Perda da identidade

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A perda da identidade cultural em "Wedding at the Cross", de Ngugi wa Thiong’o

A perda da identidade cultural em "Wedding at the Cross", de Ngugi wa Thiong’o

Os desdobramentos - sejam eles sociais, políticos, econômicos, entre vários - da perda da identidade cultural dos povos colonizados, especialmente os africanos, se encontram longe de estarem arrolados. Muitas ainda são as perguntas, as quais care- cem de respostas. É preciso que se estude e repense o passado para que questões re- lacionadas à (des)centralização dos sujeitos colonizados sejam melhor abordadas. a proposta deste trabalho foi uma reflexão sobre os aspectos influenciadores na cons- trução e, consequentemente, a perda da identidade cultural desses sujeitos. Ques- tionamentos foram levantados e o embasamento teórico usado serviu para sugerir algumas respostas. Espera-se que novas oportunidades de pesquisa, mais aprofun- dadas, talvez, sejam realizadas para o fomento de novas discussões. Neste sentido, confia-se que a literatura, meio artístico de denúncias, seja um campo para tanto.
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Câncer e imagem corporal: perda da identidade feminina

Câncer e imagem corporal: perda da identidade feminina

Esses mesmos fatores também influenciaram essas mulheres a enfrentar as alterações da imagem corporal de uma forma tranquila, ajudando-as a su- perar o pesar ocasionado pela perda da feminilidade. O aspecto mais importante pontuado por gran- de parte delas foi o fato de o câncer ter representado uma reviravolta em suas vidas, que as fizeram repen- sar seus valores, abrindo espaço para sentimentos de resignação e esperança.

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Câncer e imagem corporal : perda da identidade feminina

Câncer e imagem corporal : perda da identidade feminina

Esses mesmos fatores também influenciaram essas mulheres a enfrentar as alterações da imagem corporal de uma forma tranquila, ajudando-as a su- perar o pesar ocasionado pela perda da feminilidade. O aspecto mais importante pontuado por gran- de parte delas foi o fato de o câncer ter representado uma reviravolta em suas vidas, que as fizeram repen- sar seus valores, abrindo espaço para sentimentos de resignação e esperança.

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O desenvolvimento do pensamento ético de Dietrich Bonhoeffer : a ética da responsabilidade num mundo tornado adulto

O desenvolvimento do pensamento ético de Dietrich Bonhoeffer : a ética da responsabilidade num mundo tornado adulto

discipline.. E é diante dessa concepção, de identificação com o mundo sem perda da identidade cristã, que se percebe que já “não é possível viver a fé que se articula com[r]

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Open Da utopia ao desencanto e do desencanto à esperança: impressões de profissionais da estratégia saúde da família à luz da história oral

Open Da utopia ao desencanto e do desencanto à esperança: impressões de profissionais da estratégia saúde da família à luz da história oral

Na avaliação de Cozete e de seu grupo, com o aval da cúpula partidária nacional, valia o sacrifício da perda da identidade em nome de um governo de dois anos (2003-2004) com[r]

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Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP

Neste contexto Ponce e Leite (2012, pag.11) concordam com Apple, quando refletem que a falta de autonomia do professor acarreta a perda da identidade profissional[r]

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Fatores de atração e retenção da geração y nas organizações

Fatores de atração e retenção da geração y nas organizações

Millennials , no entanto, cabe às organizações adequações, sem a perda da identidade organizacional, na sua Área de Gestão de Pessoas para garantir a retenção desses jovens..[r]

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O corpo como uma declaração de guerra: pensando os limites da identidade enquanto categoria de análise

O corpo como uma declaração de guerra: pensando os limites da identidade enquanto categoria de análise

A passiva que mete bala está em um limbo, neste sentido, entre a dupla subalterni- dade: da sexualidade e da sua prática sexual passiva e a agressividade marcada como uma reação da identidade masculina. Quero aqui problematizar também estes efeitos rígidos das normas que compõem e impõem gêneros, isto é, pensar os gêneros não mais a partir de uma linearidade que conferem e confi rmam a masculinidade como perten- cente aos homens e a feminilidade como pertencente às mulheres. Se estes sujeitos são múltiplos, as categorias elaboradas para suas classifi cações também os são e, por se tratarem de experiências culturais, o corpo adquire centralidade na análise e, por- tanto, não há esta parede divisionista entre os corpos de sexos distintos.
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Matemática com arte: a construção de identidades dialógicas através de microprojectos colaborativos

Matemática com arte: a construção de identidades dialógicas através de microprojectos colaborativos

Este excerto é de uma interacção entre a Célia e o Eduardo numa aula de Matemática posterior à elaboração de batiques. Os alunos encontravam-se a resolver uma tarefa sobre a temática de proporcionalidade inversa, elaborada com base nos batiques que tinham elaborado previamente. Repare-se como a identidade de Eduardo, enquanto aluno de Matemática, se evidencia neste cenário (Falas 18, 20, 24, 26, 28, 30, 36, 40 e 42). Ao contrário do que afirma quando reflecte, fora do cenário da sala de aula, sobre o seu papel de aluno desta disciplina, em que faz questão de sublinhar que não percebe nada e que é, por isso mesmo, um “mau aluno”, quando se encontra na sala de aula a sua postura altera-se. Observa-se uma prevalência da sua posição de aluno que se deixa envolver pela dinâmica da aula, pela interacção com a Célia, e evidencia uma actuação enquanto aluno interessado e que é capaz de compreender e de contribuir significativamente para o avanço do processo interactivo, tendo como base conhecimentos matemáticos. Note-se, no entanto que, pontualmente, a posição – que interiorizou em anos anteriores - de “mau aluno” emerge e fala mais alto do que a posição de aluno interessado e competente (Fala 22), apesar de, como é perceptível neste excerto, esta segunda ser predominante face à primeira. Para isso, não é indiferente o contrato didáctico implementado nas aulas de Matemática.
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A teoria da prova em Leibniz.

A teoria da prova em Leibniz.

Ao chamar “A = A” de “axioma”, Leibniz talvez quisesse evocar a teoria da ciên- cia de Aristóteles. Nos Segundos analíticos (Livro I, cap. 2), Aristóteles (1994) reserva o termo “axioma” para qualquer sentença ou regra suposta por todas as ciências. Por outro lado, ele chama de “teses” as suposições – definições ou hipóteses – específicas de cada ciência. Dentre os exemplos de axioma oferecidos por Aristóteles, encontra- mos os chamados princípios do terceiro excluído e de contradição. Tais princípios são duas suposições determinantes do silogismo, a forma básica de inferência científica, segundo sua teoria da ciência. De maneira análoga, os conceitos leibnizianos de de- monstração e de ciência demonstrativa são moldados por seu axioma de identidade. Leibniz argumenta que qualquer ciência demonstrativa pode ser transformada em um sistema, também de caráter dedutivo, cuja base consiste inteiramente de identidades, tanto de identidades explícitas (do tipo A = A), como de definições (identidades supos- tas ou “implícitas”). 1 Segundo seu conceito de demonstração, a verdade de uma tese
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Hélio Vianna e Pedro Calmon: identidade do historiador e embates em torno da escrita da História do Brasil 2012

Hélio Vianna e Pedro Calmon: identidade do historiador e embates em torno da escrita da História do Brasil 2012

A História do Brasil que deveria ser ensinada aos alunos secundários, entretanto, era a História Pátria. Ao tratar da missão política e intelectual que o IHGB se infundia em seu centenário, comemorado em meio ao Estado Novo, no ano de 1938, Fábio Franzini aponta que se fazia necessário prover o país de um passado glorioso que serviria de referência para a constituição da identidade nacional. Um passado que garantisse a continuidade e a homogeneidade do território nacional ao longo do tempo, a despeito das mudanças que ele possa ter sofrido. 125 Buscava-se arquitetar uma história do Brasil que funcionasse como uma “memória da nação”, no sentido de selecionar e encadear acontecimentos e personagens, tornando-os relevantes na medida em que se lhes conferia uma lógica, um sentido. Dessa forma, as lacunas e as incertezas que pudessem surgir na fundação dessa memória eram ocultadas ou ignoradas. 126 Essa história do Brasil constituída como a memória da nação foi amplamente difundida no ensino secundário.
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Identidade ocupacional no Secretariado Executivo

Identidade ocupacional no Secretariado Executivo

Esses profissionais não acreditam que continuarão na profissão daqui a alguns anos. Quando perguntados como se veem no futuro, dis- seram que mudarão de ocupação por não se identificarem com ela. Esse fator pode ser ratificado pela teoria de Woodward (2009) que nos diz que a identidade é relacional, e a diferença é estabelecida por uma marcação simbólica relativamente a outras identidades, estando vinculada a condições sociais e materiais. O social e o simbólico são também necessários para a construção e manutenção das identidades. Dessa maneira, esse perfil mos- tra o desejo de não mais se manterem na posição em que se encontram.
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A concepção da identidade étnica na visão de estudantes do ensino superior

A concepção da identidade étnica na visão de estudantes do ensino superior

Conforme apresentado neste artigo, entende-se que a concepção da identidade étnica é um passo fundamental para a autoafirmação do sujeito como cidadão. Aceitar-se, assumir o corpo, a cultura, valores e afirmar-se como negro - ou como indígena – é uma etapa necessária e fundamental. Trabalhar pela superação do racismo e pelo respeito à diferença, fazendo com que esta não seja entendida como “inferior” é tarefa paralela – e, neste caso, a educação tem papel relevante. As respostas obtidas apontam que ainda há muito o que percorrer no trabalho de promoção da construção/afirmação de identidades que ainda não se consolidaram. Não podemos negar avanços advindos, frutos da ação do Movimento Negro, de intelectuais e de outros movimentos sociais que acreditam e trabalham pela superação do racismo na sociedade, de um modo geral, e na educação escolar, de maneira específica. Esses grupos partilham da concepção de que a escola é uma das instituições sociais responsáveis pela construção de representações positivas dos afro-brasileiros e por uma educação que tenha o respeito à diversidade como parte de uma formação cidadã. Acreditam que a escola exerce papel fundamental na construção de uma educação para a diversidade (GOMES, 2008).
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DIVERSIDADE NA PERDA AUDITIVA

DIVERSIDADE NA PERDA AUDITIVA

324 O termo pessoa com ‘deficiência auditiva’ é o mais correto e oficialmente reconhecido para se referir as pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla. O termo foi considerado mais adequado pois destaca o sujeito antes da condição. Portanto, deve-se falar pessoa com deficiência auditiva. A situação do Surdo e da pessoa com deficiência auditiva são diferentes, pois o Surdo é notado pelo uso da LIBRAS. Já aquele que apresenta uma redução na sua capacidade auditiva, sente-se incomodado quando percebem a sua dificuldade. Muitos recusam inclusive o uso de acessórios como por exemplo próteses auditivas, por acreditarem que esse seja a materialização da sua deficiência entendendo que, com aparelho auditivo todos passarão a enxergar a sua deficiência. Preferem muitas vezes acreditar que conseguem mascarar suas dificuldades de modo que seu problema auditivo passe imperceptível para a sociedade. Mesmo perda auditiva leve, pode ser motivo para preconceitos e discriminação. Por isso a pessoa faz um grande esforço para driblar e esconder a sua dificuldade, acarretando muitas vezes isolamento do convívio familiar e social, depressão, cansaço mental, comprometimento das funções cognitivas, etc.
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A perda da chance de viver:

A perda da chance de viver:

O objetivo primordial deste artigo é travar uma discussão entre a prática de formas de abreviar a vida, sobretudo a eutanásia, sob a ótica da perda da chance de viver. Este buscou investigar, com amparo nos princípios jurídicos, fundamentalmente com base no Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, se alguma forma de abreviação da vida seria aceitável ou se essas práticas dariam ensejo a indenizações pela Perda de uma Chance (de viver). Diante disso, o artigo perquiriu também, pela Bioética e pelo Biodireito, o que deveria prevalecer diante da ponderação entre o Princípio da Autonomia e o Princípio da Sacralidade da Vida, concluindo pela tendência à autodeterminação do indivíduo mas de forma parcimoniosa e não de forma absoluta. Quanto à metodologia, trata-se de uma pesquisa bibliográfica.
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Infância, perda e educação:

Infância, perda e educação:

Este estudo tem como foco a inter-relação entre infância, perda e educação através de um olhar fenomenológico mundano. Adotamos a abordagem qualitativa em nosso estudo, no qual realizamos um grupo fenomenológico com crianças entre 11 e 12 anos de uma escola da rede de ensino da cidade de Parnaíba-Piauí. Como recurso metodológico, utilizamos cenas de três filmes de animações infantis que apresentam questões de perdas e luto em seu enredo. Para análise do conteúdo emergido, optamos pelo método fenomenológico mundano. O grupo se apresentou como espaço fértil para troca de experiências, escuta, acolhimento e aprendizado sobre o tema na escola. Os filmes se configuraram como excelentes recursos facilitadores para abordar o tema em questão no âmbito educacional.
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Perda auditiva genética.

Perda auditiva genética.

caracterizado por perda auditiva pré-lingual severa ou profunda, enquanto que a DFNA é usualmente pós-lingual e progressiva. Os genes envolvidos nas PANS codificam uma variedade de proteínas tais como: canais de íons, componentes da matriz extra-celular e proteínas de vesículas sinápticas essenciais para o tráfego de informação inter- celular 2,8 .

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A teoria da perda de uma chance

A teoria da perda de uma chance

fulcro na autonomia das chances perdidas. Já a situação do terceiro estudante encaixa-se nos casos em que o processo aleatório chega ao seu momento derradeiro. Embora gravemente debilitado por causa do atropelamento, o estudante realizou a prova e acabou sendo reprovado. Aqui, o atropelamento não destruiu todas as chances da vítima, mas as reduziu drasticamente, exigindo o uso da causalidade parcial. Portanto, segundo a corrente majoritária francesa, o terceiro estudante não poderá ser indenizado com base na teoria da perda de uma chance. Assim, três vítimas prejudicadas da mesma maneira por um ato ilícito teriam suas ações de indenização resolvidas de forma bem diferente. Melhor teria sido, então, que o terceiro estudante tivesse deixado abater-se pelas dificuldades e não comparecido à realização da prova. Pelo menos, poderia pleitear uma indenização pela perda de chances, assim como seus dois colegas.
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Perda carga e  reservatorio

Perda carga e reservatorio

O fator de atrito ou coeficiente de resistência de Darcy-Weisbach, é um parâmetro adimensional que é utilizado para calcular a perda de carga em uma tubulação. Seu valor pode variar com a rugosidade relativa da tubulação e o número de Reynolds. Quando o escoamento é laminar, seu valor depende apenas do número de Reynolds.

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