Parto humanizado

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Expectativas de participação de gestantes e acompanhantes para o parto humanizado.

Expectativas de participação de gestantes e acompanhantes para o parto humanizado.

Se trata de un estudio convergente-asistencial que tuvo como objetivo identiicar las expectativas de participación de gestantes y acompañantes para realizar un parto humanizado, utilizando el marco teórico metodológico de la Pedagogía Libertadora. De la práctica educativa, con grupos, emergieron informaciones que culminaron en cinco categorías: la elección del tipo de parto, la selección del tipo de atención obstétrica, el reconocimiento de sí misma como sujeto crítico frente la realidad, la negociación con los profesionales de la salud, y la construcción de un saber propio acerca del parto. El estudio permite comprender que, a pesar de que las interacciones experimentadas dentro de las instituciones de salud están compenetradas por relaciones de poder, las prácticas educativas libertadoras pueden contribuir para el fortalecimiento de los sujetos para superar ese status quo y para transformar la realidad obstétrica.
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REDE DE APOIO AO PARTO HUMANIZADO: UM ESTUDO SOBRE AS APRENDIZAGENS E SABERES DAS MULHERES EM UM GRUPO DO FACEBOOK

REDE DE APOIO AO PARTO HUMANIZADO: UM ESTUDO SOBRE AS APRENDIZAGENS E SABERES DAS MULHERES EM UM GRUPO DO FACEBOOK

Dentro do cenário de luta pela humanização do parto no Brasil, desde o final da década de 1990, vários grupos organizados viram nas listas eletrônicas um espaço eficaz de comunicação, articulação e divulgação dessa causa. Com a popularização da Internet e das redes sociais, o número de mulheres com acesso a esses espaços virtuais aumentou significativamente. Essas práticas foram renovadas pela cibercultura, que possibilita uma comunicação entre pessoas além do fluxo unidirecional, permitindo trocas mais horizontais que potencializam a coletivização dos saberes. Assim, é relevante investigar em que medida o ciberespaço se tornou território privilegiado para trocas entre pessoas interessadas no parto humanizado, sendo capaz de favorecer a agência das participantes. Para tanto, este trabalho documentou e analisou as interações tecidas no grupo Parto Humanizado no Ceará – PHC do Facebook. Realizou-se de um estudo qualitativo com observação participante, baseada nos estudos etnográficos no ciberespaço, tendo como principais ferramentas de pesquisa: a coleta de imagens de postagens relevantes, o diário de campo digital e a entrevista semi-estruturada. Desse modo, o Grupo PHC na rede social Facebook se revelou um espaço onde os participantes realizam ações e conexões que ligam diversos nós na rede, constituindo-se como uma rede de apoio emocional e informativa que gera aprendizagens e aglutinação de novos saberes, a partir de uma relação dialógica permeada pela afetividade entre as participantes.
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Parto humanizado na percepção dos profissionais de saúde envolvidos com a assistência...

Parto humanizado na percepção dos profissionais de saúde envolvidos com a assistência...

DSC 1 : Parto humanizado é como a própria palavra já diz... humanizado, é você respeitar a mulher dentro daquele momento em que ela está; respeitando as vontades dela e sabendo avaliar o que realmente ela precisa, lembrando que para ela o momento mais importante é o que ela está vivendo. O parto humanizado deve começar desde a assistência pré-natal, uma assistência em que a mulher não tenha só atendimento clínico no que diz respeito ao biológico mas também orientações, curso de gestante; para que possa escolher a maternidade que ela vai dar a luz, escolher o tipo de parto; a posição que ela quer parir, com quem ela quer parir, quem ela quer de acompanhante, como deve ser o ambiente, com música, sem música e que tipo de música, ou seja, um ambiente confortável e aconchegante para ela. Além disso durante o processo de internação, que a equipe seja o menos intervencionista possível; respeite as recomendações do Ministério da Saúde; esteja disposta a ouvi-la e de suprir suas necessidades gerais; e que permita a ela manter sua identidade. Na sala de parto também como uma das fontes da humanização, manter o marido, ou quem estiver com ela, todo o momento, independente de ser parto normal ou cesárea, e assim que o bebê nascer proporcionar o contato pele a pele e a amamentação precoce. Ainda é proporcionar a ela um atendimento individualizado durante o puerpério (Enfermeiras contratadas).
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O significado dado pelo profissional de saúde para trabalho de parto e parto humanizado

O significado dado pelo profissional de saúde para trabalho de parto e parto humanizado

Objetivo: Comprender el significado que el profesional de salud que atiende a la parturienta, da al trabajo de parto y parto humanizado. Métodos: Se trata de uma investigación cualitativa con perspectiva fenomenológica. Fueron entrevistados siete médicos y cuatro enfermeras que trabajaban en el Centro Obstétrico de un hospital público del Municipio de Sao Paulo. Resultados: Después del análisis de los datos emergieron dos subtemas: Comprendiendo el trabajo de parto y parto humanizado como un conjunto de medidas asistenciales y de comportamiento diferenciado, e Identificando fallas en la búsqueda de la humanización de la asistencia, los cuales al ser sintetizados dieron origen al fenómeno mayor de la experiencia de los sujetos: Vivenciando la desarmonía entre teoría y práctica en la búsqueda de la humanización de la asistencia. Conclusión: En el estudio se evidenció que aun hay discordancia referente a lo que se entiende por parto humanizado y lo que se realiza en la práctica. La humanización continúa siendo una política gubernamental que está lejos de volverse eficaz, no sólo por los déficits en la infra-estructura o escasez financiera, sino también por la carencia de contacto con la temática, contribuyendo a que asistencia, ofrecida sea, muchas veces, despersonalizada y deshumana.
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O significado dado pelo profissional de saúde para trabalho de parto e parto humanizado.

O significado dado pelo profissional de saúde para trabalho de parto e parto humanizado.

Objetivo: Comprender el significado que el profesional de salud que atiende a la parturienta, da al trabajo de parto y parto humanizado. Métodos: Se trata de uma investigación cualitativa con perspectiva fenomenológica. Fueron entrevistados siete médicos y cuatro enfermeras que trabajaban en el Centro Obstétrico de un hospital público del Municipio de Sao Paulo. Resultados: Después del análisis de los datos emergieron dos subtemas: Comprendiendo el trabajo de parto y parto humanizado como un conjunto de medidas asistenciales y de comportamiento diferenciado, e Identificando fallas en la búsqueda de la humanización de la asistencia, los cuales al ser sintetizados dieron origen al fenómeno mayor de la experiencia de los sujetos: Vivenciando la desarmonía entre teoría y práctica en la búsqueda de la humanización de la asistencia. Conclusión: En el estudio se evidenció que aun hay discordancia referente a lo que se entiende por parto humanizado y lo que se realiza en la práctica. La humanización continúa siendo una política gubernamental que está lejos de volverse eficaz, no sólo por los déficits en la infra-estructura o escasez financiera, sino también por la carencia de contacto con la temática, contribuyendo a que asistencia, ofrecida sea, muchas veces, despersonalizada y deshumana.
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MATERNIDADE: CUIDADOS DA GESTANTE E DO RECÉM-NASCIDO EM AMBIENTE HOSPITALAR POR MEIO DO PARTO HUMANIZADO PARA A CIDADE DE XANXERÊ

MATERNIDADE: CUIDADOS DA GESTANTE E DO RECÉM-NASCIDO EM AMBIENTE HOSPITALAR POR MEIO DO PARTO HUMANIZADO PARA A CIDADE DE XANXERÊ

A Maternidade supre a demanda existente na cidade de Xanxerê e de demais municípios da região Oeste do estado de Santa Catarina que não possuem infraestrutura para o parto humanizado. Realizará atendimentos às gestantes, parturientes e recém-nascidos, pelo Sistema Único de Saúde – SUS, e pelos principais planos de saúde particulares, contando com quartos individuais e coletivos. Fazendo parte do empreendimento, o banco de leite atenderá toda a região Oeste do Estado de Santa Catarina visto a inexistência de outro ambiente especializado na região.
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Fatores que interferem na qualidade da assistência ao parto humanizado

Fatores que interferem na qualidade da assistência ao parto humanizado

O termo “parto humanizado” ganhou bastante destaque nos últimos anos e ainda é erroneamente interpretado por muitos como parto sem anestesia, ou apenas parto normal, no entanto o parto humanizado não deve ser entendido como um tipo de parto. A humanização do parto é um processo que visa desenvolver práticas e desincorporar condutas invasivas desnecessárias através de evidências científicas (MEDEIROS RMK, et al., 2016). Exclusivamente, durante o acolhimento ao parto, as ações propostas pelo Ministério da Saúde encontram-se baseadas nas instruções ao parto normal da Organização Mundial da Saúde (OMS). Desta forma, as condutas acrescentadas no parto normal são definidas em quatro categorias: procedimentos claramente úteis e que precisam ser estimuladas; procedimentos prejudiciais ou ineficientes e que devem ser abolidos; práticas com indícios falhos para sustentar uma orientação e que precisariam ser aplicadas com prudência; práticas regularmente empregadas de maneira inadequada, ocasionando mais desvantagens que melhorias (BUSANELLO J, et al., 2017).
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O discurso e a prática do parto humanizado de adolescentes.

O discurso e a prática do parto humanizado de adolescentes.

A busca pelo cuidado humanizado ao parto é um tema de crescente interesse, ainda que os senti- dos, conteúdos e inalidades dessa forma de cuida- do sejam um grande desaio, pois implicam em que os trabalhadores da saúde estejam preparados para atender à gestante e seus acompanhantes, respei- tando os verdadeiros signiicados desse momento. A Organização Mundial de Saúde (OMS), no intuito de minimizar as práticas inapropriadas e desnecessárias ao parto, publicou, em 1996, o Manual Assistência ao Parto Normal: um guia prático, como referência para a implantação do parto humanizado nos serviços de saúde. Esse manual indica as práticas obstétricas vigentes e recomendadas, com base em evidências cientíi- cas, e classiica-as em quatro categorias: práticas claramente úteis e que carecem ser incentivadas; práticas prejudiciais ou ineicazes e que precisam ser eliminadas; práticas com evidência insuiciente para apoiar uma recomendação e que necessitam ser usadas com precaução; e práticas frequente- mente utilizadas de forma inapropriada, provo- cando mais danos que benefício. 1
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Parto Humanizado: limites e possibilidades / Humanized Childbirth: limits and possibilities

Parto Humanizado: limites e possibilidades / Humanized Childbirth: limits and possibilities

Em situações possíveis em que a cesárea é agendada, algumas mulheres se sentem mais seguras e confortáveis com essa opção, por não terem de ser surpreendidas com o trabalho de parto e pelas incertezas acerca do seu processo, assistências e escolhas nesse momento. A partir disso, no estudo “parto humanizado: influências no segmento saúde” de Priszkulnik e Maia (2009); verificou-se a importância da mudança de hábitos na assistência à gestante para que promova o bem-estar das parturientes e estas “[...] se sintam mais seguras e amparadas.” na escolha que fizerem: tanto no parto normal quanto no cesáreo. Ainda na perspectiva do autor, devido à falta de informações e incertezas no processo de parto normal, o controle que será realizado pela mãe a respeito da respiração e da situação no parto (deambulação, posições, entre outros), resultam em inseguranças na gestante. À vista disso, trata-se como fator limitante as dificuldades na escolha do parto normal, fazendo-se necessária a conscientização das parturientes, de modo que a mulher possa: “[...] ser estimulada a entender seu corpo, observar as contrações, controlar a respiração e até mesmo compreender a dor como parte integrante do nascimento do bebê”. (PRISZKULNIK; MAIA, 2009)
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Vivenciando o parto humanizado: um estudo fenomenológico sob a ótica de adolescentes.

Vivenciando o parto humanizado: um estudo fenomenológico sob a ótica de adolescentes.

Antes mesmo de iniciar a vida profissional já me sentia incomodada ao ver situações constran- gedoras nas quais as adolescentes passavam durante o processo de parto. Elas ficavam, às vezes, em completo isolamento físico, social, e emocional, no momento em que iam ter seus filhos. Acredito que essa situação, conforme minha ótica de enfermeira obstetra, provocava medo, insegurança, solidão. Assim, passei a questionar, como seria para as adolescentes a vivência do parto com essas características? O que significa para elas passar por essa experiência quando ainda se é jovem? O parto demarcaria nitidamente a passagem para o mundo adulto? O parto humanizado seria o mais indicado para elas? Foram estas as inquietações que impulsionaram-me para o caminhar investigativo e a ingressar em hospitais direcionados para a humanização do parto.
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Parto humanizado e tipo de parto: avaliação da assistência oferecida pelo Sistema Único de Saúde em uma cidade do sul do Brasil.

Parto humanizado e tipo de parto: avaliação da assistência oferecida pelo Sistema Único de Saúde em uma cidade do sul do Brasil.

Cada cesariana desnecessária significa um risco maior de complicações, como infecção, hemorragia e complicações anestésicas, as quais contribuem com o aumento das taxas de mortalidade materna. Para a criança, o risco principal refere-se aos pro- blemas respiratórios advindos da prematuridade, geralmente associados com a retirada antecipada do concepto antes da maturidade pulmonar plena. Além disso, o excesso de procedimentos cirúrgicos, inter- nações e tratamentos de complicações representam o desperdício de milhões de reais por ano no Sistema Único de Saúde (SUS). Estudos mostram que o parto cesariano custa, em geral, de duas a três vezes o valor do parto normal. 5
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Aplicação das ações preconizadas pelo Ministério da Saúde para o parto humanizado em um hospital de Santa Catarina.

Aplicação das ações preconizadas pelo Ministério da Saúde para o parto humanizado em um hospital de Santa Catarina.

Na percepção dos prof i s s i onais da equ i pe de s a ú de , p a rto hu m a n i z ado envo lve rel ac i on a- m en to e comunicação interpe s s oa l , ten do em vista que “são el em en tos import a n te s” t a n to no processo ad m i n i s tra tivo de trabalho qu a n to na assistência propri a m en te dita. Ne s te con tex to, o simples ato de “o uvir a partu ri en te e a sua fa- m í l i a” e de “ori entá-los sobre os proced i m en- to s” repre s enta condição para o parto hu m a n i- z ado. “É sermos mais hu m a n o s , tra t a n do a ge s- t a n te com cari n h o, pois para nós parir é nor- m a l , p a ra elas é novi d ade” ; “temos que tratar a p a rtu ri en te sem pre como se fosse a pri m ei ra ve z , ori en t a n do sobre todos os passos pel o s quais irá passar”.
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CONTRIBUIÇÃO DA FISIOTERAPIA NO PARTO HUMANIZADO:

CONTRIBUIÇÃO DA FISIOTERAPIA NO PARTO HUMANIZADO:

Durante o trabalho de parto, é muito comum vermos a utilização do banho de chuveiro com a água aquecida em torno de 37° a 38°C, pois é um método de baixo custo, sem efeitos colaterais e de fácil aceitação pelas parturientes. Esse recurso atua no alívio da dor e no relaxamento, pois promove uma redução na liberação de catecolaminas, aumenta a liberação de endorfinas, promove vasodilatação periférica e redistribuição do fluxo sanguíneo, reduzindo a ansiedade e proporcionando tranquilidade para a parturiente. (GALLO et al, 2011, p.43 e 44; SANTANA et al, 2013, p.112) acarretando assim, o retardamento e a redução do emprego de fármacos para o controle da dor. (SILVA; OLIVEIRA, 2006, p.62). A utilização desse método requisita que a parturiente permaneça no mínimo 20 minutos com a ducha sobre a área que apresenta quadro álgico intenso, frequentemente encontrado na região lombar e no abdômen inferior (GALLO et al, 2011, p.44).
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Uso e influência dos Planos de Parto e Nascimento no processo de parto humanizado.

Uso e influência dos Planos de Parto e Nascimento no processo de parto humanizado.

Um Plano de Parto e Nascimento é um documento escrito, de caráter legal, em que a mulher grávida, após receber informações sobre a gravidez e o processo de parto, e considerando seus valores e desejos pessoais, além das expectativas criadas sobre seu parto ao longo da gravidez, e atendendo também a suas necessidades particulares, deve combinar com a parteira de Atenção Primária de Saúde e posteriormente com a parteira de Atenção hospitalar, quais alternativas, dentro da boa prática, prefere durante seu parto, sob condições normais. O Plano de Parto e Nascimento é o eixo da relação clínica estabelecida entre a mulher grávida e a parteira, e deve servir para orientar a atenção de saúde prestada ao longo de todo o processo.
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A ADOÇÃO DO PARTO HUMANIZADO E A LEI DA DOULA

A ADOÇÃO DO PARTO HUMANIZADO E A LEI DA DOULA

Na cultura ocidental, o parto foi desde logo determinado como um castigo pelo pecado original da carne, sendo momento de expiação da culpa e que deveria ser carregado de dor e sofrimento por seu simbolismo; estes unidos às dificuldades que muitas vezes se encontram na fisiologia humana devido a características anatômicas da espécie geraram a abertura cultural necessária para que aos poucos os partos se tornassem procedimentos médicos.

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Parto humanizado na percepção das enfermeiras obstétricas envolvidas com a assistência ao parto.

Parto humanizado na percepção das enfermeiras obstétricas envolvidas com a assistência ao parto.

acho que a gente às vezes tem m edo de ousar, m edo do que os outros vão pensar, de não estar realm ente certo, assim precisam os saber sem pre o que estam os fazendo, que vai ser o m elhor para elas e ter coragem para dar a cara para bater. Outro fato é o de se ter instituído rotinas, de se ter institucionalizado o parto, de vê- lo com o doença que necessit a de int er v enção; enfim um a construção social de que o parto é um a coisa dolorida e sofrida. Por exem plo, o que acontece com a analgesia; eles acham que esse negócio de banho, m assagem , do contato físico, do carinho, é m uito de enferm eira; e se querem fazer analgesia eles vão e fazem , orientando ou não a paciente. O fato de barrar o parto da enferm eira por causa de pagam ento, de não querer credenciar, tudo resistência m édica, questões burocráticas. Além de que, m uitos da equipe acham que esse negócio de hum anizar dá m ais trabalho com o o pessoal fala, tem que ficar ali do lado, cuidando, tem que dar atenção, é m uito m ais prático colocar a m ulher na cam a e deixar lá quieta, colocar soro e fazer nascer logo. Claro que j á m elhorou m uito, m as com o trabalho de form iguinha; de boca- a- boca, de pouquinho e vai indo ( R2 enferm agem obstétrica) .
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Sistematização da assistência de enfermagem em Centro Obstétrico.

Sistematização da assistência de enfermagem em Centro Obstétrico.

A terceira etapa foi constituída pela elaboração das intervenções de enfermagem. Nesse momento, foi realizada uma pesquisa eletrônica da literatura utilizando-se as seguin- tes bases de dados: Literatura Latino- -Americana e do Caribe em Ciên- cias da Saúde (LILACS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). O acesso online aos artigos deu-se por meio do Centro Latino-Ameri- cano e do Caribe de Informações em Ciências da Saúde (Bireme). Utilizaram-se artigos publicados no período de 2000 a 2010, a partir dos descritores: Parto Humanizado e Enfermagem Obstétrica. A pesqui- sa resultou no encontro de nove arti- gos, os quais abordavam práticas de cuidado durante o trabalho de parto e parto. Após o estudo dos artigos,
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Cad. Saúde Pública  vol.28 número8

Cad. Saúde Pública vol.28 número8

Nos serviços públicos brasileiros as gestantes que fazem parto vaginal também são sub- metidas a uma excessiva manipulação, ficam presas ao leito, impedidas de deambular e se ali- mentar, usam ocitocina e dão à luz em posição de decúbito dorsal, com o auxílio de episioto- mia. Esses procedimentos não são hoje recomendados pela Organização Mundial da Saúde. O modelo de atenção, baseado em tecnologias apropriadas para o parto e nascimen- to (também conhecido como parto humanizado), conduzido por enfermeiras obstétricas (midwives) e encontrado em quase todos os países europeus, tem ótimos resultados peri- natais e está em franco contraste com o modelo que temos implantado aqui no Brasil. Com mais de 50% de cesarianas, cada vez mais as mulheres brasileiras têm parido anestesiadas, passando pelo processo do parto sem sentirem dor, mas também sem sentirem acontecer o próprio nascimento dos seus filhos. Por outro lado, a maioria dos nossos bebês tem si- do retirada do útero pelos médicos, ficando subtraídos dessa experiência humana vital e tão significativa. Não temos nenhuma avaliação dos resultados do nosso modelo extrema- mente medicalizado de atenção ao parto sobre as crianças a médio e longo prazo, mas po- demos reconhecer, sem muito esforço, que ele se constitui em uma ruptura com a maneira como nasceram as gerações brasileiras anteriores e que, do ponto de vista populacional, é uma experiência não avaliada previamente.
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Humanização do parto e nascimento : acolher a parturiente na perspectiva dialógica de Paulo Freire

Humanização do parto e nascimento : acolher a parturiente na perspectiva dialógica de Paulo Freire

Em relação à realidade do estudo, a formação de uma consciência das gestantes as possibilitará compreender a evolução do parto humanizado, para sua autonomia e segurança. Visualiza-se, então, a humanização do parto de forma ampla, como uma atividade de educação, um ato de intervenção para a autonomia do sujeito. A intervenção educativa, nessa perspectiva, é um ato de conhecimento; é comunicação, diálogo e interação. Logo, o ser humano é sujeito de sua educação, não podendo ser objeto dela, assim, nessa concepção, ninguém educa ninguém. A educação é troca, homens e mulheres educando e sendo educados mutuamente. Ela deve ser desinibidora, libertadora, uma força de mudança, desenvolvendo o ímpeto de criar. É, pois, necessário dar liberdade aos educandos para decidir e fazer suas escolhas. Por isso, ela é política, porque é um projeto a ser construído, imbuído de esperança e luta. 7
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Estratégias de luta das enfermeiras da Maternidade Leila Diniz para implantação de um modelo humanizado de assistência ao parto.

Estratégias de luta das enfermeiras da Maternidade Leila Diniz para implantação de um modelo humanizado de assistência ao parto.

RESUMEN: Es una investigación cualitativa con abordaje socio-histórico, cuyo objetivo fue identiicar las estrategias de la lucha simbólica de las enfermeras de la Maternidad Leila Diniz para la aplicación de un modelo de atención al parto humanizado y analizar los efectos de esa lucha. Se usaron como fuentes primarias los documentos escritos y testimonios orales obtenidos por entrevistas semiestructuradas con los jefes de enfermería y las enfermeras. Las etapas del análisis son: ordenación, clasiicación y triangulación de los datos. Se usaron los conceptos de campo, habitus, poder simbólico, y capital, según Pierre Bourdieu. Las estrategias encontradas son las siguientes: la búsqueda de especialización, la implantación del Proyecto de Asistencia al Parto por las Enfermeras Obstétricas, la divulgación de ese capital en el contexto cientíico, la participación de las enfermeras en el grupo de embarazadas. Se concluye que las estrategias de lucha desarrolladas por esos agentes contribuyen para que las enfermeras obstétricas conquisten una posición jerárquica para el desarrollo de las prácticas obstétricas según el modelo humanizado.
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