Percepções de Portadores de Hanseníase

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Percepções de portadores de hanseníase sobre a doença, seu tratamento e as repercussões em seu ambiente: um estudo no município de Nossa Senhora do Socorro

Percepções de portadores de hanseníase sobre a doença, seu tratamento e as repercussões em seu ambiente: um estudo no município de Nossa Senhora do Socorro

A hanseníase constitui-se um problema de saúde pública no Brasil, na medida em que apresenta altas prevalências, além de evolução crônica, e, quando não tratada, pode causar lesões e deformidades. O interesse em desenvolver esta pesquisa foi instigado a partir da permanência da doença no Município de Nossa Senhora do Socorro, o qual ocupa o terceiro lugar quanto a incidência da doença no Estado de Sergipe. As instituições públicas de saúde alegam que o preconceito e a exclusão de parte da população quanto ao acesso, ao diagnóstico e ao tratamento em sua fase inicial, são os principais obstáculos para a eliminação da hanseníase. A pesquisa teve como objetivo geral levantar e analisar as percepções que os portadores de hanseníase tinham sobre a doença, como objetivos específicos, caracterizar os portadores de hanseníase no Município; detectar que tipo de informações têm sobre a doença, as formas de tratamento e os impactos da mesma no seu cotidiano. Os procedimentos metodológicos combinaram análise documental e entrevista semi-estruturada. O roteiro de entrevista constou de levantamento de dados referentes à situação sócio-econômica dos participantes. Outras questões buscaram levantar conhecimentos e percepções sobre a doença, o tratamento e modificações ocorridas na vida dessas pessoas após a descoberta da doença. O grupo pesquisado apresentou predominância do sexo feminino, baixa escolaridade e renda familiar, sub-empregos e desemprego. A respeito de informações sobre a doença, os resultados revelaram que esse grupo não as possuía de modo claro antes do diagnóstico e início do tratamento. Quanto ao tratamento, embora todos tivessem feito, ocorreram interpretações errôneas sobre o mesmo. Em relação aos impactos na vida cotidiana, detectou-se repercussões negativas na auto-imagem, desejo de ocultamento da doença e a percepção da cura como a eliminação total de sinais e seqüelas. A pesquisa concluiu que a prevenção, diagnóstico e tratamento não podem ficar restritos à área de saúde, mas devem-se estabelecer relações entre saúde, educação e meio ambiente. Defende-se também a utilização dos princípios da educação ambiental, atentando-se para os aspectos da percepção dos portadores de hanseníase e suas condições de vida, com vistas a promover a prevenção e tratamento da doença.
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Percepções do Paciente Portador de Hanseníase no Cotidiano Familiar

Percepções do Paciente Portador de Hanseníase no Cotidiano Familiar

Segundo Araújo e Oliveira (2003), a hanseníase é considerada uma das doenças mais antigas na sociedade, e não se sabe ao certo a data do seu surgi- mento. Para abrigar aos portadores, nas primeiras décadas do século XX foram criados asilos longe das cidades, excluindo-os do convívio com a sociedade, devido ao medo de transmissão da doença. Em 1917, a Lei Federal Nº 1596 reorganiza o Serviço Sanitário e torna todos os casos de hanseníase, popular- mente denominada lepra, como notificação compulsória, sendo substituídas as ações de caridade pública por ações estatais organizadas.
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Ter hanseníase : percepções de pessoas em tratamento

Ter hanseníase : percepções de pessoas em tratamento

Percebemos que o estigma da hanseníase na atua- lidade está fortemente relacionado ao passado da doença, quando era conhecida por lepra, não havia tratamento e os seus portadores eram isolados da sociedade para evitar a contaminação de outras pessoas. A mudança do nome de lepra para hanseníase ocorreu na tentativa de ameni- zar o estigma da doença, mas isso não se deu plenamente como esperado. Parece ainda persistir a falta de informa- ções corretas sobre a hanseníase entre os portadores, suas famílias e comunidade, o que desencadeia situações pre- conceituosas e conduz ao impacto psicológico: o medo, o desânimo, o nervosismo, o sofrimento, entre outros 13 .
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Prevalência de olho seco em portadores de hanseníase de um hospital-colônia em Goiânia.

Prevalência de olho seco em portadores de hanseníase de um hospital-colônia em Goiânia.

A presente pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB com o registro 011/2002. Os prontuários de pacientes do Hospital de Dermatologia Sanitária de Goiânia (HDS) foram revisados e 156 indivíduos com diagnóstico clínico e/ou laboratorial de hanseníase e com a forma clínica da doença especificada em prontuário foram selecionados, com exclusão de indivíduos que se recusaram a participar da pesquisa ou incapazes de se deslocar para o local do exame.

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Estudo da microbiota fúngica da conjuntiva ocular em portadores de hanseníase e seus comunicantes.

Estudo da microbiota fúngica da conjuntiva ocular em portadores de hanseníase e seus comunicantes.

Não houve diferença estatisticamente significante (p=0,207 {p>0,05}) quanto à proliferação de fungos na conjuntiva ocular dos portadores de hanseníase e dos indivíduos comunicantes. A tabela 1 e gráfico 1 mostra o número e a freqüência de fungos isolados em ambos os grupos. Os fungos do gênero Candida foram os mais isolados nos portadores de hansenía- se (4 casos). Em segundo lugar isolou-se Aspergillus spp e Penicillium spp (2 casos). Já no grupo dos comunicantes, os fungos mais isolados foram Penicillium spp e Cladosporium spp (2 casos).

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Perfil socioeconômico e demográfico de portadores de hanseníase atendidos em consulta de enfermagem.

Perfil socioeconômico e demográfico de portadores de hanseníase atendidos em consulta de enfermagem.

A hanseníase é doença infecto-contagiosa para a qual, além das condições individuais, outros fatores relacionados aos níveis de endemia e às condições socioeconômicas desfavoráveis influem no risco de adoecer. Objetivou-se reconhecer o perfil socioeconômico e demográfico e o grau de incapacidade instalado dos portadores de hanseníase, atendidos no Centro de Saúde Escola de Botucatu, São Paulo, Brasil. Fizeram parte do estudo 37 pacientes. Os dados foram obtidos por meio do instrumento de consulta de enfermagem. Os resultados mostraram predominância de indivíduos com união estável (78%), brancos (92%), com idade entre 30 e 49 anos (51%), com baixo nível de escolaridade e com renda familiar per capita menor que um salário mínimo. Mais de um terço dos pacientes investigados (35%) apresentavam algum grau de incapacidade física. A associação do baixo perfil socioeconômico com a presença de incapacidades físicas imprime maior vulnerabilidade a essa população, podendo impactar negativamente a sua qualidade de vida.
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GRAU DE INCAPACIDADE FÍSICA DE PORTADORES DE HANSENÍASE: ESTUDO DE COORTE RETROSPECTIVO

GRAU DE INCAPACIDADE FÍSICA DE PORTADORES DE HANSENÍASE: ESTUDO DE COORTE RETROSPECTIVO

Um estudo coorte retrospectivo com 595 pacientes portadores de hanseníase, em uma unidade de saúde de Belo Horizonte - MG, no período de 1993 a 2003, receberam o tratamento de referência com PQT, acompanhamento de fisioterapia com avaliações neu- rológicas no início, durante e no final do tratamento, e tiveram alta por cura (alta medicamentosa). Os autores observaram nos resultados, uma mudança de 43,2% nos grupo de pacientes classificados como 1 na primeira avaliação, os quais evoluíram para grau 0; aqueles que apresentavam grau 2 de incapacidade também apresentaram melhora do quadro clínico, sendo que 21,3% passaram a ter grau 0, e, 20% passaram a grau 1. Esses achados concordam com o presente estudo, pois os pacientes portadores de graus maiores passaram para o grau 0, represen- tando assim uma melhora do quadro (14) .
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Neuropatia silenciosa em portadores de hanseníase na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil.

Neuropatia silenciosa em portadores de hanseníase na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil.

Variáveis contínuas foram categorizadas com pontos de corte que melhor discriminassem pa- cientes portadores e não portadores de neuro- patia silenciosa, ou de acordo com critérios clí- nicos. Proporções foram comparadas por meio do teste do qui-quadrado ou do teste exato de Fisher, e elas foram consideradas significativa- mente diferentes quando p foi menor que 0,05. Proporções de casos foram comparadas através da razão de prevalência, e proporções foram con- sideradas significativamente diferentes quando o intervalo de confiança da razão de prevalência não incluiu o valor 1. Os cálculos foram realiza- dos com o programa Stata versão 11 (Stata Corp., College Station, Estados Unidos).
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Atenção à saúde bucal dos portadores de hanseníase no município de FortalezaCe, Brasil

Atenção à saúde bucal dos portadores de hanseníase no município de FortalezaCe, Brasil

A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pela bactéria intracelular e acido resistente Mycobacterium leprae, que acomete preferencialmente pele e nervos periféricos, com um grande potencial para desenvolver incapacidades físicas. Os objetivos deste trabalho foram verificar o conhecimento e atuação do cirurgião-dentista no controle da hanseníase, na Secretaria Executiva Regional (SER) III, no Município de Fortaleza-CE, Brasil; bem como avaliar a autopercepção sobre a saúde bucal e necessidade de tratamento de portadores de hanseníase no referido Município. Tratou-se de um estudo transversal e descritivo, cuja amostra foi composta de 31 cirurgiões- dentistas (CD) da SER III e 100 portadores de hanseníase atendidos no Hospital Universitário Walter Cantídio-UFC, em Fortaleza-CE. Os dados foram obtidos mediante um questionário estruturado para os cirurgiões-dentistas e outro para os portadores de hanseníase. A análise de dados foi realizada pelo programa Stata 11, tendo-se empregado o teste de Pearson e o teste de Fisher, para verificar associação entre as variáveis, considerando significativo quando o valor de p < 0,05. Os resultados mostraram que 64,52% dos profissionais nunca suspeitaram ter atendido casos de hanseníase, nenhum CD realizou avaliação programática de portadores de hanseníase, apesar da presença de focos infecciosos orais serem uma das causas das reações hansênicas. A autopercepção da necessidade de tratamento odontológico pelos portadores de hanseníase apresentou associação estatística com a escolaridade, sendo que, quanto maior a escolaridade, maior a percepção da necessidade de tratamento (p = 0,000). A análise bivariada mostrou existir associação estatística entre a classificação da saúde bucal e a autopercepção da necessidade de tratamento (p=0,054). Os pacientes que classificaram sua saúde bucal em péssima, ruim e regular percebiam ter maior necessidade de realizar tratamento odontológico quando comparados com os pacientes que classificaram sua saúde bucal como boa e ótima. Destaca-se a necessidade de aprofundamento dos conhecimentos dos cirurgiões-dentistas quanto à hanseníase e o desenvolvimento de atividades que atuem no controle e eliminação da hanseníase no Município estudado. A autopercepção do portador de hanseníase quanto a sua saúde oral e necessidade de tratamento deve, juntamente com uma avaliação clínica, servir como guia para a execução de políticas públicas que visem a favorecer um tratamento odontológico mais efetivo para esses pacientes.
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Conhecimentos e necessidades de aprendizagem dos portadores de hanseníase sobre a doença.

Conhecimentos e necessidades de aprendizagem dos portadores de hanseníase sobre a doença.

Analisando o resultado, a grande maioria identifica a hanseníase como uma doença curável e alguns participantes colocaram em ênfase que tem cura apenas se realizar o tratamento correto. No estudo de Silveira; Silva (2006) os entrevistados com forma clínica indeterminada e tuberculóide, por terem um tratamento mais curto, acreditavam na cura da doença, porém os acometidos pelas formas dimorfa e vichorwiana consideravam o tratamento difícil. No estudo de Santos; Pardo (2006) apesar dos participantes terem contato com a equipe de profissionais, não possuíam informações adequadas sobre o tratamento e sobre as condições de “cura” da doença. Os autores relatam que se os portadores não compreendem as informações sobre a doença e seu tratamento, seu modo de agir e pensar em relação à cura e ao tratamento serão inadequados.
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O imaginário religioso de pacientes de hanseníase: um estudo comparativo entre ex-internos dos asilos de São Paulo e atuais portadores de hanseníase.

O imaginário religioso de pacientes de hanseníase: um estudo comparativo entre ex-internos dos asilos de São Paulo e atuais portadores de hanseníase.

B5 era católico por exigência familiar e se converteu há dois anos à Igreja Adventista do Sétimo Dia. Sua principal motivação foi a mudança de estilo de vida, além de encontrar ali uma doutrina que pede mais a participação de seus membros, sem destacar a figura de um sacerdote. Segundo B5, “essa doutrina se preocupa muito com a saúde – ‘não beba, não fume, não tome café, isso tudo prejudica o corpo e o espírito’. Sou praticante, vou à Igreja Adventista do Sétimo Dia, todas as quartas, sábados, domingos e, se precisar, todo o dia”. A mudança em sua alimentação fez com que perdesse peso, e B5 salienta os pontos positivos à saúde, com a adoção das regras de conduta que a doutrina sublinha. Participa de reuniões, brincadeiras com os jovens, excursões em acampamentos e ajuda humanitária. Afirma orar todo dia e toda hora: “A oração é conversar com Deus, não é repetir. O que você precisa o teu Pai sabe. Agora, pede que ele dá. Então orar não tem coisa repetitiva, coisa escrita, nada. É você conversar com Deus, como você conversa com um amigo”. Diz que “na hora do perigo, que você precisa, você não se lembra nem de orar e nem de Deus. Então a gente tem que agradecer”. Essas palavras se diferenciam daquelas de B1 e B4, que consideram que as pessoas só se lembram de Deus quando necessitam ser socorridas. Em situação de doença, declara, “eu recorro a Deus, sim, mas eu procuro a medicina. Pensamento meu, não é da igreja”. Considera que milagres acontecem nas mãos dos médicos, citando a antiga operação que tinha feito no intestino, na época em que detectara a hanseníase, acreditando na predestinação do médico habilitado a operá-lo: “Tenho certeza que ele também recorre a Deus quando vai fazer a operação”, conclui. B5 menciona que encontra apoio em sua igreja, no que diz respeito à sua doença. Levou um panfleto do DHDS, com explicações sobre a hanseníase, a sua comunidade religiosa. Apesar de muitos se terem assustado, ela acha importante esclarecer as pessoas, para que se cuidem. Não percebeu preconceito por parte dos membros da igreja. Sua vida religiosa também não foi afetada pela hanseníase, nem aumentou sua participação em cultos depois da doença. Partilha da visão de outros entrevistados quanto à crença de que, pela fé, Deus irá ajudar: “Pela confiança em Cristo, porque às vezes acham que uma doença é o fim de tudo. A gente fica muito firme naquele propósito: eu não nasci doente e não vou ficar doente, eu não aceito essa doença. A gente fica firme nisso e já não tem medo”. B5 aborda também a questão da mudança do comportamento devido à religião: “Pela religião você tem um autocontrole dos seus nervos, um autocontrole de convivência, da alimentação. Mesmo que tenhamos o sufoco do dia-a-dia, sabemos que é passageiro”.
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Perfil clínico-epidemiológico de pacientes portadores de hanseníase em um município do Maranhão

Perfil clínico-epidemiológico de pacientes portadores de hanseníase em um município do Maranhão

Objetivo: Analisar o perfil clínico-epidemiológico de pacientes portadores de hanseníase em um município maranhense no período de 2015 a 2017. Métodos: Trata-se de uma pesquisa epidemiológica, retrospectiva, de caráter descritivo e abordagem quantitativa, na qual foram utilizados dados secundários provenientes do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Foi utilizado o software Microsoft Excel 2013 para a tabulação dos dado e elaboração de gráficos e tabelas. Resultados: No período de 2015 a 2017 foram notificados 265 casos de hanseníase, com predomínio no sexo masculino (63%), na faixa etária de 30 a 39 anos (20%), maior ocorrência de casos multibacilares (89%), sendo a forma clínica dimorfa a mais frequente (66,4%). Quanto ao modo de entrada, a maioria dos casos foram registrados como caso novo (68,7%), o modo de detecção predominante foi a demanda espontânea (36%) e no que se refere ao grau de incapacidade física no diagnóstico, a maior parte dos pacientes apresentou grau 0 de incapacidade (44%). No tipo de saída, predominou a saída por cura (54%). Conclusão: A hanseníase continua sendo um problema de saúde pública na região, uma vez que o município ainda é considerado hiperendêmico para a doença, conforme parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Palavras-chave: Hanseníase, Perfil de saúde, Epidemiologia.
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Vivências e percepções de mães de portadores de fibrose cística: uma perspectiva do cuidado

Vivências e percepções de mães de portadores de fibrose cística: uma perspectiva do cuidado

Resumo: Esse artigo buscou identificar os sentimentos envolvidos de familiares durante a assistência em saúde de portadores de fibrose cística. A Fibrose Cística (FC) é uma doença genética descrita em 1930 como uma doença infantil com baixa expectativa de vida. Mesmo com avanços no diagnóstico e tratamento, a FC ainda apresenta inúmeras dificuldades associadas, que variam desde o acesso a serviços de saúde até as reações multisistêmicas. Tratou-se de um estudo de natureza qualitativo-descritiva sob método de revisão bibliográfica desenvolvida por meio do método da revisão integrativa da literatura. As mães de pacientes com FC vivenciam maior estresse e pior adaptação que as mães de crianças saudáveis ou que a população geral. Uma recente meta-análise demonstrou que as mães de crianças com doenças crônicas apresentavam uma prevalência de Transtorno de Estresse Pós-Traumático significativamente maior que os pais. As intervenções de enfermagem orientadas ao seguimento do adolescente ao longo do processo terapêutico necessitam priorizar os pais/família de forma significativa, considerando que o cuidado é holístico e fundamentado na subjetividade do indivíduo.
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BUSCA  ATIVA  A  PACIENTES  PORTADORES  DE  HANSENÍASE  NO MUNICÍPIO DE  PRIMAVERA DO LESTE - MT

BUSCA ATIVA A PACIENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE - MT

A Universidade pode se tornar um veiculo importantíssimo de divulgação, encaminhamento e esclarecimento da população quanto à Hanseníase, principalmente com a participação de alunos dos cursos da área da Saúde, mais precisamente os alunos do curso de Fisioterapia, pois uma das mais importantes funções delegadas as profissional fisioterapeuta é a prevenção de incapacidades.

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Prevalência das alterações oculares em pacientes portadores de hanseníase em um Hospital Colônia no Acre

Prevalência das alterações oculares em pacientes portadores de hanseníase em um Hospital Colônia no Acre

A hanseníase é uma doença infecciosa de longa evolução, transmitida de pessoa para pessoa por meio de contato íntimo e prolongado com doentes das formas contagiantes (Virchowiana e Dimorfa) . Apesar de não ser mortal, constitui sério problema de saúde pública 1

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Corpo e significado: percepções de portadores de diabetes mellitus tipo 2

Corpo e significado: percepções de portadores de diabetes mellitus tipo 2

Na busca da compreensão do corpo para o portador de diabetes, encontrei desafios e encantamentos. Inicialmente, questionei-me se seria de bom tom colocar-me diante de pessoas portadoras de diabetes – e muitas vezes também de limitações físicas decorrentes desse processo crônico de adoecimento – no intuito de ouvir delas sua vivência de corporeidade. Mas estava decidida, assim entrevistei pessoas com acuidade visual bastante diminuída, mutilados, portadores de cardiopatias decorrentes do diabetes. A razão maior dessa minha escolha era saber que ali estavam seres humanos que não se reduziam à doença ou às “marcas” dela em seu corpo e cujas experiências queriam compartilhar comigo, ou melhor, com a ciência, tão acostumada a não ouvi-los. Desistir dessa tarefa seria fortalecer a visão reducionista de corpo e desconsiderar as possibilidades do ser no mundo-da-vida.
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FATORES DE RISCO PARA A HANSENÍASE EM PORTADORES DE HIV E AIDS EM ÁREAS DE ALTA ENDEMICIDADE NA AMAZÔNIA

FATORES DE RISCO PARA A HANSENÍASE EM PORTADORES DE HIV E AIDS EM ÁREAS DE ALTA ENDEMICIDADE NA AMAZÔNIA

Em um país onde a hanseníase é endêmica e onde a infecção pelo HIV continua expandindo-se e interiorizando-se, espera-se encontrar um aumento da prevalência de indivíduos convivendo simultaneamente com hanseníase e HIV/aids. Com o objetivo de identificar fatores de risco para a hanseníase em portadores de HIV/aids e descrever aspectos clínicos e epidemiológicos, realizou-se um estudo de caso controle envolvendo 33 pacientes co-infectados (HIV/hanseníase) e 90 controles (HIV/aids sem hanseníase). Na amostra estudada o sexo masculino foi mais freqüente tanto nos co- infectados quanto nos controles, prevaleceram jovens e adultos jovens em ambos os grupos, Belém foi a área de procedência mais freqüente entre co-infectados e controles, não houve diferença entre renda familiar de co-infectados e controles, os pacientes co-infectados apresentavam-se, em sua maioria, no estágio de aids com grande oscilação de células CD4 periféricas. As formas clínicas mais freqüentemente encontradas, entre os co-infectados, foram as paucibacilares, sendo a média de células CD4 + no sangue periférico significativamente maior no grupo de co-infectados. Os prováveis fatores de risco para hanseníase relacionados à infecção pelo HIV (situação clínica, situação de imunodeficiência laboratorial e co-morbidades com outras micobacterioses) não foram estatisticamente significantes. Os fatores de risco para hanseníase já descritos na literatura, tais quais contatos intradomiciliares e antecedentes familiares de hanseníase, demonstraram ser significativamente os fatores de risco para a hanseníase em indivíduos com HIV/aids, aumentando em 45 vezes e 21 vezes, respectivamente, a chance de adoecer do mal de Hansen. A recidiva não se configurou como fator de risco para a Hanseníase em pacientes HIV/aids. A maioria dos co- infectados apresentaram sinais e sintomas de hanseníase 6 meses após o inicio da TARV, confirmando estudos anteriores que sugerem ser a hanseníase uma doença associada à reconstituição imunológica no paciente portador de HIV/aids. Estudos subseqüentes fazem-se necessários para complementar este e os anteriores sobre esta tão intrigante e desafiante co- infecção.
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Open Estigma social: um estudo sobre portadores de Hanseníase do Município de CajazeirasPB

Open Estigma social: um estudo sobre portadores de Hanseníase do Município de CajazeirasPB

evidente que sua substituição por termos como “hanseníase”, “portador de hanseníase” contribui para atenuar o estigma e, por conseguinte, diminuir os casos de preconceito e discriminação. Apesar disso, não há como negar que a representação tradicional da doença é ainda muito presente na mentalidade das pessoas e isso dificulta enormemente a mudança dos (pré)conceitos e julgamentos que elas possuem da doença. Eis por que, mesmo após a adoção da nova nomenclatura, ocorrida oficialmente em 1995, o velho estigma continua latente na cabeça das pessoas, ainda que elas utilizem os novos termos quando se referem à doença (OLIVEIRA et al., 2003). Isso se explica não apenas pelo fato de que tal mudança de termos deve ser sistemática e intensamente promovida pelos canais de comunicação e Órgãos Públicos, mas também porque a tarefa de mudar os esquemas tradicionais de pensamento que nutrem as mentalidades se mostra sempre difícil numa sociedade em que a escolaridade das pessoas ainda se mantém num patamar baixo. Como demonstram os supracitados autores, essas mudanças, para ocorrerem efetivamente, precisam ser acompanhadas de modificações nos parâmetros educacionais e culturais das populações e seus resultados somente poderão ser verificados a médio e longo prazo. O fato é que o contexto cultural favorece a manutenção do estigma, cuja evolução também ocorre em razão das representações sociais que o acompanham, afinal “é somente no interior de um determinado contexto social e cultural que as representações adquirem sentido e significado” (QUEIROZ; CARRASCO, 1995, p. 479). As representações sociais, portanto, envolvem valores, concepções de mundo, intenções e outros fatores relativos ao mundo cultural no interior do qual o indivíduo vive. Trata-se, pois, de um fenômeno complexo cuja amplitude é difícil avaliar, haja vista que envolve componentes sociais, culturais, psíquicos e existenciais.
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Percepções de portadores de diabetes sobre a doença: contribuições da Enfermagem.

Percepções de portadores de diabetes sobre a doença: contribuições da Enfermagem.

O objeto deste estudo diz respeito às percepções dos por- tadores de diabetes sobre a importância dos cuidados orienta- dos pelos enfermeiros do Programa de Assistência ao Portador de Diabetes do HUJBB. O interesse pelo objeto de estudo sur- giu após a oportunidade de conhecer o Programa de Diabetes do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) e observar o grande número de pacientes atendidos diariamen- te. Esse fato nos chamou a atenção para buscar avaliar se os pacientes atendidos conseguiam absorver as informações ofe- recidas pela equipe de enfermagem, visto que tais pacientes fazem uso do serviço destes profissionais permanentemente e o entendimento das informações prestadas influencia direta- mente no sucesso do tratamento.
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Adolescentes portadores de deficiência visual: percepções sobre sexualidade.

Adolescentes portadores de deficiência visual: percepções sobre sexualidade.

Est e est udio ex plor at or io- descr ipt iv o t uv o por obj et iv o conocer las per cepciones de adolescent es portadores de deficiencia visual acerca de su sexualidad. Los datos fueron recogidos en m ayo y j unio de 2004, m ediante entrevistas sem iestructuradas con ocho adolescentes deficientes visuales que frecuentan una institución en Por t o Alegr e, Rio Gr ande do Sul, Br asil. Las infor m aciones fuer on som et idas a la t écnica de análisis de con t en id o seg ú n Bar d in . De ellas em er g ier on d os cat eg or ías p r in cip ales: Sex u alid ad y Mod if icacion es sociocom port am ent ales. Se puede observar que a los suj et os les falt an inform aciones con respect o a diversas cuestiones que involucran la sexualidad, tales com o conocim ientos m orfofisiológicos, psicoafectivos y de cuidados pr ev ent iv os. Los pr ofesionales de la salud, pr incipalm ent e los enfer m er os, necesit an de pr epar ación par a abordar esas cuest iones y cont ribuir al desarrollo de una sexualidad saludable para esos individuos.
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