ao papel da NSE como um parâmetro adjunto na avaliação de des- fecho de pacientes depois de uma parada cardíaca, podendo fazer parte dos exames prognósticos desses pacientes. A abordagem desses pacientes deve inte- grar múltiplos métodos de prognóstico, incluindo exa- mes neurológicos, estudos eletroisiológicos e, prefe- rencialmente, dosagens de NSE. Essa estratégia pode oferecer um prognóstico de maior certeza a esses pa- cientes, seus médicos e suas famílias.
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Conhecimento de parada cardiorrespiratória dos profissionais de saúde em um hospital público: estudo transversal

Conhecimento de parada cardiorrespiratória dos profissionais de saúde em um hospital público: estudo transversal

8. Madden C. Undergraduate nursing students’ acquisition and retention of CPR knowledge and skills. Nurse Educ Today. 2006;26(3):218-27. doi: 10.1016/j.nedt.2005.10.003 9. de Almeida AO, Araújo IEM, Dalri MCB, Araujo S. Conhecimento teórico dos enfermeiros sobre parada e ressuscitação cardiopulmonar, em unidades não hospitalares de atendimento à urgência e emergência. Rev Latino-Am Enfermagem. 2011;19(2):1-8.

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HIPOTERMIA TERAPÊUTICA EM PACIENTES PÓS-PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

HIPOTERMIA TERAPÊUTICA EM PACIENTES PÓS-PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

4º Etapa (Análise crítica dos estudos incluídos e categorização dos estudos sele- cionados): esta etapa compreende na análise rigorosa dos títulos, resumos e palavras- -chave dos 103 artigos obtidos com a estratégia de busca para que fossem aplicados os critérios de inclusão. Depois de sintetizadas e categorizadas as informações co- lhidas dos artigos científicos selecionados anteriormente, os 19 artigos selecionados foram organizados e agrupados ao longo no estudo baseando-se nas semelhanças entre os temas abordados por eles. As categorias foram organizadas em Parada Car- diorrespiratória; Hipotermia terapêutica e Papel do Enfermeiro.
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Capacitação da equipe de enfermagem para a organização e conhecimento do carrinho de parada cardiorrespiratória

Capacitação da equipe de enfermagem para a organização e conhecimento do carrinho de parada cardiorrespiratória

Foi realizada uma capacitação com a equipe de enfermagem, bem como uma avaliação do carrinho de parada cardiorrespiratória, de seus equipamentos, materiais e fármacos. Realizou-se um check list observando a quantidade necessária de todos os materiais e fármacos contidos em cada compartimento (gavetas), bem como a respectiva validade e a sua reposição, o que permitiu identificar que o carrinho analisado encontra-se de acordo com o que é preconizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

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Capacitação da equipe de enfermagem para o atendimento de parada cardiorrespiratória em uma unidade de terapia intensiva

Capacitação da equipe de enfermagem para o atendimento de parada cardiorrespiratória em uma unidade de terapia intensiva

Contudo, uma situação em especial vem nos chamando a atenção durante o processo de formação e produzido certa “ansiedade”: a Parada Cardiorrespiratória (PCR), situação que poderíamos definir como “a situação de emergência mais emergente”, porque é o momento em que, efetivamente, não há tempo a ser perdido, pois, a cada minuto transcorrido entre o diagnóstico e o início das manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), diminui as possibilidades de sucesso no atendimento, por isso, entendemos ser determinante que a equipe de profissionais esteja qualificada para atender as demandas que emergem desta situação.
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Paradoxo dos fatores de risco na ocorrência de parada cardiorrespiratória em pacientes com síndrome coronária aguda.

Paradoxo dos fatores de risco na ocorrência de parada cardiorrespiratória em pacientes com síndrome coronária aguda.

Podemos postular que pacientes com mais fatores de ris- co e maior frequência de coronariopatia com envolvimen- to de múltiplos vasos têm mais luxo sanguíneo por meio de colaterais, fator que pode limitar o tamanho do infarto e, consequentemente, reduzir a incidência de mortalidade hospitalar e parada cardíaca. Por outro lado, é menos prová- vel a ocorrência de uma SCA na ausência de fatores de risco, o que pode levar a menor suspeição que, por sua vez, pode retardar a intervenção adequada, desta forma aumentando o risco de arritmia ventricular e mortalidade.

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O conhecimento do profissional de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória segundo as novas diretrizes e suas atualizações

O conhecimento do profissional de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória segundo as novas diretrizes e suas atualizações

Buscando o melhor êxito nos atendimentos de emergência em Reanimação Cardiorrespiratória, a (American Heart Association, AHA), apresentou novas diretrizes onde o atendimento deve ser rápido dando uma ênfase na compressão cardíaca de alta qualidade, usando o logaritmo (CAB), minimizando as interrupções, comprimindo 5 centímetros do tórax, permitindo o seu retorno total e obedecendo ao padrão de 30 massagens para 2 ventilações, não excedendo 10 ventilações por minuto. Essa prioridade incide na mudança do padrão de ABC para CAB, constatando assim a prioridade da compressão em relação à ventilação. 10-11.
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Grau de conhecimento do diagnóstico e tratamento de parada cardiorrespiratória entre estudantes do curso de medicina.

Grau de conhecimento do diagnóstico e tratamento de parada cardiorrespiratória entre estudantes do curso de medicina.

A maioria dos participantes demonstrou dificuldades em identificar a PCR, uma vez que apenas 8,42% (6/71) dos participantes identificaria com PCR pacientes apre- sentando gasping conforme preconiza atualização. É dispensável o uso de instru- mentos sofisticados para o diagnóstico de uma parada cardiorrespiratória, bem como a espera de ausência de movimentos respiratórios, síncope ou ausência de pulso por 5 segundos para início imediato das compressões. Ainda que as taxas de sobrevivên- cia sejam pequenas, as compressões cardíacas persistem como melhor maneira para manutenção de perfusão cerebral e coronariana após PCR (ASSOCIATION, 2017).
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A importância da capacitação no atendimento a parada cardiorrespiratória da equipe de uma unidade básica de saúde

A importância da capacitação no atendimento a parada cardiorrespiratória da equipe de uma unidade básica de saúde

A demanda espontânea na UBS deve ser baseado nos princípios do acolhimento e escuta qualificada à população, de forma a garantir um atendimento humanizado, resolutivo e que propicie a criação de vínculo entre as equipes e as pessoas, fazendo este ponto a porta de entrada prioritária e preferencial para as redes de atenção à saúde do SUS. As situações não aguda, aguda ou crônica agudizada fazem parte dos casos de demanda espontânea na atenção básica, dentre as condutas possíveis o atendimento imediato (alto risco de vida), necessitando de intervenção da equipe no mesmo momento, como exemplo a Parada Cardiorrespiratória (PCR) (BRASIL, 2012).
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Avaliação do conhecimento de residentes em enfermagem e medicina acerca da parada e reanimação cardiorrespiratória

Avaliação do conhecimento de residentes em enfermagem e medicina acerca da parada e reanimação cardiorrespiratória

Na assistência ao paciente em situação de parada cardíaca, o médico é o responsável pela prescrição medicamentosa, procedimento de intubação de via aérea e uso do desfibrilador. Geralmente ele é notificado da ocorrência de uma parada cardíaca pela equipe de enfermagem, com a qual atuará em conjunto. No entanto, como todo profissional de saúde, é imprescindível o conhecimento adequado sobre as manobras a serem adotadas no SBV e SAV para uma instituição rápida das intervenções, inclusive considerando o médico como o elo importante nas manobras terapêuticas, sem o qual nem sempre estas são adotadas (11,27) .Algumas pesquisas enfatizam a necessidade de capacitação de profissionais que atuam em setores críticos como UTI, unidade de urgência e emergência por atender os casos de maior complexidade. No entanto, não se pode negar a necessidade de investigar a capacitação profissional dos que atuam em ambiente intra-hospitalar, mesmo em setores considerados como não críticos (11,23) .
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Estudo preliminar das relações entre duração da parada cardiorrespiratória e suas consequências nas vítimas de trauma.

Estudo preliminar das relações entre duração da parada cardiorrespiratória e suas consequências nas vítimas de trauma.

Decidir quando iniciar, manter ou desistir das manobras de reanimação cardiorrespiratória tem sido um constante problema ético dos profissionais dia equipe de saúde e dos socorristas de forma geral. Ter subsídios para predizer resultados é uma forma mais segura para tomar decisões sobre esse e outros aspectos cio tratamento e cuidado.

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Parada cardiorrespiratória em raquianestesia.

Parada cardiorrespiratória em raquianestesia.

maior o risco de a parada cardíaca evoluir para óbito, e o desenvolvimento de PcR apresenta dois picos de incidência: o primeiro, precoce, logo após a realização da anestesia, por uso de dose excessiva de anestésico local para paciente pre- viamente hipovolêmico (seja por jejum pré-operatório, des- nutrição, desidratação, uso de diuréticos e/ou vasodilatado- res, entre outras causas), e o segundo, tardio, relacionado a eventos cirúrgicos, como hemorragias, alterações de posicio- namento, colocação de cimento ósseo, entre outros. Assim, para prevenir esses eventos, recomenda-se limitar o nível de bloqueio em t6 e avaliar adequadamente as reservas hemo- dinâmicas, monitorando a função cardiovascular e o grau de sangramento, a im de reduzir a morbidade e a mortalidade pré-operatórias. importante ressaltar que pacientes idosos têm tipicamente nível mais elevado de bloqueio sensitivo com a mesma dose de anestésico local, quando comparados a adultos jovens.
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Atuação do profissional de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória

Atuação do profissional de enfermagem frente à parada cardiorrespiratória

Esse estudo trata de uma situação problema vivenciada na rotina do serviço de urgência e emergência de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no que tange a assistência prestada ao usuário em Parada Cardiorrespiratória (PCR). Tem por finalidade identificar e correlacionar se as atividades prioritárias desenvolvidas pela equipe de enfermagem durante este evento estão em conformidades com as descritas na literatura vigente, como também construir um fluxograma para orientar os profissionais sobre a assistência a ser prestada.
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