Peixes marinhos

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DNA barcodes de peixes marinhos da Europa: compilação de uma biblioteca de referência validada e investigação de padrões de divergência genética

DNA barcodes de peixes marinhos da Europa: compilação de uma biblioteca de referência validada e investigação de padrões de divergência genética

Ao longo dos últimos 5 anos foi publicado um número considerável de estudos envolvendo a utilização de DNA barcodes em peixes marinhos europeus. Pela sua abordagem, estes estudos poderão ser divididos em dois tipos: uns de âmbito mais regional e sem especificidade taxonómica, como são exemplos o estudo realizado no Mar do Norte (Knebelsberger et al., 2014), no Mar Mediterrâneo (Landi et al., 2014; Keskin and Atar, 2013) e na costa Portuguesa (Costa et al., 2012). O outro tipo de estudo tem um âmbito mais taxonómico, focando-se apenas numa família ou género, ou até mesmo numa espécie apenas. Foram também realizados vários estudos deste segundo tipo na Europa, como são exemplos o trabalho realizado sobre tubarões de águas profundas (Moura et al., 2008), sobre góbios (Knebelsberger and Thiel, 2014) ou raias (Lynghammar et al., 2014; Serra-Pereira et al., 2011). Contudo, apesar do número considerável de estudos efetuados nos últimos 5 anos, em nenhum deles é realizada uma síntese global dos dados gerados, nomeadamente envolvendo a compilação e anotação de uma biblioteca de referência de DNA barcodes de peixes marinhos a nível europeu. Deste modo é da maior pertinência coligir e confrontar a informação dispersa em múltiplos estudos, por forma a iniciar a construção de uma biblioteca de referência de larga escala para peixes marinhos europeus, a partir de todos os códigos de barras de DNA publicamente disponíveis para a região. O objetivo é analisar e anotar a consistência e fiabilidade de DNA barcodes obtidos de forma independente por vários grupos de investigação. Apesar da distância geográfica entre os espécimes desta ampla amostragem, resultados de estudos anteriores mostram a capacidade do DNA barcode para o diagnóstico de espécies de peixes marinhos, independentemente da distância geográfica (Ward et al., 2008; Zemlak et al., 2009).
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Catálogo dos Peixes Marinhos do Laboratório de Ictiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Parte I: Chondrichthyes (Rajiformes). Teleostei (Elopiformes a Dactylopteriformes).

Catálogo dos Peixes Marinhos do Laboratório de Ictiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Parte I: Chondrichthyes (Rajiformes). Teleostei (Elopiformes a Dactylopteriformes).

A coleção de peixes marinhos do Laboratório de Ictiologia (Departamento de Zoologia) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está composta por espécimes coletados [r]

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Impacto da acidificação dos oceanos no desenvolvimento embrionário e larvar de peixes marinhos

Impacto da acidificação dos oceanos no desenvolvimento embrionário e larvar de peixes marinhos

As posturas de diferentes espécies de peixes marinhos, Linguado (Solea senegalensis), Sargo (Diplodus sargus) e Corvina (Argyrosomus regius), foram obtidas a partir de lotes de reprodutores adaptados a cativeiro na Estação Piloto de Piscicultura de Olhão (EPPO) do IPMA, em Olhão. O período de recolha das posturas decorreu entre Fevereiro e Abril, tendo-se recolhidos 4 posturas de cada espécie (tabela I). Considerando a variação da temperatura ao longo da época de postura e o efeito que a temperatura tem no desenvolvimento embrionário foi decidido selecionar as posturas que apresentassem um padrão de sincronização de temperaturas mais próximas e de taxas de viabilidade dos ovos (%) mais elevadas. Desta forma a análise biométrica e histológica incidiu apenas em 2 posturas por espécie (tabela I). Após a recolha dos ovos, estes foram pesados, tendo-se separado a fração viável da inviável, por gravimetria, pesando-se a fração viável. Após este procedimento cerca de 30 a 40 g de ovos foram devidamente acondicionados, num recipiente próprio para transporte de ovos, em que 2/3 do volume foi preenchido com oxigénio. As posturas foram enviadas no próprio dia para as instalações do ISPA, em Lisboa, tendo os horários de envio e de receção sido os mesmos para as diferentes posturas.
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Levantamento cariotípico em espécies de peixes marinhos costeiros de fundo arenoso (Osteichthypes, Perciformes)

Levantamento cariotípico em espécies de peixes marinhos costeiros de fundo arenoso (Osteichthypes, Perciformes)

Análises citogenéticas em peixes são importantes porque os mesmos compõem um grupo particular entre os vertebrados, ocupando posição central na evolução animal. A Ordem Perciformes, dominante nos ambientes marinhos e dulcícolas, constitui um modelo potencialmente útil na avaliação genética de populações, como também no entendimento de seus processos evolutivos. Apesar disto, ainda são escassos os estudos citogenéticos neste grande grupo, sobretudo para os habitantes de fundo arenoso e hábitos pelágicos. O presente trabalho se propôs a contribuir para a caracterização citogenética de nove espécies de peixes marinhos litorâneos de fundo arenoso do litoral do Rio Grande do Norte (Brasil), identificando os padrões evolutivos relacionados ao cariótipo nestas espécies e a existência de afinidades filogenéticas entre elas e outros Perciformes. Os animais foram coletados nas praias da Redinha, Ponta Negra e Búzios (Litoral do Rio Grande do Norte) e no Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Posteriormente foram submetidos às técnicas citogenéticas que consistem em estimulação mitótica, obtenção de cromossomos mitóticos, seguida por técnicas de coloração convencional (Giemsa) e bandamentos cromossômicos (Ag-RONs e bandamento C). Número diplóide e número fundamental iguais a 48 foram observados na maioria das espécies: Menticirrhus americanus, Ophioscion punctatissimus, Pareques acuminatus (Sciaenidae); Chloroscombrus chrysurus (Carangidae); Echeneis sp. 2 (Echeneidae); Archosargus probatocephalus (Sparidae) e Orthopristis ruber (Haemulidae). Trachinotus goodei (NF=52) (Carangidae) e Echeneis sp. 1 (Echeneidae) (NF=54) apresentaram uma variação no NF, mantendo-se constante um número diplóide igual a 48. As RONs estavam situadas em posição pericentromérica em todas os scianídeos, e nas espécies Echeneis sp. 2 (22° par), O. ruber e A. probatocephalus (1q par), coincidindo com grandes blocos heterocromáticos em M. americanus (1q par), P. acuminatus (2q
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PEIXES MARINHOS DAS ÁGUAS COSTEIRAS DE PONTA NEGRA, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

PEIXES MARINHOS DAS ÁGUAS COSTEIRAS DE PONTA NEGRA, RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

RESUMO: A praia de Ponta Negra, localizada no município de Natal, Rio Grande do Norte, abriga uma grande diversidade de peixes de importância econômica e ecológica. Estes recursos vêm sofrendo com a destruição de seus ecossistemas devido às atividades antrópicas, em especial a alta especulação imobiliária, ao despejo de esgoto e a pesca predatória. O objetivo deste trabalho foi verificar a composição das espécies de peixes encontradas na região costeira da praia de Ponta Negra, Natal, Rio Grande do Norte. O período de coleta estendeu-se de abril a julho de 2011, durante o qual foram capturados e analisados 46 espécimes dos peixes marinhos, abordando aspectos referentes à identificação taxonômica das espécies. Observou-se a presença de sete ordens (Clupeiformes, Siluriformes, Beloniformes, Perciformes, Pleuronectiformes, Tetraodontiformes e Mugiliformes), 13 famílias (Pristigasteridae, Clupeidae, Engraulidae, Ariidae, Hemiramphidae, Carangidae, Gerreidae, Haemulidae, Polynemidae, Sciaenidae, Paralichthyidae, Tetraodontidae e Mugilidae) e 20 espécies de peixes marinhos. Os resultados do presente trabalho podem enriquecer o conhecimento da ictiofauna de águas costeiras de Natal, Rio Grande do Norte.
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Concentração e retenção do selênio em peixes marinhos.

Concentração e retenção do selênio em peixes marinhos.

Cappon (1990) relatou retenção de 36,5-51,3% para o Se contido em peixes marinhos após a extração em água, ou seja, um valor bem menor que o do presente trabalho (68,81%) (Tabela 2). Resultados conflitantes foram relatados na literatura, observados em pescado, obtidos quando empregados meios de extração envolvendo tampões, do que tudo indica por maior ou menor extratividade das proteínas presentes. Maher (1985) verificou que o Se estava predominantemente associado com reflexo dos hábitos alimentares das espécies envolvidas. No

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Checklist dos peixes marinhos do Estado de São Paulo, Brasil.

Checklist dos peixes marinhos do Estado de São Paulo, Brasil.

Resumo: O número de espécies de peixes marinhos listadas para a costa do estado de São Paulo é razoavelmente alto em comparação com outras áreas do Brasil com extensão semelhante, a maior parte representada por espécies demersais que resultaram de coletas realizadas ao longo da plataforma continental. Espécies de fundos rochosos e áreas de recifes e de regiões profundas do oceano são menos abundantes. Como o inventário ainda é incompleto e nenhum projeto foi realizado através do programa BIOTA/FAPESP, espera-se que grupos de pesquisa engajados no estudo de sistemática, biologia e outros aspectos relativos aos peixes marinhos sejam estimulados a contribuir para aumentar o conhecimento atual do grupo.
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Estratégias reprodutivas de peixes marinhos do Oceano Atlântico sudoeste: uma aplicação...

Estratégias reprodutivas de peixes marinhos do Oceano Atlântico sudoeste: uma aplicação...

The oocyte development, ovary organisation, oocyte size-frequency distribution, oocyte diameter variation, occurrence of the ovary phases during ovarian maturation, quantificatio[r]

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Ciclo zooplanctónico em tanques de terra usados para aquacultura de peixes marinhos em sistema multitrófico integrado (IMTA)

Ciclo zooplanctónico em tanques de terra usados para aquacultura de peixes marinhos em sistema multitrófico integrado (IMTA)

5 baseada no conceito de utilização total de diferentes nichos tróficos e espaciais de um tanque, de modo a obter o máximo de produção de peixes por m 3 . Assim sendo, a combinação de diferentes espécies de peixes compatíveis e de diferentes nichos tróficos e espaciais, permite um aproveitamento mais eficiente dos recursos alimentares naturais disponíveis no tanque. Do ponto de vista económico, são sistemas considerados atrativos pois procedem à eliminação eficiente dos ditos resíduos e a biomassa obtida apresenta uma grande qualidade (Adain, 2006; Neori et al., 2004 in Barrington et al., 2009; Chopin e Robinson, 2004, Chopin, 2006 in FAO 2009). Um dos conceitos fundamentais deste tipo de sistema (IMTA) está não só associado aos benefícios económicos, mas também aos benefícios para o próprio sistema de produção e para o ambiente envolvente (Butterworth, 2009).
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Inferências carioevolutivas sobre grupos crípticos de peixes marinhos e estuarinos

Inferências carioevolutivas sobre grupos crípticos de peixes marinhos e estuarinos

Peixes recifais da Ordem Perciformes constituem um dos grupos de grande interesse quanto às suas características genéticas e citogenéticas, em função do seu padrão evolutivo dinâmico e nem sempre bem compreendido. Neste grupo existem exemplos de grande conservação cromossômica, em sua maioria, e de grupos que apresentam uma evolução cariotípica mais dinâmica. Um cariótipo com 2n=48 cromossomos acrocêntricos é considerado basal para este grupo, sendo considerados derivados cariótipos com outras fórmulas. Algumas de suas famílias apresentam maior diversificação cariotípica, como Apogonidae, para a qual não se dispunha de informações citogenéticas sobre qualquer representante no Atlântico Sul. Análises citogenéticas realizadas em Apogon americanus proveniente do litoral de Salvador-BA, Nordeste do Brasil. A espécie revelou um número diplóide modal de 2n=36 (12m+6sm+16st+2a; NF=66), com notável presença de pares de grandes cromossomos metacêntricos. Os sítios Ag-RONs estão localizados no braço curto do 9º par, em posição telomérica. Condição coincidente com os sinais de hibridação pelo FISH com sondas 18S. Os genes da subunidade 5S estão distribuídos em dois pares cromossômicos em condição não sintênica a subunidade ribossomal 45S. A heterocromatina está reduzida e localizada na posição pericentromérica na maioria dos pares cromossômicos. O padrão de replicação inicial revelou bandas longitudinais, com replicação tardia dos blocos heterocromáticos. Os dados obtidos sugerem uma evolução cariotípica mediada por fusões Robertsonianas e inversões pericêntricas. Apesar dos rearranjos estruturais no cariótipo, características composicionais e da estrutura cromossômica refletem características simplesiomórficas com outros clados Perciformes. 
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Mapeamento cromossômico de DNAs repetitivos com fins biotecnológicos em peixes marinhos e interesse comercial - Rachycentridae e Lutjanidae

Mapeamento cromossômico de DNAs repetitivos com fins biotecnológicos em peixes marinhos e interesse comercial - Rachycentridae e Lutjanidae

Lutjanidae  é  uma  família  de  peixes  carnívoros,  principalmente  marinhos,  distribuída  no  Atlântico,  Índico  e  Pacífico.  Para  o  litoral  brasileiro  são  descritas  12  espécies  sendo  nove  pertencente  ao  gênero  Lutjanus,  uma  ao  gêneros  Ocyurus,  uma  a  Rhomboplites  e  uma  ao  gênero Etelis. As relações filogenéticas das espécies do Atlântico Ocidental paulatinamente  vem  sendo  melhor  estabelecidas.  Apesar  da  sua  importância  econômica  e  ecológica,  os  aspectos citogenéticos dos Lutjanidae ainda são incipientes. Aqui são apresentados dados de  mapeamento  cromossômico  dos  genes  ribossomais  18S  e  5S  e  da  histona  H3,  através  da  hibridização fluorescente in situ (FISH), em espécies de Lutjaninae, sendo quatro espécies de  Lutjanus  (L.  synagris,  L.  analis,  L.  jocu  e  L.  alexandrei)  e  em  Ocyurus  chrysurus.  Nestas  espécies, os sítios DNAr 18S e 5S em geral são simples, sendo encontrados sítios múltiplos de  DNAr 18S apenas em L. jocu e L. alexandrei. Em três espécies analisadas, os genes DNAhis H3  apresentam‐se em um único locus, ou dois em L. jocu. Em Ocyurus chrysurus, uma notável  dispersão destas sequências em 22 pares cromossômicos. A elevada quantidade de sítios H3  DNAhis  sugere  uma  possível  associação  com  outras  sequências  repetitivas  no  genoma.  De  fato,  clusters  H3/DNAr  18S  e  H3/DNAr  5S,  revelam  regiões  cromossômicas  complexas,  portadoras de sequências repetitivas multifuncionais. As implicações da expansão genômica  de sequências das histonas H3 e sua funcionalidade são ainda desconhecidas e sugerem que  estes genes possam ser envolvidos em processos evolutivos estocásticos. 
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Considerações sôbre amostragem de peixes marinhos (II).

Considerações sôbre amostragem de peixes marinhos (II).

O comprimento médio da amostra grande, t anto aquela da primeira quanto da segunda viagem, foi comparado, respectivamente, com o comprimento médio das duas amostras es[r]

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Marcadores moleculares na análise de espécies e composição populacional de peixes marinhos de recifes de corais da família Pomacanthidae (Perciformes).

Marcadores moleculares na análise de espécies e composição populacional de peixes marinhos de recifes de corais da família Pomacanthidae (Perciformes).

Janeiro. Nessa região, águas profundas do Atlântico Central atingem a superfície, determinando uma mudança significativa dos parâmetros oceanográficos e de produtividade na região Sudeste-Sul (Vazzoler et al., 1999, MMA, 2003) que provavelmente limitam a dispersão de organismos aquáticos entre o Norte-Nordeste e Sudeste-Sul. Evidências similares foram identificadas em outras espécies aquáticas, como no camarão Litopenaeus schmitti (Maggioni et al., 2003) e no mexilhão Perna perna (Solé-Cava et al., 1992, Silva, 2002). Quanto às diferenças entre a população da Bahia em relação às demais localidades no Nordeste é possível que um conjunto de parâmetros ambientais (descarga de águas continentais e sedimentos de sistemas hidrográficos como o rio Doce, extensão de plataforma, etc.) exerça uma pressão seletiva diferenciada entre as regiões. Argumentos similares foram utilizados para explicar a variação geográfica nas assembléias de peixes recifais da costa brasileira (Floeter & Gasparini, 2000, Floeter et al., 2001, Joyeux et al., 2001). Além desses fatores, eventos históricos podem também ter um papel importante na estruturação populacional, como descrito em várias espécies marinhas (Bahri-Sfar et al., 2000, Aurelle et al., 2003, Barrell et al., 2004).
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Considerações sobre amostragem de peixes marinhos (I).

Considerações sobre amostragem de peixes marinhos (I).

Para se determinar se ela é representativa do total desembarcado pelo barco, podem-se retirar duas ou mais amostras (medições de comprimentos), de tamanhos iguais,[r]

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ESTRATÉGIAS REPRODUTIVAS DE SETE ESPÉCIES DE PEIXES DAS ÁGUAS COSTEIRAS DO RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

ESTRATÉGIAS REPRODUTIVAS DE SETE ESPÉCIES DE PEIXES DAS ÁGUAS COSTEIRAS DO RIO GRANDE DO NORTE, BRASIL

O peixe-voador, Hirundichythys affinis (Günther, 1866), agulha-preta, Hemiramphus brasiliensis (Linnaeus, 1758), coró, Pomadasys corvinaeformis (Steindachner, 1868), tibiro, Oligoplites palometa (Cuvier,1832), serra, Scomberomorus brasiliensis Collette, Russo & Zavala- Camin, 1978, ariacó, Lutjanus synagris (Linnaeus, 1758) e tainha, Mugil curema Valenciennes, 1836, são espécies de peixes marinhos que apresentam importante valor econômico e social na pesca artesanal do Estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Essas espécies estão entre os mais importantes recursos pesqueiros distribuídos na região Nordeste do Brasil. A poluição dos ambientes marinhos costeiros e a pesca desordenada de recursos pesqueiros, tem causado uma redução de diversos recursos marinhos e estuarinos (VIEIRA; LIMA, 2003; OLIVEIRA, 2010; SILVA, et al., 2012). Desta forma, seus estoques estão sendo ameaçados pela pesca predatória, impactando as necessidades alimentares e econômicas dos pescadores artesanais, que retiram desses ecossistemas, parte de sua subsistência (DIAS et al., 2007; CHELLAPPA et al., 2010; CAVALCANTE et al., 2012; OLIVEIRA et al., 2012). Portanto, é considerado essencial realizar estudos que auxiliem na gestão desses recursos marinhos. Pesquisas sobre os aspectos reprodutivos de peixes têm servido de parâmetros para o entendimento dos mecanismos que envolvem a perpetuação das espécies e também para fornecer subsídios para a gestão pesqueira (MURUA et al., 2003; CAVALCANTE et al., 2012).
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