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Bem-estar no trabalho: relações com percepção de suporte organizacional e valores do trabalho em profissionais de tecnologia da informação

Bem-estar no trabalho: relações com percepção de suporte organizacional e valores do trabalho em profissionais de tecnologia da informação

Anteriormente à visão apresentada nestes estudos (Paschoal & Tamayo, 2008), Paz (2004) criou uma proposta para o bem-estar no trabalho considerando aspectos situacionais. A autora pressupõe que as características pessoais medeiam o impacto da organização sobre os indivíduos que nela trabalham, afetando, assim, o bem-estar dos empregados, dependendo da subjetividade de cada um. Sendo assim, são propostos dois polos principais: gratificação e desgosto. A gratificação seria composta por: Valorização do trabalho (percepção do próprio funcionário de que seu trabalho é importante, tanto para ele quanto para os outros); Reconhecimento pessoal (percepção do funcionário sobre ser admirado e recompensado por sua competência no trabalho); Autonomia (percepção do funcionário sobre a liberdade que possui para utilizar seu estilo pessoal na execução de seu trabalho); Expectativa de crescimento (percepção de possibilidade de desenvolvimento pessoal e profissional); Suporte ambiental (percepção do funcionário sobre existência de apoio material, social e tecnológico); Recursos financeiros (percepção de justiça na relação entre o trabalho que realiza e o salário que recebe); e Orgulho (sentimento de orgulho por fazer parte daquela organização).
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Valores organizacionais e suporte social no trabalho : a percepção dos servidores da Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

Valores organizacionais e suporte social no trabalho : a percepção dos servidores da Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

Esta dissertação teve como objetivo levantar a percepção do suporte social no trabalho enquanto elemento presente ou não nos valores organizacionais na perspectiva dos servidores de uma instituição federal de ensino superior. Para tanto foi utilizado um questionário contendo dois modelos, o Inventário de Perfis de Valores Organizacionais (IPVO) (OLIVEIRA E TAMAYO, 2004) e a Escala de Percepção de Suporte Social no Trabalho (EPSST) (GOMIDE JR., GUIMARÃES E DAMÁSIO, 2004) (apud SIQUEIRA E GOMIDE JR., 2008). O questionário foi aplicado junto aos servidores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), divididos em dois grupos, de acordo com sua lotação, sendo elas: “administrativa”, representando a parte de formulação e responsabilidade administrativa; e “unidades”, composto pelos setores que integram a execução da universidade. Os resultados encontrados permitiram identificar o perfil dos valores organizacionais por área de atuação, concluindo- se que na área “administrativa” eles são percebidos mais fortemente do que nas “unidades”, sendo “prestígio organizacional”, “conformidade” e “tradição” os que se destacaram. Em relação ao suporte social foi possível notar que para os participantes da pesquisa existe a percepção de todos os suportes sociais, porém os resultados indicam que os entrevistados não têm certeza se recebem ou não o suporte social. Com os dados obtidos para os dois modelos, utilizou- se a análise multivariada, tendo como variáveis independentes os valores organizacionais e como dependentes o suporte social. Os resultados encontrados mostram que há influências positivas e negativas em relação a “realização”, “conformidade”, “tradição”, “autonomia” e “preocupação com a coletividade”. O resultado foi em parte preocupante, pois o segundo colocado, “conformidade”, foi um valor fortemente identificado entre os servidores, influenciou de forma negativa o suporte social. Por outro lado, “Realização”, que influenciou de forma positiva, ficou apenas em quinto lugar. Salienta-se, portanto, a relevância dos valores em questão e suas interferências no ambiente organizacional, visto que sua influência positiva fortalece a percepção do suporte social dentro do grupo em questão, podendo facilitar os processos de mudanças e crises por meio de adaptações menos resistentes, inibindo o estresse causado pelo ambiente em que a pessoa se encontra. Por fim foram feitas sugestões para potenciar os resultados positivos e, na medida do possível, conscientizar os servidores quanto aos achados negativos.
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VALORES ORGANIZACIONAIS E SUPORTE SOCIAL NO TRABALHO: PERCEPÇÃO DOS COLABORADORES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA

VALORES ORGANIZACIONAIS E SUPORTE SOCIAL NO TRABALHO: PERCEPÇÃO DOS COLABORADORES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA

A pesquisa buscou identificar qual a influência dos valores organizacionais na percepção do Suporte Social no trabalho, sob a perspectiva dos colaboradores do TCE-RO. Considerando os valores organizacionais estudados, verificou-se que os valores predominantes na organização foram Conformidade e Realização, seguidos de Tradição. Esses resultados, além de serem potencialmente úteis para os gestores, podendo contribuir para o diagnóstico e planejamento do processo de mudança, conforme Oliveira e Tamayo (2004), também confirmam características empíricas verificadas em instituições da administração pública. Já os valores Autonomia e Bem-estar foram os que tiveram menor importância, o que revela pouco interesse por parte da organização em relação aos interesses individuais de seus servidores. Esse resultado confirma a concepção de que, nas instituições da administração pública, o interesse público predomina sobre o individual, tornando, assim, esses valores hierarquicamente menos importantes.
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Impacto da percepção de suporte organizacional e capital psicológico no bem-estar no trabalho

Impacto da percepção de suporte organizacional e capital psicológico no bem-estar no trabalho

Este estudo teve por objetivo testar um modelo no qual bem-estar no trabalho é explicado pela percepção de suporte organizacional e capital psicológico. Para isso, foram utilizados os seguintes instrumentos: Escala de Bem-Estar no Trabalho, Escala de Percepção de Suporte Organizacional e Inventário de Capital Psicológico, sendo a amostra composta por 227 trabalhadores. Dentre os resultados, identificou-se que otimismo, autoeficácia/esperança (capital psicológico) e a percepção de suporte organizacional constituiram-se como variáveis explicativas das vivências de bem-estar no trabalho. Dessa forma, o modelo não foi confirmado na íntegra, pois resiliência não apresentou relações significativas com BET. Além disso, somente otimismo apresentou poder explicativo sobre afetos positivos, afetos negativos e realização. Destaca-se que capital psicológico apresentou maior peso na predição de BET que percepção de suporte organizacional, exceto no caso de afeto negativo. Estes resultados indicam que tanto variáveis individuais quanto variáveis contextuais são importantes para explicar a prevalência de bem-estar no trabalho, assim como propõe a literatura da área.
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Síndrome de Burnout e suporte social no trabalho: a percepção dos profissionais de enfermagem de hospitais públicos e privados.

Síndrome de Burnout e suporte social no trabalho: a percepção dos profissionais de enfermagem de hospitais públicos e privados.

Salienta-se que, dada a importância desses dois temas, o suporte social no tra- balho e a Síndrome de Burnout têm sido enfatizados e, sistematicamente, discutidos no meio acadêmico, destacando-se o estudo realizado por Van Yperen (1998) cujo objeti- vo foi determinar, entre profi ssionais de enfermagem, se a equidade na relação entre empregador e empregado está relacionada ao suporte social informacional, partindo do pressuposto de que as percepções de desigualdade são acompanhadas de sintomas de exaustão. A referida pesquisa evidenciou maior vulnerabilidade à Síndrome nos pro- fi ssionais que percebem as desigualdades nas relações de intercâmbio de informações com a organização. Halbesleben (2006), também, analisou a relação entre as três di- mensões do Burnout e o suporte social oriundo do ambiente de trabalho e do ambiente externo. Como principais resultados, o autor identifi cou que o suporte social relacionado ao ambiente de trabalho apresentou grande associação com o esgotamento emocional. Esta temática assume uma importância ainda maior no contexto das organiza- ções hospitalares, especifi camente relacionada às equipes de enfermagem. Isto porque a grande demanda exigida no trabalho com cuidados de saúde, somada à pressão das relações com pacientes e familiares e a oscilação entre o sentimento de onipotência e impotência diante da morte ou recuperação dos pacientes acentuam, ainda mais, a incidência de Burnout nesses profi ssionais (SOBOLL, 2002). Assim, neste estudo, tem- se como foco a análise das interações existentes entre o suporte social no trabalho e a Síndrome de Burnout através da percepção dos profi ssionais de enfermagem, partindo da perspectiva de que o suporte no trabalho pode exercer infl uência na incidência da Síndrome, conforme evidenciado através de perspectivas teóricas.
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Exaustão emocional: relações com a percepção de suporte organizacional e com as estratégias de coping no trabalho .

Exaustão emocional: relações com a percepção de suporte organizacional e com as estratégias de coping no trabalho .

A exaustão emocional é considerada como o fator central do burnout. Diversas pesquisas mostram que características do ambiente de trabalho e do trabalhador estão associadas ao desenvolvimento da exaustão emocional. Este trabalho apresenta os resultados de uma investigação sobre dois aspectos importantes para o estudo da exaustão emocional: a percepção de suporte organizacional (PSO) e o coping no trabalho. 369 trabalhadores responderam uma escala de exaustão emocional, uma de PSO e outra de coping no trabalho. Os fatores gestão de desempenho, sobrecarga, suporte social e ascen- são e salários da escala de PSO e o fator escape da escala de coping revelaram-se preditores significa- tivos da dimensão exaustão psicológica da escala de exaustão emocional. A segunda dimensão desta escala, percepção de desgaste, só foi predita significativamente pelos fatores suporte social e sobre- carga da escala de PSO. Recomendações para lidar com a exaustão emocional são apresentadas.
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O efeito da disponibilização de benefícios organizacionais, da sua utilização e da percepção de suporte organizacional na facilitação do trabalho para a família

O efeito da disponibilização de benefícios organizacionais, da sua utilização e da percepção de suporte organizacional na facilitação do trabalho para a família

Actualmente, na maioria das famílias portuguesas ambos os membros do casal trabalham. Assim, os indivíduos participam simultaneamente no domínio do trabalho e no da família. Esta investigação foca-se na interface positiva entre o trabalho e a família. Neste sentido, verificou o efeito que a disponibilização e a utilização de benefícios organizacionais bem como a percepção de suporte organizacional, por parte dos trabalhadores, têm na facilitação do trabalho para a família. Por outro lado, estudou a influência da percepção de suporte organizacional enquanto variável moderadora da relação entre a disponibilização e a utilização de benefícios organizacionais. Os dados foram obtidos a partir de um questionário aplicado a 342 sujeitos, 171 casais heterossexuais, a viverem juntos e a exercerem uma actividade profissional. Os participantes possuíam diferentes profissões em organizações distintas. Os dados demonstraram, tal como foi previsto, que a disponibilização e a utilização de benefícios assim como a percepção de suporte organizacional predizem a facilitação do trabalho para a família. Além disso, os resultados indicaram que a relação entre a disponibilização e a utilização de benefícios organizacionais é moderada pela percepção de suporte organizacional. Deste modo, os resultados dão ênfase ao importante papel que as organizações possuem na facilitação do trabalho para a família. Neste sentido, as empresas deverão disponibilizar e dar suporte à utilização de benefícios, uma vez que estas políticas organizacionais poderão contribuir para o bem-estar dos seus colaboradores e consequentemente para o aumento da sua produtividade.
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Relação entre Percepção de Suporte Familiar e Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho

Relação entre Percepção de Suporte Familiar e Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho

Com o objetivo de avaliar os índices de saúde mental e os fatores psicossociais de risco, foi realizado um estudo com 400 trabalhadores de uma universidade do interior paulista, sendo 63% da amostra feminina, 49% casados e 55% com dependentes de zero a três anos. Para isso foi utilizado o SWS Survey (Self, Work and Social) que avalia o estresse ocupacional e os fatores de risco; os estressores e os fatores de apoio nas dimensões social, pessoal e trabalho. Com estudos de adaptação e validade no Brasil, os resultados encontrados sugerem que os índices de saúde mental aumentam conforme aumentam os fatores de apoio e diminuem os fatores de estresse. Os resultados denotaram ainda, que combinado ao excesso de trabalho, ser do sexo feminino favoreceu com que este grupo apresentasse mais fatores de risco e de estresse, ao passo que o sexo masculino apresentou maiores índices de saúde mental. Mesmo diante dos benefícios que o trabalho remunerado pode representar, verificou-se que o estresse contribuiu negativamente na vida das mulheres, o que pode ter refletido além do ambiente laboral. Hipotetiza- se que, por serem atribuídas às mulheres responsabilidades da casa, da família e dos filhos, essas podem se sentirem sobrecarregadas, ocasionando conflitos familiares. (Areias & Guimarães, 2004).
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Percepção de suporte organizacional, leader-member exchange e cumprimento do contrato psicológico no contexto do trabalho temporário

Percepção de suporte organizacional, leader-member exchange e cumprimento do contrato psicológico no contexto do trabalho temporário

Como o POS se baseia na norma da reciprocidade (Gouldner, 1960) cria um sentimento de obrigação no trabalhador, de modo a que este se preocupe com o bem-estar da organização e contribua para o cumprimento dos seus objectivos (Organ, Podsakoff & MacKenzie, 2006), ou seja, o POS antecede as obrigações percepcionadas por parte dos trabalhadores (Eisenberger, Armeli, Rexwinkel, Lynch & Rhoades, 2001). Shore e Shore (1995) afirmam que os trabalhadores assumem que estão em desvantagem na sua relação com a organização e que os seus esforços não serão compensados adequadamente; isto porque o colaborador é o membro com menos poder na relação, existe sempre um atraso no cumprimento das obrigações da organização e diversos agentes podem influenciar se essas obrigações são cumpridas. Neste sentido, como o POS e o cumprimento do contrato psicológico são elementos essenciais para a avaliação da relação de trabalho do indivíduo com a organização (Coyle-Shapiro & Conway, 2005) pretende-se com este estudo afirmar que o POS está relacionado positivamente com o cumprimento do contrato psicológico no contexto dos trabalhadores temporários.
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A percepção de jovens da geração digital quanto ao suporte ao trabalho oferecido pela organização

A percepção de jovens da geração digital quanto ao suporte ao trabalho oferecido pela organização

Como resultado, os autores identificaram que gênero e classe social, ou seja, homens e mulheres, ricos e pobres têm a mesma predisposição para lidar com os fatores de estresse no trabalho e que qualquer nível hierárquico proporciona estresse ao trabalhador. Além disso, a habilidade para lidar com o fator não se define pela posição em que a pessoa ocupa na empresa. Os fatores de maior proporção estressante são os conflitos de papéis e a ambiguidade ao qual o sujeito se dispõe. Em suas conclusões, os autores identificam que o apoio social minimiza os efeitos do estresse no trabalhador, mas não erradica o efeito. O apoio do supervisor é de fundamental importância para o empregado e para a minimização dos efeitos na saúde do trabalhador; conflito e sensação de subutilização no ambiente de trabalho são fortes estressores e comprometem a saúde física e mental do empregado, e o estresse deve ser gerenciado pelo gestor, permitindo aos empregados uma atenuante para os fatores estressores e comprometedores da saúde do trabalhador.
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Relações entre significado do trabalho e percepção de suporte para pessoas com deficiência em organizações brasileiras.

Relações entre significado do trabalho e percepção de suporte para pessoas com deficiência em organizações brasileiras.

Para cada categoria foram realizadas duas análises de re- gressão. Na primeira foram utilizadas as variáveis ‘Suporte So- cial’, dividido em suas três categorias: emocional, instrumen- tal e informacional; e o ‘Suporte Organizacional’. Na segunda, foram introduzidas as variáveis sociodemográfi cas: sexo (0: feminino; 1: masculino), estado civil (0: outros; 1: casado), idade (0: até 30 anos; 1: de 31 a 50 anos; 2: acima de 50 anos), escolaridade (0: até ensino médio incompleto; 1:ensino médio completo até superior incompleto; 2: a partir de superior com- pleto), função do cargo (0: administrativo; 1: técnico; 2: técni- co profi ssional; 3: gestão), tempo de empresa (0: até 5 anos; 1: 6 a 15 anos; 2: acima de 15 anos), tipo de defi ciência (0: física; 1: visual; 2: auditiva) e região do país (0: sudeste; 1: sul; 2: norte; 3: nordeste; 4: centro-oeste). Assim, a diferença no per- centual explicado (R² ajustado) quando se compara a segunda etapa da análise com a primeira indica o quanto as variáveis sociodemográfi cas acrescentam ao modelo explicativo das ca- tegorias dos atributos descritivos, para além do que os tipos de suporte já explicaram.
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PAPEL DA PERCEPÇÃO DO SUPORTE ORGANIZACIONAL NA INSEGURANÇA E DESEMPENHO NO TRABALHO

PAPEL DA PERCEPÇÃO DO SUPORTE ORGANIZACIONAL NA INSEGURANÇA E DESEMPENHO NO TRABALHO

Para sobreviver num mercado global, caracterizado pela elevada concorrência, nas últimas décadas, a reestruturação organizacional por meio de downsizing tornou-se uma solução popular (Guthrie & Datta, 2008; Shoss, 2017). Downsizing, como um regime de gestão, visa eliminar posições ou empregos para melhorar a eficiência organizacional, a produtividade e/ou competitividade (Marques, Galende, Cruz, & Ferreira, 2014). Esse conceito também tem sido visto como uma questão relevante para as relações de trabalho e organizacionais (Arshad & Sparrow, 2010; Meyer & Allen, 1991). Por exemplo, Datta, Guthrie, Basuil e Pandey (2010) realçaram muitos resultados individuais e organizacionais de tais estratégias de downsizing; um fator importante no processo de downsizing é a insegurança laboral, que tem sido criticada pelo seu efeito negativo tanto sobre o desempenho individual como organizacional (Brockner, Grover, Reed, & Dewitt, 1992; Brockner et al., 2004; Witte, 1999). Devido à sua importância, a insegurança laboral é definida como a percepção do medo de ser despedido, bem como um estressor de uma situação de trabalho ameaçadora.
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Estresse, qualidade de vida e percepção de suporte familiar em porteiros

Estresse, qualidade de vida e percepção de suporte familiar em porteiros

Além disso, os porteiros desempenham diversas atividades (muitas vezes concomitantes entre si) que podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento do estresse. Destacam-se as seguintes atividades: fazer e receber ligações telefônicas; interfonar ou receber interfonemas; controlar entrada e saída de veículos e pedestres (visitantes e funcionários de estabelecimentos comerciais; moradores de condomínios); orientar as pessoas; realizar rondas no local de trabalho; receber, conferir e entregar mercadorias e correspondências aos destinatários; prestar primeiros socorros; fazer manutenções simples (inspecionar hidrantes, ligar bomba de sucção, trocar lâmpadas, irrigar jardim, atender emergências no elevador, solicitar reparos gerais) e zelar pela segurança do local de trabalho a partir da observação sistemática de monitoramento eletrônico e alarmes. A responsabilidade destinada ao porteiro também pode acarretar prejuízos para a sua saúde física e psicológica, sendo um dos agentes estressores presentes na rotina diária deste trabalhador que, apesar de não poder se ausentar da guarita, deve se responsabilizar pela segurança de toda a extensão do posto de serviço.
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Percepção do suporte organizacional em hospitais públicos: Estudo em enfermeiros

Percepção do suporte organizacional em hospitais públicos: Estudo em enfermeiros

Em síntese, considera-se que a questão das relações de trabalho constitui um dos problemas sociais centrais da sociedade actual, ocupando lugar de destaque em discursos políticos, mas vive-se a este respeito uma evolução paradoxal. Por um lado, enquanto as organizações sentem a necessidade de cooperação com os colaboradores na construção de soluções que melhorem o funcionamento e a capacidade de resposta das instituições, individualiza-se e dissolve-se a entidade colectiva e inviabiliza-se a anterior noção de carreira, pois a organização deixa de garantir emprego para toda a vida. Por outro lado, a partir dos anos 1990 tem-se em vista a optimização da produtividade do factor trabalho, a partir da capitalização dos sentimentos e das emoções das pessoas. Esta perspectiva considera que os indivíduos são percepcionados como seres portadores de necessidades sociais e psicológicas e que a satisfação destas necessi- dades, através de estilos de gestão mais participativos e descentralizadores e do enrique- cimento de tarefas, conduz ao empenhamento face aos valores e objectivos organizacionais.
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Percepção de suporte organizacional: desenvolvimento e validação de um questionário.

Percepção de suporte organizacional: desenvolvimento e validação de um questionário.

O alvo das ações organizacionais focalizadas nas afirmativas deste questioná- rio é o trabalhador, de modo geral, e não o participante, de modo especial. Tal formulação de itens visa a evitar que o instrumento passe a ser medida da história pessoal do empregado em relação às práticas organizacionais. O que se quer obter é uma medida das percepções do trabalhador a respeito do comportamento predo- minante da organização em relação ao seu corpo de funcionários. Neste ponto, o questionário aqui apresentado também difere do proposto por Eisenberger et al. (1986). No SPOS, o alvo das ações é o próprio respondente do questionário como no item a organização cuida do meu bem-estar, enquanto no questionário brasi- leiro o alvo é o funcionário, como no item a organização procura melhorar constantemente as condições físicas de trabalho, de acordo com as solicita- ções dos funcionários.
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PROPOSTA DE GAMIFICAÇÃO COMO SUPORTE À SEGURANÇA DO TRABALHO

PROPOSTA DE GAMIFICAÇÃO COMO SUPORTE À SEGURANÇA DO TRABALHO

A aplicação de gamificação em Segurança do Trabalho ocorre conjuntamente com a estratégia educacional que cada instrutor decida adotar, desafiando participantes, neste caso aprendizes, a contribuírem com “o seu melhor”, se superando nas atividades propostas e realizadas durante o processo ensino-aprendizagem. O uso de software educacional aqui proposto auxilia a estratégia formada por desafios e pequenas missões que formam uma conquista, atuando na visualização e alcance de resultados, por meio da escolha de atividades que trabalhem comportamentos essenciais para prática de ST, tais como: pensamento “Lean”, estímulo da prática de ST no cotidiano, auto-cuidado e cuidado de outrem, inserção de ST no estilo de vida e nas atividades diárias, considerando também a importância do trabalho em equipe/liderança, cooperação com pessoas/grupos de convivência, buscando desenvolver a percepção de riscos e pontos para melhorias e sua comunicação, ensinando também a relevância do planejamento de trabalhos, por saber-se que tais comportamentos são essenciais às realidades em que existe prevenção.
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Construção e validação da Escala de Percepção de Suporte Social.

Construção e validação da Escala de Percepção de Suporte Social.

No que se refere aos pressupostos psicométricos, vale ressaltar que, dentre os diversos instrumentos que se destinam a medir suporte social, apenas alguns aferem os tipos de suporte, e quando o fazem, raros são os que foram validados com base em análises fatoriais. Assim, a dimensionalidade do construto suporte social não passa pelo escrutínio de análises multivariadas para dar sustentação à suposição de que recursos diversificados se organizam em agrupamentos como, por exemplo, emocional, instrumental e informacional. Uma rara exceção é o caso da Escala de Percepção de Suporte Social no Trabalho - EPSST de Gomide Jr. et al. (2004), que contém três fatores consistentes e precisos para aferir a tipologia de suporte social apregoada por Rodriguez e Cohen (1998). Deve-se notar, contudo, que a EPSST foi construída e validada para um ambiente específico, o do trabalho, contexto social em que se torna mais fácil identificar diferenças entre recursos instrumentais e informacionais. Por outro lado, no ambiente social generalizado em que se articulam as relações sociais,
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Interface gráfica para suporte à percepção emocional em ambientes de cooperação

Interface gráfica para suporte à percepção emocional em ambientes de cooperação

Estar atento aos outros é um estado normal não consciente e constante. M as este estado que parece tão simples no dia a dia, toma-se complicado e difícil em sistemas de tempo real distribuídos, onde as fontes de informação são poucas e os mecanismos de interação são exteriores. Grande parte da informação de percepção disponível no mundo real é gerada através da manipulação direta dos artefatos. Já num sistema computadorizado esta manipulação não é direta e a informação de percepção é perdida. Ao se pegar um elemento qualquer que está sobre uma mesa e levá-lo para outra sala, são geradas muitas informações de peso, volume, relação com o ambiente, etc, formando um contexto perceptível sobre o elemento. Agora, ao se utilizar o mouse para deslocar o ícone deste elemento e arrastá-lo para outra janela não gera a mesma riqueza informacional da ação real. Como resultado, o trabalho num sistema de CSCL toma-se ineficiente e confuso comparado ao trabalho face-a-face. Para m inimizar este problema estar atento aos outros (percepção dos outros), toma-se uma característica essencial para a fluidez e naturalidade da cooperação. Dar suporte a percepção toma-se um requisito de projeto que, pode auxiliar no aumento da usabilidade de sistemas de CSCL em tempo real distribuídos.
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O SUPORTE SOCIAL E A PERCEPÇÃO DO ESTADO DE SAUDE NA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

O SUPORTE SOCIAL E A PERCEPÇÃO DO ESTADO DE SAUDE NA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

Um outro estudo realizado em três cidades do Brasil revelou que as variáveis classe social e sexo não podem dissociar-se da análise do impacto da gravidez adolescente. As jovens das classes médias são aquelas que melhor representam o padrão descrito na literatura – a gravidez na adolescência introduz uma pausa ou até mesmo o abandono das suas carreiras escolares, que até então decorriam de modo linear. Regra geral, estas jovens não ingressam precocemente no mercado de trabalho, uma vez que contam com o apoio financeiro dos pais. Nas jovens de nível socioeconómico baixo, a trajectória escolar é atravessada por numerosas descontinuidades, quer entre as jovens mães, quer entre aquelas que não são mães – a maternidade na adolescência não parece assim ser um factor determinante nas suas trajectórias. Entre os jovens do sexo masculino, a paternidade adolescente não introduz grandes alterações nas trajectórias escolares e profissionais – no caso dos jovens e classe média não há interrupção dos percursos escolares ou profissionais na grande maioria dos casos, recaindo o peso financeiro dos cuidados da criança sobre os avós. (Heiborn et al., 2002).
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