Pedro Reis

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Subcomissário Pedro Reis

Subcomissário Pedro Reis

Uma vez que o estudo se baseia na análise da tomada de decisão em contexto naturalista, foram examinados decisores experientes durante o desempenho da sua mis- são, uma ve[r]

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Entrevista ao arquiteto Pedro Reis

Entrevista ao arquiteto Pedro Reis

Entre o 1ºano e o 2ºano houve um interregno de um ano, fui para a tropa e quando voltei já vinha com mais maturidade e também já apanhei na turma outras pessoas. Conheci o Nuno Brandão Costa, que depois foi sempre um dos meus amigos mais próximos, o Francisco Vassalo e muitos outros. Criámos aí um novo grupo de amigos, já diferente do grupo que tinha inicialmente, mas tive sempre esta relação com os alunos mais velhos e que andavam mais à frente, o José Adrião, o Paulo Seco, o Pedro Pacheco, o Francisco Vieira de Campos e a Cristina Guedes. Parte deste grupo tinha começado a fazer um atelier que era o Atelier dos Almadas, que era um atelier fantástico porque nós estávamos todos fora de Lisboa – e como apanhámos a transição entre as Belas-Artes e o novo Pavilhão Carlos Ramos, o espaço da escola era um bocado exíguo e, portanto, não havia grandes condições para trabalhar – era de facto um universo de grande intensidade! Nós quase tínhamos uma escola paralela. Numa segunda fase, entrei para esse atelier e aquilo era a nossa segunda casa. Divertíamos, obviamente, mas o trabalho era o centro da nossa vida.
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RUN   Dissertação de Mestrado   Pedro Reis

RUN Dissertação de Mestrado Pedro Reis

Em resumo e para concluir, pode-se afirmar que , como foi referido ao longo do trabalho, a questão das listas e dos tempos de espera é uma questão complexa, claramente c[r]

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O ENSINO DE CIÊNCIAS EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS A PARTIR DOS SABERES LOCAIS EM UMA COMUNIDADE RIBEIRINHA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AM

O ENSINO DE CIÊNCIAS EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS A PARTIR DOS SABERES LOCAIS EM UMA COMUNIDADE RIBEIRINHA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AM

A relevância de um trabalho de incorporação dos saberes locais dos estudantes da escola Pedro Reis voltado ao Ensino de Ciências em espaços não formais seria uma das propostas que poderiam vir a ser incluída no currículo escolar pela necessidade de incorporação de saberes sobre terra, água, floresta e uma infinidade de elementos naturais que fazem parte do dia a dia dos estudantes. Para Delizoicov, Angotti e Pernambuco (2011, p.127) “A ciência não é mais um conhecimento cuja disseminação se dá exclusivamente no espaço escolar, nem seu domínio está restrito a uma camada específica da sociedade, que a utiliza profissionalmente”. É nesse contexto e dialogando com tais pressupostos que situamos a experiência pedagógica realizada em espaços não formais com os estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental da Escola Pedro Reis Ferreira, buscando enfatizar seus saberes locais no contexto do Ensino de Ciências.
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Fossos geracionais na aprendizagem escolar: nativos digitais e imigrantes digitais

Fossos geracionais na aprendizagem escolar: nativos digitais e imigrantes digitais

3 Pedro Reis é Professor Associado da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais na Universidade Fernando Pessoa (Porto, Portugal), Coordenador Pedagógico da UFP-UV (Universidade Virtual), cofundador e investigador do Centro de Estudos Sobre Texto Informático e Ciberliteratura, investigador do projeto PO-EX 70-80 – Arquivo Digital e Literatura Portuguesa Experi- mental, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Desenvolveu um Pós-Doutoramento em e-learning, com a colaboração do Departamento Instructional Technology and Distance Education (ITDE), da Nova Southeastern University (NSU), (Flórida, EUA). Atualmente é consultor em e-learning para as organizações das Nações Unidas, UNITAR e AIEA. É sub-diretor da revista Cibertextualidades (Edições UFP). Os seus principais interesses de investigação são Ciberliteratura, Humanidades e Informática e e-Learning. Publicou vários livros e artigos e proferiu palestras em Portugal, Suécia, Irlanda, EUA, França, Brasil, Espanha, Holanda, Itália, Senegal e Alemanha. Contacto: preis@ufp.edu.pt
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Rui Torres e Luís Carlos Petry

Rui Torres e Luís Carlos Petry

Após esse “prelúdio dialogante”, Pedro Reis propõe umas oportunas “Notas sobre Alletsa- tor: o retomar da viagem – sintetizador poéti- co, ciberdrama e hipermédia”. O texto destas notas apoia e reforça as ideias expressas nas entrevistas, sendo agora apresentadas de um modo mais organizado e linear. Nessas pági- nas, o autor propõe uma abordagem panorâ- mica de parte do percurso criativo de Pedro Barbosa - precisamente a parte que ajudará o leitor a compreender o seu papel incontorná- vel no panorama da ciberliteratura em língua portuguesa. Deste modo, serve este texto como uma verdadeira introdução, esclarecida e esclarecedora, das várias etapas que consti- tuem as muitas facetas de AlletSator.
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Rev. Sociol. Polit.  vol.19 número40

Rev. Sociol. Polit. vol.19 número40

Pedro José Floriano Ribeiro (Ufscar) ad hoc. Pedro Robson Pereira Neiva (Cebrap) ad hoc[r]

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Emancipado Dédalos

Emancipado Dédalos

Borges espera por mais detalhes, mas Pedro não tem muito mais para informar. — Só disse, prosseguiu Pedro diante do constrangimento, que voltaria para rever os filhos[r]

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LIVRO PRIMEIRO DAS SAUDADES DA TERRA

LIVRO PRIMEIRO DAS SAUDADES DA TERRA

“ de Lançarote e Senhor de Forteventura, vid. Augustinho de Herrera (Dom), conde de Forteventura e Lançarote. “ de Vila Real, vid. Pedro de Menezes (Dom). Marsílio Fiscino, florentino ................ 112, 113 Marte ....................................................... 19

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O regime salazarista revisto por Saramago em O ano da morte de Ricardo Reis

O regime salazarista revisto por Saramago em O ano da morte de Ricardo Reis

Fernando Pessoa sente uma certa amargura de ter percebido essa realidade no momento em que ele já não pode fazer mais nada, embora possua a autoridade e a liberdade que a morte lhe confere, pois está livre de todas as influências que um homem inserido num contexto social pode sofrer. É ele agora que vê a vida à distância, mas de modo mais crítico. A distância lhe trouxe a capacidade de desvendar o que está subjacente aos acontecimentos políticos e comportamentos huma- nos, desmascarando, assim, as incoerências transmitidas pelos meios de comunicação. Reis estranha sua nova maneira de ver o mundo:
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A escrita de Maria Firmina dos Reis: Soluções para um problema existencial

A escrita de Maria Firmina dos Reis: Soluções para um problema existencial

4 Maria Firmina dos Reis nasceu na província do Maranhão, em 1825. Filha ilegítima e afrodescendente, mora com a irmã, a mãe e a tia, além da avó. Criada, assim, em uma casa de mulheres, faz concurso estadual em 1847, sendo a única aprovada para instrução primária na Vila de Guimarães, onde passa a residir, na casa construída pela tia. Morando e lecionando na casa, Firmina era reconhecida como Mestra Régia, em outras palavras, professora formada e concursada, e leciona as Primeiras Letras até se aposentar após trinta e cinco anos, em 1881. Um ano antes da aposentadoria, entretanto, funda em Maçaricó, perto de Guimarães, uma escola mista e gratuita, onde dá aulas para aqueles que não podiam pagar. Tal experimento, uma ousadia para a época, misturava alunos de sexos distintos, mas não apenas: ela dava aulas em um barracão de propriedade de um senhor de engenho, ensinando as filhas do proprietário, mas levando consigo outros alunos. Outros, ainda, vinham das redondezas e aproveitavam para se ajuntar aos primeiros. Em uma época em que escolas mistas eram quase inexistentes, a professora inovava, misturando alunos de sexos e também de classes sociais distintas. (TELLES, 2006, p. 412)
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Cad. Pesqui.  vol.43 número148

Cad. Pesqui. vol.43 número148

O artigo de Márcia Buss-Simão suscita o questionamento dos es- tereótipos maniqueístas de gênero, que obscurecem a sensibilidade, a afetividade e as emoções masculinas, assim como as dimensões guer- reiras e heroicas femininas, ou então que minimizam a inspiração e o prazer proporcionado pelas diferenças. Se o texto trata de pesquisa que olha meninos e meninas na creche, nos interstícios do artigo de Maria Celeste Reis Fernandes de Souza e Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca também se pode refletir sobre essas questões, em um grupo de mulheres e homens que trabalham na dura condição de catadores, mas que encontram espaço, em sua associação, para frequentar a Educação de Jovens e Adultos e aí buscar se apropriar do conhecimento matemá- tico escolar que, de algum modo, parece contribuir para as práticas de numeramento que enfrentam na sua vida sofrida.
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A M DE ABREU

A M DE ABREU

Mesmo não sendo comum nas folias de Uberlândia e do Distrito de Martinésia, em algumas cidades do Triângulo Mineiro ainda existe a presença do palhaço, figura polêmica que pode em uma mesma situação ser admirado ou odiado pelas pessoas, como observamos nas palavras de Maria Clara T Machado: "(..) a figura mais controvertida da Folia de Reis é a do palhaço. Fruto da imaginação popular, a existência do palhaço conhece interpretações diferenciadas. Para uns, ele tem parte com o diabo, fazia parte do exército de Herodes como soldado e durante o caminho
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Automatic identification of whole-part relations in Portuguese

Automatic identification of whole-part relations in Portuguese

2.4 Output of LX Semantic Role Labeller on the sentence: O Pedro lavou a cara do João (lit: Pedro washed the face of João) ‘Pedro washed João’s face’.. 16.[r]

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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: As viagens de D. Pedro II à Província de Minas Gerais em 1881 : festividades, política e ciência.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: As viagens de D. Pedro II à Província de Minas Gerais em 1881 : festividades, política e ciência.

minerais. Tem regiões fertilíssimas por todas as culturas mesmo para o trigo de que comi muito bom pão. A escola de Minas pode servir de modelo. O Gorceix prestou um grande serviço ao Brasil. Acompanhou-me quase sempre de modo que foi quase uma contínua lição de mineralogia e de geologia. Leis e conferência de Gorceix sobre as riquezas mineralógicas de Minas [Há publicada?] no diário do Rio. Recomendo-lhe a leitura da viagem de Auguste Saint Hilaire na província de Minas. Observa muito bem tudo e suas reflexões tem amor para aplicação. [...] Diga á Condessa a que talvez me [escapasse?] uma carta que lhe escrevi, sobretudo recomendo a Ela e a Dominique a leitura de Saint Hilaire e da conferência de Gorceix, que provavelmente mandarei a Gaston o 1º nº interessantíssimo do Ano da Escola de Minas. As estradas de ferro vão continuando. [ilegível] e creio que com algum resultado [ilegível] de Goiás e Mato Grosso. O Buarque é muito inteligente e [ético?]. [Vim achar?] e edificar escola de Medicina transformando com grande proveito nosso ensino. [...] Gosto de ver que os fazendeiros de café em Minas perto da província do Rio já vão assalariando gente livre. [A informação?] pública em Minas [não vai?] bem. Má [ilegível] dependendo de como que não é tão necessário. Pensam em ramais de estrada de ferro do Pedro 2° que [ilegível] terá de seguir até o rio de S. Francisco para o das Velhas só com igual dispêndio [ilegível] regular e franca a vapores mesmo pequenos. Tomei nota de tudo; mas [umas não?] pude
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Machado Assis Linha  vol.9 número18

Machado Assis Linha vol.9 número18

ARNON SÁVIO REIS DE OLIVEIRA. PATRÍCIA VALADÃO ALMEIDA DE OLIVEIRA.[r]

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Educação Ambiental extra-fronteiriça: fenomenologia da festa do Brasil e Japão

Educação Ambiental extra-fronteiriça: fenomenologia da festa do Brasil e Japão

Nas atividades realizadas nas Festas de Outono da Ilha de Noto no Japão, bem como nas Festas de São Pedro no Pantanal de São Pedro de Joselândia no Brasil, verificamos a vivência do currículo fenomenológico d a Educação Ambiental Pós-Crítica. São celebrações espirituais que desafiam o racionalismo exagerado, acolhendo outras formas de se pensar, fazer e sentir a educação ambiental. Não têm a pretensão de dar um veredito final, mas se dinamizam, e a cada período, se ressignificam ao lume das invenções, mudanças e ajustes cotidianos. Em outras palavras, as festas religiosas são momentos de multiplicidades criadoras que se expressam por meio de várias linguagens como peças do vestuário, aroma da gastronomia, emoção da musicalidade, dança dos corpos ou também pelos rituais de silêncios.
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A carta náutica de Piri Reis (Piri Reis Haritasi), 1513.

A carta náutica de Piri Reis (Piri Reis Haritasi), 1513.

tenha nascido entre 1465 e 1470, na cidade de Gelibolu, que a geografia ocidental chama de Galípoli, porto ativo e sede de importantes estaleiros, em razão de sua privilegiada situação nos Dardanelos, saída obrigatória das esquadras turcas para o mar Egeu e, logicamente, o Mediterrâneo (Figura 1). Sobrinho de Kemal Reis – pirata, corsário e, finalmente, almirante da Marinha Otomana –, Muhidin Piri alistou-se, aos 11 anos de idade, na guarnição da nau capitânia do tio. Sob a proteção deste, e graças à sua inteligência e capacidade de observação, em pouco tempo distinguiu-se entre os demais tripulantes, notadamente pela atenção que prestava à geografia mediterrânea.
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ERROR AND UNCERTAINTY IN THE ACCURACY ASSESSMENT OF LAND COVER MAPS by Pedro Alexandre Reis Sarmento

ERROR AND UNCERTAINTY IN THE ACCURACY ASSESSMENT OF LAND COVER MAPS by Pedro Alexandre Reis Sarmento

Table 5.5 - Land cover proportion intervals obtained for the core and support of the ideal case and interpreter-derived fuzzy intervals with seven linguistic values.. 78.[r]

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 Folha de rosto

Folha de rosto

Co-orientador: Rita Cristina Reis Carvalho. 2011.[r]

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