pastagem abandonada

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BANCO DE SEMENTES DO SOLO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL E DE PASTAGEM ABANDONADA

BANCO DE SEMENTES DO SOLO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL E DE PASTAGEM ABANDONADA

RESUMO – O presente estudo teve como objetivo caracterizar o banco de sementes no solo de diferentes estádios sucessionais de Floresta Estacional Semidecidual e de pastagem abandonada, a fim de compreender o potencial de regeneração natural destas áreas. Em cada estádio sucessional, denominados de floresta em estádio avançado de regeneração (FEA), floresta em estádio médio de regeneração (FEM) e pastagem (PAS), foram coletadas 30 amostras de solo na estação chuvosa e seca, para avaliar a heterogeneidade quali-quantitativa sazonal. As espécies foram classificadas quanto à forma de vida, grupo sucessional e síndrome de dispersão. O número de indivíduos germinados foi significativamente maior (p < 0,001) na FEM e na estação chuvosa (15.949 ind.). Já a riqueza foi maior na área de pastagem (79 espécies), havendo diferença significativa apenas entre os ambientes. A maioria das espécies é herbácea (49,5%), pioneiras (76,5%) e a zoocoria foi a principal síndrome de dispersão (49% das espécies). Os resultados mostram que o banco de sementes do trecho de floresta em estádio avançado de regeneração possui maior potencial de resiliência, pois é formado por diferentes formas de vida e, principalmente, por espécies secundárias iniciais e tardias.
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Potencial da semeadura direta na restauração florestal de pastagem abandonada no município de Piracaia, SP, Brasil.

Potencial da semeadura direta na restauração florestal de pastagem abandonada no município de Piracaia, SP, Brasil.

Para o estudo de semeadura direta priorizaram-se espécies que pudessem promover rápida cobertura da pastagem abandonada, sendo três dessas espécies pioneiras típicas, intolerantes à sombra, Bauhinia forficata Link. (Fabaceae), Croton floribundus Spreng. (Euphorbiaceae), Solanum lycocarpum A.St.-Hil. (Solanaceae) e duas não pioneiras, tolerantes à sombra, mas também de rápido crescimento a pleno sol (secundárias), Erythrina falcata Benth. (Fabaceae) e Ceiba speciosa (A.St.-Hil.) Ravenna (Malvaceae). Para permitir que após o recobrimento inicial ocorresse a continuidade do processo sucessional, foram escolhidas três espécies tolerantes à sombra, de crescimento mais lento e ciclo de vida mais longo, Seguieria langsdorffii Moq. (Phytolaccaceae), Prunus myrtifolia (L.)Urb. (Rosaceae) e Cedrela fissilis Vell. (Meliaceae).
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O banco de sementes do solo e a regeneração natural em diferentes estádios sucessionais de Floresta Estacional Semidecidual e de pastagem abandonada, Reserva Mata do Paraíso, Viçosa, MG

O banco de sementes do solo e a regeneração natural em diferentes estádios sucessionais de Floresta Estacional Semidecidual e de pastagem abandonada, Reserva Mata do Paraíso, Viçosa, MG

10 objetivo avaliar o potencial de conservação de dois trechos de Floresta Estacional Semidecidual em diferentes estádios sucessionais e uma pastagem abandonada por meio da caracterização da regeneração natural, em Viçosa, MG. Para análise da estrutura fitossociológica foram alocadas 10 parcelas de 5x10m em cada área (floresta inicial, floresta madura e pastagem abandonada), sendo amostrados todos os indivíduos com altura ≥ 50 cm e diâmetro a altura do solo ≤ 5 cm. Além disso, foi realizada Análise de Correspondência Destendenciada (DCA) e análise de espécies indicadoras de cada trecho. A estrutura da regeneração natural da floresta inicial e da pastagem seguiu um mesmo padrão, com uma espécie apresentando mais da metade do Valor de Importância (VI) devido principalmente a alta densidade registrada para Psychotria sessilis Vell. na floresta inicial e Vernonia polianthes Less. na pastagem. Já o trecho de floresta madura apresenta estrutura mais equilibrada, pois não foi observada forte dominância por uma espécie, embora Coffea arabica L. tenha se destacado em VI. As três áreas apresentam-se distintas em termos de composição de espécies, sugerindo que ainda não está havendo um direcionamento da sucessão das áreas de floresta inicial e de pastagem para floresta madura. Além disso, as espécies indicadoras demonstram que cada trecho ainda mantém características florísticas de acordo com o estádio sucessional que se encontram, sendo necessárias intervenções para acelerar o processo de sucessão.
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TRANSPOSIÇÃO DO BANCO DE SEMENTES DO SOLO COMO METODOLOGIA DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL DE PASTAGEM ABANDONADA EM VIÇOSA, MG

TRANSPOSIÇÃO DO BANCO DE SEMENTES DO SOLO COMO METODOLOGIA DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL DE PASTAGEM ABANDONADA EM VIÇOSA, MG

Uma terceira área foi caracterizada por pastagem abandonada de Melinis minutiflora com aproximadamente 1,5 ha, escolhida por representar situação muito comum na Zona da Mata de Minas Gerais e também em algumas partes da Reserva Mata do Paraíso. Esse trecho de pastagem configurava-se como grande clareira antrópica dentro da matriz florestal da reserva, onde a sucessão secundária vinha sendo inibida pela gramínea por cerca de duas décadas, que chegava a formar uma camada de biomassa epígea de até 0,80 m de altura, caracterizando um típico modelo de inibição (CONNELL e SLATYER, 1977).
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HELEN CARLA BELAN 2015 Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Biologia Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação de Recursos Naturais

HELEN CARLA BELAN 2015 Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Biologia Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação de Recursos Naturais

, a temperatura foi significativamente menor e a umidade relativa maior abaixo da copa nas duas estações. Como efeito indireto, a copa reduziu a cobertura de gramíneas, que competem fortemente com as espécies lenhosas por espaço e nutrientes. Desse modo, foi possível afirmar que as árvores isoladas facilitam a regeneração natural nessa área de pastagem abandonada ao proporcionar melhores condições ambientais abaixo de sua copa. Por fim, por meio da Análise de Correspondência Canônica (ACC) foi possível verificar que, dos fatores avaliados, os que exercem maior influência sobre a densidade de indivíduos foram a altura das árvores e a área de copa em conjunto com os dados de temperatura e umidade relativa (UR). Os dados ambientais e biofísicos explicaram 23,7% da variação na estação seca e 22,8% da variação na estação chuvosa. Devido às condições ambientais mais severas na estação seca, a relação espécies/ambiente foi significativa (p<0,05), com a área de copa e UR se destacando como os fatores determinantes do processo de regeneração abaixo da copa das árvores.
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Certificação de manejo florestal em programas de fomento

Certificação de manejo florestal em programas de fomento

Verifica-se que, em 41% dos casos, os proprietários alegaram que a área anteriormente era considerada pasto sujo, ou seja, uma área de pastagem abandonada, que já havia entrado em proc[r]

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ESTOQUE DE CARBONO NOS SOLOS DA BACIA DO RIO ARAGUARI-MG: ESTIMATIVAS, MODELAGEM E CENÁRIOS

ESTOQUE DE CARBONO NOS SOLOS DA BACIA DO RIO ARAGUARI-MG: ESTIMATIVAS, MODELAGEM E CENÁRIOS

A CAN passou do segundo uso a estocar mais C (na profundidade 0-20 cm) para o quinto na profundidade 20-40 cm. Essa ocorrência pode estar atrelada à implantação recente das áreas de CAN em substituição às áreas de pastagens, como já mencionado anteriormente. Sabendo- se que o sistema radicular das pastagens permite que o C seja estocado até profundidades superiores, pode-se deduzir que, anterior à implantação das áreas de cana-de-açúcar, estas eram cobertas por pastagem, e pode-se concluir ainda, que tais pastagens não apresentavam sistema de manejo adequado, por isso, valores de estoque de C inferiores na profundidade de 20-40 cm (31,79 Mg C ha -1 ), quando comparados com o PDI (35,34 Mg C ha -1 ) e o CAF (37,87 Mg C ha -1 ) na mesma profundidade. Esse fato pode ser comprovado, comparando a PME com a PDE na profundidade 20-40 cm, em que a PME é o terceiro maior uso a estocar C no solo, enquanto a PDE é apenas o quinto uso a estocar C.
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Terminação de novilhos de corte Angus e mestiços em pastagem natural na região da Campanha do RS.

Terminação de novilhos de corte Angus e mestiços em pastagem natural na região da Campanha do RS.

RESUMO - Avaliou-se a viabilidade de abater animais de distintos grupos raciais com até quatro dentes em diferentes tipos de pastagem: natural, adubada, e melhorada por fertilização e sobressemeadura de espécies hiberno-primaveris. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com três repetições. Os dados foram agrupados em estações do ano (inverno e primavera) e submetidos à análise de variância. Foram utilizados novilhos de corte Angus e mestiços, ambos com média de idade inicial de 20 meses. A massa de forragem total e a altura do pasto apresentaram diferenças entre os tipos de pastagem e as estações do ano. A taxa de lotação e a massa de forragem verde sofreram interação entre o tipo de pastagem e a estação do ano. O ganho por área ao longo do experimento foi maior na pastagem adubada (259 kg/ha) e melhorada (263 kg/ha) em comparação à pastagem natural (126 kg/ha). O ganho médio diário foi maior para os novilhos Angus (1,087 kg/dia) e na estação de inverno (1,251 kg/dia). Não houve diferença para a área de olho-de-lombo entre o tipo de pastagem e grupo racial na data do abate. A espessura de gordura subcutânea sofreu interação entre o tipo de manejo e o grupo racial, uma vez que novilhos mestiços depositaram mais gordura na pastagem adubada e novilhos Angus na melhorada. Animais mestiços atingiram menor peso ao abate (505 kg), porém maior rendimento de carcaça (51,6%). Somente os animais mantidos na pastagem natural não atingiram acabamento suficiente para a comercialização. A utilização de fertlizantes e sementes na pastagem natural possibilita o abate de novilhos precoces independente do grupo racial. O ambiente pastoril determina diferentes respostas produtivas conforme a genética utilizada. O cruzamento é uma alternativa para incrementar atributos importantes da carcaça e diminuir o tempo de terminação.
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Atributos de solo e de plantas afetados pelo manejo da pastagem anual de inverno em sistema de integração lavoura-pecuária.

Atributos de solo e de plantas afetados pelo manejo da pastagem anual de inverno em sistema de integração lavoura-pecuária.

O uso continuado do sistema de integração lavoura-pecuária pode promover alterações em atributos físicos do solo, bem como afetar a produtividade das culturas semeadas em sucessão à pastagem. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de formas de semeadura e do intervalo entre a retirada dos animais e a dessecação da pastagem anual de inverno sobre atributos físicos do solo, fitomassa aérea remanescente da pastagem e produtividade das culturas semeadas em sucessão. Foi instalado um experimento em propriedade rural em Campos Novos, SC, que utiliza o sistema integração lavoura-pecuária, onde foram aplicados os seguintes tratamentos: duas formas de semeadura da pastagem no outono (semeadura direta sem e com posterior revolvimento do solo com grade niveladora), alocados nas parcelas principais, e quatro intervalos de retirada dos animais antes da dessecação da pastagem (retirada dos animais aos 28, 14 e 1 dia antes da dessecação e testemunha, sem pastejo), alocados nas subparcelas. Foram determinados a fitomassa aérea de pastagem remanescente por ocasião da dessecação, os atributos físicos do solo após a dessecação da pastagem e o rendimento de grãos de soja e milho. A forma de semeadura da pastagem anual de inverno não afetou os atributos físicos do solo e o rendimento das culturas de soja e milho cultivadas em sucessão à pastagem, enquanto o aumento do intervalo entre a retirada dos animais e a dessecação aumentou a fitomassa aérea remanescente da pastagem por ocasião da dessecação.
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“Eu não sou presa de juízo, não”: Zefinha, a louca perigosa mais antiga do Brasil.

“Eu não sou presa de juízo, não”: Zefinha, a louca perigosa mais antiga do Brasil.

A profecia do “nunca” da chegada realiza-se na existência de Zefinha louca e abandonada. Zefinha passou mais tempo de sua vida dentro dos muros do que fora deles, em lugar paratópico, pois paradoxal pela permanente suspensão de uma possibilidade de pertencimento por quem ali vive (Huertas, 2014). O regime de encarceramento que totaliza 38 anos marca o corpo da mulher que teve na entrada sua loucura concretizada pela anormalidade e pelo perigo. Nos argumentos sobre a possibilidade de saída do manicômio judiciário, o árbitro da loucura retrata um corpo agora idoso, mas com a mesma realidade sintomatológica da classificação psiquiátrica recebida quando jovem. Não foi a loucura representada nos manuais classificatórios que justificou o internamento de Zefinha, mas o arranjo entre os poderes que garantiram o dobramento médico-penal de vigilância da loucura para a economia da segurança. Apesar das décadas de confinamento, Zefinha continua louca, e os poderes vigilantes deverão decidir sobre o espaço de circulação da louca abandonada. O árbitro-juiz tenta sanar um impasse, pois Zefinha não tem para onde ir. Mas Zefinha tem um desejo: tomar Coca-Cola.
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De Rosa Maria Egipcíaca à Linn da Quebrada: uma tradição literária de resistência e transgressão na autoria feminina afro-brasileira

De Rosa Maria Egipcíaca à Linn da Quebrada: uma tradição literária de resistência e transgressão na autoria feminina afro-brasileira

Em 2019, Linn da Quebrada (nome artístico de Lina Pereira), artista multimídia que define sua identidade como a de uma bixa travesti 2 , lançou a produção audiovisual da música Oração 3 . O videoclipe — gravado em uma igreja abandonada na região da Brasilândia, região metropolitana de São Paulo — começa com uma variação de cenas curtas que podem ser contadas, mais ou menos, da seguinte maneira: uma mulher negra vestida de branco (Linn) segura um facão enquanto olha desafiadoramente para a câmera simulando uma sedução ou ameaça; o facão corta uma vegetação que nos faz lembrar os canaviais; logo, a mesma mulher, em posição de cruz, está agarrada (ou atada) às estruturas de uma igreja abandonada; a parede ausente às suas costas deixa a vista um céu acinzentado e iluminado (Figura 1); a câmera a enquadra de cima pra baixo, dando a impressão de que ela está subindo aos céus; ainda segurando o facão, ela se esconde entre as vegetações, como se fugisse ou se preparasse para atacar; outras mulheres, também negras e com roupas brancas, aparecem enfileiradas, e veem-se apenas seus troncos e mãos; novamente surge a imagem da mulher crucificada, mas agora podemos perceber que as paredes da igreja estão pichadas com desenhos e assinaturas
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Psicol. USP  vol.18 número3

Psicol. USP vol.18 número3

Acreditamos que essa semente perceptiva do eu nunca foi abandonada na obra freudiana, assim como esse intercâmbio com o mundo pode ser pensado como inicial, mesmo se precário quando a in[r]

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Rev. Bras. Hist.  vol.37 número74 rbh 2017v37n74 01

Rev. Bras. Hist. vol.37 número74 rbh 2017v37n74 01

Tem fé e constância, que não serás abandonada pelo teu N. 1872) A honra da jovem mulher atrelada sobretudo à sua virgindade não tinha o mesmo peso e significado para as diferentes cama[r]

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Análise documental e contexto de desenvolvimento: estatutos de uma instituição de proteção à infância de Salvador, Bahia.

Análise documental e contexto de desenvolvimento: estatutos de uma instituição de proteção à infância de Salvador, Bahia.

Os dados revelam progressiva mudança na compreensão da infância abandonada insti- tucionalizada, como pode ser visto na denomi- nação utilizada para falar a respeito das crianças. Em 1863, essas eram chamadas, em ordem decrescente de freqüência, de expostos/as, meninos/as, crianças e rapazes. Já em 1914, aparecem os termos asilados e crianças, quase equiparados, seguidos de educandos/as, menor e exposto (este com apenas uma ocorrência). Inicialmente, portanto, a criança – exposta – me- recia cuidados especiais e acompanhamento na sua criação. Concebia-se, parcialmente, a infância como um período particular de desenvolvimento. Prevalecia ainda, contudo, um caráter negativo do abandono, como conseqüência da rejeição dos pais. Preocupava-se primordialmente com a sua sobrevivência e a salvaguarda da sua saúde – em vida – e da sua alma – em morte.
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Encontro de anofelinos do subgênero Nyssorhynchus em recipientes artificiais, Maricá, RJ, Brasil.

Encontro de anofelinos do subgênero Nyssorhynchus em recipientes artificiais, Maricá, RJ, Brasil.

Registram-se o encontro de larvas e uma pupa de anofelinos em recipientes artificiais desativados. Foram encontradas larvas de Anopheles argyritarsis em uma caixa d’água abandonada, na localidade de Pedregulho, distrito de Ponta Negra, e uma pupa de Anopheles aquasalis em um recipiente experimental, a céu aberto, no distrito de Itaipuaçu, onde ocorreram três casos de malária em 1997. Ambos os encontros ocorreram no município de Maricá, RJ, Brasil.

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Os números imaginários: (um estudo sobre) a sua “realidade”

Os números imaginários: (um estudo sobre) a sua “realidade”

Os estudos feitos a este propósito (relacionados com os programas oficiais e estes com os currículos) permitem constatar que: após a Matemática Moderna ter sido abandonada, os programa[r]

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Rev. bras. meteorol.  vol.32 número3

Rev. bras. meteorol. vol.32 número3

O albedo foi significativamente diferente entre a Floresta e a pastagem, e entre a Floresta e a área urbana, mas não diferiu significativamente entre a pastagem e a área urbana (Tabela 2). O albedo na área de Floresta foi 16% menor quando comparado com os demais ambientes. O albedo da superfície relacionou inversamente com o NDVI (Fig. 4a). Os maiores valores do albedo na pastagem e na área urbana estão relacionados ao tom/coloração da vegetação, estrutura vertical, bem como à presença de área construída em cada local (Santamouris, 2014). Áreas de Floresta costumam ter vegetação mais escura e mais alta e possui pequenos clareiras que proporcionam a entra- da da radiação solar que fica aprisionada no interior do dossel devido à sucessivas reflexões. Esses fatores influ- enciam na menor refletividade de radiação solar pelo dossel da Floresta que nas áreas de pastagem e urbana. Essas por sua vez, apresentam solo exposto e baixa den- sidade vegetativa, detém menor quantidade de radiação solar (Santos et al., 2014; Querino et al., 2016). As di- ferenças encontradas no albedo dos diferentes locais for- necem um indicativo quantitativo da redução na absorção na radiação solar pela superfície antropizada (Silva et al., 2005; Santos et al., 2014).
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Qualidade química e física do solo sob vegetação arbórea nativa e pastagens no Pantanal Sul-Mato-Grossense.

Qualidade química e física do solo sob vegetação arbórea nativa e pastagens no Pantanal Sul-Mato-Grossense.

A busca por aumento de produtividade da pecuária pantaneira tem motivado o desmatamento de áreas florestadas para a implantação de pastagem cultivada, gerando preocupação quanto à sustentabilidade dos recursos naturais. Para estudar alguns aspectos de uso do solo no Pantanal Sul-Mato-Grossense, este trabalho teve por objetivo avaliar as alterações nos atributos químicos e físicos do solo em razão da conversão da vegetação arbórea nativa em pastagem cultivada, bem como da submissão da pastagem nativa ao sistema de pastejo contínuo. Os ambientes de estudo consistiram de três remanescentes de vegetação arbórea nativa, representadas por uma floresta semidecídua (FN) e dois cerradões (CE1 e CE2), três pastagens de Brachiaria decumbens com 27, 26 e 11 anos de formação, implantadas em substituição a FN, CE1 e CE2, respectivamente, e uma pastagem nativa caracterizada pela predominância de Mesosetum chaseae e Axonopus purpusii, submetida a três diferentes sistemas de pastejo (contínuo e sem pastejo por 3 e 19 anos). Amostras de solo, deformadas e indeformadas, foram coletadas em cada ambiente de estudo, nas profundidades de 0–10 e 10–20 cm, com três repetições. A substituição da vegetação arbórea nativa por pastagem cultivada e o sistema de pastejo contínuo da pastagem nativa determinaram redução da qualidade química do solo, evidenciada principalmente por perdas de matéria orgânica do solo, notadamente na profundidade de 0–10 cm. Embora a qualidade física do solo também tenha apresentado tendência à redução nas pastagens cultivada e nativa sob pastejo contínuo, a densidade do solo, porosidade total, macroporosidade, microporosidade, condutividade hidráulica do solo saturado e
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AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DAS MINERAÇÕES DE ROCHA ORNAMENTAL DO CENTRO SUL DO ESTADO DE MINAS GERAIS

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DAS MINERAÇÕES DE ROCHA ORNAMENTAL DO CENTRO SUL DO ESTADO DE MINAS GERAIS

..................................................................................................58 Figura 4.16 – A) Foto da frente de lavra da Pedreira Borges. Pode-se perceber que a exploração foi feita de forma desordenada e que a área encontra-se abandonada sem qualquer tentativa de recuperação. Observar a grande quantidade de blocos e lascas abandonados. B) Foto do lago formado na pedreira. Observar a presença de alguns blocos e lascas mergulhados no lago.................................59 Figura 4.17 – Mapa de hipsométrico mostrando a maior frente de lavra Pedreira Marilan – lavra I. .............................................................................................................................................................60 Figura 4.18 – A e B) Fotos da frente de lavra da Pedreira Marilan - lavra I. Essa pedreira é a segunda maior pedreira mapeada da região. A área encontra-se abandonada sem qualquer tentativa de recuperação.............................................................................................................................................60 Figura 4.19 – Mapa hipsométrico da Pedreira Marilan lavra II mostrando a menor frente de lavra dessa exploração.....................................................................................................................................61 Figura 4.20 – A e B) Fotos da frente de lavra da Pedreira Marilan - lavra II. É a mesma pedreira da Marilan I, porém é outra frente de lavra, menor do que a anterior. A área também se encontra abandonada sem qualquer tentativa de recuperação. Notar a grande quantidade de blocos extraídos e abandonados............................................................................................................................................61 Figura 4.21 – Foto de uma voçoroca localizada próxima à pedreira Marilan. Pode-se perceber que o processo de erosão da voçoroca está contido e que a mesma esta se encontra em processo de revegetação natural. Destaque para a escala utilizada............................................................................62 Figura 4.22 – A e B) Fotos da frente de lavra da Pedreira Curral. É uma das menores pedreiras mapeadas da região. A área encontra-se abandonada sem qualquer tentativa de recuperação.......... ......................................63 Figura 4.23 – Mapa hipsométrico da Pedreira Curral mostrando uma única frente de lavra abandonada.............................................................................................................................................63
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As narrativas entre o fato e a ficção Nas fronteiras de Matto Grosso – Terra abandonada de Umberto Puiggari

As narrativas entre o fato e a ficção Nas fronteiras de Matto Grosso – Terra abandonada de Umberto Puiggari

RESUMO: Este artigo propõe uma leitura da obra Nas fronteiras de Matto Grosso – Terra abandonada escrita por Umberto Puiggari e publicada em 1933 pela editora paulista Casa Mayença. O corpus é composto pelos textos “A comarca de Ponta Porã”, “O Sismório” e “Petey cuímbaê regolhádo”, escolhidos pela predominância de vozes fronteiriças e oscilantes entre o fato e a fi cção. Para isso, trabalharemos questões que envolvem o perfi l do narrador, noções acerca de narrativas orais, o contexto sócio- -histórico no qual o autor estava inserido e a violência. Tais refl exões possibilitam um melhor entendimento da maneira pela qual o narrador descreve o modus vivendi na fronteira entre Brasil e Paraguai.
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