Patógenos causadores de mastite

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Prevalência e Susceptibilidade Antimicrobiana de Patógenos Causadores de Mastite...

Prevalência e Susceptibilidade Antimicrobiana de Patógenos Causadores de Mastite...

Os objetivos do presente estudo foram: a) avaliar a frequência de isolamentos de patógenos causadores de mastite em rebanhos leiteiros comerciais; b) determinar a susceptibilidade antimicrobiana de Staphylococcus spp. e Streptococcus spp. isolados de casos de mastite subclínica c) avaliar o perfil de multirresistência de Staphylococcus spp. e Streptococcus spp. d) detectar o gene mecA em Staphylococcus spp. resistentes a oxacilina/meticilina. Foram selecionados para o presente estudo 13 rebanhos leiteiros a partir de um total de 60 rebanhos vinculados a um laticínio da região de Pirassununga/SP. Após a seleção dos rebanhos, 1069 amostras de leite compostas foram coletadas durante 24 meses, em quatro períodos para realização de cultura e identificação dos patógenos, testes de susceptibilidade antimicrobiana e detecção do gene mecA. Os testes de susceptibilidade foram realizados em todos os isolados de Staphylococcus spp. e em 50% de Streptococcus spp. selecionados aleatoriamente. Os antimicrobianos testados foram: ampicilina 10 mg; clindamicina 2 μg, penicilina 1 mg; ceftiofour 30 μg; gentamicina 10 mg; sulfatrimetropin 25 μg, enrofloxacina 5μg; sulfonamida 300 μg, tetraciclina 30 μg; oxacilina 1 mg; cefalotina 30 μg e eritromicina 5 μg. Todos os isolados de Staphylococcus spp. que apresentaram resistência a oxacilina/meticilina foram avaliados quanto à presença do gene mecA. Entre os isolados, Staphylococcus coagulase negativa foi o mais prevalente (28,6%), seguido por S. aureus (27,8%) e Corynebacterium spp. (10,9%). A susceptibilidade antimicrobiana dos isolados de S. aureus foi de 95,23% (eritromicina), 93,33% (cefalotina) e 65,71% (ampicilina). A susceptibilidade antimicrobiana dos isolados de Staphylococcus coagulase negativa (SCN) foi de 93,33% (cefalotina), 89,91% (eritromicina) e 62,03% (ceftiofur
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Identificação de patógenos causadores de mastite subclínica por espectrometria de...

Identificação de patógenos causadores de mastite subclínica por espectrometria de...

Um programa de controle da mastite tem como objetivos eliminar infecções existentes, monitorar a saúde da glândula mamária e minimizar a incidência de novas infecções (DOHOO; LESLIE, 1991; SANTOS; FONSECA, 2007). Medidas de controle da mastite incluem o uso do pré-dipping e pós-dipping (imersão dos tetos em solução desinfetante), terapia de vaca seca com antibiótico de longa duração, segregação e abate de animais com mastite crônica e controle ambiental. O pós- dipping previne novas infecções intramamárias causadas por patógenos contagiosos, durante o período de ordenha. A terapia de vaca seca aumenta a resistência da vaca (por meio da dieta, vacinação e prevenção ao estresse) diminuindo a incidência de mastite causada por patógenos ambientais (SARGEANT et al., 2001). Detectar a infecção intramamária é de grande importância para manter o padrão de qualidade do leite e a saúde do rebanho. Os principais métodos de diagnóstico da mastite são: condutividade elétrica (CE), contagem de células somáticas (CCS), Califórnia Mastitis Test (CMT), teste da caneca, Wisconsin Mastitis Test (WMT) e cultura microbiológica (SANTOS; FONSECA, 2007; KAMPHUIS et al., 2008).
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Qualidade do leite cru e práticas de manejo em fazendas leiteiras

Qualidade do leite cru e práticas de manejo em fazendas leiteiras

prevenção da mastite. No experimento 3, para avaliação da associação entre patógenos causadores de mastite e qualidade do leite, foram selecionados 90 rebanhos com base na CCS do tanque de 10 amostras/ rebanho coletadas durante dois meses consecutivos, para compor os seguintes grupos: a) ≤ 250.000 céls/mL (n = 30); b) >250.000 ≤600.000 céls/mL (n = 30); c) >600.000 céls/mL (n = 30). As amostras do leite de tanque foram coletadas, a cada 15 dias por um período de 3 meses, para determinação da contagem de Staphylococcus aureus, contagem de Streptococcus agalactiae, contagem de estafilococos coagulase-negativa, contagem de estreptococos ambientais, contagem de Escherichia coli, contagem de coliformes totais, CBT, CCS e de concentrações de gordura, proteína e sólidos totais. A alta quantidade de matéria orgânica presente na válvula de saída do tanque de expansão é um fator de risco para a qualidade higiênica do leite cru; o uso do desinfetante de tetos pré e pós-ordenha são práticas de manejo que reduzem a contagem dos principais indicadores de qualidade higiênica do leite e a prática de ordenha com o bezerro ao pé da vaca está associada ao aumento de CBT, CIP e CC. Outros fatores socioeconômicos como ter o leite como principal atividade econômica na propriedade, o tipo de ordenha utilizada no rebanho, o uso de métodos para detecção de mastite e o conhecimento das exigências legais de CCS e CBT foram fatores associados à CCS do leite de tanque. Adicionalmente, altas contagens de Streptococcus agalactiae reduzem a qualidade do leite de tanque por estarem correlacionadas com o aumento de CCS.
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Variação da contagem de células somáticas em vacas leiteiras de acordo com patógenos da mastite.

Variação da contagem de células somáticas em vacas leiteiras de acordo com patógenos da mastite.

As bactérias responsáveis pela mastite podem ser classificadas como patógenos principais e secundários (Harmon, 1994). Os patógenos principais mais comuns incluem o S. aureus, S. agalactiae, coliformes, estreptococos e enterococos de origem ambiental. Mastites causadas por estes patógenos resultam em grandes variações na composição do leite e na CCS (Harmon, 1994). Wilson et al. (1997) verificaram que a CCS média para animais com isolamento de S. aureus e S. agalactiae foi de 440.000 e de 640.000 células/mL, respectivamente. Staphylococcus spp. coagulase negativo e Corinebacterium bovis são considerados patógenos secundários, e infecções por estes microrganismos causam moderado processo inflamatório com CCS excedendo de duas a três vezes em relação a glândulas mamárias não infectadas (Harmon, 1994). As médias da CCS verificadas por Wilson et al. (1997) para Staphylococcus spp. coagulase negativo e C. bovis foram 170.000 e 150.000 células/mL, respectivamente. Brito et al. (1999) verificaram grande variação da CCS e de percentual de quartos mamários com CMT positivo em função dos agentes isolados, e o efeito específico de patógenos na variação da CCS pode ser usado em programas de controle da mastite (Haas et al., 2002). O principal objetivo deste estudo foi determinar o efeito dos patógenos causadores da mastite sobre a CCS de vacas leiteiras de rebanhos comerciais. Foram avaliados, também, o efeito de rebanho, a ordem de parto e o período de lactação sobre a CCS.
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Frequência de Isolamentos dos Agentes Etiológicos da Mastite Bovina no Sudoeste Paranaense

Frequência de Isolamentos dos Agentes Etiológicos da Mastite Bovina no Sudoeste Paranaense

Esta enfermidade pode ser classificada em mastite contagiosa ou ambiental (BRITO & SALES, 2007). Os patógenos contagiosos mais comuns são Staphylococcus aureus e Streptococcus agalactiae, e sua transmissão ocorre durante a ordenha (FERREIRA, 2008). Já os agentes ambientais não estão adaptados à sobrevivência no interior do úbere do animal, atuando de forma oportunista (BRADLEY, 2002). Os principais patógenos causadores deste tipo de mastite são Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e os Streptococcus do ambiente
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Principais alterações no leite por agentes causadores de mastite no rebanho caprino dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Principais alterações no leite por agentes causadores de mastite no rebanho caprino dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

exame bacteriológico diferiu de forma significativa e recomenda-se a associação do exame bacteriológico quando na utilização do CMT para diagnóstico da mastite subclínica caprina. Alguns rebanhos não atenderam aos padrões físico-químicos exigidos para os constituintes do leite de acordo com a leg- islação brasileira. Atenção especial deve ser dada às exigências nutricionais das fêmeas em lactação para obtenção de melhor composição química do leite e cumprimento dos padrões nacionais exigidos para esse produto.

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Mastite subclínica e relação da contagem de células somáticas com número de lactações, produção e composição química do leite em vacas da raça Holandesa.

Mastite subclínica e relação da contagem de células somáticas com número de lactações, produção e composição química do leite em vacas da raça Holandesa.

permeabilidade vascular no alvéolo secretor durante a infecção. A extensão da perda é influenciada por diversos fatores como gravidade da infecção, tipo de microrganismo causador, duração, idade do animal, época do ano, estado nutricional e potencial genético. À medida que a ordem e o estágio de lactação avançam, são observados aumentos na contagem de células somáticas (CCS) em razão da maior resposta celular de vacas adultas à ocorrência de mastite subclínica, aumento da prevalência de infecções e lesões residuais de infecções anteriores (Schultz, 1977). Segundo Coldebella (2003), vacas multíparas sofrem maiores perdas, como resultado dos danos permanentes à glândula mamária por infecções prévias, além de apresentarem infecções mais prolongadas, que resultam em maiores danos ao tecido mamário. Assim, a ocorrência de mastite pode resultar em perdas de produção não só na lactação atual, mas também na lactação seguinte, comprometendo a produção total do animal. As estimativas das perdas de produção podem variar de 10 a 30% da produção leiteira por lactação (Auldist e Hubble, 1998).
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USO DE ANTIBIÓTICOS NA CURA E CONTROLE DE MASTITE CLÍNICA E SUBCLÍNICA CAUSADA POR PRINCIPAIS MICROORGANISMOS CONTAGIOSOS EM BOVINOS LEITEIROS: REVISÃO DE LITERATURALuis Oliveira Lopes; Moacir Santos de Lacerda; Juliano Brgamo Ronda.

USO DE ANTIBIÓTICOS NA CURA E CONTROLE DE MASTITE CLÍNICA E SUBCLÍNICA CAUSADA POR PRINCIPAIS MICROORGANISMOS CONTAGIOSOS EM BOVINOS LEITEIROS: REVISÃO DE LITERATURALuis Oliveira Lopes; Moacir Santos de Lacerda; Juliano Brgamo Ronda.

com antibiótico intramamário, que visa diminuir o nível de infecção. Os resultados obtidos com o uso de antibioticoterapia são a redução do número de quartos infectados e a diminuição de CCS das primíparas. Em termos de produção de leite, as novilhas tratadas com antibiótico antes do parto produzem mais leite durante a lactação que aquelas não tratadas e apresentam menor CCS. Os efeitos benéficos em termos de produção leiteira aumentada justificam economicamente a aplicação da infusão intramamária de antibiótico antes do parto para rebanhos que tenham identificado à ocorrência de mastite em novilhas (FONSECA& SANTOS, 2007).
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Análise do perfil microbiológico de agentes causadores de mastite bovina e sua relação com a qualidade do leite em uma fazenda do Sul de Minas Gerais/Analysis of the microbiological profile of causative agents of bovine mastitis and their relationship wit

Análise do perfil microbiológico de agentes causadores de mastite bovina e sua relação com a qualidade do leite em uma fazenda do Sul de Minas Gerais/Analysis of the microbiological profile of causative agents of bovine mastitis and their relationship with milk quality in a south farm of Minas Gerais

Fatores ambientais e práticas inadequadas no manejo dos animais podem favorecer o desenvolvimento de novos casos de mastite, consequentemente trazendo consigo um aumento da CCS destes animais (BHAT et al., 2017; OLIVEIRA et al., 2011). Como consequência, o aumento de CCS pode proporcionar interferências nas atividades sintéticas do tecido mamário, podendo ocasionar em uma diminuição nos teores de lactose, proteína, gordura, cálcio e fósforo; e aumento nos teores de sódio e cloro no leite produzido (SHARMA et al., 2011). Em outras palavras, o aumento da CCS impacta os produtores com prejuízos econômicos correspondentes ao declive da produção e de maiores gastos com o tratamento do rebanho; enquanto impacta as indústrias com a diminuição da qualidade do leite e menor rendimento para fabricação de derivados (ASHRAF et al., 2017; DEMEU, 2015, p. 170).
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Associação genética entre ocorrência de mastite clínica e produção de leite em vacas Holandesas.

Associação genética entre ocorrência de mastite clínica e produção de leite em vacas Holandesas.

O objetivo deste trabalho foi estimar os parâmetros genéticos e fenotípicos para ocorrência da mastite clínica (MC) e para a produção de leite acumulada até 305 dias (PR305) e estudar as associações genéticas entre elas, usando informações de 11.738 lactações de 5.084 vacas de um rebanho da raça Holandesa, paridas entre 1995 a 2010. Os componentes de covariância foram obtidos por abordagem Bayesiana, sob modelo animal. As estimativas de herdabilidade para a PR305 e para a MC foram de 0,16 (0,02) e 0,11 (0,02), respectivamente, e as repetibilidades foram 0,34 (0,012) e 0,21 (0,02), para PR305 e MC, respectivamente. A correlação genética entre a PR305 e a MC foi negativa e de baixa magnitude (-0,21±0,13). As estimativas de herdabilidade para PR305 e MC indicam que estas características são influenciadas por fatores ambientais, entretanto há suficiente variabilidade genética para obtenção de ganhos através da seleção.
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Prazer e sofrimento em trabalhadores de enfermagem de Unidade de Terapia Intensiva.

Prazer e sofrimento em trabalhadores de enfermagem de Unidade de Terapia Intensiva.

O objetivo do estudo foi analisar os fatores causadores de prazer e sofrimento em trabalhadores de enfermagem que atuam em unidade de terapia intensiva (UTI) e comparar a ocorrência desses fatores, no início e no final da carreira. Este é um estudo descritivo transversal, realizado com 26 enfermeiros e 96 técnicos de enfermagem. Utilizou-se a escala de prazer e sofrimento, validada previamente. Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva, com software SPSS12.0, e, para avaliar a presença desses fatores, no início e no final da carreira, o teste de Kruskal Wallis. Constatou-se que, tanto para enfermeiros como para os técnicos de enfermagem, os fatores que contribuem para os sentimentos de prazer, realização profissional e liberdade de expressão e os fatores que causam sofrimento, esgotamento profissional e falta de reconhecimento se encontram em níveis críticos.
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CAUSADORES NO FINANCIAMENTO DE

CAUSADORES NO FINANCIAMENTO DE

concretização dos objetivos já traçados anteriormente. Para melhor avaliar o risco de uma operação no processo decisório é necessário levar- se em consideração a experiência das situ[r]

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Identificação de bactérias láticas isoladas do ecossistema mamário bovino e caracterização de seu potencial inibidor contra patógenos associados à mastite

Identificação de bactérias láticas isoladas do ecossistema mamário bovino e caracterização de seu potencial inibidor contra patógenos associados à mastite

A identificação e a caracterização das BAL isoladas do ecossistema mamário bovino, descritas no primeiro capítulo, permitiram o destaque de duas linhagens pertencentes às espécies Lactobacillus brevis e uma a Lactobacillus plantarum. Esses espécimes foram selecionados em função de sua capacidade de aderir ao epitélio glandular mamário bovino, além de seu perfil pro-inflamatório em ensaios com cultivo celular, características essas que os classificam como bons candidatos ao uso como probióticos mamários bovinos, podendo agir estimulando a resposta inflamatória de defesa fisiológica em casos de mastite infecciosa. Os genomas de cinco dessas linhagens foram sequenciados e a análise genômica (ainda em andamento) permitiu a associação entre certos fenótipos observados in vitro, tais como melhor adesão e internalização de certas linhagens à presença ou ausência de alguns genes conhecidos por sua implicação nas interações bactéria-hospedeiro. Outros estudos, tendo como objetivo a avaliação do efeito barreira dessas BAL contra infecções pelos patógenos de maior importância nos casos de mastite bovina, devem ser executados a fim de validar e demonstrar seu potencial probiótico.
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Influência de fatores de ambiente sobre a contagem de células somáticas e sua relação com perdas na produção de leite de vacas da raça Holandesa.

Influência de fatores de ambiente sobre a contagem de células somáticas e sua relação com perdas na produção de leite de vacas da raça Holandesa.

A mastite, quando na forma clínica, é de fácil diagnós- tico e apresenta sinais clínicos como formação de edema no úbere, endurecimento das glândulas afetadas, aquecimento do teto infectado, reação ao toque em razão da dor, além da presença de grumos, filamentos, pus e sangue no leite, que se torna mais aquoso e sofre descoloração (Nascif Jr., 2001). Porém, o tipo de mastite que mais preocupa é a subclínica, pois é difícil de ser identificada e não apresenta sintomas visíveis, tornando-se responsável por aproximadamente 70% das perdas econômicas decorrentes de mastite (Müller, 2000). Como o número de células somáticas aumenta em resposta à inflamação do úbere, a CCS torna-se um método bastante eficaz para se estimar a presença de mastite subclínica no rebanho (Brito, 1999a). Em vacas sadias, são encontradas baixas quantidades de células somáticas, geralmente menos de 50.000 por mililitro (cel/mL). Entre- tanto, diversos autores consideram que CCS de até 250.000 cel/mL não afeta a produção e a qualidade do leite produzido (Brito, 1999b).
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Patógenos Emergentes na Piscicultura

Patógenos Emergentes na Piscicultura

diagnóstico de enfermidades de peixes. Isso ocorreu principalmente para doenças causadas por vírus e bactérias de difícil isolamento e cultivo em laboratório. Inicialmente técnicas de hibridização eram utilizadas para detectar e comparar porções do genoma dos microrganismos. Porém, na década de 80 foi desenvolvida a reação em cadeia da polimerase (PCR sigla em inglês). Essa técnica permite a clonagem “in vitro” de segmentos específicos do DNA patógenos, detectados por meio de pequenas sondas chamadas de primers. Esses ligam-se a seqüências especifica e são reconhecidas pela enzima DNA polimerase que inicia a produção de uma seqüência complementar a fita molde. Posteriormente os produtos são visualizados por eletroforese em gel de agarose. Devido à especificidade dos primers e agilidade a PCR é ferramenta molecular (sem sombra de dúvida) mais utilizada para o diagnóstico de doenças em animais, seres humanos e plantas. Outra aplicação importante dessa técnica e para a detecção de genes de virulência nos isolados, permitindo inferência sobre a patogenicidade das diferentes amostras.
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Interacoes entre infeccao intestinal e disturbios do estado nutritivo

Interacoes entre infeccao intestinal e disturbios do estado nutritivo

En este examen de la relación que existe entre agentes patógenos intestinales, 0 incluso a los las infecciones intestinales y la malnutrición agentes patógenos po[r]

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Fatores de virulência em linhagens de Escherichia coli isoladas de mastite bovina.

Fatores de virulência em linhagens de Escherichia coli isoladas de mastite bovina.

linhagens verotoxigênicas de E. coli, isoladas de pacientes humanos com distúrbios entéricos e renais, incluindo no Brasil (Guth et al., 2002). Em animais, as enteroemolisinas estão associadas às linhagens de E. coli isoladas de bovinos com e sem diarréia. Hogan et al. (1990) notificaram a produção de enteroemolisina em, respectivamente, 3,9% e 2,6% das estirpes submetidas ao meio contendo hemácias lavadas de ovinos e bovinos, em 76 E. coli isoladas de mastite clínica bovina. Nos 120 isolados de E. coli obtidos de mastite bovina, não foi possível determinar a presença de efeito lítico compatível com a produção de enteroemolisina. Dessa forma, presume-se que os mecanismos de captação de ferro exógeno - sideróforos, alfa- hemolisinas e enteroemolisinas - devem contribuir na virulência de E. coli no desenvolvimento da mastite, embora, provavelmente, não representem mecanismos essenciais na ocorrência de infecções clínicas ou subclínicas na glândula mamária bovina.
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INCIDÊNCIA DE MICRORGANISMOS CAUSADORES DE MASTITE NO GADO LEITEIRO DA REGIÃO DE GARÇA – SPSOUZA, Marcos Rodrigo; SANTOS, Luana Maria; ROCHA, Jess Ribeiro; PINHEIRO JR, Osni lamo.

INCIDÊNCIA DE MICRORGANISMOS CAUSADORES DE MASTITE NO GADO LEITEIRO DA REGIÃO DE GARÇA – SPSOUZA, Marcos Rodrigo; SANTOS, Luana Maria; ROCHA, Jess Ribeiro; PINHEIRO JR, Osni lamo.

A mastite bovina é uma enfermidade, que diminui a qualidade do leite, diminui a produção animal, associado ao uso inadequado de antibióticos, é a principal causadora de grandes prejuízos. Atualmente o mercado impõe inúmeras dificuldades para os produtores de leite, e uma delas é a melhoria na qualidade e quantidade do leite produzido Nesse trabalho podemos relatar que o microorganismo de maior incidência causador da mastite, no município de Garça – SP, é o Staphylococcus seguido de Bastonete gram-negativo.

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Controle biológico como componente do manejo integrado de doenças fúngicas em begônia

Controle biológico como componente do manejo integrado de doenças fúngicas em begônia

RESUMO – O presente trabalho teve como objetivo avaliar o antagonismo de Clonostachys rosea LQC62 e Trichoderma asperellum LQC96 a Botrytis cinerea e Myrothecium roridum, patógenos foliares de begônia, e avaliar a aplicação destes antagonistas no manejo da doença em cultivo comercial. Em condições controladas in vitro, avaliou-se a produção de compostos solúveis e voláteis, o parasitismo em culturas pareadas, a competição por colonização em discos de folhas de begônia e o efeito da aplicação dos antagonistas em diferentes concentrações e período de aplicação. Por fim, avaliou-se a utilização dos antagonistas no controle do mofo cinzento e da mancha de Mirotécio em cultivo comercial de begônia. Tanto LQC62 quanto LQC96 produziram compostos solúveis em meio de cultura capazes de inibir o desenvolvimento de B. cinerea, o mesmo não sendo observado para M. roridum. Ambos os antagonistas produziram compostos voláteis que propiciaram a redução no desenvolvimento dos patógenos. Houve sobreposição das colônias dos antagonistas sobre a dos patógenos, indicando atividade hiperparasítica. Os antagonistas colonizaram os discos de folhas de begônias e os tratamentos com aplicação destes antagonistas previamente à inoculação dos patógenos promoveram a redução na esporulação dos patógenos em até 100%. Pulverizações foliares semanais de LQC62 reduziram a incidência do mofo cinzento e da mancha de Mirotécio em cultivo comercial de begônia.
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Avaliação, isolamento e identificação dos principais microrganismos causadores de...

Avaliação, isolamento e identificação dos principais microrganismos causadores de...

para diferentes antibióticos testados. O estudo de sensibilidade bacteriana mostrou que para Staphylococcus aureus e Staphylococcus epidermidis os antibióticos de maior ação foram gentamicina e vancomicina (Tabela 8). Na avaliação do perfil da sensibilidade in vitro para diferentes antibióticos, a gentamicina foi o antibiótico que demonstrou o maior percentual de eficácia em relação aos isolados 97,98%, seguida pelo florfenicol 93,94% e enrofloxacina (90,90%), fazendo destes uma opção de tratamento sistêmico associado ao uso intramamário da gentamicina (CUNHA et al., 2006). Ainda segundo estes autores, a penicilina e a tetraciclina foram às drogas que apresentaram a menor eficácia in vitro (65,66% e 58,58% respectivamente) a partir das amostras isoladas no estudo. Os Staphylococcus spp. foram mais sensíveis à enrofloxacina 93%, seguido de gentamicina 92,5% no ano de 2002. A sensibilidade de bactérias desse gênero diminuiu no ano 2005 em relação a estes mesmos antibióticos apresentando uma eficiência de 80% para enrofloxacina e 71,4% para gentamicina. Adicionalmente, a ampicilina foi o antibiótico menos eficaz, em 2002, sua sensibilidade foi de 70,7% e caiu para 53,3% em 2005 (DHAKAL et al., 2007). Observou-se maior padrão de resistência frente aos beta-lactâmicos, penicilina, amoxicilina, ampicilina (média 51,77%) e menor frente à cefalotina, vancomicina, cefoxitima e a gentamicina com 0% de resistência (BONNA et al., 2007). Andrade (2012) estudando 116 amostras de leite bovina, apresentou um escore de 3+ no teste do Californian Mastit Test, verificando que os antibióticos que exibiram melhor resultado de sensibilidade in vitro para Staphylococcus aureus foram gentamicina (79,8%), neomicina (76,9%), norfloxacina (76,9%), cefalexina (74,1%), cefazolina (74,1%), lincomicina (74,1%), oxacilina (74,1%), tetraciclina (74,1%), tobramicina (74,1%) e ceftiofur (71,2%). Reza et al (2011) observaram que o Staphylococcus aureus foi sensível à 14 agentes antimicrobianos testados (amicacina, ampicilina, cefaloxina, cefalotina, cephtiofur, cephquinome, cloxacilina, gentamicina, lincomicina, enrofloxacina, eritromicina, novobicina, trimetropim + sulfametazol tetraciclina e tilozina), mas não a penicilina, cloxacilina e bacitracina. Nogueira et al. (2012) pesquisaram a prevalência e a etiologia da mastite subclínica em 120 búfalas e identificaram o Staphylococcus spp. (26,0%) como o agente isolado com maior frequência. Os resultados dos antibiogramas mostraram que todas as amostras testadas foram sensíveis para gentamicina e a ciprofloxacina.
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