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Oligochaeta (Annelida: Clitellata) em córregos de baixa ordem do Parque Estadual de Campos do Jordão (São Paulo - Brasil).

Oligochaeta (Annelida: Clitellata) em córregos de baixa ordem do Parque Estadual de Campos do Jordão (São Paulo - Brasil).

Resumo: O objetivo desse artigo foi inventariar as espécies de oligoquetos limnícolas que habitam córregos do Parque Estadual de Campos do Jordão (PECJ). As amostras revelaram 2302 indivíduos, distribuídos em três famílias (Naididae, Enchytraeidae, Tubificidae). Foram inventariadas 17 espécies, sendo elas: Achaeta sp., Allonais paraguayensis, Chaetogaster diastrophus, Nais communis, Nais variabilis, Pristina biserrata, Pristina leidyi, Pristina proboscidea, Pristinella jenkinae, Pristinella longidentata, Pristinella minuta, Pristinella notopora, Pristinella osborni, Pristinella sima, Aulodrilus limnobius, Botrioneurum sp. e Limnodrilus hoffmeisteri. O número total de espécies encontrado representa 24% de todas as espécies de oligoquetos registrados em diversos ambientes aquáticos no Brasil (70), evidenciando a importância deste trabalho, visto que há ainda grandes lacunas no conhecimento da fauna de oligoquetos límnicos no Brasil.
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Estudos da fauna de Chironomidae (Diptera) nos córregos galharada, campo do meio e casquilho do parque estadual de Campos do Jordão, SP.

Estudos da fauna de Chironomidae (Diptera) nos córregos galharada, campo do meio e casquilho do parque estadual de Campos do Jordão, SP.

A famılia Chironomidae constitui um grupo importante de Diptera aquötico, pois participa significativamente da composicao da comunidade de macroinvertebrados bentÕnicos dos mais variados tipos de sistemas aquöticos. Estima-se pelo menos 2.000-3.000 espàcies por regiao biogeogröfica. Entretanto, no Brasil, os trabalhos sobre ecologia e taxonomia sao escassos. No Estado de Sao Paulo, foram registrados somente 89 generos e 66 espàcies. Para contribuir no enriquecimento do conhecimento desta famılia, este trabalho teve como objetivo estudar a fauna de Chironominae no Parque Estadual de Campos do Jordao, pela inexistencia de dados para esta famılia na regiao e por apresentar caracterısticas peculiares para o Estado de Sao Paulo como: altitude elevada e clima subtropical de altitude (temperado). As amostras dos imaturos, utilizando-se amostrador tipo Surber e Rede em ”D„, foram realizadas nos corregos Galharada e seu afluente, Campo do Meio e Casquilho, todos de baixa ordem, com leito pedregoso e protegido pela vegetacao ripöria; suas öguas sao transparentes, frias, bem oxigenadas, öcidas, com valores de condutividade elàtrica e turbidez baixos. Os adultos foram capturados proximos aos pontos de coleta das larvas utilizando-se armadilha luminosa. Os resultados mostraram diferencas na estrutura da comunidade de larvas entre os corregos. Atravàs das anölises, pode-se constatar o agrupamento dos pontos do corrego Galharada, situados numa regiao central do parque e representados principalmente pelos töxons aff.Omisus sp1 e Corynoneura. Jö os pontos dos corregos Campo do Meio e Casquilho,
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Estrutura e aspectos da regeneração natural de Floresta Ombrófila Mista no Parque Estadual de Campos do Jordão, SP, Brasil.

Estrutura e aspectos da regeneração natural de Floresta Ombrófila Mista no Parque Estadual de Campos do Jordão, SP, Brasil.

RESUMO - (Estrutura e aspectos da regeneração natural de Floresta Ombrófila Mista no Parque Estadual de Campos do Jordão, SP, Brasil). O estudo buscou avaliar diferenças florísticas e estruturais entre os componentes adulto e regenerante de trecho de Floresta Ombrófila Mista em Campos do Jordão, a fim de levantar hipóteses sobre sua trajetória sucessional. Para amostragem do componente adulto (CAP ≥ 15 cm) foram instaladas 50 parcelas permanentes de 10 × 20 m e, em cada uma dessas, cinco subparcelas de 1 × 1 m para amostragem do componente regenerante (h ≥ 30 cm e CAP < 15 cm). No componente adulto foram amostrados 1.770 indivíduos, distribuídos em 58 espécies, 38 gêneros e 26 famílias (H' = 3,08 e J = 0,73). Já entre os regenerantes foram observados 576 indivíduos, 55 espécies, 39 gêneros e 23 famílias (H' = 3,41 e J = 0,84). Constatou-se que são necessárias ações de manejo para a conservação in situ das coníferas locais.
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Larvas de Coleoptera em ecossistemas de araucária no Parque Estadual de Campos do Jordão, SP.

Larvas de Coleoptera em ecossistemas de araucária no Parque Estadual de Campos do Jordão, SP.

O estudo foi realizado em ecossistemas de A. angustifolia, localizados no Parque Estadual de Campos do Jordão (PECJ), distante 210km da cidade de São Paulo, cujas coordenadas são 22° 44’ 31’’ S e 45° 30’ 43’’ W, em Campos do Jordão, SP. O clima local é determinado pela classificação de Köppen como Cfb. As coletas foram realizadas em outubro de 2002 (período seco) e em março de 2003 (período chuvoso). Foram realizadas amostragens em três ecossistemas distintos: mata nativa de araucária (M), área de alta diversidade vegetal e estabelecido em Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico câmbico textura argilosa. O segundo ecossistema foi uma mata de araucária introduzida em 1959 (RSF), com alta densidade de araucária e uma diversidade intermediária de outras espécies, estabelecido em Latossolo Amarelo distrófico câmbico textura argilosa. O terceiro foi uma mata de araucária introduzida em 1958 e impactada por incêndio acidental no período de julho de 2001 (RF), apresentando uma baixa diversidade de espécies vegetais e estabelecido em Cambissolo Háplico Tb Distrófico latossólico textura argilosa.
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Caracterização da matéria orgânica e micromorfologia de solos sob Campos de Altitude no parque estadual da Serra do Brigadeiro (MG).

Caracterização da matéria orgânica e micromorfologia de solos sob Campos de Altitude no parque estadual da Serra do Brigadeiro (MG).

O Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (MG) engloba uma área de Mata Atlântica em uma parte da Serra da Mantiqueira. Nas porções mais elevadas da serra (acima de 1.600 m), encontram-se os Campos de Altitude, caracterizados por uma composição florística ímpar, elevado grau de endemismo e pela presença de várias espécies ameaçadas de extinção. Foram amostrados, na área do Campos de Altitude, um Neossolo Litólico, um Espodossolo Ferrocárbico, um Cambissolo Húmico e, na área de Mata Atlântica, um Latossolo Vermelho-Amarelo. Todos os solos estudados apresentaram-se álicos, com baixo pH e baixa capacidade de troca catiônica efetiva, além de acúmulo de matéria orgânica humificada. Os solos estão estreitamente relacionados com a cobertura vegetal, observando-se uma vegetação de menor biomassa sobre materiais mais oligotróficos. Análises micromorfológicas indicaram feições relacionadas com processos de podzolização. A interpretação das formas identificadas nas lâminas de solo permitiu inferências sobre os processos de gênese dos solos, não identificados pelas análises químicas. As substâncias húmicas foram fracionadas, indicando elevado teor de ácidos fúlvicos. Os teores dessa fração orgânica estiveram associados a formas pouco cristalinas de Fe e Al, extraídas pelo oxalato, indicando o papel da matéria orgânica na mobilidade desses elementos. Análises espectroscópicas das substâncias húmicas, como espectrometria no infravermelho e de ressonância paramagnética eletrônica, indicaram alta aromaticidade das substâncias húmicas produzidas sob vegetação de Campos de Altitude, em relação às substâncias húmicas produzidas sob vegetação florestal. Esta maior aromaticidade pode estar relacionada com o efeito do fogo ou com a própria constituição fisiológica da cobertura vegetal. A associação
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Caesalpinioideae (Leguminosae) nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Caesalpinioideae (Leguminosae) nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

O Parque Estadual do Itacolomi (PEI) localiza-se nos municípios de Ouro Preto e Mariana (Fig. 1A), Estado de Minas Gerais (20°22’30’’ 20°30’00’’S e 43°32’30’’ 43°22’30’’W). Ocupa uma área de aproximadamente 7.000 ha, sendo o ponto mais elevado o Pico do Itacolomi, com 1.772 m (Messias et al. 1997). Localiza-se no extremo oeste da região da Mata Atlântica, ocupando a zona de transição entre ela e o Cerrado, sendo sua vegetação composta por Floresta Estacional Semidecidual e Campos Rupestres (Messias et al. 1997). Estes abrangem toda a área acima da cota de 900 m, onde se podem identificar seis tipos básicos de formações vegetacionais: os campos graminosos secos, formados por um estrato graminóide e por arbustos esparsos; os campos graminosos úmidos, associados às áreas aplainadas, de menores altitudes e constantemente alagadas e que apresentam um estrato graminóide desenvolvido, além de numerosos arbustos e subarbustos; os campos graminosos úmidos de altitude, também associados a áreas aplainadas e de solos encharcados, caracterizados por um estrato graminóide contínuo; campos quartzíticos dos afloramentos rochosos, formados pela vegetação rupícula; os campos ferruginosos, ambientes rúpicolas que apresentam subarbustos e arbustos se desenvolvendo sobre concreções ferruginosas; e os escrubes, caracterizados pela presença de numerosos subarbustos e arbustos e de um estrato graminóide
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Asteraceae Dumort nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: Barnadesieae e Mutisieae.

Asteraceae Dumort nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: Barnadesieae e Mutisieae.

O estudo das tribos Barnadesieae e Mutisieae é parte do levantamento florístico das espécies de Asteraceae nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi (PEI) em Minas Gerais, realizado através de coletas mensais no período de agosto de 2005 a agosto de 2007. Para as duas tribos foram identificadas 21 espécies pertencentes a seis gêneros: Dasyphyllum Kunth com quatro espécies e uma variedade; Chaptalia Vent.(quatro spp.), Gochnatia Kunth. (três spp.), Mutisia L.f. (uma spp.), Richterago Kuntze (seis spp.) e Trixis P. Br. (três spp.). Destas espécies, a maioria é restrita aos Campos Rupestres da Cadeia do Espinhaço ou áreas próximas com vegetação de transição, sendo quatro endêmicas de Minas Gerais. São apresentadas chaves de gêneros e espécies, descrições morfológicas, comentários taxonômicos, informações sobre a distribuição geográfica das espécies e ilustrações.
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A assembléia de abelhas (Hymenoptera, Apidae) de uma área restrita de campos naturais do Parque Estadual de Vila Velha, Paraná e comparações com áreas de campos e cerrado.

A assembléia de abelhas (Hymenoptera, Apidae) de uma área restrita de campos naturais do Parque Estadual de Vila Velha, Paraná e comparações com áreas de campos e cerrado.

A assembléia de abelhas (Hymenoptera, Apidae) de uma área restrita de campos naturais do Parque Estadual de Vila Velha, Paraná e comparações com áreas de campos e cerrado. Foram realizadas coletas sistemáticas de abelhas em uma área restrita no Parque Estadual de Vila Velha, Paraná, no período de outubro de 2003 a setembro de 2004. Essa amostragem visou gerar subsídios para comparações entre áreas de campo dentro do Parque e com outras áreas de vegetação aberta brasileiras. A área de estudo possui cerca de quatro hectares e foi subdividida em quatro subáreas contínuas e com o mesmo perímetro. As abelhas em flores e em vôo foram capturadas com auxílio de rede entomológica. Foram coletados 1.459 espécimes pertencentes a 122 espécies de abelhas. Estas espécies estão distribuídas em 51 gêneros, 20 tribos e cinco subfamílias. As plantas visitadas correspondem a 93 espécies, pertencentes a 62 gêneros e 29 famílias. Neste estudo e em outro estudo realizado anteriormente em outra área do Parque foram coletadas 222 espécies sendo 74 espécies em comum as duas áreas e uma soma de 148 espécies restritas a uma ou outra área. Ainda, registros históricos de abelhas para Vila Velha elevam a riqueza conhecida para 261 espécies. O índice de similaridade de Morisita entre as áreas foi de 0,50 quando utilizadas as plantas como variáveis e 0,88 quando utilizados gêneros e espécies de abelhas, revelando uma notável heterogeneidade. Comparações entre as áreas do Parque Estadual de Vila Velha e áreas de campos e cerrado foram realizadas através do índice de similaridade e da análise de correspondência. Foram observados dois agrupamentos
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Asteraceae Dumort. nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Asteraceae Dumort. nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Trabalhos relacionados mais diretamente com a flora do Parque Estadual do Itacolomi são os de Badini (1940a, 1940b); Lisboa (1956, 1971), uma descrição dos aspectos gerais da flora da região de Ouro Preto; Peron (1989) com uma listagem da flora fanerogâmica dos campos rupestres do Parque, listando 75 espécies da família Asteraceae; Messias et al. (1997), um levantamento florístico das matas e distribuição de espécies endêmicas do Parque, onde foram listadas 74 espécies da família e Brandão et al. (1994), que compararam os aspectos físicos e florísticos de algumas áreas de campos rupestres do estado de Minas Gerais, incluindo o Itacolomi, para onde foram amostradas 50 espécies de Asteraceae. Os referidos trabalhos salientam a grande representatividade da família Asteraceae nesta área. No entanto, é clara a subamostragem da família nos levantamentos, principalmente se comparados com outras áreas de campo rupestre de Minas Gerais, evidenciada pelo pequeno número de gêneros em algumas tribos e de espécies características de campo rupestre, justificando a realização deste trabalho.
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Papilionoideae (Leguminosae) nos campos ferruginosos do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística e fenologia.

Papilionoideae (Leguminosae) nos campos ferruginosos do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística e fenologia.

RESUMO – (Papilionoideae (Leguminosae) dos campos ferruginosos do Parque Estadual do Itacolomi, MG). Foi realizado um levantamento florístico das espécies de Papilionoideae (Leguminosae) ocorrentes nos campos ferruginosos do Parque Estadual do Itacolomi (PEI), situado nos municípios de Ouro Preto e Mariana, estado de Minas Gerais. As coletas foram feitas no período de março de 2001 a maio de 2002. Foram identificadas 20 espécies de Papilionoideae, pertencentes a 13 gêneros. Os gêneros mais representativos em número de espécies foram Desmodium (4), Crotalaria (3), Machaerium e Stylosanthes, com duas espécies cada. Os demais gêneros foram representados por apenas uma espécie cada. No estudo fenológico das espécies, foram constatadas correlações entre fatores climáticos (temperatura e precipitação) e a perda de folhas, brotação, floração e frutificação.
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Correlações de características do meio biofísico do Parque Estadual de Campos do Jordão, SP.

Correlações de características do meio biofísico do Parque Estadual de Campos do Jordão, SP.

Nas rampas, os processos rasos de coluvionamento, responsáveis pelo retrabalha- mento dos materiais móveis, pouco modificam a mineralogia das formações superficiais (gnaiss [r]

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Bromeliaceae Juss. dos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística e aspectos fenológicos

Bromeliaceae Juss. dos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística e aspectos fenológicos

O pico de frutificação das espécies anemocóricas da subfamília Tillandsioideae na estação seca corrobora o encontrado por Araújo et al. (2004). Nesta estação, a menor atividade de patógenos (Rathcke & Lacey 1985) e as condições atmosféricas podem favorecer a dessecação das paredes externas dos frutos, influenciando a deiscência, abscisão e dispersão (Pijl 1982). Além disso, correntes de ar são mais freqüentes e intensas neste período (Araújo et al. 2004), propiciando o alcance de maiores distâncias pelos diásporos e maior distribuição das espécies no ecossistema. No entanto, a correlação encontrada entre o número de espécies frutificando em Pitcairnioideae e as variáveis climáticas, sugere que a dispersão destas espécies no período chuvoso pode não ser muito efetiva, pois freqüentes chuvas podem danificar os apêndices das sementes, inviabilizando a dispersão. Esta idéia é reforçada quando se analisa a distribuição de Dyckia cinerea, que ocorrem em grandes adensamentos populacionais, pontualmente em uma região do Parque.
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Water beetles in mountainous regions in southeastern Brazil

Water beetles in mountainous regions in southeastern Brazil

Inventories provide information on the state of biodiversity at a site or for a geographic region. Species inventories are the basis for systematic study and critical to ecology, biogeography and identification of biological indicators and key species. They also provide key information for assessments of environmental change, for natural resource conservation or recovery of degraded ecosystems. Thus, inventories play a key role in planning strategies for conservation and sustainable use. This study aimed to inventory the fauna of water beetles, larvae and adults, in two mountainous regions in the state of São Paulo, in Serra da Mantiqueira (Parque Estadual de Campos do Jordão and Pindamonhangaba region) and in Serra do Mar (Santa Virgínia and Picinguaba Divisions) as well as to generate information about the habitats used by the different genera recorded. Specimens were collected in lotic and lentic systems, between the years 2005 to 2010. In total 14,492 specimens were collected and 16 families and 50 genera of Coleoptera were identified. This study in mountainous regions showed a significant portion of the faunal composition of South America and the state of São Paulo. The composition of the fauna, in terms of richness and abundance by family, indicated the predominance of Elmidae, followed by Hydrophilidae and Dytiscidae. Despite the diversity found, the results of estimated richness indicated the need for additional sampling effort for both regions, since the curves of estimated richness did not reach an asymptote, suggesting that new species can be found in future surveys.
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Leguminosae Adans. nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística, preferência por hábitat, aspectos reprodutivos e distribuição geográfica

Leguminosae Adans. nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: florística, preferência por hábitat, aspectos reprodutivos e distribuição geográfica

Os Campos Graminosos Úmidos de Altitude (CGA) foram os mais pobres em espécies de Leguminosae. Nestes campos, o estrato herbáceo e graminóide é contínuo (Fig. 9D, Anexo 8) e o solo, que se enquadra na classe dos Espodossolos (EMBRAPA 1999), apresenta como características principais, a maior profundidade, 55cm (Tab. 7), grande quantidade de areia, baixo pH (3,71 e 3,76), maiores teores de P, K, Ca, Mg e matéria orgânica, que aumenta a capacidade de retenção de água neste hábitat. A umidade é maior na superfície devido, provavelmente, ao maior teor de matéria orgânica. Apenas Centrosema coriaceum, foi encontrada, nestes campos, confirmando a pobreza de espécies de Leguminosae, nesse hábitat, também observada em outras áreas de Campos Rupestres. Segundo Benites (2001), são áreas aplainadas e, no período chuvoso, apresentam o solo encharcado. Neste hábitat foram observadas espécies das famílias Cyperaceae, Poaceae, Droseraceae, Xyridaceae, Gentianaceae, Polygalaceae e Eriocaulaceae, comuns neste tipo de hábitat também em outras áreas de Campos Rupestre, como descrito por Vitta (1995).
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Papilionoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Papilionoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Papilionoideae está representada por 440 gêneros e 12.000 espécies, distribuídas desde florestas úmidas até desertos (Polhill 1981). No Brasil são 88 gêneros e 180 espécies nativas (Barroso et al. 1991). É a subfamília mais representativa nos campos rupestres, com 157 espécies e 35 gêneros (Garcia & Dutra 2004). Apresenta hábito variado, folhas 1-plurifolioladas, na maioria trifolioladas, digitadas ou pinadas, flores geralmente zigomorfas (exceto em Swartzia), cálice gamossépalo com iniciação das sépalas unidirecional, corola papilionácea com prefloração vexilar, os frutos são do tipo legume e suas variações, como: lomento, folículo, sâmara e drupa e as sementes apresentam a região do
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A família Bignoniaceae Juss. (Ipês) no município de Lavras, Minas Gerais.

A família Bignoniaceae Juss. (Ipês) no município de Lavras, Minas Gerais.

apresenta ampla ocorrência no município de Lavras, com registros em formações florestais, no cerrado e em áreas alteradas pela ação antrópica, como terrenos baldios e margens de rodovias. Essa espécie apresenta uma ampla distribuição geográfica, podendo ser encontrada em todo o Brasil, em regiões do Paraguai, Bolívia e nordeste da Argentina e é considerada a única espécie invasora da família, pelo fato de se estabelecer em meio a culturas e pastagens (GOBATTO- RODRIGUES & STORT, 1992; SANDWITH & HUNT, 1974). Jacaranda caroba, com porte variando de arbusto a arvoreta, ocorre em Lavras, nas áreas de cerrado, campo rupestre e campo limpo, o que se apoia no padrão de distribuição demonstrado por Gentry (1992), o qual a considera como uma espécie exclusiva do cerrado. No entanto, Pereira & Mansano (2008) ampliaram o padrão de distribuição dessa espécie com registros para outros tipos vegetacionais. Lohmann & Pirani (1996) relatam a presença dessa espécie desde o estado da Bahia até o Paraná. Em estudos fitossociológicos realizados no município de Lavras, Handroanthus ochraceus é a espécie mais frequente, ocorrendo em várias áreas de formações florestais: na mata ciliar do córrego dos Vilas Boas (OLIVEIRA- FILHO et al., 1994); em uma floresta semidecídua às margens do Rio Capivari (SOUZA et al., 2003); na floresta do Parque Ecológico Quedas do Rio Bonito (DALANESI et al., 2004). Apesar de ser uma espécie de ipê-amarelo muito comum no município, é pouco utilizada em projetos paisagísticos. Gentry (1992), caracterizou-a como elemento típico do cerrado brasileiro, mas podendo ocorrer também em florestas, o que de fato pode ser observado no presente trabalho. Fridericia platyphylla, que ocorre nos cerrados de Lavras, é encontrada também em áreas de caatinga e campos gerais na região de Catolés, na Bahia (SILVA & QUEIROZ, 2003), em áreas de campo rupestre e floresta estacional no Parque Estadual do Itacolomi, em Minas Gerais (ARAÚJO, 2008), e nos Parque Estadual do Rio Doce e Parque Nacional da Serra da Canastra (SCUDELLER, 2004; SCUDELLER & CARVALHO-OKANO, 1998). Scudeller (1997) considera tal espécie comum em diversos tipos de formações vegetais, sendo encontrada nos estados do Acre, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Jacaranda subalpina, uma espécie arbórea que ocorre em Lavras em formações florestais (DALANESI et al., 2004). Pereira & Mansano (2008) foram os únicos que também catalogaram esse táxon em seu levantamento, realizado no Parque Nacional do Itatiaia. Segundo Gentry (1992), referida espécie encontra-se restrita à Floresta Pluvial Montana na Serra da Mantiqueira, nos estados do RJ, MG e SP e na Serra do Caraça, em Minas Gerais. É o único exemplar da família,
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INFREQUÊNCIA DISCENTE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL DO CEARÁ

INFREQUÊNCIA DISCENTE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL DO CEARÁ

Outra medida para monitorar a frequência dos alunos na escola foi a implementação do ponto biométrico, um investimento estadual que consistia em captar a presença do aluno na entrada e na saída através da sua digital. Porém, o programa não se consolidou devido a problemas mecânicos dos equipamentos utilizados. Diante disso, em análise feita no órgão mentor do Projeto, chegou-se à conclusão que daria mais certo se fosse colocado um ponto em cada sala de aula. Essa ideia está sendo estudada para ser implementada nas escolas do Estado futuramente. Dentro dessa perspectiva, os pais poderiam ver, através da internet, se os filhos estão presentes na escola e poderiam acompanhar também a quantidade de ausências que seu filho tem na escola. Encontramos, também, os projetos e programas associados às ações do PPP citado no início deste capítulo, que dão suporte a uma mudança de mentalidade da comunidade que faz parte dessa unidade escolar.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ANA MARIA GOMES ANDRADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA ANA MARIA GOMES ANDRADE

A presente dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão estudado investigou o processo de análise textual do Projeto Político Pedagógico (PPP) das escolas públicas da rede estadual de Manaus/AM, tendo como questão central: como a SEDUC/AM pode otimizar o processo de análise e aprovação do PPP das escolas estaduais de Manaus? O objetivo geral definido para este estudo foi o de analisar o processo de análise e validação do PPP elaborado pelas escolas, executado pela Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (SEDUC/AM) e aprovado pelo Conselho Estadual de Educação do Amazonas (CEE/AM). Nossa hipótese de que as escolas têm dificuldades na elaboração do texto do PPP foi confirmada, tendo em vista que mais de 80% dos PPPs avaliados em 2015 apresentaram inconsistências. Adotou-se como metodologia a análise documental do Parecer Técnico emitido pelos departamentos estaduais envolvidos. A análise foi ancorada em discussões teóricas de Abrucio (2010), Cunha (1980), Cury (2013), Oliveira (2009) e Peregrino (2006), dentre outros, que deram base para o estudo sobre gestão democrática. O tema Gestão Escolar, por sua vez, foi fundamentado pelos autores Burgos (2013), Bussmann (1995) e Lück (2009). No estudo sobre Projeto Político Pedagógico, buscou-se embasamento teórico em autores como Gadotti (1994; 1995), Navarro (2004), Vasconcelos (2002) e Veiga (1998; 2002). Os resultados apontaram que 83,8% das escolas apresentaram problemas com a elaboração do texto de seu PPP, tendo como base o Documento Norteador. Portanto, é mister orientar as escolas sobre seu papel central na elaboração e operacionalização do PPP. Com base nisso, foi proposto um Plano de Ação Educacional (PAE) que possa trazer contribuições para aperfeiçoar o processo de análise do PPP das escolas e para a efetivação da gestão democrática.
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OS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E AS PERCEPÇÕES DE EGRESSOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO CEARÁ

OS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E AS PERCEPÇÕES DE EGRESSOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO CEARÁ

(...) para além da captação das vagas de estágio, o ano de 2010 se diferenciou pela necessidade recorrente de alinhamento dos objetivos educacionais da formação técnica junto aos mercados de trabalho, no sentido de garantir a experiência prática de estágio e as atividades da formação técnica. (...) Como produto dessas interlocuções com os setores produtivos, além da captação de vagas de estágio, apreenderam-se elementos e informações de tendências de mercado e de atração de investimentos tanto em nível estadual quanto regional e local. Essas informações eram levadas à pauta da SEDUC para a definição de novos cursos, considerando variáveis de viabilidade da oferta e os estudos de mercados setoriais. De modo que se constituiu, desde então, um banco de informações construído a partir das interlocuções iniciadas em 2010 (SEDUC, 2014, p.47).
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Briófitas do centro urbano de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.

Briófitas do centro urbano de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.

Distribuição no RS: Arroio do Tigre; Barracão, Parque Florestal Estadual de Espigão Alto; Bento Gonçalves; Bom Jesus, Serra da Rocinha; Caxias do Sul, Forqueta; Cruz Alta, Colônia Nova Wuerttenberg; Dois Irmãos; Esmeralda, Estação Ecológica de Aracuri; Lagoa Vermelha; Montenegro, Pareci Novo (atual município de Pareci Novo), Linha São Pedro; Nonoai, Parque Florestal Estadual de Nonoai; Novo Hamburgo; Panambi; Planalto, Parque Florestal Estadual de Nonoai; Santa Cruz; Santana da Boa Vista, Fazenda Passo da Chácara; São Francisco de Paula; São Leopoldo, Morro Dois Irmãos, Feitoria, Fazenda São Borja, São Salvador (atual município de Salvador do Sul); São Luiz das Missões, Bossoroca (atuais municípios de São Luiz Gonzaga e Bossoroca); Taquara; Vacaria.
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