Pavimento permeável de concreto

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Pavimento permeável com superfície em blocos de concreto de alta porosidade

Pavimento permeável com superfície em blocos de concreto de alta porosidade

Os revestimentos e as estruturas de pavimentos que possuam a capacidade de drenar a água e encaminhá-la, por infiltração às camadas inferiores, possuem relevância em amenizar as inundações ocasionadas principalmente pelo aumento do número de habitações, a insuficiência da capacidade de recolhimento das águas e o crescimento de revestimentos impermeáveis. Portanto, as águas da chuva devem ser evacuadas cada vez mais rapidamente. O presente estudo analisou, em uma primeira etapa, a permeabilidade, porosidade e a resistência à compressão de corpos de prova moldados com concreto de alta porosidade. Foram estudadas seis diferentes granulometrias com agregados de diâmetro máximo 12,7mm e 9,52mm e descontinuidades na granulometria através da retirada de materiais de 0 a 2mm (0/2mm) e 0 a 4mm (0/4mm). Em função dos resultados obtidos nesta primeira etapa, foi adotada a curva granulométrica com agregados de diâmetro máximo 9,52mm e descontinuidade 0/2mm para realização de estudos em uma segunda etapa que contemplou a moldagem de seis corpos de prova para confirmação dos resultados e vinte e quatro blocos em tamanho real para análise de resistência a compressão e execução de uma estrutura teste em um simulador de chuvas montado em laboratório. Para a camada de base desta estrutura foram estudadas quatro curvas granulométricas com diâmetro máximo dos agregados de 19,10mm e com variações na porcentagem de material passante na peneira de abertura 0.074mm de 5%, 8%, 10% e 12%. O ensaio de permeabilidade saturada indicou o uso da porcentagem de 5% por apresentar resultado de permeabilidade mais adequado para o uso na estrutura teste. Para a camada de instalação foi utilizada uma areia grossa com alteração na granulometria através da retirada dos materiais retidos nas peneiras de abertura 0,074mm
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Análise da capacidade de infiltração em pavimento permeável de bloco de concreto unidirecionalmente articulado

Análise da capacidade de infiltração em pavimento permeável de bloco de concreto unidirecionalmente articulado

A adoção de pavimentos permeáveis tem se tornado cada vez mais necessária como medida compensatória para amortecer as vazões de pico e atenuar os efeitos causados pelas chuvas em áreas densamente urbanizadas. Usualmente constituídos de revesti- mentos feitos com blocos de concreto intertravados, concreto poroso ou camada porosa de atrito, os pavimentos permeáveis tradicionais nem sempre apresentam permeabili- dade satisfatória. Nesse contexto, esse trabalho avaliou a capacidade de infiltração in situ de blocos de concreto unidirecionalmente articulados como material de revesti- mento alternativo, diferenciados por sua estrutura e formato geométrico. Para isso, construiu-se uma pista experimental (20 × 5m) no Campus da USP, o que permitiu a realização de ensaios para determinação da taxa de infiltração em campo. Dessa forma, comparou-se os valores encontrados com outros materiais descritos na literatura. Os resultados dos testes mostraram que o material possui permeabilidade elevada da or- dem de 10 -3 m/s, sendo consideravelmente maior que a de pavimentos feitos tanto com
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PAVIMENTO PERMEÁVEL: UMA SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL PARA A PAVIMENTAÇÃO DE VIAS URBANAS

PAVIMENTO PERMEÁVEL: UMA SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL PARA A PAVIMENTAÇÃO DE VIAS URBANAS

As medidas compensatórias de drenagem, como pavimentos permeáveis, vêm sendo introduzidas como soluções para os problemas de alagamentos em diversos países. Este estudo tem como objetivo fornecer elementos de projeto para vias em pavimento permeável, como alternativa técnica sustentável viável, por meio das diretrizes da ABNT NBR 16.416/2015. O estudo comparou os projetos viários em pavimento intertravado convencional com o pavimento permeável em blocos porosos em um empreendimento viário localizado no bairro Barra do Jucu no município de Vila Velha - ES. Ainda foi analisada a influência do pavimento permeável na drenagem em relação ao pavimento convencional e comparou-se seus custos para implantação. O estudo indicou que o pavimento permeável em blocos porosos influencia em uma diminuição nas quantidades dos dispositivos de drenagem e ocasionou a redução dos diâmetros dos bueiros, acarretando em menor profundidade de deságue da rede. Quanto aos resultados da análise comparativa dos custos entre os diferentes tipos de pavimentos estudados, verificou-se que apesar dos custos de pavimentação em blocos porosos ser 27,30% superior aos custos em relação à pavimentação em blocos de concreto convencionais, os custos com drenagem tiveram decréscimo de 30,94%, resultando em custos para implantação do empreendimento em blocos porosos em 3,74% maiores, em relação ao bloco de concreto convencional. Verificou-se, portanto, no caso estudado que o acréscimo nos custos da utilização do pavimento permeável pode ser compensado pela redução nos gastos com o sistema de drenagem podendo- se afirmar que os custos finais do empreendimento viário entre as duas soluções são similares, porém com a solução em pavimento permeável apresentando ganhos ambientais.
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Influência do tamanho e teor de agregado nas propriedades do concreto permeável

Influência do tamanho e teor de agregado nas propriedades do concreto permeável

A desordenada expansão urbana traz consigo o aumento da impermeabilização da superfície do solo através de construções, ruas, calçadas que acabam afetando o ciclo hidrológico além de causar inundações. Uma alternativa para minimizar esses problemas é a construção de pavimentos com concreto permeável que auxiliam na recuperação da capacidade de infiltração do solo. Esta pesquisa tem como objetivo estudar a influência do tamanho e teor de agregado nas propriedades do concreto permeável utilizado como camada de revestimento em pavimentos permeáveis. Para isso foram realizados ensaios em seis diferentes traços com variação do tamanho e da proporção de agregados na mistura. A caracterização das misturas foi realizada pelos ensaios de slump test, tempo Vebe, resistência à compressão axial, tração por compressão diametral, absorção de água, índices de vazios, massa específica e módulo de elasticidade dinâmico pela técnica de excitação por impulso. Também foi determinada a condutividade hidráulica (permeabilidade) utilizando um permeâmetro de carga variável. A partir dos resultados obtidos foi possível observar que os coeficientes de permeabilidade dos traços analisados foram altos, acima dos valores estabelecidos pela NBR 16416 de concreto permeável. Quanto à resistência na tração, todos os traços apresentaram valores acima do mínimo recomendado pela norma de concreto permeável, , enquanto a resistência à compressão relativa ter apresentado valores inferiores ao mínimo recomendado pela mesma norma. O traço com melhor desempenho e potencial para utilização em pavimento permeável foi o M5B1, devido à alta permeabilidade (1,27 cm/s) e resistência à tração mínima dentro da NBR 16416.
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Concreto permeável com agregado reciclado para uso em pavimentação

Concreto permeável com agregado reciclado para uso em pavimentação

Os pavimentos permeáveis apresentam-se como uma solução para o problema do aumento do escoamento superficial e impermeabilização dos centros urbanos (BRUNETTI; ŠIMŮNEK; PIRO, 2016). Uma vez que esse tipo de pavimento faz com que a água da chuva permeie suas camadas, até encontrar o solo, onde atua na recarga de lençóis freáticos, ele atua então para a manutenção do ciclo natural hidrológico. Ao mesmo tempo, como ele não é um grande sistema e não precisa ser interconectado com outras infraestruturas, o uso de pavimento permeável é uma medida descentralizada e em microescala, o que confere um grande potencial de impacto e resiliência para essa solução.
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Estudo das características hidráulicas e mecânicas de calçadas em concreto permeável em pista experimental.

Estudo das características hidráulicas e mecânicas de calçadas em concreto permeável em pista experimental.

A etapa de campo teve por objetivo a execução de duas calçadas experimentais empregando-se como material de revestimento as duas misturas ótimas definidas na etapa de laboratório dessa pesquisa, buscando também um maior entendimento referente a viabilidade dos critérios executivos, além do tempo de trabalho máximo para as misturas desenvolvidas. Foram realizados ensaios de taxa de infiltração ao longo do tempo, buscando a determinação de um modelo empírico preliminar para simular o comportamento hidráulico de pavimentos em CPCP executados em local com ou sem a presença de vegetação densa e árvores. Por fim, foram realizados levantamentos deflectométricos nas calçadas para avaliação das respostas estruturais das placas de CPCP frente aos carregamentos propostos, avaliando-se ainda se a presença de elevados volumes de água no interior da estrutura do pavimento permeável influencia em seu comportamento mecânico.
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Pavimento permeável como técnica compensatória na drenagem urbana da cidade do Recife

Pavimento permeável como técnica compensatória na drenagem urbana da cidade do Recife

Silva et al. (2009) verificaram a eficiência de dois tipos de revestimentos permeáveis compostos por blocos de concreto. Foram avaliadas experimentalmente: (i) revestimento com blocos maciços e (ii) revestimento com blocos vazados. Para cada tipo de revestimento foram instaladas parcelas de 1m², variando-se o valor da declividade longitudinal e o estado de compactação do substrato. Parte dessas parcelas foi submetida à passagem de veículos e recebeu aporte de sedimentos sobre sua superfície. Por meio da aplicação de chuvas artificiais sobre as parcelas, foi possível caracterizar a evolução temporal das lâminas escoadas e determinar os coeficientes de escoamento. A partir dos resultados obtidos, constatou-se que a superfície com blocos vazados foi mais eficiente no controle da geração de escoamento, mesmo para a situação em que o substrato foi compactado e para valores elevados de declividades. Entretanto, verificou-se que o efeito da passagem de veículos, juntamente com a deposição de sedimentos, pode provocar a perda quase total de eficiência desse tipo de revestimento. Os resultados permitiram, também, identificar fatores que podem contribuir de forma predominante para a produção de escoamento superficial nesses revestimentos.
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Experimentação e modelagem do comportamento hidrodinâmico de um pavimento permeável

Experimentação e modelagem do comportamento hidrodinâmico de um pavimento permeável

O módulo experimental estudado por Castro, et al. (2013) e Jabur, et al. (2015) consiste em um estacionamento, construído em 2004, com área de 264m² e dividido em duas partes: metade revestida com asfalto poroso e a outra metade revestida de blocos vazados. Estabeleceu-se, desde a instalação do experimento, a não manutenção ou limpeza dos dois pavimentos, a fim de caracterizar o estado natural dos pavimentos brasileiros e definir a vida útil dos materiais. Castro, et al. (2013) monitorou o comportamento dos pavimentos por um período de 3 anos, de 2007 a 2009, durante 17 eventos de chuvas e comparou os resultados obtidos com os da 1º etapa de monitoramento realizada em 2005. Para o pavimento em asfalto poroso os escoamentos superficiais superaram em 455% os escoamentos obtidos na primeira etapa. Além disso, a partir do segundo semestre de 2008, não foi mais detectado armazenamento de água no reservatório de pedra sob este revestimento, o que indica a perda de capacidade de infiltração do asfalto poroso. O revestimento de blocos de concreto vazado, entretanto, continuou apresentando adequado controle do volume de escoamento superficial, apesar de superarem em 17% os valores encontrados na 1º etapa. A diferença comportamental entre os pavimentos era esperada, uma vez que os blocos possuem maior capacidade de retenção do escoamento mesmo quando a chuva excede a capacidade de infiltração dos mesmos. O estudo recomendou fortemente a adoção de medidas de manutenção periódicas para conservar a características de porosidade do revestimento de blocos e a tentativa de restauração da capacidade de infiltração do pavimento asfáltico.
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ANÁLISE DAS PROPRIEDADES DO CONCRETO PERMEÁVEL COM ADIÇÃO DE AGREGADO MIÚDO E RESÍDUO (CINZA DE MADEIRA)

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES DO CONCRETO PERMEÁVEL COM ADIÇÃO DE AGREGADO MIÚDO E RESÍDUO (CINZA DE MADEIRA)

b) Aglomerantes: O principal ligante hidráulico utilizado como aglomerante em concretos permeáveis é o cimento Portland. Além deste, materiais suplementares como cinza volante, escória granulada de alto forno moída e sílica ativa, são também empregados com a finalidade de melhorar as características mecânicas do produto final. Cabe lembrar que as proporções com que esses aditivos são incorporados à mistura devem ser cuidadosamente observadas, uma vez que se deve garantir que o produto final possua vazios suficientes e boa condutividade hidráulica, parâmetro esse de suma importância para o correto funcionamento do sistema de pavimento permeável;
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Análise comparativa e comportamental de substrato rígido para telhado verde com uso de concreto permeável

Análise comparativa e comportamental de substrato rígido para telhado verde com uso de concreto permeável

O traço, em volume, pré-determinado para ser utilizado no experimento foi 1:0,5:3:0,5 (cimento, areia, argila expandida e fator água cimento) o tipo de cimento utilizado CPII Z 32 e a dimensão máxima da argila utilizada foi 25mm, em razão de ensaios realizados em experimentos anteriores essa proporção ter apresentado melhores características de trabalhabilidade e absorção de água. Para verificar a durabilidade do concreto, foram moldados corpos de prova cilíndricos 10x20 cm (diâmetro x altura), capeados com neoprene por sua superfície apresentar irregularidades, para determinação da resistência à compressão sendo ensaiadas três amostras aos 3, 7 e 28 dias de idade.
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Acompanhamento de recuperação estrutural de pavimento  urbano de concreto e análise dos materiais empregados

Acompanhamento de recuperação estrutural de pavimento urbano de concreto e análise dos materiais empregados

O tipo de equipamento que será utilizado para o espalhamento do concreto está intimamente ligado à execução da placa de concreto. Todas as outras definições para a implantação dos canteiros de obra dependem desta especificação. PITTA (1998) cita que a utilização de equipamentos de alto rendimento (pavimentadoras de formas deslizantes e centrais de concreto de grande capacidade de produção) é um recurso com grandes benefícios técnicos e econômicos que merecem especial atenção durante o processo de seleção de equipamentos no que concordam também DALIMIER e LUCO (1998). As especificações técnicas do DNIT e as normas técnicas da ABNT definem separadamente cada processo executivo, e as devidas correlações com os tipos dos equipamentos, inclusive equipamentos de pequeno porte.
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Análise do comportamento físico mecânico do concreto permeável com substituições parciais do agregado natural por RCC

Análise do comportamento físico mecânico do concreto permeável com substituições parciais do agregado natural por RCC

O concreto permeável, como citado anteriormente na revisão bibliográfica, possui uma granulometria aberta, isto é, somente um tipo de material, ao adicionar o RCC na mistura, insere-se uma nova granulometria. Como apresentado, o RCC possui uma curva granulométrica própria para cada caso, pois não é um agregado natural e uniforme, gerando um preenchimento dos vazios gerados pela brita 0. Esse preenchimento melhora a interface da pasta com o agregado, conferindo à mistura um ganho de resistência.

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Resíduo de garrafão de agua inserido em pavimento de concreto como agente de reforço da matriz

Resíduo de garrafão de agua inserido em pavimento de concreto como agente de reforço da matriz

Diante da situação problemática presenciada pela população mundial decorrente da falta de práticas de reciclagem, a poluição urbana vem crescendo consideravelmente. A reciclagem precisa estar mais presente no cotidiano das pessoas e das indústrias para que o meio ambiente “respire” de forma mais saudável. Pretendendo coadjuvar com o tema, busca- se avaliar a reutilização do rejeito de garrafão de água (GA) de polipropileno como fibras com o intuito de contribuir para reforço de concreto em pavimento. O estudo pelo resíduo em questão, se deu através de uma visita a uma fábrica de reciclagem do Munício de Ananindeua/PA, onde verificou-se um volume considerável de garrafões de água mineral estocados, não podendo mais voltar ao setor alimentício, uma vez que, encontravam-se com prazo de validade ultrapassado e/ou com avarias. O trabalho resume-se em avaliar tanto as características físicas, mecânicas e químicas do resíduo quanto as características mecânicas do concreto reforçado com a fibra de GA (compressão simples, tração por compressão diametral, tração na flexão, análise de tenacidade e módulo de elasticidade), conforme normas vigentes para as idades de 28, 56 e 84 dias. De acordo com os resultados preliminares dos materiais, foram elaborados concretos com adições de 0%, 0,5%, 1,0% e 2,0% de resíduo de garrafão de água e outro para efeito comparativo com a inserção de 0,5% (orientação do fabricante) de microfibras comerciais de polipropileno. Adotou-se como referência um traço de concreto (c:a:b:a/c - 1:2,36:3,33:0,42) utilizado para pavimentação rígida destinado à tráfego pesado em Belém/PA com f ct,k = 4,50MPa. De forma geral os resultados apresentados
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Comparativo técnico-econômico de pavimento em concreto asfáltico e em paver: estudo de caso

Comparativo técnico-econômico de pavimento em concreto asfáltico e em paver: estudo de caso

A mistura preparada e já umedecida na usina deve apresentar-se homogênea ao sair do misturador e, ao chegará pista, deve ser distribuída pelo equipamento adequado, em camadas uniformes. Nessa operação, deve-se verificar se não existem sulcos ou saliências que, após a compressão, possam provocar ondulações na superfície da base. Nas áreas em que haja dificuldade ou impedimento da distribuição com o distribuidor próprio, poder-se-á realizar essa operação manualmente. Após o espalhamento da mistura, inicia-se a compactação, a qual deve começar das bordas para o centro de modo que o rolo cubra, em cada passada, pelo menos metade da largura correspondente à passada anterior A compactação deve ser feita até que a massa específica aparente atinja o valor previsto no projeto do pavimento. A umidade deve ser contínua por todo o trecho em obras, e deve ser mantida dentro dos limites de tolerância previstos nas normas construtivas (SENÇO, 2001).
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Estudo da resistência mecânica do concreto permeável com substituição de agregado natural por agregado reciclado

Estudo da resistência mecânica do concreto permeável com substituição de agregado natural por agregado reciclado

Esta diferença está associada a pequena ou nula quantidade de agregados miúdos na sua composição, o que proporciona uma superfície mais rugosa, elevando o coeficiente de atrito. Este tipo de textura pode trazer benefícios relativos à segurança dos usuários, principalmente em períodos chuvosos ou em ocorrência de neve e gelo na pista, uma vez que, além do maior coeficiente de atrito atribuído à estrutura mais rugosa, a condição permeável do concreto pode ser bastante efetiva na diminuição dos riscos de hidroplanagem. Isso ocorre porque a água proveniente das intempéries percola pelo revestimento permeável do pavimento não permanecendo na sua superfície, o que evita a formação de poças d’agua e diminui a ocorrência do fenômeno de spray. (BETEZINI, 2013, p. 31).
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PORFÍRIO_Análise técnica de estruturas em concreto armado, de pavimento com laje cogumelo

PORFÍRIO_Análise técnica de estruturas em concreto armado, de pavimento com laje cogumelo

Outro sistema estrutural, conhecido como laje cogumelo, é composto por lajes, vigas e pilares, entretanto, as vigas poderão ser dispostas apenas nas bordas externas do pavimento. Desta forma, as lajes internas transmitem o carregamento diretamente aos pilares, sem intermediação das vigas. Este sistema apresenta algumas vantagens técnico-econômicas em relação aos sistemas convencionais, que serão validadas durante a pesquisa na qual este trabalho é pertencente. As vantagens descritas por Carvalho e Pinheiro (2009) são: simplificação da concretagem e armação, redução de custos resultante do tempo de execução, redução da altura do pé direito e, consequentemente, a altura total do edifício. Estas vantagens podem ser questionadas, pois este sistema poderá aumentar a instabilidade global ao edifício, causando um consumo expressivo no volume de concreto e aço, principalmente pelo acréscimo das geometrias dos pilares. Uma análise mais complexa dos caminhos das tensões é necessária, pois a edificação não recebe apenas cargas verticais, recebe também as cargas horizontais, principalmente oriundas das forças do vento, que podem gerar solicitações em todos os planos. Por este motivo, se desenvolveu a análise na forma de pórticos, em que todos os elementos (lajes, vigas e pilares) estão engastados por meio de conexões rígidas e juntas formam um pórtico espacial de estrutura de contraventamento.
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Utilização do resíduo da retífica de cerâmica de revestimento na produção de concreto para pavimento intertravado

Utilização do resíduo da retífica de cerâmica de revestimento na produção de concreto para pavimento intertravado

Devido a intensificação das rotas comerciais, as peças de revestimento e os processos construtivos destes pavimentos foram evoluindo ao longo dos anos. O assentamento de pedras talhadas dispostas em fileiras apareceram nos meados do século XVIII e já evidenciavam o cuidado para que as juntas entre as peças tivessem o mínimo de espessura entre elas. Posteriormente estas juntas passaram a ser seladas com cimento Portland ou com uma mistura de areia e asfalto. O assentamento destas peças é efetuada sobre uma densa camada de areia e as juntas chegam a ter 20mm entre as pedras. Este tipo de pavimento é mais conhecido como paralelepípedos e ainda hoje é empregado em muitas localidades do interior do Brasil. Anterior aos paralelepípedos, os revestimentos denominados de “pé-de-moleque” chegou ao Brasil trazido pelos portugueses no século XVII. Este tipo de revestimento é composto de pedras de formato irregular e medindo até 50cm podem ser vistas em várias cidades históricas brasileiras (MULLER, 2005).
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Avaliação estrutural de pavimento de concreto continuamente armado de curta extensão para corredores de ônibus

Avaliação estrutural de pavimento de concreto continuamente armado de curta extensão para corredores de ônibus

Apesar de sua maior taxa de armadura em relação às seções 3 e 4, a seção 1 apresenta o local (P1.1) com a maior deflexão máxima (38x10-2 mm) – bastante superior ao se- gundo colocado, o ponto P4.1 (seção 4) com 31,4x10-2 mm; isso ocorre porque há um afundamento no pavimento inter- travado na junta com a pista experimental. Esse defeito já causou o escalonamento e a quebra do canto da placa. Tam- bém é interessante notar que os dois locais com os maiores deslocamentos são aqueles de acesso do veículo do pavi- mento intertravado para a pista experimental. Quanto ao formato, salvo a bacia P1.1, as bacias aparentam um con- torno típico de pavimentos rígidos com uma diminuição de deflexões suave através dos leitores.
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Avaliação de perfil longitudinal de pavimento de concreto de cimento Portland com perfilômetro inercial a laser

Avaliação de perfil longitudinal de pavimento de concreto de cimento Portland com perfilômetro inercial a laser

A estrutura dimensionada para o pavimento de CCP do trecho experimental apresenta: Sub-base em Concreto Compactado com Rolo (CCR) com 10 cm de espessura, com resistência característica do concreto à compressão (fck) mínima de 5 MPa aos 7 dias de cura; Placa de Con- creto de Cimento Portland (CCP), com 21 cm de espessura e comprimento máximo de 5,00 m, compostas por barras de transferência e ligação, e concreto com resistência à tração na flexão (fctmk) mínima de 4,5 MPa aos 28 dias de cura. Cabe esclarecer que a camada de CCR certamente exerce a função de base na estrutura deste pavimento, contudo foi definida neste trabalho como sub-base para se adequar à no- menclatura do projeto e também as adotadas pelo Departa- mento de Infra Estrutura de Transportes (DNIT) e pela As- sociação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).
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Adição de Cinza de Madeira em Concreto Compactado com Rolo como Sub-base de Pavimento Rígido

Adição de Cinza de Madeira em Concreto Compactado com Rolo como Sub-base de Pavimento Rígido

No cenário nacional observa-se uma crescente demanda por infraestrutura da malha rodoviária, bem como a necessidade de métodos mais eficientes tanto do prisma econômico, quanto ambiental. Este trabalho busca estudar a viabilidade de aplicação de um resíduo sólido urbano, a cinza de madeira, como adição mineral inerte na tecnologia de Concreto Compactado com Rolo para sub-base de pavimentos rígidos. Para isto foram analisadas três diferentes formulações, substituindo o agregado miúdo por cinza de madeira em proporções de 0%, 15% e 25%, mantendo a mesma umidade para todas as misturas. Os materiais foram caracterizados por meio de ensaios de granulometria, absorção de água e massa específica. No estado fresco o concreto foi submetido ao ensaio de consistência e após endurecidos à ensaios de resistência à compressão simples, porosidade aberta, absorção de água e densidade aparente. Observou-se que com o aumento do teor de cinzas a porosidade aberta e absorção de água do concreto tende a aumentar, enquanto a resistência à compressão simples e densidade aparente decrescem. Dado que as formulações com cinzas não atingiram a resistência mínima necessária especificada em norma, trabalhos futuros podem explorar misturas com maior relação água/cimento, e ainda menor percentual de cinzas, para que a concentração ideal possa ser encontrada.
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