Patotipos de E.coli

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Patotipos de Escherichia coli causadores de diarreia em bezerros: uma atualização.

Patotipos de Escherichia coli causadores de diarreia em bezerros: uma atualização.

EHEC não possui um sistema de secreção para Stx, a liberação da toxina ocorre por meio de lise do fago que codifica a toxina em reposta a danos no DNA bacteriano, por isso antimicrobianoterapia não deve ser usada em in- fecções por EHEC, pois aumenta a liberação da toxina agra- vando a síndrome (Croxen & Finlay 2010) Existem hoje três subtipos de Stx1 (Stx1a, Stx1c, Stx1d) e sete subtipos de Stx2 (Stx2a, Stx2b, Stx2c, Stx2d, Stx2e, Stx2f, Stx2g), sen- do que as cepas produtoras de Stx2a, Stx2c e ou Stx2d são mais frequentemente associadas com a síndrome hemolí- tica urêmica em seres humanos. As cepas de E. coli produ- toras de Stx2e são de grande importância em suinocultura, pois causam a doença do edema em suínos (Mainil 2013). Os genes que codificam Stx estão presentes e são transfe- ridos por bacteriófagos para as cepas de E. coli. As Stx pos- suem uma estrutura do tipo A1B5, onde as cinco subunida- des B são responsáveis pela ligação da toxina à célula alvo e a subunidade A é o componente ativo da toxina. O receptor para Stx é o Gb3 (globotriaosylceramide), presente nas cé- lulas de Paneth da mucosa intestinal e nas células epiteliais dos rins de seres humanos, ou Gb4 (globotetraosylcerami- de) para Stxe, presente no endotélio vascular e enterócitos de suínos. A toxina Stx pode atravessar o epitélio intesti- nal por meio de endocitose seguido por exocitose na parte basal do enterócito, mas o mecanismo não está totalmente elucidado. Em seres humanos e leitões, a Stx cai na corrente sanguínea e se une aos receptores endoteliais. As Stx agem em células endoteliais dos vasos sanguíneos da mucosa gastrointestinal, dos rins, do cérebro e outros tecidos, cau- sando extravasamento de líquido, hemorragias, a nefroto- xicidade observada em seres humanos e a neurotoxicidade observada em leitões com doença do edema. Ruminantes não possuem esses receptores para Stx no endotélio vas- cular, mas os mesmos estão presentes nos enterócitos das criptas, linfócitos intraepiteliais e macrófagos da mucosa intestinal. EHEC/STEC também podem colonizar o intesti-
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Patotipos de Escherichia coli diarreiogênica em crianças quilombolas com e sem diarréia, do norte do Espírito Santo

Patotipos de Escherichia coli diarreiogênica em crianças quilombolas com e sem diarréia, do norte do Espírito Santo

A identificação das DEC depende de métodos fenotípicos, como testes de aderência e invasão em células cultivadas in vitro, testes de toxigenicidade e de métodos moleculares, como o teste de hibridização de colônias e a reação em cadeia pela polimerase (PCR), que são restritos a laboratórios de pesquisa, limitando desta forma o conhecimento da participação dos diversos patotipos na gênese da diarréia. Em regiões fortemente associadas à pobreza e a precárias condições sanitárias, os agentes bacterianos, especialmente os patotipos de DEC, ganham destaque como causadores de diarréia infantil. No Estado do Espírito Santo existem Comunidades Quilombolas entre os eucaliptais, canaviais e pastos, diversas destas localizadas nos municípios de São Mateus e Conceição da Barra, formadas, em sua maioria, por casas construídas de pau-a-pique, desprovidas de esgoto e caracterizadas pelo uso de cisternas para armazenagem de água da chuva, tornando as condições favoráveis à disseminação de DEC.
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DETECÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE PATOTIPOS DIARREIOGÊNICOS DE  Escherichia coli, POR MÉTODOS FENOTÍPICOS E GENOTÍPICOS, EM INDIVÍDUOS ATENDIDOS NAS UNIDADES DE SAÚDE DE VITÓRIA-ES.

DETECÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE PATOTIPOS DIARREIOGÊNICOS DE Escherichia coli, POR MÉTODOS FENOTÍPICOS E GENOTÍPICOS, EM INDIVÍDUOS ATENDIDOS NAS UNIDADES DE SAÚDE DE VITÓRIA-ES.

A diarreia atinge indivíduos de todas as idades sendo importante causa de afastamento do trabalho na população economicamente ativa. O presente estudo determinou a prevalência dos patotipos de DEC em amostras de E. coli isoladas de indivíduos de todas as idades com queixa de diarreia, atendidos nas UBS de Vitória - ES. Entretanto, como a diarreia é uma doença autolimitada, apenas uma parcela da população atingida procura atendimento médico. Além disso, não há universalidade no atendimento dos pacientes com diarreia nas UBS, nem todos os casos são encaminhados para coprocultura ou exame parasitológico de fezes. Estudos prévios realizados no Brasil com adultos foram restritos a EAEC e DAEC (PIVA, PEREIRA, et al., 2003; MANSAN-ALMEIDA, PEREIRA e GIUGLIANO, 2013). Do nosso conhecimento esse é, portanto, o primeiro estudo realizado no Brasil que pesquisa a frequência de todos os patotipos de DEC em indivíduos de todas as idades.
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Produção heteróloga de violaceína por Escherichia Coli

Produção heteróloga de violaceína por Escherichia Coli

O surgimento de colônias com tamanho reduzido e com fenótipo fortemente escuro sugere que se a bactéria E. coli é capaz de gerar altas concentrações intracelulares de violaceína de forma a inibir seu próprio crescimento, é interessante que este microrganismo seja estudado visando avaliar o rendimento e a produtividade deste pigmento por via heteróloga. Além disso, este estudo possibilitaria o esclarecimento de dúvidas quanto à inibição do crescimento normal das colônias durante a produção de violaceína, bem como quanto à instabilidade do fenótipo característico da produção de violaceína verificada em trabalhos anteriores. Avaliando sob o ponto de vista de obtenção de violaceína, o fato da produção heteróloga desta molécula culminar com a inibição do crescimento da E. coli poderia ser contornado pela utilização de promotores controláveis. Assim, torna-se possível a indução da produção de violaceína somente no momento apropriado, evitando-se o acúmulo intracelular desta molécula, fato que parece estar relacionado à instabilidade da produção em E. coli.
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Produção de polihidroxialcanoatos por escherichia coli recombinante

Produção de polihidroxialcanoatos por escherichia coli recombinante

contendo 0,5% (p/v) de glicose e 0,4% (p/v) de 4-hidroxibutirato como fontes de carbono, obtiveram o melhor resultado, consistindo num acúmulo de 58,5% de P(4HB) sobre a massa celular seca, quando o cultivo foi realizado em frascos erlenmeyers de 250mL contendo 100mL de meio, por 96h à 37ºC. O valor obtido foi aumentado para aproximadamente 80% de P(4HB) sobre a massa celular de 2,5g quando o cultivo foi realizado em frascos erlenmeyers de 2L contendo 1,7L de meio suplementado com 0,4 (p/v) de 4-hidroxibutirato adicionado de 2% de glicose, nas mesmas condições de tempo e temperatura anteriormente descritas. Interessante notar que o homopolímero P(4HB) foi sintetizado na presença de glicose. Na ausência de glicose, um copolímero de P(3HB-4HB) foi acumulado com até 72% de 3HB, mesmo na ausência dos genes phbA e o phbB. Isto sugere que E. coli contém uma rota metabólica desconhecida que permite a conversão de 4HB em 3HB (HEIN et al., 1997).
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Biosensor magnetoelástico para a detecção de Escherichia coli

Biosensor magnetoelástico para a detecção de Escherichia coli

A Escherichia coli é uma bactéria que deve ser controlada na indústria alimentar e setor hospitalar. Biosensores magnetoelásticos oferecem a promessa de rápida identificação destes e de outros patógenos prejudiciais. Neste trabalho, tiras amorfas de Metglas 2826MB3 foram cortadas ao tamanho 5 mm x 1 mm, com uma serra de micro corte e, em seguida, foram revestidas com camadas finas de Au e Cr, como foi verificado pela análise de espessuras de filmes Rutherford Backscattering Spectroscopy (RBS). Foram estudadas várias superfícies dos sensores: 1) sensor as-cast, lado roda; 2) sensor as-cast, superfície livre; 3) superfície polida. Uma camada de cistamina (CYS) foi aplicada ao substrato magnetoelástico, formando monocamadas auto organizadas (SAM), seguido de anticorpos, utilizando um protocolo modificado de Hermanson. Foi utilizado a bactéria Escherichia coli ATCC 25922, um anticorpo primário anti E. coli para a formação do bioconjugado e um anticorpo secundário
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Escherichia coli 0157:H7 em alimentos

Escherichia coli 0157:H7 em alimentos

Atualmente há seis classes de E. coli enteropatogênicas reconhecidas, dentre elas as cepas de E. coli O157:H7, que pertencem ao grupo das E. coli entero-hemorrágicas (EHEC) ou produtoras de verotoxina (VTEC). A patogenicidade das cepas EHEC parece estar associada a uma série de fatores, incluindo a produção de várias citotoxinas, coletivamente chamadas de verotoxinas (VTs) ou toxina shiga (Stx), similares à toxina produzida pela bactéria Shigella dysenteriae tipo I [20, 42]. As VTs provocam uma doença chamada de colite hemorrágica que, em casos mais graves, resulta em um quadro conhecido como síndrome urêmica hemolítica (HUS) [31]. A colite hemorrágica tem um período de incubação de 3 a 10 dias e duração de 2 a 9 dias. Os sintomas são diarréia sanguinolenta e dores abdominais severas e, de acordo com a literatura, cerca de 10-15% dos casos agravam-se até o quadro de HUS [19], situação em que ocorre destruição de eritrócitos e falha aguda dos rins, levando à necessidade de diálise, transplante dos rins ou morte [41, 42]. A dose infectiva é ainda desconhecida mas, através da compilação de dados de surtos investigados nos Estados Unidos, parece encontrar-se na faixa de 10 células por grama ou mililitro do alimento consumido [19].
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Monitorização e modelação da fermentação de E. coli recombinante

Monitorização e modelação da fermentação de E. coli recombinante

Geralmente, a fermentação é a etapa crítica no estabelecimento da viabilidade técnica e económica de um processo biotecnológico, sendo difícil implementar ao nível industrial os estudos efectuados em laboratório, mesmo quando as características bioquímicas, microbiológicas e físico-químicas estão já bem definidas. Assim, a obtenção de modelos matemáticos que descrevem o processo fermentativo em estudo, é de extrema importância, pois possibilita um melhor controlo dos mesmos e a obtenção de maiores concentrações do produto desejado com menor custo. A utilização de planeamentos factoriais para a optimização de processos fermentativos possibilita o estudo de diversas variáveis com um número reduzido de ensaios e permite também verificar os efeitos individuais dos factores e suas interacções. Sendo assim, o presente trabalho tem como principal objectivo a optimização das condições que proporcionam a melhor taxa de produção de YEFP em E. coli M15, utilizando planeamento factorial de experiências.
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Atresia Coli em Felino: Relato de Caso

Atresia Coli em Felino: Relato de Caso

O presente trabalho tem como objetivo relatar o caso clínico de um felino atendido na clínica veterinária Chatterie Centro de Saúde do Gato o qual apresentava atresia coli tipo III. Exames de imagem foram realizados, assim como duas intervenções cirúrgicas corretivas para retomar o fluxo intestinal. Atresia coli tipo III é o tipo de atresia intestinal mais comum em felinos, embora a mesma seja rara. Atresias coli são vistas nas espécies bovinas, equinas, suínas, ovinas, caninas, felinas e em seres humanos, sendo que cada espécie tem seu procedimento corretivo específico de acordo com a realidade dos mesmos.
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Captive wild birds as reservoirs of enteropathogenic E. coli (EPEC) and Shiga-toxin producing E. coli (STEC)

Captive wild birds as reservoirs of enteropathogenic E. coli (EPEC) and Shiga-toxin producing E. coli (STEC)

Psittacine birds have been identified as reservoirs of diarrheagenic Escherichia coli, a subset of pathogens associated with mortality of children in tropical countries. The role of other orders of birds as source of infection is unclear. The aim of this study was to perform the molecular diagnosis of infection with diarrheagenic E. coli in 10 different orders of captive wild birds in the state of São Paulo, Brazil. Fecal samples were analyzed from 516 birds belonging to 10 orders: Accipitriformes, Anseriformes, Columbiformes, Falconiformes, Gal- liformes, Passeriformes, Pelecaniformes, Piciformes, Psittaciformes and Strigiformes. After isolation, 401 E. coli strains were subjected to multiplex PCR system with amplification of genes eae and bfp (EPEC), stx1 and stx2 for STEC. The results of these tests revealed 23/401 (5.74%) positive strains for eae gene, 16/401 positive strains for the bfp gene (3.99%) and 3/401 positive for stx2 gene (0.75%) distributed among the orders of Psittaciformes, Strigiformes and Columbiformes. None of strains were positive for stx1 gene. These data reveal the infec- tion by STEC, typical and atypical EPEC in captive birds. The frequency of these pathotypes is low and restricted to few orders, but the data suggest the potential public health risk that these birds represent as reservoirs of diarrheagenic E. coli.
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Enterotoxigenic Escherichia coli - an overview

Enterotoxigenic Escherichia coli - an overview

Guth BEC, Aguiar EG, Griffin PM, Ramos SRTS, Gomes TAT 1994. Prevalence of colonization fac- tor antigens (CFAs) and adherence to HeLa cells in enterotoxigenic Escherichia coli isolated from fe- ces of children in São Paulo. Microbiol Immunol 38: 695-701.

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Escherichia coli strains by REP

Escherichia coli strains by REP

The initial works describing the clonal structure of Escherichia coli populations were those published by Selander & Levin (1980) and Achtman et al. (1983). The most commonly used biochemical method to characterize bacterial populations is multilocus enzyme electrophoresis (Selander et al. 1986) and among the molecular genetic fingerprinting techniques, pulsed field gel electrophoresis (PFGE), restriction fragment length polymorphism (RFLP) and Multi- locus sequence typing (MLST) are considered to be the most accurate and reproducible ones (Olive & Bean 1999, Chansiripornchai et al. 2001, Urwin & Maiden 2003). PFGE, RFLP and MLST analysis require relatively large amounts of DNA are time consuming and require expensive equipment, thus being unsuitable for most laboratories that work with bacterial populations.
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Representational difference analysis between Afa/Dr diffusely adhering Escherichia coli and nonpathogenic E-coli K-12

Representational difference analysis between Afa/Dr diffusely adhering Escherichia coli and nonpathogenic E-coli K-12

Production of libraries of DNA fragments of Afa/Dr DAEC strain C1845 not found in the genome of E. coli K-12. By using RDA, we subtracted the genome of the nonpathogenic E. coli K-12 strain MG1655, which has recently been sequenced (6), from that of the pathogenic strain C1845, harboring the F1845 adhesin. Three libraries were produced by using the MspI, Sau3AI, and Tsp509I restriction enzymes. To confirm that the sequences amplified from the second round of subtraction were C1845 specific, the difference product of each bank was labeled and used as a probe against DraI- and EcoRV-digested DNAs from C1845 and the K-12 strain. Strong reactivity was observed with the pathogenic strain C1845, whereas no signal was detected for the K-12 strain (data not shown). Accord- ingly, the background of nonspecific sequences was very low, since only 5.5% of the sequences recovered were found in the K-12 genome.
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E. coli: uma doença em notícia em discursos de incerteza e contradição

E. coli: uma doença em notícia em discursos de incerteza e contradição

Ao longo do surto de E. coli, a imprensa portuguesa desenvolveu um processo noticioso baseada em probabilidades. Num dia, escreve-se que tudo “teve origem em pepinos de Espanha comercializados no mercado central de Hamburgo” (JN, 27 de Maio), no dia seguinte noticia-se já isto: “Parece improvável que pepinos espanhóis exportados sejam a origem, como foi noticiado, do foco infeccioso que atingiu centenas de pessoas, matando seis, no Norte da Alemanha”. E esta incerteza mantém-se até Julho, altura em que este tópico desaparece dos palcos mediáticos. Não seria este avanço/recuo o esperado das fontes oficiais que, principalmente na Alemanha, se precipitam em convicções que rapidamente se transformam em dúvidas. Por outro lado, os jornalistas, ao citarem acriticamente aquilo que fontes de informação com cargos públicos anunciam, vão adensando o medo das populações que rapidamente diminuem o consumo de certos vegetais (Reynolds & Seeger, 2005; Chong, 2006; Paek et al. 2008). Na ambiguidade, o melhor é a precaução. Não se viaja para países onde o surto parece estar a desenvolver, não se compram produtos sob suspeita.
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Efeito de lipopolissacarídeo de Escherichia coli no apetite ao sódio

Efeito de lipopolissacarídeo de Escherichia coli no apetite ao sódio

No terceiro trabalho confirmamos que o LPS inibe o apetite ao sódio e que vias centrais noradrenérgicas α2 centrais medeiam essa inibição pois o RX-821002, um antagonis[r]

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Frequência de isolamento e propriedades de Escherichia coli enteropatogênica em ...

Frequência de isolamento e propriedades de Escherichia coli enteropatogênica em ...

col i produtora de toxi na entre 213 amostras isoladas de alimentos (vegetais, carnes cruas e pescado cru), e apenas 2 ETEC produtoras somente de toxina Li em 36 amos- tras de agua.. As [r]

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Análise transcricional do operon pst de Escherichia coli

Análise transcricional do operon pst de Escherichia coli

Moléculas orgânicas contendo fosfato atravessam a membrana externa através de poros formados por proteínas integrais. Em E. coli observa-se a produção de 3 porinas inespecíficas, OmpF, OmpC e PhoE. Durante o crescimento em excesso de Pi, somente as duas primeiras são sintetizadas [LUGTENBERG e VAN ALPHEN, 1983]. PhoE é expressa exclusivamente durante a carência de Pi [OVERBEEKE e LUGTENBERG, 1980] estando sob controle de PHO [TOMMASSEN e LUGTETENBERG, 1980]. O poro formado pela proteína PhoE transporta essencialmente ânions devido a presença de vários resíduos de lisina com carga positiva na sua estrutura primária [STRUYVÉ et al 1993]. Por esta característica, PhoE é eficaz no transporte de moléculas contendo resíduos de fosfato como organofosfatos, polifosfatos (Poli-Pi) e Pi (Figura 3, item 1).
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Escherichia coli em queijos produzidos com leite cru

Escherichia coli em queijos produzidos com leite cru

Tendo em conta os objetivos deste trabalho, a informação disponibilizada por este banco de dados torna-se muito limitada, uma vez que a informação necessária prende- se com as características químicas, físicas e organolépticas da própria amostra, informação essa, muitas vezes não contemplada neste banco de dados ou mesmo no processo documental de cada amostra. Contudo, esse problema foi contornado focando este estudo em queijos DOP. Uma vez que as características destes queijos têm de corresponder a um caderno de especificações rigoroso para que sejam reconhecidos como DOP, é possível cruzar esses requisitos, nomeadamente, características de humidade, salinidade, tempo de maturação, actividade de água, região de origem, entre outras, com os dados do PNCA e assim obter análises fundamentadas e passíveis de serem discutidas. Dado que existe um número significativo de amostras de outros tipos de queijos, estes foram igualmente contemplados tendo em vista uma análise adicional relativa à presença de E. coli no sector dos queijos mais comercializados.
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Expressão de uricase de Bacillus subtilis em Escherichia coli

Expressão de uricase de Bacillus subtilis em Escherichia coli

Células de E. coli (BL21 DE3λ pLysS, BL21 [DE3] C41, BL21 [DE3] C43, BL21 [DE3] PRILL e SURE) contendo o vetor com o inserto (controle positivo) e outra sem o vetor (controle negativo) foram inoculadas em 50-100 mL de meio LB com ampicilina (100 µg/mL) e incubadas a 37ºC, sob agitação (200-250 rpm), por 2 h. Coletou-se 1 mL da cultura (tempo de indução = 0) a 8.000 rpm/2 min, descartando-se o sobrenadante; o pellet for ressuspendido em 50 µL de tampão de amostra 2X para proteína. Ao material restante foi adicionado isopropil-β-tio- galactosídeo (IPTG) 1 mM (item 4.1.3.24), seguindo-se incubação a 37ºC, sob agitação (200-250 rpm), por 2 h. Foram coletadas amostras de 1 mL nos tempos de 15, 30, 60, 90 e 120 min após a indução com IPTG. Essas amostras foram, então, coletadas e tratadas como descrito anteriormente.
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